As drogas levam a violência para dentro de casa e produzem crimes desesperados

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1 "Era ele ou nós" As drogas levam a violência para dentro de casa e produzem crimes desesperados Alexandre Mansur, Martha Mendonça e Eliane Brum A tarde da sexta-feira, o corpo do comerciante aposentado Amador Cortellini foi sepultado no cemitério Chora Menino, em São Paulo. Amador morreu devastado pela culpa. Vinte e seis dias antes ele desferiu o primeiro tiro do revólver com cabo de madrepérola que tinha comprado havia 40 anos. A bala foi disparada de cima para baixo - e atingiu o coração de seu filho caçula, Rodrigo, de 26 anos. O rapaz morreu na hora. Depois do crime, Amador passou duas noites preso. Com a saúde em frangalhos, foi mandado para casa. Entrou em depressão. Como carregava uma prótese no lugar de uma das válvulas cardíacas, Amador Cortellini passou a tomar nove comprimidos por dia, na tentativa de estabilizar a pressão. Ficava o tempo inteiro na cama, não saía do quarto. Estava lúcido, mas chorava sem parar, abraçado às visitas. 'O tiro que atingiu Rodrigo pegou a mim também', repetia. Quando um parente tentava tirá-lo do torpor, pedia: 'O único desejo que eu tenho é ser enterrado ao lado do meu filho'. A depressão e a fraqueza geral foram seguidas por uma quebra na resistência e a chegada de uma infecção. Na Páscoa, Amador teve um derrame cerebral e entrou em coma. Morreu na quinta-feira. Foi sepultado à direita do túmulo de Rodrigo. Eduardo Monteiro/ÉPOCA O ABISMO DA MÃE Ângela teve o filho abatido a tiros pelo pai. O marido em depressão e o rapaz (na foto) morto. Ela perdeu tudo 'Eu amava meu filho. Mas a morte dele foi inevitável. Era ele ou eu. Ele ou meu marido. Olho para trás e não acho que tenha lhe faltado nem amor, nem direção, nem diálogo. Não sei que explicação dar para ele ter entrado na droga. Eu lembro como se fosse um filme. Eu e meu marido na cozinha, preocupados com nosso filho de 14 anos que pela primeira vez havia dormido fora de casa sem avisar. Na véspera meu marido sentira falta do dinheiro que havia separado para a feira. De repente ele chegou, viu nossos rostos e, antes que perguntássemos qualquer coisa, falou: 'Mãe, pai, eu sou viciado em cocaína'. Eu nem sabia direito o que era cocaína. Nesse dia o inferno começou. Ele se internou 11 vezes. Não conseguia parar. Roubava, mentia, ameaçava, agredia. Quando estava drogado, eu tinha medo de falar com ele. Eu tremia, ficava sem uma gota de saliva na boca. Meu filho nos bateu várias vezes. Eu mal dizia qualquer coisa e ele começava a gritar, quebrava tudo. Num único dia nós chegamos a chamar a polícia cinco vezes para segurá-lo e acalmá-lo.

2 Quando estava sem drogas, era adorável. Inteligente, cheio de personalidade. Adorava música, tocava violão, gostava de abraçar todo mundo. Com a droga, mudava. Na última semana de vida, cheirou sem parar. Ele chegava a dizer: 'Eu amo mais a cocaína do que vocês'. Fizemos tudo que podíamos para ele sair do vício. Sei que para o resto da minha vida vou sentir saudades do meu filho, dos momentos em que fomos todos felizes. Mas também compreendo a atitude do meu marido. Vou apoiá-lo. Mais de uma vez, meu filho disse: 'Mãe, por que eu não morro logo para resolver o meu problema e o de vocês?' E alguma coisa está resolvida? Estamos destruídos.' ÂNGELA OLINDA DA SILVA, DE 52 ANOS, mãe de Paulo Eduardo, de 28, assassinado pelo pai Casado há 40 anos, pai de três filhos, Amador matou seu caçula depois de uma briga de domingo. Rodrigo saiu de casa - um apartamento na Água Fria, bairro de classe média de São Paulo - de manhã e voltou para o almoço. Encontrou a cunhada e um casal de amigos com quem meses antes viajara para um sítio. O passeio terminara em briga porque Rodrigo foi acusado de roubar as carteiras das pessoas que estavam na casa para comprar drogas. 'O que esse povo está fazendo aqui? Eles dizem que eu roubei. Vocês nunca me defendem', gritou. 'Os pais dele pediram desculpas e nós fomos embora', conta uma das visitas, a publicitária Maurilene Faria dos Santos. Sofia tentou acalmar o filho e foi empurrada para fora. Amador decidiu tomar providências. Foi ao quarto do filho dizer que ele não poderia mais ficar em casa. Antes, pegou o revólver com cinco cartuchos. 'Vamos resolver isso. Você vai embora.' Rodrigo se abaixou, talvez para pegar uma cadeira de plástico. A 1 metro e meio de distância, o pai disparou. Rodrigo caiu no chão, o pai se debruçou sobre o corpo e começou a chorar. A mãe chamou os vizinhos. O próprio Amador ligou para a polícia e avisou que atirou no filho. Quando os investigadores chegaram, repetia 'eu não agüentava mais'. Arquivo pessoal Otávio Dias/ÉPOCA

3 FAMÍLIA DESTROÇADA À esquerda, Rodrigo é o mais sorridente, rosto colado ao da mãe. À direita, o enterro do pai Os Cortellini viviam às voltas com o inferno das drogas havia anos. Com o tempo, foram se transformando em um tipo de família bastante conhecido pelas pessoas que já enfrentaram casos de dependência dentro de casa. Para os pais, o menino temporão foi aos poucos virando o filho que lhes envenenava a alma. Em seis anos, passou por quatro clínicas em três Estados. Por três vezes, a polícia foi chamada para intervir em brigas domésticas. Como costumava acontecer freqüentemente, Rodrigo alternava períodos em que parecia recuperado com outros de uso contínuo. Em 1998, passou seis meses no Instituto Souza Novaes, em Campinas. Saiu de lá certo de sua recuperação. 'Um ano depois, ele voltou para mostrar que ainda estava bem, longe das drogas', conta o diretor da clínica, Tony Rabelo. Aos 24 anos, casou com uma colega do curso de Direito. Animados, os pais deram-lhe um apartamento de presente. Um ano depois, Rodrigo deixou a faculdade, separou-se e voltou para casa. Os outros dois filhos do casal, Cláudia, de 38 anos, e Alexandre, de 33, foram se distanciando do problema, com a convicção - também comum nessa situação - de que o irmão não se livrava do vício por fraqueza de caráter. Fora de casa, no círculo de amigos, Rodrigo deixou as lembranças de bom sujeito. Tocava baixo em uma banda de rock e pagode, vez por outra ia a igrejas evangélicas. 'Era ele ou nós' - continuação Alexandre Mansur, Martha Mendonça e Eliane Brum No dia 1 de abril, o carioca Paulo Eduardo Olinda, de 28 anos, leu num jornal a notícia de que Amador Cortellini havia matado o filho. 'Que horror!', exclamou. Dependente de drogas, 16 dias depois, Paulo Eduardo, o Duda, como era chamado, estava morto com um tiro. O pai o matou.

4 'Meu marido sabia que eu fiquei ao lado dele o tempo todo, não o culpei por ter matado nosso filho. Mas ele não queria mais viver. Agora, os dois estão nas mãos de Deus '. SOFIA DOS SANTOS VIZOTO CORTELLINI, DE 65 ANOS, logo depois de enterrar o marido, Amador, ao lado do túmulo do filho Na manhã de sua morte Duda pediu ao pai R$ 130 logo ao acordar. Era para comprar cocaína. O funcionário aposentado da Caixa Econômica Federal Paulo Cézar da Silva negou. A mãe, a dona-de-casa Ângela, respondeu que não tinha. Duda saiu e voltou com cocaína. Drogou-se até perder a consciência e dormiu a tarde toda. Quando foi acordado pela mãe, encontrava-se em surto. Foi até a área de serviço e pegou suas roupas, molhadas. Partiu para cima da mãe: 'Molhadas desse jeito não posso vender, sua desgraçada'. Duda agrediu os pais, pegou a televisão de 29 polegadas da sala e disse que a venderia. O pai tentou impedir. Duda atirou o aparelho da sacada do segundo andar. 'Vou matar vocês dois', gritava. Desesperada, a mãe discou para o número 190. Foi aconselhada a pedir ajuda num hospital próximo. Não deu tempo. 'Quero ver sangue', gritou o filho. Com medo, Ângela saiu da casa. Na varanda, quase foi atingida por uma enorme telha, jogada pelo filho. Correu para a rua. Duda foi atrás, mas voltou para buscar uma faca de cozinha. Nesse momento, o pai pegou o revólver 38 que estava no quarto do filho. Duda partiu para cima. O pai atirou. O rapaz morreu na hora. Exatamente como fez Amador, Paulo Cézar ligou para a polícia e ficou aguardando, com o corpo estendido na varanda. A primeira testemunha ouviu o pai dizer: 'Foram 15 anos de sofrimento'. Fazia tempo que Paulo Cézar e Ângela viviam com medo. Dormiam com o quarto trancado. Viciado num grau extremo de dependência, quando sentia falta de drogas Duda não conseguia ver os pais, mas apenas obstáculos humanos para comprar cocaína. No ano passado, Ângela operou o joelho, contundido com tantos chutes do filho. O rapaz também já ferira o pai várias vezes, com socos e pontapés. Roubou muitos carros da família. Um dia, de manhã cedo, ao voltar da rua, saiu de casa levando o botijão. Deixou o gás escapando enquanto os pais dormiam. Outra vez entrou com o carro na vidraça de um hotel. Foi preso, mas o pai pagou a fiança e o soltou. Era, enfim, difícil acreditar que o drogado atormentado era o mesmo rapaz simpático que de vez em quando tocava violão sentado na varanda. No Natal passado, uma imagem marcou a vizinhança. Duda comprou uma bicicleta para o pai e tentava ensiná-lo a pedalar.

5 Chega de chavões A psicóloga Rosely Sayão discute a violência ÉPOCA - Como entender a reação de compreensão diante dos pais que mataram os filhos? Rosely Sayão - Quando Suzane Richthofen matou os pais a reação foi diferente. A indignação agora deveria ser a mesma. A sociedade é mais condescendente porque defende o mundo adulto. É mais fácil entender que o pai mate o filho do que o contrário. A droga não é a vilã da história. São sinais de que algo vai muito mal. La Costa/ÉPOCA MAL MODERNO Para Rosely Sayão, os pais querem dar uma educação democrática aos filhos, mas temem assumir seu papel ÉPOCA - Os pais dizem que queriam se defender dos filhos. Rosely - Não quero falar de casos individuais. Mas pensar que agrido para não ser agredido é a tônica do mundo pós-moderno. Esse argumento justifica qualquer tipo de violência. O problema dos pais foi deixar a situação chegar àquele ponto. ÉPOCA - O problema é a célebre falta de limites? Rosely - Isso é um chavão. Os pais querem dar uma educação democrática aos filhos, mas temem assumir seu papel. Pedem para a sociedade se mobilizar para combater certos programas de televisão, mas não bancam discutir com os filhos nem desligam a TV com medo de parecer caretas. Também é difícil falar contra drogas quando elas são usadas contra impotência, depressão, ansiedade. Sempre me lembro de um adolescente que não entendia por que não podia fumar maconha se a mãe dele tomava ansiolítico.

6 De acordo com amigos e vizinhos, os pais sempre foram participantes, divertidos, amigos de Duda e da irmã mais nova, Ana Paula, hoje casada e com um filho de 3 anos. 'Quando estava limpo, ele sabia o mal que fazia aos pais', diz Paulo Arantes, ex-viciado e amigo de Duda desde que foram internados juntos, há mais de dez anos. Na ocasião, Duda passou sete meses internado e ficou quase três anos sem usar drogas. Conseguiu emprego como vendedor de jóias. Numa festa de fim de ano da empresa, achou que poderia beber uma pequena taça de champanhe. Daí para a cocaína foi um passo. Nunca mais parou. Do grupo de 48 rapazes que estavam internados com ele em 1992, apenas 20 estão vivos. Paulo Cézar, o pai, responde ao processo em liberdade, já que se entregou depois de matar o filho. Mas vive deprimido, sob sedativos. 'Estamos fazendo força para tirá-lo da depressão, tentando mostrar a ele que não havia outra opção naquele momento', diz o cunhado Mauricio Elmer. Em suas semelhanças, as histórias de Rodrigo e Duda se transformam em exemplo de uma nova fase do convívio da família brasileira com as drogas. Até meados da década de 70, em meio ao ideário da juventude Paz e Amor, acreditava-se que elas ajudavam a liberar a consciência. Nos anos 80, assustado com a explosão do uso e com a disseminação do tráfico, o país adotou o modelo de política repressiva exportada pelos Estados Unidos. As substâncias passaram a ser vinculadas à violência e aos delitos. Na década seguinte, as clínicas para tratamento se disseminaram, apareceram as campanhas para diferenciar usuários de traficantes e o assunto ficou em um limite entre saúde pública e caso de polícia. Nos últimos meses, o tema chegou a seu ponto mais doloroso. O uso de drogas agora leva a violência do tráfico para dentro de casa, em sua expressão mais extrema. No fim do ano passado, o estudante paulista Gustavo de Macedo Pereira Napolitano, de 22 anos, matou a avó e a empregada a facadas. O laudo psiquiátrico divulgado na semana passada concluiu que ele não pode ser responsabilizado pelo crime, cometido depois que consumiu grandes quantidades de cocaína. Em janeiro, na Ilha do Governador, A.F.C.M., de 16 anos, matou a facadas a avó de 76 anos e espancou a mãe. O adolescente morava na rua paralela à da família de Duda. Os dois costumavam usar cocaína juntos. Dias depois, em Volta Redonda, Tereza da Silva Lucas, de 60 anos, foi morta a facadas pelo neto adolescente, em crise de abstinência. Em abril, o paulista Marcos Fonseca, de 38 anos, espancou até a morte sua mãe, Elisa Fristashi, de 72 anos. Marcos usava drogas desde os 18 e vivia de mesada. Segundo a polícia, discutiu com ela e bateu sua cabeça contra uma banheira. Todos esses crimes deixaram o país em estado de choque. As duas mortes recentes, contudo, produziram outra reação, como se o dependente pudesse ser criminalizado, postura que explica o nível zero de indignação provocado pela morte dos dois rapazes, como observa a psicóloga Rosely Sayão (leia a entrevista ao lado). Mesmo tendo cometido homicídio, os pais de Rodrigo e Duda tiveram direito a certa cumplicidade e tolerância.

7 Vizinhos do condomínio em que o aposentado Amador morava fizeram um abaixo-assinado atestando sua boa índole para encaminhar ao delegado responsável pelo caso. Familiares e vizinhos de Paulo Cézar também o defendem. 'Era ele ou nós' - continuação Alexandre Mansur, Martha Mendonça e Eliane Brum Se toda estatística sobre consumo e tráfico de drogas é precária, há poucas dúvidas de que o consumo esteja aumentando. Em São Paulo, as apreensões de cocaína chegaram a 1,2 tonelada, um número quase 40% maior que no ano anterior. Numa ponta se encontra o traficante, braço do crime organizado, na outra se encontra o consumidor, candidato a viciado e dependente pesado. 'Nem todo dependente é um criminoso, mas isso acontece com boa parte deles. O usuário da classe média começa vendendo seus objetos pessoais, tênis, CDs. O pobre vende o botijão de gás. Quando acaba o dinheiro, eles cometem delitos', diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeira. O que essas mortes demonstram é uma sucessão de fracassos. Se ficou difícil para a polícia vencer o tráfico nas ruas, também se tornou complicado para muitos pais deixar os filhos longe das drogas. Isso ocorre num momento em que ninguém mais acredita nas vantagens do uso de maconha e muito menos de cocaína. Nunca se fez tanta campanha contra as drogas. Nem por isso ficou mais fácil combater seu uso. A oferta é grande e mudou de situação. A droga deixou de ser uma espécie de transgressão para virar um rito de passagem, semelhante a um ato obrigatório pela natureza - a iniciação sexual. Pesquisas mostram que mais de 60% dos jovens brasileiros consideram fácil conseguir algum tipo de droga. 'A curiosidade deles em experimentar essas substâncias demonstra que falta esclarecimento', diz Ivaney Cayres de Souza, diretor do Departamento de Investigações sobre Narcóticos, em São Paulo. Falta conversa em casa, sim. Mas também falta polícia na rua.

8 Eduardo Monteiro/ÉPOCA A DECISÃO DO DESESPERO O comerciante Paulo espera que o filho Orlando, de 18 anos, o perdoe por tê-lo delatado à polícia 'Meu filho começou a fumar maconha aos 15 anos. Logo entrou na cocaína. Eu percebia as coisas sumindo da minha casa e até das minhas lojas, mas não desconfiava dele. Um dia ele foi preso num shopping por causa de pequenos furtos. Saiu dali algemado. A mãe dele o defendia, não aceitava que eu endurecesse. Acabamos nos separando. Meu filho vendeu tudo da casa da mãe. TV, videocassete, aparelho de som, celular. Tudo para comprar droga. Chegou a carregar o fogão de casa, mas não conseguiu vendê-lo. Várias vezes fui chamado para ajudar a acalmá-lo. Ele destruía móveis, vidraças, o que via pela frente. Eu o internei em clínicas de recuperação cinco vezes. Ele saía limpo, mas não durava mais que cinco dias. A mãe dele adoeceu, emagreceu. Os dois filhos mais novos se revoltaram, têm vergonha. No último ano meu filho mandava um traficante ir até a casa da mãe dizer que ele devia dinheiro na compra de drogas e exigia uma quantia qualquer para libertá-lo. No começo ela acreditou. Desesperada, deu o dinheiro. Depois começou a desconfiar e me contou. Na última vez, chamei a polícia. O traficante confessou o falso seqüestro. Meu filho foi encontrado esperando o dinheiro num bar. Não o livrei, dei queixa. Quando sair da clínica de recuperação, vai ter de responder à Justiça. Ele ia acabar se matando. Já tinha cortado os pulsos mais de uma vez, os braços são só cicatrizes. Fico me lembrando do menino alegre que ele foi. A mãe dele não me perdoa pelo que eu fiz. Nem eu sei se me perdôo. Se tivesse que fazer de novo, não sei se teria coragem. Espero que ele me desculpe quando melhorar. Que entenda o que eu fiz. Fazer tudo por um filho é também protegê-lo contra si mesmo.' PAULO DE TARSO LOUREIRO, pai que entregou o filho dependente à polícia.

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