1. Razões Técnicas da Medida Sugerida

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1 VOTO ASSUNTO: AUDIÊNCIA PÚBLICA DE NOVA NORMA PARA A CONTRATAÇÃO DE SEGURO EM MOEDA ESTRANGEIRA E CONTRAÇÃO DE SEGURO NO EXTERIOR PROCESSO N.º / DIRETOR ALEXANDRE PENNER Senhores Diretores: Este documento objetiva a apresentação de nosso voto relativamente ao assunto em epígrafe, acompanhado da respectiva justificativa. 1. Razões Técnicas da Medida Sugerida Necessidade de regulamentar a minuta de Resolução, proposta às fls. 109/111 do Processo SUSEP nº / (cópia às fls. 25/27), que visa substituir a Resolução CNSP nº 165/ Harmonia com as Normas já Existentes e Aspectos Técnicos Trata-se da minuta de Circular visando regulamentar os procedimentos sobre a emissão de apólice em moeda estrangeira e a contratação de seguros no exterior, elaborada a partir da publicação da Lei Complementar nº 126/2007. A minuta foi elaborada conciliando disposições da atual Resolução CNSP nº 165/2007, da minuta de Resolução proposta para a sua substituição, da Lei nº 9.432/97, a experiência prática do DETEC e as sugestões apresentadas pela FENASEG (expediente às fls. 05/16). Cabe destaque para as seguintes disposições: - Foram regulamentados os ramos, sub-ramos e modalidades para os quais a contratação em moeda estrangeira é permitida. A lista de ramos foi ampliada em comparação à contida no art. 2º da Resolução CNSP nº 165/ A contratação de seguros em moeda estrangeira que cubram outros riscos, além de bens importados, foi limitada aos casos em que o valor dos bens importados represente, no mínimo, 50% (cinqüenta por cento) do valor em risco declarado ou da importância segurada contratada, o que for maior. Este dispositivo tem como objetivo impedir que se faça, por exemplo, um seguro de riscos operacionais com diversas coberturas em moeda estrangeira utilizando a justificativa de haver máquinas importadas no pátio industrial quando estes equipamentos não tiverem representatividade na apólice. - Foi prevista a possibilidade da emissão de apólice em moeda estrangeira. em ramos, sub-ramos ou modalidades diferentes daqueles expressamente previstos na minuta de Circular, desde que a respectiva contratação se justifique em função do objeto segurado ou objetivo do seguro. Neste sentido, já foram definidas algumas justificativas (sem prejuízo de outras) que não são suficientes para a contratação de seguro em moeda estrangeira. 1

2 - O processo de consulta para os casos de contratação de seguros no exterior relativos a riscos para os quais não foi obtida cobertura no País foi regulamentado com o detalhamento da documentação que deve ser encaminhada à SUSEP, caso solicitada. - Foi regulamentado o 2º do art. 5º da minuta de Resolução CNSP que consta às fls. 109/111 do Processo / (cópia às fls. 25/27), com a faculdade de substituição das consultas efetuadas a, no mínimo, dez seguradoras brasileiras que operem no ramo de seguro em que se enquadre o risco por carta de negativa expedida por entidade representativa de classe que atenda os critérios estabelecidos. - Foi regulamentado o inciso III do art. 5º da minuta de Resolução CNSP que consta às fls. 109/111 do Processo / (cópia às fls. 25/27). - O processo de consulta para os casos de contratação de seguros no exterior de que trata o inciso V da minuta de Resolução CNSP que consta às fls. 109/111 do Processo / (cópia às fls. 25/27), especificamente para os casos em que o mercado interno não ofereça preços compatíveis com o mercado internacional foi regulamentado, com detalhamento da documentação que deve ser encaminhada à SUSEP, caso solicitada. - Foram regulamentados o art. 6º da minuta de Resolução CNSP que consta às fls. fls. 109/111 do Processo / (cópia às fls. 25/27) e o parágrafo único do art. 19 da Lei Complementar nº 126/ Com base em uma consulta encaminhada ao DETEC (expediente nº /2008), questionando se uma empresa brasileira, controlada por uma empresa localizada em outro país, pode se beneficiar do seguro de sua controladora ou a empresa brasileira deve contratar o seguro junto a uma seguradora brasileira, foi incluído o artigo 13 (sendo renumerados os demais). - Foi estabelecido que a sociedade seguradora está sujeita às penalidades previstas em regulamentação específica no caso de emissão de apólice em moeda estrangeira que não esteja de acordo com as disposições da minuta de Circular proposta e que o segurado e/ou seu corretor estão sujeitos às penalidades previstas em regulamentação específica no caso de contratação de seguro no exterior que não esteja de acordo com as disposições minuta de Circular proposta. - Foi explicitada a permissão para que seguradoras brasileiras aceitem riscos do exterior nos ramos em estejam autorizadas a operar no Brasil. 3. Parecer da Procuradoria Geral A minuta de Circular foi submetida à Procuradoria Geral, que, por meio do PARECER PROCURADORIA FEDERAL SUSEP/COORDENADORIA DE ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS/ N.º /2008 (fls. 28/32), não vislumbrou qualquer vício de iniciativa ou quanto ao veículo adotado, nem tampouco graves vícios de forma no projeto apresentado. 2

3 As questões suscitadas pela PRGER foram devidamente ponderadas no Parecer SUSEP/DETEC/GAB/nº 1306/2008 (fls. 33/34) e na nova minuta de Circular, contendo a elucidação da sigla REB (Registro Especial Brasileiro) no art. 2º, VIII, h e IX, b. 4. Voto Feitas tais considerações, submetemos o assunto à apreciação de V.S.as, com nosso voto favorável ao envio da minuta para Audiência Pública. Rio de Janeiro, de de 2008 ALEXANDRE PENNER Diretor 3

4 MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N o, de de de Dispõe sobre procedimentos operacionais para a contratação de seguro em moeda estrangeira, a contratação de seguro no exterior e dá outras providências. O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, na forma do disposto no art. 36, alíneas "b" e "h" do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, na Lei Complementar n 126, de 15 de janeiro de 2007, no art. 11 da Resolução CNSP nº..., e tendo em vista o que consta no Processo SUSEP n / , R E S O L V E: Art. 1º Dispor sobre os procedimentos operacionais a serem observados para a contratação de seguro em moeda estrangeira, a contratação de seguro no exterior e dar outras providências. TÍTULO I DA CONTRATAÇÃO DE SEGURO EM MOEDA ESTRANGEIRA Capítulo I DOS RAMOS, SUB-RAMOS E MODALIDADES PREVISTOS Art. 2º A contratação de seguro em moeda estrangeira no País poderá ser efetuada quando o risco pertencer a um dos seguintes ramos, sub-ramos, ou modalidades: I crédito à exportação; II aeronáutico; III - riscos nucleares; IV - satélites;

5 V - transporte internacional; VI - cascos marítimos, quando se tratar de embarcações de longo curso, de apoio às plataformas ou embarcações pertencentes a empresas brasileiras de navegação e registradas no Registro Especial Brasileiro -REB; VII - riscos de petróleo; VIII - responsabilidade civil: a) responsabilidade de atos praticados por Conselheiros, Diretores e/ou Administradores - (D & O) quando o segurado possua certificados de depósito de ações ou títulos de dívida emitidos no exterior; b) carta verde ; c) responsabilidade civil do transportador de viagens internacionais - RCTR-VI; d) geral de produtos no exterior; e) geral de recall para produtos no exterior; f) de hangar; g) geral de aeronaves em viagens internacionais; h) geral de embarcações de longo curso, de apoio às plataformas ou pertencentes a empresas brasileiras de navegação e registradas no Registro Especial Brasileiro - REB; IX outros ramos, sub-ramos ou modalidades que se refiram a: a) equipamentos arrendados ou cedidos a terceiros, quando o arrendador ou cedente for segurado pessoa jurídica constituída no exterior; b) máquinas e equipamentos de embarcações de longo curso, de apoio às plataformas ou pertencentes a empresas brasileiras de navegação e registradas no Registro Especial Brasileiro - REB; c) construção, reforma ou reposição de navios, aeronaves, bem como de seus componentes, cuja execução ocorra no País por conta e ordem de pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior, ou por empresa nacional, desde que amparada majoritariamente por contrato de financiamento externo; X - seguro compreensivo do operador portuário; XI - seguro de riscos de engenharia, relativos a Obras Civis em Construção e Instalações Industriais, cuja execução ocorra no País por conta e ordem de pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior, ou por empresa nacional, desde que amparada majoritariamente por contrato de financiamento externo; XII - seguros da usina hidroelétrica Itaipu Binacional, quando incluídos no Convênio de distribuição igualitária entre Brasil e Paraguai; XIII seguro garantia quando o tomador ou o segurado forem domiciliados no exterior; e XIV seguro de bens cuja reposição ou reparação dependa de importação.

6 Parágrafo único Na hipótese de contratação de seguros que cubram simultaneamente outros riscos, além de bens importados, a emissão em moeda estrangeira fica permitida apenas nos casos em que o valor dos bens importados represente, no mínimo, 50% (cinqüenta por cento) do valor em risco declarado ou da importância segurada contratada, o que for maior. Art. 3º A emissão de apólice em moeda estrangeira nos ramos, sub-ramos ou modalidades de seguros previstos na regulamentação em vigor sujeita-se às seguintes disposições: I - A contabilização da apólice em determinado ramo não é prova de regularidade. II A SUSEP poderá, a qualquer tempo, exigir documento comprobatório de que a apólice pertence ao ramo. III - Equipamentos, veículos de apoio/suporte a qualquer dos ramos previstos na regulamentação vigente não estão automaticamente classificados como pertencentes ao ramo, devendo portanto, se for o caso, serem objeto de consulta específica. Art. 4 Verificado o enquadramento equivocado e a conseqüente contabilização incorreta/indevida nos ramos a que se refere o artigo anterior, a sociedade seguradora deverá, no prazo determinado pela SUSEP, efetuar as correções devidas e emitir o respectivo endosso em moeda nacional sem qualquer custo adicional para o segurado, sem prejuízo das sanções administrativas decorrentes. Capítulo II DOS RAMOS, SUB-RAMOS E MODALIDADES NÃO PREVISTOS Art. 5 A emissão de apólice em moeda estrangeira em ramos, sub-ramos ou modalidades diferentes daqueles previstos no art. 2º desta Circular poderá ser efetuada desde que a respectiva contratação se justifique em função do objeto segurado ou objetivo do seguro. Parágrafo único A sociedade seguradora deverá manter arquivada a documentação que justifique a contratação na forma do caput deste artigo. Art. 6 Para efeito do disposto no artigo anterior, fica definido que não é justificativa suficiente para emissão de apólice em moeda estrangeira, sem prejuízo de outras situações: I âmbito geográfico da cobertura não delimitado ao território nacional; II - beneficiário ser pessoa física ou jurídica domiciliada no exterior; III tratar-se, no caso do segurado ser uma empresa multinacional, de exigência da matriz sediada no exterior; IV colocação de resseguro no exterior; V bens ajustados ou negociados pela cotação de moeda estrangeira, e

7 VI evitar desvalorização de bens. TÍTULO II DA CONTRATAÇÃO DE SEGURO NO EXTERIOR Art. 7º A contratação de seguro no exterior fica restrita aos casos previstos na Resolução CNSP n.../2008. Art. 8º A SUSEP poderá solicitar, a qualquer momento, ao segurado e/ou ao respectivo corretor os documentos que comprovem a conformidade com a regulamentação vigente para a contratação de seguros no exterior. 1º A não apresentação da documentação descrita no artigo anterior sujeita o segurado e/ou o corretor às penalidades cabíveis, nos termos da legislação e regulamentação em vigor. 2º A aplicação de penalidades poderá ocorrer mesmo para os casos onde já tenha ocorrido o término da vigência do contrato. Art. 9º. Para as contratações relativas a riscos para os quais não foi obtida cobertura no País, a SUSEP poderá exigir, a qualquer momento, que o segurado e/ou o corretor apresente os seguintes documentos: I - Cópia das consultas efetuadas a, no mínimo, 10 (dez) sociedades seguradoras brasileiras que operem no ramo de seguro em que se enquadre o risco, sendo que as consultas deverão ser iguais para todas as seguradoras; II - Cópia dos documentos emitidos pelas seguradoras brasileiras com a respectiva negativa ou ressalvas para a cobertura do seguro, com a justificativa apresentada para o posicionamento; 1º Na hipótese de não existirem pelo menos 10 (dez) seguradoras brasileiras que operem no ramo de seguro em que se enquadre o risco, para atender ao disposto no inciso I deste artigo, deverão ser consultadas todas as seguradoras que operem naquele ramo. 2º Para efeito de atendimento ao disposto no inciso II deste artigo, não serão consideradas as negativas de cobertura motivadas por ausência de informações prestadas pelo proponente. 3º Para o reconhecimento por parte da SUSEP da carta de negativa emitida por entidade representativa de classe, nos termos do 2º do art. 5º da Resolução CNSP nº.../2008, deverão ser atendidos os seguintes critérios: a) Deverá ser realizada consulta pela entidade representativa de classe a todas as sociedades seguradoras brasileiras;

8 b) A consulta a que se refere a alínea anterior deve conter os termos, condições e informações necessárias para a análise do risco, garantindo tratamento equânime a todas as sociedades consultadas; e c) A emissão da carta de negativa pela entidade representativa de classe só poderá ocorrer se nenhuma sociedade seguradora tiver se pronunciado quanto ao interesse de assumir o risco ou se houver apenas pronunciamentos com negativas e/ou ressalvas por parte das sociedades seguradoras brasileiras. 4º O não pronunciamento da entidade representativa de classe de que trata o parágrafo anterior no prazo de 15 (quinze) dias contados da solicitação de cotação do segurado será considerado como negativa de aceitação do risco por parte das sociedades seguradoras brasileiras. Art. 10. Caso seja solicitado pela SUSEP, o segurado e/ou o corretor deverá apresentar a comprovação de que o seguro contratado no exterior foi objeto de acordo internacional referendado pelo Congresso Nacional. Art. 11. Para efeito do disposto no 2º do art. 11 da Lei n 9.432, de 9 de janeiro de 1997 (cobertura de seguro de cascos, máquinas e responsabilidade civil para embarcações registradas no Registro Especial Brasileiro - REB) e no inciso V do art. 5º da Resolução CNSP nº.../08, especificamente para os casos em que o mercado interno não ofereça preços compatíveis com o mercado internacional, a SUSEP poderá exigir, a qualquer momento, que o segurado e/ou o corretor apresente os seguintes documentos: I - Cópia das consultas efetuadas a, no mínimo, 5 (cinco) sociedades seguradoras brasileiras que operem no ramo, sendo que as consultas deverão ser iguais para todas as seguradoras; II - Cópia dos documentos emitidos pelas seguradoras brasileiras com a respectiva cotação para a cobertura do seguro; III - Cópia da consulta efetuada à seguradora no exterior e da cotação obtida, com tradução juramentada no idioma nacional, nos mesmos termos daquela efetuada junto às seguradoras nacionais; IV Cópia das consultas de reavaliação por parte das sociedades seguradoras brasileiras, e das respectivas negativas formais. Parágrafo único Os termos e condições da cotação de que trata o inciso III deverão ser obrigatoriamente reapresentados às sociedades seguradoras brasileiras para reavaliação. Art. 12. A contratação de seguro no exterior para cobertura de riscos no exterior, facultada às pessoas jurídicas, deverá ser informada à SUSEP em até 60 (sessenta) dias contados do início de vigência do risco, nos termos da correspondência cujo modelo consta do Anexo à presente Circular. Art. 13. Pessoas jurídicas deverão contratar junto a sociedades seguradoras brasileiras os seguros para cobertura dos riscos situados em território nacional, não sendo permitida a inclusão destes riscos em apólices contratadas no exterior por empresas do grupo.

9 Art. 14. A corretora domiciliada no Brasil que intermedie a contratação de seguro no exterior responderá solidariamente pelo atendimento ao disposto na legislação em vigor. TÍTULO III DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 15. A renovação de apólice de seguro em moeda estrangeira anteriormente autorizada pelo IRB-Brasil Re, que não se enquadre no artigo 2º desta Circular, sujeita-se aos termos previstos nos artigos 5º e 6º desta Circular. Art. 16. A sociedade seguradora estará sujeita às penalidades previstas em regulamentação específica no caso de emissão de apólice em moeda estrangeira que não esteja de acordo com as disposições desta Circular. Art. 17. O segurado e/ou seu corretor estarão sujeitos às penalidades previstas em regulamentação específica no caso de contratação de seguro no exterior que não esteja de acordo com as disposições desta Circular. Art. 18. A aplicação de penalidades poderá ocorrer mesmo para os casos onde já tenha ocorrido o término da vigência do contrato. Art. 19. Para os seguros contratados no exterior, nos casos previstos na legislação e regulamentação em vigor, não será competência da SUSEP intervir em eventuais litígios. Art. 20. A documentação referente à contratação inicial ou renovação de seguro em moeda estrangeira, mesmo se anteriormente autorizada pelo IRB-Brasil Re, deverá ser mantida à disposição da SUSEP pela seguradora, pelo prazo de 5 anos após o término da vigência, sem prejuízo de prazos diferentes exigidos por outros órgãos de controle. Art. 21. A documentação referente à contratação inicial ou renovação de seguro no exterior, mesmo se anteriormente autorizada pelo IRB-Brasil Re, deverá ser mantida à disposição da SUSEP pelo segurado e pelo corretor, pelo prazo de 5 anos após o término da vigência, sem prejuízo de prazos diferentes exigidos por outros órgãos de controle. Art. 22. A renovação de seguros contratados no exterior, anteriormente à publicação da Lei Complementar n 126/07, somente será regular se for verificado que o seguro se enquadra em alguma das hipóteses previstas na legislação e regulamentação em vigor. Art. 23. Respeitadas a legislação e a regulamentação em vigor, a aceitação direta de riscos do exterior nos ramos em que a seguradora é autorizada a operar no Brasil não estará sujeita à prévia autorização da SUSEP.

10 Art. 24. Para os casos descritos nesta Circular, deverá ser observada a regulamentação do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil, sem prejuízo de outras, se aplicável. Art. 25. Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação. Rio de Janeiro, de de ARMANDO VERGÍLIO DOS SANTOS JÚNIOR Superintendente

11 Continuação da Circular SUSEP Nº /2008. CIRCULAR SUSEP Nº, DE DE DE 2008 ANEXO À SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS Referência: CONTRATAÇÃO DE SEGURO NO EXTERIOR INTERESSADO: <nome do interessado/proponente do seguro> CNPJ/CPF: <informação adicional do interessado/ segurado> RAMO: < indicar o ramo de seguro com a respectiva codificação> SEGURO: <especificar a designação do seguro> DESCRIÇÃO SUCINTA DO RISCO COBERTO/ OBJETO SEGURADO: (máximo de três linhas) COBERTURAS A SEREM CONTRATADAS: <indicar as coberturas> IMPORTÂNCIA SEGURADA: < indicar IS> VALOR TOTAL DO PRÊMIO (LÍQUIDO DE IOF): < especificar também a periodicidade de seu pagamento> FRANQUIA: <indicar franquia, se houver> VIGÊNCIA DA APÓLICE: <indicar vigência da apólice> SEGURADORA A SER CONTRATADA: <nome da sociedade seguradora no exterior> PAÍS: <país da seguradora a ser contratada> PRAZO DA COTAÇÃO: <dia>/<mês>/<ano, indicar o prazo para validade da cotação> <Localidade de origem da correspondência>, XX de XXXXXX de 2.0XX. Atenciosamente, <nome do interessado> <Para contato: endereço completo telefone fax e >

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