1. Razões Técnicas da Medida Sugerida

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1 VOTO ASSUNTO: Criação de norma que dispõe sobre regras e critérios para operação das coberturas oferecidas em planos de seguro de Riscos de Engenharia. PROCESSO N.º / DIRETOR ALEXANDRE PENNER Senhores Diretores, Trata-se de apresentação de voto relativamente ao assunto em epígrafe e respectiva justificativa, em relação a normativo proposto pelo Departamento Técnico Atuarial DETEC. 1. Razões Técnicas da Medida Sugerida Observou-se que as Circulares que normatizam, atualmente, o seguro de Riscos de Engenharia, a saber, Circular SUSEP nº. 16, de 14 de abril de 1983, e suas alterações (Circular SUSEP nº. 43, de 14 de novembro de 1983, e Circular SUSEP nº. 25, de 7 de novembro de 1986) encontram-se bastante defasadas, em relação aos atuais normativos gerais que regulamentam os demais planos de seguros (Circulares SUSEP n os 239/03, 251/04, 255/04, 256/04, além do próprio Código Civil). É sabido que a Circular SUSEP nº. 265/04, em seu artigo 9º, atribuiu às sociedades seguradoras que comercializem condições contratuais idênticas às constantes de normas aprovadas pela SUSEP ou pelo CNSP (planos padronizados) a responsabilidade de adaptar seus produtos aos normativos em vigor, o que atenua o problema de se conviver com uma norma defasada. Por outro lado, é incontestável que a existência de norma que está prestes a completar 25 anos e que possui dispositivos que contrariam outras normas mais modernas que regem os contratos de seguro gera uma imagem negativa da Autarquia para a Sociedade, podendo ainda trazer sérios prejuízos ao mercado como um todo. 1

2 Nesse sentido, fazia-se necessário atualizar o normativo em questão, em similaridade com diversos outros ramos que vêm sofrendo o mesmo processo. Assim, a minuta de Circular em análise foi elaborada com esse objetivo, definindo regras aplicáveis a qualquer plano de seguro de Riscos de Engenharia, seja ele não-padronizado, padronizado ou mesmo singular. É fundamental destacar que a presente minuta se alinha com a proposta de definir as principais coberturas básicas comercializadas para determinado ramo, estabelecendo também regras gerais aplicáveis a qualquer tipo de apólice, alcançando-se, ainda que de forma indireta, uma definição própria para o ramo de Riscos de Engenharia. Não se pretende, a partir das referidas definições de coberturas, engessar a criação de novos produtos, nem padronizar os produtos oferecidos pelo mercado. Busca-se, na verdade, criar uma espécie de glossário de coberturas básicas, evitando-se que nomes de coberturas muito semelhantes sejam utilizados para cobrir eventos muito distintos. Deste modo, entende-se se estaria proporcionando maior proteção ao consumidor. Também é necessário destacar que a minuta não reproduz a padronização de clausulado que havia na Circular SUSEP nº. 16/83. Na atual perspectiva do mercado de seguros, não cabe mais à SUSEP estabelecer clausulado padronizado para seguros que são facultativos. Entretanto, a minuta proposta abre a perspectiva de haver plano padronizado para o ramo de Riscos de Engenharia. Isto, certamente, dependerá de interesse do mercado operador em possuir tal clausulado padronizado, o que fugiria, no momento, aos objetivos da presente minuta. Certo também que a própria minuta apresentada contribuirá no sentido de orientar a elaboração de eventual plano padronizado. Destaque-se, finalmente, que se tornou impraticável a elaboração de quadro comparativo entre os normativos, uma vez que a nova minuta estabelece regras básicas aplicáveis a qualquer plano de seguro de Riscos de Engenharia, em contraposição às normas que se pretende revogar, que estabelecem condições padronizadas (e obrigatórias, à época de sua elaboração) par este seguro. 2

3 2. Parecer da Procuradoria Geral A Procuradoria Geral, por meio do Parecer/PRGER/Assuntos Administrativos n.º / /2008, verificou que foram observados os requisitos do processo legal, nada tendo a opor à aprovação dessa norma. 2. Voto Feitas essas considerações, submeto o assunto à apreciação de V.S.as., com meu voto favorável ao envio da minuta para audiência pública, pelo prazo de 60 (sessenta) dias. Rio de Janeiro, 22 de Setembro de ALEXANDRE PENNER Diretor 3

4 MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N o, de de de Dispõe sobre regras e critérios para operação das coberturas oferecidas em plano de seguro de Riscos de Engenharia, e dá outras providências. O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS SUSEP, no uso das atribuições que lhe confere o art. 36, alínea "b", do Decreto-Lei Nº 73, de 21 de novembro de 1966, e considerando o que consta do Processo SUSEP nº / , R E S O L V E : Art. 1º Estabelecer regras e critérios para operação das coberturas oferecidas em quaisquer planos de seguro de Riscos de Engenharia. Parágrafo único. Entende-se por seguro de Riscos de Engenharia aquele em que o segurado contrata, obrigatoriamente, uma das coberturas básicas previstas nos capítulos I a III do Anexo desta Circular. Art. 2º Além das disposições desta Circular, as condições contratuais e demais operações que envolvam planos de seguro de Riscos de Engenharia deverão observar a legislação e a regulamentação em vigor, quando não colidirem com a presente norma. Art. 3º A sociedade seguradora deverá, nas condições contratuais e na nota técnica atuarial, definir, para cada cobertura oferecida no plano, a forma de contratação, a possibilidade ou não de reintegração do Limite Máximo de Indenização da Cobertura e a forma que será cancelada a apólice ou a cobertura, em razão do pagamento de indenização. Art. 4º. É facultada às sociedades seguradoras a estruturação de planos de seguros com coberturas distintas das previstas nesta Circular, desde que os riscos cobertos estejam diretamente relacionados com o ramo de Riscos de Engenharia e não sejam típicos de outros ramos. 1º A SUSEP poderá, a qualquer tempo, determinar a imediata exclusão de determinada cobertura do plano, se esta não for compatível com o ramo de Riscos de Engenharia.

5 2º É vedada a inclusão no plano de seguro de Riscos de Engenharia, de coberturas relativas aos seguros de pessoas ou de Responsabilidade Civil, distintas das previstas no Anexo desta Circular Art. 5º As condições contratuais deverão prever que as despesas necessárias à remoção do entulho, incluindo carregamento, transporte e descarregamento em local adequado, estarão sempre incluídas no limite de indenização da apólice, não podendo tais prejuízos serem limitados por outros parâmetros. Parágrafo único. As condições contratuais deverão definir que entulho é o conjunto de materiais que perderam sua utilidade imediata em função de sinistro coberto pela apólice. Art. 6º Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2009, ficando revogadas as Circulares SUSEP nº 45, de 22 de outubro de 1974, nº 16, de 14 de abril de 1983, nº 43, de 14 de novembro de 1983 e nº 25, de 07 de novembro de º As Sociedades Seguradoras deverão solicitar, até 1º de janeiro de 2009, o arquivamento dos processos referentes a planos de seguro protocolizados anteriormente à data de início vigência desta Circular, sejam padronizados, não padronizados ou singulares. 2 o A ausência de manifestação formal das sociedades seguradoras quanto ao arquivamento dos processos descritos no parágrafo anterior implicará a automática suspensão de comercialização e encerramento do respectivos planos, sem prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis. 3º Fica vedada qualquer emissão de apólice ou endosso de prorrogação de vigência, com base nos processos citados no 1º, a partir da data de seus arquivamentos. 4º Observados os demais requisitos legais e infra-legais vigentes, a partir de 1º de janeiro de 2009, as sociedades seguradoras deverão, previamente à comercialização dos seguros de Riscos de Engenharia, proceder a abertura de novo processo administrativo nos termos da presente Circular. Art. 7º A SUSEP poderá aprovar Plano Padronizado de Seguro de Riscos de Engenharia, cujas condições contratuais serão disponibilizadas em seu sítio eletrônico, observadas às disposições da presente Circular e demais normas aplicáveis em vigor. Armando Virgílio da Silva Superintendente

6 ANEXO DAS COBERTURAS Capítulo I Da Cobertura de Obras Civis em Construção (OCC) Art. 1º. Entende-se por cobertura de Obras Civis em Construção aquela que garanta o interesse do segurado contra acidentes, de origem súbita e imprevista, com exceção dos riscos excluídos especificados na apólice, que resultem em prejuízos materiais às obras expressamente descritas na apólice e aos materiais a serem utilizados na construção, durante o período da obra. Art. 2º. Equipamentos a serem montados e instalados e que permanecerão na construção, mesmo após a sua conclusão, poderão estar abrangidos pela cobertura de Obras Civis em Construção, desde que seu valor não exceda 25% (vinte e cinco por cento) da importância segurada total e estejam expressamente descritos na apólice. Art. 3º. São abrangidos pela presente cobertura todos os eventos ocorridos entre a data da primeira descarga de material no canteiro da obra, especificada na apólice, e a data da aceitação ou colocação em funcionamento da obra, respeitada, no entanto, a vigência da apólice, quando esta for mais restritiva. Art. 4º. Quando a forma de contratação da cobertura possibilitar a aplicação de cláusula de rateio, as condições contratuais deverão especificar se despesas tais como parcelas de frete, impostos, emolumentos, despesas aduaneiras e custos de montagem, dentre outras cabíveis, serão consideradas para se apurar o valor atual do bem, no momento do sinistro. Capítulo II Da Cobertura de Instalações e Montagens (IM) Art. 5º. Entende-se por cobertura de Instalações e Montagens aquela que garanta o interesse do segurado contra acidentes, de origem súbita e imprevista, com exceção dos riscos excluídos especificados na apólice, que resultem em prejuízos materiais às máquinas, equipamentos, estruturas metálicas e outros bens instalados e/ou montados, expressamente descritos na apólice, durante a fase de instalação e/ou montagem destes bens. Art. 6º. As obras civis necessárias à instalação e montagem dos equipamentos que permanecerão na obra, após sua conclusão, poderão estar abrangidas pela cobertura de Instalações e Montagem, desde que seu valor não exceda 25% (vinte e cinco por cento) da importância segurada total. Art. 7º. A cobertura do seguro se inicia logo após a descarga dos bens, no local da montagem especificado na apólice, e termina quando a propriedade segurada estiver completamente montada e os testes de funcionamento tiverem sido concluídos, respeitada, no entanto, a vigência da apólice, quando esta for mais restritiva. Art. 8º. O período relativo aos testes de funcionamento deverá ser fixado na apólice e estar compreendido pelo seu prazo de vigência.

7 1º O prazo mínimo para o período de testes é de 3 (três) meses. 2º Poderá ser prevista cobertura adicional que amplie o prazo de cobertura para a fase de testes. Capítulo III Da Cobertura de Obras Civis em Construção e Instalações e Montagens (OCC/IM) Art. 9º. Entende-se por cobertura de Obras Civis em Construção e Instalações e Montagens aquela que garanta o interesse do segurado contra acidentes, de origem súbita e imprevista, com exceção dos riscos excluídos especificados na apólice, que resultem em prejuízos materiais, tanto às obras expressamente descritas na apólice e materiais a serem utilizados na construção, durante o período da obra, como também às máquinas, equipamentos, estruturas metálicas e outros bens instalados e/ou montados, expressamente descritos na apólice, durante a fase de instalação e/ou montagem destes bens. 1º Para que esta cobertura seja contratada, a parcela relativa às Obras Civis em Construção e a parcela relativa à Instalação e Montagem devem corresponder, isoladamente, a, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) da importância segurada total. 2º A apólice deverá especificar valores discriminados de importância segurada para Obras Civis em Construção e para Instalações e Montagens. Art. 10. As disposições relativas aos capítulos I e II deste anexo aplicam-se à presente cobertura. Capítulo IV Das Disposições Gerais para as Coberturas definidas nos Capítulos I, II e III. Art. 11 As condições contratuais deverão esclarecer se para essas coberturas estarão ou não incluídas as obras temporárias, indispensáveis à execução do projeto. Parágrafo único. Na hipótese da não inclusão dessas obras, é facultada a previsão de cobertura adicional que cubra os bens correlacionados. Art. 12 As apólices que apresentem essas coberturas não admitem renovação, podendo, porém, serem prorrogadas por endosso, mediante acordo entre segurado e seguradora. Art. 13 Essas coberturas somente podem ser ofertadas em planos de seguro que pertençam ao ramo Riscos de Engenharia. Capítulo V Das Cobertura Adicionais Art. 14 É admitida a inclusão e comercialização, nos planos de seguro de Riscos de Engenharia, de coberturas adicionais, desde que guardem relação direta com o objeto segurado e sejam contratadas em conjunto com uma das coberturas básicas, previstas nos capítulos anteriores.

8 Art. 15. Relativamente às coberturas adicionais de Responsabilidade Civil, somente serão admitidas: I- Responsabilidade Civil Geral Riscos de Engenharia, definida como sendo aquela que garante o reembolso ao segurado das quantias pelas quais vier a ser responsável civilmente, em sentença judicial transitada em julgado ou acordo autorizado de modo expresso pela Seguradora, relativas a reclamações por danos corporais ou materiais involuntariamente causados a terceiros, decorrentes da execução do objeto abrangido pela cobertura básica do seguro e ocorridos durante o prazo de vigência da apólice. II- Responsabilidade Civil Cruzada Riscos de Engenharia, definida como aquela que garante os mesmos riscos da Cobertura Adicional prevista no inciso anterior, devendo ser definido, porém, que os segurados serão considerados terceiros entre si, para efeito da presente cobertura. 1º Deverá constar da relação de riscos excluídos dessas coberturas menção ao artigo 618 do Código Civil Brasileiro. 2º É vedada a previsão de franquia, quando o reembolso se referir a sinistros de danos corporais causados a terceiros. 3º A cobertura a que se refere o inciso I deverá definir claramente o conceito de terceiros, esclarecendo que não são assim considerados os segurados participantes da apólice, bem como seus empreiteiros, subempreiteiros e contratados. 4º A cobertura a que se refere o inciso II deverá definir o conceito de Segurado, estabelecendo que este inclui seus empreiteiros e subempreiteiros, bem como seus diretores, funcionários, prepostos e assessores, quando no exercício de suas atribuições referentes às atividades vinculadas ao objeto desta cobertura. 5º A cobertura a que se refere o inciso II deverá definir que ela somente será aplicada aos demais segurados, enquanto estiverem prestando serviços ao Segurado Principal, o qual deverá estar expressamente definido nas Condições Particulares da apólice, cessando a cobertura com a rescisão ou término dos trabalhos. 6º As condições contratuais deverão definir se as custas judiciais e as despesas com advogado são ou não passíveis de reembolso ao segurado. 7º Deverá ser estabelecido que não estão cobertas quaisquer perdas ou danos passíveis de serem indenizados pelas outras coberturas contratadas na apólice de Risco de Engenharia. Art. 16. Relativamente à cobertura adicional para cobrir despesas de desentulho do local segurado, deverá ser definido que esta garantirá o pagamento de indenização, em razão de despesas de desentulho que forem necessárias à reparação ou reposição de qualquer objeto danificado, em razão de risco coberto pela apólice, independentemente do Limite Máximo de Garantia estabelecido, mas respeitado o Limite Máximo de Indenização estabelecido para a cobertura. Parágrafo único. A cobertura adicional de que trata o caput deverá estabelecer

9 que, uma vez esgotado seu Limite Máximo de Indenização, eventual prejuízo restante não indenizado será abrangido pelo Limite Máximo de Garantia da apólice até seu esgotamento. implica que: Art. 17 A previsão de determinada cobertura adicional no plano de seguro I - A respectiva cobertura adicional somente poderá ser inserida em planos de seguro que excluem explicitamente o respectivo risco de suas Coberturas Básicas. II - No texto da cobertura adicional deverá haver menção clara sobre ficar afastada a exclusão prevista nas Coberturas Básicas. Art. 18. Nos casos em que seja contratada cobertura adicional que garanta o pagamento de indenização em razão de perdas e danos materiais aos bens segurados ocorridos durante prazo de manutenção, a Seguradora deverá: I- Definir este prazo expressamente na apólice; II- Englobar o prazo de manutenção no prazo de vigência da apólice, devendo, nas condições particulares, ser esclarecido qual o prazo de vigência das coberturas básicas e adicionais e qual o prazo de vigência da cobertura de manutenção, citada no caput; e III- No que se refere à constituição das respectivas provisões técnicas, observar sempre o prazo total de vigência da apólice, independentemente da cobertura.

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