LENA INFOR. Maio /Agosto 2011 N.º43. Grandes projectos Grupo Lena

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1 INFOR LENA Maio /Agosto 2011 Grandes projectos Grupo Lena Destaque: Convenção Grupo Lena Abrantina: Obras nomeadas para Óscares do Imobiliário Lena Construções: Melhoria de acessos em Leiria com obra do IC2 Indústria e Serviços: Arquijardim ganha empreitada de Parque em Aveiro Imobiliária: Nova imagem para projecto Santa Luzia Internacional: Lenobetão comemora 10 anos no Brasil Automóveis: Inauguração do complexo Lena Automóveis em Caldas da Rainha Comunicação: Região de Leiria com prémio Gazeta Imprensa Regional Turismo: Dia Mundial da Criança nas unidades da Lena Turismo maio / Agosto 2011

2 Sumário Conselho Editorial António Barroca Rodrigues Joaquim Barroca Vieira Rodrigues Joaquim Paulo Conceição Direção António Barroca Rodrigues Coordenação Direção de Marketing e Comunicação do Grupo Lena Design Propriedade Grupo Lena Apartado 1004 PC Santa Catarina da Serra Santa Catarina da Serra PORTUGAL Tel.: (+351) Fax: (+351) Site: Impressão Multitema Depósito Legal N.º /05 Revista quadrimestral publicada pelo Grupo Lena Todos os direitos reservados Distribuição gratuita EDITORIAL Grandes projectos do Grupo Lena 3 COMISSÃO EXECUTIVA Joaquim Paulo Conceição 4 DESTAQUE XII Convenção Grupo Lena Compromisso com a ação 6 Dossier Grandes Projetos 12 Engenharia, ConstruçÃO e Concessões Abrantina 25 Engenharia, ConstruçÃO e Concessões Lena Engenharia e Construções Engenharia, ConstruçÃO e Concessões Lena Atlântico 30 Engenharia, ConstruçÃO e Concessões Glossário Técnico 32 Indústria e Serviços Lena Agregados com homologação de Balastro 34 Imobiliária Lena Imobiliária cria nova imagem para o projeto Santa Luzia 36 Internacional Abrantina conclui projeto de abastecimento de águas em Angola Automóveis Inauguração do Complexo Lena Automóveis em Caldas da Rainha 39 Comunicação Aldeia da Saúde recebe mais de visitantes TurIsmo Dia Mundial da Criança nas Unidades da Lena Turismo 45 Outras Participações Publicenso apresenta projeto inovador em França 48 Opinião Novas descobertas 50 Maio / Agosto 2011

3 Editorial Grandes projetos do Grupo Lena Executar, gerir e criar valor onde houver mercado. Eis as palavras de ordem para os tempos que correm. No Grupo Lena, todos os projetos contam. Todos são grandes na medida em que a todos é exigida uma entrega e uma gestão rigorosa e eficaz. Aliás, como têm que ser quer a determinação quer o sentido de responsabilidade de quem os comanda, para assim os executar de acordo com o projetado. É verdade que temos desafios incríveis para os próximos tempos; a obra de Venezuela é um deles, porventura o mais expressivo. Contudo, exige de nós a mesma astúcia e gestão que exigem todos os outros; independentemente da dimensão e do valor de adjudicação de cada projeto, conta a rentabilidade de cada um, proveniente do bem- -fazer. Basicamente, o planear, o orçamentar e o executar de acordo com os procedimentos e o compromisso assumido são fatores críticos de sucesso. Todas e quaisquer modificações na estrutura de um edifício pressupõem sempre alteração ao projeto que carecem de autorização do projetista (empresa), do licenciador (o dono de obra) e que só poderão avançar se o executor (empreiteiro/ empresa) estiver de acordo. Se cada um cumprir (bem) a sua missão e souber responsabilizar-se pela sua parte ativa no processo, os resultados serão certamente os esperados. Posto isto, no seio do Grupo Lena as principais preocupações têm sido aplicadas, ao longo do tempo, em torno da adequada formação em gestão. Longe vai o tempo em que competências de engenharia civil eram o bastante; um diretor de obra é necessariamente um engenheiro e um gestor. Dirigir um projeto, qualquer que seja, exige gestão e controlo adequados, sob o ponto de vista técnico e financeiro. Características e valências das quais não abdicamos nos nosso líderes, na perspetiva clara de gerir para criar valor(es). A realidade que se nos depara vai exigir de todos nós disponibilidade para a mudança, aprendizagem em permanência e muita mobilidade para agarrar as oportunidades que nos surgem. Vencidos estes obstáculos, teremos um Grupo Lena ajustado às novas exigências que o mundo trouxe e seremos, com certeza, parte da mudança. António Barroca Rodrigues Presidente do Conselho de Administração do Grupo Lena maio / Agosto 2011

4 Comissão Executiva Um Compromisso com a ação Capítulo II No último Inforlena falei-vos do compromisso com a ação em quatro tempos: Reestruturação da dívida (concretizada); Simplificação da governance (concretizada); Maximização das sinergias e racionalização de recursos (sempre em concretização); Capitalização do GL (sempre em concretização). Depois de nos concentrarmos no primeiro semestre de 2011 com o desinvestimento em áreas não lucrativas como foi o caso da Comunicação Social, no segundo semestre deveremos continuar com ações, nesse sentido, direcionadas à Abrantina e Hotéis, mas tentaremos consumar alienações que nos permitam capitalizar o GL. Iniciamos um ciclo onde estamos obrigados a olhar para a evolução das nossas atividades core de uma forma pessimista no que ao mercado nacional diz respeito. Cortes no investimento público levarão já este ano, mas principalmente em 2012, a uma travagem abrupta no nosso negócio. É inevitável redirecionar os nossos recursos, aproveitar a carteira de obras angariada e tentar compensar a depressão nacional com uma ofensiva internacional. Por cá precisamos adaptar a estrutura a um negócio muito mais leve. Se o negócio é leve a estrutura terá de ser ultraleve pelo que teremos de continuar a desengordurar a nossa estrutura. Uma ofensiva internacional com menos gordura nacional será o eixo fundamental presente no planeamento 2012/2016 do Grupo Lena que este ano começa mais cedo; por isso, caracterizarei sucintamente as orientações implícitas em cada eixo. I. Preparar uma ofensiva internacional Se queremos capitalizar a nossa experiência i n t e r n a c i o n a l precisamos decorar os ensinamentos obtidos para ter sucesso na ofensiva internacional: 1) Precisamos de internacionalizar com estabilidade de equipas diretivas; 2) Precisamos de unidade de comando, de profissionalismo e cooperação com funções e responsabilidades bem definidas onde o interesse comum prevaleça face aos egos; 3) Obrigatório um rigoroso controlo orçamental e planeamento de tesouraria que faça o negócio ser rentavel e autossustentável; 4) Fundamental a escolha das parcerias e a proximidade aos clientes. Identificados os sentidos obrigatórios resultantes dos caminhos já percorridos além fronteiras, proponho-vos uma visita para assinalar a forma como a ofensiva internacional passará em cada um dos nossos mercados internacionais Marrocos Mudámos a imagem do dono de obra e revelámos capacidade de fazer bem em circunstâncias difíceis. Mais de 100 milhões de faturação em mais de 30 quilómetros de autoestrada; o investimento está realizado mas falta recuperá-lo. Precisamos de o fazer sem correr os riscos tomados até agora, por isso este mercado terá a operação necessária à recuperação do investimento realizado. No entanto, mais do que nova angariação, vamos centralizar as nossas forças no sentido de recuperar a rentabilidade desta obra. Toda a dedicação a esta causa será pouca Argélia 240 Milhões de obras em curso e em carteira: hospitais, portos marítimos e vias de comunicação. Margem EBITDA superior a 11%, 15 milhões colocados em Portugal desde 2007, 36 milhões de vendas e 4 milhões de resultados previstos para 2011 são as cores principais que pintam o quadro da atividade do Grupo Lena na Argélia. Manter a carteira de obras, a margem do negócio, a grande imagem de competência junto dos donos de Maio / Agosto 2011

5 Comissão Executiva obras, integrar a atividade de duas marcas atuais, iniciar negócios da Lena Ambiente e Energia e valorizar os alvarás da SARL Lena Algerie são as grandes metas que orientarão a gestão da nossa equipa na Argélia Angola Liquidez, dívida residual, centros de logística, edifícios, redes de águas, vias de comunicação, aluguer e manutenção de viaturas, uma carteira de negócios superior a 400 milhões de dólares dão-nos a fotografia do nosso desempenho em Angola. Um presença consolidada e rentável com as vantagens de uma operação que serve províncias fora de Luanda. Para 2011, esperamos 70 milhões de euros em faturação e 4 milhões em resultados. Manter a carteira de negócios (angariando obras de arte da obra da Luena, por exemplo), centralizar a governance efetiva de todas as atividades na Comissão Executiva da Lena Angola, aumentando eficiência e rentabilidade nas atividades instaladas, são os desafios principais para os próximos anos Brasil A primeira experiência internacional do GL: 13 anos na Bahia com imagem de qualidade dos produtos oferecidos, atividade diversificada com mais de frações construídas e vendidas, liderança na venda de betão em Salvador, a única fábrica de gruas na Bahia e cabeças de gado são frutos dos nossos descobrimentos nas terras de Vera Cruz. Esperamos 52 milhões de euros de negócios e 2 milhões de resultados em Financiar localmente a operação, alienar ativos para continuar a investir com maior robustez, manter as atividades atuais com rentabilidade plena e iniciar atividades em projetos de águas, saneamento e tratamento de resíduos marcarão as conquistas a consumar neste mercado nos próximos anos Venezuela Este negócio vale a totalidade da faturação de 2010 do GL, tem de ser assumido com profissionalismo e responsabilidade e nele teremos de envolver os nossos melhores recursos. Quase mil milhões de dólares de faturação, duas fábricas e moradias em três anos são desafios para audazes, enfim desafios para nós. É um negócio de oportunidade que pode virar estratégico se cumprirmos com rigor esta primeira etapa, mais que as contratadas queremos angariar Esperamos 80 milhões de faturação e 8 milhões de resultados em 2011 mas temos mais de 700 milhões para faturar até Europa Central Uma presença já com seis anos e uma imagem acima da produção e dos resultados produzidos, especialmente na Roménia. Fizemos obra, mas a evolução recente daqueles mercados tem tornado difícil a angariação de novos negócios. Esperamos para Roménia e Bulgária uma faturação de 13 milhões de euros e 0,4 milhões de euros de resultados. Mas a missão principal da equipa da Europa Central é recuperar o investimento realizado até 2014 com operações de risco controlado assentes na boa escolha de parcerias com provadas competências na operação de cada região. 2. Desengordurar a estrutura Como referimos, a ofensiva internacional tem de ser acompanhada com a adaptação da nossa estrutura. Objetivo: torná-la ultraleve. Como? 2.1. Otimizando os negócios Lena Construções, Lena Atlântico e Civilena (pelo menos) serão fundidas e ficarão sob a mesma governance. Os negócios de carpintaria e artefactos de cimento deverão cessar atividade em Portugal e transferir a operação para Angola. Ambas as opções permitem ganhos de escala e otimização da estrutura existente Generalizando o âmbito de atuação do Centro Corporativo e USP O Centro Corporativo assumirá a interlocução com os negócios internacionais e nomeará um operacional por área funcional para atender às necessidades de apoio em cada país. Integrar o apoio financeiro das subholdings na USP e depois passar para a USP todos os serviços de backoffice das atividades core é um segundo passo previsto que permitirá poupanças importantes Ajustando os Recursos Humanos e materiais Menos negócio significa necessidade de redirecionamento dos equipamentos, das instalações e dos recursos humanos existentes. Já fizemos um trabalho com resultados muito visíveis mas esta tarefa nunca estará acabada e, neste planeamento, todas as áreas de negócio deverão pensar num conjunto de iniciativas que ditarão uma nova vaga de racionalização que deveremos iniciar ainda este ano. Concluindo, o próximo episódio do compromisso com a ação vai ser filmado sobretudo no estrangeiro, os episódios rodados em Portugal serão filmados em slow motion e patrocinados por um desengordurante eficaz. A qualidade dos atores ditará um produto final a velocidade vertiginosa com enorme sucesso de bilheteira. Joaquim Paulo Conceição Presidente da Comissão Executiva do Grupo Lena maio / Agosto 2011

6 Destaque XII Convenção Grupo Lena Compromisso com a ação Decorreu no passado dia 20 de maio a XII edição da Convenção do Grupo Lena que este ano foi dedicada ao tema Compromisso com a ação. O encontro teve lugar no Palace Hotel de Monte Real e contou com a participação de 84 Administradores e Quadros do Grupo. A abertura foi realizada pelo Vice- -Presidente do Conselho de Administração, Joaquim Barroca Vieira Rodrigues. Seguiu-se uma análise dos compromissos do passado recente do Grupo Lena, onde interviram o Vice- -Presidente da Comissão Executiva, Paulo Silva Reis, com a performance de indicadores financeiros em 2009/2010, e o Diretor de Marketing, Pedro Carvalho, com a apresentação dos resultados finais no Tableau de Bord do ano que passou. Maio / Agosto 2011

7 Destaque Entre as diversas análises por subholding, realçou-se que, em 2010, o Grupo Lena registou um volume de negócios total agregado acima dos 777 milhões de euros (18% acima de 2009) e um EBITDA de 51,6 milhões de euros (em linha com o período anterior). Na síntese do Tableau de Bord, que avalia as empresas em indicadores considerados estratégicos ao nível Financeiro, Recursos Humanos e de Marketing, elegeram-se os melhores desempenhos em 2010 que pertenceram às empresas: Lenaparts (1.º), Dualidade (2.º), Lenobetão (3.º), Imagens & Letras (4.º) e Hotel Eurosol Residence (5.º). Depois da análise do passado, o encontro debateu o futuro do Grupo Lena. Neste âmbito, com intervenções da Direção de Recursos Humanos, Margarida Oliveira, e novamente do Vice-Presidente da Comissão Executiva, Paulo Silva Reis, falou- -se de racionalização, de sinergias e alienações. A Convenção contou ainda com os depoimentos de elementos das Comissões Executivas das subholdings em Portugal em vídeo, tendo sido dado um enfoque especial à área internacional onde o Grupo Lena espera crescer nos próximos anos maio / Agosto 2011

8 Destaque com o decréscimo expectável do negócio em território nacional. De facto, existiu um espaço específico dedicado à Internacionalização onde elementos das Comissões Executivas ou Administração de cada país apresentaram os negócios e as margens 2010/2011/2015. Seguiu-se a comunicação da nova imagem do Grupo, e a intervenção do Presidente da Comissão Executiva, Joaquim Paulo Conceição, que analisou a estratégia e vetores de crescimento do Grupo Lena para o futuro. Esta intervenção contou com a apresentação do modelo organizativo do Grupo mais simplificado e realçou a necessidade de mais sinergias, racionalização e capitalização. Terminou com a indicação do crescimento do Grupo Lena que se espera para 2011: uma faturação a rondar os 966 milhões de euros e um EBITDA acima dos 80 milhões de euros, em que a área internacional começará a assumir um peso cada vez maior no total dos negócios. O discurso de encerramento da reunião esteve a cargo do Presidente do Conselho de Administração, António Barroca Rodrigues, que salientou a necessidade do compromisso com a ação por parte de todos os colaboradores do Grupo. A XII Convenção terminou com um jantar no Palace Hotel de Monte Real. II Encontro de Quadros Internacionais No dia 19 de maio decorreu, também no Palace Hotel de Monte Real, o II Encontro de Quadros Internacionais do Grupo Lena. Participaram no encontro 37 Administradores e Quadros Grupo Lena, sobretudo provenientes da área internacional. A abertura do encontro foi realizada pelo Vice-Presidente do Conselho de Administração, Joaquim Barroca Vieira Rodrigues, e o encerramento foi realizado pelo Presidente, António Barroca Rodrigues. Contou com as intervenções das Direções de Marketing e de Recursos Humanos, e do Presidente e Vice- -Presidente da Comissão Executiva, Joaquim Paulo Conceição e Paulo Silva Reis, respetivamente. Foi dado especial enfoque ao novo modelo organizativo da área internacional e ao aumento do peso dos negócios que se espera neste âmbito. De facto, só em 2011 é expectável que mais de 45% do VN e 55% do EBITDA sejam decorrentes da atividade internacional; este peso deverá ser crescente até O II Encontro teve ainda em agenda as intervenções dos CEO / Administrações de cada mercado com a apresentação da síntese da situação atual (estrutura e negócio) e perspetivas futuras. Atualmente, o Grupo Lena encontra- -se presente em países como Angola, Argélia, Brasil, Marrocos, Europa Central (Roménia e Bulgária), Espanha, Venezuela, e em outros onde a presença é mais ténue em termos de atividade. Os setores internacionalizados são a Construção, Indústria, Ambiente e Energia, Automóveis, Turismo e Inovação. Maio / Agosto 2011

9 Destaque Entrega de Prémios Canal Lena 2010 O Grupo Lena entregou, no passado dia 22 de julho de 2011, prémios aos vencedores de dois concursos Canal Lena 2010: o concurso lançado pelo Grupo Lena e o da Lena Construções. A entrega dos prémios realizou-se na sede do Grupo, na qual estiveram presentes os premiados num pequeno encontro dedicado aos mesmos. Amílcar Guerreiro, membro do Conselho de Administração da Lena Engenharia e Construções, foi quem procedeu à entrega dos prémios. Roberto Oliveira Ferreira e Luís Miguel Conceição Ginja receberam o prémio referente ao maior volume de negócios, primeiro e segundo lugares respetivamente. Quanto ao maior número de angariações os vencedores foram: em primeiro lugar Alexandra Margarida Leal dos Santos e, em segundo lugar, Maria de Lourdes Vitorino. Os prémios atribuídos foram os definidos na divulgação do concurso: máquina fotográfica e cheque-viagem. Luís Miguel Conceição Ginja, Nuno Miguel Costa Lopes, Jacinto Primitivo Pereira, Manuel Pires João e Leonel Dias Oliveira foram os que conquistaram o prémio atribuído pela Lena Construções, do primeiro ao quinto lugar, por ordem citada de nomes. Em 2010, foram fechados negócios, que contribuíram com mais de 8 milhões de euros em volume de negócios. O projeto Canal Lena continua a afirmar-se através do sucesso alcançado e do mérito dos colaboradores que nele participam. Plano Certeiro implementado nas empresas da Construção O projeto Plano Certeiro, lançado no final de agosto, tem como objetivo reconhecer e distinguir o melhor Planeamento em Obra. Todas as empreitadas, nacionais e internacionais, que façam parte do Plano de Negócios das empresas Lena Engenharia e Construções, Construtora Abrantina, Lena Atlântico, Lena Madeira e Civilena serão avaliadas em relação ao planeamento que fazem. Os critérios de análise são: Valor de Produção, Valor de Faturação e Resultado Operacional. O valor final apurado, com as respetivas ponderações dos critérios, corresponderá a um Índice de Desempenho do Planeamento (IDP). A análise será feita trimestralmente, e os resultados comunicados até ao dia 30 do mês n+2. maio / Agosto 2011

10 10 Destaque Evolução da Marca Lena A marca Lena nasceu como resposta à necessidade de comunicar as empresas que se ligaram à então Construtora do Lena, S.A., formando assim o Grupo Lena. O logótipo inicial assentava fundamentalmente nas duas faixas de uma estrada, uma vez que as obras públicas eram uma das principais atividades da Construtora do Lena. As duas faixas comunicavam, paralelamente, a atividade da empresa e a ideia de rigor que já então se pretendia ver definida como principal traço distintivo. Em 1999, o Grupo Lena apresenta a primeira imagem institucional, criada a partir das formas do logótipo atrás indicado. O logótipo foi atualizado, comunicando essencialmente através de duas cores: o azul: cor fria associada à ordem, harmonia e lealdade; o laranja: cor viva associada à energia, força e otimismo. Aquando da organização formal do Grupo Lena, o logótipo passou a incorporar a modernidade do percurso efetuado até então e apresentava-se em três dimensões numa estrutura transparente. A evolução para o novo logótipo é também uma resposta à mudança do modelo organizativo do Grupo Lena, mantendo como referência os mesmos valores de sempre: Rigor, Solidez e Cooperação. Nacional Na alteração da imagem corporativa destaca-se a nova designação das atividades (unidades de negócio) com a associação permanente da palavra Grupo. Para além disso, passa a existir uma nova imagem por país na língua local que enquadra todas as empresas, independentemente do setor em que operam. Internacional Maio / Agosto 2011

11 11 Destaque Sessão de Encerramento da Formação Avançada em Planeamento e Controlo Estratégico A Escola de Negócios do Grupo Lena realizou, no passado dia 13 de junho, no auditório do edifício sede do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), o encerramento da 1ª edição da Formação Avançada em Planeamento e Controlo Estratégico, na modalidade e-learning. Esta sessão de encerramento teve como objetivo premiar o mérito dos participantes que obtiveram aproveitamento na ação que decorreu em 2010/2011 e, com estes, celebrar o acréscimo de competências adquiridas em formação e a partilha de experiências proporcionadas. A sessão contou com a presença da Administração do Grupo Lena, Presi- dência do IPL e a Direção da UED (unidade de ensino à distância do IPL), parceiros no desenvolvimento desta ação. Foram entregues 58 certificados aos participantes, que concluíram com sucesso a ação. A modalidade de e-learning impõe-se cada vez mais, dada a crescente aposta do GL na internacionalização. Através desta, é possível potenciar uma maior proximidade aos quadros que se encontravam a desempenhar funções nos mercados internacionais, permitindo-lhes acompanhar a formação e dar continuidade ao reforço das suas competências. Esta ação é a primeira etapa de um processo de formação que continuará ao longo dos próximos quatro anos, melhorando os níveis de aperfeiçoamento na procura da excelência. Recorda-se que a Escola de Negócios tem já quatro níveis de Formação Avançada consolidados, que encerram um ciclo de formação e que confere aos finalistas deste ciclo o grau interno de licenciatura (para efeitos de progressão na carreira Grupo Lena), e que visam sobretudo diferenciar o Grupo Lena pelas qualidades de gestão dos seus quadros. Bolsas de Estudo candidaturas abertas À semelhança dos anos anteriores, encontram-se atualmente abertas as candidaturas às bolsas de estudo do Grupo Lena. Os colaboradores, com vínculo contratual igual ou superior a três anos, que pretendam concorrer às bolsas de estudo, poderão entregar a sua candidatura junto da Direção de Recursos Humanos da empresa à qual estão vinculados, até dia 15 de outubro de A Administração do Grupo Lena pretende contemplar com bolsas de estudo os colaboradores e filhos dos colaboradores que frequentem o ensino secundário ou superior e que evidenciem dificuldades económico- -financeiras, uma vez que a sua principal preocupação é a satisfação dos seus colaboradores. O formulário de candidatura encontra- -se disponível na Intranet GL e nas Direções de Recursos Humanos das empresas Grupo Lena. maio / Agosto 2011

12 12 Dossier Grandes Projetos As empresas do Grupo Lena, desde a sua criação, têm estado envolvidas em grandes projetos em território quer nacional, quer internacional. O portfolio de projetos desenvolvidos por este grupo é enorme: Pavilhão de Portugal na Expo, Estádios de Leiria e do Algarve, Ponte do Carregado, Gare Marítima Internacional do Porto do Funchal e autoestradas como a A8 ou A15 são alguns dos exemplos dos grandes projetos já concluídos pelo Grupo Lena, mas muitos mais existem em todos os setores de atividade. O presente dossier pretende, sobretudo, ser um retrato dos principais desafios e dos Grandes Projetos do grupo mais recentes, entretanto concluídos ou em curso. Maio / Agosto 2011

13 13 Dossier Grandes Projetos Abrantina Programa de Modernização das Escolas do Parque Escolar O Programa de Modernização do Parque Escolar, que se iniciou em maio de 2007, prevê a intervenção em 332 escolas do Ensino Secundário até 2015, impactando desta forma na vida escolar de mais de estudantes. O programa de intervenção é composto por quatro fases e prevê um investimento total de 2,45 mil milhões de euros. O projeto Parque Escolar, criado pelo Ministério da Educação, visa sobretudo a recuperação e modernização dos edifícios existentes, a abertura da escola à comunidade e a criação de um sistema eficiente e eficaz de gestão de edifícios. A Construtora Abrantina tem desempenhado um papel de extrema importância, contribuindo no total para a modernização de 12 escolas, num investimento de euros. Na fase 2, iniciada em meados de 2009 com um total de 75 escolas, a Construtora Abrantina esteve em consórcio com a Lena Engenharia e Construções e a MRG. Teve a seu cargo a execução de obras de modernização em oito escolas, com um investimento total de aproximadamente 90 milhões de euros. Os prazos de execução variaram entre os 12 e os 24 meses, estando neste momento os trabalhos em fase final de conclusão. Na fase 3 do projeto, atualmente a decorrer, a Construtora Abrantina, em consórcio com a Lena Engenharia e Construções, tem a seu cargo a modernização de mais quatro escolas, num investimento total de euros, com prazos de execução entre os 15 e os 22 meses. Escola Localização Investimento ( ) Escola Secundária António Arroio Lisboa Escola Secundária Padre António Vieira Lisboa Escola Secundária Vergílio Ferreira Lisboa Escola Secundária Herculano Carvalho Lisboa Escola Secundária Rainha D. Leonor Lisboa Escola Secundária Afonso de Albuquerque Escola Secundária Públia Hortênsia de Castro Escola Secundária Artur Calazans Duarte Guarda Vila Viçosa Marinha Grande Escola Localização Investimento ( ) Escola Secundária de Felgueiras Lisboa Escola Secundária de Moura Moura Escola Secundária Dr. Hernâni Cidade Escola Secundária de Campo Maior Redondo Campo Maior maio / Agosto 2011

14 14 Dossier Grandes Projetos Lena Construções A17 obra feita com Arte As diversas grandes obras levadas a cabo pela Lena Construções nos últimos anos foram seguramente resultado de um bom trabalho em equipa. Pela sua dimensão e complexidade técnica podemos destacar algumas, nomeadamente a autoestrada A17 - um importante eixo rodoviário do País com uma extensão de 117 km, relativos a um contrato de 560 milhões de euros. Para gerir a totalidade do projeto, foi constituído um Agrupamento Complementar de Empresas (ACE). Para esse efeito, foi formada uma equipa multidisciplinar que coordenou e acompanhou a totalidade do projeto da A17. O know-how das diferentes empresas envolvidas foi preponderante na elaboração do projeto de execução, na divisão de trabalhos para posterior execução e no respetivo controlo. A Lena Construções foi parte integrante desta equipa de gestão e coordenação. A obra que foi executada em duas fases teve o seu início na zona sul em outubro de A Lena Construções contribuiu para a execução de uma parte significativa dos trabalhos, que foram concluídos dentro dos objetivos inicialmente previstos, devido à sua equipa com experiência técnica e motivação. Essa planeou e concretizou com sucesso os objetivos a que se propôs. A extensão dos quatro viadutos executados pela Lena Construções, na segunda fase da empreitada, soma um total de ml. O viaduto que atravessa o rio Mondego, um dos mais emblemáticos construídos ao longo da A17, foi efetuado com o valioso contributo dos elementos da empresa. Este mesmo viaduto interceta uma linha de caminho de ferro. Grande parte do seu tabuleiro foi executado com recurso a um cimbre auto-lançável, cujo investimento foi efetuado especificamente para a execução de viadutos na autoestrada A17. A viga de lançamento superior foi adquirida para a construção do viaduto da Carreira, o que representou uma aposta na evolução técnica da empresa. Cada obra consiste num novo desafio e numa possibilidade de evolução. Para a empresa Lena Construções cada uma constitui uma nova aposta, enfrentada com o rigor e solidez de sempre. Maio / Agosto 2011

15 Unidade de Gaseificação de Biomassa em Ferreira do Alentejo 15 Dossier Grandes Projetos Ambiente industrial, nomeadamente a forte inovação tecnológica que representa para a região e para o País, permitindo a valorização de matérias muito diversificadas e que vão desde os resíduos florestais, a possivelmente no futuro aos resíduos sólidos urbanos, passando, naturalmente, pela biomassa agrícola com origem no concelho de Ferreira do Alentejo e concelhos alentejanos vizinhos. A fábrica irá produzir gás de síntese, calor e frio, 24 horas por dia, 330 dias por ano. A empresa Resipower S.A., que integra o universo de empresas do Grupo Lena, está a investir na instalação, em Ferreira do Alentejo, de uma unidade de gaseificação de biomassa, utilizando uma tecnologia inovadora da empresa Westman S.L. O Grupo Westman S.L. é um grupo empresarial de novas tecnologias especializado em sistemas de gaseificação de biomassa e sistemas de aproveitamento solar térmico. Este grupo possui mais de 500 milhões de euros investidos na construção de centrais e nos setores de investigação, desenvolvimento tecnológico e inovação, com relevo para as tecnologias de gaseificação de biomassa, nomeadamente culturas energéticas e biomassa residual, e também em tecnologias de aproveitamento solar térmico. A unidade de gaseificação de biomassa da Resipower, em desenvolvimento em Ferreira do Alentejo, terá a capacidade de transformar cerca de toneladas/ano de biomassa em BioSynGas que será utilizado localmente para a produção de energia, calor e frio. Ao Jornal de Ferreira, Agostinho Ribeiro, Administrador da empresa, destacou a importância do investimento para o desenvolvimento do concelho e da região: criação de 15 a 20 postos de trabalho permanentes e um investimento aproximado de 16,9 milhões de euros. Mencionou ainda que todo o investimento material deverá estar concluído a tempo da nova unidade industrial entrar em pleno funcionamento no 1.º semestre de Agostinho Ribeiro descreveu ainda aspetos particulares da futura unidade Do ponto de vista ambiental, assinalou a ausência de impactes ambientais, nomeadamente os que pudessem resultar de emissão de gases trata-se de uma indústria verde, ou seja, amiga do ambiente. A Resipower S.A. está disponível para futuras parcerias a desenvolver localmente. Em concreto, propõe-se promover o escoamento de subprodutos agrícolas ou fornecer gás de síntese, calor e/ou frio para empresas ligadas à secagem de cereais e armazenamento de frutas. Esta possibilidade poderá contribuir para reforçar a atratividade empresarial de Ferreira do Alentejo, já que se trata de um concelho com forte potencial agroindustrial. maio / Agosto 2011

16 16 Dossier Grandes Projetos Imobiliária LAGOA DAS GARÇAS um projeto de excelência no Algarve A subholding Lena Imobiliária, em parceria com a empresa Banha & Viegas Construtora, encontra-se a desenvolver o projeto Lagoa das Garças, em Armação de Pêra, no Algarve. Este arrojado projeto imobiliário possui uma localização privilegiada, junto à praia de Armação de Pêra e à fascinante lagoa da ribeira de Alcantarilha, em plena comunhão com a natureza. Constituído por edifícios de cinco e seis pisos, o Lagoa das Garças disponibiliza 296 apartamentos com tipologias T1, T2 e T3, em condomínio fechado, constituindo um investimento de grande relevância em toda a região. Como equipamentos comuns são oferecidas valências de qualidade superior, tais como spa, ginásio, piscina, court de ténis, campo de vólei e uma vasta área ajardinada, integrando na perfeição a componente habitacional, a praia e a lagoa. Os trabalhos de construção tiveram início em maio de 2010, estando neste momento em curso quatro das seis fases previstas em projeto, em pleno alinhamento com o previsto em plano. A abertura das vendas ocorreu em outubro de Desde então, já se registam 81 apartamentos comercializados, o que representa um resultado muitíssimo positivo e bem acima do previsto, atendendo à fase prematura em que o projeto se encontra. Maio / Agosto 2011

17 17 Dossier Grandes Projetos Turismo Resort Termal de Monte Real Um projeto que conjuga glamour, história, lazer, saúde e bem-estar Herdeiro das centenárias Termas de Monte Real o projeto Resort Termal de Monte Real, revelou-se um sucesso. Com um investimento de mais de 28 milhões de euros, o projeto pretendeu, desde o início, equilibrar o passado histórico das termas com a modernidade e conforto próprios deste tipo de espaço. O parque termal viu, assim, relançada a sua imagem, fazendo renascer o glamour de outros tempos. O empreendimento manteve a fachada original do hotel e das termas, reconstruindo o interior e dotando-o de todo o conforto, modernidade e funcionalidade: construiu um spa, requalificou uma área de 24 hectares de espaço verde e fez nascer o novo Resort Termal de Monte Real. O Palace Hotel Monte Real, unidade hoteleira de charme que conta atualmente com 101 quartos, incluindo cinco suites, registou em 2010 mais de 18 mil dormidas, tendo recebido aproximadamente 240 eventos (turismo de negócios). Serviram-se no restaurante, nesse ano, mais de 21 mil refeições. As Termas de Monte Real, a área de saúde do resort e âncora de todo o projeto, que contam com um remodelado e moderno balneário de aproximadamente metros quadrados equipado com 100 cabines de tratamento, novas terapias e serviços e os mais recentes equipamentos e avançada tecnologia, realizaram em 2010 mais de 36 mil tratamentos. As renovadas termas procuram agora atender a novos públicos, dispondo de equipamentos e serviços adequados às crianças e de programas de bem-estar termal para todos os que não estão doentes, mas que se preocupam com o seu bem-estar. O Spa Monte Real, com mais de metros quadrados, é um espaço totalmente dedicado ao relaxamento e bem-estar, e que no ano passado realizou mais de sete mil terapias. O resort em si, uma enorme área com 24 hectares, dispõe de inúmeros equipamentos de manutenção e lazer que agradam a crianças e adultos. Dispõe ainda de 3,2 quilómetros de caminhos que convidam a um passeio ambientalista e saudável. Uma prova de muitos êxitos esperados para o futuro prende-se com o índice de satisfação alcançado junto dos clientes, nas diversas valências, superior a 90%, incluindo também inúmeras mensagens de recomendação e fidelização. Em comunhão com a natureza e desenvolvido a pensar no meio ambiente, o Resort Termal de Monte Real, que usufrui de uma posição privilegiada no centro do País e entre Lisboa e Porto, surge como um ótimo local para uma escapadinha de fim de semana ou umas relaxantes férias. maio / Agosto 2011

18 18 Dossier Grandes Projetos Automóveis Complexo Lena Automóveis em Caldas da Rainha A Lena Automóveis abriu no passado dia 1 de junho, na cidade de Caldas da Rainha, o seu maior e mais inovador complexo automóvel, cujo edifício requereu um investimento superior a 2,5 milhões de euros. A inauguração contou com a presença de diversos convidados, entre os quais clientes, colaboradores e outros parceiros. As novas instalações foram executadas pela Lena Construções Atlântico e têm uma área total de metros quadrados, dos quais metros quadrados são de área coberta. O complexo em Caldas da Rainha reúne no mesmo espaço a exposição e venda de viaturas novas e usadas, serviços oficinais, peças, serviços administrativos e administração, contando com uma equipa de cerca de 30 colaboradores. As novas instalações do Grupo Lena Automóveis estão situadas na Rua Mártires de Timor, em Caldas da Rainha. Com a abertura, esta subholding do Grupo Lena mantém-se como concessionário e reparador autorizado das marcas Peugeot, Ford e KIA em Caldas da Rainha, e torna-se reparador autorizado Citroën. O Grupo Lena Automóveis solidifica assim a sua presença na região centro do País, afirmando-se cada vez mais como um dos maiores grupos a operar no setor automóvel na região centro. Maio / Agosto 2011

19 19 Dossier Grandes Projetos Inovação Novo laboratório da Bioteca A Bioteca concluiu, em janeiro de 2011, a reformulação completa das suas instalações laboratoriais, situadas no Polo Tecnológico de Lisboa. O investimento, superior a 400 mil euros, permitiu dotar a empresa com um dos mais modernos bancos de sangue do cordão umbilical, com laboratórios dedicados ao processamento, análise e criopreservação de células estaminais do sangue do cordão umbilical. Uma vez que as características das instalações condicionam a qualidade do produto, mais especificamente das unidades de sangue do cordão umbilical criopreservadas, a conceção das instalações foi planificada, nomeadamente ao nível das salas limpas, tendo em conta o cumprimento das suas particularidades e requisitos, nomeadamente o sistema de climatização, as condições e especificações das salas, as questões de segurança, as características dos materiais utilizados, fluxos de circulação do produto, consumíveis, resíduos e profissionais, qualificação e validação das instalações, limpeza e controlo microbiológico e de partículas. As instalações do Banco de Sangue do Cordão Umbilical da Bioteca são compostas por uma área administrativa e diferentes áreas de ambiente controlado de classe C e D, englobando laboratórios de Controlo da Qualidade, Laboratório de Processamento, Laboratório de Criopreservação, sala de Receção de Unidades, Vestiário, Sala dos Resíduos, Sala de Preparação de Kits e Armazenamento e Sala Técnica. A Bioteca fica preparada para encarar o futuro com confiança, com uma equipa técnica constituída por profissionais com elevada qualificação e experiência laboratorial, e permite-lhe futuramente desenvolver a vertente de investigação e desenvolvimento. maio / Agosto 2011

20 20 Dossier Grandes Projetos Venezuela Gran Misión Vivienda Venezuela O projeto para construção de moradias na Venezuela é o maior desafio de sempre do Grupo Lena, sendo inclusivamente um dos maiores projetos de um grupo económico nacional no exterior. Com um valor total de investimento de cerca de 988 milhões de dólares, o mesmo está neste momento em fase de arranque e deverá estar concluído até 2014 (36 meses). A empreitada desenvolver-se-á em torno dos centros geográficos das duas fábricas, a constituir pelo Grupo, que distam cerca de 60 quilómetros de Caracas. Na construção das moradias estão previstos 782 edifícios de quatro e cinco pisos, com cerca de 16 habitações por edifício tipo T2 e T3, para uma população de cerca de 80 habitantes por edifício. Terá, por isso, uma componente social muito forte pois o bem-estar de famílias depende do sucesso do projeto. Este projeto está ao abrigo dos acordos entre o Estado Venezuelano e Português no qual se prevê a troca de petróleo por bens e serviços portugueses, de forma a equilibrar a balança de pagamentos entre os dois países. Contempla a transferência tecnológica associada ao processo de fábrica, traduzida na passagem de posse das fábricas para o Estado Venezuelano. Tem também uma componente formativa ao nível das competências e capacitação da mão-de-obra através da formação do pessoal da fábrica. Maio / Agosto 2011

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