Direito Coletivo do Trabalho

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Direito Coletivo do Trabalho"

Transcrição

1 SÉRIE PROVAS E CONCURSOS Direito Coletivo do Trabalho TEORIA E QUESTÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO, MAGISTRATURA DO TRABALHO, PROCURADOR DO ESTADO E PROCURADOR DO MUNICÍPIO o ATUALIZADO DE ACORDO COM A LEI N /2010 Patrick Maia Merísio CONCURSOS

2 Cadastre-se em para conhecer nosso catálogo completo, ter acesso a serviços exclusivos no site e receber informações sobre nossos lançamentos e promoções.

3 Direito Coletivo do Trabalho TEORIA E QUESTÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO, MAGISTRATURA DO TRABALHO, PROCURADOR DO ESTADO E PROCURADOR DO MUNICÍPIO o ATUALIZADO DE ACORDO COM A LEI N /2010

4 2011, Elsevier Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei n o 9.610, de 19/02/1998. Nenhuma parte deste livro, sem autorização prévia por escrito da editora, poderá ser reproduzida ou transmitida sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros. Copidesque: Vânia Coutinho Santiago Revisão: Irênio Silveira Chaves Editoração Eletrônica: SBNIGRI Artes e Textos Ltda. Coordenador da Série: Sylvio Motta Elsevier Editora Ltda. Conhecimento sem Fronteiras Rua Sete de Setembro, o andar Centro Rio de Janeiro RJ Brasil Rua Quintana, o andar Brooklin São Paulo SP Brasil Serviço de Atendimento ao Cliente ISBN (recurso eletrônico) Nota: Muito zelo e técnica foram empregados na edição desta obra. No entanto, podem ocorrer erros de digitação, impressão ou dúvida conceitual. Em qualquer das hipóteses, solicitamos a comunicação ao nosso Serviço de Atendimento ao Cliente, para que possamos esclarecer ou encaminhar a questão. Nem a editora nem o autor assumem qualquer responsabilidade por eventuais danos ou perdas a pessoas ou bens, originados do uso desta publicação. CIP-Brasil. Catalogação-na-fonte. Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ M532d Merísio, Patrick Maia Direito coletivo do trabalho [recurso eletrônico] / [Patrick Maia Merísio]. - Rio de Janeiro: Elsevier, recurso digital (Provas e concursos) Formato: PDF Requisitos do sistema: Adobe Acrobat Reader Modo de acesso: World Wide Web Inclui bibliografia ISBN (recurso eletrônico) 1. Direito do trabalho. 2. Livro eletrônicos. I. Título. II. Série CDU: 349.2

5 Pois sabedoria é melhor que pérolas, e todas as coisas desejáveis não podem ser comparadas a ela. Eu, a sabedoria, moro com sagacidade e descubro conhecimento das perspicácias. (Provérbios 8:11,12)

6 Página deixada intencionalmente em branco

7 Dedicatória À Silvana, meu diamante indestrutível, liberdade e união eterna.

8 Página deixada intencionalmente em branco

9 Agradecimentos À minha mãe, eterna professora, incentivadora e amiga. Ao Deus Altíssimo, Senhor do Céu, o Nome mais digno de ser pronunciado. A todos os autores, professores e amigos que me ajudaram nessa jornada, não só com informações bibliográficas, mas, por vezes, por uma simples palavra.

10 Página deixada intencionalmente em branco

11 O Autor Patrick Maia Merísio Graduação em Direito Universidade Federal do Rio de Janeiro Mestrado em Sociologia e Direito Universidade Federal Fluminense Procurador do Trabalho Procuradoria Regional do Trabalho da 1 a Região Professor de Noções Gerais de Direito e Formação Humanística/Direito Internacional Toga Estudos Jurídicos Professor de Direito do Trabalho Instituto de Ensinos Superiores Unilasalle

12 Página deixada intencionalmente em branco

13 Apresentação Prezado leitor, O Direito Coletivo do Trabalho tem se tornado uma das matérias mais importantes para concursos públicos que exigem conhecimentos de Direito do Trabalho. Magistratura do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, Advocacia Pública (AGU, procurador do estado e do município) e outros concursos têm exigido do candidato estudo sobre os temas abordados neste livro. Este livro trata dos assuntos mais relevantes do Direito Coletivo, dentre eles: sindicatos (por exemplo, a nova regulamentação jurídica da Central Sindical), convenção e acordo coletivo, greve (em especial do servidor público), temas com base na norma legal, jurisprudência dos Tribunais Superiores (Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior do Trabalho), precedente do Direito Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho e doutrina. Tem, ainda, a pretensão de apresentar todo o conteúdo de forma simples, porém profunda e exaustiva (com o tratamento adequado de todos os temas e conhecimentos específicos não só do Direito do Trabalho, mas também do Direito Constitucional, Processual e Internacional), sem que o candidato precise recorrer a obras isoladas e específicas. A cada um que se lança, com coragem, na meta da vitória, com confiança nos seus próprios méritos e esforços, desejo a constante renovação das forças, até que se atinja o sucesso! Não existe atividade mais nobre do que servir ao bem comum.

14 Página deixada intencionalmente em branco

15 Sumário PARTE I TEORIA GERAL DO DIREITO COLETIVO DO TRABALHO Capítulo 1 O Direito Coletivo do Trabalho na Teoria do Direito Fontes do Direito Hierarquia e técnica na ciência do Direito Ação normativa do Ministério do Trabalho Primazia da lei e do Estado de Direito Competência da Justiça do Trabalho... 8 Capítulo 2 Liberdades Constitucionais e Direitos Fundamentais: Pressupostos do Direito Coletivo Os Direitos Fundamentais Constitucionais Direito de reunião Liberdade de associação Liberdade de consciência e de crença Direito ao devido processo legal, acesso à Justiça e ao juiz natural Capítulo 3 Liberdade Sindical Dimensão individual e coletiva Direito de associação do servidor público Conteúdo... 19

16 Direito de informação aos associados Direito de acesso e de assembleia nos locais de trabalho Liberdade de filiação a organizações internacionais Democracia sindical interna PARTE II SUJEITOS DO DIREITO COLETIVO DO TRABALHO Capítulo 4 Teoria Geral do Sindicato Sindicato sujeito da construção normativa e social do Direito do Trabalho Origem histórica mundial Fundamentos históricos no Brasil Influências ideológicas na formação e atuação dos sindicatos Conceito normativo Criação e registro Prerrogativas e funções Homologação de termo de rescisão de contrato de trabalho Assistência jurídica Deveres e condições de funcionamento Dissolução e suspensão de sindicato Capítulo 5 Representatividade Sindical Categoria Conceito sociológico Conceito normativo Distinção entre categoria e função Base territorial Unicidade e pluralidade sindical Enquadramento sindical Reconhecimento da representatividade sindical pelo empregador Substituição processual Interesse coletivo Sindicato de trabalhadores domésticos Sindicato de profissionais liberais Sindicato da categoria econômica (patronal)... 60

17 Capítulo 6 Gestão Administrativa e Financeira do Sindicato Estatuto Gestão administrativa Órgãos sindicais Assembleia Administração do sindicato: Diretoria Executiva e Conselho Fiscal Eleições sindicais Gestão financeira do sindicato Contribuições sindicais Contribuição sindical compulsória Contribuição confederativa Contribuição assistencial Mensalidade associativa Requisito de autorização expressa para desconto de contribuição confederativa, assistencial, participativa, negocial ou análoga Liberdade sindical e cláusulas de segurança sindical: closed shop, union shop, agency shop, reserva de vantagens, manteinance of membership clauses e check-off Imunidade tributária Capítulo 7 Associações Sindicais de Grau Superior Federação Confederações sindicais Administração da federação e confederação Central Sindical Capítulo 8 Pluralismo Subjetivo do Direito Coletivo do Trabalho A empresa Representante de empregados Comissão de empregados Colônia de pescadores Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) Associações solidárias (mutualistas)... 88

18 Capítulo 9 Conduta Antissindical e Práticas Antirrepresentativas na Empresa Legitimidade subjetiva Sindicato fantoche Estabilidade e proteção contra discriminação por exercício de ação sindical Efetividade judicial da proteção Proteção do dirigente sindical da categoria econômica Estudo de caso PARTE III AUTONOMIA PRIVADA COLETIVA Capítulo 10 Participação dos Trabalhadores na Gestão, Lucros, Resultados da Empresa e nos Colegiados dos Órgãos Públicos do Estado Participação dos trabalhadores na gestão da empresa Fundamentos: valorização da motivação e das relações interpessoais Representação dos trabalhadores na empresa Representação unitária no Direito espanhol Direito de queixa dos trabalhadores Participação nos lucros e resultados Negociação e legitimidade subjetiva Produtividade Natureza jurídica da retribuição Participação acionária do trabalhador na empresa Estudo de caso Participação dos trabalhadores nos colegiados dos órgãos públicos do Estado Participação de empregados nos conselhos de administração de empresa pública e sociedade de economia mista Capítulo 11 Negociação Coletiva Classificação Princípios Liberdade Subsidiariedade da ação estatal Boa-fé Direito de informação

19 Lealdade e paz social Isonomia jurídica Obrigatoriedade da participação sindical Adequação setorial negociada Funções Flexibilização e desregulamentação do Direito do Trabalho: redução salarial e negociação coletiva Fixação e reajuste salarial por negociação coletiva: intervenção do Estado Data-base Negociação coletiva e jornada de trabalho Dispensa coletiva Negociação coletiva e individual Capítulo 12 Convenção Coletiva e Acordo Coletivo de Trabalho Fundamentos históricos Fundamentos sociológicos Paradigmas constitucionais: princípio da aplicação da norma mais favorável e da especialidade Funções Natureza jurídica Teorias contratualistas Teorias extracontratuais Teoria normativa Teoria mista Obrigatoriedade da convenção coletiva sobre os contratos individuais Contrato coletivo de trabalho Pacto social Conteúdo da convenção coletiva Procedimentos e requisitos relativos à convenção coletiva Assembleia Negociação coletiva Depósito Prazo de vigência Prorrogação Revisão

20 Denúncia e revogação Conciliação das divergências entre os convenentes por motivo da aplicação dos dispositivos convencionados Eficácia territorial da convenção e do acordo coletivo do trabalho Convenção Coletiva e Administração Pública Efeitos da extinção da convenção coletiva sobre os contratos individuais de trabalho Teoria da incorporação Teoria da não incorporação Teoria da ultranormatividade Extensão Extensão dos convênios coletivos no Direito espanhol Anulação de convenção coletiva e acordo coletivo de trabalho PARTE IV MECANISMOS DE COMPOSIÇÃO DE CONFLITOS COLETIVOS TRABALHISTAS Capítulo 13 Greve Os conflitos coletivos Fundamentos históricos Fundamentos constitucionais Natureza jurídica Liberdade em face do Estado Conceito normativo Interesses tutelados Greve política e de solidariedade Modalidades Pressupostos e requisitos do direito de greve Pressupostos: frustração da negociação ou de composição por arbitragem, estatuto, assembleia e pauta de reivindicação Requisitos Legitimidade: sindicato e comissão de negociação. Atividade combinada Comunicação prévia Manutenção de maquinário e equipamentos em funcionamento

21 Direitos e deveres dos grevistas Greve nos serviços e atividades essenciais Greve do servidor público Proibição de greve do militar Efeitos da greve nos contratos individuais de trabalho Abuso de direito de greve Responsabilidade pelo exercício irregular do direito de greve Responsabilidade penal Greve ambiental Lockout Ações possessórias Estudo de caso Capítulo 14 Formas Voluntárias e Cooperativas de Composição de Conflitos Conciliação Mediação Arbitragem Restrições históricas à arbitragem Arbitrabilidade Arbitrabilidade subjetiva Arbitrabilidade objetiva Modalidades de arbitragem permitidas no Direito Coletivo do Trabalho Arbitragem de direitos coletivos e individuais trabalhistas na jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho Devido processo legal arbitral Contraditório no devido processo legal arbitral e no direito arbitral internacional Duração razoável do processo arbitral Medidas cautelares Sentença arbitral O árbitro Nomeação Poderes Escolha da norma aplicável Ministério Público do Trabalho como árbitro

22 14.4. Dispute boards e cláusulas escalonadas Comissões de Conciliação Prévia Capítulo 15 Dissídio Coletivo Fundamentos históricos Pressuposto processual: comum acordo Condição da ação: legitimidade das partes Formas de dissídio coletivo Dissídio de natureza econômica Pressupostos processuais Frustração da negociação coletiva Desenvolvimento e extinção da relação jurídica processual Sentença normativa Dissídio de natureza jurídica Dissídio originário Dissídio coletivo de extensão Dissídio revisional Dissídio coletivo de declaração de abusividade de greve Ação de cumprimento PARTE V QUESTÕES Questões Objetivas Questões Dissertativas Gabarito Referências Bibliográficas

23 Parte I Teoria Geral do Direito Coletivo do Trabalho

24 Página deixada intencionalmente em branco

25 Capítulo 1 O Direito Coletivo do Trabalho na Teoria do Direito O Direito Coletivo exige um conhecimento aprofundado não só das fontes formais internas (Constituição da República, Consolidação das Leis do Trabalho e leis específicas, tais como a Lei n o 7.783/1989), mas também das convenções e recomendações internacionais do trabalho. A técnica normativa não pode ser unilateral, haja vista que o pensamento jurídico contemporâneo não pretende buscar rivalidades superadas como entre Direito Público e Privado, Interno e Internacional, e sim buscar formas intrinsecamente justas e efetivas de acesso à Justiça (acesso a uma ordem jurídica justa e efetiva). A especificidade da dimensão coletiva exige a necessidade de apreciação sobre as fontes do Direito, principalmente sobre a hierarquia entre elas, de forma a se entender o abuso normativo do Ministério do Trabalho, restringindo liberdades públicas e privadas consagradas em Direitos Fundamentais Constitucionais, devendo predominar os valores relativos ao Estado de Direito e à primazia da pessoa humana. O reconhecimento da competência da Justiça do Trabalho para apreciar e julgar conflitos decorrentes das relações coletivas de trabalho revela-se pressuposto fundamental de autonomia do Direito Coletivo e de sua efetividade FONTES DO DIREITO A classificação preliminar das fontes do Direito Objetivo, em materiais e formais, revela a necessidade de se tratar o fenômeno jurídico de forma pluralista, ou seja, o texto não é autossuficiente, pois existem fatos sociais, condicionantes políticas e econômicas, exigências morais e éticas que são os elementos geradores da norma. A distinção, todavia, não deixa de ser superficial, pois o estudo das fontes materiais é o tratamento filosófico ou sociológico dos motivos éticos ou dos fatos

26 4 Direito Coletivo do Trabalho Patrick Maia Merísio ELSEVIER econômicos que condicionam o aparecimento e as transformações das regras de Direito. 1 Tércio Sampaio Ferraz 2 acusa a ambiguidade geradora de confusão diante de conteúdos completamente diversos (a norma, em sua origem histórica, sociológica e psicológica, e em sua gênese analítica; processos de elaboração e de dedução de regras obrigatórias; e, por fim, a natureza filosófica do Direito, seu fundamento e obrigação), o que viola o método científico. A distinção conduz à desvalorização da fonte formal, cuja função seria apenas o de revelar o Direito. Fontes do Direito são as manifestações dos processos ou meios em virtude dos quais as regras jurídicas se positivam com legítima força obrigatória (vigência e eficácia no contexto de uma estrutura normativa). Implicam uma estrutura normativa de poder, pois a gênese de qualquer regra de Direito só ocorre em virtude da interferência de um centro de poder, o qual, diante de um complexo de fatos e valores, opta por dada solução normativa, com características de objetividade. O Direito não é essencialmente um dado (da natureza ou sagrado), mas uma construção elaborada no interior da cultura humana. Existe um pluralismo jurídico ordenado surgimento contínuo e múltiplo de normas de comportamento sem perder de vista a segurança e a certeza das relações. O sistema jurídico não é apenas um repertório de informações soltas, mas sim um conjunto de relações conforme regras. Dizer que a lei é a primeira fonte do Direito vai significar a existência de uma regra que institucionaliza a entrada de uma norma no sistema, dentro do qual ela poderá ser reconhecida como legal ou lei no sentido estrito. O Direito do Trabalho, por sua vez, necessita de uma teoria científica das fontes jurídicas, pois o seu pluralismo jurídico é notável e constante. Os princípios da aplicação da norma mais favorável e da primazia da realidade exigem do jurista trabalhista valorização constante das relações entre as diferentes fontes e do reconhecimento dos pressupostos legais pelos quais o ato se transforma em fonte. Colaboração decisiva para a existência de uma ciência de Direito Coletivo do Trabalho foi acórdão do Tribunal Superior do Trabalho cominando invalidade à convenção coletiva, que não preencheu o requisito prévio da convocação e realização de Assembleia-Geral (art. 612, parágrafo único, CLT), em desrespeito à exigência de forma expressa para manifestação de vontade, ainda que para fins de repetir cláusula anterior. 1 REALE, Miguel. Lições preliminares de Direito. 27 a ed. São Paulo: Saraiva, 2002, p FERRAZ JR., Tércio. Introdução ao estudo do Direito: técnica, decisão, dominação. 3 a ed. São Paulo: Atlas, 2001, p. 221.

27 CAMPUS Parte I Capítulo 1 O Direito Coletivo do Trabalho na Teoria do Direito 5 Qualquer ato jurídico depende da vontade e de sua exteriorização. O negócio jurídico contratual se forma mediante a exteriorização de vontades livres e válidas, para fins de produção de efeitos. Convenção e acordo coletivo também devem resultar de manifestação de vontades, dotadas de voluntariedade, consciência e liberdade, e também podem ser objeto de vícios do negócio jurídico (coação, erro, dolo, fraude e simulação, conforme a previsão dos arts. 86 a 113 do Código Civil). As normas coletivas são inválidas quando forem provadas questões relativas a vícios, tais como corrupção de negociador, ameaça às lideranças sindicais, simulação de negociação coletiva, informações econômicas e financeiras fraudulentas da empresa. A repetição de cláusula em convenção coletiva não torna prescindível a assembleia, pois o sindicato nada mais é do que o representante da coletividade que o compõe, podendo a diversidade dos sindicalizados e dos membros da categoria se alterar no curso do tempo, o que define o significado do art. 614, 3 o da CLT, ao estipular a duração máxima de convenção ou acordo coletivo em dois anos. 3 A forma de transformação do acordo coletivo em fonte do Direito revela que a sua recepção não decorre apenas da conjunção de vontade, mas também que se preencham os pressupostos legais HIERARQUIA E TÉCNICA NA CIÊNCIA DO DIREITO A hierarquia das fontes na ciência e na técnica do Direito torna-se um problema a ser sempre enfrentado em sociedade que multiplica suas normas de forma exponencial, exigindo do Direito solução para problemas não só jurídicos, mas também sociais, econômicos etc. A Constituição deve ser reconhecida como lei fundamental, pois é um conjunto de normas básicas e articuladas, dotadas de conteúdo técnico, que estruturalmente viabilizam os procedimentos para que realmente a atividade organizada da sociedade possa se desenvolver. Norma e lei não são noções idênticas. Norma é uma prescrição, enquanto lei é a forma que a reveste em decorrência do cumprimento de uma série de procedimentos institucionalizados (sanção, promulgação e publicação), os quais conferem à norma o seu caráter jurídico (o caráter legal). A publicação tem função cardeal: não significa a eliminação da ignorância, mas a sua neutralização, nos termos do art. 3 o da Lei de Introdução ao Código Civil. 3 Processo n o TST-AIRR-2072/ , Rel. Ministro Lélio Bentes Côrrea, Primeira Turma do TST, julgamento em 26/08/2009.

28 6 Direito Coletivo do Trabalho Patrick Maia Merísio ELSEVIER A dogmática abrange a definição, hierarquia e organização das fontes do Direito, o que se torna fundamental para o mapeamento das competências estatais. Uma fonte prevalece sobre a outra não necessariamente por conta da generalidade mais ampla, podendo ser critério decisivo a hierarquia para fins de validade, sendo a regra fundamental do controle de constitucionalidade. O Direito do Trabalho depende do reconhecimento da hierarquia das fontes legais, o que é desprezado por uma ampliação excessiva e abusiva do princípio da aplicação da norma mais favorável, o qual não exclui a observância dos procedimentos válidos e regulares para a produção de uma fonte do Direito AÇÃO NORMATIVA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO A atitude normativa do Ministério do Trabalho e Emprego, inúmeras vezes, tem superado o âmbito de sua competência e usurpado o processo legislativo necessário, conforme o inciso I do art. 22 da Constituição Federal. Exemplo significativo é a Instrução Normativa n o 3/2002 do Ministério do Trabalho e Emprego, pela qual se estabelece que a competência para a homologação da rescisão do contrato de trabalho é preferencial e prioritária dos sindicatos, em completa violação do 1 o do art. 477 da CLT (norma competente que estipula a liberdade de opção de empregado e empregador entre Ministério do Trabalho e sindicato da categoria profissional, em condições de igualdade, para a homologação). A restrição da liberdade de milhões de empregados e empregadores os sujeita a taxas e contribuições extorsivas sindicais (o que gera um acréscimo de ofensa à lei, especificamente o 6 o, do art. 477, da CLT). O Ministério Público do Trabalho/Procuradoria Regional do Trabalho da 1 a Região propôs ação civil pública 4 em face da Delegacia Regional do Trabalho do Rio de Janeiro para que observasse o procedimento legal previsto no 1 o do art. 477 da CLT, pedido que foi julgado totalmente procedente pela 9 a Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. O Supremo Tribunal Federal julgou procedente, nos autos da Ação Direta de Inconstitucionalidade n o 3.206, pedido formulado em ação direta ajuizada por diversas confederações de trabalhadores para declarar a inconstitucionalidade da Portaria n o 160/2004, do ministro de Estado do Trabalho e Emprego, que, disciplinando as contribuições instituídas pelos sindicatos em Assembleia-Geral da categoria, referindo-se à confederativa (CF, art. 8 o, IV) e à assistencial (CLT, art. 513, e), dispõe, entre outras coisas, sobre a obrigatoriedade e o desconto obrigatório em folha de pagamento de salário das contribuições devidas 4 ACPU Sentença proferida em 12/02/2008.

29 CAMPUS Parte I Capítulo 1 O Direito Coletivo do Trabalho na Teoria do Direito 7 pelos empregados sindicalizados, quando fixadas em convenção ou acordo coletivo e em sentença, exigindo a autorização do empregado não associado, sob pena de sujeitar-se o empregador à autuação administrativa, bem como impõe a cobrança de juros da mora e multa, caso não recolhida a importância descontada no prazo nela estipulado. Entendeu-se que o ato normativo questionado extrapola a competência conferida aos ministros de Estado de expedir instruções para a execução de leis, decretos e regulamentos (CF, art. 87, parágrafo único, II), a qual deve estar direcionada ao funcionamento em si do Ministério, descabendo reconhecer ao ministro de Estado alçada para definir a espécie de instrumento própria à previsão de contribuição, bem como consignar a finalidade desta última. Salientou-se, também, que a referida portaria, ao dispor sobre a contribuição prevista na alínea e do art. 513 da Consolidação das Leis do Trabalho estabelecendo a necessidade de previsão em convenção ou acordo coletivo e destinação do que foi arrecadado ao custeio de atividades assistenciais, à melhoria e ao crescimento sindical, além de viabilizar a participação nas negociações por melhores condições de trabalho, acabou por aditar a CLT, invadindo campo reservado ao legislador. No que se refere à exigência de notificação do valor das contribuições e à necessidade da prévia e expressa autorização do empregado não associado para desconto em folha, considerou-se que se introduziu exigência estranha ao art. 513, e, da CLT, salientando-se que o art. 545 desse diploma, ao estabelecer a necessidade de autorização, refere-se a mensalidades devidas ao sindicato, e não à contribuição sindical de que cuida aquele dispositivo. O STF não alterou seu entendimento clássico e consolidado na sua Súmula n o 666, segundo a qual é ilícita a cobrança de contribuição confederativa sem a autorização expressa dos não associados, mas apenas anulou a portaria ilegal, completamente desnecessária, que quis arrogar uma competência que não possui. O sistema da hierarquia admite que uma fonte possa delegar à outra aquilo que originalmente seria competência da norma superior. O art. 200 da CLT estipula como atribuição do Ministério do Trabalho estabelecer disposições complementares às normas de saúde e segurança do trabalho, previstas na CLT, competência que tem sido exercida de forma plena nas Normas Regulamentadoras de Saúde e Segurança, o que não tem sido questionado, pois o procedimento legal institucionalizado foi observado, com a criação de normas técnicas e especializadas, com ampla participação dos atores sociais.

30 8 Direito Coletivo do Trabalho Patrick Maia Merísio ELSEVIER O Ministério do Trabalho e Emprego, historicamente, usurpa todas as competências, agindo como se fosse o soberano do Direito do Trabalho, esvaziando as funções do Congresso e aquelas relativas à autonomia individual e coletiva, o que será objeto de crítica em todo o presente livro PRIMAZIA DA LEI E DO ESTADO DE DIREITO A hierarquia das fontes exige um tratamento metodológico aprimorado no Direito do Trabalho, com a primazia da lei. A regra da aplicação da norma mais favorável poderá ser excepcionada pela lei estatal e não se pode pensar em hierarquia entre as fontes autônomas (convenção coletiva e contrato individual de trabalho), tal como ocorre entre a lei e as demais fontes. 5 O Estado de Direito exige a vinculação entre direitos humanos civis e sociais (não pode um pretender esvaziar a eficácia do outro), devendo cada instituição zelar pelo respeito às liberdades públicas e privadas, sintetizadas na primazia da pessoa humana COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO Diversos assuntos relacionados ao Direito Coletivo do Trabalho não faziam parte da competência material da Justiça do Trabalho (permanece dela afastada qualquer consideração relativa aos direitos da relação trabalhista estatutária travada entre o servidor público e a Administração Pública). A Lei n o 8.984/1995 ampliou a competência da Justiça do Trabalho para conciliar e julgar os dissídios que tenham origem no cumprimento de convenções coletivas de trabalho ou acordos coletivos de trabalho, mesmo quando ocorram entre sindicatos ou entre sindicatos de trabalhadores e empregador. Existiu doutrina, todavia, que restringiu a competência da Justiça do Trabalho por entender que a redação do art. 114 da Constituição não permitia a ampliação da competência da Justiça do Trabalho, por não se tratar de dissídio entre trabalhador e empregador, 6 entendimento que merece ser questionado, pois a controvérsia prevista na Lei n o 8.984/1995 em sua causa remota refere-se diretamente a assunto relacionado ao contrato de trabalho. A atual redação do art. 114 da Constituição da República, por força da Emenda Constitucional n o 45/2004, vincula a competência material da Justiça do Trabalho a controvérsias decorrentes da relação de trabalho, atribuindo-lhe compe- 5 VALLEBONA, Antonio. Istituzioni di Diritto del Lavore (I Il Diritto Sindacale). 6 a ed. Verona, Itália: Cedam, HINZ, Henrique Macedo. Direito Coletivo do Trabalho. 2 a ed. São Paulo: LTr, 2009, p. 85.

Lição 13. Direito Coletivo do Trabalho

Lição 13. Direito Coletivo do Trabalho Lição 13. Direito Coletivo do Trabalho Organização sindical: Contribuições, Convenções e Acordos Coletivos do Trabalho, Dissídio Coletivo, Direito de Greve (Lei nº 7.783, de 28/6/89). Comissões de Conciliação

Leia mais

Cuida das relações coletivas de trabalho, onde os interesses cuidados são os de um grupo social. São instituições do direito coletivo do trabalho:

Cuida das relações coletivas de trabalho, onde os interesses cuidados são os de um grupo social. São instituições do direito coletivo do trabalho: Legislação Social Profª Mestre Ideli Raimundo Di Tizio p 38 DIREITO COLETIVO DO TRABALHO Cuida das relações coletivas de trabalho, onde os interesses cuidados são os de um grupo social. São instituições

Leia mais

Diretriz 5: A função das entidades de grau superior é de coordenar os interesses das suas filiadas.

Diretriz 5: A função das entidades de grau superior é de coordenar os interesses das suas filiadas. DIRETRIZES NORMATIVAS ELABORADAS PELO GRUPO DE TRABALHO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SOBRE ORGANIZAÇÃO SINDICAL, NEGOCIAÇÃO COLETIVA, APLICAÇÃO DO DIREITO DE GREVE, CUSTEIO E LIBERAÇÃO DE DIRIGENTE

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº., DE 2011. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

PROJETO DE LEI Nº., DE 2011. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: PROJETO DE LEI Nº., DE 2011. Dispõe sobre a organização sindical no setor público, afastamento de dirigentes sindicais, negociação coletiva, aplicação do direito de greve e sobre o custeio da organização

Leia mais

Os novos direitos dos empregados domésticos: análise da Emenda Constitucional n o 72/2013

Os novos direitos dos empregados domésticos: análise da Emenda Constitucional n o 72/2013 Os novos direitos dos empregados domésticos: análise da Emenda Constitucional n o 72/2013 SériE Atualização Legislativa Os novos direitos dos empregados domésticos: análise da Emenda Constitucional n

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS Disciplina: Direito do Trabalho II Professora: Cláudia Glênia JUR: NÃO DEVE SER USADO COMO CONTEÚDO DE ESTUDO, NÃO DEVE SER

Leia mais

VOTO EM SEPARADO DA DEPUTADA ANDRÉIA ZITO

VOTO EM SEPARADO DA DEPUTADA ANDRÉIA ZITO COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 6.708, DE 2009. Acrescenta Capítulo III-A ao Título V da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº

Leia mais

RECURSOS HUMANOS MÓDULO PRÁTICA TRABALHISTA I

RECURSOS HUMANOS MÓDULO PRÁTICA TRABALHISTA I MÓDULO I ÍNDICE OBJETIVO METODOLOGIA BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA CURRICULUM RESUNIDO DO PROFESSOR CAPÍTULO 1 DIREITO DO TRABALHO Conceitos, Fontes e Convenções...4 Jornada de Trabalho...8 CAPÍTULO 2 REMUNERAÇÃO

Leia mais

A Constituição Federal de 1988 estabeleceu:

A Constituição Federal de 1988 estabeleceu: A Constituição Federal de 1988 estabeleceu: Art. 8º É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte: Art. 37º... VI - é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Página 1 de 5 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS000882/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 10/06/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR028482/2011 NÚMERO DO PROCESSO:

Leia mais

2.2 Natureza jurídica do contrato de trabalho 2.2.1 Teoria acontratualista 2.2.2 Teoria institucionalista 2.2.3 Teoria neocontratualista 2.

2.2 Natureza jurídica do contrato de trabalho 2.2.1 Teoria acontratualista 2.2.2 Teoria institucionalista 2.2.3 Teoria neocontratualista 2. Sumário 1. Direito individual do trabalho - introdução 1.1 Conceito e denominação do direito individual do trabalho 1.2 Divisão do direito do trabalho 1.3 Características 1.4 Natureza jurídica 1.5 Autonomia

Leia mais

Perspectivas do Direito Sindical no Brasil. João de Lima Teixeira Filho

Perspectivas do Direito Sindical no Brasil. João de Lima Teixeira Filho Porto Alegre, Maio de 2014 Modelos de Relações Coletivas de Trabalho: 4 elementos Estado Sindicato NC Meios de Solução dos Conflitos Modelos de Relações Coletivas de Trabalho: 4 elementos Estado Sindicato

Leia mais

INSTRUMENTOS DE TRATAMENTO DE CONFLITOS DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL

INSTRUMENTOS DE TRATAMENTO DE CONFLITOS DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 INSTRUMENTOS DE TRATAMENTO DE CONFLITOS DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL Marcela Tapajós e Silva Painel

Leia mais

GUIA DE ESTUDOS INSS NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO FÁBIO RAMOS BARBOSA

GUIA DE ESTUDOS INSS NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO FÁBIO RAMOS BARBOSA DIREITO ADMINISTRATIVO Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes e organização; natureza, fins e princípios. Direito Administrativo: conceito, fontes e princípios. Organização

Leia mais

Contribuição Sindical Patronal

Contribuição Sindical Patronal Contribuição Sindical Patronal Aspectos Legais O recolhimento da contribuição sindical é obrigatório conforme se verifica nos artigos 578, 579 e 580 da Consolidação das Leis do Trabalho: TÍTULO V - DA

Leia mais

ÍNDICE. Alguns estudos do autor... Prefácio...

ÍNDICE. Alguns estudos do autor... Prefácio... ÍNDICE Alguns estudos do autor................... Prefácio..................................... 5 11 Capítulo I - CONCEITO DE DIREITO TRIBUTÁRIO 1. Direito financeiro e direito tributário........ 23 2.

Leia mais

II - Fontes do Direito Tributário

II - Fontes do Direito Tributário II - Fontes do Direito Tributário 1 Fontes do Direito Tributário 1 Conceito 2 - Classificação 3 - Fontes formais 3.1 - principais 3.2 complementares 4 Doutrina e jurisprudência 2 1 - Conceito As fontes

Leia mais

OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO

OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO Art.º 202º da Constituição da República Portuguesa «1. Os tribunais são órgãos de soberania com competência para Administrar a justiça em nome do povo. (...)» A lei

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO 1 - RESPOSTAS. 1.1. Quais as funções dos Princípios? RESPOSTA: Os princípios apresentam uma tríplice função:

ESTUDO DIRIGIDO 1 - RESPOSTAS. 1.1. Quais as funções dos Princípios? RESPOSTA: Os princípios apresentam uma tríplice função: ESTUDO DIRIGIDO 1 - RESPOSTAS 1. Princípios do Direito do Trabalho 1.1. Quais as funções dos Princípios? RESPOSTA: Os princípios apresentam uma tríplice função: a) Função informativa/inspiradora: informam

Leia mais

Responsável (CPF): Nelson Monteiro da Rocha (549.133.147-34)

Responsável (CPF): Nelson Monteiro da Rocha (549.133.147-34) Tribunal de Contas da União Data DOU: 19/07/2004 Colegiado: Segunda Câmara Número da Ata: 25/2004 Texto do Documento: RELAÇÃO Nº 58/2004 - Segunda Câmara - TCU Gabinete do Ministro Benjamin Zymler Relação

Leia mais

SEMINÁRIO - O PODER JUDICIÁRIO E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ENUNCIADOS APROVADOS

SEMINÁRIO - O PODER JUDICIÁRIO E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ENUNCIADOS APROVADOS 1) Entende-se por fundamento referido no art. 10 do CPC/2015 o substrato fático que orienta o pedido, e não o enquadramento jurídico atribuído pelas partes. 2) Não ofende a regra do contraditório do art.

Leia mais

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Banca: SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO/RJ Edital SMA Nº 84/2010 (data da publicação: 27/09/2010) Carga horária (aulas presenciais): 126 horas

Leia mais

Questões fundamentadas Art. 6º ao 11 da CF

Questões fundamentadas Art. 6º ao 11 da CF 1 Para adquirir a apostila de 200 Questões Fundamentadas Dos Direitos Sociais Art. 6º a 11 da CF acesse o site: www.odiferencialconcursos.com.br ESSA APOSTILA SERÁ ATUALIZADA ATÉ A DATA DO ENVIO. S U M

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO COM PROPÓSITO ESPECÍFICO

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO COM PROPÓSITO ESPECÍFICO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO COM PROPÓSITO ESPECÍFICO Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a negociação coletiva e o Acordo Coletivo de Trabalho com Propósito Específico. Art. 2º Para os fins desta Lei considera-se:

Leia mais

1. Do conjunto normativo que disciplina a criação de sindicatos e a filiação dos servidores públicos

1. Do conjunto normativo que disciplina a criação de sindicatos e a filiação dos servidores públicos Nota Técnica nº 07/2008 SINASEFE. Dispositivo do Estatuto que permite a incorporação de outros sindicatos à entidade, na condição de seções sindicais. Análise da legalidade da disposição à luz da Constituição

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010.

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. Dispõe sobre a divulgação de dados processuais eletrônicos na rede mundial de computadores, expedição de certidões judiciais e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

AULA 01 Direitos e Deveres Fundamentais

AULA 01 Direitos e Deveres Fundamentais AULA 01 Direitos e Deveres Fundamentais Um projeto de vida começa com um sonho, grande ou pequeno, não importa! Na vida temos que ter a capacidade de sonhar, sonhar sempre, sonhar para viver! Meu nome

Leia mais

Buscas e apreensões em escritórios dos advogados à luz do novo CPP Roberto Raposo Janeiro 2011 -o nível do desenvolvimento civilizacional -ser avaliado pelo grau de equilíbrio -poder dever punitivo do

Leia mais

Direito Administrativo 4º semestre Professora Ilza Facundes. Introdução ao. Direito Administrativo

Direito Administrativo 4º semestre Professora Ilza Facundes. Introdução ao. Direito Administrativo 4º semestre Professora Ilza Facundes Introdução ao Direito Administrativo NOÇÕES GERAIS O estudo do Direito Administrativo, no Brasil, torna- se um pouco penoso pela falta de um código, uma legislação

Leia mais

1- CONTRATO DE TRABALHO

1- CONTRATO DE TRABALHO 1- CONTRATO DE TRABALHO 1.1 - ANOTAÇÕES NA CARTEIRA DE TRABALHO Quando o empregado é admitido - mesmo em contrato de experiência -, a empresa tem obrigatoriamente que fazer as anotações na carteira de

Leia mais

DO ESTADO CORPORATIVO E SUA ORGANIZAÇÃO

DO ESTADO CORPORATIVO E SUA ORGANIZAÇÃO CARTA DEL LAVORO (Aprovada no Grande Conselho Fascista, de 21 de abril de 1927) DO ESTADO CORPORATIVO E SUA ORGANIZAÇÃO I - A Nação italiana é um organismo com finalidades, vida, meios, de ação superior,

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 329, DE 14 DE AGOSTO DE 2002 (*)

GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 329, DE 14 DE AGOSTO DE 2002 (*) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 329, DE 14 DE AGOSTO DE 2002 (*) Estabelece procedimentos para a instalação e o funcionamento das Comissões de Conciliação Prévia e Núcleos Intersindicais de Conciliação

Leia mais

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL 1 PROCESSO PENAL PROCESSO PENAL PONTO 1: Princípios dos Juizados Especiais Criminais PONTO 2: Objetivos PONTO 3: Competência PONTO 4: Fase Policial PONTO 5: Fase Judicial PONTO 6: Recursos PONTO 7: Atos

Leia mais

Devidamente intimados, os réus compareceram à audiência e apresentaram respostas.

Devidamente intimados, os réus compareceram à audiência e apresentaram respostas. 20ª VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA DF Proc. No. 01920-51.2009.5.10.0020 SENTENÇA I- RELATÓRIO: Vistos etc. SINDICATO DOS DESPACHANTES ADUANEIROS DOS ESTADOS DOS PARANÁ E SANTA CATARINA impetrou ajuizou ação

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR003213/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 30/07/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR041150/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.009124/2014-70 DATA

Leia mais

QUESTÕES DE CONCURSOS FISCAL DE RENDAS ICMS/RJ - 2010

QUESTÕES DE CONCURSOS FISCAL DE RENDAS ICMS/RJ - 2010 QUESTÕES DE CONCURSOS FISCAL DE RENDAS ICMS/RJ - 2010 01 A respeito da validade dos atos administrativos, assinale a alternativa correta. a) A Administração Pública do Estado do Rio de Janeiro pode convalidar

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG.

CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG. Como amplamente noticiado nestes últimos dias, o Supremo Tribunal Federal, em decisão

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO. Deontologia Profissional. Programa

COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO. Deontologia Profissional. Programa COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO Deontologia Profissional Programa A - INTRODUÇÃO À DEONTOLOGIA 1. A Deontologia Profissional: Noção e análise da Deontologia Profissional como elemento comum a outras

Leia mais

O empregado caminhando na empresa, cai e se machuca vai pedir uma indenização na justiça do trabalho. (empregado x empregador);

O empregado caminhando na empresa, cai e se machuca vai pedir uma indenização na justiça do trabalho. (empregado x empregador); Turma e Ano: Flex B (2014) Matéria / Aula: Processo do Trabalho / Aula 04 Professor: Leandro Antunes Conteúdo: Procedimento Sumário, Procedimento Sumaríssimo. A competência para julgar acidente de trabalho:

Leia mais

Aprovada na Reunião do Conselho de Administração de 10.05.2012. Sumário

Aprovada na Reunião do Conselho de Administração de 10.05.2012. Sumário POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES Aprovada na Reunião do Conselho de Administração de 10.05.2012 Sumário I. Finalidade... 3 II. Abrangência... 3 III. Divulgação de Informação

Leia mais

Novas Súmulas do Superior Tribunal de Justiça - DIREITO PROCESSUAL CIVIL -

Novas Súmulas do Superior Tribunal de Justiça - DIREITO PROCESSUAL CIVIL - BOLETIM NR #28 Novas Súmulas do Superior Tribunal de Justiça - DIREITO PROCESSUAL CIVIL - O Superior Tribunal de Justiça editou quatro novas súmulas (nº 406 a 409), que trazem um teor bastante relevante

Leia mais

Questões Dissertativas (máximo 15 linhas)

Questões Dissertativas (máximo 15 linhas) Questões Dissertativas (máximo 15 linhas) 1) O que é tributo? Considerando a classificação doutrinária que, ao seguir estritamente as disposições do Código Tributário Nacional, divide os tributos em "impostos",

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

Contribuições sindicais

Contribuições sindicais Contribuições sindicais 1. Aspectos gerais A contribuição sindical é uma receita que tem como fundamento, precípuo, viabilizar a atividade da entidade sindical para fins de defesa dos interesses de determinada

Leia mais

ESCOLA DE FORMAÇÃO 2007 ESTUDO DIRIGIDO. Liberdade de profissão

ESCOLA DE FORMAÇÃO 2007 ESTUDO DIRIGIDO. Liberdade de profissão ESCOLA DE FORMAÇÃO 2007 ESTUDO DIRIGIDO Liberdade de profissão Preparado por Carolina Cutrupi Ferreira (Escola de Formação, 2007) MATERIAL DE LEITURA PRÉVIA: 1) Opinião Consultiva n. 5/85 da Corte Interamericana

Leia mais

EXTENSIVO PLENO Direito do Trabalho Prof. Renato Sabino Aula 6 2009/1

EXTENSIVO PLENO Direito do Trabalho Prof. Renato Sabino Aula 6 2009/1 MATERIAL DE AULA I) Ementa da aula JORNADA DE TRABALHO (continuação da última aula) 9. Ausência de controle - domésticos; - trabalho externo incompatível com controle + anotação em CTPS e registro do empregado;

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 5 Decreto nº 6.260, de 20 de novembro de 2007 DOU de 20.11.2007 Dispõe sobre a exclusão do lucro líquido, para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 5.423, DE 2009 Acrescenta dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, estabelecendo

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ.

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ. EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ. Assunto: Desconto da Contribuição Sindical previsto no artigo 8º da Constituição Federal, um dia de trabalho em março de 2015.

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 Dispõe sobre a relação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades

Leia mais

Assunto: A Contribuição Sindical dos Profissionais Liberais.

Assunto: A Contribuição Sindical dos Profissionais Liberais. Rio de Janeiro, 05 de janeiro de 2015. Assunto: A Contribuição Sindical dos Profissionais Liberais. Carta Aberta aos Departamentos de Recursos Humanos e Jurídicos das Empresas Privadas, Públicas ou de

Leia mais

Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6)

Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6) Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6) O Provedor de Justiça, no uso da competência prevista no artigo 281.º, n.º 2, alínea d), da Constituição da República Portuguesa,

Leia mais

Procedimentos Especiais No Processo do Trabalho. Por Luiz Cesar K. Ayub luiz@ayubeanzzulin.com.br

Procedimentos Especiais No Processo do Trabalho. Por Luiz Cesar K. Ayub luiz@ayubeanzzulin.com.br Procedimentos Especiais No Processo do Trabalho Por Luiz Cesar K. Ayub luiz@ayubeanzzulin.com.br Consignação em Pagamento: A ação de consignação, na Justiça do Trabalho, é substitutiva ao pagamento, para

Leia mais

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Legitimidade ativa (Pessoas relacionadas no art. 103 da

Leia mais

INSTITUTO FÓRUM NACIONAL DOS SECRETÁRIOS E DIRIGENTES ESTADUAIS DE TURISMO - INFORUM ESTATUTO SOCIAL SUMÁRIO

INSTITUTO FÓRUM NACIONAL DOS SECRETÁRIOS E DIRIGENTES ESTADUAIS DE TURISMO - INFORUM ESTATUTO SOCIAL SUMÁRIO 1 INSTITUTO FÓRUM NACIONAL DOS SECRETÁRIOS E DIRIGENTES ESTADUAIS DE TURISMO - INFORUM ESTATUTO SOCIAL SUMÁRIO CAPITULO I - DA DENOMINAÇÃO, DOS FINS, DA SEDE E DO PRAZO Art. 2º Para a consecução dos seus

Leia mais

SOBRE PROTEÇÃO E FACILIDADES A SEREM DISPENSADAS A REPRESENTANTES DE TRABALHADORES NA EMPRESA

SOBRE PROTEÇÃO E FACILIDADES A SEREM DISPENSADAS A REPRESENTANTES DE TRABALHADORES NA EMPRESA Convenção 135 SOBRE PROTEÇÃO E FACILIDADES A SEREM DISPENSADAS A REPRESENTANTES DE TRABALHADORES NA EMPRESA A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, Convocada em Genebra pelo Conselho

Leia mais

2.5.5 Contrato por prazo indeterminado 2.5.6 Contrato por prazo determinado 2.6 Contrato por prazo determinado da CLT 2.7 Terceirização 2.

2.5.5 Contrato por prazo indeterminado 2.5.6 Contrato por prazo determinado 2.6 Contrato por prazo determinado da CLT 2.7 Terceirização 2. SUMÁRIO 1. DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO INTRODUÇÃO 1.1 Fontes do Direito do Trabalho 1.1.1 Classificação 1.1.2 Hierarquia entre as fontes justrabalhistas 1.2 Princípios do direito do trabalho 1.2.1 Princípio

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993. (Mensagem de veto). Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências O

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 (Do Sr. Arthur Oliveira Maia) Altera a redação do art. 3º da Lei nº 8.650, de 20 de abril de 1993, para suprimir qualquer restrição ou preferência legal na contratação de treinador

Leia mais

Sumário LISTA DE ABREVIATURAS... 17 CAPÍTULO 1 DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO INTRODUÇÃO... 19

Sumário LISTA DE ABREVIATURAS... 17 CAPÍTULO 1 DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO INTRODUÇÃO... 19 Sumário LISTA DE ABREVIATURAS... 17 CAPÍTULO 1 DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO INTRODUÇÃO... 19 1.1 NATUREZA JURÍDICA DO DIREITO DO TRABALHO... 19 1.1.1 Teoria do Direito Público... 19 1.1.2 Teoria do Direito

Leia mais

FLÁVIO ALENCAR DIREITO CONSTITUCIONAL

FLÁVIO ALENCAR DIREITO CONSTITUCIONAL FLÁVIO ALENCAR DIREITO CONSTITUCIONAL 78 QUESTÕES DE PROVAS DA BANCA ORGANIZADORA DO CONCURSO SEFAZ/MS E DE OUTRAS INSTITUIÇÕES DE MS GABARITADAS. Seleção das Questões: Prof. Flávio Alencar Coordenação

Leia mais

FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA

FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA Conjunto de normas que definem os aspectos da

Leia mais

ARQUITETURA E URBANISMO 1º SEMESTRE

ARQUITETURA E URBANISMO 1º SEMESTRE ARQUITETURA E URBANISMO 1º SEMESTRE AULA 04 INTRODUÇÃO AO EXERCÍCIO PROFISSIONAL DOCENTE: ROSEMARI VIEIRA BRAGANÇA ARQUITETO E URBANISTA RESPONSABILIDADES E OBRIGAÇÕES ÉTICA RESPONSABILIDADE TÉCNICA RESPONSABILIDADE

Leia mais

URGENTE. Para: SINDICATO DOS FISCAIS E AGENTES FISCAIS DE TRIBUTOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS- SINDIFISCO/MG PARECER

URGENTE. Para: SINDICATO DOS FISCAIS E AGENTES FISCAIS DE TRIBUTOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS- SINDIFISCO/MG PARECER URGENTE De: Departamento Jurídico do SINDIFISCO/MG Belo Horizonte, 23 de abril de 2009. Para: SINDICATO DOS FISCAIS E AGENTES FISCAIS DE TRIBUTOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS- SINDIFISCO/MG PARECER Trata-se

Leia mais

Convenção de Nova Iorque - Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras

Convenção de Nova Iorque - Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras CONVENÇÃO DE NOVA YORK Convenção de Nova Iorque - Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras Decreto nº 4.311, de 23/07/2002 Promulga a Convenção sobre o Reconhecimento e a Execução

Leia mais

Decadência e Prescrição em Matéria Tributária

Decadência e Prescrição em Matéria Tributária CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO TRIBUTÁRIO Decadência e Prescrição em Matéria Tributária F A B I A N A D E L P A D R E T O M É G O I Â N I A, 1 1 / 0 4 / 2 0 1 5 CICLO DE POSITIVAÇÃO DO DIREITO CONSTITUIÇÃO

Leia mais

Destacando que a responsabilidade primordial e o dever de promover e proteger os direitos humanos, e as liberdades fundamentais incumbem ao Estado,

Destacando que a responsabilidade primordial e o dever de promover e proteger os direitos humanos, e as liberdades fundamentais incumbem ao Estado, Declaração sobre o Direito e o Dever dos Indivíduos, Grupos e Instituições de Promover e Proteger os Direitos Humanos e as Liberdades Fundamentais Universalmente Reconhecidos 1 A Assembléia Geral, Reafirmando

Leia mais

IMUNIDADES A IMPOSTOS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. ART. 150, VI.

IMUNIDADES A IMPOSTOS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. ART. 150, VI. ALEXANDRE PANTOJA ADVOGADO www.alexandrepantoja.adv.br http://www.linkedin.com/pub/alexandre-pantoja/52/617/abb Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União,

Leia mais

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP PLR: pressupostos para caracterização conforme jurisprudência do CARF e a tributação dos planos de stock option Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP A TRIBUTAÇÃO DOS PLANOS DE STOCK OPTION Hipótese

Leia mais

Poderes Administrativos. Professora: Paloma Braga

Poderes Administrativos. Professora: Paloma Braga Poderes Administrativos Professora: Paloma Braga Poderes Administrativos - Conceito São os meios ou instrumentos através dos quais a Administração Pública exerce a atividade administrativa na gestão dos

Leia mais

2.6.2. Entidades fundacionais as fundações públicas 2.6.2.1. Conceito

2.6.2. Entidades fundacionais as fundações públicas 2.6.2.1. Conceito Esses consórcios, a fim de poder assumir obrigações e exercer seus direitos perante terceiros, precisam de personalidade jurídica, assim, a citada lei dispôs que eles serão pessoas jurídicas de direito

Leia mais

V I S T O S, relatados e discutidos estes autos de

V I S T O S, relatados e discutidos estes autos de RECURSO ORDINÁRIO, provenientes da CURITIBA - PR, em que é Recorrente V I S T O S, relatados e discutidos estes autos de 13ª VARA DO TRABALHO DE SINEEPRES SINDICATO DOS EMPREGADOS EM EMPRESAS DE PRESTAÇÃO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PROFISSIONAIS LIBERAIS, REPRESENTANTES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS ABRAPRE ABRE BRASIL CNPJ

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PROFISSIONAIS LIBERAIS, REPRESENTANTES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS ABRAPRE ABRE BRASIL CNPJ REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PROFISSIONAIS LIBERAIS, REPRESENTANTES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS ABRAPRE ABRE BRASIL CNPJ nº 13.649.902/0001-03 DA ASSOCIAÇÃO Artigo 1º - A Associação Brasileira

Leia mais

ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL

ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL Turma e Ano: Direito Público I (2013) Matéria / Aula: Direito Constitucional / Aula 13 Professor: Marcelo L. Tavares Monitora: Carolina Meireles ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL Lei 9.882/99

Leia mais

SUMÁRIO NOTA DO AUTOR À TERCEIRA EDIÇÃO

SUMÁRIO NOTA DO AUTOR À TERCEIRA EDIÇÃO SUMÁRIO NOTA DO AUTOR À TERCEIRA EDIÇÃO... 15 PREFÁCIO... 17 INTRODUÇÃO... 19 Capítulo I FLEXIBILIZAÇÃO... 21 1.1. Definição... 21 1.2. Flexibilização da norma... 23 1.3. Flexibilizar a interpretação e

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES 2 I. Finalidade A presente Política de Divulgação de Informações e de Negociação de Ações tem como finalidade estabelecer as práticas de divulgação

Leia mais

1. Servidor vinculado ao Código de Conduta da Alta Administração Federal pode desempenhar outras atividades profissionais?

1. Servidor vinculado ao Código de Conduta da Alta Administração Federal pode desempenhar outras atividades profissionais? Atividades Paralelas 1. Servidor vinculado ao Código de Conduta da Alta Administração Federal pode desempenhar outras atividades profissionais? Sim. Nos limites da lei e desde que observadas as restrições

Leia mais

Entre as partes de um lado: e, de outro lado:

Entre as partes de um lado: e, de outro lado: CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO Entre as partes de um lado: SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DE SÃO PAULO, CNPJ nº 60.266.996/0001-03 e, de outro lado: SINDICATO DA INDÚSTRIA DA

Leia mais

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Na mesma semana em que os trabalhadores brasileiros tomaram as ruas e conseguiram suspender a votação do Projeto de Lei

Leia mais

SUMÁRIO NOTA DOS COORDENADORES DA COLEÇÃO...15

SUMÁRIO NOTA DOS COORDENADORES DA COLEÇÃO...15 SUMÁRIO NOTA DOS COORDENADORES DA COLEÇÃO...15 DIREITO ADMINISTRATIVO...17 Fernando Ferreira Baltar Neto e Ronny Charles Lopes de Torres 1. Direito Administrativo e o Regime Jurídico-Administrativo...17

Leia mais

R-47/06 (A4) Dos elementos disponíveis, destacam-se os seguintes aspectos:

R-47/06 (A4) Dos elementos disponíveis, destacam-se os seguintes aspectos: R-47/06 (A4) Assunto: Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública. Regimes especiais de aposentação. Exercício do direito à negociação colectiva e do direito de participação dos trabalhadores da

Leia mais

Curso. Engenharia. Código GH2

Curso. Engenharia. Código GH2 Departamento Curso Formação Geral Engenharia Disciplina Código Engenharia Legal GH2 Docentes Alexandre Belmonte Siphone (Prof. Responsável) Leonardo Henriques da Silva Matéria Ciências Humanas Carga Horária

Leia mais

www.concursovirual.com.br

www.concursovirual.com.br DIREITO ADMINISTRATIVO TEMA: CONHECIMENTOS GERAIS CORREIOS/2015 CONHECIMENTOS GERAIS ESTADO UNITÁRIO - PODER CENTRAL (França) ESTADO COMPOSTO ESTADO UNITÁRIO (Formação histórica) ESTADO REGIONAL MENOS

Leia mais

SOBRE A PROTEÇÃO DO DIREITO DE SINDICALIZAÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA DEFINIR AS CONDIÇÕES DE EMPREGO NO SERVIÇO PÚBLICO*

SOBRE A PROTEÇÃO DO DIREITO DE SINDICALIZAÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA DEFINIR AS CONDIÇÕES DE EMPREGO NO SERVIÇO PÚBLICO* Convenção 151 SOBRE A PROTEÇÃO DO DIREITO DE SINDICALIZAÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA DEFINIR AS CONDIÇÕES DE EMPREGO NO SERVIÇO PÚBLICO* A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, Convocada

Leia mais

Direito Tributário. Aula 05. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Direito Tributário. Aula 05. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Direito Tributário Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS (Extraído do Decreto Nº 1.171, de 22/06/1994 - Código de Conduta da Alta Administração Federal)

PERGUNTAS E RESPOSTAS (Extraído do Decreto Nº 1.171, de 22/06/1994 - Código de Conduta da Alta Administração Federal) PERGUNTAS E RESPOSTAS (Extraído do Decreto Nº 1.171, de 22/06/1994 - Código de Conduta da Alta Administração Federal) ATIVIDADES PARALELAS 1. Servidor vinculado ao Código de Conduta da Alta Administração

Leia mais

DIREITOS FUNDAMENTAIS. Exame - 16.06.2015. Turma: Dia. Responda, sucintamente, às seguintes questões:

DIREITOS FUNDAMENTAIS. Exame - 16.06.2015. Turma: Dia. Responda, sucintamente, às seguintes questões: DIREITOS FUNDAMENTAIS Exame - 16.06.2015 Turma: Dia I Responda, sucintamente, às seguintes questões: 1. Explicite o sentido, mas também as consequências práticas, em termos de densidade do controlo judicial,

Leia mais

Constituição da República Disposições relevantes em matéria de Comunicação Social

Constituição da República Disposições relevantes em matéria de Comunicação Social Constituição da República Disposições relevantes em matéria de Comunicação Social Artigo 25 o (Direito à integridade pessoal) 1. A integridade moral e física das pessoas é inviolável. 2. Ninguém pode ser

Leia mais

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175 CONSTITUIÇÃO FEDERAL 88 DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.127 a art.130- A Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais. ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos)

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais. ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos) CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos) 1. O povo exerce o poder político através do sufrágio universal,

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 281, de 20 de janeiro de 2005. (DOE de 20.1.2005)

LEI COMPLEMENTAR Nº 281, de 20 de janeiro de 2005. (DOE de 20.1.2005) LEI COMPLEMENTAR Nº 281, de 20 de janeiro de 2005. (DOE de 20.1.2005) Regulamenta o art. 170, os arts. 46 a 49 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição Estadual e estabelece

Leia mais

Autarquia. Administração Indireta. Figura sujeita a polemicas doutrinárias e de jurisprudência. Ausente na estrutura do Executivo Federal

Autarquia. Administração Indireta. Figura sujeita a polemicas doutrinárias e de jurisprudência. Ausente na estrutura do Executivo Federal Administração Direta Fundação Publica Direito Público Consórcio Público Direito Público Fundação Publica Direito Privado Empresa Pública Consórcio Público Direito Privado Sociedade Economia Mista Subsidiária

Leia mais

www. Lifeworld.com.br

www. Lifeworld.com.br 1 Artigos da Constituição Mundial A Constituição Mundial é composta de 61º Artigos, sendo do 1º ao 30º Artigo dos Direitos Humanos de 1948, e do 31º ao 61º Artigos estabelecidos em 2015. Dos 30 Artigos

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI

ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI Reconhecida pela SEC/SC - Portarias 0390/86 e 0424/92 ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E PROFESSORES DA ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI-ETEVI-FURB-BLUMENAU-SC CAPÍTULO I

Leia mais

Resumo Aula-tema 02: Fontes, princípios, renúncia e transação do Direito do Trabalho.

Resumo Aula-tema 02: Fontes, princípios, renúncia e transação do Direito do Trabalho. Resumo Aula-tema 02: Fontes, princípios, renúncia e transação do Direito do Trabalho. O propósito dessa aula é reconhecer quais os lugares de onde se originam os direitos trabalhistas, onde procurá-los

Leia mais

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1.

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1. Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA Índice 1. Anotações de Aula 1. ANOTAÇÕES DE AULA DIREITO TRIBUTARIO NO CTN Art. 155-A CTN.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília).

RESOLUÇÃO Nº. INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). Relator: Ministro Ari Pargendler. Dispõe sobre pesquisas eleitorais. O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, usando das atribuições que

Leia mais

CONTROLE CONCENTRADO

CONTROLE CONCENTRADO Turma e Ano: Direito Público I (2013) Matéria / Aula: Direito Constitucional / Aula 11 Professor: Marcelo L. Tavares Monitora: Carolina Meireles CONTROLE CONCENTRADO Ação Direta de Inconstitucionalidade

Leia mais

DADOS DAS DISCIPLINAS CÓDIGO NOME CH GLOBAL PERÍODO HORÁRIO. 80h 6º

DADOS DAS DISCIPLINAS CÓDIGO NOME CH GLOBAL PERÍODO HORÁRIO. 80h 6º DADOS DAS DISCIPLINAS CÓDIGO NOME CH GLOBAL PERÍODO HORÁRIO 0258 Direito do Trabalho II PROFESSOR(A) Profa.Esp. Denise de Fátima G.F.S. Farias 80h 6º Terça-feira 20h50min às 22h30min Sexta-feira 20h50min

Leia mais

REGIMENTO INTERNO Art. 1

REGIMENTO INTERNO Art. 1 REGIMENTO INTERNO Art. 1 - A Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis, doravante denominada simplesmente CBMAE ACIR, instituída no

Leia mais