UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE ESTABILIDADE DO EMPREGADO CELETISTA Por: Verônica Cerqueira Lima Neves Orientador Prof. Dr. Carlos Afonso Leite Leocadio Rio de Janeiro 2009

2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE 2 ESTABILIDADE DO EMPREGADO CELETISTA Apresentação de monografia ao Instituto A Vez do Mestre Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Direito e Processo do Trabalho. Por: Verônica Cerqueira Lima Neves

3 AGRADECIMENTOS 3 À Deus, à minha saudosa mãe Maria Apparecida Cerqueira Lima Neves, à minha amada tia Maria de Lourdes Freitas Cerqueira Lima, ao meu amado tio José Álvaro de Freitas Cerqueira Lima e aos amigos e parentes, por entenderem os momentos de ausência.

4 DEDICATÓRIA 4 Dedico este trabalho à minha amada tia Maria de Lourdes Freitas Cerqueira Lima, por todo carinho, apoio e compreensão.

5 RESUMO 5 O tema Estabilidade do Empregado Celetista é abordado neste trabalho com o intuito de diferenciar e explicar as seguintes modalidades de estabilidade do empregado: estabilidade por tempo de serviço (absoluta, definitiva ou decenal) e a estabilidade provisória (relativa). Um breve histórico, em relação à estabilidade, é apresentado. É abordada a estabilidade em relação ao empregado portador do vírus HIV. É explicado que o empregado público, sendo aquele ocupante de emprego público e que presta serviço para a Administração Pública, é regido pelo regime trabalhista federal, subordinado às normas da CLT. A estabilidade é o direito do empregado de permanecer na empresa, mesmo contra a vontade do empregador, podendo ser dispensado nos casos excepcionalmente previstos em lei.

6 METODOLOGIA 6 O método utilizado para a confecção do presente trabalho foi a pesquisa bibliográfica, através da leitura de livros, jurisprudência, doutrinas diversas e o estudo da legislação trabalhista versando sobre estabilidade do empregado celetista, mediante a verificação de vários posicionamentos e escolha da melhor doutrina.

7 SUMÁRIO 7 INTRODUÇÃO 8 CAPÍTULO I ESTABILIDADE 10 CAPÍTULO II ESTABILIDADE POR TEMPO DE SERVIÇO 20 CAPÍTULO III ESTABILIDADES PROVISÓRIAS 27 CONCLUSÃO 40 BIBLIOGRAFIA 42 ATIVIDADES CULTURAIS 44 ÍNDICE 45

8 INTRODUÇÃO 8 Celetista. O objeto de estudo desta monografia é a Estabilidade do Empregado O objetivo buscado neste trabalho é o de dirimir dúvidas, principalmente, no tocante à evolução da estabilidade no decorrer dos anos. A ideia de estabilidade nasceu, inicialmente, no serviço público. A Constituição de 1824 já apresentava uma noção genérica de estabilidade em relação aos oficiais do Exército e Armada. Os servidores públicos passaram a ter direito a estabilidade com a Lei n de 1915, que proibia a despedida, desde que tivessem 10 anos de serviço. A primeira norma que tratou sobre estabilidade no emprego (no setor privado) surgiu no Brasil em 1923, com a Lei Eloy Chaves, sendo somente dedicada aos trabalhadores ferroviários que completassem 10 anos de serviço perante o mesmo empregador. A primeira Constituição Federal que tratou de estabilidade no emprego foi a de As modalidades de estabilidade estudadas são: estabilidade por tempo de serviço (absoluta, definitiva ou decenal) e a estabilidade provisória (relativa). A estabilidade decenal era aquela prevista no art. 492 da CLT, concedida a certo tipo de empregado que tivesse mais de 10 anos de serviço na mesma empresa e não optante do FGTS. Esse empregado só poderia ser dispensado por motivo de falta grave ou circunstâncias de força maior, devidamente

9 comprovadas. 9 Embora a estabilidade por tempo de serviço (decenal) tenha sido abolida na Constituição Federal de 1988, ela é mencionada devido à existência de trabalhadores que ainda fazem parte dessa modalidade. Estabilidade provisória é aquela em que o empregado tem garantido seu emprego, durante determinado tempo. É a impossibilidade temporária da dispensa do empregado, salvo nas hipóteses previstas em lei. A estabilidade decenal é aquela de caráter permanente, enquanto que a estabilidade provisória é temporária. O tema estabilidade é abordado dando-se maior ênfase às estabilidades provisórias, também chamadas de garantias de emprego, pois, na atualidade, o que se verifica são as estabilidades provisórias. O empregado público é aquele ocupante de emprego público, que presta serviço para a Administração Pública e é regido pelo regime trabalhista federal (CLT e outras normas). O instituto da estabilidade tem por objetivo proteger o empregado contra a despedida arbitrária e injusta por parte do empregador. É um direito ao emprego, o empregado não pode ser dispensado, salvo nos casos excepcionalmente previstos em lei.

10 CAPÍTULO I ESTABILIDADE 10 A estabilidade pode ser definida como o direito do empregado de continuar no emprego, ainda que contra a vontade do empregador, salvo nos casos previstos em lei. Sérgio Pinto Martins ensina que: A estabilidade é o direito do empregado de continuar no emprego, mesmo contra a vontade do empregador, desde que inexista uma causa objetiva a determinar sua despedida. Tem, assim, o empregado o direito ao emprego, de não ser despedido, salvo determinação de lei em sentido contrário (MARTINS, Sérgio Pinto, 2006, pág. 395). A estabilidade é uma forma de garantia de emprego, dificultando a despedida do empregado de forma arbitrária, por parte do empregador. Ele somente poderá dispensar o empregado nos casos previstos em lei. 1.1 Histórico A idéia de estabilidade nasce, inicialmente, no serviço público (MARTINS, Sérgio Pinto, 2006, pág. 393). A Constituição de 1824 previa uma noção genérica de estabilidade em seu art. 149: os oficiais do Exército e Armada não podem ser privados de suas Patentes, senão por Sentença proferida em Juízo competente. Já a Constituição de 1891, em seu artigo 76, modificava um pouco o texto anterior: os oficiais do Exército e da Armada só perderão suas patentes por condenação em mais de dois anos de prisão, passada em julgado nos tribunais competentes. O art. 57 assegurava aos juízes federais a

11 11 vitaliciedade, pois poderiam perder o cargo unicamente por sentença judicial. Os servidores públicos passaram a ter direito a estabilidade com a Lei n 2.924, de 1915, que proibia a despedida, desde que tivessem 10 anos de serviço. A primeira norma que tratou, efetivamente, da estabilidade no emprego no setor privado foi o Decreto n 4.682, de 24 de janeiro de 1923, a chamada Lei Eloy Chaves. Essa norma foi instituída de forma específica aos trabalhadores ferroviários que completassem 10 anos de serviço com o mesmo empregador. Eloy Chaves era deputado federal, representante eleito pela categoria dos ferroviários. As ferrovias na época eram poucas, mas poderosas. Tinham grande número de empregados. O art. 42 mencionava que: depois de 10 anos de serviços efetivos, o empregado das empresas a que se refere a presente lei só poderá ser demitido no caso de falta grave constatada em inquérito administrativo, presidido por um engenheiro da Inspetoria e Fiscalização das Estradas de Ferro. A primeira Constituição que tratou da estabilidade foi a de Na alínea f do art. 137 esclarecia que: nas empresas de trabalho contínuo, a cessação das relações de trabalho, a que o trabalhador não haja dado motivo, e quando a lei não lhe garanta a estabilidade no emprego, cria-lhe o direito a uma indenização proporcional aos anos de serviço. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei n de 1º de maio de 1943 (CLT), disciplinou a estabilidade nos artigos 492 a 500. Todo empregado que completasse 10 anos na empresa não poderia ser dispensado, salvo motivo de falta grave (devidamente verificada em inquérito judicial) ou circunstância de força maior, efetivamente comprovadas. A Constituição de 18 de setembro de 1946 reconhecia ao trabalhador, no inciso XII, do art. 157 que: estabilidade, na empresa ou na exploração rural, e

12 12 indenização ao trabalhador despedido, nos casos e nas condições que a lei estatuir. Com a promulgação da Lei n de 13 de setembro de 1966, que versava sobre o FGTS, o sistema de estabilidade ficou mitigado, pois a maioria das empresas só admitia empregados que fossem optantes do FGTS. A Constituição de 24 de janeiro de 1967 estabeleceu um sistema alternativo entre estabilidade ou fundo de garantia equivalente. O trabalhador poderia optar por qualquer um dos dois sistemas. Em seu art. 158, XIII esclarecia que: estabilidade, com indenização ao trabalhador despedido, ou fundo de garantia equivalente. Com a entrada da Constituição Federal de 1988, a estabilidade por tempo de serviço que era prevista no art. 492 da CLT, também conhecida como decenal, foi abolida. A indenização por tempo de serviço foi substituída pelo sistema do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A Lei n 8.036/1990, em seu artigo 14, caput, assegura que: Fica ressalvado o direito adquirido dos trabalhadores que, à data da promulgação da Constituição Federal de 1988, já tinham o direito à estabilidade no emprego nos termos do Capítulo V do Título IV da CLT. 1.2 Tipos de Estabilidade Há várias formas de estabilidade. Entre elas, destacam-se: a legal, a contratual, prevista em contrato individual, convenção ou acordo coletivo e a unilateral, instituída em regulamento da empresa (BARROS, Alice Monteiro de, 2007, pág. 952). Alice Monteiro de Barros afirma, ainda, que:

13 13 A estabilidade legal, como o próprio nome indica, advém de preceito legal. A estabilidade decenária vista nos tópicos anteriores é um tipo de estabilidade legal inserida no art. 492 da CLT. A estabilidade legal poderá ser também provisória (BARROS, Alice Monteiro de, 2007, pág. 952). A estabilidade a ser estudada será a legal, ou seja, a estabilidade por tempo de serviço (absoluta, definitiva ou decenal) e a estabilidade provisória (relativa). A estabilidade por tempo de serviço (absoluta, definitiva ou decenal) era garantida pelo artigo 492 da CLT ao empregado que tivesse mais de 10 anos de serviço na mesma empresa e que não fosse optante do FGTS. O empregado não poderia ser dispensado, salvo por motivo de falta grave ou força maior, devidamente comprovadas. Já a estabilidade provisória ou relativa é aquela devida ao empregado em determinadas situações, desde que preenchidas as condições ou causas para a concessão desse direito. O trabalhador não pode ser dispensado, salvo nos casos previstos em lei, em determinado período de tempo, como por exemplo: afastamento por acidente de trabalho, maternidade, dirigente sindical, cipeiros, entre outros. De acordo com Sérgio Pinto Martins: A verdadeira estabilidade era aquela por tempo de serviço, em que se considerava estável o empregado que tivesse 10 anos na empresa. As demais estabilidades podem ser chamadas de provisórias, pois ficam circunscritas a determinado período, normalmente 12 meses após o término do mandato (MARTINS, Sérgio Pinto, 2006, pág. 397). 1.3 Empregado Público Celetista Empregado público é aquele ocupante de emprego público, que presta

14 14 serviço para a Administração Pública, regido pelo regime trabalhista federal (CLT e outras normas) e contratado por prazo indeterminado. Segundo Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo: A expressão empregado público designa os agentes públicos que, sob regime contratual trabalhista (celetista), mantêm vínculo funcional permanente com a Administração Pública. São os ocupantes de empregos públicos, sujeitos, predominantemente, a regime jurídico de direito privado (ALEXANDRINO, Marcelo e PAULO, Vicente, 2008, pág. 123). A Constituição da República de 1988, em seu artigo 173, 1º, determina a observação obrigatória do regime da CLT ao Estado, nos casos de exploração econômica, por meio da empresa pública, da sociedade de economia mista ou de outras entidades. Segundo Maria Sylvia Zanella di Pietro: Os servidores das empresas públicas, sociedades de economia mista e fundações privadas regem-se pela legislação trabalhista. Para as empresas que exercem atividade econômica, esse regime é imposto pelo artigo 173, 1º da Constituição. Para os demais, não é obrigatório, mas é o que se adota por meio das leis ordinárias, por ser o mais compatível com o regime de direito privado a que se submetem (DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella, 2006, pág. 504). A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 37, inciso II, determina que a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público. De acordo com Francisco Ferreira Jorge Neto e Jouberto de Quadros Pessoa Cavalcante: (...) mesmo nas contratações pelo regime trabalhista, impõe-se à relação jurídica de trabalho preceitos de Direito Público, como por exemplo: exigência de aprovação em concurso público; vedação de acumulação de cargos e empregos, remuneração etc. (JORGE NETO, Francisco

15 15 Ferreira e CAVALCANTE, Jouberto de Quadros Pessoa, 2008, pág. 1380). A Constituição Federal, em seu art. 41, assegurou estabilidade, após três anos de efetivo exercício, aos servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. Entretanto, o Tribunal Superior do Trabalho (TST), através da Súmula n 390, inciso II, entende que o referido preceito não se aplica às empresas públicas e sociedades de economia mista, mesmo que concursados os seus empregados, a despedida não precisa ser motivada (Orientação Jurisprudencial n 247 da SDI-1 do TST), pois não estão amparados pela estabilidade prevista no art. 41 da Constituição Federal. A Redação da Súmula n 390, inciso II, dispõe que: II - Ao empregado de empresa pública ou de sociedade de economia mista, ainda que admitido mediante aprovação em concurso público, não é garantida a estabilidade prevista no art. 41 da CF/1988. Segundo Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo: Em que pese a inexistência de consenso, nossa opinião que julgamos majoritária entre os administrativistas é que empregados públicos não adquirem direito à estabilidade de que trata o art. 41 da Constituição, estejam na Administração Direta, estejam em qualquer entidade da Administração Indireta de qualquer ente da Federação. Pensamos que a estabilidade de que trata o art. 41 da Constituição é instituto próprio de regime jurídico de direito público, e empregados públicos, seja qual for o órgão ou entidade a que pertençam, têm seu vínculo funcional com a Administração Pública regido predominantemente pelo direito privado. (ALEXANDRINO, Marcelo e PAULO, Vicente, 2008, pág. 317). 1.4 Empregado Portador do Vírus HIV e a Estabilidade A República Federativa do Brasil, em seu artigo 3º, tem os seguintes objetivos fundamentais, constantes na Constituição Federal de 1988:

16 16 I - construir uma sociedade livre, justa e solidária; II - garantir o desenvolvimento nacional; III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. A Constituição Federal de 1988 consagra o princípio da igualdade, garantindo-se o direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (art. 5º da CF). Garantindo também a liberdade ao trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais (art. 5º, Xlll da CF). Não se admitindo qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais, sendo crime inafiançável e imprescritível a prática do racismo (art. 5º, XLl e XLII da CF). São direitos sociais do trabalhador: a educação, a saúde, o trabalho, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados (art. 6º da CF). A relação de emprego é protegida contra a dispensa arbitrária ou sem justa causa na forma da legislação em vigor (art. 7º, I, da CF). Atualmente, existe a multa de 40% sobre os valores do FGTS (art. 10, I, ADCT, art. 18, 1º, Lei n 8.030/1990). Sérgio Pinto Martins afirma que: Não poderá o empregador dispensar o soropositivo de AIDS se este estiver sob os cuidados do INSS, percebendo o auxíliodoença ou outro benefício previdenciário, pois se trataria de hipótese de suspensão do contrato de trabalho (art. 476 da CLT), a não ser que pague todas as verbas correspondentes do período do afastamento. É o que ocorreria se fosse obstado o direito de licença para tratamento de saúde do soropositivo (art. 1º, I, a, da Lei º 7.670, de ). (MARTINS, Sérgio Pinto, 2006, pág. 411). A redação do art. 1º, I, a da Lei n 7.670/88 dispõe que:

17 17 Art. 1º A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - SIDA/AIDS fica considerada, para os efeitos legais, causa que justifica: I - a concessão de: a) licença para tratamento de saúde prevista nos artigos 104 e 105 da Lei n 1.711, de 28 de outubro de 1952; A Lei n de 8 de setembro de 1988 trata dos benefícios previdenciários dos portadores do vírus HIV, inclusive autorizando o levantamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, independentemente da rescisão do contrato de trabalho (art. 1º, II da Lei n 7.670). Até o momento, não existe lei que confira estabilidade ao empregado portador do vírus HIV. Inexiste norma expressa disciplinando qualquer forma de garantia de emprego aos portadores de AIDS/SIDA (JORGE NETO, Francisco Ferreira e CAVALCANTE, Jouberto de Quadros Pessoa, 2008, pág. 754). A Lei n de 13 de abril de 1995 em seu artigo 1º estabelece que: Art. 1º Fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade, ressalvadas, neste caso, as hipóteses de proteção ao menor previstas no inciso XXXIII do art. 7º da Constituição Federal. De acordo com Francisco Ferreira Jorge Neto e Jouberto de Quadros Pessoa Cavalcante: Sabemos que não existe ainda uma forma de cura definitiva da AIDS, apenas tratamentos de controle, que são acessíveis à parte dos infectados. Aos que contraíram a doença são devidos o respeito, a solidariedade e a esperança da sociedade, logo, não se pode admitir a dispensa, por parte do empregador, em relação ao trabalhador portador do vírus HIV. No mínimo, seria uma dispensa discriminatória (JORGE NETO, Francisco Ferreira e CAVALCANTE, Jouberto de Quadros Pessoa, 2008, pág. 754).

18 1.5 Interação com Outros Institutos Estabilidade e o Aviso Prévio Não é possível conceder ao empregado o aviso prévio na fluência da garantia de emprego, ante a incompatibilidade dos dois institutos (Súmula 348 do TST). Cavalcante: Segundo Francisco Ferreira Jorge Neto e Jouberto de Quadros Pessoa Após a concessão do aviso prévio, não há mais a indeterminação do contrato, ante a fixação do seu termo final (art. 489, CLT). Portanto, não é possível a aquisição da estabilidade no curso do aviso prévio, trabalhado ou indenizado (Súmula 371) (JORGE NETO, Francisco Ferreira e CAVALCANTE, Jouberto de Quadros Pessoa, 2008, pág. 757). A estabilidade proporciona ao empregado a tranquilidade no emprego, enquanto que o aviso prévio tem como objetivo a procura de um novo trabalho Estabilidade e Aposentadoria A aposentadoria voluntária do empregado por ter completado o tempo de contribuição vinha sendo considerada pela jurisprudência como fator extintivo do contrato de trabalho (art. 453 da CLT e OJ 177 da SDI-1 do TST), por se tratar de decisão unilateral do empregado. Entretanto, em 30 de outubro de 2006, o TST cancelou a OJ 177, em razão do julgamento das ADI s /DF e /DF pelo Plenário do STF em 11 de outubro de 2006, que considerou inconstitucionais os 1º e 2º do art. 453 da CLT.

19 19 Diante das decisões do STF, a aposentadoria não é mais causa natural da extinção do contrato de trabalho. No particular, entendemos que a aposentadoria é a causa natural do término de qualquer estabilidade (JORGE NETO, Francisco Ferreira e CAVALCANTE, Jouberto de Quadros Pessoa, 2008, pág. 759). Francisco Ferreira Jorge Neto e Jouberto de Quadros Pessoa Cavalcante mencionam que: A partir do momento em que o empregado passa a usufruir dos benefícios da aposentadoria, passa a ter uma fonte própria de custeio, logo, a sua situação passa a ser incompatível com o instituto da estabilidade (JORGE NETO, Francisco Ferreira e CAVALCANTE, Jouberto de Quadros Pessoa, 2008, pág. 759).

20 CAPÍTULO II ESTABILIDADE POR TEMPO DE SERVIÇO 20 A estabilidade por tempo de serviço (absoluta, definitiva), também conhecida como estabilidade decenária, era prevista no art. 492 da CLT ao empregado que tivesse mais de 10 anos de serviço na mesma empresa e que não fosse optante do FGTS. Ele não poderia ser dispensado, a não ser por motivo de falta grave ou circunstâncias de força maior, devidamente comprovadas. Para comprovar a existência da falta é necessário o ajuizamento do inquérito para apuração da falta grave (arts. 494 e 853 da CLT). A estabilidade por tempo de serviço, no art. 492 da CLT, era prevista no sentido em que: Art O empregado que contar mais de 10 (dez) anos de serviço na mesma empresa não poderá ser despedido senão por motivo de falta grave ou circunstância de força maior, devidamente comprovadas. Parágrafo único - Considera-se como de serviço todo o tempo em que o empregado esteja à disposição do empregador. Dentro do regime de não opção pelo FGTS, nos contratos por prazo indeterminado, os empregados não estáveis que fossem dispensados teriam direito a uma indenização correspondente a 1 (um) mês de remuneração por cada ano de serviço, assim também considerada a fração igual ou superior a 6 (seis) meses (arts. 477 e 478 da CLT). A estabilidade decenal e a indenização por tempo de serviço tornaramse incompatíveis com a Constituição Federal de 5 de outubro de A partir da nova ordem constitucional, a indenização por tempo de serviço foi

21 21 substituída, de forma completa, pelo sistema do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (GARCIA, Gustavo Filipe Barbosa, 2008, pág. 614) A estabilidade prevista nos artigos 492 a 500 da CLT fica prejudicada conforme o disposto no inciso I do art. 7º da Constituição Federal, que determina que a dispensa arbitrária ou sem justa causa será objeto de lei complementar. De acordo com Sérgio Pinto Martins: O inciso III do art. 7º da Constituição da Lei Maior, ao tratar de FGTS, não mencionou o sistema alternativo de estabilidade ou de fundo de garantia equivalente que existia na Constituição anterior, com o que a estabilidade decenal prevista na CLT foi extinta (Martins, Sérgio Pinto, 2006, pág. 396). Apenas aqueles empregados que já tinham direito adquirido antes da Constituição de 1988 é que ainda possuem estabilidade decenal. O art. 14 da Lei n 8.036/90, assegura que: Art. 14. Fica ressalvado o direito adquirido dos trabalhadores que, à data da promulgação da Constituição Federal de 1988, já tinham o direito à estabilidade no emprego nos termos do Capítulo V do Título IV da CLT. Apenas os empregados que tinham adquirido a estabilidade por tempo de serviço até a promulgação da Constituição da República de 5 de outubro de 1988 e não eram optantes do FGTS, é que possuem a respectiva estabilidade. 2.1 Empregados Excluídos da Estabilidade Decenal O empregado que exercia função de confiança, ou seja, cargos de diretoria, gerência ou outros de confiança do empregador, não adquiria a estabilidade por tempo de serviço, ressalvado o cômputo do tempo de serviço para todos os efeitos legais. (art. 499 da CLT)

22 22 O período de desempenho de do ocupante de cargo de confiança era adicionado ao cargo efetivo. O período de desempenho de cargo de confiança era adicionado ao cargo efetivo, eventualmente ocupado pelo empregado, para lhe conceder a estabilidade decenária neste último (BARROS, Alice Monteiro de, 2007, pág. 947). Alice Monteiro de Barros ensina que: Se, todavia, o empregado tivesse se limitado a exercer na empresa as atribuições atinentes ao cargo de confiança, ele jamais adquiriria a estabilidade, e, ao ser dispensado, receberia indenização simples, na forma prevista nos art. 477 e 478 da CLT, pouco importando contasse 10 anos ou mais de serviço junto ao mesmo empregador (BARROS, Alice Monteiro de, 2007, pág. 947). O empregado que deixar de exercer o cargo de confiança é assegurada a reversão ao cargo efetivo anterior, desde que garantido pela estabilidade e inexistindo falta grave (art. 499, 1º). Sérgio Pinto Martins afirma que: O art. 499 da CLT reza que não haverá estabilidade no exercício de cargos de diretoria, gerência ou outros de confiança imediata do empregador, ressalvando-se apenas o cômputo do tempo de serviço para todos os efeitos legais. Ao empregado garantido pela estabilidade que deixar de exercer cargo de confiança, assegura-se, salvo no caso de falta grave, a reversão ao cargo efetivo que haja anteriormente ocupado (MARTINS, Sérgio Pinto, 2006, pág. 397). Os domésticos já não tinham direito à estabilidade por tempo de serviço, pois a Lei n de 1972, assim não o determinou (MARTINS, Sérgio Pinto, 2006, pág. 397). Não se aplicava aos empregados em consultórios ou escritórios de profissionais liberais, embora estes últimos fossem equiparados a empregador (art. 2º, 1º da CLT), a estabilidade por tempo de serviço (art. 507 da CLT). De acordo com Gustavo Filipe Barbosa Garcia:

23 23 Os empregados em consultórios ou escritórios de profissionais liberais não tinham direito à estabilidade por tempo de serviço, nos termos do art. 507 da CLT. A justificativa seria no sentido de que tais relações de emprego caracterizam-se por um vínculo dotado maior intimidade perante o empregador, inviabilizando a possibilidade de efetiva estabilidade, ou seja, de manutenção do contrato de trabalho mesmo contra a vontade do empregador (GARCIA, Gustavo Filipe Barbosa, 2008, pág. 616). 2.2 Dispensa Obstativa No Direito do Trabalho, presume-se obstativa a dispensa que impede o empregado de adquirir a estabilidade decenal (art. 499, 3º da CLT). De acordo com a Súmula n 26 do TST, hoje cancelada, era presumida obstativa a despedida, sem justo motivo, do empregado que tivesse 9 anos de serviço. Como a estabilidade por tempo de serviço (decenal) não vigora mais, a Súmula n 26 do TST foi cancelada pela Resolução n 121 de 28 de outubro de A dispensa obstativa é feita para obstar a aquisição de estabilidade pelo empregado, ou seja, é quando o empregador resolve dissolver o contrato de trabalho com o propósito de prejudicar o empregado na aquisição de direitos, os quais passariam a existir caso o contrato não fosse extinto. Na ocorrência de dispensa obstativa do empregado com o fim de lhe impedir a aquisição da estabilidade, o empregador deverá pagar a indenização de forma dobrada (art. 499, 3º da CLT). 2.3 Dissolução do Contrato de Trabalho O empregado estável decenal somente poderá ser dispensado por motivo de falta grave ou circunstância de força maior, devidamente comprovadas em inquérito de falta grave (art. 492 e art. 853 da CLT).

24 24 O empregador poderá suspender de suas funções o empregado acusado de falta grave até o final do processo judicial. Entretanto, a dispensa do referido empregado só poderá ocorrer após do inquérito de falta grave em que se verifique a procedência da acusação. A suspensão irá durar até a decisão final do processo (art. 494 da CLT). O prazo para a instauração do inquérito para a apuração de falta grave contra o empregado estável é de 30 dias, contados da suspensão do empregado (art. 853 da CLT). É decadencial o prazo de 30 dias para a instauração do inquérito judicial, a contar da suspensão, por falta grave, do empregado estável (Súmula 403 do STF). Constatada a falta grave, opera-se a resolução sem direito a qualquer indenização (BARROS, Alice Monteiro de, 2007, pág. 951) Sendo comprovada a não ocorrência de falta grave, sendo julgado improcedente o inquérito, o empregador deverá reintegrar o empregado na empresa, pagando-lhe os salários e demais vantagens a que teria direito pelo período de afastamento (art. 495 da CLT). Caso a reintegração do empregado estável seja desaconselhável, devido ao grau de incompatibilidade resultante do dissídio, o tribunal do trabalho poderá convertê-la em indenização devida (art. 496 da CLT). Se comprovado que a dissolução do contrato ocorreu por culpa recíproca (art.484 da CLT), força maior (art. 502, I da CLT) ou aposentadoria por idade requerida pelo empregador (art. 51 da Lei n 8.213/1991), sendo ela compulsória; a indenização será simples, ou seja, não será paga em dobro. Em relação à aposentadoria por idade requerida pela empresa, o artigo 51 da Lei n de 24 de julho de 1991 dispõe que: Art. 51. A aposentadoria por idade pode ser requerida pela empresa, desde que o segurado empregado tenha cumprido o

25 25 período de carência e completado 70 (setenta) anos de idade, se do sexo masculino, ou 65 (sessenta e cinco) anos, se do sexo feminino, sendo compulsória, caso em que será garantida ao empregado a indenização prevista na legislação trabalhista, considerada como data da rescisão do contrato de trabalho a imediatamente anterior à do início da aposentadoria. Rescindindo o contrato de trabalho por acordo (transação), o empregado estável optante tem direito ao limite mínimo de 60% (sessenta por cento) da indenização em dobro prevista, calculada sobre o maior salário recebido em seu emprego. Se o empregado tiver recebido menos do que esse total, qualquer que tenha sido a forma de transação, assegura-se ao empregado a complementação até aquele limite (Súmula 54 do TST). Segundo Alice Monteiro de Barros: Na hipótese de extinção do contrato por morte do empregado, saída espontânea do trabalhador (demissão) ou aposentadoria por tempo de serviço e idade requerida pelo empregado, a indenização de antiguidade não será devida (BARROS, Alice Monteiro de, 2007, pág. 950). Caso ocorra o fechamento do estabelecimento, filial ou agência, ou supressão necessária da atividade, sem que ocorra de força maior, é assegurado ao empregado estável (estabilidade decenal) indenização em dobro (art. 498 da CLT). Mesmo que o empregador tenha estabelecimentos em outra localidade, é facultado ao empregado estável escolher entre a indenização em dobro e a transferência (BARROS, Alice Monteiro de, 2007, pág. 949). Em caso de extinção da empresa, não ocorrendo força maior, ao empregado estável decenal despedido é garantida a indenização por rescisão do contrato por prazo indeterminado, paga em dobro (art. 497 da CLT).

INQUÉRITO PARA APURAÇÃO DE FALTA GRAVE

INQUÉRITO PARA APURAÇÃO DE FALTA GRAVE ESTABILIDADE ESTABILIDADE DEFINITIVA X ESTABILIDADE PROVISÓRIA (GARANTIA DE EMPREGO) DIRIGENTE SINDICAL Art. 8, VIII CF + Art. 543, 3º CLT + Súmula 369 TST Tanto titulares como SUPLENTES (dirigentes sindicais)

Leia mais

Dispensa Sem Justa Causa. Dispensa com Justa Causa. (**) Culpa Recíproca ou Força Maior. Rescisão Indireta. Pedido de Demissão

Dispensa Sem Justa Causa. Dispensa com Justa Causa. (**) Culpa Recíproca ou Força Maior. Rescisão Indireta. Pedido de Demissão RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO VERBAS RESCISÓRIAS (Antes de qualquer procedimento rescisório, importante ler os cuidados especiais ao final Verbas adicionais) Dispensa Sem Justa Causa AvisoPrévio Dispensa

Leia mais

1. Histórico: 2. Conceito:

1. Histórico: 2. Conceito: Estabilidade e FGTS 1. Histórico: A primeira norma que efetivamente tratou da estabilidade no setor privado foi o Decreto nº 4682, de 24/01/1923, a chamada Lei Eloi Chaves. A CLT, de 1943, disciplinou

Leia mais

(67$%,/,'$'((*$5$17,$'((035(*2 &RQFHLWR

(67$%,/,'$'((*$5$17,$'((035(*2 &RQFHLWR (67$%,/,'$'((*$5$17,$'((035(*2 5RGULJR&RLPEUD $GYRJDGRHP3RUWR$OHJUH56 &RQFHLWR "Estabilidade é o direito do trabalhador de permanecer no emprego, mesmo contra a vontade do empregador, enquanto existir

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO II material 03

DIREITO DO TRABALHO II material 03 DIREITO DO TRABALHO II material 03 (Lázaro Luiz Mendonça Borges) 3. ESTABILIDADE DECENAL e as GARANTIAS PROVISÓRIAS NO EMPREGO 3.1. Conceito de estabilidade no emprego: vantagem jurídica de caráter permanente

Leia mais

A A CIRCULAÇÃO D O CD OU E-MAIL. receber por e-mail. UTORAIS

A A CIRCULAÇÃO D O CD OU E-MAIL. receber por e-mail. UTORAIS ROTEIRO DO CURSO ROTINAS TRABALHISTAS A A CIRCULAÇÃO O Curso de Rotinas Trabalhistas é composto de 7 módulos que serão remetidos aos cursandos de 15 em 15 dias. AUTORA VERA HELENA PALMA Advogada trabalhista,

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A doença do empregado e o contrato de trabalho Rodrigo Ribeiro Bueno*. A COMPROVAÇÃO DA DOENÇA DO EMPREGADO A justificação da ausência do empregado motivada por doença, para a percepção

Leia mais

ESTABILIDADE PROVISÓRIA DA GESTANTE

ESTABILIDADE PROVISÓRIA DA GESTANTE ESTABILIDADE PROVISÓRIA DA GESTANTE Weliton José da Silva Balduino 1 Rafaella Gil Almeida 2 INTRODUÇÃO Historicamente, a mulher sempre desempenhou atividades, seja, no lar, nas atividades agrícolas familiares

Leia mais

Estabilidade e Garantia de Emprego:

Estabilidade e Garantia de Emprego: AULA 9 Estabilidade e Garantia de Emprego: A CLT inicialmente previa o pagamento de uma indenização ao empregado sempre que este fosse despedido sem justa causa, sendo que após dez anos de serviço a empresa,

Leia mais

PONTO 1: Suspensão do Contrato de Trabalho PONTO 2: Interrupção do Contrato de Trabalho SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO

PONTO 1: Suspensão do Contrato de Trabalho PONTO 2: Interrupção do Contrato de Trabalho SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO 1 DIREITO DO TRABALHO PONTO 1: Suspensão do Contrato de Trabalho PONTO 2: Interrupção do Contrato de Trabalho SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO Exceção ao princípio da continuidade, ao trato

Leia mais

Sumário LISTA DE ABREVIATURAS... 17 CAPÍTULO 1 DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO INTRODUÇÃO... 19

Sumário LISTA DE ABREVIATURAS... 17 CAPÍTULO 1 DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO INTRODUÇÃO... 19 Sumário LISTA DE ABREVIATURAS... 17 CAPÍTULO 1 DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO INTRODUÇÃO... 19 1.1 NATUREZA JURÍDICA DO DIREITO DO TRABALHO... 19 1.1.1 Teoria do Direito Público... 19 1.1.2 Teoria do Direito

Leia mais

Atualizações Trabalhistas

Atualizações Trabalhistas Atualizações Trabalhistas Aviso-prévio não pode ser suprimido por norma coletiva, suplente de Conselho Fiscal tem estabilidade sindical e empregado pago para não trabalhar deve ser indenizado por assédio

Leia mais

DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR

DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR Por intermédio destas informações, o SITRIVESCH tem por finalidade informar o trabalhador de seus direitos/deveres. Importante destacar que o não cumprimento

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO Prof. Rodolpho Bacchi www.facebook.com/direitodotrabalhobatista www.rodolphobacchi.com.br

DIREITO DO TRABALHO Prof. Rodolpho Bacchi www.facebook.com/direitodotrabalhobatista www.rodolphobacchi.com.br DIREITO DO TRABALHO Prof. Rodolpho Bacchi www.facebook.com/direitodotrabalhobatista www.rodolphobacchi.com.br Interrupção e Suspensão do Contrato de Trabalho A interrupção e a suspensão do contrato de

Leia mais

Estabilidade e garantia no emprego. Conceito. Classificação. Estabilidade definitiva

Estabilidade e garantia no emprego. Conceito. Classificação. Estabilidade definitiva Estabilidade e garantia no emprego Conceito Estabilidade e garantia no emprego não se identificam, embora tenham significados muito próximos. A garantia de emprego é um instituto mais amplo que a estabilidade,

Leia mais

012 - A indenização substitutiva da garantia de emprego da gestante detém clara natureza indenizatória, porquanto não visa a remunerar o dispêndio da

012 - A indenização substitutiva da garantia de emprego da gestante detém clara natureza indenizatória, porquanto não visa a remunerar o dispêndio da EMPREGADA GESTANTE Trabalho elaborado por IVALDO KUCZKOWSKI, advogado especialista em Direito Administrativo e Consultor de Tributos da Empresa AUDICONT Multisoluções. 001 A garantia de emprego à gestante

Leia mais

http://www.lgncontabil.com.br/ Empregado aposentado - Rescisão do contrato de trabalho - Multa do FGTS

http://www.lgncontabil.com.br/ Empregado aposentado - Rescisão do contrato de trabalho - Multa do FGTS Empregado aposentado - Rescisão do contrato de trabalho - Multa do FGTS Sumário Introdução I - Contribuição previdenciária II - FGTS e demais verbas trabalhistas III - Rescisão contratual IV - Entendimentos

Leia mais

2.2 Natureza jurídica do contrato de trabalho 2.2.1 Teoria acontratualista 2.2.2 Teoria institucionalista 2.2.3 Teoria neocontratualista 2.

2.2 Natureza jurídica do contrato de trabalho 2.2.1 Teoria acontratualista 2.2.2 Teoria institucionalista 2.2.3 Teoria neocontratualista 2. Sumário 1. Direito individual do trabalho - introdução 1.1 Conceito e denominação do direito individual do trabalho 1.2 Divisão do direito do trabalho 1.3 Características 1.4 Natureza jurídica 1.5 Autonomia

Leia mais

Questões fundamentadas Art. 6º ao 11 da CF

Questões fundamentadas Art. 6º ao 11 da CF 1 Para adquirir a apostila de 200 Questões Fundamentadas Dos Direitos Sociais Art. 6º a 11 da CF acesse o site: www.odiferencialconcursos.com.br ESSA APOSTILA SERÁ ATUALIZADA ATÉ A DATA DO ENVIO. S U M

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Reintegração de funcionário - Folha

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Reintegração de funcionário - Folha 18/12/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 3.1 Reintegração de Funcionários Definição... 4 3.2 Efeitos da Reintegração

Leia mais

Procedimentos Especiais No Processo do Trabalho. Por Luiz Cesar K. Ayub luiz@ayubeanzzulin.com.br

Procedimentos Especiais No Processo do Trabalho. Por Luiz Cesar K. Ayub luiz@ayubeanzzulin.com.br Procedimentos Especiais No Processo do Trabalho Por Luiz Cesar K. Ayub luiz@ayubeanzzulin.com.br Consignação em Pagamento: A ação de consignação, na Justiça do Trabalho, é substitutiva ao pagamento, para

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 Emendas Constitucionais Emendas Constitucionais de Revisão Ato das Disposições

Leia mais

SEMINÁRIO: Homolognet na prática e regras para o aviso prévio

SEMINÁRIO: Homolognet na prática e regras para o aviso prévio SEMINÁRIO: Homolognet na prática e regras para o aviso prévio CHRISTINA PILA Tópicos Propostos Rescisão Contratual: o Novo Aviso Prévio, os Novos Termos de Rescisão e o Homolognet Modalidades de Rescisão

Leia mais

1- CONTRATO DE TRABALHO

1- CONTRATO DE TRABALHO 1- CONTRATO DE TRABALHO 1.1 - ANOTAÇÕES NA CARTEIRA DE TRABALHO Quando o empregado é admitido - mesmo em contrato de experiência -, a empresa tem obrigatoriamente que fazer as anotações na carteira de

Leia mais

relações do trabalho ii

relações do trabalho ii volume I LUIZ GUILHERME MORAES REGO MIGLIORA 2ª edição ROTEIRO De CURSO 2009.1 Sumário Relações do Trabalho II Aula 1. O Sistema de Indenização por Tempo de Serviço e a estabilidade decenal previstos na

Leia mais

Lei 5666/67 FGTS com a adoção do fundo passaram a optar pelo novo sistema, renunciando a estabilidade que estava por vir.

Lei 5666/67 FGTS com a adoção do fundo passaram a optar pelo novo sistema, renunciando a estabilidade que estava por vir. DIREITO DO TRABALHO DIREITO DO TRABALHO PONTO 1: ESTABILIDADE E GARANTIA DE EMPREGO PONTO 2: ESTABILIDADE PONTO 3: GARANTIA ESTABILIDADE (ABSOLUTA que pode ser definitiva ou temporária) E GARANTIA DE EMPREGO

Leia mais

Atualizações Jurisprudenciais 2012 Professoras Ana Paula Alvares e Simone Belfort

Atualizações Jurisprudenciais 2012 Professoras Ana Paula Alvares e Simone Belfort Na 2ª Semana do TST realizada no início do mês de setembro de 2012, algumas súmulas e orientações jurisprudências sofreram alterações e cancelamentos. Abaixo as alterações separadas por assunto em direito

Leia mais

X SUSPENSÃO CONTRATUAL E INTERRUPÇÃO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

X SUSPENSÃO CONTRATUAL E INTERRUPÇÃO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS X SUSPENSÃO CONTRATUAL E INTERRUPÇÃO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS I. DIFERENÇA DOS INSTITUTOS II. HIPÓTESE A: COMO TEMPO EFETIVO III. HIPÓTESE B: COMO TEMPO EFETIVO E SALÁRIO IV. HIPÓTESE C: COMO PARALISAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO DE EMPRESA, PRINCÍPIOS e PROGRAMA DE INCENTIVO À DEMISSÃO VOLUNTÁRIA

REGULAMENTO DE EMPRESA, PRINCÍPIOS e PROGRAMA DE INCENTIVO À DEMISSÃO VOLUNTÁRIA Capítulo I REGULAMENTO DE EMPRESA, PRINCÍPIOS e PROGRAMA DE INCENTIVO À DEMISSÃO VOLUNTÁRIA SUMÁRIO 1. Regulamento de empresa (Norma Regulamentar): 1.1. Complementação de aposentadoria 2. Princípio da

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Indenização Cargo de Confiança mais de 10 anos de Serviço na mesma Empresa

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Indenização Cargo de Confiança mais de 10 anos de Serviço na mesma Empresa Serviço na mesma Empresa 12/03/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 4 5. Informações Complementares...

Leia mais

ORIENTAÇÃO NORMATIVA SRH Nº 2, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2011. CAPÍTULO I DO DIREITO E DA CONCESSÃO

ORIENTAÇÃO NORMATIVA SRH Nº 2, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2011. CAPÍTULO I DO DIREITO E DA CONCESSÃO ORIENTAÇÃO NORMATIVA SRH Nº 2, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2011. Dispõe sobre as regras e procedimentos a serem adotados pelos órgãos setoriais e seccionais do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal

Leia mais

DIREITOS DO TRABALHADOR NA RESCISÃO DO CONTRATO

DIREITOS DO TRABALHADOR NA RESCISÃO DO CONTRATO Autora: Idinéia Perez Bonafina Escrito em julho/2015 DIREITOS DO TRABALHADOR NA RESCISÃO DO CONTRATO 1. DIREITOS DO TRABALHADOR NA RESCISÃO DO CONTRATO O presente artigo abordará os direitos do trabalhador

Leia mais

Artigos CARLA MARIA SANTOS CARNEIRO As Súmulas 244 e 378 do TST e a possível derrogação da indenização prevista no art. 14 da Lei nº 5.

Artigos CARLA MARIA SANTOS CARNEIRO As Súmulas 244 e 378 do TST e a possível derrogação da indenização prevista no art. 14 da Lei nº 5. Artigos CARLA MARIA SANTOS CARNEIRO As Súmulas 244 e 378 do TST e a possível derrogação da indenização prevista no art. 14 da Lei nº 5.889/73 É pacífico o entendimento de que a indenização do contrato

Leia mais

Férias Proporcionais Até 5 faltas 6 a 14 faltas 15 a 23 faltas 24 a 32 faltas

Férias Proporcionais Até 5 faltas 6 a 14 faltas 15 a 23 faltas 24 a 32 faltas FÉRIAS ASPECTOS GERAIS Férias é o período de descanso anual, que deve ser concedido ao empregado após o exercício de atividades por um ano, ou seja, por um período de 12 meses, período este denominado

Leia mais

Disciplina: Direito e Processo do Trabalho 4º Semestre - 2011 Professor Donizete Aparecido Gaeta Resumo de Aula. 15º Ponto Aviso Prévio.

Disciplina: Direito e Processo do Trabalho 4º Semestre - 2011 Professor Donizete Aparecido Gaeta Resumo de Aula. 15º Ponto Aviso Prévio. Aviso Prévio 1. Conceito 2. Cabimento 3. Prazo 4. Início da contagem do prazo 5. Ausência do aviso prévio 6. Anotação na CTPS da data do encerramento do contrato de trabalho 7. Renúncia do período de aviso

Leia mais

Registro. Pessoal. Fernando Silva da Paixão

Registro. Pessoal. Fernando Silva da Paixão Registro de Pessoal Fernando Silva da Paixão Rescisão por Término do Contrato Determinado O empregado terá direito a: 1. Saldo de salário (art. 462 da CLT art.. 7º, inciso X da CF) 2. Férias vencidas e

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO TRT 2ª REGIÃO 2008 ANALISTA JUDICIÁRIO ÁREA JUDICIÁRIA PARTE I

CONCURSO PÚBLICO TRT 2ª REGIÃO 2008 ANALISTA JUDICIÁRIO ÁREA JUDICIÁRIA PARTE I CONCURSO PÚBLICO TRT 2ª REGIÃO 2008 ANALISTA JUDICIÁRIO ÁREA JUDICIÁRIA PARTE I No dia 16 de novembro de 2008, 94.808 candidatos prestaram o concorrido concurso público para os cargos de analista judiciário

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO. Empregado Preso

CONTRATO DE TRABALHO. Empregado Preso CONTRATO DE TRABALHO Empregado Preso Muitas dúvidas surgem quando o empregador toma conhecimento que seu empregado encontra-se preso. As dúvidas mais comuns são no sentido de como ficará o contrato de

Leia mais

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA ESTUDO COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA Nilton Rodrigues da Paixão Júnior Consultor Legislativo da Área V Direito do Trabalho e Processual do Trabalho ESTUDO FEVEREIRO/2008 Câmara dos

Leia mais

ESTABILIDADE PROVISÓRIA DA GESTANTE E CONTRATO POR TEMPO DETERMINADO

ESTABILIDADE PROVISÓRIA DA GESTANTE E CONTRATO POR TEMPO DETERMINADO ESTABILIDADE PROVISÓRIA DA GESTANTE E CONTRATO POR TEMPO DETERMINADO Antonio Borges de Figueiredo RESUMO: Este texto trata da possibilidade de reconhecimento da estabilidade provisória da gestante, ainda

Leia mais

Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada; Banco de Horas.

Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada; Banco de Horas. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Direito do Trabalho / Aula 05 Professor: Leandro Antunes Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada;

Leia mais

. Conceito: sustação temporária dos efeitos do contrato de trabalho, unilateralmente (interrupção) ou bilateralmente (suspensão)

. Conceito: sustação temporária dos efeitos do contrato de trabalho, unilateralmente (interrupção) ou bilateralmente (suspensão) Material do Professor: Tema: Suspensão e Interrupção do contrato de trabalho (471 segs. CLT). Denominação: - suspensão X interrupção - suspensão total X suspensão parcial. Conceito: sustação temporária

Leia mais

Planos de Saúde - Aspectos Controvertidos - Contrato Coletivo

Planos de Saúde - Aspectos Controvertidos - Contrato Coletivo 471 Planos de Saúde - Aspectos Controvertidos - Contrato Coletivo Sonia Maria Monteiro 1 O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR NO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE COLETIVO No plano coletivo de assistência à saúde,

Leia mais

CARTILHA: DIREITOS E VANTAGENS DOS SERVIDORES PÚBLICOS UNIDADE ADMINISTRATIVO FINANCEIRA - UNAFIN

CARTILHA: DIREITOS E VANTAGENS DOS SERVIDORES PÚBLICOS UNIDADE ADMINISTRATIVO FINANCEIRA - UNAFIN CARTILHA: DIREITOS E VANTAGENS DOS SERVIDORES PÚBLICOS UNIDADE ADMINISTRATIVO FINANCEIRA - UNAFIN 1. Que vantagens além do vencimento podem ser pagas ao servidor? a) indenizações, que não se incorporam

Leia mais

13º SALARIO Posteriormente, a Constituição Federal de 1988, em seu art. 7º,

13º SALARIO Posteriormente, a Constituição Federal de 1988, em seu art. 7º, 13º SALARIO Trabalhadores beneficiados Farão jus ao recebimento do 13º salário os seguintes trabalhadores: a) empregado - a pessoa física que presta serviços de natureza urbana ou rural à empresa, em caráter

Leia mais

300 Questões Comentadas do Poder Executivo

300 Questões Comentadas do Poder Executivo 1 Para adquirir a apostila de 300 Questões Comentadas acesse o site: www.odiferencialconcursos.com.br ESTA APOSTILA SERÁ ATUALIZADA ATÉ A DATA DO ENVIO S U M Á R I O Apresentação...3 Questões...4 Respostas...82

Leia mais

OAB/SP 136.º EXAME DE ORDEM/2008 PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL. Direito do Trabalho PEÇA PROFISSIONAL PONTO 1

OAB/SP 136.º EXAME DE ORDEM/2008 PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL. Direito do Trabalho PEÇA PROFISSIONAL PONTO 1 OAB/SP 136.º EXAME DE ORDEM/2008 PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL Direito do Trabalho PEÇA PROFISSIONAL PONTO 1 O secretário de relações do trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, com atuação em Brasília

Leia mais

A EXTINÇÃO DO ESTABELECIMENTO E A ESTABILIDADE 1

A EXTINÇÃO DO ESTABELECIMENTO E A ESTABILIDADE 1 1 A EXTINÇÃO DO ESTABELECIMENTO E A ESTABILIDADE 1 Michel Olivier Giraudeau A extinção do estabelecimento do empregador é uma alteração em sua atividade produtiva, que muitas vezes decorre da iniciativa

Leia mais

O CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO

O CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO O CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO Thiago Leão Nepomuceno (*)1 Normalmente, todo final de ano ao se aproximar traz consigo um aumento na demanda de algumas empresas, fazendo com que a necessidade

Leia mais

FÉRIAS INDIVIDUAIS. Neste fascículo de Uma entrevista com o Advogado, apresentamos algumas respostas aos questionamentos sobre férias individuais.

FÉRIAS INDIVIDUAIS. Neste fascículo de Uma entrevista com o Advogado, apresentamos algumas respostas aos questionamentos sobre férias individuais. FÉRIAS INDIVIDUAIS Neste fascículo de Uma entrevista com o Advogado, apresentamos algumas respostas aos questionamentos sobre férias individuais. 1) Quem tem direito a férias individuais? Todos os empregados

Leia mais

Faltas Justificadas e Licenças na Aprendizagem Profissional

Faltas Justificadas e Licenças na Aprendizagem Profissional Faltas Justificadas e Licenças na Aprendizagem Profissional Matheus Florencio Rodrigues Assessor Jurídico do INAMARE www.inamare.org.br Fone: (44) 3026-4233 Juliana Patricia Sato Assessora Jurídico do

Leia mais

Desdobramentos Jurídicos do Salário-maternidade no Contrato de Trabalho por Prazo Determinado

Desdobramentos Jurídicos do Salário-maternidade no Contrato de Trabalho por Prazo Determinado Desdobramentos Jurídicos do Salário-maternidade no Contrato de Trabalho por Prazo Determinado I - Intróito Gabriel de Araujo Sandri i OAB/SC 30.717 É procedimento corriqueiramente adotado no ato da contratação

Leia mais

AULA 02 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 02

AULA 02 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 02 AULA 02 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 02 CAPÍTULO VII DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA SEÇÃO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

200 Questões Fundamentadas do Ministério Público

200 Questões Fundamentadas do Ministério Público 1 Para adquirir a apostila digital de 200 Questões Fundamentadas acesse o site: www.odiferencialconcursos.com.br S U M Á R I O Apresentação...3 Questões...4 Respostas...59 Bibliografia...101 2 APRESENTAÇÃO

Leia mais

CONTRATO DE EXPERIÊNCIA

CONTRATO DE EXPERIÊNCIA CONTRATO DE EXPERIÊNCIA O contrato de experiência é uma modalidade do contrato por prazo determinado, cuja finalidade é a de verificar se o empregado tem aptidão para exercer a função para a qual foi contratado.

Leia mais

Direito do Trabalho CARACTERÍSTICAS. Empregados urbanos e rurais contratados a partir de 1988 inserem-se automaticamente no sistema do FGTS.

Direito do Trabalho CARACTERÍSTICAS. Empregados urbanos e rurais contratados a partir de 1988 inserem-se automaticamente no sistema do FGTS. CARACTERÍSTICAS Empregados urbanos e rurais contratados a partir de 1988 inserem-se automaticamente no sistema do FGTS. O FGTS consiste em recolhimentos pecuniários mensais feitos pelo empregador em uma

Leia mais

LEGISLAÇÃO / E-mails 4.31

LEGISLAÇÃO / E-mails 4.31 E-mail de 06/06/2006 ASSUNTO: Prorrogação de contrato no período eleitoral ANEXO: Parecer 179/06-AJ Prezados Senhores, Tem o presente a finalidade de encaminhar o Parecer nº 179/2006-AJ, que trata da possibilidade

Leia mais

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS 11. DIREITOS NA HORA DA DEMISSÃO É de fundamental importância saber quais os direitos dos trabalhadores na hora da rescisão do contrato de trabalho. Devese ter especial atenção no caso de demissões sem

Leia mais

2.5.5 Contrato por prazo indeterminado 2.5.6 Contrato por prazo determinado 2.6 Contrato por prazo determinado da CLT 2.7 Terceirização 2.

2.5.5 Contrato por prazo indeterminado 2.5.6 Contrato por prazo determinado 2.6 Contrato por prazo determinado da CLT 2.7 Terceirização 2. SUMÁRIO 1. DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO INTRODUÇÃO 1.1 Fontes do Direito do Trabalho 1.1.1 Classificação 1.1.2 Hierarquia entre as fontes justrabalhistas 1.2 Princípios do direito do trabalho 1.2.1 Princípio

Leia mais

INTERVALOS PARA DESCANSO:

INTERVALOS PARA DESCANSO: DIREITO DO TRABALHO Prof. Marco Antonio Silva de Macedo Junior ROTEIRO DA 6ª AULA EXAME 158/SP XVIII EXAME UNIFICADO NOVEMBRO/2015 INTERVALOS PARA DESCANSO: INTERVALO PARA REFEIÇÃO E DESCANSO: artigo 71

Leia mais

Tal fato decorre do princípio da continuidade da relação do emprego, que é um princípio basilar do Direito do Trabalho.

Tal fato decorre do princípio da continuidade da relação do emprego, que é um princípio basilar do Direito do Trabalho. 1. CONTRATO POR PRAZO INDETERMINADO O Contrato por prazo indeterminado é firmado quando o empregado for contratado para trabalhar em atividades normais da empresa, sem tempo de duração (Princípio da Continuidade

Leia mais

relações do trabalho ii

relações do trabalho ii volume I LUIZ GUILHERME MORAES REGO MIGLIORA 2ª edição ROTEIRO De CURSO 2010.1 Sumário Relações do Trabalho II Aula 1. O Sistema de Indenização por Tempo de Serviço e a estabilidade decenal previstos na

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Funcionário afastado, e no decorrer ultrapassa o período de concessão de férias, terá diretito as férias

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Funcionário afastado, e no decorrer ultrapassa o período de concessão de férias, terá diretito as férias Funcionário afastado, e no decorrer ultrapassa o período de concessão de férias, terá diretito as férias 31/03/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3

Leia mais

DA IDENTIFICAÇÃO PROFISSIONAL

DA IDENTIFICAÇÃO PROFISSIONAL DA IDENTIFICAÇÃO PROFISSIONAL * Da Carteira de Trabalho e Previdência Social Art. 13 - A Carteira de Trabalho e Previdência Social é obrigatória para o exercício de qualquer emprego, inclusive de natureza

Leia mais

Férias Coletivas: AULA 7: terço constitucional

Férias Coletivas: AULA 7: terço constitucional AULA 7: Férias Coletivas: ART. 7º, XVII, CRFB gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, ⅓ a + do que o salário normal. FÉRIAS = SALÁRIO + ⅓ terço constitucional férias coletivas art. 139 a 141

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Página 1 de 7 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2012/2013 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002511/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR053502/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.005004/2012-32 DATA

Leia mais

3ª CLÁUSULA PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS: Os empregados participarão nos lucros de suas empresas empregadoras, na forma que vier estabelecida em lei.

3ª CLÁUSULA PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS: Os empregados participarão nos lucros de suas empresas empregadoras, na forma que vier estabelecida em lei. 2009/2010 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO FIRMADA ENTRE O SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO DE JACOBINA E O SINDICATO PATRONAL DO COMERCIO VAREJISTA DE JACOBINA E REGIÃO, PARA O PERIODO DE 01 DE JUNHO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 253 DE 4 DE OUTUBRO DE 2000

RESOLUÇÃO Nº 253 DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 RESOLUÇÃO Nº 253 DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 Estabelece procedimentos para a concessão do benefício do Seguro-Desemprego ao Empregado Doméstico. O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador CODEFAT,

Leia mais

Tabela Prática de Verbas que compõem a Base de Cálculo para incidência de INSS, FGTS e IRRF

Tabela Prática de Verbas que compõem a Base de Cálculo para incidência de INSS, FGTS e IRRF Tabela Prática de Verbas que compõem a Base de Cálculo para incidência de INSS, FGTS e IRRF Discriminação INSS Fundamento legal FGTS Fundamento legal IRRF Fundamento legal Abono de férias - pecuniário

Leia mais

A DISPENSA POR JUSTA CAUSA E A GARANTIA NO EMPREGO DO MEMBRO DA CIPA (COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES)

A DISPENSA POR JUSTA CAUSA E A GARANTIA NO EMPREGO DO MEMBRO DA CIPA (COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES) UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE DIREITO JULIANE ANTUNES COELHO A DISPENSA POR JUSTA CAUSA E A GARANTIA NO EMPREGO DO MEMBRO DA CIPA (COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES)

Leia mais

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL APLICÁVEL NAS RESCISÕES DOS CONTRATOS DE TRABALHO

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL APLICÁVEL NAS RESCISÕES DOS CONTRATOS DE TRABALHO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL APLICÁVEL NAS RESCISÕES DOS CONTRATOS DE TRABALHO ANOTAÇÃO CTPS NA EMPREGADO DISPENSADO, SEM JUSTA CAUSA, NO PERÍODO DE 30 DIAS QUE ANTECEDE A DATA DE SUA CORREÇÃO SALARIAL MULTA DO

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS Disciplina: Direito do Trabalho II Professora: Cláudia Glênia JUR: NÃO DEVE SER USADO COMO CONTEÚDO DE ESTUDO, NÃO DEVE SER

Leia mais

O Servidor Celetista e a Estabilidade

O Servidor Celetista e a Estabilidade O Servidor Celetista e a Estabilidade Resumo Objetiva o presente ensaio estimular a apreciação da questão da estabilidade do servidor público vinculado ao regime da Consolidação das Leis do Trabalho CLT,

Leia mais

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2015/2016 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SENAC-DF

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2015/2016 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SENAC-DF PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2015/2016 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SENAC-DF CLÁUSULA PRIMEIRA VIGÊNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigência do presente Acordo Coletivo de Trabalho no período

Leia mais

O Regime Geral de Previdência Social RGPS

O Regime Geral de Previdência Social RGPS O Regime Geral de Previdência Social RGPS Capítulo 5 O Regime Geral de Previdência Social RGPS Sumário 1. Introdução 2. Os beneficiários do RGPS: 2.1 Os segurados obrigatórios; 2.2. O segurado facultativo;

Leia mais

Pessoa ou família que admite a seu serviço empregado doméstico (Decreto nº 71.885/1973, art. 3º, II).

Pessoa ou família que admite a seu serviço empregado doméstico (Decreto nº 71.885/1973, art. 3º, II). FONTE: www.iobonlineregulatorio.com.br EMPREGADO DOMÉSTICO: Considera-se doméstico o empregado que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa a pessoa ou família, no âmbito residencial

Leia mais

A ESTABILIDADE PROVISÓRIA DA EMPREGADA GESTANTE NO CONTRATO DE EXPERIÊNCIA

A ESTABILIDADE PROVISÓRIA DA EMPREGADA GESTANTE NO CONTRATO DE EXPERIÊNCIA Centro Universitário de Brasília UniCeub Faculdade de Direito - FAJS PRISCILA NEVES MENDES A ESTABILIDADE PROVISÓRIA DA EMPREGADA GESTANTE NO CONTRATO DE EXPERIÊNCIA Brasília DF 2013 PRISCILA NEVES MENDES

Leia mais

PROFESSORA: Déborah Paiva. Prova: (FCC TST Analista Judiciário 2012)

PROFESSORA: Déborah Paiva. Prova: (FCC TST Analista Judiciário 2012) Direito do Trabalho: 41. A descaracterização de uma pactuada relação civil de prestação de serviços, desde que no cumprimento do contrato se verifiquem os elementos fáticos e jurídicos da relação de emprego,

Leia mais

O horário do trabalho constará em quadro organizado, conforme modelo expedido pelo Ministério do Trabalho, e afixado em local visível.

O horário do trabalho constará em quadro organizado, conforme modelo expedido pelo Ministério do Trabalho, e afixado em local visível. QUADRO DE HORÁRIO O horário do trabalho constará em quadro organizado, conforme modelo expedido pelo Ministério do Trabalho, e afixado em local visível. O quadro deverá ser discriminativo, caso haja horários

Leia mais

Tribunal Superior do Trabalho

Tribunal Superior do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho RR-37200-28.2008.5.15.0128 A C Ó R D Ã O RECURSO DE REVISTA. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. RESCISÃO CONTRATUAL. RECUSA DE RECEBIMENTO DE VERBAS RESCISÓRIAS. EXTINÇÃO DA UNIDADE

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Pró-Reitoria de Recursos Humanos Departamento de Administração de Pessoal

Universidade Federal de Minas Gerais Pró-Reitoria de Recursos Humanos Departamento de Administração de Pessoal FÉRIAS Cód.: FER Nº: 55 Versão: 10 Data: 05/12/2014 DEFINIÇÃO Período de descanso remunerado com duração prevista em lei. REQUISITOS BÁSICOS 1. Servidor efetivo: - Possuir 12 (doze) meses de efetivo exercício

Leia mais

AVISO PRÉVIO PROPORCIONAL AO TEMPO DE SERVIÇO

AVISO PRÉVIO PROPORCIONAL AO TEMPO DE SERVIÇO AVISO PRÉVIO PROPORCIONAL AO TEMPO DE SERVIÇO Vólia Bomfim Cassar 1. Histórico: O aviso prévio prévio teve sua origem no direito civil e comercial e sempre foi devido nas extinções unilaterais dos contratos.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SEAP Nº 5, DE 28 DE ABRIL DE 1999

INSTRUÇÃO NORMATIVA SEAP Nº 5, DE 28 DE ABRIL DE 1999 INSTRUÇÃO NORMATIVA SEAP Nº 5, DE 28 DE ABRIL DE 1999 Estabelece orientação aos órgãos setoriais e seccionais do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal - SIPEC quanto aos procedimentos operacionais

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2004/2005

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2004/2005 GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E POLIÍTICA RURAL - DAR CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DO ESTADO DE SANTA CATARINA S.A - CEASA/SC ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2004/2005

Leia mais

O PEDIDO DE DEMISSÃO MOTIVADO POR NOVO EMPREGO EXCLUI A OBRIGATORIEDADE DE CUMPRIMENTO DE AVISO PRÉVIO

O PEDIDO DE DEMISSÃO MOTIVADO POR NOVO EMPREGO EXCLUI A OBRIGATORIEDADE DE CUMPRIMENTO DE AVISO PRÉVIO O PEDIDO DE DEMISSÃO MOTIVADO POR NOVO EMPREGO EXCLUI A OBRIGATORIEDADE DE CUMPRIMENTO DE AVISO PRÉVIO José Carlos Batista Auditor Fiscal do Trabalho da SRTE/ES Resumo: Quando um trabalhador é dispensado

Leia mais

DIREITO CONSTITUCIONAL CRISTINA LUNA. Direitos e Garantias Fundamentais Sociais (Arts. 6º ao 11)

DIREITO CONSTITUCIONAL CRISTINA LUNA. Direitos e Garantias Fundamentais Sociais (Arts. 6º ao 11) Direitos e Garantias Fundamentais Sociais (Arts. 6º ao 11) (1) Art. 6º - São direitos sociais a educação a saúde a alimentação EC 64/2010 o trabalho a moradia EC 26/2000 o lazer a segurança a previdência

Leia mais

Principais diferenças entre CARGO EFETIVO, CARGO EM COMISSÃO e FUNÇÃO DE CONFIANÇA:

Principais diferenças entre CARGO EFETIVO, CARGO EM COMISSÃO e FUNÇÃO DE CONFIANÇA: Prof.: Clayton Furtado LEI 8.112/90 clayton_furtado@yahoo.com.br 1ª AULA 1 - Introdução: a. Histórico: Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA

Leia mais

Plano de Ensino Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos

Plano de Ensino Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Faculdade Curso Disciplina Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos DTLS - Direito do Trabalho e Legislação Social Período Letivo 2013 - Anual

Leia mais

EXTENSIVO PLENO Direito do Trabalho Prof. Renato Sabino Aula 6 2009/1

EXTENSIVO PLENO Direito do Trabalho Prof. Renato Sabino Aula 6 2009/1 MATERIAL DE AULA I) Ementa da aula JORNADA DE TRABALHO (continuação da última aula) 9. Ausência de controle - domésticos; - trabalho externo incompatível com controle + anotação em CTPS e registro do empregado;

Leia mais

Capítulo III Informações Financeiras 93

Capítulo III Informações Financeiras 93 4.9 - MOVIMENTAÇÃO Informar a movimentação, com as datas de afastamento e retorno, no formato DD/MM/AAAA, bem como o código, conforme as situações discriminadas no quadro a seguir: Cód H I1 I2 I3 I4 J

Leia mais

Súmula 194 É COMPETENTE O MINISTRO DO TRABALHO PARA A ESPECIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES INSALUBRES.

Súmula 194 É COMPETENTE O MINISTRO DO TRABALHO PARA A ESPECIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES INSALUBRES. SÚMULAS VINCULANTES DE DIREITO DO TRABALHO DO STF Súmula Vinculante 4 SALVO NOS CASOS PREVISTOS NA CONSTITUIÇÃO, O SALÁRIO MÍNIMO NÃO PODE SER USADO COMO INDEXADOR DE BASE DE CÁLCULO DE VANTAGEM DE SERVIDOR

Leia mais

RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO

RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO MÓDULO 10 RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO 10.1 PARCELAS RESCISÓRIAS ESTE FASCÍCULO SUBSTITUI O DE IGUAL NÚMERO ENVIADO ANTERIORMENTE AOS NOSSOS ASSINANTES. RETIRE O FASCÍCULO SUBSTITUÍDO, ANTES DE ARQUIVAR

Leia mais

LEIS EXTRAVAGANTES DE DIREITO ADMINISTRATIVO

LEIS EXTRAVAGANTES DE DIREITO ADMINISTRATIVO LEIS EXTRAVAGANTES DE DIREITO ADMINISTRATIVO SUMÁRIO UNIDADE 1 Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n 8.112/90) 1.1 Provimento 1.2 Vacância 1.3 Regime Disciplinar UNIDADE 2 Processo

Leia mais

Menor Aprendiz Perguntas Frequentes

Menor Aprendiz Perguntas Frequentes Menor Aprendiz Perguntas Frequentes A aprendizagem é regulada pela CLT e passou por um processo de modernização com a promulgação das Leis nºs. 11.180/2005, 10.097/2008 e 11.788/2008. O Estatuto da Criança

Leia mais

Capítulo I Seção I Disposições preliminares

Capítulo I Seção I Disposições preliminares INSTRUÇÃO NORMATIVA SRT N o 15, DE 14 DE JULHO DE 2010. Estabelece procedimentos para assistência e homologação na rescisão de contrato de trabalho. A SECRETÁRIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO DO MINISTÉRIO DO

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO II SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO

DIREITO DO TRABALHO II SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DIREITO DO TRABALHO II SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO REVISÃO (OAB/FGV 2010.3) Relativamente à alteração do contrato de trabalho, é correto afirmar que (A) o empregador pode, sem a anuência do empregado

Leia mais

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2005/2006 PELO PRESENTE INSTRUMENTO DE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO DE UM LADO O SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE RÁDIODIFUSÃO DO ESTADO DO PARANÁ, A SEGUIR DENOMINADO

Leia mais

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela Sumário 1. Introdução 2. Quem Tem Direito 3. Valor a Ser Pago 3.1 - Empregados Admitidos Até 17 de Janeiro 3.2 - Empregados Admitidos Após 17 de Janeiro 3.3 - Empregados

Leia mais