UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA RANIERI ALVES DOS SANTOS T-LEARNING: UM AMBIENTE DE ENSINO A DISTÂNCIA BASEADO NA TV DIGITAL INTERATIVA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA RANIERI ALVES DOS SANTOS T-LEARNING: UM AMBIENTE DE ENSINO A DISTÂNCIA BASEADO NA TV DIGITAL INTERATIVA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA RANIERI ALVES DOS SANTOS T-LEARNING: UM AMBIENTE DE ENSINO A DISTÂNCIA BASEADO NA TV DIGITAL INTERATIVA Tubarão 2009

2 RANIERI ALVES DOS SANTOS T-LEARNING: UM AMBIENTE DE ENSINO A DISTÂNCIA BASEADO NA TV DIGITAL INTERATIVA Monografia de projeto de conclusão de curso apresentada à disciplina Projeto de Conclusão em Sistemas de Informação II, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Sistemas de Informação. Orientador: Prof. Dr. Rafael Ávila Faraco Tubarão 2009

3 RANIERI ALVES DOS SANTOS T-LEARNING: UM AMBIENTE DE ENSINO A DISTÂNCIA BASEADO NA TV DIGITAL INTERATIVA Esta Monografia foi julgada adequada à obtenção do título de Bacharel em Sistemas de Informação e aprovado em sua forma final pelo Curso de Sistemas de Informação, da Universidade do Sul de Santa Catarina. Tubarão, Junho de Adriana Salvador Zanini Prof. Examinador Eder Cachoeira, Esp. Prof. Examinador Márcia Cargnin Martins Giraldi, M.Sc Prof. Examinador

4 Dedico este trabalho a todos os colegas e professores envolvidos nos anos da minha graduação, que ajudaram a transformá-los nos melhores de minha vida, à minha namorada que sempre esteve ao meu lado, e à minha família, que viabilizou em todos os sentidos a realização deste sonho.

5 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus, pelo dom da vida, e por tudo que tem me proporcionado ao longo destes anos. Aos colegas, professores e funcionários do curso de Sistemas de Informação da UNISUL por terem fornecido uma experiência única em todos estes anos, auxiliando em muito para o meu crescimento profissional. Agradeço ao professor Rafael Ávila Faraco, meu orientador e coordenador do curso, grande incentivador e peça fundamental para qualidade deste trabalho por estar sempre disposto em colaborar. Ao professor Luiz Alfredo Soares Garcindo, pela experiência fornecida em favor dos projetos de conclusão de seus alunos. Às instituições em que fiz estágio, UNISUL, SENAI e Agênciadigital por colaborarem em muito no meu desenvolvimento pessoal e profissional, colaborando de certo com este trabalho, por auxiliarem em minha formação. Aos colegas de trabalho do Pólo de Desenvolvimento do SENAI de Tubarão e os ex-colegas da Branet Tecnologia por me ajudarem no momento crucial deste projeto.

6 Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino. A educação necessita tanto de formação técnica e científica como de sonhos e utopias. (Paulo Freire)

7 RESUMO Diante das atuais taxas de analfabetismo social e digital, e do grande abismo que divide os indivíduos que tem acesso à informação e os que não tem, é necessária a adoção de políticas inclusivas para solucionar tais fatos. Tendo em vista que apenas uma mínima porcentagem do país possui acesso a internet, e que quase que a totalidade da mesma possui televisão, o governo brasileiro instituiu um sistema de televisão digital gratuito. Para utilizar tal sistema este projeto propôs a utilização da modalidade de ensino a distância para atingir a todos com informação. Este trabalho abordou uma pesquisa, modelagem, desenvolvimento e avaliação de um modelo de ensino a distância interativo, baseado em mídias emergentes, como a TV digital e a web, implementado um protótipo onde o professor em sua interface web gerencia suas aulas veiculadas na TV digital ao seus alunos. Palavras-chave: Inclusão Digital, TV Digital Interativa, Ensino à Distância

8 ABSTRACT According to current rates of social and digital illiteracy, and the big chasm that divides those who have and those who have not access to information, needed is the adoption of inclusive policies to solve these facts. Due to the fact that only a small percentage of the country has internet access, and that almost all the same has TV, the Brazilian government instituted a system of free digital TV. To use this system this project proposed the use of means of distance education to attain all, with information. This job addressed a search, modeling, development and evaluation of a model of interactive distance education, based on emerging media such as the digital TV and the web, implemented a prototype where the teacher in their web interface manages their classes in digital TV broadcast to their students. Keywords: Digital Inclusion, Interactive Digital TV, Distance Learning

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1: Fórmula do soro caseiro... Figura 2: Funcionamento geral do projeto... Figura 3: Evolução da Televisão... Figura 4: Programa de TV Digital Interativa Americana... Figura 5: Transmissão e recepção digital... Figura 6: Divisão do som em surround... Figura 7: Cenário de Distribuição de Conteúdo... Figura 8: Diferentes modelos de set-top-box... Figura 9: Escolha de setor para Torcida Virtual... Figura 10: Escolha de cadeiras para Torcida Virtual... Figura 11: Veredito se o réu é culpado ou inocente... Figura 12: Escolha do jogo para loterias da caixa... Figura 13: Características EAD... Figura 14: Foto de uma Telessala corporativa... Figura 15: Ambiente Virtual de Aprendizagem da Unisul Virtual... Figura 16: Arquiteturas de EAD... Figura 17: Exemplo de uma estrutura de aplicação declarativa... Figura 18: Estrutura de navegação por contexto... Figura 19: Exemplo de código escrito em XHTML Transitional... Figura 20: Aplicação da Universidade de Stanford utilizando SMIL... Figura 21: Plataforma Java... Figura 22: Plataforma de Mídia Digital Java... Figura 23: Visão Geral do Sistema... Figura 24: Diagrama de casos de uso... Figura 25: Objetos do diagrama de seqüência... Figura 26: Diagrama de Seqüência Criar Aula... Figura 27: Diagrama de Seqüência Acompanhar Aluno... Figura 28: Diagrama de Seqüência Cadastrar Professor... Figura 29: Diagrama de Seqüência Cadastrar Aluno... Figura 30: Diagrama de Seqüência Assistir Aula... Figura 31: Diagrama de Seqüência Realizar Atividade

10 Figura 32: Diagrama de Seqüência Cadastrar Aluno... Figura 33: Diagrama de Domínio... Figura 34: Modelo de dados Conceitual... Figura 35: Esquema geral do modelo... Figura 36: Diagrama de pacotes... Figura 37: Diagrama de atividades... Figura 38: Diagrama de classes do pacote DAO... Figura 39: Diagrama de Entidade-relacionamento... Figura 40: Diagrama de classes do modelo... Figura 41: Camada de visão do sistema web... Figura 42: Camada de visão do sistema em TV digital... Figura 43: Diagrama de classes do controller web... Figura 44: Diagrama de classes do controle de TV Digital... Figura 45: Diagrama de Robustez Realização Criar aula e Cadastrar aula... Figura 46: Interface Realização Criar aula e Cadastrar aula 1... Figura 47: Interface Realização Criar aula e Cadastrar aula 2... Figura 48: Interface Realização Criar aula e Cadastrar aula 3... Figura 49: Diagrama de Robustez Realização Acompanhar Aluno... Figura 50: Interface Realização Acompanhar Aluno 1... Figura 51: Interface Realização Acompanhar Aluno 2... Figura 52: Diagrama de robustez Realização Cadastrar Professor... Figura 53: Interface Realização Cadastrar Professor... Figura 54: Diagrama de Robustez Realização Cadastrar Aluno... Figura 55: Interface Realização Cadastrar Aluno... Figura 56: Diagrama de Robustez Realização Assistir Aula... Figura 57: Interface Realização Assistir Aula 1... Figura 58: Interface Realização Assistir Aula 2... Figura 59: Diagrama de Robustez Realização Realizar Atividade... Figura 60: Interface Realização Realizar Atividade 1... Figura 61: Interface Realização Realizar Atividade 2... Figura 62: Tela do XleTView... Figura 63: Controle remoto utilizado no protótipo... Figura 64: Interface do sistema web

11 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1: Cenário atual... Gráfico 2: Estatística de buscas pelo termo EAD no site Google de 2004 a agosto de Gráfico 3: Evolução das buscas no decorrer do trabalho... Gráfico 4: Cronograma de implantação do sinal digital no Brasil... Gráfico 5: Linha do tempo comparativa das gerações de EAD

12 LISTA DE QUADROS Quadro 1: Vantagens da TV digital... Quadro 2: Tabela de Permissões... Quadro 3RF1 Autenticar no sistema... Quadro 4 RF2 Criar e manter aula... Quadro 5 RF3 Criar e manter conteúdo... Quadro 6 RF4 Adicionar mídia... Quadro 7 RF5 Gerar aula completa... Quadro 8 RF6 Cadastrar testes... Quadro 9 RF7 Criar mensagem... Quadro 10: RF8 Enviar mensagens... Quadro 11: RF9 Fornecer acesso a aula... Quadro 12: RF10 Fornecer acesso aos testes... Quadro 13: RF11 Cadastrar usuários... Quadro 14: Caso de Uso Criar aula... Quadro 15: Caso de Uso Acompanhar Aluno... Quadro 16: Caso de Uso Cadastrar Professor... Quadro 17: Caso de Uso Cadastrar aluno... Quadro 18: Caso de Uso Assistir aula... Quadro 19: Caso de Uso Realizar Atividade... Quadro 20: Caso de Uso Cadastrar aula

13 LISTA DE SIGLAS ACATS - Adivisory Commitee on Advanced Television ATSC - Advanced Television Systems Committee BBC - British Broadcasting Corporation CGI - Comitê Gestor da Internet DAO - Data Access Object DiBEG - Digital Broadcasting Experts Group DVB - Digital Video Broadcasting EAD - Ensino a Distância FDD - Feature Driven Development ISDB - Integrated Services Digital Broadcasting PLC - Power Line Communication UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina UML - Unified Modeling Language USB - Universal Serial Bus USP - Universidade de São Paulo SBTVD - Sistema Brasileiro de Televisão Digital

14 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS JUSTIFICATIVA ABRANGÊNCIA METODOLOGIA... 2 TELEVISÃO DIGITAL HISTÓRICO PADRÕES ATSC - Advanced Television Systems Committee DVB ISDB SBTVD CARACTERÍSTICAS DA TV DIGITAL Qualidade Mobilidade Interatividade FUNCIONAMENTO DA TV DIGITAL APLICAÇÕES DE TV DIGITAL CONSIDERAÇÕES FINAIS... 3 ENSINO A DISTÂNCIA HISTÓRICO Ensino a Distância No Mundo Ensino a Distância No Brasil GERAÇÕES DO ENSINO A DISTÂNCIA Visão de Taylor Visão de Moore e Kearsley Síntese das Visões MODALIDADES DE ENSINO A DISTÂNCIA Educação por Correspondência

15 3.3.2 Teleducação E-learning T-learning ARQUITETURAS DE ENSINO A DISTÂNCIA CONSIDERAÇÕES FINAIS... 4 PLATAFORMAS DE DESENVOLVIMENTO PARA TV DIGITAL DECLARATIVAS Linguagens NCL - Nested Context Language XHTML extensibile Hipertext Markup Language SMIL - Synchronized Multimedia Integration Language PROCEDURAIS Java Java TV API CONSIDERAÇÕES FINAIS... 5 MODELO PROPOSTO VISÃO GERAL DO SISTEMA MODELO LÓGICO Análise de Requisitos Casos de Uso Expansão dos Casos de Uso Criar Aula Acompanhar Aluno Cadastrar Professor Cadastrar Aluno Assistir Aula Realizar Atividade Cadastrar Aula Modelo de Domínio Modelo de Dados Conceitual MODELO FÍSICO Camada de Acesso aos Dados Camadas da Aplicação

16 Camada de Modelo Camada de Visão Interface Web Interface TV Digital Camada de Controle Realização dos Casos de Uso Realização Criar aula e Cadastrar aula Realização Acompanhar Aluno Realização Cadastrar Professor Realização Cadastrar aluno Realização Assistir aula Realização Realizar Atividade IMPLEMENTAÇÃO DO PROTÓTIPO CONSIDERAÇÕES FINAIS... 6 CONCLUSÃO TRABALHOS FUTUROS... REFERÊNCIAS

17 1 INTRODUÇÃO Entre os grandes problemas sociais da atualidade um dos mais expressivos é a exclusão digital. Um indivíduo que não possui aptidões suficientes para realizar operações básicas em um computador e na internet, ou simplesmente não tem acesso às tecnologias acaba perdendo diversas oportunidades, a principal delas: o acesso à informação. Hoje em dia a informação tornou-se mais importante do que o próprio capital, pois dela depende o conhecimento, e sem conhecimento a vida das pessoas tende a não evoluir. E com a fusão dos mercados de mídias com o mercado das tecnologias da informação e comunicação, acelerada pela substituição dos componentes de aparelhos analógicos por digitais, resultou no que chamamos de convergência digital, que coloca o acesso às informações a apenas poucos cliques de distância. Com a disseminação da convergência digital formaram-se dois mundos, e um abismo que os divide: o acesso à informação. Um grupo é formado pelas pessoas que tem o acesso a toda essa tecnologia e um outro muito maior formado pelas que continuam sem o acesso às informações devido estarem à margem de todas essas tecnologias. Cenário Atual Lares com internet Lares com computador Lares com televisão 0% 20% 40% 60% 80% 100% Gráfico 1: Cenário atual Fonte: (CGI.br, 2008) 15

18 A realidade brasileira é bastante crítica pois menos de 28% das pessoas possuem computador, e 20% acesso à internet, mas em contraponto temos o fato de que 98% dos lares possuem pelo menos um aparelho televisor (CGI.br, 2008) como podemos observar no gráfico 1. Considerando este fato o governo brasileiro resolveu investir nesta área, e apostar no seu desenvolvimento provendo a inclusão da TV Digital aberta nos lares brasileiros. Os estudos sobre a adoção do padrão de veiculação da TV Digital no país reuniram diversos pesquisadores de inúmeras instituições do Brasil, que resultou no desenvolvimento de um padrão próprio, e em uma grande ênfase na funcionalidade mais interessante deste novo modelo de televisão: a interatividade. Novidade que irá revolucionar o nosso modo de assistir à televisão pois o telespectador agora passa a ter papel ativo na programação pois poderá intervir diretamente no que assiste, interagindo e colaborando diretamente com a programação veiculada. Com vistas a todas essas funcionalidades o governo pretende prover o acesso à TV Digital Interativa em todos os lares brasileiros, bastando aos telespectadores apenas adquirirem um aparelho específico para a recepção do sinal digital chamado set-top-box, que está em estágio de negociação com os fabricantes para fornecer preços mais acessíveis à todas as comunidades. Possuindo um aparelho televisor equipado com o set-top-box o telespectador terá em seu lar uma espécie de computador com recursos um pouco mais limitados, mas com acesso ilimitado a uma vasta rede mundial de informações ao alcance do seu controle remoto. Neste trabalho pretende-se atingir este alvo, proporcionando o acesso à informação por meio da televisão digital interativa. 1.1 OBJETIVO GERAL Desenvolver um ambiente de ensino à distância para a TV digital interativa 1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 16

19 Estudar a área de arquitetura e ferramentas destinadas ao desenvolvimento de aplicações interativas para a TV digital. Construir um modelo de ensino a distância baseado na TV digital. Criar um sistema de geração de conteúdos. Desenvolver o cliente para aplicações na TV Digital. Teste e avaliação do protótipo desenvolvido 1.3 JUSTIFICATIVA Com a rápida disseminação da informação por meio da tecnologia, muito do conhecimento adquirido deve-se aos meios criados com ela, pois tem auxiliando em muito na qualidade de vida das pessoas em diversos aspectos, por exemplo no aspecto saúde. Um grande exemplo disso é o soro caseiro, de acordo com Arns¹ em entrevista concedida a Becker², esta simples receita com um copo de água, duas colheres de açucar, e uma de sal veiculada na televisão pela pastoral da saúde salvou inúmeras vidas, mas por falta de acesso a esse meio várias outras vidas pereceram. Figura 1: Fórmula do soro caseiro Fonte: (THALAMUS, 2009) No aspecto educação temos como exemplo o Telecurso 2000 da Fundação Roberto Marinho, que em 2006 já tinha mais de 20 mil tele-salas, e atendia mais de 2 milhões de pessoas em todo o país (SANTONIERI, 2006). 17

20 Mas a pesquisa anual realizada pelo CGI (Comitê Gestor da Internet) sobre o uso das Tecnologias da Informação e Comunicação no Brasil expõe um outro problema com relação a falta de acesso à informação (2007, p.117): 95% das companhias brasileiras com 10 ou mais funcionários possui computador. O percentual de posse do equipamento varia de acordo com o porte da empresa, sendo que o computador está presente em 94% das empresas com entre 10 e 49 funcionários, e em 100% das organizações com mais de 50 empregados. A incapacidade de operar um computador quando necessário acarreta também na dificuldade em alcançar oportunidades de emprego por parte dos incapacitados, e gera toda uma cadeia de problemas sociais. Com isso é possível observar a real importância do acesso à informação, e a necessidade de termos cada vez mais políticas de inclusão digital. E é justamente este o objetivo do sistema brasileiro de televisão digital de acordo com o Artigo 1º do Decreto 4.901(2003): Fica instituído o Sistema Brasileiro de Televisão Digital SBTVD, que tem por finalidade alcançar, entre outros, os seguintes objetivos: l) promover a inclusão social, a diversidade cultural do país e a língua pátria por meio ao acesso à tecnologia digital, visando a democratização da informação [...]Artigo 1º do Decreto (2003). E para prover inclusão digital por meio da TV digital interativa uma grande alternativa é fornecer acesso a aplicações de ensino a distância (EAD), modalidade de ensino que vem está em constante ascensão. O gráfico 2 apresenta a porcentagem de pesquisas pelo termo EAD na ferramenta de buscas Google Insight³ de janeiro de 2004 até maio de 2009, onde é visível o fato de que neste espaço de tempo nunca ouve tanto interesse para com o termo quanto agora. ¹ Zilda Arns Neumann é fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa. Detentora de vários títulos por suas ações sociais e uma indicação para o Prêmio Nobel da Paz. ² Valdecir Becker é Doutorando em Engenharia Elétrica e pesquisador sobre TV Digital Interativa, é autor juntamente com Carlos Montez do livro TV Digital Interativa: conceitos, desafios e perspectivas para o Brasil, da editora UFSC. 3 Google Insight é uma ferramenta de comparação da quantidade de buscas efetuadas na ferramenta principal de buscas do Google. Que pode muito bem utilizada para verificar visualmente fenômenos temporais. 18

21 Gráfico 2: Estatística de buscas pelo termo EAD no site Google de 2004 à 2009 Fonte: Google Insight (2009). Durante o desenvolvimento desde trabalho a relevância do termo foi monitorada pela ferramenta, e é visível a sua oscilação no gráfico 3. No início do trabalho, em agosto, o termo já possuía relevância recorde na ferramenta, no mês seguinte houve uma considerável subida, seguida de uma estável acalmada até novembro. Em dezembro houve uma baixa maior devido ao período de férias, mas retornou à tona nos próximos meses, transformando o mês de maio no recorde da ferramenta. Evolução das buscas no decorrer do trabalho AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI Gráfico 3: Evolução das buscas no decorrer do trabalho Fonte: Google Insight (2009). Portanto é possível observar a grande relevância do termo EAD hoje em dia, a importância desta modalidade para a educação atual, e toda a sua 19

22 potencialidade na inclusão digital através da TV digital interativa e a real necessidade do desenvolvimento de aplicações para tal fim. 1.4 ABRANGÊNCIA O presente trabalho envolve estudos sobre televisão digital, ensino a distância e as ferramentas e técnicas necessárias para o desenvolvimento de um protótipo funcional de um ambiente de ensino a distância que abrange as funcionalidades expressas na figura 2: Figura 2: Funcionamento geral do projeto Fonte: Elaborado pelo autor (2008) O funcionamento basicamente compreende uma interface web onde o professor munido de um computador comum ligado à internet irá preparar a sua aula, apresentando os seus conteúdos. A aula será enviada ao canal de aplicações da emissora que por sua vez irá transmitir ao aparelho receptor de TV digital de um aluno previamente cadastrado quando requisitada pelo mesmo, que deverá possuir o cliente da aplicação instalado no receptor. Após assistir a toda a aula o aluno será 20

23 submetido a um teste de auto-avaliação para examinar os conhecimentos obtidos com o programa, que será enviado para o canal de aplicações e salvo no sistema. O professor acessando sua interface web poderá ver as respostas dos seus alunos e ter o feedback de como foi a sua aula. Deste modo será possível uma interação entre o professor e o aluno proporcionada pelo protótipo desenvolvido e o sistema de televisão digital. O desenvolvimento do protótipo se concentrará na construção dos dois módulos do ambiente: o módulo cliente e o módulo servidor. O módulo servidor terá uma interface web acessada pelo professor e pela administração do curso onde será possível: Controlar o acesso dos alunos aos seus respectivos cursos Criar os conteúdos dos módulos de suas aulas Desenvolver os testes de aprendizagem que serão exibidos ao final Disponibilizar arquivos de apoio relacionados ao conteúdo ministrado Receber as respostas dos testes de aprendizagem Receber e enviar mensagens de alunos Visualizar relatórios estatísticos com relação ao rendimento nos testes E no módulo cliente acessado pelo aluno e instalado no seu receptor será possível: Visualizar os conteúdos dos cursos no qual o aluno tem acesso Realizar os testes de aprendizagem propostos pelo professor Enviar e receber mensagens de professores 1.5 METODOLOGIA A realização deste trabalho foi dividida em seis etapas sequenciais, divididas do seguinte modo: 21

24 Pesquisa exploratória: Realizar um estudo bibliográfico sobre os seguintes assuntos: TV digital, ensino a distância, arquiteturas, ferramentas e linguagens de desenvolvimento. Com referencial baseado em artigos livros e periódicos da área. Definição de tecnologias: Escolher e aprofundar os estudos nas tecnologias destinadas ao desenvolvimento do protótipo. Modelagem do sistema: Desenvolver o modelo de funcionamento do protótipo destinado ao ensino a distância. Desenvolvimento do sistema: Implementar o protótipo. Testes do sistema: Testar o protótipo. Avaliação do sistema: Avaliar os resultados 22

25 2 TELEVISÃO DIGITAL A TV como qualquer outro veículo de comunicação, é submetida a um constante aperfeiçoamento, já passou por várias fases e transições, e estamos passando pela mais crucial delas. Montez e Becker (2005, p.22) comentam: Desde o primeiro canal de TV, a BBC de Londres, fundada em 1936, a televisão já passou por várias mudanças. Além da cor, que deixou muito mais atraente ainda na década de 1950, também aumentou o número de canais, originando as primeiras escolhas ao telespectador. Com a TV digital as escolhas serão muito maiores, e as opções serão muitas, o usuário não irá apenas controlar os canais e o volume, vai estar no centro da cadeia televisiva, intervindo diretamente no que assiste. (BATISTA, 2006). Neste capítulo serão abordados os padrões dos sistemas de televisão digital utilizados atualmente, o histórico das gerações de televisão, as características e vantagens da TV digital frente à analógica e o funcionamento geral de um sistema de TV digital interativa. 2.1 HISTÓRICO A televisão no Brasil já passou por algumas gerações até o momento, ao chegar no Brasil trazida por Assis Chateaubriant por volta de 1950, a televisão era algo de luxo, poucos a possuíam, e era apenas cores preto e branco, com transmissão analógica. Com o passar do tempo a tecnologia especial avançou bastante, proporcionando a utilização de satélites para a transmissão do sinal terrestre de televisão, e em 1969 a Rede Globo de Televisão apresenta a chegada do homem à lua já com sinal via satélite. Após isto ocorreu a maior inovação da categoria até então: a recepção do sinal a cores, com isto a televisão se popularizou ainda mais (TV GLOBO DIGITAL, 2008). Mas nenhuma destas evoluções se compara a que estamos presenciando, onde o sinal passa a ser transmitido em formato digital, possibilitando a característica mais interessante de todas: a interatividade. 23

26 A figura 3 mostra a linha do tempo da evolução da televisão no Brasil: Figura 3: Evolução da Televisão Fonte: (TV GLOBO DIGITAL, 2008) Os sistemas de TV digital no mundo tiveram seus estudos iniciados em 1987 nos Estados Unidos, com o intuito de desenvolver novos conceitos para o serviço de televisão. Então foi criado o comitê ACATS (Adivisory Commitee on Advanced Television) (FERNANDES et al., 2004) que desenvolveu o primeiro sistema televisivo totalmente digital. No Brasil começou em 1999 o processo de avaliação técnica e econômica para a tomada de decisão sobre os padrões a serem adotados para a transmissão de televisão digital. Foi escolhido o CPqD para a prestação destes serviços devido ao elevado domínio técnico das tecnologias de compressão digital de áudio e vídeo. Em 2002 foi fundado o comitê do SBTVD, responsável pelos estudos que definiriam o padrão a ser adotado no país. Após estudos conduzidos juntamente com universidades e emissoras de televisão, o sistema foi apresentado no dia 13 de novembro de 2005 pelo Ministério das Comunicações. Após o período de estudos foram desenvolvidos os padrões que hoje permitem ao SBTVD a transmissão de conteúdo de altíssima qualidade para os telespectadores, possibilitando ao mesmo tempo a recepção móvel e portátil dos sinais de TV digital, nos mais diversos tipos de dispositivos, como celulares, minitelevisores, notebooks. Todos os estudos e implementações são sem custos ao telespectador, pois a TV digital no Brasil é aberta, livre e gratuito. O início das transmissões do SBTVD ocorreu no dia 02 de dezembro de 2007, em São Paulo. Depois foi a vez de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Goiânia, logo após as outras capitais e algumas outras cidades. Até a data de término deste trabalho as cidades com sinal de televisão digital no país eram as seguintes: São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Campinas (SP), Cuiabá (MT), Salvador (BA), Florianópolis (SC), Vitória (ES), Uberlândia (MG), São José do Rio Preto (SP), Teresina (PI), Santos 24

27 (SP) Brasília (DF), Campo Grande (MS) e Fortaleza (CE). O gráfico 4 apresenta o cronograma de implantação de TV digital no país, esse cronograma, entretanto, não é tão rígido como foi o lançamento em São Paulo. Dessa forma, o início das transmissões em outras cidades está a cargo de cada uma das emissoras. Algumas emissoras já operam em sinal digital em algumas cidades, e outras estão se adequando aos padrões. Enquanto isso a TV analógica continuará funcionando por aproximadamente 10 anos, após isso todas as cidades já terão sinal digital, e todo o país usufruirá destes benefícios. (DTV, 2008). O gráfico 4 apresenta o cronograma oficial de implantação do sinal digital para sistema brasileiro de televisão digital no país: Gráfico 4: Cronograma de implantação do sinal digital no Brasil Fonte: (DTV, 2008) 2.2 PADRÕES Um sistema de televisão digital é composto por diversos dispositivos de hardware e software, oriundos de diversas marcas e fabricantes, com acessórios e vantagens distintos, por isso para haver uma consonância no sistema é necessária a adoção de padrões que regulamentem as operações do sistema de televisão digital. Por ser um assunto de suma importância para a TV digital, diversos órgãos se uniram para criar e regulamentar e especificar seus padrões (FERNANDES, et al. 25

28 2004). No momento existem três padrões mundiais de sistemas de televisão digital interativa conhecidos: o DVB-T da Europa, o ATSC dos Estados Unidos, o ISDB japonês e o SBTVD do Brasil. Cada um destes padrões adota especificações diferentes de sinal, modulação de dados, codificação e qualidade ATSC Advanced Television Systems Committee O Advanced Television Systems Committee (ATSC) é um comitê americano criado em 1982 composto por aproximadamente 170 membros que visavam regulamentar os padrões de televisão digital. Os padrões ATSC são utilizados desde 1998, inicialmente nos Estados Unidos, e posteriormente adotado pelo Canadá, Coréia do Sul e Argentina (ATSC, 2008). O ATSC tem taxa de transmissão de 19,8 Mbps e apresenta alguns problemas na recepção por antenas internas e não permite a recepção móvel (MONTEZ; BECKER, 2005). Figura 4: Programa de TV Digital Interativa Americana Fonte: (DTV, 2009) 26

29 2.2.2 DVB Digital Vídeo Broadcasting O Digital Video Broadcasting (DVB) é o padrão europeu criado por um consórcio composto por mais de 300 membros em setembro de 1993, que eram fabricantes de equipamentos, operadoras de redes, desenvolvedores de software, e emissoras de mais de 35 países, com o objetivo de especificar padrões mundiais para sistemas de televisão digital interativa, como a transmissão de sinal e os serviços de dados associados (DVB, 2008). Na realidade o DVB nada mais é do que um conjunto de documentos que definem os padrões de transmissão (MONTEZ; BECKER, 2005). Os documentos mais conhecidos são: o DVB-T que regulamenta a radiodifusão, o DVB-C responsável pela transmissão por cabo, o DVB-S sobre difusão via satélite, e o DVB- MHP que regulamenta o padrão de middleware. Para modulação dos dados o DVB utiliza o protocolo COFDM, que fornece uma taxa de transmissão que varia entre 5 e 31,7 Mbps (FERNANDES et al, 2004) ISDB - Integrated Services Digital Broadcasting O ISDB foi um padrão especificado em 1999 pelo grupo japonês DiBEG (Digital Broadcasting Experts Group), composto por diversas empresas e operadoras de televisão. O DiBEG tinha por objetivo promover e especificar o sistema de difusão terrestre de televisão digital no Japão (DIBEG, 2008). As taxas de transferência de dados do ISDB variam entre 3,65 à 23,23 Mbps, as suas grandes vantagens são a flexibilidade de operação e o potencial para transmissões móveis e portáteis, contudo a transmissão móvel é um serviço tarifado aos telespectadores interessados em assistir à TV digital com mobilidade (FERNANDES et al., 2004). 27

A TV DIGITAL COMO INSTRUMENTO DE ENSINO DE MATEMÁTICA. Adriano Aparecido de Oliveira, Juliano Schimiguel

A TV DIGITAL COMO INSTRUMENTO DE ENSINO DE MATEMÁTICA. Adriano Aparecido de Oliveira, Juliano Schimiguel A TV DIGITAL COMO INSTRUMENTO DE ENSINO DE MATEMÁTICA Adriano Aparecido de Oliveira, Juliano Schimiguel Universidade Cruzeiro do Sul/CETEC, Av. Ussiel Cirilo, 225 São Paulo Resumo A TV é um importante

Leia mais

O Panorama da TV Digital no Brasil. Leandro Miller Leonardo Jardim

O Panorama da TV Digital no Brasil. Leandro Miller Leonardo Jardim O Panorama da TV Digital no Brasil Leandro Miller Leonardo Jardim Tópicos Abordados TV Aberta no Brasil Vantagens da TV Digital Padrões de TV Digital Sistema Brasileiro de TV Digital Oportunidades na TV

Leia mais

EXPERIMENTO DIGITAL PARA TRANSMISÃO INTERATIVA DE JOGOS DE FUTEBOL

EXPERIMENTO DIGITAL PARA TRANSMISÃO INTERATIVA DE JOGOS DE FUTEBOL EXPERIMENTO DIGITAL PARA TRANSMISÃO INTERATIVA DE JOGOS DE FUTEBOL Ranieri Alves dos Santos 1 Vitor Freitas Santos 2 Marcos Paes Peters 3 Resumo: O presente trabalho apresenta uma abordagem interativa

Leia mais

TV Digital : Convergência e Interatividade. 2010 HXD Interactive Television

TV Digital : Convergência e Interatividade. 2010 HXD Interactive Television TV Digital : Convergência e Interatividade. A TELEVISÃO. A Televisão... o mais subversivo instrumento da comunicação deste século!" Assis Chateaubriand (1950). A Televisão Sem TV é duro de dizer quando

Leia mais

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD?

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD? Módulo 1. Introdução Cada vez mais o mundo social e do trabalho necessitam de sujeitos capazes de fazer a diferença através de suas ações e atitudes. A utilização do ambiente virtual, como meio de interação

Leia mais

Elementos Centrais da Metodologia

Elementos Centrais da Metodologia Elementos Centrais da Metodologia Apostila Virtual A primeira atividade que sugerimos é a leitura da Apostila, que tem como objetivo transmitir o conceito essencial de cada conteúdo e oferecer caminhos

Leia mais

Elementos Centrais da Metodologia

Elementos Centrais da Metodologia Elementos Centrais da Metodologia Apostila Virtual A primeira atividade que sugerimos é a leitura da Apostila, que tem como objetivo transmitir o conceito essencial de cada conteúdo e oferecer caminhos

Leia mais

PESPECTVIAS DO PROJETO DE PESQUISA DESENVOLVIMENTO DE MIDDLEWARE PARA DIVULGAÇÃO DE SABERES POPULARES NO CANAL DE INTERATIVIDADE DA TV DIGITAL *

PESPECTVIAS DO PROJETO DE PESQUISA DESENVOLVIMENTO DE MIDDLEWARE PARA DIVULGAÇÃO DE SABERES POPULARES NO CANAL DE INTERATIVIDADE DA TV DIGITAL * PESPECTVIAS DO PROJETO DE PESQUISA DESENVOLVIMENTO DE MIDDLEWARE PARA DIVULGAÇÃO DE SABERES POPULARES NO CANAL DE INTERATIVIDADE DA TV DIGITAL * Wellington Garcia PEREIRA 1 ; Hudson Henrique de Sousa LOPES

Leia mais

Canal de Interatividade: Conceitos, Potencialidades e Compromissos

Canal de Interatividade: Conceitos, Potencialidades e Compromissos Canal de Interatividade: Conceitos, Potencialidades e Compromissos Por Marcus Manhães e Pei Jen Shieh 1. Introdução O Decreto Presidencial [1] 4.901, de 26 de novembro de 2003, instituiu o Projeto do Sistema

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

1 Introdução. 1.1. Motivação

1 Introdução. 1.1. Motivação 1 Introdução A adoção do Ginga-NCL como middleware declarativo do SBTVD (Sistema Brasileiro de Televisão Digital) estabeleceu um marco no desenvolvimento de aplicações interativas para TV Digital terrestre

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

O que é educação a distância (*)

O que é educação a distância (*) O que é educação a distância (*) José Manuel Moran Professor da Universidade Bandeirante e das Faculdades Sumaré-SP Assessor do Ministério de Educação para avaliação de cursos a distância jmmoran@usp.br

Leia mais

4 Mercado setor de telecomunicações

4 Mercado setor de telecomunicações 4 Mercado setor de telecomunicações Nesta sessão é apresentada uma pequena visão geral do mercado de telecomunicações no Brasil, com dados históricos dos acontecimentos mais relevantes a este trabalho,

Leia mais

Janine Garcia 1 ; Adamo Dal Berto 2 ; Marli Fátima Vick Vieira 3

Janine Garcia 1 ; Adamo Dal Berto 2 ; Marli Fátima Vick Vieira 3 ENSINO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DO MOODLE COMO INSTRUMENTO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DO ENSINO MÉDIO E SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE (IFC) - CÂMPUS ARAQUARI

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Família

Curso de Especialização em Saúde da Família MÓDULO: FAMILIARIZAÇÃO TECNOLÓGICA COM EAD UNIDADE 02 PROCESSO DE INTERAÇÃO EM EAD Prof. Msc Rômulo Martins 2.1 Interação em EAD A partir das novas mídias e tecnologias, tais como a televisão, o telefone

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Profª. Kelly Hannel Novas tecnologias de informação 2 HDTV WiMAX Wi-Fi GPS 3G VoIP Bluetooth 1 HDTV 3 High-definition television (também conhecido por sua abreviação HDTV):

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Fabiana Pacheco Lopes 1 1 Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) fabipl_21@yahoo.com.br Resumo.Este

Leia mais

TV Dig ital - S ocial

TV Dig ital - S ocial Edson Luiz Castilhos Gerente Célula Software Livre - RS Marco Antonio Munhoz da Silva Gestor Projeto TV Digital Social 1 AGENDA O que é TV Digital? Histórico TV Analógica x TV Digital Sistema de TV Digital

Leia mais

O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL

O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL Pelotas RS Maio 2010 Letícia Marques Vargas IFSul le.mvargas@gmail.com Gabriela

Leia mais

01. O QUE É? 02. OBJETIVOS DO CURSO 03. CAMPO DE ATUAÇÃO

01. O QUE É? 02. OBJETIVOS DO CURSO 03. CAMPO DE ATUAÇÃO 01. O QUE É? O Curso de Desenvolvimento de Websites é um curso de graduação tecnológica de nível superior com duração de dois anos e meio. Este curso permite a continuidade dos estudos em nível de bacharelado

Leia mais

Produção de Videoaulas de Física para a Internet Leonardo Senna Zelinski da Silva Silvia Leticia Ludke

Produção de Videoaulas de Física para a Internet Leonardo Senna Zelinski da Silva Silvia Leticia Ludke Instituto Federal do Paraná Licenciatura em Física Produção de Videoaulas de Física para a Internet Leonardo Senna Zelinski da Silva Silvia Leticia Ludke SUMÁRIO 1 Introdução... 2 2 Justificativa... 4

Leia mais

RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 015/2010

RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 015/2010 RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 015/2010 Dispõe sobre a aprovação, ad referendum do CONSUN, da alteração do Curso Superior de Tecnologia em Logística, oferecido na modalidade à distância. O Presidente do Conselho

Leia mais

WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO

WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO NOME DO PROJETO Web Rádio: Escola César Cals- Disseminando novas tecnologias via web ENDREÇO ELETRÔNICO www.eccalsofqx.seduc.ce.gov.br PERÍODO DE EXECUÇÃO Março a Dezembro de

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES As telecomunicações referem -se à transmissão eletrônica de sinais para as comunicações, incluindo meios como telefone, rádio e televisão. As telecomunicações

Leia mais

DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO SISTEMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO DA MAGISTRATURA DO TRABALHO - SIFMT

DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO SISTEMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO DA MAGISTRATURA DO TRABALHO - SIFMT DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO SISTEMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO DA MAGISTRATURA DO TRABALHO - SIFMT 1 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 2. CENÁRIO PROFISSIONAL 3. CONCEPÇÃO DA APRENDIZAGEM E METODOLOGIA 4. ESTRATÉGIAS

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Interativas. GINGA NCL e LUA. Projeto TV Digital Social

Desenvolvimento de Aplicações Interativas. GINGA NCL e LUA. Projeto TV Digital Social Desenvolvimento de Aplicações Interativas GINGA NCL e LUA Projeto TV Digital Social Marco Antonio Munhoz da Silva DATAPREV Gestor do Proejeto TV Digital Social AGENDA Divisão dos assuntos em quatro partes

Leia mais

O Modelo DX sumário executivo

O Modelo DX sumário executivo White Paper O Modelo DX sumário executivo INTRODUÇÃO 2 O MODELO BROADCAST 3 MODELO TRADICIONAL DE BROADCAST 3 O MODELO DX 4 NOVOS MODELOS DE RECEITA 5 O MODELO DX PARA TELAS COLETIVAS 6 1 www.dx.tv.br

Leia mais

A Parceria UNIVIR / UNIGLOBO- Um Case Focado no Capital Intelectual da Maior Rede de TV da América Latina

A Parceria UNIVIR / UNIGLOBO- Um Case Focado no Capital Intelectual da Maior Rede de TV da América Latina A Parceria UNIVIR / UNIGLOBO- Um Case Focado no Capital Intelectual da Maior Rede de TV da América Latina Blois, Marlene Montezi e-mail: mmblois@univir.br Niskier, Celso e-mail: cniskier@unicarioca.edu.br

Leia mais

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto?

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto? A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E O FUTURO Arnaldo Niskier 1 - Qual a relação existente entre as transformações do mundo educacional e profissional e a educação à distância? A educação à distância pressupõe uma

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD 1 de 9 Desde o nascimento do telemóvel e o seu primeiro modelo vários se seguiram e as transformações tecnológicas que estes sofreram ditaram o nascimento de várias gerações. O Motorola DynaTac 8000X é

Leia mais

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF)

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) Maio de 2007 Maria Rachel Barbosa Fundação Trompovsky (Apoio ao NEAD CENTRAN) rachel@centran.eb.br Vanessa Maria

Leia mais

Caso de sucesso. Impacto no Negócio. A Empresa

Caso de sucesso. Impacto no Negócio. A Empresa Escola disponibiliza acesso wireless de qualidade para alunos, funcionários e visitantes, e contribui para um aprendizado cada vez mais dinâmico. Com o objetivo de aperfeiçoar a iniciativa BYOD (Bring

Leia mais

Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado

Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado Bruno de Sousa Monteiro Orientação: Prof. Dr. Fernando da Fonseca de Souza Prof. Dr. Alex Sandro Gomes 1 Roteiro

Leia mais

PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA

PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA A TV digital O surgimento da TV digital se deu em função do desenvolvimento da TV de alta definição (HDTV) no Japão e na Europa, há mais de duas décadas,

Leia mais

Educação a Distância: Limites e Possibilidades

Educação a Distância: Limites e Possibilidades Educação a Distância: Limites e Possibilidades Bernardo de Azevedo Ramos Brillian Aquino Fernandes Lucas Fernandes Barbosa Rafael Castro e Abrantes RESUMO: O trabalho tem como meta avaliar a Educação a

Leia mais

O desenvolvimento da EaD pode ser descrito basicamente em três gerações, conforme os avanços e recursos tecnológicos e de comunicação de cada época.

O desenvolvimento da EaD pode ser descrito basicamente em três gerações, conforme os avanços e recursos tecnológicos e de comunicação de cada época. Educação a distância (EaD, também chamada de teleducação), por vezes designada erradamente por ensino à distância, é a modalidade de ensino que permite que o aprendiz não esteja fisicamente presente em

Leia mais

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia.

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia. XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 RESUMO OBSERVATÓRIO DE

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

Estratégias de e-learning no Ensino Superior

Estratégias de e-learning no Ensino Superior Estratégias de e-learning no Ensino Superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias da Anhanguera Educacional (Jacareí) RESUMO Apresentar e refletir

Leia mais

NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T

NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T ANEXO 5 NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T Uma das vantagens mais marcantes do ISDB-T é a sua flexibilidade para acomodar uma grande variedade de aplicações. Aproveitando esta característica única do ISDB-T, vários

Leia mais

Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual

Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual Escritório de Gestão de Projetos em EAD Unisinos http://www.unisinos.br/ead 2 A partir de agora,

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital. Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves

Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital. Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves Objetivo Apresentar os conceitos básicos para o desenvolvimento de sistemas para TV Digital.

Leia mais

Ambiente de Aprendizagem Moodle FPD Manual do Aluno

Ambiente de Aprendizagem Moodle FPD Manual do Aluno Ambiente de Aprendizagem Moodle FPD Manual do Aluno Maio 2008 Conteúdo 1 Primeiros passos...4 1.1 Tornando-se um usuário...4 1.2 Acessando o ambiente Moodle...4 1.3 O ambiente Moodle...4 1.4 Cadastrando-se

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 9 Telecomunicações e Rede Interconectando a Empresa Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob

Leia mais

Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa

Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa Mariana da Rocha C. Silva Mariana C. A. Vieira Simone C. Marconatto Faculdade de Educação-Unicamp Educação e Mídias

Leia mais

Unidade I TECNOLOGIA. Material Instrucional. Profª Christiane Mazur

Unidade I TECNOLOGIA. Material Instrucional. Profª Christiane Mazur Unidade I TECNOLOGIA EDUCACIONAL EM EAD Material Instrucional Profª Christiane Mazur Ensinar Ensinar é, também, a arte de estimular o desejo de saber. EAD - Brasil 1904: Correspondência impressos; 1923:

Leia mais

A escolha do padrão de TV digital no Brasil

A escolha do padrão de TV digital no Brasil OPINIÃO A escolha do padrão de TV digital no Brasil Wellington Pereira A televisão sempre foi objeto de cobiça e esteve presente, com destaque, nos lares dos brasileiros. Mais de 90% das residências no

Leia mais

Sheet1. Criação de uma rede formada por tvs e rádios comunitárias, para acesso aos conteúdos

Sheet1. Criação de uma rede formada por tvs e rádios comunitárias, para acesso aos conteúdos Criação de um canal de atendimento específico ao público dedicado ao suporte de tecnologias livres. Formação de comitês indicados por representantes da sociedade civil para fomentar para a ocupação dos

Leia mais

Palavras-chave: Mercado Publicitário. Publicidade e Propaganda. TV Digital.

Palavras-chave: Mercado Publicitário. Publicidade e Propaganda. TV Digital. 8 1ª Jornada Científica de Comunicação Social A pesquisa em Comunicação: tendências e desafios O ADVENTO DA TV DIGITAL E A PRODUÇÃO DE CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS UM ESTUDO ENFOCANDO AS PERSPECTIVAS FUTURAS

Leia mais

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática Serviço Público Manutenção e Suporte em Informática Wilson Pedro Coordenador do Curso de Serviço Público etec_sp@ifma.edu.br Carla Gomes de Faria Coordenadora do Curso de Manutenção e Suporte em Informática

Leia mais

AMBIENTAÇÃO EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E AÇÃO TUTORIAL AULA 01: AMBIENTAÇÃO TÓPICO 03: HISTÓRIA E FUNDAMENTOS DA EAD VERSÃO TEXTUAL DO FLASH Você conhece a origem da Educação a Distância? Como se iniciaram

Leia mais

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.br RESUMO A tele-medição de

Leia mais

3.2 MATERIAL DIDÁTICO

3.2 MATERIAL DIDÁTICO A comparação do presencial e do virtual: um estudo de diferentes metodologias e suas implicações na EAD André Garcia Corrêa andregcorrea@gmail.com Universidade Federal de São Carlos Resumo. O presente

Leia mais

Entrevista da Professora Rosa Trombetta à rádio Jovem Pan.

Entrevista da Professora Rosa Trombetta à rádio Jovem Pan. Entrevista da Professora Rosa Trombetta à rádio Jovem Pan. A Professora Rosa Trombetta, Coordenadora de Cursos da FIPECAFI aborda o assunto elearning para os ouvintes da Jovem Pan Online. Você sabe o que

Leia mais

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 462, de 10/09/2012. VIGÊNCIA: 10/09/2012 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 1/6 ÍNDICE

Leia mais

TEC - EAD PRESSUPOSTOS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: CONCEPÇÕES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS

TEC - EAD PRESSUPOSTOS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: CONCEPÇÕES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS TEC - EAD PRESSUPOSTOS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: CONCEPÇÕES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS O que é mesmo Educação a Distância (EAD)? Você está fazendo um curso a distância, mas já parou para pensar no conceito

Leia mais

EaD como estratégia de capacitação

EaD como estratégia de capacitação EaD como estratégia de capacitação A EaD no processo Ensino Aprendizagem O desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação (tics) deu novo impulso a EaD, colocando-a em evidência na última

Leia mais

Jornalismo Multiplataforma. Tecnologias Redes e Convergência. eduardo.barrere@ice.ufjf.br

Jornalismo Multiplataforma. Tecnologias Redes e Convergência. eduardo.barrere@ice.ufjf.br Jornalismo Multiplataforma Tecnologias Redes e Convergência eduardo.barrere@ice.ufjf.br Panorama Em 2011, a TV atingiu 96,9% (http://www.teleco.com.br/nrtv.asp) TV Digital Uma novidade???? TV Digital Resolve

Leia mais

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis 2.1. Histórico e Evolução dos Sistemas Sem Fio A comunicação rádio móvel teve início no final do século XIX [2], quando o cientista alemão H. G. Hertz demonstrou que as

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA BIBLIOTECA VIRTUAL DO INSTITUTO CEPA: RELATO DA EXPERIÊNCIA 1. Ilmar Borchardt Amélia Silva de Oliveira Danilo Pereira Édina Nami Regis

IMPLANTAÇÃO DA BIBLIOTECA VIRTUAL DO INSTITUTO CEPA: RELATO DA EXPERIÊNCIA 1. Ilmar Borchardt Amélia Silva de Oliveira Danilo Pereira Édina Nami Regis IMPLANTAÇÃO DA BIBLIOTECA VIRTUAL DO INSTITUTO CEPA: RELATO DA EXPERIÊNCIA 1 Ilmar Borchardt Amélia Silva de Oliveira Danilo Pereira Édina Nami Regis Resumo Descreve a implantação da Biblioteca Virtual

Leia mais

AV@S: UMA SOLUÇÃO PARA GESTÃO DE EAD BASEADA NA INTEGRAÇÃO DE INSTALAÇÕES MOODLE

AV@S: UMA SOLUÇÃO PARA GESTÃO DE EAD BASEADA NA INTEGRAÇÃO DE INSTALAÇÕES MOODLE 1 AV@S: UMA SOLUÇÃO PARA GESTÃO DE EAD BASEADA NA INTEGRAÇÃO DE INSTALAÇÕES MOODLE Salvador BA 05/2012 Categoria: Métodos e Tecnologias Setor Educacional: Educação Média e Tecnológica Classificação das

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM PROPRIEDADE INTELECTUAL E INOVAÇÃO

ESPECIALIZAÇÃO EM PROPRIEDADE INTELECTUAL E INOVAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM PROPRIEDADE INTELECTUAL E INOVAÇÃO CONCEPÇÃO DO CURSO O curso de Pós-graduação Lato Sensu Especialização em Propriedade Intelectual e Inovação faz parte do Programa de Capacitação dos

Leia mais

**Graduandas em Turismo - Universidade Federal de Minas Gerais babicddelgado@gmail.com; carinafneves@hotmail.com; nilleeee@hotmail.

**Graduandas em Turismo - Universidade Federal de Minas Gerais babicddelgado@gmail.com; carinafneves@hotmail.com; nilleeee@hotmail. EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA: OS SOFTWARES LIVRES COMO MEIOS DE ACESSO À GRADUAÇÃO DE TURISMO* Bárbara Cardoso Delgado Carina Fernandes Neves Janille de Oliveira Morais RESUMO Pretende-se delinear uma análise

Leia mais

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. A Revolução do Ensino a Distância

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. A Revolução do Ensino a Distância SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ A Revolução do Ensino a Distância Enir da Silva Fonseca Coordenador de Pólo EAD Campus Guarujá UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto

Leia mais

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem 2.1 Introdução Caro Pós-Graduando, Nesta unidade, abordaremos o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) que será utilizado no curso: o Moodle. Serão

Leia mais

AUTOR(ES): EDUARDO COSTA LOPES DA SILVA JUNIOR, CAIO CESAR DUARTE DE CARVALHO, OSMAR DA SILVA MOTTA JUNIOR

AUTOR(ES): EDUARDO COSTA LOPES DA SILVA JUNIOR, CAIO CESAR DUARTE DE CARVALHO, OSMAR DA SILVA MOTTA JUNIOR TÍTULO: SISTEMA PARA GERENCIAMENTO DE TEATROS DIONÍSIO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA AUTOR(ES): EDUARDO COSTA LOPES DA

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

ENSINO A DISTÂNCIA NA WEB : UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO

ENSINO A DISTÂNCIA NA WEB : UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO 1 ENSINO A DISTÂNCIA NA WEB : UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO CELINA APARECIDA ALMEIDA PEREIRA ABAR Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Brasil abarcaap@pucsp.br - VIRTUAL EDUCA 2003-1 INTRODUÇÃO

Leia mais

DIFERENCIAIS SERVIÇOS. 1. Desenvolvimento De Sites Personalizados

DIFERENCIAIS SERVIÇOS. 1. Desenvolvimento De Sites Personalizados DIFERENCIAIS Acredito que o desenvolvimento de soluções para Internet não é um trabalho qualquer, deve-se ter certa experiência e conhecimento na área para projetar sistemas que diferenciem você de seu

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação I

Administração de Sistemas de Informação I Administração de Sistemas de Informação I Prof. Farinha Aula 03 Telecomunicações Sistemas de Telecomunicações 1 Sistemas de Telecomunicações Consiste de Hardware e Software transmitindo informação (texto,

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA EXPERIÊNCIA PROMISSORA

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA EXPERIÊNCIA PROMISSORA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA EXPERIÊNCIA PROMISSORA Maria Inês Franco Motti Sonia Maria José Bombardi Fundacentro Fundação Jorge Duprat de Segurança e Medicina do Trabalho O mundo

Leia mais

OS FORMATOS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

OS FORMATOS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD se diversifica e assume modelos de aprendizagem que atendem a necessidades específicas do mundo corporativo Quem conhece pouco sobre Educação a Distância tem a sensação de que estudar de maneira não

Leia mais

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail. Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.com Perspectivas de análise: EAD e mudança Perspectivas de análise:

Leia mais

Índice. Introdução... 3 Conhecendo Ambiente de estudo... 4

Índice. Introdução... 3 Conhecendo Ambiente de estudo... 4 Página 1 Índice Introdução... 3 Conhecendo Ambiente de estudo... 4 O QUE É EDUCAÇÃO A DISTANCIA (EAD)?... 4 O que é necessário para estudar em ead?... 4 Quais são as vantagens de estudar a distância?...

Leia mais

2.2.5. Questionário a ser Respondido Pelos Estudantes em EaD.

2.2.5. Questionário a ser Respondido Pelos Estudantes em EaD. 2.2.5. Questionário a ser Respondido Pelos Estudantes em EaD. Este questionário é um instrumento de coleta de informações para a realização da auto avaliação da UFG que tem como objetivo conhecer a opinião

Leia mais

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DO SOFTWARE DE GESTÃO DE PROJETOS DOTPROJECT NA PRODUÇÃO DE MATERIAIS MULTIMÍDIA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DO SOFTWARE DE GESTÃO DE PROJETOS DOTPROJECT NA PRODUÇÃO DE MATERIAIS MULTIMÍDIA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD 1 UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DO SOFTWARE DE GESTÃO DE PROJETOS DOTPROJECT NA PRODUÇÃO DE MATERIAIS MULTIMÍDIA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD Serra, 05/2009 Saymon Castro de Souza Ifes saymon@ifes.edu.br

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD 1. O que é EAD? EAD é a sigla para Ensino a Distância, ou Educação a Distância, uma modalidade de ensino que acontece a partir da união

Leia mais

Estamos muito felizes por compartilhar com você este novo serviço educacional do Centro Universitário de Patos de Minas.

Estamos muito felizes por compartilhar com você este novo serviço educacional do Centro Universitário de Patos de Minas. PALAVRA DO COORDENADOR Estimado, aluno(a): Seja muito bem-vindo aos Cursos Livres do UNIPAM. Estamos muito felizes por compartilhar com você este novo serviço educacional do Centro Universitário de Patos

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Precisamos reinventar a forma de ensinar e aprender, presencial e virtualmente, diante de tantas mudanças na sociedade e no mundo do trabalho. Os modelos tradicionais

Leia mais

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF 1 SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF Fortaleza CE Junho/2009 Karla Angélica Silva do Nascimento - Faculdade Integrada da Grande Fortaleza karla@fgf.edu.br

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE*

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE* 1 O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE* Resumo Este trabalho se propõe a analisar o curso de extensão universitária CESB (Curso de Espanhol Básico) para

Leia mais

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3 1 DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS Maio/2005 216-TC-C3 José Antonio Gameiro Salles UNISUAM / CCET / Desenv. de Softwares & UNISUAM/LAPEAD - antoniosalles@gmail.com

Leia mais

Formação de recursos humanos em saúde: tecnologias de informação e comunicação como recurso didático no Programa FAIMER Brasil

Formação de recursos humanos em saúde: tecnologias de informação e comunicação como recurso didático no Programa FAIMER Brasil ARTIGO Formação de recursos humanos em saúde: tecnologias de informação e comunicação como recurso didático no Programa FAIMER Brasil AUTORES Vera Lúcia Garcia Dra. em Distúrbios da Comunicação Humana

Leia mais

Documento de Visão. O sistema atual se baseia no método padrão de ensino, onde a presença física dos alunos é essencial para um bom aprendizado.

Documento de Visão. O sistema atual se baseia no método padrão de ensino, onde a presença física dos alunos é essencial para um bom aprendizado. UFF Universidade Federal Fluminense Instituto de Computação Engenharia de Software II Professora: Bianca Zadrozny 1º Trabalho Prático: Documento de Visão Alunos: Diego Soares, Felipe Maia e Leandro Feijó.

Leia mais

Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes

Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes Sumário INFORMAÇÕES GERAIS... 1 SYMANTEC UNIVERSITY PARA PARCEIROS... 1 TREINAMENTO... 2 SERVIÇO DE INFORMAÇÕES... 4 COLABORAÇÃO... 5 Informações

Leia mais

FACULDADE ZACARIAS DE GÓES

FACULDADE ZACARIAS DE GÓES FACULDADE ZACARIAS DE GÓES DIEGO DE JESUS BONFIM EDUCAÇÃO ONLINE Valença Bahia Dezembro 2011 DIEGO DE JESUS BONFIM EDUCAÇÃO ONLINE Resenha a ser apresentada como avaliação da disciplina EAD em Ambiente

Leia mais

Palavras-chave: Fisioterapia; Educação Superior; Tecnologias de Informação e Comunicação; Práticas pedagógicas.

Palavras-chave: Fisioterapia; Educação Superior; Tecnologias de Informação e Comunicação; Práticas pedagógicas. A INTERAÇÃO DOS PROFESSORES DO CURSO DE FISIOTERAPIA COM AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO PEDAGÓGICO Heloisa Galdino Gumueiro Ribeiro 1, Prof. Dirce Aparecida Foletto De Moraes 2

Leia mais

Módulo II - Aula 3 Comunicação

Módulo II - Aula 3 Comunicação Módulo II - Aula 3 Comunicação O surgimento da comunicação entre as pessoas por meio de computadores só foi possível após o surgimento das Redes de Computadores. Na aula anterior você aprendeu sobre a

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social O SISTEMA DE RÁDIO DIGITAL: A MODERNIZAÇÃO DO M.C.M. MAIS POPULAR DO PLANETA Texto redigido para embasar apresentação de seminário na

Leia mais

1. Capacitação Docente em Informática na Educação

1. Capacitação Docente em Informática na Educação DO EDITOR DE TEXTOS A PLATAFORMA MOODLE: UM PROJETO PILOTO INOVADOR DE CAPACITAÇÃO DOCENTE CONSTRUCIONISTA EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Maria Beatriz

Leia mais

A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS

A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS São Paulo SP Maio 2012 Setor Educacional Educação Corporativa Classificação das Áreas

Leia mais

Primeiro Técnico TIPOS DE CONEXÃO, BANDA ESTREITA E BANDA LARGA

Primeiro Técnico TIPOS DE CONEXÃO, BANDA ESTREITA E BANDA LARGA Primeiro Técnico TIPOS DE CONEXÃO, BANDA ESTREITA E BANDA LARGA 1 Banda Estreita A conexão de banda estreita ou conhecida como linha discada disponibiliza ao usuário acesso a internet a baixas velocidades,

Leia mais

NET, Claro e Embratel se unem para transformar a oferta de telecomunicações e entretenimento no Brasil

NET, Claro e Embratel se unem para transformar a oferta de telecomunicações e entretenimento no Brasil NET, Claro e Embratel se unem para transformar a oferta de telecomunicações e entretenimento no Brasil Empresas investem na integração das suas redes e lançam a mais completa oferta convergente de serviços

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL SÃO VICENTE DE PAULO Ensino Fundamental, Médio e Normal PROJETO RÁDIO VOZES

COLÉGIO ESTADUAL SÃO VICENTE DE PAULO Ensino Fundamental, Médio e Normal PROJETO RÁDIO VOZES COLÉGIO ESTADUAL SÃO VICENTE DE PAULO Ensino Fundamental, Médio e Normal PROJETO RÁDIO VOZES IRATI 2005 RESUMO Dentro do Programa Ética e Cidadania Ensino Médio Construindo Valores na Escola, o Projeto

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2013. Lançamento da Coleta. Rio de Janeiro, 29/10/2013 1

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2013. Lançamento da Coleta. Rio de Janeiro, 29/10/2013 1 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2013 Lançamento da Coleta Rio de Janeiro, 29/10/2013 1 A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD investiga anualmente, de forma permanente: características

Leia mais

Software Tutorial sobre Sistema Solar

Software Tutorial sobre Sistema Solar Software Tutorial sobre Sistema Solar Alan Correa, Antônio Rocir, Sandro Niederauer Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de maio, 141 95520-000 Osório RS Brasil {sandroniederauer, alan.sms}@hotmail.com,

Leia mais