Desempenho do mercado de trabalho ampliou a formalização do emprego feminino em 2013

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1 1 A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE MARÇO 2014 Desempenho do mercado de trabalho ampliou a formalização do emprego feminino em 2013 O mundo do trabalho é um dos campos da vida social de maior importância para a construção da autonomia e constituição de identidade pessoal, reconhecimento social e acesso a bens de consumo, dentre outros fatores. Sendo assim, o fato de as mulheres apresentarem maiores dificuldades de acesso e inserção no mercado de trabalho frente aos homens, além de refletir a ausência de equidade entre os sexos, em outros campos da sociedade como a família, reproduz as desigualdades de gênero, socialmente construídas. Não obstante, na evolução recente do mercado de trabalho as desigualdades de gênero venham se reduzindo, elas ainda permanecem e ficam particularmente evidenciadas, quando se observam a maior exposição das mulheres ao desemprego, a qualidade das ocupações e a mais baixa remuneração auferida. O presente boletim faz uma análise dos indicadores atualizados sobre a inserção feminina, no mercado de trabalho da RMPA, para o ano de 2013, com importantes elementos para subsidiar políticas públicas capazes de alterar a condição da mulher na sociedade. A fonte de informações utilizada foi a base de dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre (PED-RMPA), no período Particular atenção será dada aos atuais patamares de desemprego por sexo, ao movimento de maior formalização das relações de trabalho de homens e mulheres e aos indicadores de rendimento do trabalho em um contexto de continuidade do movimento de ampliação do mercado de trabalho da RMPA, embora com menor dinamismo. Analisando os principais indicadores da PED-RMPA para o ano de 2013, constatase que o mercado de trabalho regional apresentou leve melhora em comparação ao ano

2 2 anterior. A pequena variação positiva do nível ocupacional (0,4%), concomitantemente à relativa estabilidade da População Economicamente Ativa (-0,2%), foi o que determinou a continuidade na redução da taxa de desemprego total, que atingiu 6,4%, situando-se no mais baixo valor anual da série histórica da PED-RMPA. O rendimento médio real dos ocupados registrou aumento de 3,0%, resultado superior ao verificado no ano anterior (0,7%). Os resultados positivos do mercado de trabalho regional impactaram, de forma distinta, as mulheres e os homens ocupados. Assim, constata-se que a presença das mulheres no mercado de trabalho regional voltou a declinar em 2013, após a relativa estabilidade do ano anterior, tendo sua taxa de participação diminuído de 49,4% em 2012 para os atuais 48,9%. Para os homens, esse indicador também mostrou queda, seguindo movimento dos últimos quatro anos, ao passar de 65,7% para 65,2%. A taxa de desemprego total apresentou redução para ambos os sexos: a taxa feminina recuou para 7,5% em 2013 face aos 8,2% de 2012, enquanto a masculina passou de 6,0% para 5,4%. A fraca geração de novas oportunidades de trabalho, em 2013, favoreceu mais aos homens do que às mulheres. No entanto, a formalização das relações de trabalho, que se ampliou para ambos os sexos, foi mais intensa para as mulheres, dentre as quais esse movimento vem sendo observado desde Para as mulheres, essa expansão se deveu unicamente ao aumento de ocupações com carteira de trabalho assinada no setor privado, enquanto que, para os homens, houve aumento nos setores privado e público. A elevação do rendimento médio real, registrada em 2013, foi mais intensa entre as mulheres. O rendimento médio real por hora elevou-se 6,7% para as mulheres e 2,3% para os homens. Esse bom desempenho voltou a reduzir a diferença entre os dois segmentos: em 2012, os valores médios auferidos pelas mulheres correspondiam a 79,4% dos obtidos pelos homens e, em 2013, essa proporção passou para 82,8%.

3 3 Tabela A Estimativa e distribuição da População Economicamente Ativa, dos ocupados e dos desempregados e taxas de participação e de desemprego, segundo o sexo, na Região Metropolitana de Porto Alegre 2012 e 2013 CONDIÇÃO DE ATIVIDADE VARIAÇÃO ABSOLUTA Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres População Economicamente Ativa Ocupados Desempregados Distribuição (%) População Economicamente Ativa 100,0 53,6 46,4 100,0 53,7 46, Ocupados...100,0 54,2 45,8 100,0 54,3 45, Desempregados ,0 46,1 53,9 100,0 45,7 54, Taxa de participação (%)... 57,0 65,7 49,4 56,5 65,2 48, Taxa de desemprego (%)... 7,0 6,0 8,2 6,4 5,4 7, NOTA: Estimativas em pessoas, atualizadas em set./12; ver Nota técnica nº 2. Reduz-se a participação das mulheres no mercado de trabalho 1 - As oportunidades de trabalho, nos anos recentes, vêm sendo acompanhadas, geralmente, de redução na taxa de participação da força de trabalho, indicando uma menor pressão da População em Idade Ativa (PIA) população com 10 anos ou mais de idade sobre o mercado de trabalho, na Região. Assim, em 2013, a incorporação feminina na População Economicamente Ativa (PEA) parcela da PIA que se encontra ocupada ou desempregada, medida pela taxa de participação, apresentou queda. 2 - A taxa de participação das mulheres voltou a declinar, após a relativa estabilidade do ano anterior, passando de 49,4% da PIA feminina, observada em 2012, para 48,9%, em 2013, e retomando o movimento de queda registrado desde Entre os homens, esse indicador também mostrou retração, dando continuidade ao comportamento registrado nos últimos quatro anos, ao passar de 65,7% para 65,2% da PIA masculina. A retração nas taxas de participação verificada no último ano ocorreu concomitantemente à pequena variação positiva do nível ocupacional, o que provocou queda nas taxas de desemprego.

4 4 Taxa de desemprego mantém trajetória de declínio 3 - A taxa de desemprego teve queda para ambos os sexos, sendo ligeiramente mais intensa para os homens. Entre as mulheres, a taxa de desemprego passou de 8,2% para 7,5% da PEA feminina, em 2013, seguindo a trajetória de queda observada nos anos 2000 e interrompida apenas em A taxa masculina vem se reduzindo desde 2010 e passou de 6,0% para 5,4% entre 2012 e 2013 (Gráfico A). Para as mulheres, a queda da taxa de desemprego decorreu mais da diminuição da força de trabalho da Região, dado que seu nível ocupacional permaneceu praticamente estável. O contingente de mulheres desempregadas foi estimado em 66 mil pessoas (6 mil a menos do que em 2012), e o de homens em 56 mil pessoas (5 mil a menos). Não obstante os resultados positivos, a taxa de desemprego feminina permanece mais elevada do que a masculina, e as mulheres seguem representando mais da metade dos desempregados (54,3% do total). Gráfico A Taxas percentuais de desemprego, total e por sexo, na RMPA

5 5 4 - O tempo médio de procura de trabalho é também um indicador importante para medir a vulnerabilidade ao desemprego. Em 2013, houve redução desse indicador para ambos os sexos: para as mulheres, o tempo médio de procura ficou em 21 semanas (uma semana a menos do que no ano anterior), enquanto, para os homens, a diminuição foi de duas semanas, e o indicador recuou para 19 semanas. Esses valores situaram-se nos menores patamares da série histórica da PED-RMPA, iniciada em Ainda assim, permanece a situação de desvantagem para as mulheres, que vêm apresentando o tempo médio de procura constantemente mais elevado do que o dos homens (Gráfico B). Gráfico B Tempo médio de procura de trabalho, segundo o sexo, na RMPA Ocupação cresce pouco, mas aumenta a formalização entre as mulheres 5 - Em 2013, a pequena variação positiva do nível ocupacional resultou de uma maior geração de novos postos de trabalho para o contingente masculino (0,5% ou 5 mil trabalhadores a mais), uma vez que o nível ocupacional das mulheres ficou praticamente estável (0,2% ou mais 2 mil mulheres ocupadas). O contingente feminino ocupado passou para 813 mil, mantendo praticamente inalterada a distribuição da ocupação por sexo na RMPA: a proporção de mulheres no total de ocupados continua inferior à dos homens, situando-se em 45,7%, no ano em análise.

6 6 6 - Não obstante o fraco desempenho do nível ocupacional, merece destaque o fato de que a geração de novos postos de trabalho manteve a tendência de maior formalização das relações de trabalho, a qual vem sendo observada desde 2004, para ambos os sexos. Cabe destacar que, em 2013, a ampliação do emprego assalariado legalizado foi mais intensa entre as mulheres e deveu-se unicamente ao aumento de ocupações com carteira de trabalho assinada no setor privado (mais 18 mil empregos), pois, no setor público, o nível de emprego ficou estável. Com esse resultado, a parcela de mulheres com carteira assinada no setor privado elevou-se para mais da metade (50,3%) do total de ocupadas, pela primeira vez na série da Pesquisa no ano 2000, essa parcela atingia apenas 37,0% das mulheres trabalhadoras. Para os homens, o aumento foi menor: 9 mil empregos com carteira no setor privado, condição esta que representava a parcela de 54,9% do total de trabalhadores masculinos, e 1 mil no público. Outro ponto positivo no que se refere às formas de inserção assalariadas está na redução do assalariamento sem carteira de trabalho assinada de 4,0% entre as mulheres e 12,6% para os homens, sinalizando o aumento da qualidade do emprego ocupacional dos trabalhadores da Região (Gráfico C). Gráfico C Variação relativa do nível de ocupação, segundo o sexo, por modalidade de inserção ocupacional, na RMPA 2013/2012 (%)

7 7 7 - Dentre as demais modalidades de inserção ocupacional, observou-se redução, em todas as categorias, para as mulheres. A queda foi de 5,9% entre as autônomas e de 4,8% nas demais posições (inclui profissionais liberais, donos de negócio familiar, trabalhadores familiares sem remuneração, etc.). No emprego doméstico, modalidade constituída em sua quase totalidade por mulheres, houve queda de 5,4% no contingente, como resultado da diminuição tanto na modalidade de emprego doméstico mensalista (- 6,5%) quanto na de diarista (-6,4%). Esse desempenho reforça a constatação de que a dinâmica do mercado de trabalho local fomentou uma melhoria qualitativa na ocupação feminina, dando continuidade a um movimento que vem sendo observado nos últimos anos, o qual adquire especial relevância, visto que as mulheres estão mais frequentemente expostas a situações precárias de trabalho e de baixos rendimentos. Para os trabalhadores masculinos, ao lado do aumento do emprego assalariado formalizado também cresceu o nível ocupacional entre os autônomos (3,0%) especialmente entre os que trabalham para empresa e os empregadores (5,6%) Tabela B. Tabela B Índices do nível de ocupação, por modalidade de inserção ocupacional e sexo, na RMPA 2012 e 2013 POSIÇÃO NA OCUPAÇÃO VARIAÇÃO RELATIVA 2013/2012 Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres TOTAL DE OCUPADOS ,7 99,9 101,8 101,1 100,4 102,0 0,4 0,5 0,2 Total de assalariados (1) ,4 99,7 101,1 101,4 99,4 103,6 1,0-0,3 2,5 Assalariados do setor privado ,3 100,3 100,2 101,5 99,8 103,9 1,2-0,5 3,7 Com carteira assinada ,8 99,8 102,1 103,6 101,5 106,8 2,8 1,7 4,6 Sem carteira assinada... 97,0 101,3 87,7 87,3 88,5 84,2-10,0-12,6-4,0 Assalariados do setor público ,5 96,8 103,4 100,5 97,9 103,4 0,0 1,1 0,0 Autônomos ,0 98,8 102,4 100,0 101,8 96,4 0,0 3,0-5,9 Autônomos que trabalham para o público 98,4 98,4 98,5 96,8 99,2 92,5-1,6 0,8-6,1 Autônomos que trabalham para empresa 105,0 102,4 111,1 108,3 109,5 105,6 3,1 6,9-5,0 Empregadores ,0 96,4 108,3 103,8 101,8 108,3 3,8 5,6 0,0 Empregados domésticos... 97,9 (2)- 97,9 92,8 (2)- 92,6-5,2 - -5,4 Mensalistas... 95,5 (2)- 96,9 91,0 (2)- 90,6-4,7 - -6,5 Diaristas ,3 (2)- 103,3 96,7 (2)- 96,7-6,4 - -6,4 Trabalhadores familiares... (2)- (2)- (2)- (2)- (2)- (2) Demais (3) ,3 109,5 120,0 111,7 109,5 114,3-2,3 0,0-4,8 NOTA: Os índices têm como base a média de 2011 = 100. (1) Inclusive aqueles que não informaram o segmento em que trabalham. (2) A amostra não comporta desagregação para a categoria. (3) Inclui profissionais universitários autônomos, donos de negócio familiar, etc. 8 - O comportamento da ocupação feminina, entre 2012 e 2013, segundo os diferentes setores da atividade econômica, mostrou expansão no setor comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (3,2%), acrescentando 5 mil pessoas, enquanto, na indústria de transformação, observou-se decréscimo de 4,7% (menos 5 mil

8 8 mulheres ocupadas). Já no setor serviços, em que está concentrada a maioria das mulheres ocupadas (66,4%), houve relativa estabilidade (0,2% ou mais 2 mil). Os trabalhadores masculinos, por sua vez, tiveram aumentos nos setores de comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (1,5%) e serviços (1,4%), acrescentando 3 mil e 6 mil ocupados respectivamente. Em contrapartida, apresentaram decréscimo de 4,3% na construção e estabilidade na indústria de transformação (Tabela C). Tabela C SETOR DE ATIVIDADE Índices do nível de ocupação, por setor de atividade e sexo, na RMPA 2012 e VARIAÇÃO RELATIVA 2013/2012 Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total de ocupados (1) ,7 99,9 101,8 101,1 100,4 102,0 0,4 0,5 0,2 Indústria de transformação (2) ,0 100,5 101,9 99,3 100,5 97,1-1,7 0,0-4,7 Construção (3) ,0 99,2 (4)- 95,9 94,9 (4)- -4,1-4,3 - Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (5) ,3 98,5 103,3 102,9 100,0 106,6 2,6 1,5 3,2 Serviços (6) ,1 100,7 101,3 101,9 102,1 101,5 0,8 1,4 0,2 NOTA: Os índices têm como base a média de 2011 = 100. (1) Inclui agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (Seção A); indústrias extrativas (Seção B); eletricidade e gás (Seção D); água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação (Seção E); organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais (Seção U); atividades mal definidas (Seção V). As seções mencionadas referem-se à CNAE 2.0 domiciliar. (2) Seção C da CNAE 2.0 domiciliar. (3) Seção F da CNAE 2.0 domiciliar. (4) A amostra não comporta a desagregação para essa categoria. (5) Seção G da CNAE 2.0 domiciliar. (6) Seções H a T da CNAE 2.0 domiciliar. 9 - Na análise da escolaridade dos ocupados, por sexo, observa-se, em 2013, que as mulheres ocupadas continuam com maior concentração relativa nas faixas de escolaridade mais altas de ensino médio completo (45,4%) e de ensino superior completo (19,8%), frente aos 42,5% e 14,3% que correspondem aos trabalhadores masculinos. Já nas faixas de menor escolaridade, são os homens ocupados que apresentam maior concentração. Assim, constata-se que as mulheres ocupadas seguem apresentando escolaridade superior à dos homens, na condição em foco. Entretanto, tais resultados não se refletem nas oportunidades de ingresso no mercado de trabalho e tampouco nas diferenças de remuneração entre mulheres e homens, condições essas que seguem menos favoráveis para as mulheres, trazendo desafios para a redução das desigualdades de gênero no mercado de trabalho Finalizando a análise da ocupação, cabe destacar que o tempo de permanência no trabalho exercido, em 2013, apresentou estabilidade para as mulheres (62 meses) e acréscimo para os homens (de 67 para 68 meses), aumentando as

9 9 desigualdades entre eles. O menor tempo de permanência para as mulheres indica maior rotatividade para a força de trabalho feminina. A elevação do rendimento favoreceu mais as mulheres em O rendimento médio real do trabalho dos ocupados na RMPA, em 2013, elevou-se em 3,0% em relação a 2012, alcançando R$ Na observação segundo o sexo, constata-se que o crescimento do rendimento médio real foi mais intenso para as mulheres (4,1%) do que para os homens (2,3%). Todavia, mesmo se elevando para R$ 1.481, o rendimento médio real feminino seguia sendo inferior ao auferido pela força de trabalho masculina ocupada, cujo valor ficou em R$ (Gráfico D). Tais comportamentos resultaram em pequena diminuição da desigualdade de renda entre os sexos, tendo em vista que, em 2012, o rendimento médio real feminino equivalia a 74,0% do rendimento auferido pelos homens, passando a representar 75,3% dos ganhos masculinos em Gráfico D Rendimentos médios reais dos ocupados, no trabalho principal, por sexo, na RMPA (R$) NOTA: O inflator utilizado é o IPC-IEPE; valores em reais de nov./ Legenda: Homens Mulheres 12 - Considerando o setor de atividade econômica, em 2013 ocorreu incremento generalizado nos rendimentos, excetuando-se, para as mulheres, o setor do comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas, o qual permaneceu estável. Ressaltese, entretanto, com relação ao ano anterior, que as trabalhadoras femininas obtiveram

10 10 maiores ganhos no rendimento médio real nos setores da indústria de transformação (5,5%) e de serviços (4,4%), comparativamente aos obtidos por seus colegas masculinos (0,9% e 2,8% respectivamente). Desse modo, verifica-se, nesses setores, uma redução da desigualdade de renda entre os sexos: em 2013, as mulheres auferiam 66,3% do rendimento médio masculino na indústria e 71,0% do rendimento nos serviços, frente aos 63,5% e 69,8% registrados no ano anterior. No comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas, por sua vez, o diferencial de renda entre sexos ampliou-se, uma vez que os homens tiveram aumento (1,2%), e as mulheres, estabilidade (Gráfico E). Gráfico E Proporção do rendimento médio real no trabalho principal das mulheres, em relação ao dos homens, por setor de atividade da RMPA 2012 e 2013 (%) Legenda: NOTA: O inflator utilizado foi o IPC-IEPE; valores em reais de nov./ Por posição na ocupação, em consonância com a ampliação da formalização do emprego feminino, o rendimento médio real das mulheres assalariadas, em 2013, aumentou tanto no setor privado, quanto no setor público. No setor privado, o aumento do rendimento das mulheres (5,5%) foi mais expressivo do que o dos homens (1,7%), reduzindo o diferencial de rendimentos entre eles a proporção em relação ao salário masculino passou de 75,0% em 2012 para 77,7% em No setor público, ao contrário, os trabalhadores masculinos levaram vantagem (aumento de 8,0%) em relação às

11 11 mulheres (4,4%), o que contribuiu para alargar a diferença entre os seus rendimentos o contingente feminino passou a auferir 77,0% do rendimento masculino em 2013 frente aos 79,6% do ano anterior. A categoria de autônomos apresentou redução do rendimento médio real para ambos os segmentos em análise, tendo as mulheres um decréscimo maior (-3,3%) do que o dos homens (-0,9%), aumentando, assim, o diferencial de rendimentos entre eles de 63,4%, em 2012, a proporção do rendimento das mulheres passou, em 2013, para 61,7% do rendimento masculino (Tabela D). Tabela D Rendimento médio real dos ocupados no trabalho principal, segundo a posição na ocupação e sexo, na Região Metropolitana de Porto Alegre 2012 e 2013 POSIÇÃO NA OCUPAÇÃO RENDIMENTO DAS MULHERES EM RELAÇÃO AO DOS HOMENS (%) Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total de ocupados (1) ,0 75,3 Total de assalariados (2) ,1 82,7 Assalariados do setor privado ,0 77,7 Com carteira assinada ,1 77,7 Sem carteira assinada ,1 75,7 Assalariados do setor público ,6 77,0 Autônomos ,4 61,7 Autônomos que trabalham para o público ,8 62,2 Autônomos que trabalham para a empresa (3) (3)- - - Empregadores (3) (3)- - - Empregados domésticos (3) (3) Mensalistas (3) (3) Diaristas (3) (3) Demais (4) ,8 93,7 NOTA: O inflator utilizado foi o IPC-IEPE; valores em reais de nov./13. (1) Exclusive os assalariados e os empregados domésticos mensalistas que não tiveram remuneração no mês, os trabalhadores familiares sem remuneração salarial e os empregados que receberam exclusivamente em espécie ou benefício. (2) Inclusive aqueles que não informaram o segmento em que trabalham. (3) A amostra não comporta desagregação para a categoria. (4) Inclui profissionais universitários autônomos, donos de negócio familiar, etc A análise do rendimento médio real por hora permite uma visão mais acurada das diferenças de renda entre os sexos, tendo em vista a jornada semanal de trabalho das mulheres ser, em média, inferior à dos homens. Considerando a posição na ocupação, as trabalhadoras femininas apresentaram, em 2013, um aumento generalizado, enquanto os homens tiveram redução entre os assalariados do setor privado sem carteira, entre os autônomos que trabalham para empresa e na categoria demais posições. Destaque-se que, no assalariamento do setor privado, o aumento do

12 12 salário médio real feminino (8,1%) foi mais do que o dobro do registrado para os trabalhadores masculinos (4,0%). Tal resultado contribuiu para a diminuição das desigualdades de rendimentos entre os sexos, cujo diferencial se reduz quando se considera o rendimento/hora, em comparação ao rendimento médio real. De fato, a proporção do rendimento/hora feminino, em 2013, em relação ao masculino, atingia 82,8%. Constata-se um estreitamento das diferenças em todas as posições na ocupação, exceto no assalariamento do setor público, onde os homens tiveram um aumento maior do rendimento/hora do que as mulheres a proporção do salário/hora feminino em relação ao masculino passou de 86,2% em 2012 para 83,4% em 2013 (Tabela E). Tabela E Rendimento médio real por hora dos ocupados no trabalho principal, segundo posição na ocupação e sexo, na Região Metropolitana de Porto Alegre 2012 e 2013 POSIÇÃO NA OCUPAÇÃO RENDIMENTO DAS MULHERES EM RELAÇÃO AO DOS HOMENS Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total de ocupados (1)... 9,19 10,22 8,11 9,70 10,45 8,65 79,4 82,8 Total de assalariados (2)... 9,21 9,82 8,36 9,53 10,10 8,98 85,1 88,9 Assalariados do setor privado... 7,92 8,66 6,80 8,33 9,01 7,35 78,5 81,5 Com carteira assinada... 8,17 8,94 7,04 8,41 9,10 7,40 78,7 81,4 Sem carteira assinada... 6,56 7,08 5,64 6,60 6,97 6,18 79,6 88,7 Assalariados do setor público... 17,03 18,76 16,18 18,54 20,26 16,89 86,2 83,4 Autônomos... 8,47 9,28 6,62 8,63 9,44 6,74 71,4 71,4 Autônomos que trabalham para o público 7,99 8,89 6,44 8,28 9,06 6,53 72,4 72,0 Autônomos que trabalham para empresa 9,98 11,07 (3)- 9,65 10,72 (3)- - - Empregadores... 15,35 16,88 (3)- 16,58 18,42 (3)- - - Empregados domésticos... 5,42 (3)- 5,49 5,73 (3)- 5, Mensalistas... 4,98 (3)- 5,02 5,26 (3)- 5, Diaristas... 6,98 (3)- 6,99 7,64 (3)- 7, Demais (4)... 13,23 13,66 12,61 13,37 13,49 13,20 92,3 97,8 NOTA: O inflator utilizado é o IPC-IEPE; valores em reais de nov./13. (1) Exclusive os assalariados e os empregados domésticos mensalistas que não tiveram remuneração no mês, os trabalhadores familiares sem remuneração salarial e os empregados que receberam exclusivamente em espécie ou benefício. Exclusive os que não trabalharam na semana. (2) Inclusive aqueles que não informaram o segmento em que trabalham. (3) A amostra não comporta desagregação para a categoria. (4) Inclui profissionais universitários autônomos, donos de negócio familiar, etc. Instituições participantes Cooperação Técnica Regional: Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social do Estado do Rio Grande do Sul; Secretaria de Planejamento, Gestão e Participação Cidadã do Estado do Rio Grande do Sul; Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS); Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser (FEE); Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE); Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE); Prefeitura Municipal de Porto Alegre (PMPA). Apoio: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)/ Fundo do Amparo ao Trabalhador (FAT); Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS).

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