Taxa de desemprego mantém-se relativamente estável

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1 MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE Ano 26 Número 01 Janeiro de 2017 * Taxa de desemprego mantém-se relativamente estável As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre (PED-RMPA) para o mês de janeiro de 2017 mostram relativa estabilidade da taxa de desemprego total e redução do nível ocupacional. O rendimento médio real referente ao mês de dezembro de 2016 apresentou variação positiva para o total de ocupados, assalariados e, principalmente, trabalhadores autônomos. Tabela A Estimativas do número de pessoas de 10 anos e mais, segundo condição de atividade, e taxas de desemprego, total e por tipo, na RMPA - jan./16, dez./16 e jan./17 CONDIÇÕES DE ATIVIDADE E TAXAS DE DESEM PREGO jan/17 jan/17 jan/17 jan/17 dez/16 jan/16 dez/16 jan/16 P OP ULA ÇÃ O EM ID A D E A T IVA ,1 0,1 População Economicamente Ativa ,7-0,7 Ocupados ,5-1,7 Desempregados ,9 8,3 Em Desemprego Aberto ,2 11,2 Em Desemprego Oculto (1) Inativo s co m 10 A no s e M ais ,9 0,9 T A XA D E D ESEM P R EGO (%) jan/16 Total... 9,7 10,7 10, ,9 9,3 Aberto... 8,2 9,0 9, ,2 12,2 Oculto... 1,5 1,7 (1) FONTE: PED-RM PA - Convênio FEE, FGTAS, SEADE, DIEESE - Apoio M Tb/FAT. NOTA: 1. As estimativas de jan./15 a abr./15 foram corrigidas em jan./16 devido à atualização de pesos amostrais. 2. Projeções populacionais atualizadas em jan./16; ver Nota Técnica nº 2. (1) A amostra não comporta a desagregação para essa categoria. ESTIM ATIVAS (1 000 pessoas) dez/16 jan/17 Absoluta (1 000 pessoas ) VARIAÇÕES Relativa (%) * Refere-se ao trimestre móvel dos meses de novembro, dezembro de 2016 e janeiro de As informações sobre rendimento correspondem ao trimestre móvel anterior (outubro, novembro e dezembro de 2016).

2 2 Comportamento do mês 1. De acordo com os dados da PED-RMPA, a taxa de desemprego total apresentou relativa estabilidade de dezembro de 2016 para janeiro de 2017, passando de 10,7% para 10,6% da População Economicamente Ativa (PEA). A taxa de desemprego aberto também apresentou relativa estabilidade, ao passar de 9,0% para 9,2% da PEA no mesmo período (Gráfico A). 2. O número total de desempregados, em janeiro de 2017, foi estimado em 195 mil pessoas, menos 8 mil em relação ao mês anterior. Esse resultado deveu-se ao fato de que a redução do contingente de ocupados (menos 43 mil, -2,5%) foi menor que a saída de pessoas do mercado de trabalho da Região (menos 51 mil, -2,7%) Tabela A. A taxa de participação diminuiu de 53,3% para 51,9% no período em análise. Gráfico A Taxas de Desemprego na RMPA Janeiro/16 Janeiro/17 FONTE: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE - Apoio MTE/FAT. NOTA: A taxa de desemprego total é composta pela soma das taxas de desemprego aberto e oculto. 3. Em janeiro, a queda do nível ocupacional na RMPA foi de 2,5%, tendo sido estimado um contingente de mil ocupados. Com referência aos setores de atividade econômica analisados, constatou-se redução nos serviços (menos 45 mil ocupados, ou -4,7%), na construção (menos 10 mil ocupados, ou -7,8%) e no comércio, reparação de veículos

3 3 automotores e motocicletas (menos 7 mil ocupados, ou -2,2%). De forma distinta, registrouse aumento na indústria de transformação (mais 15 mil ocupados, ou 5,5%) Tabela B. Tabela B Estimativas do número de ocupados, segundo setores de atividade, na RMPA - jan./16, dez./16 e jan./17 SETORES DE ATIVIDADE ESTIMATIVAS (1 000 pessoas) jan/16 dez/16 jan/17 VARIAÇÕES Absoluta (1 000 pessoas) Relativa (%) jan/17 jan/17 jan/17 jan/17 dez/16 jan/16 dez/16 jan/16 TOTAL (1) ,5-1,7 Indústria de transformação (2) ,5 8,3 Construção (3) ,8-0,8 Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (4) ,2-3,9 Serviços (5) ,7-4,0 FONTE: PED-RM PA - Convênio FEE, FGTAS, SEADE, DIEESE - Apoio MTb/FAT. NOTA : 1. A captação da CNAE 2.0 domiciliar na PED iniciou-se em nov./10; ver Nota Técnica nº1. 2. As estimativas de jan./15 a abr./15 foram corrigidas em jan./16 devido à atualização de pesos amostrais. 3. Projeções populacionais atualizadas em jan./16; ver Nota Técnica nº 2. (1) Inclui as seguintes seções da CNAE 2.0 domiciliar: agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (Seção A); indústrias extrativas (Seção B); eletricidade e gás (Seção D); água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação (Seção E); organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais (Seção U); atividades mal definidas (Seção V). (2) Seção C da CNAE 2.0 domiciliar. (3) Seção F da CNAE 2.0 domiciliar. (4) Seção G da CNAE 2.0 domiciliar. (5) Seções H a T da CNAE 2.0 domiciliar. 4. Segundo a posição na ocupação, diminuiu o contingente de assalariados (menos 11 mil, ou -0,9%) devido à redução no setor público (menos 17 mil, ou -8,7%), uma vez que houve aumento no setor privado (mais 6 mil, ou 0,6%). No âmbito do setor privado, houve aumento do emprego com carteira (mais 5 mil, ou 0,6%) e relativa estabilidade do sem carteira (mais 1 mil, ou 1,2%). Em relação aos demais contingentes, constataram-se redução para os trabalhadores autônomos (menos 29 mil, ou -11,7%) e empregados domésticos (menos 3 mil, ou -3,0%) e estabilidade para o agregado demais posições, que inclui empregadores, donos de negócio familiar, trabalhadores familiares sem remuneração, profissionais liberais, etc. (Tabela C). 5. De novembro a dezembro de 2016, o rendimento médio real apresentou pequeno aumento para o total de ocupados (0,5%), para os assalariados (0,4%) e, com maior intensidade, para os trabalhadores autônomos (8,0%). Em termos monetários, esses rendimentos passaram a corresponder a R$ 1.924, R$ e R$ respectivamente (Tabela D).

4 4 Tabela C Estimativas do número de ocupados, segundo posição na ocupação, RMPA - jan./16, dez./16 e jan./17 POSIÇÃO NA OCUPAÇÃO ESTIMATIVAS (1 000 pessoas) VARIAÇÕES Absoluta (1 000 pessoas) Relativa (%) jan/16 dez/16 jan/17 jan/17 jan/17 jan/17 dez/16 jan/16 dez/16 jan/16 TOTAL ,5-1,7 Total de Assalariados (1) ,9-5,1 Setor Privado ,6-3,7 Com Carteira Assinada ,6-3,2 Sem Carteira Assinada ,2-8,5 Setor Público ,7-11,9 Autônomos ,7 10,1 Empregados domésticos ,0 10,3 Demais Posições (2) ,0 2,9 NOTA: 1. As estimativas de jan./15 a abr./15 foram corrigidas em jan./16 devido à atualização de pesos amostrais. trabalhadores familiares sem remuneração, profissionais universitários autônomos e outras posições ocupacionais. jan/17 FONTE: PED-RM PA - Convênio FEE, FGTAS, SEADE, DIEESE - Apoio M Tb/FAT. 2. Projeções populacionais atualizadas em jan./16; ver Nota Técnica nº 2. (1) Incluem aqueles que não sabem a que setor pertence a empresa em que trabalham. (2) Incluem empregadores, donos de negócio familiar, Tabela D Rendimento médio real dos ocupados, dos assalariados, segundo categorias selecionadas, e dos trabalhadores autonômos, na RMPA - dez./16, nov./16 e dez./16 RENDIMENTOS VARIAÇÕES CATEGORIAS SELECIONADAS (R$) (%) dez/15 nov/16 dez/16 dez/16 dez/16 nov/16 dez/15 TOTAL DE OCUPADOS (1) ,5-5,2 Total de Assalariados (2) ,4 0,4 Setor Privado ,2 2,3 Indústria de transformação(3) ,2-1,4 Comércio e reparação de veículos (4) ,1 0,5 Serviços (5) ,5 7,2 Com Carteira Assinada ,4 2,7 Sem Carteira Assinada... (7) (7) (7) - - Setor Público (6) ,7-7,5 Trabalhadores Autônomos ,0-7,2 FONTE: PED-RM PA - Convênio FEE, FGTAS, SEADE, DIEESE - Apoio M Tb/FAT. NOTA: 1. A captação da CNAE 2.0 domiciliar na PED iniciou-se em nov./10; ver Nota Técnica nº O inflator utilizado foi o IPC-IEPE; valores em reais de dez./16. (1) Inclui empregadores, donos de negócio familiar, trabalhadores familiares sem remuneração, profissionais universitários autônomos e outras posições ocupacionais. (2) Exclui os empregados domésticos e inclui aqueles que não sabem a que setor pertence a empresa em que trabalham. (3) Seção C da CNAE 2.0 domiciliar. (4) Seção G da CNAE 2.0 domiciliar. (5) Seções H a S da CNAE 2.0 domiciliar e excluem os serviços domésticos (6) Inclui os estatutários e os celetistas que trabalham em instituições públicas (Governos M unicipal, Estadual, Federal, empresa de economia mista, autarquia, fundação, etc.). (7) A amostra não permite desagregação para essa categoria.

5 5 6. Entre novembro e dezembro de 2016, a massa de rendimentos reais apresentou leve variação negativa para os ocupados (-0,3%) e aumento para os assalariados (1,7%). Para os ocupados, esse resultado deveu-se à diminuição do nível de ocupação, uma vez que aumentou ligeiramente o rendimento médio real. Já para os assalariados, esse resultado foi decorrente de aumento, principalmente, do nível de emprego (Gráfico B). Gráfico B Índice da massa de rendimentos reais dos coupados na RMPA FONTE: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE - Apoio MTE/FAT. NOTA: 1. O inflator utilizado foi o IPC-IEPE; os dados têm como base a média de 2000 = Os ocupados incluem aqueles que não tiveram remuneração no mês e excluem os trabalhadores familiares sem remuneração salarial. 3. As estimativas de jan./15 a abr./15 foram corrigidas em jan./16 devido à atualização de pesos amostrais. 4. Projeções populacionais atualizadas em jan./16; ver Nota Técnica nº 2.

6 6 Comportamento em 12 meses 7. Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, a taxa de desemprego total na RMPA aumentou de 9,7% para 10,6% da PEA. No mesmo período, a taxa de desemprego aberto elevou-se de 8,2% para 9,2%. 8. Na comparação anual, o contingente de desempregados teve um acréscimo de 15 mil pessoas. Esse resultado deveu-se ao fato de a redução do nível de ocupação (menos 28 mil postos de trabalho, ou -1,7%) ter sido superior à saída de pessoas do mercado de trabalho da Região (menos 13 mil, ou -0,7%). A taxa de participação passou de 52,3% para 51,9% no mesmo período. 9. Na comparação de 12 meses, verificou-se retração de 1,7% no nível ocupacional (Gráfico C). Setorialmente, esse resultado decorreu de reduções nos serviços (menos 38 mil ocupados, ou -4,0%) e no comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (menos 13 mil ocupados, ou -3,9%) e aumento nas contratações na indústria de transformação (mais 22 mil ocupados, ou 8,3%). Já o setor de construção ficou relativamente estável (menos 1 mil ocupados, ou -0,8%). Gráfico C Variação anual do nível ocupacional na RMPA Jan/16 - Jan/17 FONTE: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT. NOTA: 1. Variação relativa em relação ao mesmo mês do ano anterior. 2. As estimativas de jan./15 a abr./15 foram corrigidas em jan./16 devido à atualização de pesos amostrais. 3. Projeções populacionais atualizadas em jan./16; ver Nota Técnica nº 2

7 7 10. De acordo com a posição na ocupação, na comparação anual, registrou-se diminuição do contingente de assalariados (menos 62 mil, ou -5,1%), resultante de reduções no setor privado (menos 38 mil, ou -3,7%) e no setor público (menos 24 mil, ou -11,9%). No âmbito do setor privado, observou-se redução tanto do emprego com carteira assinada (menos 30 mil, ou -3,2%) quanto do sem carteira (menos 8 mil, ou -8,5%). Com relação aos demais contingentes, constatou-se aumento para os trabalhadores autônomos (mais 20 mil, ou 10,1%), empregados domésticos (mais 9 mil, ou 10,3%) e para o agregado demais posições (mais 5 mil, ou 2,9%). 11. Entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016, houve redução dos rendimentos médios reais dos ocupados (-5,2%) e dos autônomos (-7,2%), enquanto os trabalhadores assalariados apresentaram leve aumento (0,4%). 12. A massa de rendimentos reais retraiu-se no mesmo período, tanto para os ocupados (-7,0%) quanto para os assalariados (-5,5%). Para os ocupados, esse resultado deveu-se à redução do rendimento médio real e do nível de ocupação, enquanto, para os assalariados, resultou exclusivamente da diminuição do nível de emprego, uma vez que, o salário médio real variou positivamente.

8 8 Nota Técnica Nº 1: Alteração dos indicadores de setor de atividade da PED na Região Metropolitana de Porto Alegre jul./12 Em novembro de 2010, a Pesquisa de Emprego e Desemprego iniciou a captação das informações referentes aos setores de atividade, considerando a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE Domiciliar 2.0). A partir de então, realizou-se dupla codificação dos dados captados no campo: a primeira, utilizando a classificação de atividade econômica da PED; e a segunda, a classificação da CNAE Domiciliar 2.0. Essa codificação em paralelo encerrou-se em maio de 2012, e, a partir de junho de 2012, foi adotada apenas a classificação derivada da CNAE Domiciliar 2.0. Com isso, as séries contendo informações sobre setor de atividade que utilizavam a classificação anterior, divulgadas até maio de 2012, foram interrompidas, iniciando-se novas séries trimestrais segundo a classificação da CNAE Domiciliar 2.0, com dados a partir de janeiro de Como decorrência, também foram alteradas as séries respectivas com a evolução dos números-índices, os quais passam a ter como base a média de Todos os demais indicadores continuam com suas séries inalteradas. Nº 2: Atualização dos Valores Absolutos das Séries Divulgadas pela PED na Região Metropolitana de Porto Alegre jan./16 Com a atualização das estimativas populacionais da FEE, o Núcleo de Demografia e Previdência ajustou a série histórica populacional realizada anteriormente para a Região Metropolitana de Porto Alegre. A população total dos meses de julho do período de 2000 a 2014 de cada ano é fornecida pelas Estimativas Populacionais FEE Revisão 2015, enquanto as populações totais para os demais meses de 2000 a 2014 e para todos os meses a partir de 2015 foram interpoladas e projetadas utilizando técnica de tendência. A PED-RMPA altera suas séries em números absolutos, a partir de agosto de 2000, referentes a População Total, População em Idade Ativa, População Economicamente Ativa, Ocupados, Desempregados e Inativos com pelo menos 10 anos. Instituições Participantes Cooperação Técnica Regional: Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social do Estado do Rio Grande do Sul; Secretaria de Planejamento, Gestão e Participação Cidadã do Estado do Rio Grande do Sul; Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social FGTAS; Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser FEE; Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos DIEESE; Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados SEADE; Prefeitura Municipal de Porto Alegre PMPA. Apoio: Ministério do Trabalho e Emprego MTE / Fundo do Amparo ao Trabalhador FAT. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul FAPERGS.

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