Patrice Aquim 1,2 e Mariliz Gutterres 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Patrice Aquim 1,2 e Mariliz Gutterres 1"

Transcrição

1 EUSO DE ÁGUA UMA ALTERNATIVA PARA MINIMIZAR IMPACTO AMBIENTAL DO CURTIMENTO Patrice Aquim 1,2 e Mariliz Gutterres 1 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ² Universidade Feeva Ma t e ri ais e Tecno logi a Aplicado s ao Setor Couro Un i ve r si dade Fe evale

2 Uso da água em Curtumes-Desafios Como está o futuro do uso Quantidade/ Legislação da água nos curtumes? Qual a melhor alternativa? imização/ Reuso- Reciclo direto ou com tratamento Tratar, realizar inúmeras análises para adequar a legislação e poder descartar? Tratar para reutilizar?

3 Uso da água em Curtumes- Motivação-Desafios Como está o futuro do curtumes? uso da água nos Técnicas de reuso e reciclo tornam-se uma opção bastante próspera devido as severas exigências dos padrões atuais da legislação para concentrações das águas para descarte, bem como a resoluçãoo Consema 128 e 129/06, de toxicidade.

4 INTRODUÇÃO reservar os recursos hídricos naturais. técnicas/processos, que sejam menos nocivas ao ambiente n processo produtivo dos curtu inimizar a grande preocupação do cromoo fluente industrial de curtume. reuso de água no curtimento p situação atual dos curtumes, al de economizar a água limpa empregada, propõe o reaproveitamento de um banh contendo o cromo. omo se comporta o reuso de água no ocesso de curtimento? implementação de reuso de água industrial inovadora deve ser avaliada com bas atenção grande preocupação com qualidade da água de reuso não interferir no produto

5 Objetivos Verificar o reuso direto curtimento; de banhos de Verificar a qualidade formado; do wet-blue Documentar o controle químicas efetuadas; e as análises Realizar testes em escalas piloto e industrial.

6 METODOLOGIA valiar a formulação de curtimento industrial usual de pe ividida (5,5% de sulfato básico de cromo) e integral ( 6% ulfato básico de cromo) ; oletar amostras do banho residual de curtimento inte dustrial de 9 processos, para verificar a concentração de cro ue seria utilizado no reuso; fetuar os testes piloto e industrial e controlar os proces travésde: ph Grau Baumé ( Bé) Indicadores ácido-base para pele Temperatura de Retração ealizar análises químicas nos banhosresiduais e nos couros ormados.

7 DOLOGIA s testes de reuso de água em curtimento foram realizados stes em escalas piloto e industrial. s testes pilotos - Figura 1. quipamento industrial - Figura 2. Figura 1: Processode curtimento piloto Figura 2: Processo de curtimento ind

8 DOLOGIA Teste piloto ua utilizada no início do processo: ua limpa (X) Banho residual de curtimento industr de pele integral a os banhos serem acterizados segundo: - ph reusados, esses fora O 3 - concentração de Cr 2 - teordeóleosegraxas. reuso piloto foi realizado uma vez, pois depois tilizado este ficava bastante diluído quan parado ao que entrou.

9 DOLOGIA Teste industrial ucesso do caso piloto o sca quações: anquede armazenamento dos banhos de reuso do experime omba para retorno dos banhos ao processo; eneira. ale-up Figura 3: Tanque de armazenamento dos banhos de reuso e a peneira

10 DOLOGIA Teste industrial banho residual de curtimento da pele integral utilizado erimentospilotos é mostrado na Figura 4. ig 4: Banho residual de curtimento integral para ser reusado

11 Experimentos de curtimento pilotoo em peles divididas lação I Convencional e Curtimento: Convencional água limpa cloreto de sódio te, ácido fórmico e complexante sulfato básico de cromo icida, formiato de sódio ação água ante, não foi feita a lavagem lação II Redução de sulfato básico de para 4%, sem reuso lação III Redução de 4 % sulfato de cromo e reuso de banhos ais de curtimento de pele integral reto de sódio lação IV Redução de 4,5 % sulfato de cromo e reuso de banhos ais de curtimento de pele integralreto de sódio Formulação V Redução de sulfato básico de cromo para 4,5% e reuso de banhos residuais d curtimento de pele integral 3,,5 % cloreto de sódio Formulação VI Redução de sulfato básico de cromo para 5% e reuso de banhos residuais de curtimento de pele integral 4 % cloreto de sódio Formulação VI I Redução de sulfato básico de cromo para 5,1 % e reuso de banhos residuais curtimento de pele integral 4 % cloreto de sódio Formulação VIII Redução de sulfato básico de cromo para 4,5 % e reuso de banhos residuais curtimento de pele integral 3 % cloreto de sódio- 0,05% de ácido sulfúrico baixando o ph de 4,35 para 3,46. Formulação IX Apenas com reuso de banhos residuais de curtimento de pele integral.

12 perimentos em escala industrial ram efetuados quatro experimentos ação I e II Convencional curtimento água cloreto de sódio te, ácido fórmico, formiato de sódio e xante sulfato básico de cromo ode sódio ção: água nte, bactericida Formulação III Redução de sulfato básico de cromo para 5,1%. Reuso de banhos residuais d curtimento de pele integral- 50% água de reus % cloreto de sódio. Formulação IV Apenas com reuso de banhos oriundos do tanque de armazenamento que contém banhos residuais de processos: integra dividido e lavagens de curtimento. água água tericida

13 a validar o reuso de água para os curtumes foram cole ostras de couro wet-blue ebanhos residuais dos processos pi ustrial. E estas devem atender a especificações. Tabela 1: Alguns requisitos para couros wet-blue. nálise H do extrato aquoso ifra diferencial eor de óxido de cromo (%) eor de cálcio (%) ubstâncias extraíveis em Diclorometano (%) Fonte: MK New s, Especificação Método Mínimo 3,5 NBR Máximo 0,7 NBR Mínimo 3,5 NBR *Máximo 0,2 NBR Máximo 0,5 NBR la 2: Requisitos para descarte do efluentee -Conforme a RESOLUÇÃO CONSEMA N º 128/ Análise Cromo total Especificação para descarte 0,5mg/L ph entre 6,0 e 9,0 Teor de óleos Óleos e Graxas: Mineral 10 e graxas mg /L; Óleos e Graxas: Vegetal ou Animal 30 mg/l Método utilizado na análise ABNT NBR Determinação do teor de óxido de cromo III phmetro (Digimed) extração em soxhlet

14 RESULTADOS valiações prévias no processo industrial de pele integral para ferir as concentrações de cromo nos banhos residuais e no ouro. 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0, Figura 5: Concentração de Cr2O3 g/l nos banhos residuais

15 Resultados dos experimentos em escala piloto teste I foi convencional - parâmetro em escala piloto; experimento II com redução da oferta de cromo- não foi tisfatório; experimentos de III ao IX -possibilidade do reuso; todos os experimentos foi realizado o teste de retração, o ntrole mostrou-se satisfatório para maioria dos testes. Exceto perimento II, que o couro reduziu significativamente de manho no teste de retração conforme apresenta Figura 6. Figura 6: Teste de retração do couro realizado com a formulação com redução do experimento II

16 Experimentos em escala piloto possível reduzir a oferta de sal (cloreto de sódio) nos testes so, pois o controle efetuado é a medição do Grau Baumé ( deve ser entre 6,2-6,7 Bé, como os banhos de reuso já con a certa quantidade de sal este Baumé era atingido com adição nos de cloreto de sódio. possível reduzir a oferta de sal (cloreto de sódio) de 5,5 % p nostestesdereuso(concentração entre 6,2-6,7 Bé ). 6 6,5 3 4,5 % de NaCl sem reuso % de NaCl Com reuso Figura 7: Redução do NaCl

17 Análises dos couros formados nos experimentos la 3: Características dos couros wet-blue nos experimentos pilotos imen % Óxido de cromo III Mínimo 3,5 NBR ph IUC 11 mín 3,5 max 3,6 e mín 3,5 NBR ,24 3,40 3,39 3,81 4,12 3,62 3,77-4,15 3,60 4,04 3,87 4,61 3,59 4,50-4,39 3,57±0,02 Cifra IUC 11 e NBR máx 0,7 Substâncias extraíveis Máximo 0,5 NBR Óxido de cá máximo 0,2 0,61 1,27±0,14 0,08±0,02 0, ,35 0,80 0, ,40± 0,05 1,10± 0,07 0,05± 0,01 0,38± 0,01 0,64± 0,01 0,14 0,43 0,83 0, ,43±0,01 1,13±0,26 0,09±0,01 o exp. IV ofertou-se 4% + reuso= couro com 3,77 % de óxido de cromo o exp. V ofertou-se 4,5% +reuso= 4,15 % de óxido de cromo o exp. VIII ofertou-se 4,5% + reuso+ + reuso+ ácido = couro com 4,50% de

18 : Características dos banhos residuais de curtimento nos experimentos pilotos e d de reuso oriundo do curtimento industrial da pele integral ento Ca ra cterística Ba nhos Teor de óleos e graxas g/l ph Cr2O3 g/ Convencional Residual I 0,40 3,39 2,03 Redução de sulfato básico de cromo Residual II - 4,01 0,59 Redução de sulfato básico de cromo e reuso de banhos residuais de curtimento de pele integral Redução de sulfato básico de cromo e reuso de banhos residuais de curtimento de pele integral Redução de sulfato básico de cromo e reuso de banhos residuais de curtimento de pele integral Redução de sulfato básico de cromo e reuso de banhos residuais de curtimento de pele integral Redução de sulfato básico de cromo e reuso de banhos residuais de curtimento de pele integral Redução de sulfato básico de cromo e reuso de banhos residuais de curtimento de pele integral e com adição de ácido Apenas com reuso de banhos residuais de curtimento de pele integral Reusado no III 0,62 3,92 6,46 Residual III 0,18 3,56 0,89 Reusado no IV 0,36 4,35 3,08 Residual IV 0,19 3,92 2,06 Reusado no V 0,36 4,35 3,08 Residual V 0,37 3,59 1,27 Reusado no VI 0,44 4,12 4,12 Residual VI 0,64 3,65 0,80 Reusado no VII 0,14 3,55 4,05 Residual VII 0,12 3,58 1,52 Reusado no VIII 0,43 3,46 2,9 Residual VIII 0,26 4,03 1,72 Reusado no IX 0,36 4,35 3,08 Residual IX 0,42 3,62 2,22

19 Figura 8: Banho residual de curtimento do experimento Banho residual a ser reusado Banho residual após o reuso gura 9: Comparação do banho de reuso antes e depois de ser reusado

20 ara verificar o aproveitamento docromonocourofoifeito m balanço de massa para o óxido de cromo no curtimento e acordo com as equações: m e m s utoquí mico m reúso m incorporad aaocouro mbanhoresid ual Massa adicionada de Cr 2 O 3 (27% de óxido de cromo no sulfato básico de cromo comercial para massa de pele =15kg= %oferta x 15000g x0,27

21 la 5: Balanço de massa do Cromo no curtimento com reuso para uma pele ltado analítico. ³ Massa de óxido de cromo no ia volátil = 67* e as demais 70%. couro considerando a massa da pele em base Sulfato Básico de cromo% ¹ Massa de Cr 2 O 3 (g) ofertada Concentração de Cr 2 O 3 do banho de reuso usado (g/l) Massa Cr 2 O 3 no banho reusado (g) Entrada (g) ² % Cr 2 O 3 no couro em base seca (análise) ³ Massa de Cr 2 O 3 (g) base seca para MV- 67* Concentração de Cr 2 O 3 no banho (g/l) Massa residual de Cr 2 O 3 (g) Saída (g) 5,5 222, ,75 4,24 209,88* 2,03 9,14 219, ,39 152,55 0,59 2,66 155, ,46 29,07 191,07 4,12 185,4 0,89 4,01 189,4 4,5 182,25 3,08 13,86 196,11 1 3,77 186,61* 2,06 9,27 195,8 4,5 182,25 3,08 13,86 196,11 1 4,15 186,75 1,27 5,72 192, ,5 4,12 18,54 221,04 4,04 199,98* 0,8 3,60 203,5 5,1 206,55 4,05 18,23 224,77 7 4,61 207,45 1,52 6,84 214,2 4,5 182,25 2,9 13,05 195,3 4,5 202,5 1,72 7,74 210,2 5,5 222,75 3,08 13,86 236,61 4,39 217,30* 2,22 9,99 227,3

22 sultado dos experimentos em escala industrial Foram efetuados experimentos convencionais, os testes I e II. para comparar com os experimentos de reuso. O teste III foi feito com redução da oferta de sulfato básico de cromo e cloreto de sódio e com reuso de banhos oriundos do tanque de armazenamento que contém banhos residuais de processos: integral, dividido e lavagens de curtimento. E por fim o IV- convencional também com reuso de banhos oriundos do tanque de armazenamento. Todos os controles efetuados durante os processos foram satisfatórios. Foi possível no experimento III reduzir a oferta de cloreto de sódio e atingir o grau Baumé exigido.

23 Tabela 6: Características dos couros wet-bluenos experimentos industriais erim o % Óxido de cromo III Mínimo 3,5 NBR ph IUC 11 mín 3,5 max 3,6 NBR ,60 3,50 4,68 3,44 4,20 3,50 4,54 3,56 Cifra IUC 11 e NBR máx 0,7 Substâncias extraíveis Máximo 0,5 NBR Óxido d cálcio máximo 0,2% 0,50 0,47 0,15 0,51 0,91 0,07 0, ,41 0,77 0,07 Os resultados do couro também foram satisfatórios.

24 7: Características dos banhos residuais de curtimento nos experimentos ais e dos banhos de reuso oriundos do tanque de armazenamento ento Característica Banho Cr 2 O 3 g/l Teor de óleos e graxas g/l ph Convencional Convencional Redução de sulfato básico de cromo e reuso de banhos residuais do tanque de armazenamento Residual I 1,61±0,02 0,67±0,01 3,86 Residual II 1,42 0,2 3,66 Reusado no III 0,89±0,04 0,59±0,07 4,02 Residual III 1,02±0,02 0,42±0,08 3,7 Apenas com reuso de banhos residuais do tanque de armazenamento Reusado no IV 1,09 0,29 5,36 Residual V 2,13 0,17 3,73

25 Aproveitamento do crom mo ofertado e do Reuso bela 8: Balanço de massa do Cromo no curtimento industrial para 4200 kg de pele Massa de Cr2O3 (g) Concentração de Cr2O3 do banho de reuso usado (g/l) Massa Cr2O3 no banho reusado (g) Entrada (g) % Cr2O3 no couro (análise) Massa de Cr2O3 (g) base seca no couro Concentração de Cr2O3 no banho (g/l) Massa residual de Cr2O3 (g) , , , , , , , , , ,

26 Conclusões A pesquisa mostrou que bem avaliadas, podem ser técnicas de reuso, quand inseridas nas indústrias. Deve-se sempre partir de estudos que analisem se qualidadedaáguareusadaa não danifica o produto, ma passando por estas análises o reuso torna-se um ferramenta promissora para redução da água. A proposta de reusar os banhos contendo crom diretamente teve resultados surpreendentes qu proporcionaram a efetivação do seu reuso em teste pilotos e industriais sem danificar a qualidade do cour formado.

27 Conclusões É importante salientar que devido a particularidades dos processos é importante que outras indústrias que queiram aplicar esta técnica executem os testes preliminares conforme feito neste trabalho e só depois coloquem em produção, pois qualquer variação de formulação ou ph pode interferir na qualidade do couro. Além da redução de demandaa de água e da redução de NaCl, o reuso do curtimento reaproveita o cromo do banho residual. Embora seja uma quantidade pequena, este banho seria descartado para natureza após um tratamento para adequá-los aos limites de descarte. - Como se comportou o reuso de água no processo de curtimento para este case?

28 Principais Referências Bibliográficas Aquim PM, Gutterres M, TrierweilerJO (2010) Assessment of water management in tanneries. J of the Soc of Leather Technol and Chem 94(6): BONA, A.; GÖHRINGER, S.S.; AISSE, M.M. Uso do efluente sanitário na indústria cerâmica. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, Po Alegre, v.13, p , BORDONALLI, A.C.O.; MENDES, C.G.N. Reuso de água em indústria de reciclagem de plástico tipo PEAD. Engenharia Sanitária e Ambiental, Rio de Janeiro, v.14, n.2, p , Disponível em <http://www.scielo.br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 20 dez FIESP, CIESP, ANA. FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO; CENTRO DAS INDÚSTRIAS DO ESTÃO DE SÃO PAULO, AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS Conservação e reuso de água: manual de orientações para o setor industrial. São Paulo: FIESP, 2004 v.1. 90p. Disponível em: <http://www.ana.gov.br/acoesa dministr rativas/cdoc/catalogopublicacoes_2004.asp> Acesso em 04 junho Gutterres M, Aquim PM, Passos JB, Trierweiler JO (2010) Water reuse in tannery beamhouseprocess. J of Clean Prod 18: Gutterres M, Passos JB, Aquim PM, Severo, LS, Trierweiler, JO (2008) Reduction of water demand and treatment cost in tanneries through reuse technique. J ofthe Am. Leather ChemAssoc 103 (4): Hespanhol, Ivanildo, Mierzwa, José Carlos, Rodrigues, Luana Di Beo, Silva, Maurício Costa Cabral MANUAL DE CONSERVAÇÃO E REUSO DA ÁGUA NA INDÚSTRIA. Disponível em: Acesso em Março,2012. Pacheco, José Wagner Faria. Curtumes - São Paulo : CETESB. 76 p. (1 CD) : il. ; 30 cm. --(Série P + L). Disponível em : <http://www.cetesb.sp.gov.br>.isbn, RODRIGUES, M. A. S. et. al. Application of photoelectrochemical-e letrodialysis treatment for recovery and reuse of water from tanne effluents. Journal of Cleaner Production, v. 16, p , 2008 Salazar, Juan Manuel A. Experiencias de la Operación de una Planta de ReciclajeDirecto de BañosFinales de Curtición de Cromo, Americana de Curtidos Ltda. Y CIA SCA, In: XVIII Congresso Latino-Americande Janeiro. Anais do Congresso da FLAQTIC, dos Químicos e Técnicos da Indústria do Couro, 2008, R WEBER, C.C.; CYBIS, L.F.; BEAL, L.L. Conservação da água aplicada a uma indústria de papelão ondulado. Engenharia Sanitária e Ambiental, Rio de Janeiro, v.15, n.3, p , Disponível em <http://www.scielo.br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 20 dez

29 Materiais e Tecnologia Ap ao Setor Couro Agradecimentos Universidade Feeval Ao curtume Couros Bom Retiro À Fapergs e ao CNPq mail: br

Influência do Engraxe nas propriedades físico-mecânicas e sinestésicas de couros para Estofamento Moveleiro

Influência do Engraxe nas propriedades físico-mecânicas e sinestésicas de couros para Estofamento Moveleiro Influência do Engraxe nas propriedades físico-mecânicas e sinestésicas de couros para Estofamento Moveleiro RESUMO Ricardo Peres e Evandro Breitenbach Noko Química Ltda A indústria de couro brasileira

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO E TRATABILIDADE DO EFLUENTE DE LAVAGEM DE UMA RECICLADORA DE PLÁSTICOS

CARACTERIZAÇÃO E TRATABILIDADE DO EFLUENTE DE LAVAGEM DE UMA RECICLADORA DE PLÁSTICOS CARACTERIZAÇÃO E TRATABILIDADE DO EFLUENTE DE LAVAGEM DE UMA RECICLADORA DE PLÁSTICOS Elisângela Garcia Santos RODRIGUES 1, Hebert Henrique de Souza LIMA 1, Irivan Alves RODRIGUES 2, Lúcia Raquel de LIMA

Leia mais

Global Conference Building a Sustainable World. Conferência Global Construindo o Mundo Sustentável. e Eventos Preparatórios e Simultâneos

Global Conference Building a Sustainable World. Conferência Global Construindo o Mundo Sustentável. e Eventos Preparatórios e Simultâneos Global Conference Building a Sustainable World Conferência Global Construindo o Mundo Sustentável e Eventos Preparatórios e Simultâneos Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte Rua João Bernardo Pinto, 333

Leia mais

III-046 USO DE RESÍDUO DE CURTUME EM PEÇAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

III-046 USO DE RESÍDUO DE CURTUME EM PEÇAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL III-046 USO DE RESÍDUO DE CURTUME EM PEÇAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL Ana Luiza Ferreira Campos Maragno (1) Engenheira Civil pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Professora Adjunto 1 da Faculdade

Leia mais

II-120 REUTILIZAÇÃO DO BANHO RESIDUAL DE CURTIMENTO, UTILIZANDO TECNOLOGIA DE SEPARAÇÃO POR MEMBRANA

II-120 REUTILIZAÇÃO DO BANHO RESIDUAL DE CURTIMENTO, UTILIZANDO TECNOLOGIA DE SEPARAÇÃO POR MEMBRANA II-120 REUTILIZAÇÃO DO BANHO RESIDUAL DE CURTIMENTO, UTILIZANDO TECNOLOGIA DE SEPARAÇÃO POR MEMBRANA Maria de Fátima Almeida Vieira (1) Graduada em Engenharia Química (DEQ/CCT/UFPB), Mestre em Engenharia

Leia mais

REUSO DA ÁGUA NA INDÚSTRIA DE COURO WATER REUSE IN LEATHER INDUSTRY RESUMO

REUSO DA ÁGUA NA INDÚSTRIA DE COURO WATER REUSE IN LEATHER INDUSTRY RESUMO REUSO DA ÁGUA NA INDÚSTRIA DE COURO WATER REUSE IN LEATHER INDUSTRY Evandro Oliveira Araujo Bacharel em Química - UNISALESIANO Flávio Policarpo Bacharel em Química - UNISALESIANO Rodolfo Correia da Silva

Leia mais

ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ.

ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ. ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ. Naiane Ramilio 1, Ana Cristina Franzoi TEIXEIRA 2, Adriano MARTENDAL 3 1 Estudante do Curso Técnico em

Leia mais

PROPOSTA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES EM EMPRESA ESPECIALIZADA EM RETÍFICA DE MOTORES

PROPOSTA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES EM EMPRESA ESPECIALIZADA EM RETÍFICA DE MOTORES PROPOSTA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES EM EMPRESA ESPECIALIZADA EM RETÍFICA DE MOTORES Felipe de Lima Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio grande do Sul Campus Sertão, Acadêmico do Curso

Leia mais

Vegetais em. Restaurante. Management of the Use of Vegetable Oils. in Order to Restaurant Cleaner Production

Vegetais em. Restaurante. Management of the Use of Vegetable Oils. in Order to Restaurant Cleaner Production Gestão do Uso de Óleos Vegetais em Restaurante Visando a Produção Mais Limpa Management of the Use of Vegetable Oils in Order to Restaurant Cleaner Production Rosana de C. de S. Schneider, Eder dos Santos,

Leia mais

Telefones: (31) 3471-9659/8896-9659 E-mail: vendas@marcosultoria.com Site: www.marconsultoria.com

Telefones: (31) 3471-9659/8896-9659 E-mail: vendas@marcosultoria.com Site: www.marconsultoria.com Telefones: (31) 3471-9659/8896-9659 E-mail: vendas@marcosultoria.com NOSSA EMPRESA A MAR Consultoria Ambiental, sediada em Belo Horizonte, Minas Gerais, foi criada em 2002 para atender às lacunas existentes

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO REAGENTE DE FENTON NO TRATAMENTO DO EFLUENTE DE LAVAGEM DE UMA RECICLADORA DE PLÁSTICOS PARA FINS DE REUSO

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO REAGENTE DE FENTON NO TRATAMENTO DO EFLUENTE DE LAVAGEM DE UMA RECICLADORA DE PLÁSTICOS PARA FINS DE REUSO AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO REAGENTE DE FENTON NO TRATAMENTO DO EFLUENTE DE LAVAGEM DE UMA RECICLADORA DE PLÁSTICOS PARA FINS DE REUSO Elisângela Garcia Santos RODRIGUES 1, Hebert Henrique de Souza LIMA

Leia mais

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU CONCURSO: "ÁGUA - IDEIAS INOVADORAS: SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS" Mooca-SP, Maio de 2014. UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU Tema: "ÁGUA - IDEIAS INOVADORAS: SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS" Proposta:

Leia mais

3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL

3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL 43 3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL 3. 1 METODOLOGIAS DE ANÁLISES 3.1.1 Método de Quantificação de Surfactantes (MBAS) em Águas 3.1.2 Princípio e aplicabilidade Os surfactantes aniônicos SLS (Lauril Sulfato

Leia mais

Termo de Referência Processo nº 34/15 Edital nº 27/15 Pregão 17/15. Obs.: O preço desse item deverá ser considerado por quilo na base seca.

Termo de Referência Processo nº 34/15 Edital nº 27/15 Pregão 17/15. Obs.: O preço desse item deverá ser considerado por quilo na base seca. Termo de Referência Processo nº 34/15 Edital nº 27/15 Pregão 17/15 Objeto: LOTE 1: Fornecimento parcelado de 5 (cinco) toneladas de Ortopolifosfato a 55%. Obs.: O preço desse item deverá ser considerado

Leia mais

Química. Resolução das atividades complementares. Q9 Diluição e concentração

Química. Resolução das atividades complementares. Q9 Diluição e concentração Resolução das atividades complementares 1 Química Q9 Diluição e concentração p. 45 1 (UFSM-RS) A soda cáustica (NaOH) é uma das bases mais usadas pela indústria química na preparação de compostos orgânicos,

Leia mais

PRODUÇÃO DE AMOSTRAS DE AMIDO CATIÔNICO E REALIZAÇÃO DE TESTES DE FLOCULAÇÃO

PRODUÇÃO DE AMOSTRAS DE AMIDO CATIÔNICO E REALIZAÇÃO DE TESTES DE FLOCULAÇÃO PRODUÇÃO DE AMOSTRAS DE AMIDO CATIÔNICO E REALIZAÇÃO DE TESTES DE FLOCULAÇÃO José Carlos Trindade Filho. IC-Fecilcam, Engenharia de Produção Agroindustrial, Fecilcam, jctf_epa@hotmail.com Me. Nabi Assad

Leia mais

Programa de Recebimento de Esgotos Não-Domésticos na Região Metropolitana de São Paulo

Programa de Recebimento de Esgotos Não-Domésticos na Região Metropolitana de São Paulo Programa de Recebimento de Esgotos Não-Domésticos na Região Metropolitana de São Paulo Relação institucional entre os órgãos estaduais Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Saneamento e Recursos

Leia mais

I-099 - REUSO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS GERADAS EM PROCESSOS DE GALVANOPLASTIA

I-099 - REUSO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS GERADAS EM PROCESSOS DE GALVANOPLASTIA I-099 - REUSO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS GERADAS EM PROCESSOS DE GALVANOPLASTIA Ruben Bresaola Júnior (1) Engenheiro Civil formado pela Escola de Engenharia de São Carlos. Mestre e Doutor em Hidráulica e Saneamento

Leia mais

DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO

DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/2014 DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO Igor Fernandes de Abreu (*), Giovane César

Leia mais

Palavras-chave: Índice de acidez; óleo vegetal; fritura.

Palavras-chave: Índice de acidez; óleo vegetal; fritura. ACIDEZ EM ÓLEOS E GORDURAS VEGETAIS UTILIZADOS NA FRITURA Álvaro Ramos Junior 1* ; Cleiton Teixeira 1 ; Vinícius Jatczak Amazonas 1 ; Daniela Trentin Nava 2 ; Raquel Ribeiro Moreira 2 ; Ricardo Fiori Zara

Leia mais

GESTÃO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA DE CURTUMES DO ESTADO DE SÃO PAULO UM DIAGNÓSTICO SOB OS PRINCÍPIOS DA PRODUÇÃO MAIS LIMPA

GESTÃO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA DE CURTUMES DO ESTADO DE SÃO PAULO UM DIAGNÓSTICO SOB OS PRINCÍPIOS DA PRODUÇÃO MAIS LIMPA 3RD INTERNATIONAL WORKSHOP ON ADVANCES IN CLEANER PRODUCTION GESTÃO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA DE CURTUMES DO ESTADO DE SÃO PAULO UM DIAGNÓSTICO SOB OS PRINCÍPIOS DA PRODUÇÃO MAIS LIMPA ME. JOSÉ WAGNER FARIA

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DA UTILIZAÇÃO DE DOIS TIPOS DE COAGULANTES PARA O TRATAMENTO DE ÁGUA DE ABASTECIMENTO

ANÁLISE COMPARATIVA DA UTILIZAÇÃO DE DOIS TIPOS DE COAGULANTES PARA O TRATAMENTO DE ÁGUA DE ABASTECIMENTO ANÁLISE COMPARATIVA DA UTILIZAÇÃO DE DOIS TIPOS DE COAGULANTES PARA O TRATAMENTO DE ÁGUA DE ABASTECIMENTO Karine Cardoso Custódio PASTANA (UFPA) e-mail:karineccpastana@gmail.com Tatiana Almeida de OLIVEIRA

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ESTUDO DE CASO: LATICÍNIO DO COLÉGIO AGRÍCOLA ESTADUAL MANOEL RIBAS

GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ESTUDO DE CASO: LATICÍNIO DO COLÉGIO AGRÍCOLA ESTADUAL MANOEL RIBAS GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ESTUDO DE CASO: LATICÍNIO DO COLÉGIO AGRÍCOLA ESTADUAL MANOEL RIBAS Ana Cláudia Ueda (*), Magali Bernardes Maganhini * Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Apucarana.

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE REATOR UASB NO TRATAMENTO DE EFLUENTES GERADOS POR HOSPITAL DA SERRA GAUCHA

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE REATOR UASB NO TRATAMENTO DE EFLUENTES GERADOS POR HOSPITAL DA SERRA GAUCHA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE REATOR UASB NO TRATAMENTO DE EFLUENTES GERADOS POR HOSPITAL DA SERRA GAUCHA RESUMO A atividade dos serviços de saúde gera águas residuárias que podem causar impactos sobre os

Leia mais

Os setores industriais geradores de materiais secundários e resíduos com potencial de uso em fertilizantes contendo micronutrientes

Os setores industriais geradores de materiais secundários e resíduos com potencial de uso em fertilizantes contendo micronutrientes Os setores industriais geradores de materiais secundários e resíduos com potencial de uso em fertilizantes contendo micronutrientes Sérgio Pompéia Workshop A Cadeia produtiva do setor industrial de fertilizantes

Leia mais

Eixo Temático ET-01-001 - Gestão Ambiental

Eixo Temático ET-01-001 - Gestão Ambiental Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Vol. 2: Congestas 214 ISSN 2318-763 21 Eixo Temático ET-1-1 - Gestão Ambiental IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL EM UMA

Leia mais

RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009.

RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009. RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a obrigatoriedade de realização de Análises Físico-químicas e Bacteriológicas com parâmetros físico-químicos e bacteriológicos específicos,

Leia mais

Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas

Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas De origem européia, a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes há quase dois séculos, mas somente na década de 50 foi introduzida no Sul de Minas Gerais.

Leia mais

REMOÇÃO DE MANGANÊS DE ÁGUAS E EFLUENTES INDUSTRIAIS UTLIZANDO PRCESSOS DE OXIDAÇÃO AVANÇADA.

REMOÇÃO DE MANGANÊS DE ÁGUAS E EFLUENTES INDUSTRIAIS UTLIZANDO PRCESSOS DE OXIDAÇÃO AVANÇADA. REMOÇÃO DE MANGANÊS DE ÁGUAS E EFLUENTES INDUSTRIAIS UTLIZANDO PRCESSOS DE OXIDAÇÃO AVANÇADA. Aluno: Rosana Maria de Oliveira Silva Orientador: Luiz Alberto Cesar Teixeira Introdução Nos últimos anos tem-se

Leia mais

DECRETO N 18.328, DE 8 DE JUNHO DE 1997 TÍTULO VI DO LANÇAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS NA REDE COLETORA DE ESGOTOS DEC 18.328 DE 18.06.

DECRETO N 18.328, DE 8 DE JUNHO DE 1997 TÍTULO VI DO LANÇAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS NA REDE COLETORA DE ESGOTOS DEC 18.328 DE 18.06. DECRETO N 18.328, DE 8 DE JUNHO DE 1997 TÍTULO VI DO LANÇAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS NA REDE COLETORA DE ESGOTOS DEC 18.328 DE 18.06.97 SEÇÃO I DOS PADRÕES DE EMISSÃO EM COLETORES PÚBLICOS OBJETIVO Art.

Leia mais

Engº. Gandhi Giordano

Engº. Gandhi Giordano Processos físico-químicos e biológicos associados para tratamento de chorume Engº. Gandhi Giordano Professor Adjunto do Departamento de Engª Sanitária e Meio Ambiente da UERJ Diretor Técnico da TECMA Tecnologia

Leia mais

II-109 PÓS-TRATAMENTO DE EFLUENTE DE EMBALAGENS METÁLICAS UTILIZANDO REATOR DE BATELADA SEQUENCIAL (RBS) PARA REMOÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO

II-109 PÓS-TRATAMENTO DE EFLUENTE DE EMBALAGENS METÁLICAS UTILIZANDO REATOR DE BATELADA SEQUENCIAL (RBS) PARA REMOÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO II-19 PÓS-TRATAMENTO DE EFLUENTE DE EMBALAGENS METÁLICAS UTILIZANDO REATOR DE BATELADA SEQUENCIAL (RBS) PARA REMOÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO Marcelo Hemkemeier (1) Químico Industrial pela Universidade

Leia mais

O Secretário de Vigilância Sanitária d Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais e considerando:

O Secretário de Vigilância Sanitária d Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais e considerando: título: Portaria nº 27, de 18 de março de 1996 ementa não oficial: Aprova o regulamento técnico sobre embalagens e equipamentos de vidro e cerâmica em contato com alimentos, conforme Anexo da presente

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 7 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo

Leia mais

CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA

CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA Paulo Sergio Scalize (1) Biomédico formado pela Faculdade Barão de Mauá. Graduando em Engenharia Civil

Leia mais

TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR

TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR 1 o SIMPÓSIO SINDIREPA-RS TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR Felipe Saviczki - cntl.att@senairs.org.br Engenheiro Ambiental Técnico de Desenvolvimento - Área de Consultoria

Leia mais

ESTUDO SOBRE DESTINAÇÃO ADEQUADA AOS RESÍDUOS LÍQUIDOS, SÓLIDOS E GASOSOS GERADOS NO PROCESSO DE GALVANOPLASTIA DA INDÚSTRIA I. T.

ESTUDO SOBRE DESTINAÇÃO ADEQUADA AOS RESÍDUOS LÍQUIDOS, SÓLIDOS E GASOSOS GERADOS NO PROCESSO DE GALVANOPLASTIA DA INDÚSTRIA I. T. ESTUDO SOBRE DESTINAÇÃO ADEQUADA AOS RESÍDUOS LÍQUIDOS, SÓLIDOS E GASOSOS GERADOS NO PROCESSO DE GALVANOPLASTIA DA INDÚSTRIA I. T. Jaqueline Aparecida Toigo IC-Fecilcam, Engenharia de Produção Agroindustrial,

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas RECUPERAÇÃO DO ALUMÍNIO UTILIZADO NA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA 6 (ETA 6) DE PALMAS-TO Samir Siriano Barros 1 ; Rafael Montanhini Soares de Oliveira 2 1 Aluno do Curso de Engenharia Ambiental; Campus

Leia mais

BALANÇO DE MASSA NOS PROCESSOS DE RIBEIRA E CURTIMENTO

BALANÇO DE MASSA NOS PROCESSOS DE RIBEIRA E CURTIMENTO BALANÇO DE MASSA NOS PROCESSOS DE RIBEIRA E CURTIMENTO AQUIM, P. M. 1 ; GUTTERRES, M. 1 ; PRIEBE, G. P. S. 1 ; OSÓRIO, T. 1 ; HAEUSSLING, L. 2, FERREIRA, I. C. 2 ¹Universidade Federal do Rio Grande do

Leia mais

ESTUDO DE DISPOSITIVOS DE SEPARAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA COMO UNIDADES DE PRÉ-TRATAMENTO PARA EFLUENTE DE CURTUME

ESTUDO DE DISPOSITIVOS DE SEPARAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA COMO UNIDADES DE PRÉ-TRATAMENTO PARA EFLUENTE DE CURTUME ESTUDO DE DISPOSITIVOS DE SEPARAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA COMO UNIDADES DE PRÉ-TRATAMENTO PARA EFLUENTE DE CURTUME Tsunao Matsumoto (*) Engenheiro Civil, Mestre e Doutor em Hidráulica e Saneamento. Professor

Leia mais

Reúso de água: uma proposta de redução do consumo de água em curtumes

Reúso de água: uma proposta de redução do consumo de água em curtumes UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA Reúso de água: uma proposta de redução do consumo de água

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio TRATAMENTO DA ÁGUA Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio Água poluída: água inadequada para beber ou para fazer nossa higiene. Diversas substâncias naturalmente presentes na água são

Leia mais

Gestão em Curtumes: Uso Integrado e Eficiente da Água

Gestão em Curtumes: Uso Integrado e Eficiente da Água UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA Gestão em Curtumes: Uso Integrado e Eficiente da Água TESE

Leia mais

Desafios e perspectivas do reuso de esgotos sanitários em áreas urbanas: O projeto da ETE Penha - CEDAE. Edição 26/03/08

Desafios e perspectivas do reuso de esgotos sanitários em áreas urbanas: O projeto da ETE Penha - CEDAE. Edição 26/03/08 Desafios e perspectivas do reuso de esgotos sanitários em áreas urbanas: O projeto da ETE Penha - CEDAE Edição 26/03/08 1 Desafios e perspectivas do reuso de esgotos sanitários em áreas urbanas: O projeto

Leia mais

Opersan Resíduos Industriais Sociedade Ltda. 3º Prêmio FIESP de Conservação e Reuso de Água

Opersan Resíduos Industriais Sociedade Ltda. 3º Prêmio FIESP de Conservação e Reuso de Água Opersan Resíduos Industriais Sociedade Ltda. 3º Prêmio FIESP de Conservação e Reuso de Água Projeto de Reuso de Água Eng. Juliano Saltorato Fevereiro 2008 1) Identificação da Empresa: Endereço completo

Leia mais

MEMORANDO TÉCNICO LL-ALUGOLD / SCR. Camada de Conversão NA COR CASTANHO AVERMELHADA, ISENTA DE CROMO para a Pintura do Alumínio e suas Ligas

MEMORANDO TÉCNICO LL-ALUGOLD / SCR. Camada de Conversão NA COR CASTANHO AVERMELHADA, ISENTA DE CROMO para a Pintura do Alumínio e suas Ligas DESCRIÇÃO DO PROCESSO LL-AluGold / SCR é um processo liquido caracterizado por uma combinação balanceada de sais de ácidos inorgânicos que em contato com o alumínio reagem formando uma camada colorida

Leia mais

Artigo. Resumo. Abstract. Introdução. Materiais e Métodos. 64 Revista Analytica Agosto/Setembro 2013 nº 66

Artigo. Resumo. Abstract. Introdução. Materiais e Métodos. 64 Revista Analytica Agosto/Setembro 2013 nº 66 Artigo Caracterização e Classificação de Resíduo Gerado na Indústria de Metal-Mecânica Characterization and Classification of Waste Generated in Metal-Mechanical Industry Resumo O objetivo do presente

Leia mais

e sua Adequação como Projetos do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo Eduardo A. Ananias Instituto de Biociências USP

e sua Adequação como Projetos do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo Eduardo A. Ananias Instituto de Biociências USP Tecnologias Ambientais para Curtumes e sua Adequação como Projetos do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo Eduardo A. Ananias Instituto de Biociências USP Sérgio Almeida Pacca EACH USP Panorama geral do

Leia mais

ÁGUA QUE BEBEMOS: PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO EM RELAÇÃO AOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ÁGUA MINERAL EM SERGIPE, BRASIL.

ÁGUA QUE BEBEMOS: PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO EM RELAÇÃO AOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ÁGUA MINERAL EM SERGIPE, BRASIL. ÁGUA QUE BEBEMOS: PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO EM RELAÇÃO AOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ÁGUA MINERAL EM SERGIPE, BRASIL. Camilla Santos Almeida(*), Luana Gila Andrade, Nayara Gomes Cruz, Rafaella Santana Santos,

Leia mais

Eixo Temático ET-07-001 - Tratamento de Efluentes Sanitários e Industriais

Eixo Temático ET-07-001 - Tratamento de Efluentes Sanitários e Industriais Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Vol. 2: Congestas 2014 371 Eixo Temático ET-07-001 - Tratamento de Efluentes Sanitários e Industriais APLICAÇÃO DA ELETROFLOCULAÇÃO

Leia mais

Final 8 de Maio de 2010

Final 8 de Maio de 2010 Final 8 de Maio de 2010 Prova Teórica Nome:.... Escola:....... Pergunta Total Átomo, elemento e núcleo Contar os átomos Massa, moles e concentrações Equações Químicas Classificação teórica Classificação

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2009

PLANO DE ENSINO 2009 PLANO DE ENSINO 2009 Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação ( x ) Pós-graduação ( ) Curso I. Dados Identificadores Disciplina Professor

Leia mais

Estudo com tratamento de água para abastecimento PIBIC/2010-2011

Estudo com tratamento de água para abastecimento PIBIC/2010-2011 Estudo com tratamento de água para abastecimento PIBIC/2010-2011 Cryslara de Souza Lemes, Prof. Dr. Paulo Sérgio Scalize Universidade Federal de Goiás, 74605-220, Brasil cryslara_sl@hotmail.com; pscalize.ufg@gmail.com

Leia mais

Tratamento Químico e Reciclagem de Chapas de Raio-X

Tratamento Químico e Reciclagem de Chapas de Raio-X Tratamento Químico e Reciclagem de Chapas de Raio-X Amanda Quatrocchio LIPORINI 1 Caroline Franceschini MION 1 Maria Cecília H.T. CAVALHEIRO 1 Resumo Os setores hospitalar e de saúde são enormes produtores

Leia mais

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 888

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 888 Página 888 EFEITOS DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS DE INDÚSTRIAS DE CAMPINA GRANDE NA PRODUÇÃO DE FITOMASSA DA MAMONEIRA, CULTIVAR BRS NORDESTINA Josilda de F. Xavier 1 *. Carlos A. V. Azevedo 1*, Napoleão E. M.

Leia mais

Análise de indústrias cimenteiras e seus impactos socioambientais

Análise de indústrias cimenteiras e seus impactos socioambientais VII Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí VII Jornada Científica 21 a 23 de outubro de 2014 Análise de indústrias cimenteiras e seus impactos socioambientais Warley Alves Coutinho CHAVES

Leia mais

ENSAIOS FÍSICO-QUÍMICOS PARA O TRATAMENTO DOS EFLUENTES DO TRANSPORTE HIDRÁULICO DAS CINZAS PESADAS DA USINA TERMELÉTRICA CHARQUEADAS

ENSAIOS FÍSICO-QUÍMICOS PARA O TRATAMENTO DOS EFLUENTES DO TRANSPORTE HIDRÁULICO DAS CINZAS PESADAS DA USINA TERMELÉTRICA CHARQUEADAS GIA / 10 17 a 22 de Outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO XI GRUPO DE ESTUDOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS (GIA) ENSAIOS FÍSICO-QUÍMICOS PARA O TRATAMENTO DOS EFLUENTES DO TRANSPORTE HIDRÁULICO

Leia mais

REMOÇÃO DE NITROGÊNIO EM SISTEMAS BIOLÓGICOS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES

REMOÇÃO DE NITROGÊNIO EM SISTEMAS BIOLÓGICOS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES REMOÇÃO DE NITROGÊNIO EM SISTEMAS BIOLÓGICOS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES 1 -Zolair Gaspar Fritsch, 2 Patrice Aquim 1 TFL do Brasil Indústria Química Ltda. ²Universidade Feevale -Instituto de Ciências Exatas

Leia mais

A COLETA SELETIVA PARA RECICLAGEM DE ÓLEO E GORDURA RESIDUAL Um estudo em unidades comerciais de alimentação de Salvador

A COLETA SELETIVA PARA RECICLAGEM DE ÓLEO E GORDURA RESIDUAL Um estudo em unidades comerciais de alimentação de Salvador A COLETA SELETIVA PARA RECICLAGEM DE ÓLEO E GORDURA RESIDUAL Um estudo em unidades comerciais de alimentação de Salvador Daniella de Oliveira Lima, MSc (MEAU/UFBA) Luiz Roberto Santos Moraes, PhD (DEA/UFBA)

Leia mais

DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA EM LAGOA FACULTATIVA DE ESGOTO: CARACTERIZAÇÃO DA ETA

DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA EM LAGOA FACULTATIVA DE ESGOTO: CARACTERIZAÇÃO DA ETA 1 DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA EM LAGOA FACULTATIVA DE ESGOTO: CARACTERIZAÇÃO DA ETA Susane Campos Mota ANGELIM Escola de Engenharia Civil, UFG. Aluna do curso de Mestrado em

Leia mais

1. Introdução. 3 gutembergue.13@gmail.com; 4 gabriel12345681@hotmail.com; 5 carolinachiamulera10@gmail.com.

1. Introdução. 3 gutembergue.13@gmail.com; 4 gabriel12345681@hotmail.com; 5 carolinachiamulera10@gmail.com. Reaproveitamento da água efluente dos bebedouros pré-tratada em filtro alternativo: uma prática de educação ambiental na E.E.E.M. Severino Cabral na cidade de Campina Grande/PB Autor (s): Cibele Medeiros

Leia mais

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade 1. Introdução O ciclo dos produtos na cadeia comercial não termina quando, após serem usados pelos consumidores, são descartados. Há muito se fala em reciclagem e reaproveitamento dos materiais utilizados.

Leia mais

ANALISE DE RESÍDUOS MINERAIS E ORGÂNICOS AGROINDUSTRIAIS COM O USO DA TÉCNICA DE XRF

ANALISE DE RESÍDUOS MINERAIS E ORGÂNICOS AGROINDUSTRIAIS COM O USO DA TÉCNICA DE XRF ANALISE DE RESÍDUOS MINERAIS E ORGÂNICOS AGROINDUSTRIAIS COM O USO DA TÉCNICA DE XRF 1* Ferreira, Ricardo R. F.; 1 Assunção, Hildeu Ferreira.; 1 Ribeiro, Dinalva Donizete Ribeiro; 1** Martins, Alessandro.

Leia mais

AVALIAÇÃO DO SISTEMA REATOR UASB E FILTRO BIOLÓGICO PERCOLADOR OPERANDO SOB DIFERENTES CONDIÇÕES HIDRÁULICAS

AVALIAÇÃO DO SISTEMA REATOR UASB E FILTRO BIOLÓGICO PERCOLADOR OPERANDO SOB DIFERENTES CONDIÇÕES HIDRÁULICAS AVALIAÇÃO DO SISTEMA REATOR UASB E FILTRO BIOLÓGICO PERCOLADOR OPERANDO SOB DIFERENTES CONDIÇÕES HIDRÁULICAS Marco Túlio Rocha Porto* Engenheiro Civil, Mestrando em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos

Leia mais

SISTEMA DE REAPROVEITAMENTO DE ÁGUA RESIDUAIS DE PROCESSOS INDUSTRIAL E ESGOTO RESIDENCIAIS POR MEIO DE TRANSFORMAÇÃO TÉRMICAS FÍSICO QUÍMICA N0.

SISTEMA DE REAPROVEITAMENTO DE ÁGUA RESIDUAIS DE PROCESSOS INDUSTRIAL E ESGOTO RESIDENCIAIS POR MEIO DE TRANSFORMAÇÃO TÉRMICAS FÍSICO QUÍMICA N0. SISTEMA DE REAPROVEITAMENTO DE ÁGUA RESIDUAIS DE PROCESSOS INDUSTRIAL E ESGOTO RESIDENCIAIS POR MEIO DE TRANSFORMAÇÃO TÉRMICAS FÍSICO QUÍMICA N0. 4 JACIRO JOHNSON PEREIRA JACQUIMINOUT jaciro.jacquiminout@am.senai.br

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Preciso de informações sobre reciclagem de thinner, fabricante de máquinas para reciclagem e viabilidade.

RESPOSTA TÉCNICA. Preciso de informações sobre reciclagem de thinner, fabricante de máquinas para reciclagem e viabilidade. RESPOSTA TÉCNICA Título Reciclagem de Thinner Resumo Informações de como é feita a reciclagem de solventes orgânicos como o thinner, fornecedores de equipamentos para reciclagem dos mesmos e viabilidade

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE REATOR UASB EM INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE REATOR UASB EM INDÚSTRIA DE ALIMENTOS AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE REATOR UASB EM INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Rebecca Manesco Paixão 1 ; Luiz Henrique Biscaia Ribeiro da Silva¹; Ricardo Andreola ² RESUMO: Este trabalho apresenta a avaliação do desempenho

Leia mais

Experiência 11. SÍNTESE DO ALÚMEN DE ALUMÍNIO E POTÁSSIO

Experiência 11. SÍNTESE DO ALÚMEN DE ALUMÍNIO E POTÁSSIO Experiência 11. SÍNTESE DO ALÚMEN DE ALUMÍNIO E POTÁSSIO 1. Objetivos Ao final desta atividade experimental deseja-se que o aluno seja capaz de: - Elaborar processos para a transformação de materiais,

Leia mais

COMPORTAMENTO DE BLOCOS DE CONCRETO PRODUZIDOS COM ESCÓRIA DE ACIARIA PARA ALVENARIAS

COMPORTAMENTO DE BLOCOS DE CONCRETO PRODUZIDOS COM ESCÓRIA DE ACIARIA PARA ALVENARIAS COMPORTAMENTO DE BLOCOS DE CONCRETO PRODUZIDOS COM ESCÓRIA DE ACIARIA PARA ALVENARIAS Tatiana Nunes Oliveira CEFET-MG Ricardo André Fiorotti Peixoto CEFET-MG Viviane de Jesus Gomes Alves CEFET - MG Introdução

Leia mais

III-062 PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL PARA AVALIAR O TEMPO DE ARMAZENAGEM DE LODO INDUSTRIAL

III-062 PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL PARA AVALIAR O TEMPO DE ARMAZENAGEM DE LODO INDUSTRIAL III-062 PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL PARA AVALIAR O TEMPO DE ARMAZENAGEM DE LODO INDUSTRIAL Ana Cristina Silva Muniz (1) Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente (UFPB/UEPB). Professora Assistente II da

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO. Preparado: Este produto é uma composição de cargas minerais.

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO. Preparado: Este produto é uma composição de cargas minerais. FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO UT-X FE POWDER CÓDIGO FISPQ-1616 REVISÃO 0 EMISSÃO 14/08/2012 APROVAÇÃO 14/08/2012 Page 1 of 5 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

Leia mais

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resolução CONAMA Nº 009/1993 - "Estabelece definições e torna obrigatório o recolhimento e destinação adequada de todo o óleo lubrificante usado ou contaminado".

Leia mais

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 2.3 Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 1 1.1.1. Efluentes Líquidos Domésticos... 1 1.1.1.1. Fossa

Leia mais

PROCESSOS ELETROQUÍMICOS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES VISANDO O REÚSO DE ÁGUA

PROCESSOS ELETROQUÍMICOS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES VISANDO O REÚSO DE ÁGUA PROCESSOS ELETROQUÍMICOS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES VISANDO O REÚSO DE ÁGUA Andréa Moura Bernardes amb@ufrgs.br 2013 Múltiplos Usos da Água http://www.acinh.com.br/download/presente%20futuro%20rio%20dos%20sinos.pdf

Leia mais

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Sistemas de Tratamento de Efluentes Líquidos Industriais

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Sistemas de Tratamento de Efluentes Líquidos Industriais Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Sistemas Avenida Nascimento de Castro, 2127 Lagoa

Leia mais

Estudo de Caso: Aplicação de Produção Mais Limpa no Processo de Embalagem de Soquetes de Luminárias

Estudo de Caso: Aplicação de Produção Mais Limpa no Processo de Embalagem de Soquetes de Luminárias Estudo de Caso: Aplicação de Produção Mais Limpa no Processo de Embalagem de Soquetes de Luminárias BENVENUTI, T. a*, MAFFESSONI, D. b, TONIN, B. P. b a. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto

Leia mais

REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS

REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS Gandhi Giordano Engenheiro Químico pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Especialização em Engenharia Sanitária e Ambiental pela UERJ, Mestrando

Leia mais

Parecer Técnico GEDIN 257 / 2008 Processo COPAM: 020/2000/036/2007 RESUMO

Parecer Técnico GEDIN 257 / 2008 Processo COPAM: 020/2000/036/2007 RESUMO FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE PARECER TÉCNICO Empreendedor: RECITEC RECICLAGEM TÉCNICA DO BRASIL LTDA. Empreendimento: Expansão da unidade de beneficiamento de resíduos. DN Código Classe Atividade:

Leia mais

Isolamento, Seleção e Cultivo de Bactérias Produtoras de Enzimas para Aplicação na Produção mais Limpa de Couros

Isolamento, Seleção e Cultivo de Bactérias Produtoras de Enzimas para Aplicação na Produção mais Limpa de Couros Universidade Federal do Rio Grande do Sul Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química Departamento de Engenharia Química Laboratório de Estudos em Couro e Meio Ambiente Isolamento, Seleção e Cultivo

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Ambiental MS Projetos Equipamentos e Sistemas Ltda. MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO SISTEMA DE TRATAMENTO E REÚSO DE ÁGUA DE LAVAGEM DE VEÍCULOS MS ECO RA 800 REV.02 SUMÁRIO 2 1 INTRODUÇÃO AO SISTEMA DE

Leia mais

AÇÕES PARA UM PROCESSO DE PINTURA SUSTENTÁVEL

AÇÕES PARA UM PROCESSO DE PINTURA SUSTENTÁVEL AÇÕES PARA UM PROCESSO DE PINTURA SUSTENTÁVEL Luciane Souza, Ronnie Oliveira Mercedes-Benz do Brasil, unidade Juiz de Fora RESUMO A Mercedes-Benz tem como princípio a sustentabilidade. Baseado nesse princípio,

Leia mais

BLOCOS DE VEDAÇÃO COM ENTULHO

BLOCOS DE VEDAÇÃO COM ENTULHO BLOCOS DE VEDAÇÃO COM ENTULHO 2 nd International Workshop on Advances in Cleaner Production Orientadora: Profª.Dra. Ana Elena Salvi Abreu, Ricardo M. a ; Lopes, Ricardo W. b ; Azrak, Roberto c a. Universidade

Leia mais

TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) Profa. Margarita María Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com

TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) Profa. Margarita María Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) Profa. Margarita María Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com TRATAMENTO Série de procedimentos destinados a reduzir a quantidade ou o potencial poluidor dos

Leia mais

MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO CÓRREGO QUARTA-FEIRA, CUIABÁ-MT

MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO CÓRREGO QUARTA-FEIRA, CUIABÁ-MT MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO CÓRREGO QUARTA-FEIRA, CUIABÁ-MT ALBUQUERQUE, T. S., FINGER, A., SILVA, A. R. B. C., BATTAINI, B., FONTES, C. C. C., SILVA, F. R., MASSAD, H. A. B., MÊNITHEN, L.,

Leia mais

Resíduos Sólidos: A Classificação Nacional e a Problemática dos Resíduos de Ampla e Difusa Geração

Resíduos Sólidos: A Classificação Nacional e a Problemática dos Resíduos de Ampla e Difusa Geração Resíduos Sólidos: A Classificação Nacional e a Problemática dos Resíduos de Ampla e Difusa Geração 01/33 Apresentação do Instrutor: Eduardo Fleck *Engenheiro Químico UFRGS, 1990; **Mestre em Engenharia

Leia mais

10º Prêmio FIESP Conservação e Reúso de Água

10º Prêmio FIESP Conservação e Reúso de Água Ambiental MS Projetos Equipamentos e Sistemas Ltda. 10º Prêmio FIESP Conservação e Reúso de Água MS ECO RA 3.000 AUTO ESTAÇÃO COMPACTA PARA TRATAMENTO E REÚSO DE EFLUENTES Cliente: VIACÃO SALUTARIS E TURISMO

Leia mais

ANÁLISE DE UM MODELO INDUSTRIAL DE REÚSO DA ÁGUA NO SETOR FRIGORIFICO: REFLEXÃO A CERCA DA SUSTENTABILIDADE

ANÁLISE DE UM MODELO INDUSTRIAL DE REÚSO DA ÁGUA NO SETOR FRIGORIFICO: REFLEXÃO A CERCA DA SUSTENTABILIDADE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 440 ANÁLISE DE UM MODELO INDUSTRIAL DE REÚSO DA ÁGUA NO SETOR FRIGORIFICO: REFLEXÃO A CERCA DA SUSTENTABILIDADE Andréia

Leia mais

Apresentação do Grupo Produquimica

Apresentação do Grupo Produquimica Apresentação do Grupo Produquimica Visão geral do Grupo Produquimica Fundada em 1965 e presidida por duas gerações de engenheiros químicos Crescimento sólido (média de 31% ao ano) tanto através de aquisições

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: chumbo, cromo, tratamento, recuperação, resíduos.

RESUMO. Palavras-chave: chumbo, cromo, tratamento, recuperação, resíduos. TRATAMENTO E RECUPERAÇÃO DE RESÍDUOS DE CHUMBO E ÍONS CROMATO GERADOS NO LABORATÓRIO DE ENSINO DE QUÍMICA ANALÍTICA DO CENTRO DE EDUCAÇÃO E SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE Tácia Thaisa

Leia mais

Reciclagem do Lodo da Estação de Tratamento de Efluentes de uma Indústria de Revestimentos Cerâmicos. Parte 2: Ensaios Industriais

Reciclagem do Lodo da Estação de Tratamento de Efluentes de uma Indústria de Revestimentos Cerâmicos. Parte 2: Ensaios Industriais Reciclagem do Lodo da Estação de Tratamento de Efluentes de uma Indústria de Revestimentos Cerâmicos. Parte 2: Ensaios Industriais P.F. Fernandes 1,2, A.P.N. Oliveira 2,3, D. Hotza 1,2 1 Universidade Federal

Leia mais

Tratamento de Efluentes: fundamentais no setor de tratamento de superfície

Tratamento de Efluentes: fundamentais no setor de tratamento de superfície Tratamento de Efluentes: fundamentais no setor de tratamento de superfície Além de uma análise técnica bastante interessante sobre a importância do tratamento de efluentes no nosso setor, feito por um

Leia mais

NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005

NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005 NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005 SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3. DEFINIÇÕES 4. CONDIÇÕES GERAIS 5. INFORMAÇÕES

Leia mais

TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS

TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS CONDUTOMETRIA TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS CONDUTOMETRIA Baseia-se em medições de condutância das soluções iônicas (seio da solução). A condução de eletricidade através das soluções iônicas é devida

Leia mais

A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL INCENTIVA MUDANÇAS E CRIA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS.

A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL INCENTIVA MUDANÇAS E CRIA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS. A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL INCENTIVA MUDANÇAS E CRIA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS. Clique para editar o estilo do subtítulo mestre Eng.ª Andressa Brandalise Unidade de Assessoria e Inovação Ambiental A legislação

Leia mais

DETERMINAÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICO DOS REFRIGERANTES

DETERMINAÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICO DOS REFRIGERANTES DETERMINAÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICO DOS REFRIGERANTES Tiago Cavalcante dos Santos Graduando em Química Industrial / DQ / CCT / UEPB Rene Pinto da Silva Graduado em Química Industrial / DQ / CCT

Leia mais

Agenda Ambiental Case Industria

Agenda Ambiental Case Industria Agenda Ambiental Case Industria Disciplina : Gestão de água e gestão de resíduos Professora: Simone Cohen Data: 17-julho-2010 Grupo: Carlos Augusto S.S. Dias Juliana de Freitas Calomeni Lilian Marques

Leia mais

A Água na Indústria de Alimentos: uso, reuso e suas implicações ambientais

A Água na Indústria de Alimentos: uso, reuso e suas implicações ambientais A Água na Indústria de Alimentos: uso, reuso e suas implicações ambientais i 20/07/2007 José Luiz Silvério da Silva CCNE Djalma Dias da Silveira - CT Introdução Água é essencial: Sua ausência impossibilita

Leia mais

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda.

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Resumo Com a globalização e os avanços tecnológicos, as empresas estão operando num ambiente altamente competitivo e dinâmico. As organizações que quiserem

Leia mais

Tecnologias para o Beneficiamento e Tratamento de Resíduos e Produtos Secundários

Tecnologias para o Beneficiamento e Tratamento de Resíduos e Produtos Secundários Tecnologias para o Beneficiamento e Tratamento de Resíduos e Produtos Secundários Encontro Técnico GT CONAMA 4ª Reunião André Ribeiro Cotrim Abril 2009 Histórico Necessidade de fertilização com micronutrientes

Leia mais

ACONTECENDO? O QUE ESTÁ O QUE PODEMOS FAZER?

ACONTECENDO? O QUE ESTÁ O QUE PODEMOS FAZER? O QUE ESTÁ ACONTECENDO? O futuro é uma incógnita. As tendências são preocupantes, mas uma coisa é certa: cada um tem de fazer sua parte. Todos somos responsáveis. A atual forma de relacionamento da humanidade

Leia mais