TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES"

Transcrição

1 Sexta-feira, 6 de Dezembro de 2013 Ano XIX - Edição N.: 4451 Poder Executivo Secretaria Municipal de Políticas Sociais - CMDCA RESOLUÇÃO CMDCA/BH Nº 102/2013 Dispõe sobre a política municipal para execução das medidas socioeducativas em meio aberto destinadas ao adolescente autor de ato infracional e dá outras providências. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente CMDCA/BH, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990 e pela Lei Municipal n.º 8.502, de 06 de março de 2003, e, Considerando o disposto nos artigos 88, I, II e V, 90, 91, 103 a 119 do Estatuto da Criança e do Adolescente Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990; Considerando o disposto nos artigos 2º, 5º, 10 a 13, 35, 52 a 58 da Lei Federal nº , de 18 de janeiro de 2012, que instituiu o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE); Considerando o disposto na Resolução nº 160, de 18 de Novembro de 2013, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente CONANDA, que aprovou o Plano Nacional de Atendimento Socioeducativo; Considerando o disposto nas Resoluções nº 46/2012 e nº 47/2012 do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente CEDCA/MG; Considerando que a implementação do Sistema Nacional do Atendimento Socioeducativo SINASE requer esforço conjunto dos diversos órgãos das políticas setoriais no sentido de promover a sua efetivação; Considerando que a responsabilidade precípua do Município, no âmbito do Sistema Nacional do Atendimento Socioeducativo SINASE é a de execução das medidas socioeducativas em meio aberto, conforme disposto no artigo 5º, inciso III, da Lei /2012; Considerando que o Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente inclui em seu funcionamento a articulação entre os Conselhos de Direitos e Tutelares, o Poder Executivo, Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública e que o atendimento ao adolescente em conflito com a lei engloba os programas e ações vinculadas ao Sistema de Garantia de Direitos; RESOLVE: TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Compete ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Belo Horizonte CMDCA/BH, as funções deliberativas e de controle do Sistema Municipal de Atendimento Socioeducativo em meio aberto, nos termos previstos no 2º do art. 5º da Lei Federal nº /12 SINASE. Art. 2º. Será assegurado ao adolescente a quem se atribua a autoria de ato infracional, o direito ao atendimento com absoluta prioridade pelos órgãos do Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Segurança Pública, Saúde e Educação, integrantes do Plantão Interinstitucional e responsáveis pela aplicação e execução das Medidas Socioeducativas em meio aberto, nos termos previstos no inciso V do art. 88 da Lei Federal nº 8.069/90.

2 Art. 3º. O atendimento ao adolescente em cumprimento de Medidas Socioeducativas em meio aberto deverá ser efetuado diretamente pelo Poder Público Municipal ou mediante convênio com entidades da sociedade civil. Parágrafo único. O contrato ou convênio celebrado com pessoas jurídicas para gestão em parceria deverá conter cláusula que assegure a continuidade do trabalho, para preservar os direitos dos adolescentes em caso de interrupção do contrato ou do convênio por qualquer das partes. Art. 4º. A inserção comunitária do adolescente em cumprimento da medida socioeducativa em meio aberto, deverá ser garantida pela articulação dos agentes executores das políticas públicas, especialmente da educação, saúde, cultura, esporte, lazer, assistência social e profissionalização, bem como das entidades da sociedade civil. Parágrafo único. Compete ao Serviço de Proteção Social a Adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas de Prestação de Serviço à Comunidade (PSC) e Liberdade Assistida (LA), sob a responsabilidade do Município de Belo Horizonte, coordenar a articulação dos agentes executores das políticas nos termos do caput deste artigo. Art. 5º. As entidades da sociedade civil que desenvolvam programas de medidas socioeducativas previstas no art. 112, incisos III a VI do Estatuto da Criança e do Adolescente, devem obrigatoriamente estar registradas e seus programas inscritos no CMDCA/BH, nos termos do art. 91 da Lei Federal nº 8.069/90, do art. 10 da Lei Federal nº /12 e do art. 2º, II, h, da Resolução nº 46/12 do CEDCA/MG. Art. 6º. Os programas governamentais e não governamentais de execução de medidas socioeducativas em meio aberto serão obrigatoriamente inscritos no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Belo Horizonte - CMDCA/BH, por força do disposto no 1º do art. 90 da Lei Federal nº 8.069/90 e do art. 10 da Lei Federal nº /12, observadas ainda as normativas do CMDCA/BH, naquilo que couber. Art. 7º. Além do cumprimento do disposto no artigo anterior, os órgãos públicos e as entidades da sociedade civil deverão comprovar o cumprimento dos requisitos obrigatórios previstos no art. 11 da Lei Federal nº /12 SINASE, naquilo que couber. TÍTULO II DAS MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE (PSC) E LIBERDADE ASSISTIDA (LA) Art. 8º. A gestão da política de atendimento de adolescente em cumprimento de Medida de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e de Liberdade Assistida (LA) é de responsabilidade do Poder Executivo Municipal. Parágrafo único. A articulação dessa política deverá contar com a participação das políticas públicas setoriais e do sistema de garantia de direitos, das organizações não-governamentais e da sociedade civil. Art. 9º. Compete à direção do programa de medida de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e Liberdade Assistida (LA): I selecionar e credenciar os orientadores sociais voluntários, designandoos, caso a caso, para acompanhar e avaliar o socieducando no cumprimento da medida; II selecionar e credenciar entidades assistenciais, hospitais, escolas ou outros estabelecimentos congêneres, bem como os programas comunitários ou

3 governamentais, de acordo com o perfil do socioeducando e o ambiente no qual a medida será cumprida; III - receber o adolescente e seus pais ou responsável e orientá-los sobre a finalidade da medida e a organização e funcionamento do programa; IV - encaminhar o adolescente para o Técnico do Programa de meio aberto; V - supervisionar o desenvolvimento da medida; VI - avaliar o desenvolvimento do cumprimento da medida e, se necessário, propor à autoridade judiciária sua substituição, suspensão ou extinção. VII comunicar, semestralmente, à Autoridade Judiciária e ao Ministério Público, o rol de Orientadores Sociais Voluntários credenciados e das entidades parceiras; VIII promover a articulação com as demais políticas setoriais, a fim de garantir os direitos do adolescente à escolarização, à saúde, à profissionalização, à cultura, ao esporte e lazer; IX manter a Vara de Atos Infracionais informada, através de relatórios periódicos, sobre o cumprimento dos eixos da medida socioeducativa, reportandose às construções do PIA (Plano Individual de Atendimento). X manter atualizado o SIGPS Sistema de Informação e Gestão das Políticas Sociais, para subsidiar ações para investimento nas políticas públicas. Art. 10. O adolescente em cumprimento de medida socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e Liberdade Assistida (LA) deverá ser atendido inicialmente pela equipe técnica intersetorial do Núcleo de Atendimento às Medidas Socioeducativas e Protetivas NAMSEP/PBH, responsável pela orientação da execução das atividades durante o cumprimento da medida socioeducativa aplicada, inclusive quando acumulada com a aplicação de medidas protetivas. Art. 11. A composição da equipe técnica interdisciplinar do programa de atendimento da medida socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e Liberdade Assistida (LA) deverá obedecer ao critério previsto no artigo 12 da Lei Federal nº /12 SINASE. Art. 12. A equipe técnica interdisciplinar do programa de atendimento terá como atribuições específicas: I - programar junto ao adolescente e sua família a elaboração do PIA (Plano Individual de Atendimento), contemplando os requisitos elencados no artigo 54 da Lei Federal nº /12 SINASE, bem como observando o prazo previsto no artigo 56 do mesmo diploma legal; II elaborar relatório sobre a evolução do adolescente no cumprimento do PIA (Plano Individual de Atendimento), para fins de reavaliação da manutenção, da substituição ou da suspensão das medidas socioeducativas de meio aberto e do respectivo PIA (Plano Individual de Atendimento); Art. 13. Serão asseguradas pelo Poder Executivo Municipal a supervisão e qualificação continuada às equipes técnicas interdisciplinares das Medidas Socioeducativas de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e Liberdade Assistida (LA). Art. 14. O Poder Executivo Municipal deverá garantir, em cada Secretaria de Administração Regional Municipal SARMU, equipe própria, específica e qualificada para acompanhamento dos adolescentes em cumprimento das Medidas de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e de Liberdade Assistida (LA). Art. 15. Na execução e manutenção do programa de atendimento ao adolescente em cumprimento de Medida Socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e Liberdade Assistida (LA) deverão ser garantidos os aspectos de responsabilização, proteção, e valorização da vida em sociedade.

4 1º. Para a oferta do programa de atendimento faz-se necessário à observância da responsabilização do adolescente face ao ato infracional praticado, cujos direitos e obrigações devem ser assegurados de acordo com a legislação e normativas específicas para o cumprimento da Medida Socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e Liberdade Assistida (LA). 2º. Será garantido ao adolescente o acompanhamento individualizado, que contemple a sua singularidade, levando em consideração os aspectos específicos da sua situação e subjetividade, possibilitando-lhe a construir um processo de responsabilização do cumprimento da medida. Art. 16. Na execução das Medidas Socioeducativas de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e Liberdade Assistida (LA), deverão ser priorizadas as práticas restaurativas, bem como os meios de auto-composição de conflitos, conforme previsto no art. 35, II e III, da Lei Federal nº /12 SINASE. Art. 17. O programa de atendimento ao adolescente em cumprimento de Medida Socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e Liberdade Assistida (LA) deverá articular junto à rede de atendimento, ações visando à formação profissional do adolescente e sua inserção no mercado de trabalho, bem como atuar de forma regionalizada, ampliando as possibilidades de inserção comunitária. Art. 18. O acompanhamento da escolarização do adolescente deverá ser realizado pela equipe técnica interdisciplinar do programa de atendimento das medidas socioeducativas de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e Liberdade Assistida (LA) junto à escola, em parceira com os órgãos executores da política de educação municipal e estadual, de modo a promover a matrícula e o acompanhamento da frequência e desenvolvimento escolar do socioeducando. Art. 19. O acompanhamento da atenção integral à saúde do adolescente em cumprimento de Medida Socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e Liberdade Assistida (LA) deverá ser realizado pelas respectivas Secretarias Municipal e Estadual de Saúde, de forma a garantir o acesso integral do socioeducando às políticas públicas de saúde. Art. 20. O acompanhamento familiar dar-se-á a partir das diretrizes do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), bem como do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE), atendendo as necessidades singulares que se apresentarem no grupo familiar do adolescente. CAPÍTULO I DA MEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE Art. 21 O cumprimento da Medida Socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade deverá ser realizado em entidades assistenciais, hospitais, observadas as condições de salubridade, escolas e outros estabelecimentos congêneres, bem como em programas comunitários ou governamentais, nos termos do art. 117 do Estatuto da Criança e do Adolescente. 1º. Os órgãos públicos e as entidades da sociedade civil que executam a Medida Socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade deverão dispor de 01 (um) Técnico de Referência para cada 20 (vinte) adolescentes encaminhados.

5 2º. O adolescente deverá ser acompanhado por um educador de referência no local do cumprimento da Medida socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC), que será responsável pela orientação da execução das atividades. Art. 22. A equipe técnica interdisciplinar terá como atribuições: I - Programar juntamente com o adolescente e o educador de referência da instituição parceira o cumprimento da Medida Socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC), procedendo ao reencaminhamento do adolescente em caso de inadequação da medida, II Supervisionar e capacitar às instituições onde está sendo cumprida a medida de prestação de serviços à comunidade e realizar acompanhamento sistemático dos educadores de referência. CAPÍTULO II DA MEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE LIBERDADE ASSISTIDA Art. 23. Os órgãos públicos e as entidades da sociedade civil que executam a Medida Socioeducativa de Liberdade Assistida (LA) deverão dispor da seguinte equipe mínima exclusiva: I 01 (um) Técnico de Referência para cada 20 (vinte) adolescentes encaminhados; II demais profissionais necessários à execução da medida socioeducativa de liberdade assistida. Art. 24. A participação social deverá ser garantida no cotidiano do trabalho do programa de atendimento, através do Orientador Social Voluntário, observado o disposto no inciso II do art. 10 desta resolução. Art. 25. A função do Orientador Social Voluntário será desempenhada por pessoas da comunidade, e terá, necessariamente, o apoio e a supervisão da equipe técnica interdisciplinar e da direção do programa de atendimento. Parágrafo único. Para o efetivo exercício das funções de Orientador Social Voluntário, deverão ser observadas as disposições da Lei Federal nº 9.608/98, que dispõe sobre o serviço voluntário e dá outras providências. TÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 26. A elaboração do Plano Municipal de Atendimento Socioeducativo, conforme previsto no artigo 5º, II, da Lei Federal nº /2012, deverá contemplar as normas legais vigentes e as diretrizes estabelecidas nesta Resolução. Art. 27. A criação e/ou a ampliação de vagas para o cumprimento de quaisquer das medidas socioeducativas em meio aberto, deverão atender as diretrizes previstas na Lei Federal nº 8.069/90 Estatuto da Criança e do Adolescente e na Lei Federal nº /12 SINASE, bem como deverá ser fundamentada em dados estatísticos que explicitem a demanda reprimida, fornecidos pela Vara de Atos Infracionais da Infância e Juventude de Belo Horizonte. Art. 28. O atendimento ao adolescente autor de ato infracional deverá ocorrer, sempre que possível, de modo articulado com outros programas

6 desenvolvidos por entidades executoras de medidas de proteção ou ações preventivas. Parágrafo único. As entidades ou órgãos que desenvolvem programas de proteção ou ações preventivas deverão, sempre que possível e/ou requisitado, disponibilizá-los para os adolescentes em cumprimento de medidas, ou egressos, de medida socioeducativa. Art. 29. A política municipal de atendimento socioeducativo será avaliada pela comissão específica encarregada de planejar e operacionalizar cada avaliação anual, observados os seguintes critérios: I - o equilíbrio da relação entre a demanda e a capacidade de atendimento; II a gestão e a qualidade dos programas e serviços de atendimento socioeducativo em meio aberto; e III os resultados da execução das medidas socioeducativas em meio aberto, adotando-se como diretrizes, naquilo que couber, as disposições dos artigos 20 a 26 da Lei Federal nº /2012 SINASE. 1º. A sistematização de informações referentes à avaliação da demanda de atendimento e aos indicadores das medidas socioeducativas em meio aberto será realizada pelo Município de Belo Horizonte em parceria com o CMDCA/BH e os órgãos integrantes do Sistema de Justiça da Infância e Juventude do município, mediante composição de comissão específica encarregada de planejar e operacionalizar cada avaliação anual. 2º. Os resultados das avaliações serão submetidas anualmente à apreciação do CMDCA/BH, a fim de subsidiar a construção do Plano de Aplicação do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e de diretrizes e proposições com incidência no planejamento anual do Orçamento da Criança e do Adolescente - OCA, inclusive para fins de subsidiar a formulação de ações referentes às políticas públicas setoriais de assistência social, saúde, educação, profissionalização, esporte, cultura e lazer voltadas a adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto, através dos instrumentos de planejamento e gestão do Poder Público e do CMDCA/BH sem prejuízo das demais finalidades previstas no artigo 26 da Lei Federal nº /2012 SINASE. Art. 30. O adolescente em cumprimento de Medida Socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e de Liberdade Assistida (LA), que porventura esteja sob situação de ameaça de morte, deverá ser encaminhado para atendimento no Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente Ameaçado de Morte - PPCAAM, após avaliação técnica realizada pelo respectivo programa de atendimento. Art. 31. As entidades e os órgãos executores de Medidas Socioeducativas deverão, no prazo de 01 (um) ano, a contar da data de publicação desta Resolução, se adaptarem às diretrizes, normas e princípios nela estabelecidos. Art. 32. Fica revogada a Resolução CMDCA/BH nº 45/2002 e demais disposições em contrário. Art. 33. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Belo Horizonte, 25 de novembro de 2013 Márcia Cristina Alves Presidente CMDCA/BH

7

Sábado, 11 de Junho de 2016 Ano XXII - Edição N.: 5065 RESOLUÇÃO CMDCA/BH Nº 125/2016

Sábado, 11 de Junho de 2016 Ano XXII - Edição N.: 5065 RESOLUÇÃO CMDCA/BH Nº 125/2016 Sábado, 11 de Junho de 2016 Ano XXII - Edição N.: 5065 Poder Executivo Secretaria Municipal de Políticas Sociais CMDCA RESOLUÇÃO CMDCA/BH Nº 125/2016 Dispõe sobre os atestados de qualidade e eficiência

Leia mais

IX CONFERÊNCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CMDCA CAMPINAS II ENCONTRO ESTADUAL DE GESTORES MUNICIPAIS DE CONVÊNIO

IX CONFERÊNCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CMDCA CAMPINAS II ENCONTRO ESTADUAL DE GESTORES MUNICIPAIS DE CONVÊNIO II ENCONTRO ESTADUAL DE GESTORES MUNICIPAIS DE CONVÊNIO FUNDO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE FIA O Estatuto da Criança e Adolescente - ECA estabelece a Política de Atendimento a Criança e Adolescente:

Leia mais

RESOLUÇÃO TJ/OE/RJ Nº11/2016 (TEXTO CONSOLIDADO)

RESOLUÇÃO TJ/OE/RJ Nº11/2016 (TEXTO CONSOLIDADO) RESOLUÇÃO TJ/OE/RJ Nº11/2016 (TEXTO CONSOLIDADO) Dispõe sobre a reorganização e consolidação da Coordenadoria Judiciária de Articulação das Varas da Infância e da Juventude e do Idoso do Tribunal de Justiça

Leia mais

REGULAMENTO N. 001 /2010 REGULAMENTO GERAL DO NÚCLEO DE ESTÁGIO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA

REGULAMENTO N. 001 /2010 REGULAMENTO GERAL DO NÚCLEO DE ESTÁGIO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA REGULAMENTO N. 001 /2010 REGULAMENTO GERAL DO NÚCLEO DE ESTÁGIO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA Simone da Silva Gomes Cardoso, Diretora da FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS

Leia mais

Instruções: iv. O penúltimo candidato a terminar seu teste deverá aguardar a que o último termine para sair da sala. Questões:

Instruções: iv. O penúltimo candidato a terminar seu teste deverá aguardar a que o último termine para sair da sala. Questões: Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Timbó - SC Teste de Qualificação para os Candidatos ao Conselho Tutelar Novembro de 2010 Número do Nota Candidato Instruções: i. Marque seu

Leia mais

Conselheira Meliane Higa Cimatti Conselho Tutelar Norte

Conselheira Meliane Higa Cimatti Conselho Tutelar Norte Conselheira Meliane Higa Cimatti Conselho Tutelar Norte O Conselho Tutelar é um instrumento fundamental de defesa dos direitos da criança e do adolescente. Ele existe para corrigir os desvios dos que,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 287, DE 23 DE JULHO DE 2002 Revogada pela Resolução nº 752/2015

RESOLUÇÃO Nº 287, DE 23 DE JULHO DE 2002 Revogada pela Resolução nº 752/2015 RESOLUÇÃO Nº 287, DE 23 DE JULHO DE 2002 Revogada pela Resolução nº 752/2015 Institui linha de crédito denominada PROGER Urbano Micro e Pequena Empresa Capital de Giro, no âmbito do Programa de Geração

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 36/2002, DE 13 DE JUNHO DE 2002

RESOLUÇÃO Nº 36/2002, DE 13 DE JUNHO DE 2002 RESOLUÇÃO Nº 36/2002, DE 13 DE JUNHO DE 2002 Altera o Regulamento do Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia - Habilitação Formação do Psicólogo, na forma do Anexo. O REITOR DA UNIVERSIDADE REGIONAL

Leia mais

Critérios de para análise Projetos para captação de recursos do FIA Palhoça

Critérios de para análise Projetos para captação de recursos do FIA Palhoça Critérios de para análise Projetos para captação de recursos do FIA Palhoça Resolução 001/2013 O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), de Palhoça, No uso de suas atribuições

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA DE ESPIGÃO DO OESTE Procuradoria Geral do Município LEI Nº 1.532/2011

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA DE ESPIGÃO DO OESTE Procuradoria Geral do Município LEI Nº 1.532/2011 LEI Nº 1.532/2011 Dispõe sobre a autonomia financeira das unidades escolares urbanas e rurais da rede pública municipal de Ensino, orienta sua implantação, e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

RESOLUÇÃO/SED n , de 8 de dezembro de 2011.

RESOLUÇÃO/SED n , de 8 de dezembro de 2011. RESOLUÇÃO/SED n. 2.491, de 8 de dezembro de 2011. Dispõe sobre o Projeto de Implementação das Salas de Tecnologias Educacionais - STEs e a utilização das diversas tecnologias midiáticas nas unidades escola

Leia mais

ADVERTÊNCIA. Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União. Ministério da Saúde Gabinete do Ministro

ADVERTÊNCIA. Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União. Ministério da Saúde Gabinete do Ministro ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.311, DE 23 DE OUTUBRO DE 2014 Altera a Portaria nº 2.866/GM/MS, de 2 de

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N , DE 22 DE MARÇO DE 2012

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N , DE 22 DE MARÇO DE 2012 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.262, DE 22 DE MARÇO DE 2012 Institui o Regulamento para a realização dos Estágios Supervisionados,

Leia mais

Art. 2º O Conselho Estadual de Cultura tem por competências: II - acompanhar e fiscalizar a execução do Plano Estadual de Cultura;

Art. 2º O Conselho Estadual de Cultura tem por competências: II - acompanhar e fiscalizar a execução do Plano Estadual de Cultura; DECRETO Nº 24.720 DE 3 DE NOVEMBRO DE 2008 Dispõe sobre a composição e o funcionamento do Conselho Estadual de Cultura - CONSEC, de que trata a Lei nº 8.319, de 12 de dezembro de 2005, e dá outras providências.

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE RIBAS DO RIO PARDO, Estado de Mato Grosso do Sul, faz saber que o Plenário Aprovou a seguinte Lei.

O PREFEITO MUNICIPAL DE RIBAS DO RIO PARDO, Estado de Mato Grosso do Sul, faz saber que o Plenário Aprovou a seguinte Lei. LEI MUNICIPAL Nº. 932/2010 Dispõe sobre o Sistema Municipal de Habitação de Interesse Social, institui a Coordenadoria Municipal de Habitação de Interesse Social e dá outras providencias. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, considerando

Leia mais

RELATÓRIOS DA EQUIPE TÉCNICA

RELATÓRIOS DA EQUIPE TÉCNICA RELATÓRIOS DA EQUIPE TÉCNICA Art. 42. As medidas socioeducativas de liberdade assistida, de semiliberdade de internação deverão ser reavaliadas no máximo a cada 6 meses, podendo a autoridade judiciária,

Leia mais

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF REGULAMENTO N. 007 /2015 REGULAMENTO GERAL DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NUEMA DA FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR E FORMAÇÃO INTEGRAL FAEF GARÇA/SP Vanessa Zappa, Diretora da FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL Pró-Reitoria de Graduação Diretoria do Curso de Direito COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL Pró-Reitoria de Graduação Diretoria do Curso de Direito COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA - SAJULBRA - REGULAMENTO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA GRATUITA DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - SAJULBRA DOS

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Dispõe sobre a estruturação e operacionalização do Núcleo de Prática Jurídica e do Estágio Supervisionado no Curso de Direito da Faculdade

Leia mais

Edital VC 002/2011 EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA APRESENTAÇÃO DE CURRÍCULOS DE CANDIDATOS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS:

Edital VC 002/2011 EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA APRESENTAÇÃO DE CURRÍCULOS DE CANDIDATOS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS: Edital VC 002/2011 EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA APRESENTAÇÃO DE CURRÍCULOS DE CANDIDATOS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS: Modalidade Produto Área de Ciências Humanas e Direitos Humanos SELECIONA CURRÍCULOS

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N 020/2013. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e, eu Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei Complementar:

LEI COMPLEMENTAR N 020/2013. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e, eu Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei Complementar: LEI COMPLEMENTAR N 020/2013 SÚMULA: Altera os Anexos I, II e VII da Lei Complementar nº 017, de 08 de março de 2013 e cria cargos para atendimento ao Programa de Acolhimento Institucional Casa Lar, vinculado

Leia mais

ECA ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

ECA ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ECA ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 01. Segundo o eca, Artigo 36, a tutela será deferida, nos termos da lei civil, a pessoa de até: (A) 12 anos incompletos. (B) 14 anos incompletos. (C) 16 anos incompletos.

Leia mais

DAS COORDENAÇÃO DE EIXO_TECNOLÓGICO

DAS COORDENAÇÃO DE EIXO_TECNOLÓGICO DAS COORDENAÇÃO DE EIXO_TECNOLÓGICO TÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES Art. 1 - À coordenação de eixo-tecnológico compete: I - Convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso; II - Submeter à Coordenação

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º Este regulamento rege as atividades de estágio no Núcleo de Prática Jurídica do curso de Direito da Faculdade Cesmac do

Leia mais

REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA

REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA Art. 1º - A Secretaria de Relações Institucionais SERIN, criada pela Lei nº 10.549, de 28 de dezembro de 2006, tem

Leia mais

CONSIDERANDO a Resolução 172 de 04 de Dezembro de 2014 do CONANDA resolve:

CONSIDERANDO a Resolução 172 de 04 de Dezembro de 2014 do CONANDA resolve: BA-Itagibá, 01 de Abril de 2015. Resolução nº. 001/CMDCA/2015 Dispõe sobre a CONVOCAÇÃO da Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e outras Providências. O Conselho Municipal dos

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA Dispõe sobre o Estágio Supervisionado do Curso de Fonoaudiologia do Centro Universitário do Cerrado-Patrocínio - UNICERP. Capítulo I - Das

Leia mais

Câmara Municipal de Rebouças - Paraná

Câmara Municipal de Rebouças - Paraná LEI N. 1.815/2014 Súmula: Institui o Programa Jovem Aprendiz no âmbito do Município de Rebouças-PR, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE REBOUÇAS, ESTADO DO PARANÁ, DECRETOU E EU, PRESIDENTE,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FAIMI/UNIESP

REGULAMENTO INTERNO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FAIMI/UNIESP REGULAMENTO INTERNO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FAIMI/UNIESP Mirassol/SP 2014 REGULAMENTO INTERNO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FAIMI/UNIESP CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

RESOLUÇÃO/CD/FNDE N.º 40 DE 24 DE AGOSTO DE 2004

RESOLUÇÃO/CD/FNDE N.º 40 DE 24 DE AGOSTO DE 2004 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/CD/FNDE N.º 40 DE 24 DE AGOSTO DE 2004 Dispõe sobre a execução do Programa Nacional do Livro Didático

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente instrumento dispõe sobre as normas e procedimentos a serem observados

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 034/ CEPE DE 23 de Agosto de 2006.

RESOLUÇÃO Nº 034/ CEPE DE 23 de Agosto de 2006. RESOLUÇÃO Nº 034/2006 - CEPE DE 23 de Agosto de 2006. APROVA A ALTERAÇÃO DA RESOLUÇÃO CEPE N.º 003- A/2003 NORMAS DE ESTÁGIO. O Reitor da Universidade Castelo Branco, usando de suas atribuições legais

Leia mais

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Aula 1 Sistema Jurídico dos Direitos da Criança e do Adolescente Prof. Diego Vale de Medeiros 1.1 INTRODUÇÃO Especialização da organização judiciária Contextualização

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul MUNICÍPIO DE CAPÃO DO CIPÓ Gabinete do Prefeito Municipal LEI Nº 648, DE 11 DE ABRIL DE 2013.

Estado do Rio Grande do Sul MUNICÍPIO DE CAPÃO DO CIPÓ Gabinete do Prefeito Municipal LEI Nº 648, DE 11 DE ABRIL DE 2013. LEI Nº 648, DE 11 DE ABRIL DE 2013. AUTORIZA O MUNICÍPIO DE CAPÃO DO CIPÓ A CONTRATAR, EM CARÁTER TEMPORÁRIO, PROFISSIONAL PARA O DESEMVOLVIMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE INCLUSÃO DE JOVENS - PROJOVEM ADOLESCENTE.

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 017/2016

DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 017/2016 DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 017/2016 Dispõe sobre a Criação, Instalação e Regulamentação do Centro de Psicologia Aplicada, que substitui e amplia as funções da Clínica de Psicologia do Departamento de Psicologia

Leia mais

(Em apenso os PLs 6.362, de 2009, e 800, de 2011)

(Em apenso os PLs 6.362, de 2009, e 800, de 2011) COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 4.569, DE 2008 (Em apenso os PLs 6.362, de 2009, e 800, de 2011) Altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Escola de Engenharia Civil RESOLUÇÃO N 01/2008

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Escola de Engenharia Civil RESOLUÇÃO N 01/2008 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Escola de Engenharia Civil RESOLUÇÃO N 01/2008 Regulamenta as atividades de Estágio Curricular Obrigatório e Não-obrigatório do Curso de Graduação da Escola de Engenharia

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO- ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS CURSO DE PEDAGOGIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO REGULAMENTO Anápolis, 2 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA

Leia mais

Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal SINJ-DF

Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal SINJ-DF Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal SINJ-DF INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2015. Estabelece procedimentos destinados a disciplinar a classificação das despesas, os

Leia mais

Associação Educativa Evangélica FACULDADE RAÍZES Plantando Conhecimento para a Vida

Associação Educativa Evangélica FACULDADE RAÍZES Plantando Conhecimento para a Vida REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE CAPÍTULO I DAS CONSIDRAÇÕES PRELIMINARES Art.1º O presente Regulamento disciplina as atribuições e o funcionamento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso

Leia mais

CENTRO DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (CEDECA RIO DE JANEIRO)

CENTRO DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (CEDECA RIO DE JANEIRO) CENTRO DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (CEDECA RIO DE JANEIRO) CNPJ Nº 10.832.372/0001-38 EDITAL Nº 001 /2017 O CENTRO DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CEDECA RJ, no

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe confere o inciso I do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe confere o inciso I do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e PORTARIA No- 2.728, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) e dá outras providências. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

DECISÃO Nº 265/2009 D E C I D E. aprovar o Regimento Interno do Instituto de Informática, como segue:

DECISÃO Nº 265/2009 D E C I D E. aprovar o Regimento Interno do Instituto de Informática, como segue: CONSUN Conselho Universitário DECISÃO Nº 265/2009 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, em sessão de 17/7/2009, tendo em vista o constante no processo nº 23078.004276/99-63, de acordo com o Parecer nº 213/2009 da

Leia mais

Faculdade Processus REGULAMENTO DO PROJETO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE PROCESSUS

Faculdade Processus REGULAMENTO DO PROJETO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DO PROJETO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE PROCESSUS Dispõe sobre a oferta de atividades de Monitoria no curso de graduação da Faculdade Processus e dá outras providências.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS COMUNITÁRIOS DIVISÃO DE ESPORTE E LAZER DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS COMUNITÁRIOS DIVISÃO DE ESPORTE E LAZER DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS COMUNITÁRIOS DIVISÃO DE ESPORTE E LAZER DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS PARA O PROGRAMA SEGUNDO TEMPO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Guarda Municipal de Fortaleza Legislação da Guarda LC Nº 0137/2013 Marcílio Távora

Guarda Municipal de Fortaleza Legislação da Guarda LC Nº 0137/2013 Marcílio Távora Guarda Municipal de Fortaleza Legislação da Guarda LC Nº 0137/2013 Marcílio Távora 2013 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. LEI COMPLEMENTAR Nº 0137, DE 08 DE JANEIRO

Leia mais

LEI Nº , DE 5 DE MARÇO DE 2012.

LEI Nº , DE 5 DE MARÇO DE 2012. LEI Nº 11.226, DE 5 DE MARÇO DE 2012. Institui o Plano Municipal do Livro e da Leitura (PMLL) no Município de Porto Alegre, cria o Conselho Municipal do Livro e da Leitura (CMLL) e dá outras providências.

Leia mais

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Aula 9 Política de Atendimento Profa. Leila Rocha Sponton 9.1 Política de Atendimento Art. 86. A política de atendimento dos direitos da criança e do adolescente far-se-á

Leia mais

I FORUM BRASILEIRO DOS COORDENADORES DE PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA EM MEDICINA VETERINÁRIA/CNRMS/MEC ESTRUTURA E FUNÇÕES DA COREMU

I FORUM BRASILEIRO DOS COORDENADORES DE PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA EM MEDICINA VETERINÁRIA/CNRMS/MEC ESTRUTURA E FUNÇÕES DA COREMU I FORUM BRASILEIRO DOS COORDENADORES DE PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA EM MEDICINA ESTRUTURA E FUNÇÕES DA COREMU Profa. Gilcinéa de Cássia Santana Coordenadora da COREMU/UFMG COREMU RESOLUÇÃO Nº 2, DE 4 DE MAIO

Leia mais

Secretaria de Políticas Para Crianças Adolescentes e Juventude do Distrito Federal

Secretaria de Políticas Para Crianças Adolescentes e Juventude do Distrito Federal Secretaria de Políticas Para Crianças Adolescentes e Juventude do Distrito Federal Criada pelo Decreto nº 32.716 de 01 de janeiro de 2011 CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 227. É dever da família, da sociedade

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE FAMETRO

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE FAMETRO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE FAMETRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º O presente Regulamento fixa diretrizes e normas

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DAS ATIVIDADES ESTÁGIOSUPERVISIONADO INTEGRADO AO TRABALHO DE CURSO Colegiado: -Validar o

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI. Conselho Universitário - CONSU

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI. Conselho Universitário - CONSU MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI Conselho Universitário - CONSU RESOLUÇÃO N.º XXX CONSU, DE XXX DE XXX DE 2014. RESOLVE: Estabelece o Regimento Interno e

Leia mais

* QUALIFICAÇÃO EXIGIDA: Graduação em. inscrição nos órgãos competentes.

* QUALIFICAÇÃO EXIGIDA: Graduação em. inscrição nos órgãos competentes. PSICÓLOGO - CLASSE C ESPECIALIDADE: Psicólogo Judicial PROVIMENTO: Concurso Público PROPOSTAS DESTACADAS EM VERMELHO SÃO DE AUTORIA DOS (AS) PSICOLOGOS (AS); PROPOSTAS EM AZUL ACATADAS PELOS (AS) PSICOLOGOS

Leia mais

Art. 1º Aprovar a nova política do Estágio Curricular Supervisionado na UNIVILLE, estabelecendo as diretrizes para sua regulamentação.

Art. 1º Aprovar a nova política do Estágio Curricular Supervisionado na UNIVILLE, estabelecendo as diretrizes para sua regulamentação. UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE - UNIVILLE CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 11/01 Aprova diretrizes para regulamentação dos Estágios Curriculares Supervisionados. A Presidente do

Leia mais

MINUTA EM CONSTRUÇÃO

MINUTA EM CONSTRUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO MINUTA EM CONSTRUÇÃO RESOLUÇÃO POLÍTICA DE AÇÕES AFIRMATIVAS E PROMOÇÃO DA IGUALDADE ÉTNICO-RACIAL Institui a Política de Ações Afirmativas

Leia mais

CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA PROVIMENTO Nº 15, DE 11 DE JUNHO DE 2012.

CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA PROVIMENTO Nº 15, DE 11 DE JUNHO DE 2012. PROVIMENTO Nº 15, DE 11 DE JUNHO DE 2012. Disciplina a execução das medidas socioeducativas de liberdade assistida e prestação de serviços à comunidade, bem como as de internação e de semiliberdade nas

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP

REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP TEXTO COMPILADO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as

Leia mais

NORMA DE PROGRAMA DE BOLSA DE EXTENSÃO PARA ALUNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ -PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO-

NORMA DE PROGRAMA DE BOLSA DE EXTENSÃO PARA ALUNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ -PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO- NORMA DE PROGRAMA DE BOLSA DE EXTENSÃO PARA ALUNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ -PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO- CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º - A presente norma fixa os procedimentos para

Leia mais

comunitária, além de colocá-los a salvo de todas as formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

comunitária, além de colocá-los a salvo de todas as formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. SISTEMA DE GARANTIA DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Art. 227 - É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida,

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES DO CURSO DE BACHARELADO EM OCEANOGRAFIA

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES DO CURSO DE BACHARELADO EM OCEANOGRAFIA U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D E P E R N A M B U C O P R Ó R E I T O R I A P A R A A S S U N T O S A C A D Ê M I C O S C E N T R O D E T E C N O L O G I A E G E O C I Ê N C I A S D E P A R T A

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº DE 15 DE AGOSTO DE 2016.

LEI MUNICIPAL Nº DE 15 DE AGOSTO DE 2016. LEI MUNICIPAL Nº 1.829 DE 15 DE AGOSTO DE 2016. INSTITUI O PROGRAMA JOVEN APRENDIZ DO MUNICÍPIO DE POCONÉ MT, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A PREFEITA MUNICIPAL DE POCONÉ, ESTADO DE MATO GROSSO, NILCE MARY

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPUTADA BENEDITA DA SILVA

CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPUTADA BENEDITA DA SILVA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 4.702, DE 2012 (Apenso ao Projeto de Lei nº 2.178, de 2011) Dispõe sobre o exercício da profissão de cuidador de pessoa idosa e dá outras providências.

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Praia Grande São Paulo Dezembro de 2008 CAPÍTULO I DA NATUREZA Artigo 1º O presente regulamento tem como objetivo normatizar as atividades relacionadas com o estágio

Leia mais

LEI Nº , DE 13 DE MARÇO DE INSTITUI O PROGRAMA FAMÍLIA ACOLHEDORA NO MUNICÍPIO DE UBERLÂNDIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

LEI Nº , DE 13 DE MARÇO DE INSTITUI O PROGRAMA FAMÍLIA ACOLHEDORA NO MUNICÍPIO DE UBERLÂNDIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 12.103, DE 13 DE MARÇO DE 2015. INSTITUI O PROGRAMA FAMÍLIA ACOLHEDORA NO MUNICÍPIO DE UBERLÂNDIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. a seguinte lei: O PREFEITO MUNICIPAL, Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS Escolaridade de nível superior de acordo com a NOB/RH/2006

Leia mais

Faculdade Adventista da Bahia. Regulamento de Monitoria Acadêmica Fisioterapia

Faculdade Adventista da Bahia. Regulamento de Monitoria Acadêmica Fisioterapia Faculdade Adventista da Bahia Regulamento de Monitoria Acadêmica Fisioterapia Cachoeira BA Abril de 2011 Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento disciplina o Programa de Monitoria

Leia mais

PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA

PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA 2012 PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA POLÍTICAS DE PROTEÇÃO POLÍTICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/ PROTEÇÃO ESPECIAL META: COMBATE AO TRABALHO INFANTIL

Leia mais

PLANOS DECENAIS DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES: FORTALECENDO OS CONSELHOS DE DIREITOS

PLANOS DECENAIS DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES: FORTALECENDO OS CONSELHOS DE DIREITOS X CONFERÊNCIA DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PLANOS DECENAIS DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES: FORTALECENDO OS CONSELHOS DE DIREITOS Objetivos do encontro Esclarecer sobre

Leia mais

CONSIDERANDO os princípios referendados na Declaração Universal dos Direitos Humanos;

CONSIDERANDO os princípios referendados na Declaração Universal dos Direitos Humanos; RESOLUÇÃO Nº 066-CONSELHO SUPERIOR, de 14 de fevereiro de 2012. REGULAMENTA A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA IFRR. O PRESIDENTE DO

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE BARRA MANSA APROVA E EU SANCIONO A SEGUINTE: LEI Nº 2406, de 18 de setembro de 1991 I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

A CÂMARA MUNICIPAL DE BARRA MANSA APROVA E EU SANCIONO A SEGUINTE: LEI Nº 2406, de 18 de setembro de 1991 I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES A CÂMARA MUNICIPAL DE BARRA MANSA APROVA E EU SANCIONO A SEGUINTE: LEI Nº 2406, de 18 de setembro de 1991 Dispõe sobre a Política Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

RESOLUÇÃO. Bragança Paulista, 16 de dezembro de José Antonio Cruz Duarte, OFM Vice-Reitor no exercício da Presidência

RESOLUÇÃO. Bragança Paulista, 16 de dezembro de José Antonio Cruz Duarte, OFM Vice-Reitor no exercício da Presidência RESOLUÇÃO CONSEPE 98/2009 APROVA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ARQUITETURA E URBANISMO, DO CAMPUS DE ITATIBA DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Vice-Reitor da Universidade São Francisco, no

Leia mais

Minuta de Instrução Normativa

Minuta de Instrução Normativa Minuta de Instrução Normativa INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº [NÚMERO], DE Dispõe sobre o Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna (Paint), os aspectos relativos aos trabalhos de auditoria e o Relatório Anual

Leia mais

Programa de Incentivo à Pesquisa Acadêmica PIPA

Programa de Incentivo à Pesquisa Acadêmica PIPA Programa de Incentivo à Pesquisa Acadêmica PIPA ` REGULAMENTO União da Vitória, PR 2014 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INCENTIVO À PESQUISA ACADÊMICA PIPA, DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE UNIÃO DA VITÓRIA DOS PRINCÍPIOS

Leia mais

CONSELHO DELIBERATIVO DA FUNAPE RESOLUÇÃO Nº 04, DE 13 DE JUNHO DE 2002.

CONSELHO DELIBERATIVO DA FUNAPE RESOLUÇÃO Nº 04, DE 13 DE JUNHO DE 2002. CONSELHO DELIBERATIVO DA FUNAPE RESOLUÇÃO Nº 04, DE 13 DE JUNHO DE 2002. CONSOLIDAÇÃO ALTERA A RESOLUÇÃO Nº 02 E TRAZ NOVAS DIRETRIZES PARA AS CONTRATAÇÕES DE PESSOAL PELA FUNDAÇÃO DE APOIO À PESQUISA

Leia mais

Memorando Circular nº 01/2015/CPAC/PROEN Belém, 24 de novembro de Aos: Diretores Gerais e Diretores de Ensino dos campi do IFPA

Memorando Circular nº 01/2015/CPAC/PROEN Belém, 24 de novembro de Aos: Diretores Gerais e Diretores de Ensino dos campi do IFPA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE ENSINO Memorando Circular nº 01/2015/CPAC/PROEN Belém, 24 de novembro de 2015

Leia mais

PORTARIA Nº 2.164, 30 de Setembro de Aprova o Regimento Interno da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos.

PORTARIA Nº 2.164, 30 de Setembro de Aprova o Regimento Interno da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos. PORTARIA Nº 2.164, 30 de Setembro de 2011 Aprova o Regimento Interno da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições que lhes

Leia mais

Portaria Nº 12, de 03 de abril de 2017.

Portaria Nº 12, de 03 de abril de 2017. Portaria Nº 12, de 03 de abril de 2017. Regulamenta o Estágio Supervisionado Obrigatório dos alunos do Curso de Graduação em Engenharia Agronômica da Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas da Unesp

Leia mais

Resolução nº 002/2015

Resolução nº 002/2015 Resolução nº 002/2015 Dispõe sobre o processo de composição das bancas de qualificação e defesa final da dissertação de Mestrado e dá outras providências. Considerando a necessidade de aprimorar o Programa

Leia mais

D E C R E T A: Fica aprovado o Regimento Interno do Centro de Atendimento à Mulher do Município de Dourados, constante no anexo único, deste decreto.

D E C R E T A: Fica aprovado o Regimento Interno do Centro de Atendimento à Mulher do Município de Dourados, constante no anexo único, deste decreto. DECRETO N 1188, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2012. Homologa o regimento interno do Regimento Interno do Centro de Atendimento à Mulher. O PREFEITO MUNICIPAL DE DOURADOS, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso das

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Institui o Estatuto da Metrópole, altera a Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001, e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Esta Lei, denominada

Leia mais

LEI MUNICIPAL N.º 4.164/2016

LEI MUNICIPAL N.º 4.164/2016 LEI MUNICIPAL N.º 4.164/2016 AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A CELEBRAR CONTRATOS DE GESTÃO COM ENTIDADE CIVIL FILANTRÓPICA PARA OPERACIONALIZAR O SAMU BÁSICO E/OU O SAMU AVANÇADO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO O conselho do curso de Direito do Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara, no uso de suas competências

Leia mais

2

2 REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA UNIVERSIDADE IBIRAPUERA 2 REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA UNIVERSIDADE IBIRAPUERA CAPÍTULO I DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

Leia mais

NOTA TÉCNICA N o 19/2017

NOTA TÉCNICA N o 19/2017 NOTA TÉCNICA N o 19/2017 Brasília, 18 de abril de 2017. ÁREA: Assistência Social TÍTULO: Recursos para os Fundos Municipais da Infância e Adolescência (FIA) REFERÊNCIAS: Lei Federal 4.320, de 17 de março

Leia mais

Diário Oficial do dia Página da Secretaria de Educação

Diário Oficial do dia Página da Secretaria de Educação Diário Oficial do dia 27-11-2015 Página da Secretaria de Educação INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04/2015 Orienta procedimentos para a elaboração do Calendário Escolar das Escolas da Rede Estadual de Ensino do

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BRUMADO ESTADO DA BAHIA CNPJ/MF Nº / Praça Cel. Zeca Leite, nº. 415 Centro CEP: Brumado-BA

PREFEITURA MUNICIPAL DE BRUMADO ESTADO DA BAHIA CNPJ/MF Nº / Praça Cel. Zeca Leite, nº. 415 Centro CEP: Brumado-BA PROJETO DE LEI Nº 012/2010. Dispõe sobre a alteração do Sistema Municipal de de Brumado para a implantação do de 9 (nove) anos, a partir de 2010 e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE BRUMADO,

Leia mais

DECRETO Nº 7.808, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012

DECRETO Nº 7.808, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012 DECRETO Nº 7.808, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012 Cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo - Funpresp-Exe, dispõe sobre sua vinculação no âmbito do Poder Executivo

Leia mais

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Aula 5 DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR Prof. Diego Vale de Medeiros 5.1 PRINCÍPIOS INCORPORADOS COM A LEI 12010/09 NA APLICAÇÃO DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO Novos Princípios

Leia mais

DECRETO - Nº , DE 07 DE MAIO DE 2014.

DECRETO - Nº , DE 07 DE MAIO DE 2014. DECRETO - Nº. 2.901, DE 07 DE MAIO DE 2014. Institui a Comissão Municipal de Emprego, no âmbito do Sistema Público de Emprego, e dá providências correlatas. PE. OSWALDO ALFREDO PINTO, Prefeito Municipal

Leia mais

Art. 1º. Aprovar o Regulamento relativo à Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel.

Art. 1º. Aprovar o Regulamento relativo à Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel. Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel Av. Tito Muffato, 2317 Bairro Santa Cruz 85806-080 Cascavel PR Fone: (45) 3036-3636 30363806 http://www.univel.br cpe@univel.br RESOLUÇÃO Nº 01 DE JULHO

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 100, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Define os procedimentos de indicação dos representantes do

Leia mais

Regulamento do Programa Institucional de Bolsas de Extensão para Discentes PIBED do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais IFNMG

Regulamento do Programa Institucional de Bolsas de Extensão para Discentes PIBED do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais IFNMG MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA NORTE DE MINAS GERAIS Regulamento do Programa Institucional de Bolsas de Extensão

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE REITORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE REITORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE REITORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Aprovado pelo CONSUNI Nº15 em 24/05/2016 ÍNDICE CAPITULO I Da Constituição,

Leia mais

Programa de Pacificação Restaurativa em Londrina

Programa de Pacificação Restaurativa em Londrina Programa de Pacificação Restaurativa em Londrina Apresentação O presente documento apresenta um resumo da proposta de implantação de um Programa de Pacificação Restaurativa em Londrina e expõe para apreciação

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CURSO DE DIREITO

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CURSO DE DIREITO CAPÍTULO III ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS Art. 50. Este Regulamento rege as atividades relativas aos estágios supervisionados do Curso de Direito.

Leia mais

LEI Nº /2013 CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL

LEI Nº /2013 CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL LEI Nº. 1.282/2013 Ementa: Institui o Plano Plurianual do Município de Ouricuri para o período de 2014 a 2017. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE OURICURI/PE, no uso de suas atribuições legais, faz saber que A

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.415, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1568 *Revogada pela Lei nº 2.735, de 4/07/2013. Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Estadual, e adota outras

Leia mais

Lema: Garantir a autonomia e as atribuições do Conselho Tutelar.

Lema: Garantir a autonomia e as atribuições do Conselho Tutelar. LVIII Fórum Permanente dos Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares do Rio de Janeiro: Interface do Conselho Tutelar com o Sistema de Justiça da Criança e do Adolescente. Lema: Garantir a autonomia e as

Leia mais