CIBERJORNALISMO COMO ARQUIVO ON-LINE DA MEMÓRIA 1

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1 ISSN: CIBERJORNALISMO COMO ARQUIVO ON-LINE DA MEMÓRIA 1 Helton Costa 2 Resumo Este trabalho tem como objetivo apresentar algumas reflexões sobre como o ciberjornalismo pode ser uma ferramenta de compilação de informações para a sociedade de modo a ser utilizado como instrumento de pesquisa tanto para jornalistas, quanto para pesquisadores de outras áreas que queiram se inteirar sobre momentos específicos da história da social, a chamada história do presente, contada fragmentada por meio de notícias jornalísticas. Ao final espera-se traçar um panorama para o setor nos próximos anos. Palavras-chave: : Esportes, Jornalismo Online, Campeonato Sul-Mato-Grossense, Teorias da Comunicação 1 Trabalho apresentado no 1º Encontro Centro-Oeste de História da Mídia Alcar CO 2012, 31/10 e 01/ , Unigram/ Dourados/ MS 2 Professor de Ciberjornalismo da Unigran, Mestre em Comunicação Midiática pela Unesp,

2 COSTA, Helton 337 Introdução Com a crescente oferta de produtos jornalísticos voltados à comunicação na Internet, se faz necessário estudar os processos que se envolvem no campo, que comparado aos demais meios de informação é relativamente novo no Brasil, já que as primeiras experiências têm pouco mais de 23 anos e que desde 1995, quando a primeira página do Jornal do Brasil foi ao ar, a área do ciberjornalismo só tem crescido em todo o país. O Registro. br que comercializa os domínios de sites do país divulga que somente domínios.com.br somavam até 15 de agosto de (Disponível em Nesse contexto estão também inseridos os webjornais, tantos aqueles transmediados da versão impressa, quanto aqueles feitos especificamente para atender o público da Internet. Portanto, estudar o papel do ciberjornalismo enquanto ferramenta para armazenamento da memória social é também fazer com que se reconheçam suas especificidades e sua utilidade para retratar e arquivar a história presente, ainda que fragmentada, segundo conceitos de notícia de Traquina (2008) ou Sousa (2004), onde a notícia representa pedaços, por assim dizer, de um todo que é a realidade. Antes, porém, é preciso fazer um breve histórico sobre a o ciberjornalismo e também apresentar algumas de suas características. 1. Jornalismo on-line: função e características O jornalismo on-line estaria agora passando por uma terceira fase de evolução conforme explica Palacios (2003). A primeira fase teria sido o da reprodução de partes dos grandes jornais impressos na Internet. Na segunda fase o modelo tradicional ainda foi mantido, mas com alguns implementos específicos do Jornalismo On-line, como ferramentas interativas , para comunicação entre jornalista e leitor; fóruns de debates; surgem as seções como últimas Notícias (MACHADO, 2003, p.49) Agora estaria em processo a terceira fase que Palacios (2006) define como new journalism on-line, onde os sites ultrapassam a idéia de uma versão para a web de um veículo já existente e empresas jornalísticas são criadas não mais em decorrência de uma tradição do jornalismo impresso (TORQUATO, 2006, p.33) Nessa terceira fase citada, há uma sistematização de atributos que são debatidos e organizados como características que definem o ciberjornalismo. São apontadas como características a interatividade, o hipertexto, a localidade, a personalização, a instantaneidade e a apetência pela profundidade através da navegabilidade. (Torquato, 2006, p. 45). Machado e Palacios (2003) concentram as seis características citadas em cinco: multimidialidade/convergência, interatividade, hipertextualidade, personalização e memória. (MACHADO & PALACIOS, 2003, p.02). Nessa pesquisa o conceito utilizado para definir as características do ciberjornalismo será este último, de Machado e Palacios (2003). Porém, essas seis características ainda estão dentro da terceira geração do jornalismo.

3 COSTA, Helton 338 A caracterização desse estágio pressupõe base tecnológica ampliada, acesso expandido por meio de conexões banda larga, proliferação de plataformas móveis, redação descentralizada e adoção de sistemas que permitam a participação do usuário, produtos criados originalmente para veiculação no ciberespaço, conteúdos dinâmicos formatados em narrativas multimídia, experimentação de novos elementos conceituais para organização da informação, assim como de novos gêneros. (Barbosa, 2002, p.129) 2. Jornalismo como parte do processo histórico A característica que nos interessa das seis já elencadas é a memória, que diz respeito ao processo de publicação e posterior arquivamento da informação no banco de dados do ciberjornal. O meio mais simples de acessar esses bancos de dados é através da ferramenta de buscas dos próprios veículos de comunicação ou de outros mecanismos, como o Google, o Bing ou a Wikipédia, por exemplo. A memória construída pelos veículos de comunicação on-line seriam mais baratas e de acesso mais facilitado do que manter uma biblioteca, conforme explica Palacios (2006). A acumulação de informações é mais viável técnica e economicamente na Web do que em outras mídias. Acresce-se o fato de que na Web a Memória torna-se Coletiva, através do processo de hiperligação entre os diversos nós que a compõem. Desta maneira, o volume de informação anteriormente produzida e diretamente disponível ao Usuário e ao Produtor da notícia cresce exponencialmente no Jornalismo Online, o que produz efeitos quanto à produção e recepção da informação jornalística, como veremos adiante. (Palacios, 2006, p.04) Ele completa dando ainda outras vantagens da memória virtual para a sociedade que o Jornalismo on-line pode trazer. A Memória no Jornalismo na Web pode ser recuperada tanto pelo Produtor da informação, quanto pelo Usuário, através de arquivos online providos com motores de busca (search engines) que permitem múltiplos cruzamentos de palavras-chaves e datas (indexação). Além disso, como resultado da proliferação das redes, cada uma das publicações digitais pode extender suas atividades para utilizar as capacidades de memória de todo o sistema (Palacios, 2006, p.8-9) Dessa maneira, o ciberjornalismo presta um serviço que não pode ser desconsiderado por pesquisadores. O que os pesquisadores devem ter em mente ao estudar determinados assuntos nos veículos de comunicação, é a fragmentação da qual fala Sousa (2005), onde uma notícia não é o reflexo da realidade, senão representação de parte dela. A notícia não espelha a realidade porque as limitações dos seres humanos e as insuficiências da linguagem o impedem. Por isso, a notícia contenta-se em representar parcelas da realidade, independentemente da vontade do jornalista, da sua intenção de verdade e de factualidade. Essa representação é, antes de mais, indiciática. A notícia indicia os aspectos da realidade que refere. Ao mesmo tempo, a notícia indicia as circunstâncias da sua produção. (SOUSA, 2005, p.05).

4 COSTA, Helton Da noticiabilidade dos fatos Porém, não são todos os fatos que são noticiados pelos jornalistas. Logo, fica reforçada a ideia de que o ciberjornalismo é a representação apenas de parte da realidade e não do todo, uma vez que a noticiabilidade dos fatos envolve fatores que vão desde a estrutura dos jornais até o grau de capacitação dos profissionais do jornalismo, para que cheguem ao ponto do que Aguiar (2006) chama de existência pública na formação discursiva denominada notícia (AGUIAR, 2006, p.05). Na descrição de Traquina (2008), os critérios de noticiabilidade são valores notícias que os membros da tribo jornalística partilham. São conjuntos de critérios e operações que fornecem a aptidão de merecer um tratamento jornalístico, isto é, possuir um valor como notícia. (TRAQUINA, 2008, p.63). A existência desses critérios de noticiabilidade remonta ao processo de constituição do jornalismo enquanto prática social na difusão de notícias de forma ampla na Europa do século XVII, quando as folhas volantes traziam os fatos noticiáveis, um embrião dos critérios de noticiabilidade que, de certa maneira, estavam guiadas para um mercado que começava a ganhar espaço numa sociedade ainda não industrializada. (...) As notícias eram, sobretudo avisos moralistas ou interpretações religiosas (TRAQUINA, 2008, p.64). As pautas incluíam o bizarro, o heróico, os assassinatos, a morte e os atos e as palavras de pessoas importantes, as crônicas e as proezas de personalidades da elite, como, por exemplo, o Rei e/ou a Rainha, eram notícia. (TRAQUINA, 2008, p.65). Essa concepção de produção jornalística ainda teria espaço por um bom tempo como critério do que era noticiável ou não. Nas décadas de 1930 e 1940 do século XIX ganharam destaque as notícias locais, as histórias de interesse humano e as reportagens sensacionalistas de fatos surpreendentes. (TRAQUINA, 2008, p.67) Estudo de Gans (1979), na década de 70, mostrou que entre 70% e 85% das notícias sobre assuntos nacionais nos EUA eram sobre pessoas conhecidas (presidentes, políticos, celebridades). As pessoas não conhecidas só eram notícia quando eram manifestantes; vítimas de desastres; transgressores de leis e; praticantes de atividades vulgares. Estavam assim definidos critérios de noticiabilidade de acordo com a proeminência da personagem central da notícia. (GANS, 1979) No mesmo estudo de Gans (1979), também foram observados outros critérios que poderiam definir a noticiabilidade de um fato. Eram eles conflitos e desacordos entre governos; decisões, propostas governamentais e cerimônias; troca de cargos no governo. Depois vinham crimes, escândalos e investigações. De acordo com os preceitos de Gans (1979), estaria a empresa jornalística autorizada a definir seus critérios de noticiabilidade através de uma sequência lógica de valores, mas, Silva (2005), no entanto, busca afastar essa ideia. Para ele é preferível localizar o potencial de noticiabilidade no campo dos valores notícia. (SILVA, 2005, p.03)

5 CIBERJORNALISMO COMO ARQUIVO ON-LINE DA MEMÓRIA SOCIAL Os filtros Como citado anteriormente, os critérios de noticiabilidade dos fatos estão constituídos por valores que tem influência direta sobre o que deve e o que não deve ser noticiado. Há autores que atribuem essa escolha ao jornalista, outros o situam nos proprietários dos jornais e ainda há os que defendem que na verdade nem um, nem outro, deixam de estar certos, mas que é preciso levar em conta outros fatores, como as rotinas jornalísticas. (Traquina, 2008). Moreira (2006) atribui aos jornais o papel de definir o que é noticia e o que não é. Para ele, são os proprietários dos veículos de comunicação que definem o que será veiculado de acordo com os objetivos ideológicos e econômicos. (MOREIRA, 2006, p.09). Por outro lado, Silva (2005) explica que esse processo delimita demais o entendimento dos fatos, já que, segundo o autor, os jornalistas também têm liberdade para ao menos filtrar os assuntos que podem ser abordados nos mais diferentes meios de divulgação. É reducionista, portanto, definir noticiabilidade ou somente como conjunto de elementos por meio dos quais a empresa jornalística controla e administra a quantidade e o tipo de acontecimentos ou apenas como o conjunto de elementos intrínsecos que demonstram a aptidão ou potencial de um evento para ser transformado em notícia. (SILVA, 2005, p.03) Wolf (2003) afirma que os fatos dependem do jornalista para para adquirir a existência pública de notícia, devolvendo a ele o papel de agente principal na seleção do que merece ou não destaque nas páginas dos jornais: Sendo assim, o produto informativo parece ser resultado de uma série de negociações, orientadas pragmaticamente, que têm por objeto o que deve ser inserido e de que modo dever ser inserido no jornal, no noticiário ou no telejornal. Essas negociações são realizadas pelos jornalistas em função de fatores com diferentes graus de importância e rigidez, e ocorrem em momentos diversos do processo de produção. (WOLF, 2003, p.200). Porém, a afirmação de que os proprietários dos jornais é que importam dentro do processo de seleção noticioso, atribuída à Moreira (2006), não exclui o jornalista do procedimento, ainda que em sua visão o jornalista seja definido como um sujeito ambíguo em suas decisões. Concebemos a notícia como uma construção social (Paradigma Construcionista), isto é, como resultado de um processo, o jornalismo tem uma autonomia relativa em relação a outros campos, como a política e a economia. Isso significa que, na relação das notícias, ora os jornalistas agem sob a influência de uma cultura e identidade próprias que dizem o que é e também o que não é notícia ora agem segundo seus interesses externos ao campo e arbitrariedades do poder. (MOREIRA, 2006, p.14) Na análise de Bourdieu (1997) os jornalistas têm os seus óculos particulares através dos quais veem certas coisas e não outras. Operam uma seleção e uma construção daquilo que é selecionado. (BOURDIEU,1997, p.12). Segundo Machado & Jacks (2006), o sujeito deve ser o narrador dos fatos e cabe ao jornalista dar voz a ele. No entanto, em meio às matérias que produz o jornalista deixa transparecer transparecer muitas vezes sua própria opinião

6 CIBERJORNALISMO COMO ARQUIVO ON-LINE DA MEMÓRIA SOCIAL 341 até chegar a um ponto em que ele tem a certeza de que o sujeito realmente foi o interlocutor daquilo que ele escreveu, quando na verdade o que está escrito é a opinião do jornalista e não da fonte presente no texto. (MA- CHADO & JACKS, 2006, p.04) Essa teoria de Machado e Jacks (2006) remete mais uma vez ao papel do jornalista enquanto elemento que filtra os fatos para só depois torná-los públicos. Ainda nesse mesmo raciocínio, o jornalista como formador da notícia pode ainda apagar o sujeito da notícia, através de um processo de esquecimento que intencionalmente ou não tenta apagar o direito à fala que pertence ao sujeito. (MACHADO & JACKS, 2006, p.05) Beltrão (1959) acrescenta ao jornalista o papel de intérprete de mundo possível nas páginas dos jornais. Segundo ele, porque o homem não consegue acompanhar o ritmo acelerado do mecanismo da transmissão de notícias (BELTRÃO, 1959, p.44). Torna-se, assim, necessário uma escolha de notícias, o que vale dizer uma interpretação, um julgamento dos fatos por parte do jornalista, porque o homem não consegue acompanhar o ritmo acelerado do mecanismo da transmissão de notícias e o tempo que lhe sobra, hoje, para a leitura é mais ou menos o mesmo de antigamente. Desse modo, a interpretação, sôbre ser característica do jornalismo, varia de intensidade para cada veículo. Se na televisão, por exemplo, o agente tem de ser conciso e superficial, no jornal precisa de desenvolver e pôr a trabalhar o seu senso crítico. (BELTRÃO, 1959, p.44) Alsina (1989) escreve sobre três mundos diferentes, porém interligados, que são utilizados pelos jornalistas para produção de notícias. Um o mundo real, o outro o de referência e o terceiro o mundo possível, em mais uma tentativa de dar ao jornalista o papel de destaque no agendamento noticioso. Por um lado, compreendido como a fonte dos eventos que o jornalismo utiliza para produzir a notícia, está o mundo real. Já o mundo de referência envolve todos aqueles elementos nos quais se podem enquadrar os fenômenos do mundo real problematizado. Justifica-se aqui o fato de ser imprescindível, para a compreensão de um evento, o seu enquadramento num modelo de mundo referencial. Por sua vez, o mundo possível seria aquele que o jornalista constrói, a partir do mundo real e do mundo de referência escolhido. Conclui-se, pois, que o mundo possível construído e projetado no discurso da informação recolhe suas marcas e traços do mundo de referência. (GADINI, 2007, p.84) Gadini (2007) coloca outros fatores como filtros para se definir o que deve ser publicado ou não pelos veículos de comunicação. Ele acrescenta o limite temporal de fechamento dos jornais, a qualificação profissional e a interferência empresarial na orientação editorial como alguns fatores que dizem respeito ao agendamento noticioso. Fatores esses que podem redirecionar os sentidos que vão ser destacados e marcar a apresentação dos mais diversos produtos do jornalismo contemporâneo. Da mesma forma, os desdobramentos políticos, econômicos e culturais dessa perspectiva estão diretamente associados aos modos de organizar, viver, pensar e agir dos indivíduos que participam de um determinado contexto e época. (GADINI, 2007, p.84)

7 CIBERJORNALISMO COMO ARQUIVO ON-LINE DA MEMÓRIA SOCIAL 342 Ainda dentro dos conceitos que atribuem ao jornalista o papel principal, Schudson insere também outros fatores interligados ao jornalista e, segundo ele, a criação das notícias é sempre uma interação de repórter, director, editor, constrangimentos da organização da sala de redação, necessidade de manter os laços com as fontes, desejos da audiência e as poderosas convenções culturais e literárias dentro das quais os jornalistas frequentemente operam se as pensar (Schudson, 1998, p. 17 a 27). Nessa parte chegamos ao conceito das rotinas jornalísticas, em que o agendamento noticioso surge como um processo resultante, tanto da cultura profissional, como do modo de organização ao qual a profissão está sujeita. A noticiabilidade é constituída pelo complexo de requisitos que se exigem para os eventos do ponto de vista da estrutura do trabalho nos aparatos informativos e do ponto de vista do profissionalismo dos jornalistas, para adquirir a existência pública de notícia. (WOLF, 2003, p.195). Uma vez feita a escolha do que é ou não noticiável, uma nova hierarquização dos fatos é necessária. Desta vez de espaço. Um novo processo tem início e dentro da rotina da redação cabe ao superior hierárquico de quem produziu a matéria definir dentro de seus próprios critérios, ou do veículo de comunicação, quais matérias terão mais espaço e sua colocação na página ou na grade de programação. Ora, ao tratar jornalisticamente os fatos na produção material da notícia, a seleção e hierarquização recorrem sim aos valores-notícia. Mas estes agem aqui apenas como uma parte do processo, pois nessas escolhas seqüenciadas entrarão outros critérios de noticiabilidade, como formato do produto, qualidade da imagem, linha editorial, custo, público alvo etc. (SILVA, 2005, p. 04) As práticas que norteiam essas escolhas variam de um veículo de comunicação para o outro, como a própria forma de se fazer jornalismo também pode ser diferente de uma localidade geográfica para outra. As regionalidades podem constituir-se aí em um outro fator para a escolha de noticiabilidade. Conclusão O que se conclui após essa análise, é que o ciberjornalismo é uma ferramenta muito útil à pesquisadores de diversas áreas, porém, que esses pesquisadores devem ter em mente que notícias jornalísticas não se tratam de retratos fiéis de uma realidade construída pelos diversos agentes que influenciam a sociedade. É certo dizer que: é inevitável concluir-se que na Web, a conjugação de Memória com Instantaneidade, Hipertextualidade e Interatividade, bem como a inexistência de limitações de armazenamento de informação, potencializam de tal forma a Memória que é legítimo afirmar-se que temos nessa combinação de características e circunstâncias uma Ruptura com relação aos suportes mediáticos anteriores. (Traquina, 1999, p.10) É a partir desse ponto de vista que se afirma que o jornalismo é um dos atores no processo de registro da

8 CIBERJORNALISMO COMO ARQUIVO ON-LINE DA MEMÓRIA SOCIAL 343 história presente. Não o único, mas um dos elementos que servem para tal finalidade, tendo potencializado no ciberjornalismo uma ferramenta que facilita a compilação de informações em um só lugar para sua posterior pesquisa. Nessa perspectiva é preciso ressaltar, que os jornais e os meios de comunicação sempre representaram fontes de pesquisa e não se pretende dizer que a Internet traz novidades nesse sentido. O que a Internet, e o ciberjornalismo mais exatamente trazem de inovação e a facilidade e a rapidez para acesso à esse conteúdo, o que acontece graças à suas características. Por meio delas é possível acessar o conteúdo em várias plataformas, não somente a versão escrita, mas através de vídeos, podcasts, imagens e animações (multimidialidade/convergência); direcionar o acesso automaticamente à outras fontes de informação (hipertextualidade); aumentar ou reduzir, mudar a cor, ou o layout da página, assinar para receber assuntos específicos (personalização); além do banco de dados (memória). Porém, a quinta e última característica do jornalismo é uma das que mais afeta no sentido positivo a produção de conteúdo no ciberjornalismo. É a interatividade, que dá um caráter de constantes atualização às notícias produzidas pela mídia. Através de comentários, s enviados à redação, compartilhamento em redes sociais, entre outros meios, a notícia ainda que esteja guardada no banco de dados do site, passa a ter uma roupagem sempre atual, pois pode por esses meios ser complementada, alterada e modificada, característica exclusiva do ciberjornalismo, já que em outros meios isso se torna quase impossível. Por esses motivos é que o ciberjornalismo torna-se como proposto no título desse artigo, um arquivo on-line da memória social, uma vez que as notícias representam parte da realidade social e que a Internet disponibiliza de maneira rápida e acessível à todos essa pesquisa dos fatos.

9 CIBERJORNALISMO COMO ARQUIVO ON-LINE DA MEMÓRIA SOCIAL 344 Bibliografia AGUIAR, Leonel Azevedo de. Ensinar as práticas a partir da Teoria do Jornalismo: uma proposta pedagógica. Trabalho originalmente apresentado no X Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, em Goiânia, abril de 2007, e aqui reapresentado com significativas modificações no texto e novas incorporações teóricas. Disponível em Acesso em 21/09/2012 às 16h30 BARBOSA, Suzana Oliveira. Jornalismo digital e a informação de proximidade: o caso dos portais regionais, com estudo sobre o Uai e o Ibahia Dissertação (Mestrado em Comunicação) Faculdade de Comunicação, Universidade Federal da Bahia, Salvador. 2002, disponível em Acesso em 21/09/2012 às 15h51 BELTRÃO, Luiz. Itinerário da China (um repórter visita o milenar e novo país do Extremo Oriente). Recife, 1959 BOURDIEU, Pierre. Sobre a televisão. Seguido de: A influência do jornalismo, e, Os Jogos Olímpicos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997 GADINI, Sérgio Luiz. Em busca de uma teoria construcionista do jornalismo contemporâneo: a notícia entre uma forma singular de conhecimento e um mecanismo de construção social da realidade. Revista FAMECOS, Porto Alegre/RS, p , nº 3, agosto de 2007, quadrimestral. Disponível em index.php/revistafamecos/article/viewfile/3438/2700. Acesso em 21/09/2012 às 16h36 GANS, H. J. Deciding what s news: a study of CBS evening news, NBC nightly news, newsweek and time. New York: Pantheon House, MACHADO, Elias. O ciberespaço como fonte para o jornalismo. Salvador: Calandra, 2003 MACHADO, M. B.; JACKS, N. O discurso jornalístico. Programa de Pós- Graduação em Comunicação e Informação (PPGCOM) Universidade Federal do Rio Grande do Sul, MOREIRA, Fabiane Barbosa. Os valores-notícia no jornalismo impresso: análise das características substantivas das notícias nos jornais Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e o Globo. Disponível ufrgs.br/bitstream/handle/10183/7773/ pdf?sequence=1 PALÁCIOS, Marcos (org), Ferramentas para Análise de Qualidade no Ciberjornalismo. Vol 1: Modelos, Covilhã (Portugal) - UBI: Labcom books, E-book disponível em: PALÁCIOS, Marcos e MACHADO, Elias. Modelos de jornalismo digital. Salvador, Calandra, PALACIOS, Marcos. Hipertexto, Fechamento e o uso do conceito de não-linearidade discursiva. In: facom.ufba.br/jol/pdf/1999_palacios_hipertexto_naolinearidade.pdf PALACIOS, Marcos. O lugar da memória. Salvador, Bahia, 2006.p palacios_olugardamemoria.pdf acessado em 22/02/2007 PALACIOS, Marcos. O que há de (realmente) novo no Jornalismo on-line? Conferência proferida por ocasião do concurso público para professor da FACOM, Salvador, Bahia, em , citado em MACHADO, Elias (organizador). Modelos de Jornalismo Digital. Salvador, Bahia, 2006

10 CIBERJORNALISMO COMO ARQUIVO ON-LINE DA MEMÓRIA SOCIAL 345 SCHUDSON, M Por que é que as notícias são como são? Revista de Comunicação e Linguagens, 8:7-27. SILVA, Gislene. Para pensar critérios de noticiabilidade. Parte dessa reflexão sobre a distinção do conceito de valores-notícia frente aos conceitos de seleção de notícia e noticiabilidade se encontra no trabalho apresentado pela autora na II SBPJor, Salvador, Ba, nov.2004 in Revista Estudos em Jornalismo e Mídia, Vol.II Nº 1-1º Semestre de Disponível em 21/09/2012 às 16h30 SOUSA, J.P. Construindo uma teoria multifactorial da notícia como teoria do Jornalismo. Estudos em Jornalismo e Mídia. Revista Acadêmica do Programa de Pós-graduação em Jornalismo e Mídia. Florianópolis, v.2, n.1, p.73-92, jul SOUSA, Jorge Pedro (2008) e ROCHA, Paula Melani. Rumos do Jornalismo na Sociedade Digital: Brasil e Portugal. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa. SOUSA, Jorge Pedro. A prática antes da teoria e o foco no objecto: Uma proposta para o ensino universitário do jornalismo. Teoria e Prática: Desafios Pedagógicos, do XXVIII Ciclo de Estudos Interdisciplinares da Comunicação/XXVIII Congresso da Intercom, acesso em 12/06/07 em CqO0AdRq8J:www.comidia.ufrn.br/conteudo/docs/Sousa_Pratica.doc+conhecimento+vasto+jornalista&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=3&gl=br TORQUATO, Ricardo Cassiolato, Jornalismo Digital: a forma e a produção da notícia. Disponível em unimar.br/pos/trabalhos/arquivos/2e4e b8eebd8822c7ddad14ac.pdf TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo: a tribo jornalística uma comunidade interpretativa transnacional. Florianópolis: Insular. 2 ed WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa, Presença, 1987

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