DSATAR. Divisão de Formação e Associativismo Formação Profissional. Norma orientadora nº06/2009

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1 DSATAR Divisão de Formação e Associativismo Formação Profissional Norma orientadora nº06/2009 Assunto: Reconhecimento de formadores para apoio às sessões de formação prática do Curso de Operador de Máquinas Agrícolas. 1 Objectivo Definir e harmonizar o procedimento de reconhecimento de formadores para as sessões de formação prática nos Cursos de Operadores de Máquinas Agrícolas. 2 Fundamentação/justificação O Despacho nº18692/98 de 28/10, com a alteração introduzida pelo Despacho nº21916/2003 de 13/11, aprova os termos de homologação dos Cursos de Operadores de Máquinas Agrícolas e o respectivo regulamento. O número III do Regulamento constante do Despacho nº18692/98 de 28/10 estabelece que a formação prática dos Cursos de Operadores de Máquinas Agrícolas deve ser assegurada por dois formadores em simultâneo. Constata-se actualmente algum défice de formadores, que possam responder a procura existente, tornando mais difícil assegurar o critério de dois formadores nas sessões práticas de cada curso, determinada pelo regulamento do curso. Simultaneamente verifica-se alguma dificuldade em promover a formação de novos formadores, essencialmente pela inexistência de financiamento para este tipo de formação. Importa, pelas razões indicadas e visando colmatar a lacuna identificada, promover a integração como formadores em sessões práticas, a práticos e peritos em condução e operação de máquinas agrícolas, que não cumprindo todos os critérios exigidos para serem reconhecidos como formadores, sem prejuízo da qualidade, possam ser reconhecidos como segundos formadores para monitorar sessões práticas, sob a orientação de um formador reconhecido. 3. Procedimento Tendo em conta o referido nos pontos anteriores, para além dos formadores reconhecidos como formadores de COMA e que cumprem os critérios definidos no Despacho nº18692/98

2 de 28/10, poderão passar a ser reconhecidos como segundo formador para as sessões /de formação prática dos COMA, os práticos, peritos, técnicos ou profissionais que o requeiram e cumpram as disposições e critérios que se estabelecem nas orientações seguintes: 3.1 Condições requeridas para reconhecimento como formador de sessões de formação prática em COMA Consideram-se condições mínimas requeridas para ser reconhecido como formador de apoio às sessões práticas (segundo formador) sob a orientação de um formador de mecanização, conforme o disposto no número III do regulamento constante do Despacho nº18692/98 de 28/10, as seguintes: Habilitações escolares 9º ano de escolaridade (escolaridade equivalente ao nível 2 da qualificação de saída); Habilitações profissionais ter o Curso base de mecanização ou formação profissional equivalente reconhecida pela DGADR; Habilitações pedagógicas ter Certificado de Aptidão Profissional como formador; Experiência possuir experiência formativa na área da formação profissional em mecanização agrícola ou experiência profissional como operador de máquinas agrícolas, de pelo menos três anos e sem registos de avaliação negativos Instrução do processo de reconhecimento como segundo formador para as sessões de formação prática de COMA O processo de reconhecimento a apresentar pelo interessado deve ser instruído com os seguintes documentos: Requerimento do interessado, com a sua identificação, em como pretende ser reconhecido como formador para apoio às sessões de formação prática do Curso de Operador de Máquinas Agrícolas; Cópia do documento de identificação; Curriculum vitae; Comprovativo das habilitações escolares; Comprovativos da formação profissional adquirida na área da mecanização; Certificado de Aptidão Profissional de Formador; Comprovativos de experiência formativa (declarações das entidades formadoras); Comprovativos de experiência profissional (declarações das entidades empregadoras). Os originais dos documentos indicados podem ser substituídos por cópias autenticadas. 2

3 O requerimento e o respectivo processo devem ser apresentados na DRAP onde o formador pretenda exercer a sua actividade ou na DGADR, se a sua actividade for exercida em mais do que uma região. 3.3 Apreciação e decisão do processo O processo deve ser analisado pelos serviços da formação profissional das DRAP ou da DGADR, no prazo máximo de 15 dias úteis a contar da recepção, submetido a decisão superior. Caso da análise do processo resultem dúvidas quanto à competência técnica e/ou pedagógica, poderá ser proposta à consideração superior uma avaliação do requerente com base em provas de avaliação de conhecimentos e de desempenho, perante um júri constituído por técnicos da área da mecanização e formadores de COMA. Os resultados das provas serão submetidos à consideração superior, e em caso de aprovação, se reunidas as restantes condições, proceder-se-á ao reconhecimento como segundo formador para as sessões práticas, nos termos da presente Norma. A DRAP ou a DGADR emitirão uma declaração nos termos do Anexo 1 à presente Norma Orientadora. A declaração deve indicar os módulos para os quais o requerente pode ser formador nas práticas. Essa indicação é feita em função da formação e experiência que dispõe nas respectivas temáticas. A declaração tem uma validade de três anos. No termo da validade da declaração o interessado deverá requerer a sua renovação, devendo para o efeito apresentar novo requerimento e juntar a documentação comprovativa da formação entretanto adquirida, da experiência formativa e profissional realizada e de outros elementos que considere útil para a decisão. A renovação da declaração é concedida a quem cumpra os seguintes critérios: Tenha obtido formação de actualização em mecanização com uma duração mínima de 60 horas; 3

4 Tenha realizado formação em COMA com uma duração não inferior a 300 horas; Não tenha registado no seu processo avaliações negativas; Disponha de CAP de Formador actualizado. 3.4 Informação sobre os formadores reconhecidos As DRAP e a DGADR deverão divulgar entre si e às entidades formadoras os formadores reconhecidos, utilizando designadamente os sites dos organismos. Os formadores reconhecidos pelos organismos indicados no ponto 3.2, são igualmente reconhecidos pelos restantes. 3.5 Aplicação da Norma A presente Norma é aplicável às acções de formação homologadas desde o início do corrente ano. Os formadores candidatos ao reconhecimento estabelecido na presente Norma poderão, se o solicitarem, obtê-lo reportado á data em que reúnem de todos as condições constantes do anterior ponto Anexos Constitui anexo à presente Norma Orientadora: Declaração-tipo de reconhecimento como segundo formador para as sessões de formação prática em COMA. DSATAR/Divisão de Formação e Associativismo Lisboa, 06 de Agosto de

5 ANEXO 1 DECLARAÇÃO Declara-se que , nascido em ---/-----/------, natural de , portador do Documento de Identificação nº , dispõe de competências para ser formador de apoio às sessões práticas (segundo formador) sob a orientação de um formador de mecanização reconhecido pelo MADRP, no âmbito do número III do Regulamento constante do Despacho nº18692/98 de 28 de Outubro. Nesta qualidade, poderá monitorar sob orientação, as sessões práticas dos seguintes módulos do Curso de Operador de Máquinas Agrícolas:... Poderá igualmente monitorar sob orientação as sessões práticas das seguintes UFCD do Catálogo nacional de Qualificações, inseridas num COMA, reconhecido pelo MADRP: A presente declaração é válida até -- de de , 00 de de O Director ,

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