INCLUSÃO DIGITAL PARA DEFICIENTES VISUAIS

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1 CENTRO UNIVERSIÁRIO PADRE ANCHIETA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Mauro Ribeiro INCLUSÃO DIGITAL PARA DEFICIENTES VISUAIS JUNDIAÍ 2008

2 2 Mauro Ribeiro Inclusão Digital Para Deficientes Visuais Monografia apresentada ao Centro Universitário Padre Anchieta como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Sistemas de Informação. Orientador: Marcos P. F. Rebello Jundiaí 2008

3 3 ERRATA Folha Linha Onde se lê Leia-se Mauro Ribeiro

4 4 Inclusão Digital Para Deficientes Visuais Monografia apresentada ao Centro Universitário Padre Anchieta como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Sistemas de Informação. Aprovado em (dia) (mês) e (ano) BANCA EXAMINADORA Componente da Banca Examinadora UNIANCHIETA Componente da Banca Examinadora UNIANCHIETA Componente da Banca Examinadora UNIANCHIETA

5 Dedico a minha família e a José Inácio Laurini. 5

6 Agradeço ao professor e orientador Marcos Paulo Ferreira Rebello 6

7 Quando a lenda se torna fato, publique a lenda O homem que matou o facínora (The man who shot liberty valance, 1962) 7

8 8 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Acessibilidade FIGURA 2 Visão Normal...14 FIGURA 2.1 Perda Difusa de Campo Visual...14 FIGURA 2.2 Perda de Visão Central...15 FIGURA 2.3 Perda de Visão Periférica...15 FIGURA 2.4 Diminuição Global da Sensibilidade...16 FIGURA 3 Opções do DOSVOX FIGURA 4 Acessibilidade Brasil...25 FIGURA 5 Opções do SW...26 FIGURA 5.1 Desafio com o Teclado...26 FIGURA 5.2 Resposta do Desafio...27 FIGURA 5.3 Treino com o Teclado...27 FIGURA Resposta do Treino...28 FIGURA 5.5 Jogo

9 9 LISTA DE TABELAS TABELA Tipos de deficiência e quantidade de abrangência...17 TABELA 1.2 Sintetizador... 23

10 10 LISTA DE ABREVIATURAS DV Deficiente Visual SW Software SL Software Livre OMS Organização Mundial da Saúde ICEVI Conselho Internacional de Educação de Deficiência Visual IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística TI Tecnologia da Informação WCAG Web Content Accessibility Guidelines MSN Microsoft Network WWW World Wide Web API Application Programming Interface HTML HyperText Markup Language

11 11 SUMÁRIO 1 Resumo Abstract Introdução Objetivo Classificação e/ou tipos de deficiência visual O sistema Braille Estatísticas Materiais e Métodos Tecnologias Assistivas Skype the best Tecnologias proprietárias Ferramenta mais comum: Leitores de Tela Jaws Virtual Vision Tecnologias Livres para Sistemas Operacionais proprietários O mais utilizado - Dosvox Testando o NVDA Acessibilidade na WEB WCAG Meu desenvolvimento Considerações Finais REFERÊNCIAS Apêndice + Código Fonte Glossário...30

12 12 Resumo Discute-se a Usabilidade e a Acessibilidade na Web e sua importância para indivíduos portadores de necessidades especiais, além de apresentar algumas das tecnologias que são usadas em conjunto com os padrões de acessibilidade. Há muito tempo vem aumentando o número de programadores interessados nas mais diversas linguagens de alto nível como C#.Net, C, VB, Java e outras, baseados em Web ou não, com a palavra ACESSIBILIDADE, ou seja, o nível de utilização que um aplicativo ou site Web fornece para pessoas portadoras de varias deficiências. Certas deficiências podem afetar a utilização do computador ou da Internet para um indivíduo, entre elas as deficiências visuais, as deficiências auditivas, algumas deficiências físicas (como a incapacidade de usar o teclado ou o mouse) e deficiências de aprendizado. No ambiente de computação atual, esses problemas de acessibilidade impedem que muitos usuários aproveitem totalmente os aplicativos e conteúdo da Web. O projeto de aplicativos e sites para entender as necessidades dos indivíduos portadores de deficiências deve ser uma prioridade para todas as empresas de software e e-business. As pessoas portadoras de deficiências representam uma parte significativa da população, e poderiam existir mais leis que obrigassem as empresas a fornecer acesso adequado e universal a seus recursos. Abstract It has been discussed Usability and Accessibility on the Web and its importance for people with special needs, besides presenting some of the technologies which are used together with accessibility pattern. For a very long time the number of interested programmers on many languages of high level have been increasing, just like C#.Net, C, VB, Java and others, based on Web or not, with the word ACCESSIBILITY, which, we say, the level of utilization that an applicative or Website gives for people who carry many deficiencies. Some deficiencies may affect the utilization of the computer or the Internet to an individual, among them the visual deficiencies, auditive deficiencies, some physical deficiencies (just as to be incapable to use the keyboard or mouse) and learning deficiencies. On today s informatics environment, those accessibility problems make many people unable to fully use the applicatives and Web s content. The applicative and websites project to understand carrying deficiencies people might be the priority to all of the software s and e-business companies. People that carry deficiencies

13 13 represent a significative part of the population, and there could be more laws which oblige companies to supply adequate and universal access to their resources. Introdução Motivação Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiências participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população. O símbolo apresentado na figura 1.1 é normalmente utilizado para indicar acessibilidade, independentemente da necessidade especial [ 1 ]. Em virtude da síntese de voz ser uma área bastante promissora e um assunto pouco abordado nas instituições de ensino superior, tenho a motivação de pesquisar sobre este e desenvolver um trabalho que sirva de base para novas investigações e progressos dentro do sistema de informação. Fig. 1: Acessibilidade Pode se dizer que a inclusão digital para DVs (deficientes visuais) começou a melhorar com a criação do Braille. Foram criados ampliadores de telas, leitores de telas, os quais falarei um pouco mais. Objetivo O objetivo deste trabalho é mostrar as principais ferramentas de acessibilidade para deficientes visuais e um pequeno exemplo de software para acessibilidade a Deficientes Visuais. Também, quão longe a acessibilidade está para eles e que a maioria esmagadora dos SWs (softwares) não são completamente acessíveis para quem realmente necessita de uma tecnologia assistiva para sistemas operacionais livres, no idioma português do Brasil, além de que, com a disponibilização desse recurso, seja eliminada definitivamente a barreira para que DVs possam também migrar para o SL (software livre). É claro que somente com esse trabalho não conseguirei atingir o nível de sofisticação das empresas que desenvolvem os softwares da área de acessibilidade, pois possuem inúmeros recursos a mais do que nesta pesquina.

14 14 Classificação e/ou tipos de deficiência visual A deficiência visual abrange vários graus de limitações, permitindo assim, diversos tipos de classificação; todavia, as mais usuais são: - Visão Subnormal ou Baixa Visão: é considerada portadora de visão subnormal ou baixa visão aquela pessoa que mesmo com a limitação visual utiliza, ou é potencialmente capaz de utilizar, a visão para o planejamento ou execução de uma tarefa/atividade; ou ainda, que seja capaz de perceber luminosidade até o grau em que a deficiência visual interfira ou limite seu desempenho; - Cegueira: neste contexto, caracteriza-se como portador de cegueira, aquela pessoa que possui perda total da visão ou perda da percepção da luz. A cegueira é considerada como sendo uma deficiência de grau severo, mas que pode ser amenizada por tratamento médico, reeducação e uso das tecnologias assistivas, tais como: bengala, sistema braile, leitores de tela com síntese de voz, Braille eletrônico, impressora Braille, etc [ 2 ],[ 3 ]. Fig. 2: Visão Normal Fig. 2.1:Perda Difusa de Campo Visual (Ex: Retinopatia Diabética)

15 15 Fig. 2.2:Perda de Visão Central (Ex: DMRI, Stargardt) Fig. 2.3:Perda de Visão Periférica (Ex: Glaucoma, Retinose Pigmentária)

16 16 Fig. 2.4:Diminuição Global da Sensibilidade (Ex: Catarata) O sistema Braille.

17 17 O Sistema Braille é um código universal de leitura tátil e de escrita, usado por pessoas cegas. Foi desenvolvido na França por Louis Braille, um jovem cego, a partir do sistema de leitura no escuro para uso militar, de Charles Barbier. Utilizando seis pontos em relevo dispostos em duas colunas, possibilita a formação de 63 símbolos diferentes, usados em literatura nos diversos idiomas, na simbologia matemática e científica, na música e mesmo informática. A partir da invenção do sistema em 1825, seu autor desenvolveu estudos que resultaram, em 1837, na proposta que definiu a estrutura básica do sistema, ainda hoje utilizada mundialmente. Por sua eficiência e vasta aplicabilidade, o sistema se impôs como o melhor meio de leitura e de escrita para as pessoas cegas. Porém, o cego enfrenta a dificuldade de não encontrar ao seu redor pessoas que conheçam Braille, o que dificulta sua comunicação escrita. Como ação afirmativa para a inclusão dos deficientes visuais na sociedade, a Universidade de São Paulo desenvolveu o Braille Virtual, com o qual pessoas que enxergam, poderão rapidamente aprender o sistema e estabelecer uma comunicação completa com os deficientes visuais [ 4 ]. Estatísticas Não existem dados precisos sobre o número de pessoas portadoras de deficiência visual, porém, dados da OMS Organização Mundial de Saúde e do ICEVI Conselho Internacional de Educação de Deficiência Visual, estimam que 161 milhões de pessoas em todo o mundo possuam algum tipo de incapacidade visual. No Brasil, de acordo com o Censo 2000 realizado pelo IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, existem 16,5 milhões de brasileiros com deficiência visual, dos quais são incapazes de enxergar, totalizando menos de1% da população, e mais atualizada conforme o levantamento de 2006 do SERPRO [5] existem 200 mil deficientes visuais. Outra pesquisa aponta que a falta de atendimento especializado está fortemente relacionada à etiologia do comprometimento da visão. A OMS acredita que 2/3 dos portadores de deficiência visual poderiam ter sua deficiência prevenida, evitada e até mesmo curada se tivessem um atendimento oftalmológico imediato [6],[ 7]. Tabela 1.1 Tipos de deficiência e quantidade de abrangência Dados: OMS e IBGE censo 2000 Tipo de Deficiência OMS IBGE Nº Habitantes (milhões) Mental 5% 1,24% 2,09 Física 2% 0,59% 0,99 Auditiva 1,5% 2,42% 4,08 Visual 0,5% 6,97% 11,77 Múltipla 1% Motora -- 3,32% 5,6 Total 10% 14,5% 24,5 Materiais e Métodos Tecnologias Assistivas.

18 18 Este tópico apresenta o resultado de um estudo, realizado In Loco com a ajuda do Sr. Laurini, deficiente visual desde 1981, hoje com 64 anos, que nos posiciona com informações práticas das ferramentas e seus conhecimentos sobre as facilidades e dificuldades no uso das ferramentas disponíveis no mercado. A técnica para levantamento dos dados escolhida foi a entrevista, pois dentre as técnicas é a que julguei a mais coerente e a mais informal possível [ 1.1]. Apesar de ter perguntas formatadas para a entrevista as respostas foram sendo respondidas com muitos diálogos conforme as visitas em sua residência, onde as informações do senhor Laurini estão citadas abaixo: Sr. José Inácio Laurini, morador da cidade de Cabreúva, por sinal um dos mais ilustres, é formado em matemática pela Universidade São Judas de São Paulo, fez vários cursos técnicos ligados à eletrônica, foi um dos pioneiros no uso do DOSVOX no Brasil o qual efetuou a compra do uso do software quando ainda não era livre, conheceu praticamente todas as ferramentas tecnológicas ou não, as quais muitas delas teve que importar, como o Braile Falado, uma espécie de Teclado com Sintetizador de Voz, que possibilita acesso à agenda de telefones, calculadora, cronômetro, relógio, facilidades com processador de textos e com saída serial para impressão em Braile, a um custo de US$ 2500,00. O objetivo dessa entrevista foi conhecer as principais características dessas Tecnologias usadas pelo senhor Laurini, aprender os diferentes modos de operação, entender a problemática envolvida e estabelecer bases sólidas sobre as reais necessidades do usuário DV. Sob forte influência do senhor Laurini, onde estive em contato direto nesta experiência, possibilitou que eu fosse além do aprendizado e seu cotidiano na área de TI. Abaixo constam algumas ferramentas de TI (ou não) que o Sr. Laurini usou e usa até hoje, e seus comentários a respeito dos mesmos: Dosvox: O melhor de todos, usa até os dias de hoje, e com auxílio de fita k7, treinou durante uma semana com duas horas diárias. Virtual Vision: Como todo usuário de DOS, o novo sistema em janelas causou dificuldades para ele, mas com ajuda de uma instrutora de Windows, onde todos os sábados durante dois meses em cinco horas por dia, aprendeu o suficiente para nos dar aulas, se necessário. Comentou a respeito de outras ferramentas como Braile-Edit, Screen Reader, Motrix que usa comandos falados, entre outros. Skype - the best. Com a interação do Virtual Vision, o Skype recebeu comentários animadores, onde ele fala com várias pessoas de diferentes países a um custo muito baixo ou nenhum. Apesar de seu alto conhecimento de tecnologia, o sr. Laurini se predispôs a usar o simples software, este sendo para DVs com pouco conhecimento de teclado e pequenos DVs, informando que o software pode ser usado para os pequenos e os mais idosos, pois assim como quase 7% da população é deficiente visual, somente 1% sabe o Braille, muitos deveriam treinar antes de utilizar as tecnologias assistivas. Computador não é feito pra deficiente visual, nós que temos que nos adaptar. José Inácio Laurini

19 19 Tecnologias proprietárias. Ferramenta mais comum: Leitores de Tela O leitor de tela é um software usado para obter resposta do computador por meio sonoro, usado principalmente por deficientes visuais. Também pode ser usado apenas para uma maior eficiência e conforto do usuário. As pessoas portadoras de deficiência visual podem navegar pela Internet, utilizando um programa de leitura de tela. Estes programas vão passando por textos e imagens, sintetizando a fala humana. Basicamente, o programa lê para a pessoa o que está na tela. Entre os programas disponíveis para deficientes visuais, estão: Nitrous Voice Flux - Controla o computador por voz e é 100% gratuito. IBM Via Voice - Controla o computador por voz. NVDA - Software livre para ler tela em ambiente Windows, com suporte à vários idiomas (incluindo português). Yeosoft Text - Leitor de tela em inglês e português. Jaws for Windows - leitor de tela em diversos idiomas. Virtual Vision - leitor de telas em português do Brasil. Dosvox - sistema para deficientes visuais (versão para windows ou para linux). O Windows XP oferece diversos recursos para oferecer facilidade aos usuários com leve deficiência visual em Assistente de Acessibilidade. Recursos como Lente de Aumento, que amplia a exibição da tela, e o Narrador do Windows, que oferece assistência de áudio para os itens exibidos na tela. O narrador é um utilitário de texto para voz para DVs com leve deficiência, sendo projetado para operar com Bloco de Notas, WordPad, programas do painel de controle, Internet Explorer, podendo não funcionar corretamente com outros programas. Alguns dos softwares proprietários desenvolvidos para sistemas operacionais proprietários, pois além de licenças para utilização do sw é necessária a licença para o sistema operacional. Jaws O software Jaws, ou Job Access With Speech, pertencente à empresa Freedom Scientific tem duas versões: o JAWS Professional ou JAWS Standard. Funciona como um leitor de telas, identifica e interpreta as informações que estão sendo exibidas na tela do monitor e repassa esse contexto ao DV por meio de síntese de voz. Virtual Vision Em sua recente versão, a 6.0, o software Virtual Vision é desenvolvido e comercializado pela empresa MicroPower. Funciona como um leitor de telas, exatamente como o software Jaws. Possui também um sistema de mapeamento e adaptação a aplicativos que não oferecem acessibilidade a leitores de telas, utilizando sistemas de mapas de posicionamento e até mesmo reconhecimento de gráficos, que podem ser configurados pelo próprio usuário. Pronuncia por palavras, letras, linhas, parágrafos ou todo texto, onde o usuário determinar. Como funciona com Windows, é possível ouvir músicas de CD, MP3, tem maior integridade com a Internet para leitura das telas, e integração total com o Office 2000/XP além das conexões com o Skype e o MSN.

20 20 Tecnologias Livres para Sistemas Operacionais Proprietários Alguns dos softwares são livres para sistemas operacionais proprietários, ou seja, não é necessária a aquisição de nenhum tipo de licença para utilização dos softwares, mas sim para prévia instalação do sistema operacional para o qual foram desenvolvidos. O mais utilizado - Dosvox O software Dosvox, é desenvolvido e distribuído livremente pelo Núcleo de Computação Eletrônica (NCE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sob orientação do Professor José Antônio Borges (DOSVOX, 2008). Como requisitos mínimos para seu funcionamento são exigidos além do sistema operacional Microsoft Windows, um processador de velocidade igual ou superior a 133MHz. Este software também se comunica com o usuário através de síntese de voz, mas ao invés de identificar e pronunciar as informações que estão sendo exibidas na tela do monitor, oferece um pacote com mais de 70 aplicativos falados, ou seja, ao invés de ler o que está escrito na tela, o Dosvox estabelece um diálogo amigável com o usuário através de aplicativos próprios. Grande parte desse diálogo é feito por voz humana gravada, de agradável audição. Sua utilização é bastante simples, pois uma das preocupações dos desenvolvedores foi reduzir ao máximo qualquer comprometimento técnico por parte dos usuários, portanto, dispensa conhecimentos prévios e estabelece uma conversa com o operador. Hoje o projeto DOSVOX é distribuído em duas versões: para DOS e para Windows (também chamado de WINVOX). O programa é composto por: Sistema operacional que contém os elementos de interface com o usuário; Sistema de síntese de voz para a língua portuguesa; Editor, leitor e impressor/formatador de textos; Impressor/formatador para Braille; Diversos programas de uso geral para deficientes visuais; como caderno de telefones, agenda de compromissos, calculadora, preenchedor de cheques, cronômetro, etc. Jogos de caráter lúdico; Ampliador de telas para pessoas com visão reduzida; Programas para ajuda à educação de crianças com deficiência visual; Programas sonoros para acesso à Internet, correio eletrônico e bate-papo; Leitor de telas/janelas para DOS e Windows [ 8 ]. Uma grande limitação do sistema é o acesso à Internet, que apresenta algumas restrições pelo fato da maioria das páginas apresentarem figuras, gráficos e frames, o que torna difícil para o deficiente visual compreender o que está sendo exibido na tela. Sobre estas limitações vamos comentar mais abaixo. Figura 3 Opções do DOSVOX

21 21 O software é utilizado conforme estimativa do professor Antônio Borges (UFRJ-2006) cerca de usuários cadastrados, ou seja 5% dos deficientes visuais no Brasil. Testando o NVDA. Para acessar esta janela a qualquer momento, pressione insert+n. Para fechá-la sem desligar o NVDA, pressione alt+f4. Para desligar o NVDA, pressione insert+q em qualquer janela ou escolha 'sair' no menu NVDA desta janela. Será exibida uma janela perguntando se quer mesmo sair e você pode ativar o botão OK ou o Cancelar. Para alterar preferências, como por exemplo, configurações de voz, eco das teclas, leitura de dicas de ferramentas, etc, pressione a tecla alt para mover-se à barra de menus e use então as teclas direcionais para navegar nos menus e achar a opção que deseja. Ao pressionar enter em várias das opções nos menus, abre-se uma janela de diálogo onde é possível mudar as configurações correspondentes. Grande parte das configurações tem efeito em tempo real, como no caso de mudanças na velocidade e tom da voz, de modo que você pode achar facilmente aquelas que melhor lhe aprovem. Se, porém, você sair do diálogo sem dar OK, as configurações retornam ao que eram antes de ter entrado e efetuado as mudanças. Por padrão, as preferências não são salvas para a próxima vez que se ativa o NVDA, a não ser que você pressione ctrl+s ou escolha 'salvar configuração' no menu NVDA. Você pode configurar o NVDA para salvar automaticamente as configurações ao sair, indo até ' opções de usuário...' no menu preferências e selecionando 'salvar configuração ao sair' e pressionando OK. A facilidade começa desde o download pois o software não tem custo, e na instalação o software questiona se o usuário deseja ouvir os passos para a instalação. Sendo um leitor de tela de código aberto, ou seja não comercial para sistema operacional Windows XP, acessei com os navegadores Internet Explorer e Firefox, o Outlook Express, Word Pad e Word, criei planilha com o Excel, o Explorer e pra minha surpresa com o funcionamento do prompt do DOS ou seja, tudo que um usuário comum para operar o sistema. Na abertura do software o mesmo se torna irritante, pois as configurações de velocidade, as leituras de pontuação estão desconfiguradas, após sua alteração, começa a ficar amigável.

22 22 Mesmo sendo um usuário de visão normal, achei o sistema com um grau de dificuldade elevada, e lembrando que o Deficiente Visual consegue usar o sistema, com muita paciência e treinamento. Minha maior dificuldade foi ter que tirar a mão do mouse (que fica um pouco instável), lembrando que o mouse não é muito útil para os DVs, onde o mais difícil foi ter que decorar todas as teclas de atalho (que não consegui), tendo que recorrer ao manual de abertura do software. O software realmente funciona, sendo de muita utilidade para os DVs que não tem acesso aos softwares pagos. Muitos dos sistemas mencionados são capazes de gerar voz através de texto conhecidos pela sigla TTS (Texto-To-Speech). Existe vários deste tipo de sistemas, indo desde aplicações comerciais até outras desenvolvidas principalmente com fins educativos. Em geral, estes sistemas almejam que o sistema pronuncie o texto sendo compreendido pelo receptor e que a voz sintetizada pareça com a voz normal das pessoas. Um sistema TTS completo geralmente se divide em quatro partes: análise de texto, pronúncia das palavras, interpretação fonética e geração de sinais. Todas as etapas são bastantes complexas. Houve outras técnicas de sínteses criadas como a 1ª no século XVIII, criada por Wolfgang von Kempelen, com um dispositivo mecânico usando alavancas sendo reproduzido o som por vibração de palhetas. Tabela 1.2 Sintetizadores The VODER, Homer Dudley (1939) The Pattern Playback, Franklin Cooper (1951). The Parametric Artificial Talker, Walter Lawrence (1953). The OVE, Gunnar Fant (1953), sintetizador em cascata. The DAVO, George Rosen (1958), sintetise articulatória. Primeiro programa de síntese por regras, baseado em fonemas, John Kelly e Louis Gerstman (1961) The OVE, segunda geração (1962). Síntese por formantes usando concatenação de difones, Rex Dixon e David Maxey (1968) Primeiro síntetizador de prosódia por regras, Ignatius Mattingly (1968). Comparação entre voz sintetizada natural, John Holmes (1973), sintetizador paralelo. Tentativa de transforma a voz masculina em feminina, usando o DECTalk Síntese articulatória, James Flanagan e Kenzo Ishizaka (1976) Sintese por concatenação de demi-sílabas, Cathrine Browman, (1980). E um dos melhores é o MBROLA[ 13] pacotes publico, iniciado no Laboratório TCTS da Faculdade Politécnica de Mons (Belgica). Sintetizador aberto em várias línguas diferentes para fins não comerciais (inclusive português). Baseado na concatenação de dífones( lista de fonemas), é capaz de gerar voz usando 16 bits na codificação. O programa utiliza uma base de dífones para a composição do som. Dentro destas tecnologias muitas são as engines criadas com várias formas de pronúncias além o Português-Brasil com vozes de idades e sexos diferentes, o Inglês americano e britânico, o alemão, italiano, espanhol etc. Novas APIs foram criadas como a Speech Recognition-SR(reconhecimento automático da fala) com comandos por voz e demanda para outros idiomas.

23 23 Acessibilidade na WEB. Mas, o que é acessibilidade? A expressão acessibilidade, tanto em várias áreas de atividade, como também na informática, tem um importante significado: Representa para o nosso usuário o direito de acessar a rede de informações e também o direito de eliminação de barreiras arquitetônicas, de falta de comunicação, meio físico, de equipamentos e programas adequados. Baseado no conteúdo da W3C (Consórcio para a WEB), mostra algumas características que podemos encontrar nestes usuários: - Incapacidade de ver, ouvir ou deslocar-se, ou grande dificuldade - quando não, a impossibilidade - de interpretar certos tipos de informação; - Dificuldade visual para ler ou compreender textos; - Incapacidade para usar o teclado ou o mouse, ou não dispor deles; - Insuficiência de quadros, apresentando apenas texto ou dimensões reduzidas, ou uma ligação muito lenta à Internet; - Dificuldade para falar ou compreender, fluentemente, a língua em que o documento foi escrito; - Ocupação dos olhos, ouvidos ou mãos, por exemplo, ao volante a caminho do emprego, ou no trabalho em ambiente barulhento; - Desatualização, pelo uso de navegador com versão muito antiga, ou navegador completamente diferente dos habituais, ou por voz, ou sistema operacional menos difundido. Quando criamos aplicativos ou conteúdos na Web, devemos levar em conta estas características. Conforme o Ministério Público [ 9 ]Decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004 Regulamenta as Leis n , de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e , de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade. Os deficientes visuais têm necessidades e direito da inserção do meio social, à tecnologia da informação baseados nos conhecimentos da informática, que contribui e pode contribuir muito mais com essas necessidades. A Internet, a maior rede de computadores, é um dos principais meios de comunicação para o uso da acessibilidade. A grande e esmagadora maioria dos sites, não tem recursos disponíveis e muito menos adaptadas aos portadores de deficiências visuais. WCAG Esta sigla significa Web Content Accessibility Guidelines, ou seja, é um conjunto de regras para assegurar que os conteúdos disponibilizados na Internet são acessíveis. O WCAG 1.0 foi publicado em 1999 e, com o evoluir das tecnologias e da própria Internet, as suas regras e recomendações estão um pouco desatualizadas. Assim, há alguns anos começou-se a trabalhar

24 24 no WCAG 2.0 que supostamente viria substituir a versão anterior e traria a devida atualização às regras e recomendações de acessibilidade. Os documentos das Diretrizes de Acessibilidade ao conteúdo da Web (WCAG) explicam como produzir conteúdos para a Web que sejam acessíveis às pessoas portadoras de necessidades especiais. Genericamente, "conteúdo" da Web refere-se à informação contida em uma página web ou a uma aplicação Web, incluindo-se aí, textos, imagens, formulários, sons e correlatos. (Definições mais detalhadas podem ser encontradas nos documentos das WCAG) WCAG é parte de uma série de Diretrizes para Acessibilidade, incluindo-se as Diretrizes de Acessibilidade para as ferramentas de produção (ATAG) e as Diretrizes de Acessibilidade para agentes de usuários (UAAG). As ligações entre as diferentes diretrizes, são explicadas em componentes interdependentes para acessibilidade à Web Prioridade 1 Pontos que os criadores de conteúdo Web devem satisfazer inteiramente. Se não o fizerem, um ou mais grupos de usuários ficarão impossibilitados de acessar as informações contidas no documento. A satisfação desse tipo de ponto é um requisito básico para que determinados grupos possam acessar documentos disponíveis na Web. Prioridade 2 Pontos que os criadores de conteúdos na Web deveriam satisfazer. Se não o fizerem, um ou mais grupos de usuários terão dificuldades em acessar as informações contidas no documento. A satisfação desse tipo de pontos promoverá a remoção de barreiras significativas ao acesso a documentos disponíveis na Web. Prioridade 3 Pontos que os criadores de conteúdos na Web podem satisfazer. Se não o fizerem, um ou mais grupos poderão se deparar com algumas dificuldades em acessar informações contidas nos documentos. A satisfação deste tipo de pontos irá melhorar o acesso a documentos armazenados na Web. O World Wide Web Consortium é um consórcio de empresas de tecnologia, atualmente com cerca de 500 membros. Fundado por Tim Berners-Lee em 1994 para levar a Web ao seu potencial máximo, por meio do desenvolvimento de protocolos comuns e fóruns abertos que promovem sua evolução e asseguram a sua interoperabilidade. O W3C desenvolve padrões para a criação e a interpretação dos conteúdos para a Web. Sites desenvolvidos segundo esses padrões podem ser acessados e visualizados por qualquer pessoa ou tecnologia, independente de hardware ou software utilizados, como celulares, PDAs, eletrodomésticos, de maneira rápida e compatível com os novos padrões e tecnologias que possam surgir com a evolução da internet. Para alcançar seus objetivos, a W3C possui diversos comitês que estudam as tecnologias existentes para a apresentação de conteúdo na Internet e criam padrões de recomendação para utilizar essas tecnologias. Com a padronização, os programas conseguem acessar facilmente os códigos e entender onde deve ser aplicado cada conhecimento expresso no documento. Padrões seus como HTML, XHTML e CSS são muito populares, contudo, em muitos casos são usados de forma errônea devido ao desconhecimento da especificação. É um dever de todo desenvolvedor Web respeitar e seguir os padrões de acessibilidade do W3C, pois de outro modo poderá impor barreiras tecnológicas à diversas pessoas, desestimulando e até mesmo impedindo o acesso a suas páginas.

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