Aplicação dos Regulamentos UE sobre Coordenação de Segurança Social Regs. ns. 883/2004 (RB) e 987/2009 (RA)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aplicação dos Regulamentos UE sobre Coordenação de Segurança Social Regs. ns. 883/2004 (RB) e 987/2009 (RA)"

Transcrição

1 Aplicação dos Regulamentos UE sobre Coordenação de Segurança Social Regs. ns. 883/2004 (RB) e 987/2009 (RA) 26 de maio de 2014 (Braga - AIMinho) (artigos 11.º a 16.º RB e 14.º a 21.º RA)

2 Regras gerais (Artigo 11.º RB) n.º 1 - princípio da unicidade da legislação aplicável (as pessoas a quem o Reg.º se aplica apenas estão sujeitas à legislação de um único EM) n.º 3 - princípio da lex loci laboris - aplicável lei do local (EM) do exercício da atividade conceito de atividade por conta de outrem e por conta própria artigo 1.º, alíneas a) e b), RB

3 Regras especiais Artigos 12.º e 13.º RB e Artigo 14.º RA Decisões da CA: Decisão A1 relativa à instituição de um procedimento de diálogo e conciliação referente à validade dos documentos, à determinação da legislação aplicável e à concessão de prestações ao abrigo do RB; Decisão A2 relativa à interpretação do artigo 12.º RB, no que diz respeito à legislação aplicável aos trabalhadores destacados e aos trabalhadores por conta própria que exercem temporariamente uma atividade fora do EM competente; Decisão A3 relativa à totalização de períodos ininterruptos de destacamento cumpridos ao abrigo do Regulamento (CEE) n.º 1408/71 e do Regulamento (CE) nº 883/2004 prejudicada Guia Prático relativo à legislação aplicável (atualizado em inglês; versão PT anterior Reg 465/2012 e nova Parte III (resid) Documento Portátil A 1 Requerimentos: Modelos para aplicação dos Artigos 12.º a 16.º RB

4 Regras especiais Artigo 12.º, n.º 1, RB (redação Reg. 465/2012) Destacamento - o TCO que exerça atividade num EM, ao serviço de empregador que normalmente exerça as suas atividades nesse EM, e que seja destacado por esse empregador para realizar um trabalho por conta do mesmo empregador noutro EM, mantém-se sujeito à legislação do primeiro EM desde que duração previsível do trabalho não exceda 24 meses e não seja enviado em substituição de outro trabalhador destacado

5 Destacamento Critérios a observar (artigo 14.º RA + Decisão A2): o empregador deve exercer normalmente as suas atividades no Estado de envio, ou seja, deve executar geralmente atividades substanciais que não sejam atividades de mera gestão interna no EM onde está estabelecido O trabalhador vai realizar um trabalho noutro EM por conta do seu empregador, ou seja, tem de existir, durante todo o período de destacamento, um vínculo orgânico entre o empregador e o trabalhador destacado natureza temporária até 24 meses o trabalhador não pode ser enviado em substituição de outro trabalhador, ou seja, os trabalhadores destacados não podem ser utilizados para suprir as necessidades permanentes de pessoal de empresas ou contratos, nomeadamente através de envios sucessivos de trabalhadores diferentes para os mesmos postos de trabalho e para os mesmos fins Em circunstâncias excecionais, é possível substituir uma pessoa que já tenha sido destacada, na condição de que ainda não tenha sido esgotado o período permitido para o destacamento. Pode dar-se uma situação desse tipo, por exemplo, se um trabalhador destacado por um período de 20 meses contrair uma doença grave ao fim de 10 meses e precisar de ser substituído. Nessa situação, seria razoável autorizar o destacamento de outra pessoa pelos 10 meses remanescentes.

6 Atividades substanciais Elementos a ter em conta (Decisão A2): o lugar da sede da empresa e da sua administração; o efetivo de pessoal administrativo da empresa que trabalha no EM de envio e no EM de destino a presença exclusiva de pessoal administrativo no EM de envio exclui o destacamento o lugar onde o trabalhador destacado é recrutado e o lugar onde é celebrada a maior parte dos contratos com os clientes; o direito aplicável aos contratos celebrados pela empresa com clientes e trabalhadores; o número de contratos executados no EM de envio e no EM de emprego;

7 Actividades substanciais (Cont.) o volume de negócios realizado pela empresa no EM de envio e no EM de emprego durante um período suficientemente significativo (volume negócios no EM de envio de aproximadamente 25% do volume de negócios total da empresa pode ser um indicador suficiente, mas os casos em que volume de negócios é inferior a 25% exigem maior escrutínio) - avaliação volume de negócios com base contas publicadas da empresa relativas aos 12 meses anteriores; empresas recém-fundadas - desde o início da atividade (ou um período mais curto, caso seja mais representativo da atividade da empresa) há quanto tempo uma empresa está estabelecida no EM de envio. verificar se empregador que solicita destacamento é, efetivamente, o empregador dos trabalhadores em causa - importante quando empregador tem um quadro de pessoal composto por pessoal efetivo e temporário Lista não exaustiva seleção dos critérios deve ser adaptada a cada caso concreto e ter em conta a natureza real das atividades da empresa no EM onde está estabelecida

8 Vínculo orgânico Elementos a ter em conta (Decisão A2): Deve continuar a caber à empresa destacante a responsabilidade pelo recrutamento e pela elaboração do contrato de trabalho que deve continuar aplicável durante todo o período de destacamento; o poder de cessação do contrato de trabalho (despedimento); o poder de determinar a natureza, em termos gerais, do trabalho realizado pelo trabalhador destacado (produto final desse trabalho ou serviço básico a prestar); a obrigação de remuneração do trabalhador (sem prejuízo de eventuais acordos entre o empregador no EM de envio e a empresa no EM de emprego quanto à forma de processamento dos pagamentos ao trabalhador); o poder de aplicar sanções disciplinares ao trabalhador.

9 Trabalhadores recrutados para serem destacados Critério a ter em conta para além das restantes condições aplicáveis ao destacamento: imediatamente antes do início da sua atividade a pessoa destacada estar já inscrita no sistema de segurança social do EM em que o respetivo empregador está estabelecido há, pelo menos, um mês Períodos mais curtos - avaliação caso a caso (Art.º 14.º, n.º 1, RA, Decisão n.º A2)

10 Destacamento do trabalhador para exercer atividade sucessiva ou simultaneamente em várias empresas no EM emprego (Decisão A2) elemento essencial e decisivo - o trabalho continua a ser realizado por conta da empresa destacante - verificar a existência e a continuação, ao longo do período de destacamento, do vínculo orgânico entre o trabalhador destacado e a empresa destacante Destacamentos sucessivos (Decisão A2) Para o mesmo EM - possível se houver uma interrupção de, pelo menos, 2 meses entre os diversos destacamentos e desde que subsista o vínculo orgânico (curta interrupção devido férias, doença, formação, não é interrupção do destacamento) Para EM diferentes - novos destacamentos autónomos Distinção destacamento / atividades em 2 ou mais EM é determinante a duração da atividade, temporária ou permanente, noutro(s) EM avaliação global, incluindo local de trabalho definido no contrato para TCO (artigo 14.º, n.º 7, RA)

11 Quando não pode haver destacamento (Decisão A2) a empresa para a qual o trabalhador foi destacado coloca-o à disposição de outra empresa no EM em que ela está situada; a empresa para a qual o trabalhador foi destacado coloca-o à disposição de uma empresa situada noutro EM; o trabalhador é recrutado num EM para ser enviado por uma empresa situada num segundo EM para uma empresa de um terceiro Estado-Membro, sem que tenha havido inscrição prévia no sistema de segurança social do EM de envio; o trabalhador é recrutado num EM por uma empresa situada num segundo EM para exercer uma atividade no primeiro EM; o trabalhador é destacado para substituir outra pessoa destacada, ainda que enviado por uma empresa diferente (dificuldades de controlo); o trabalhador celebra contrato de trabalho com empresa onde está destacado.

12 Regras especiais Art.º 12.º, n.º 2, RB TI que vai exercer atividade noutro EM O TI que exerça normalmente uma atividade num EM e que vá exercer uma atividade semelhante noutro EM continua sujeito à legislação do primeiro EM desde que a duração previsível da atividade não exceda 24 meses

13 Regras especiais (artigos 12.º RB e 14.º RA) o TI deve exercer normalmente as suas atividades no EM onde está estabelecido, ou seja, deve: - exercer, em geral, uma parte substancial das suas atividades no EM onde está estabelecido - ter exercido a sua atividade durante algum tempo antes da data em que pretende exercer uma atividade noutro EM (pelo menos, 2 meses, sem prejuízo de uma avaliação caso a caso com base em todos os restantes fatores) - continuar a cumprir, no EM onde está estabelecido, os requisitos necessários ao exercício da sua atividade a fim de poder prosseguila após o seu regresso (artigo 14, n.º 3, RA + Decisão A2)

14 Critérios a observar: Regras especiais (artigos 12.º RB e 14.º RA) ter um escritório no EM de envio; pagar impostos no EM de envio; ter um número de IVA no EM de envio; estar inscrito em câmaras de comércio ou organizações profissionais no EM de envio; ter uma carteira profissional no EM de envio. (Decisão A2)

15 Regras especiais (artigos 12.º RB e 14.º RA) Critérios a observar (Continuação): A atividade a exercer no outro EM deve ser semelhante à exercida no EM onde se encontra estabelecido Para determinar se a atividade é "semelhante" o TI deve comprovar, de preferência antes da partida, a natureza da atividade que vai desenvolver, apresentando, por ex, o(s) contrato(s) relativos a essa atividade Em geral, uma atividade por conta própria no mesmo sector será encarada como uma atividade "semelhante". No entanto, mesmo dentro de um mesmo sector, a atividade pode assumir formas muito diversas e nem sempre será possível aplicar esta regra (artigo 14.º, n.º 4, RA)

16 Deveres das partes / procedimentos Decisão A2 Instituição EM envio (CDSS): Emissão DP A1 informar empregador ou TI das condições em que poderão continuar sujeitos à sua legislação e da possibilidade de serem realizados controlos ao longo do período de destacamento, a fim de garantir o cumprimento dessas condições, como pagamento contrib e manutenção vínculo orgânico Instituições EMs envio e emprego: Individualmente ou cooperação iniciativas controlo das condições destacamento Em caso de divergência procedimento de diálogo e conciliação (Decisão A1 + Guia)

17 Deveres das partes / procedimentos Decisão A2 Notificação de alterações ocorridas durante o período de destacamento Trabalhador destacado e seu empregador devem informar EM envio de qualquer alteração durante o período de destacamento, nomeadamente: se destacamento solicitado acabou por não ocorrer ou terminou antes data prevista; se a atividade foi interrompida em circunstâncias diferentes das interrupções de curta duração inerentes a doença, férias, formação, etc.; se o trabalhador destacado foi afetado pelo seu empregador a outra empresa do EM envio, nomeadamente em caso de fusão ou transferência da empresa; Trabalhador por conta própria que vão exercer atividade temporária noutro EM devem também comunicar qualquer alteração ao EM envio

18 Regras especiais (artigos 13.º RB e 14.º RA, redacção Reg. 465/2012) Atividade por conta de outrem em dois ou mais EM

19 Regras especiais (artigos 13.º RB e 14.º RA, redacção Reg. 465/2012) Atividade por conta de outrem em dois ou mais EM a) Se exercer normalmente uma parte substancial da sua atividade no EM residência, fica sujeita à legislação desse EM (art.º 13.º, n.º 1, RB) Considera-se que exerce normalmente uma atividade por conta de outrem em 2 ou + EM quando exerce, para a mesma empresa ou empregador ou para várias empresas ou empregadores, uma ou mais atividades distintas em 2 ou + EM (art.º 14.º, n.º 5, RA) Por uma parte substancial da atividade entende-se uma grande parte das atividades que a pessoa exerce num EM sem que se trate necessariamente da maior parte dessas atividades; Critérios indicativos: tempo de trabalho e/ou remuneração - pelo menos, 25% no quadro de uma avaliação global situação previsível próximos 12 meses de um ano civil; Atividades marginais não são tidas em conta 5% tempo trabalho / rendimento global

20 Regras especiais (artigos 13.º RB e 14.º RA, redacção Reg. 465/2012) b) Se não exercer uma parte substancial da atividade no EM residência, fica sujeito: i) EM no qual empresa/empregador tem a sede ou centro de atividades, se depender de uma empresa ou empregador ii) EM no qual empregadores têm a sede ou centro de atividades, se depender 2 ou mais empregadores que tenham sede/centro atividades num único EM iii) EM no qual empregador tem sede / centro atividades, excluindo EM residência, se depender de 2 ou mais empregadores que tenham sede / centro atividades em 2 EM, um dos quais seja EM residência, ou iv) EM residência se depender de 2 ou mais empregadores e, pelo menos, 2 desses empregadores tiverem sede /centro atividades em diferentes EM, excluindo EM residência Atividades marginais não são tidas em conta (artigo 14.º, n.º 5-B)

21 Regras especiais (artigos 13.º RB e 14.º RA, redacção Reg. 465/2012) Atividade por conta própria em dois ou mais EM conceito de exercício normal de atividade por conta própria em 2 ou + EM exercício simultâneo ou alternado de uma ou + atividades distintas por conta própria, independentemente da natureza dessas atividades, em 2 ou + EM (artigo 14.º, n.º 6, RA) a) Se exercer normalmente uma parte substancial da sua atividade independente no EM residência, fica sujeito à legislação desse EM (art.º 13.º, n.º 2, al. a), RB)

22 Regras especiais (artigos 13.º RB e 14.º RA, redacção Reg. 465/2012) TCO e TI em EM diferentes (artigo 13.º, n.º 3, RB) Sujeição à legislação EM onde é TCO ou, se exercer atividade como TCO em 2 ou + EM, à legislação que resultar da aplicação das regras do n.º 1 do artigo 13.º (TCO em 2 ou + EM)

23 Procedimentos / Determinação provisória da leg aplicável (artigo 16.º RA) Pessoa interessada (em principio o trabalhador, mas pode ser a entidade empregadora): A pessoa que exerce atividade em 2 ou + EM deve informar a instituição designada do EM da residência (ISS/DPC) Se a pessoa não informar instituição designada do EM residência, esta determina oficiosamente, sem demora, a legislação aplicável logo que tenha conhecimento do facto, eventualmente através da instituição do outro EM

24 Procedimentos / Determinação provisória da leg aplicável (artigo 16.º RA) Instituição designada (ISS/DPC): determina sem demora e a título provisório a legislação aplicável com base artigos 13.º RB e 14.º RA informa instituições dos outros EM onde também é exercida atividade e o interessado (emite DP A1 provisório) a determinação torna-se definitiva no prazo de 2 meses, a não ser que a instituição do outro EM informe a instituição do EM da residência, até ao final do prazo de 2 meses, de que não aceita/discorda determinação/enquadramento Em casos de incerteza sobre determinação da leg aplicável, a pedido de um dos EM, leg aplicável determinada de comum acordo Em caso de divergência aplica-se artigo 6.º RA + Decisão A1 Interessado deve ser informado sobre determinação definitiva (DP A1 CDSS)

25 Determinação provisória da leg aplicável - regularização (artigo 6.º RA) Se a leg aplicável a título definitivo não é a do EM em que teve lugar a inscrição provisória, o EM definitivamente competente é considerado competente desde a inscrição provisória - efeitos retroativos No caso de recebimento contribuições provisórias - regularização -Capítulo III do Título IV RA (mediante compensação ou cobrança) Art.º 73.º, nº 2, RA - contribuições recebidas a título provisório são, em princípio, transferidas para a instituição definitivamente competente No caso de concessão de prestações imediatas (subsídio de doença, desemprego, prestações familiares) no EM com competência provisória - reembolso pelo EM definitivamente competente

26 Excepções (artigos 16.º RB e 18.º RA) Dois ou mais EM, as autoridades competentes desses EM ou os organismos designados por essas autoridades podem estabelecer, de comum acordo, excepções aos artigos 11.º a 15.º, no interesse de determinadas pessoas ou categorias de pessoas A pessoa que recebe uma pensão ou pensões devidas nos termos da legislação de um ou mais EM, que resida noutro EM, pode ser dispensada, a seu pedido, da aplicação da legislação deste último Estado, desde que não esteja sujeita a essa legislação devido ao exercício de uma actividade por conta de outrem ou por conta própria Pedidos devem ser apresentados previamente no EM cuja legislação a pessoa solicita que seja aplicada instituição designada ISS/DPC Situações futuras / regularização de situações existentes (efeitos retroact)

REGULAMENTOS. Jornal Oficial da União Europeia L 284/1. (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória)

REGULAMENTOS. Jornal Oficial da União Europeia L 284/1. (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória) 30.10.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 284/1 I (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória) REGULAMENTOS REGULAMENTO (CE) n. o 987/2009 DO PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 1971R1408 PT 28.04.2006 006.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B REGULAMENTO (CEE) N. o 1408/71 DO CONSELHO de 14 de Junho de 1971 relativo à aplicação

Leia mais

GUIA PRÁTICO REGIME DE LAYOFF

GUIA PRÁTICO REGIME DE LAYOFF Manual de GUIA PRÁTICO REGIME DE LAYOFF INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/20 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Regime de Layoff (6006 v1.15) PROPRIEDADE Instituto

Leia mais

GUIA PRÁTICO ACORDO DE SEGURANÇA SOCIAL ENTRE PORTUGAL E O BRASIL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO ACORDO DE SEGURANÇA SOCIAL ENTRE PORTUGAL E O BRASIL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO ACORDO DE SEGURANÇA SOCIAL ENTRE PORTUGAL E O BRASIL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Acordo de Segurança Social entre Portugal e o Brasil (N58 v1.1) PROPRIEDADE

Leia mais

Aspetos legislativos, no domínio sócio-laboral

Aspetos legislativos, no domínio sócio-laboral Aspetos legislativos, no domínio sócio-laboral Lei n.º 53/2011, de 14 de outubro, que procede à segunda alteração ao Código do Trabalho, aprovado em anexo à Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, estabelecendo

Leia mais

Programa INOV Contacto - Estágios Internacionais Edição 2013/14

Programa INOV Contacto - Estágios Internacionais Edição 2013/14 Programa INOV Contacto - Estágios Internacionais Edição 2013/14 Protocolo de Estágio Entre AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. e Entre PRIMEIRO: AICEP - Agência para

Leia mais

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 Projecto DECISÃO N. o / DO CONSELHO DE ASSOCIAÇÃO instituído pelo Acordo Euro-Mediterrânico que cria uma associação entre as Comunidades Europeias e

Leia mais

1. Supressão da distinção entre cuidados imediatamente necessários e cuidados necessários.

1. Supressão da distinção entre cuidados imediatamente necessários e cuidados necessários. CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 1a DOCUMENTO 1 DIRECTRIZES PARA A APLICAÇÃO UNIFORME DA ALÍNEA A), SUBALÍNEA I DO N.º 1 DO ARTIGO 22.º PELAS INSTITUIÇÕES DE SEGURANÇA SOCIAL DOS ESTADOS-MEMBROS Após a entrada

Leia mais

GUIA PRÁTICO BENEFICIÁRIOS DE ACORDOS INTERNACIONAIS VÍTIMAS DE ACIDENTE DE TRABALHO OU DE DOENÇA PROFISSIONAL

GUIA PRÁTICO BENEFICIÁRIOS DE ACORDOS INTERNACIONAIS VÍTIMAS DE ACIDENTE DE TRABALHO OU DE DOENÇA PROFISSIONAL GUIA PRÁTICO BENEFICIÁRIOS DE ACORDOS INTERNACIONAIS VÍTIMAS DE ACIDENTE DE TRABALHO OU DE DOENÇA PROFISSIONAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Beneficiários

Leia mais

Decreto n.º 33/95 Acordo Adicional à Convenção sobre Segurança Social entre Portugal e a Suíça

Decreto n.º 33/95 Acordo Adicional à Convenção sobre Segurança Social entre Portugal e a Suíça Decreto n.º 33/95 Acordo Adicional à Convenção sobre Segurança Social entre Portugal e a Suíça Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: Artigo único.

Leia mais

ACORDO SOBRE SEGURANÇA SOCIAL ENTRE PORTUGAL E O CANADÁ

ACORDO SOBRE SEGURANÇA SOCIAL ENTRE PORTUGAL E O CANADÁ Decreto n.º 34/81 Convenção sobre Segurança Social entre a República Portuguesa e o Canadá O Governo decreta, nos termos da alínea c) do artigo 200.º da Constituição, o seguinte: Artigo único. É aprovada

Leia mais

BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO

BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO Última atualização 15.04.2015 1 Tipos de bolsas 1.1 Quais os tipos de bolsas e montantes definidos no Regulamento das Bolsas? As bolsas distinguem-se de

Leia mais

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores Independentes

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores Independentes de Segurança Social Trabalhadores Independentes Ficha Técnica Autor: (DGSS) - Divisão dos Instrumentos Informativos - Direção de Serviços da Definição de Regimes Editor: DGSS Conceção Gráfica: DGSS / Direção

Leia mais

Incentivos à contratação

Incentivos à contratação Incentivos à contratação A empresa poderá beneficiar de incentivos quando pretende contratar novos trabalhadores. Os incentivos de que as empresas podem usufruir quando contratam novos trabalhadores podem

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE SEGURANÇA SOCIAL ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE ANGOLA

CONVENÇÃO SOBRE SEGURANÇA SOCIAL ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE ANGOLA Decreto n.º 32/2004 Aprova a Convenção sobre Segurança Social entre a República Portuguesa e a República de Angola, assinada em Luanda em 27 de Outubro de 2003 Tendo em conta que a República Portuguesa

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 273/XII/1.ª

PROJETO DE LEI N.º 273/XII/1.ª Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º 273/XII/1.ª ALTERA O REGIME JURIDICO DAS AMAS DE CRECHE FAMILIAR PERMITINDO A ESTAS TRABALHADORAS A FALSO RECIBO VERDE O ACESSO A CONTRATOS DE TRABALHO Exposição de

Leia mais

MINUTA CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO * MINUTA CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO POR TEMPO PARCIAL*

MINUTA CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO * MINUTA CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO POR TEMPO PARCIAL* ADVERTE-SE QUE A PRESENTE MINUTA CONSTITUI APENAS UM EXEMPLO PELO QUE DEVERÁ A MESMA SER ADAPTADA CASO A CASO, EM FUNÇÃO DO QUE, EM CONCRETO, FOR ACORDADO. MINUTA CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO * MINUTA

Leia mais

Tendo em conta que a República Portuguesa e a República Democrática de São Tomé e Príncipe gozam de excelentes relações bilaterais;

Tendo em conta que a República Portuguesa e a República Democrática de São Tomé e Príncipe gozam de excelentes relações bilaterais; Decreto n.º 24/2005 Aprova a Convenção sobre Segurança Social entre a República Portuguesa e a República Democrática de São Tomé e Príncipe, assinada em Lisboa em 17 de Fevereiro de 2004 Tendo em conta

Leia mais

Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015

Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015 SEGURANÇA SOCIAL Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015 Esta informação destina-se a que cidadãos Trabalhadores por conta de outrem Trabalhadores independentes Seguro social voluntário: Trabalhadores

Leia mais

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005

Leia mais

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Cartão Europeu de Seguro de Doença (N 39 - v4.12) PROPRIEDADE Instituto da Segurança

Leia mais

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE Data de emissão Janeiro 2005 Data de revisão Janeiro 2005 Autor GabIGT Acesso Público ÍNDICE Págs. 1. Quem é considerado trabalhador estudante? 3 2. Como se pode beneficiar

Leia mais

Decreto-Lei n.º 140-B/2010. de 30 de Dezembro

Decreto-Lei n.º 140-B/2010. de 30 de Dezembro Decreto-Lei n.º 140-B/2010 de 30 de Dezembro O presente decreto-lei é mais um passo no objectivo do Governo de reafirmar os princípios de convergência e universalização dos regimes de protecção social

Leia mais

Contratação. Contrato de trabalho

Contratação. Contrato de trabalho Contratação Contrato de trabalho O contrato de trabalho pode ser escrito ou verbal. Contudo, os seguintes contratos têm de ser reduzidos a escrito: Contrato de trabalho com trabalhador estrangeiro (exceto

Leia mais

Serviços de Acção Social da Universidade dos Açores Regras Técnicas 2008-2009/2009-2010

Serviços de Acção Social da Universidade dos Açores Regras Técnicas 2008-2009/2009-2010 Regras Técnicas 2008-2009/2009-2010 Considerando o regime de atribuição de bolsas de estudo a estudantes do Ensino Superior Público, determino os critérios e procedimentos técnicos a adoptar pelos Serviços

Leia mais

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A COORDENAÇÃO DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA SOCIAL Estatutos da Comissão Administrativa para a Coordenação dos Sistemas de Segurança

Leia mais

Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo. Documento de consulta

Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo. Documento de consulta Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo 1. Introdução Documento de consulta Em alguns Estados-Membros, as agências oficiais de crédito

Leia mais

652 Diário da República, 1.ª série N.º 21 30 de Janeiro de 2009

652 Diário da República, 1.ª série N.º 21 30 de Janeiro de 2009 652 Diário da República, 1.ª série N.º 21 30 de Janeiro de 2009 Profissional, I. P., ou de outras entidades com competências para o efeito. Artigo 18.º Frequência de segundo estágio Os desempregados que

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO

NORMAS DE FUNCIONAMENTO NORMAS DE FUNCIONAMENTO Preâmbulo O Voluntariado é uma actividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando de uma forma livre, responsável

Leia mais

CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV

CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV DOCUMENTO 3 DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS TITULARES DOS CARTÕES EUROPEUS DE SEGURO DE DOENÇA OU DE DOCUMENTOS EQUIVALENTES NA SEQUÊNCIA DAS ALTERAÇÕES DO PONTO I DA ALÍNEA A)

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS N. o 255 29 de Outubro de 2004 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 6443 MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS Decreto n. o 32/2004 de 29 de Outubro Tendo em conta que a República Portuguesa e a República de Angola

Leia mais

GUIA PRÁTICO REDUÇÃO DA TAXA CONTRIBUTIVA - APOIO AO EMPREGO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS INTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO REDUÇÃO DA TAXA CONTRIBUTIVA - APOIO AO EMPREGO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS INTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO REDUÇÃO DA TAXA CONTRIBUTIVA - APOIO AO EMPREGO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS INTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Redução da taxa contributiva - Apoio ao emprego

Leia mais

Direito a férias (art.ºs 237º ss do Código de Trabalho)

Direito a férias (art.ºs 237º ss do Código de Trabalho) Direito a férias (art.ºs 237º ss do Código de Trabalho) Nos termos do Código de Trabalho ( CT ) em vigor, aprovado pela Lei nº 07/2009 de 12/02, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 23/2012, de

Leia mais

CONVENÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA ÁUSTRIA EM MATÉRIA DE SEGURANÇA SOCIAL

CONVENÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA ÁUSTRIA EM MATÉRIA DE SEGURANÇA SOCIAL Decreto do Governo n.º 44/85 Convenção entre a República Portuguesa e a República da Áustria em Matéria de Segurança Social e o respectivo Protocolo Final, feitos em Viena em 18 de Abril de 1985 O Governo

Leia mais

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE. Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho)

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE. Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho) ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho) Artigo 17.º (Trabalhador-estudante) O disposto nos artigos 81.º e 84.º do Código do Trabalho assim como

Leia mais

Acordo sobre a Livre Circulação de Pessoas entre a União Europeia e a Suíça de 21/6/1999 - cuidados de saúde

Acordo sobre a Livre Circulação de Pessoas entre a União Europeia e a Suíça de 21/6/1999 - cuidados de saúde N/referência: DSNEC Circular no.2 Data: 11-01-2012 Áreas de interesse: Instrumentos internacionais de coordenação de legislações de segurança social Assunto: Acordo sobre a Livre Circulação de Pessoas

Leia mais

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/17 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pedido de

Leia mais

Condições Gerais EUROVIDA PPR

Condições Gerais EUROVIDA PPR Artigo Preliminar Entre a Eurovida, Companhia de Seguros S.A. e o Tomador de Seguro identificado nas Condições Particulares celebra-se o presente contrato de seguro individual que se regula pelas presentes

Leia mais

O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO. De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor

O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO. De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor O QUE DEVE SABER SOBRE NECESSIDADES DE RECORRER AO TRABALHO TEMPORÁRIO As Empresas de Trabalho

Leia mais

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III.1 Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

Decreto n.º 48/88 Acordo sobre Segurança Social entre Portugal e os Estados Unidos da América

Decreto n.º 48/88 Acordo sobre Segurança Social entre Portugal e os Estados Unidos da América Decreto n.º 48/88 Acordo sobre Segurança Social entre Portugal e os Estados Unidos da América Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: Artigo único.

Leia mais

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Cartão Europeu de Seguro de Doença (N 39 - v4.14) PROPRIEDADE Instituto da Segurança

Leia mais

Município de Arganil Câmara Municipal. Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil. Preâmbulo

Município de Arganil Câmara Municipal. Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil. Preâmbulo Município de Arganil Câmara Municipal Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil Preâmbulo A Lei nº 71/98, de 3 de Novembro, estabelece as bases do enquadramento jurídico do voluntariado, definindo-o

Leia mais

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prestações compensatórias dos subsídios

Leia mais

GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA

GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia

Leia mais

NOTA: ESTE DOCUMENTO DEVERÁ ESTAR EXPOSTO DE 15 DE ABRIL A 31 DE OUTUBRO

NOTA: ESTE DOCUMENTO DEVERÁ ESTAR EXPOSTO DE 15 DE ABRIL A 31 DE OUTUBRO Mapa de Férias O mapa de Férias tem que ser elaborado até ao dia 15 de Abril. O mapa de férias com a indicação do início e fim dos períodos de férias de cada trabalhador deve ser elaborado até ao dia 15

Leia mais

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Cartão Europeu de Seguro de Doença (N39 - v4.07) PROPRIEDADE Instituto da Segurança

Leia mais

As disposições comunitárias de segurança social

As disposições comunitárias de segurança social As disposições comunitárias de segurança social Os seus direitos quando se desloca no interior da União Europeia Emprego assuntos sociais Segurança social e integração social Comissão Europeia Direcção-Geral

Leia mais

Decreto Regulamentar n.º 12/83, de 12 de Fevereiro. Regulamenta a base de incidência das contribuições para a segurança social

Decreto Regulamentar n.º 12/83, de 12 de Fevereiro. Regulamenta a base de incidência das contribuições para a segurança social Decreto Regulamentar n.º 12/83, de 12 de Fevereiro Regulamenta a base de incidência das contribuições para a segurança social 1. A regulamentação vigente sobre a base de incidência das contribuições para

Leia mais

INFORMAÇÃO SOBRE GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSOS HUMANOS

INFORMAÇÃO SOBRE GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSOS HUMANOS INFORMAÇÃO SOBRE GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSOS HUMANOS Geral Empresa, corpos estatutários e empregados têm de estar inscritos na Segurança Social. Os corpos estatutários poderão ser dispensados dos

Leia mais

RITI - Regime do Iva nas Transações Intracomunitárias

RITI - Regime do Iva nas Transações Intracomunitárias RITI - Regime do Iva nas Transações Intracomunitárias CAPÍTULO I - INCIDÊNCIA ARTIGO 1º - Incidência objectiva INCIDÊNCIA - RITI Estão sujeitas a imposto sobre o valor acrescentado (IVA): a) As aquisições

Leia mais

DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993

DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993 DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993 SISTEMA DE EXERCÍCIO DO DIREITO DE VOTO E DE ELEGIBILIDADE NAS ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU DOS CIDADÃOS DA UNIÃO EUROPEIA RESIDENTES NUM ESTADO-MEMBRO DE QUE

Leia mais

L 375/12 Jornal Oficial da União Europeia 23.12.2004

L 375/12 Jornal Oficial da União Europeia 23.12.2004 L 375/12 Jornal Oficial da União Europeia 23.12.2004 DIRECTIVA 2004/114/CE DO CONSELHO de 13 de Dezembro de 2004 relativa às condições de admissão de nacionais de países terceiros para efeitos de estudos,

Leia mais

TRABALHO TEMPORÁRIO. Trabalho Temporário assenta numa relação triangular traduzida nos seguintes contratos:

TRABALHO TEMPORÁRIO. Trabalho Temporário assenta numa relação triangular traduzida nos seguintes contratos: TRABALHO TEMPORÁRIO O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Trabalho Temporário assenta numa relação triangular traduzida nos seguintes contratos: Contrato de Trabalho Temporário Celebrados entre Ou uma empresa de

Leia mais

Gabinetes dos Secretários de Estado do Orçamento e da Administração Pública DESPACHO

Gabinetes dos Secretários de Estado do Orçamento e da Administração Pública DESPACHO DESPACHO Para efeitos de apoio à implementação das medidas previstas na Lei do Orçamento do Estado para 2013, é aprovada a nota técnica em anexo, a qual deverá ser divulgada pela Direção Geral do Orçamento

Leia mais

Artigo 3º. Artigo 4º. Artigo 5º. Efeitos do certificado Sob reserva do artigo 4º, o certificado confere os mesmos direitos que os conferidos pela

Artigo 3º. Artigo 4º. Artigo 5º. Efeitos do certificado Sob reserva do artigo 4º, o certificado confere os mesmos direitos que os conferidos pela Regulamento (CE) nº 1610/96 do Parlamento Europeu e do Conselho de 23 de Julho de 1996 relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os produtos fitofarmacêuticos Jornal Oficial nº

Leia mais

Cartão Almodôvar Solidário. Regulamento Municipal

Cartão Almodôvar Solidário. Regulamento Municipal Cartão Almodôvar Solidário Regulamento Municipal junho de 2015 Regulamento do Cartão Almodôvar Solidário Proposta de Regulamento aprovada por Deliberação da Câmara Municipal, na Reunião Ordinária de 11

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 1997L0081 PT 25.05.1998 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições BDIRECTIVA 97/81/CE DO CONSELHO de 15 de Dezembro de 1997 respeitante ao acordo-quadro

Leia mais

CAPÍTULO I Âmbito e Vigência

CAPÍTULO I Âmbito e Vigência Acordo Coletivo de Entidade Empregadora Pública entre o Município de Vila do Porto e o STAL Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e

Leia mais

Registo da prestação de contas

Registo da prestação de contas 12) COMO É FEITO O REGISTO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ATRAVÉS DA IES? Uma das obrigações integradas na IES é o registo de prestação de contas. Isto significa que, as empresas têm simplesmente de entregar a

Leia mais

PARECER N.º 185/CITE/2013

PARECER N.º 185/CITE/2013 PARECER N.º 185/CITE/2013 I OBJETO A CITE recebeu um pedido de parecer sobre o assunto referido em epígrafe. A Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) tem por missão prosseguir a igualdade

Leia mais

GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL

GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Incapacidade Temporária por Doença Profissional (N07

Leia mais

(Actos não legislativos) REGULAMENTOS

(Actos não legislativos) REGULAMENTOS 23.4.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 102/1 II (Actos não legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO (UE) N. o 330/2010 DA COMISSÃO de 20 de Abril de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o

Leia mais

PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010

PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 17.6.2010 COM(2010) 315 final PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010 MAPA DE RECEITAS E DE DESPESAS POR SECÇÃO Secção II Conselho Europeu e Conselho

Leia mais

SEMINÁRIO SOBRE A NOVA LEI GERAL DO TRABALHO TEMA 2: MICRO, PEQUENA, MÉDIAS EMPRESAS E O CONTRATO DE TRABALHO

SEMINÁRIO SOBRE A NOVA LEI GERAL DO TRABALHO TEMA 2: MICRO, PEQUENA, MÉDIAS EMPRESAS E O CONTRATO DE TRABALHO SEMINÁRIO SOBRE A NOVA LEI GERAL DO TRABALHO TEMA 2: MICRO, PEQUENA, MÉDIAS EMPRESAS E O CONTRATO DE TRABALHO 1 I- INDÍCE I.INTRODUÇÃO II.REGIME JURIDICO DAS MICRO, PEQUENAS, MEDIAS EMPRESAS III.LEI GERAL

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR Regulamento de Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos da Direção-Geral do Ensino Superior (Aprovado por despacho, de 15 de junho de 2012, do Presidente do Conselho Diretivo da Fundação para

Leia mais

Orientação Normativa N.º 1/2004, de 20/02/2004 Módulo de Férias do Manual de Formação Técnica RH

Orientação Normativa N.º 1/2004, de 20/02/2004 Módulo de Férias do Manual de Formação Técnica RH ORIENTAÇÃO NORMATIVA N.º 2/2009 Data: 25 de Maio de 2009 RECURSOS HUMANOS Assunto: FÉRIAS Enquadramento Convencional e Legal: Acordo de Empresa Código do Trabalho Revogações: Orientação Normativa N.º 1/2004,

Leia mais

TABELA DE TAXAS E DEMAIS ENCARGOS A COBRAR PELOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PREVISTOS NA LEI Nº23/2007, DE 04 DE JULHO

TABELA DE TAXAS E DEMAIS ENCARGOS A COBRAR PELOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PREVISTOS NA LEI Nº23/2007, DE 04 DE JULHO TABELA DE TAXAS E DEMAIS ENCARGOS A COBRAR PELOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PREVISTOS NA LEI Nº23/2007, DE 04 DE JULHO Com as alterações introduzidas pela Lei 29/2012, de 9 de agosto PORTARIA Nº 1334

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO (A TERMO CERTO) MODELO

CONTRATO DE TRABALHO (A TERMO CERTO) MODELO CONTRATO DE TRABALHO (A TERMO CERTO) MODELO Observações: 1. O presente modelo de contrato de trabalho destina-se apenas aos contratos de trabalho a termo certo, sendo permitido o acréscimo e a eliminação

Leia mais

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático - Inscrição/Alteração Membros dos Órgãos Estatutários (MOE) (1008 V5.12)

Leia mais

12) COMO É FEITO O REGISTO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ATRAVÉS DA IES?

12) COMO É FEITO O REGISTO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ATRAVÉS DA IES? Registo da prestação de contas 12) COMO É FEITO O REGISTO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ATRAVÉS DA IES? Uma das obrigações integradas na IES é o registo de prestação de contas. Isto significa que, as empresas

Leia mais

30.4.2004 PT Jornal Oficial da União Europeia L 158/ 77. DIRECTIVA 2004/38/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 29 de Abril de 2004

30.4.2004 PT Jornal Oficial da União Europeia L 158/ 77. DIRECTIVA 2004/38/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 29 de Abril de 2004 30.4.2004 PT Jornal Oficial da União Europeia L 158/ 77 DIRECTIVA 2004/38/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 29 de Abril de 2004 relativa ao direito de livre circulação e residência dos cidadãos

Leia mais

A inscrição das pessoas colectivas na segurança social é obrigatória e é feita oficiosamente:

A inscrição das pessoas colectivas na segurança social é obrigatória e é feita oficiosamente: ENTIDADES EMPREGADORAS 1. Inscrição na segurança social Como é feita a inscrição A inscrição das pessoas colectivas na segurança social é obrigatória e é feita oficiosamente: Através dos elementos remetidos

Leia mais

Decreto-Lei n.º 167-E/2013, de 31 de dezembro

Decreto-Lei n.º 167-E/2013, de 31 de dezembro Decreto-Lei n.º 167-E/2013, de 31 de dezembro A necessidade de contenção da despesa pública no longo prazo com caráter de definitividade obriga à redução da despesa no setor da segurança social, o que

Leia mais

Regulamento Interno do Voluntariado da APPDA-Viseu

Regulamento Interno do Voluntariado da APPDA-Viseu Regulamento Interno do Voluntariado da APPDA-Viseu Página 1 NORMAS DE FUNCIONAMENTO BANCO DE VOLUNTÁRIOS DA APPDA-VISEU Preâmbulo A perspetiva de promover e garantir a todos os cidadãos a participação

Leia mais

Concursos e mobilidade. 5/6 de junho de 2014

Concursos e mobilidade. 5/6 de junho de 2014 Concursos e mobilidade 5/6 de junho de 2014 Regime de seleção, recrutamento e mobilidade do PD A satisfação das necessidades de pessoal docente das escolas é suprida através dos concursos: interno e externo

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO A ESTUDANTES DE ESTABELECIMENTOS DE ENSINO SUPERIOR PÚBLICO

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO A ESTUDANTES DE ESTABELECIMENTOS DE ENSINO SUPERIOR PÚBLICO Regras Técnicas aprovadas no CAS Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra Ano Lectivo 2009/2010 REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO A ESTUDANTES DE ESTABELECIMENTOS DE ENSINO SUPERIOR

Leia mais

BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA FORMAÇÃO DE INVESTIGADORES EM INÍCIO DE CARREIRA

BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA FORMAÇÃO DE INVESTIGADORES EM INÍCIO DE CARREIRA ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA FORMAÇÃO DE INVESTIGADORES EM INÍCIO DE CARREIRA [VERSÃO MONOCONTRATANTE] III.1 - Definições Além das previstas no artigo II.1,

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO. Diferença entre Contrato de Trabalho e Contrato de Prestação de Serviços

CONTRATO DE TRABALHO. Diferença entre Contrato de Trabalho e Contrato de Prestação de Serviços CONTRATO DE TRABALHO O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Diferença entre Contrato de Trabalho e Contrato de Prestação de Serviços Contrato de trabalho é aquele pelo qual uma pessoa se obriga, mediante retribuição,

Leia mais

BUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR RESIDENTES NO CONCELHO DE S. JOÃO DA MADEIRA

BUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR RESIDENTES NO CONCELHO DE S. JOÃO DA MADEIRA REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇ BUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR RESIDENTES NO CONCELHO DE S. JOÃO DA MADEIRA Pretende-se, com este regulamento, incentivar e proporcionar condições de

Leia mais

www.pwc.pt/tax FCT e FGCT Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca

www.pwc.pt/tax FCT e FGCT Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca www.pwc.pt/tax Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca Enquadramento da Lei nº. 70/2013 no âmbito da IAS 19 / NCRF 28 Remunerações no âmbito da IAS 19 / NCRF 28 Benefícios aos

Leia mais

INCENTIVOS DE APOIO À CONTRATAÇÃO

INCENTIVOS DE APOIO À CONTRATAÇÃO DOSSIER INFORMATIVO 4 INCENTIVOS DE APOIO À CONTRATAÇÃO EMPRESAS 2015 ÍNDICE 1 - Medida Estágio Emprego...4 2 - Medida Estímulo Emprego...10 3 - Medida REATIVAR...16 4 - Dispensa de pagamento de contribuições

Leia mais

Perguntas frequentes sobre o Seguro Acidentes de Trabalho

Perguntas frequentes sobre o Seguro Acidentes de Trabalho Perguntas frequentes sobre o Seguro Acidentes de Trabalho O que é um acidente de trabalho? Por acidente de trabalho, entende-se o acidente: a) Que se verifique no local de trabalho ou no local onde é prestado

Leia mais

BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA A TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTOS

BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA A TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTOS ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA A TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTOS REGIME DE DESENVOLVIMENTO [MONOCONTRATANTE] III.1 - Definições Além das previstas no artigo II.1,

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS Aprovado na Assembleia de Representantes de 16 de Março de 2002. Alterado pela Assembleia de Representantes de 31 de Março de 2012. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Membro

Leia mais

NOVAS FORMAS DE CONTRATAÇÃO REGIME DO CONTRATO DE TRABALHO A TERMO. Paula Caldeira Dutschmann Advogada

NOVAS FORMAS DE CONTRATAÇÃO REGIME DO CONTRATO DE TRABALHO A TERMO. Paula Caldeira Dutschmann Advogada NOVAS FORMAS DE CONTRATAÇÃO REGIME DO CONTRATO DE TRABALHO A TERMO Paula Caldeira Dutschmann Advogada NOÇÃO DE CONTRATO DE TRABALHO Aperfeiçoa-se a presunção da existência de subordinação jurídica e a

Leia mais

Serviços de Assistência Médico-Social Sindicato dos Bancários do sul e Ilhas

Serviços de Assistência Médico-Social Sindicato dos Bancários do sul e Ilhas Serviços de Assistência Médico-Social Sindicato dos Bancários do sul e Ilhas REGULAMENTO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE A BENEFICIÁRIOS (REGIME GERAL) (Regulamento aprovado em 19.11.2003 nos Conselhos

Leia mais

INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO REGIME ESPECIAL DE PROTEÇÃO NA INVALIDEZ (ESCLEROSE MÚLTIPLA, ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA (ELA), DOENÇA DE PARKINSON (DP), DOENÇA DE ALZHEIMER (DA), ENTRE OUTRAS). INSTITUTO DA SEGURANÇA

Leia mais

Convenção Multilateral de Segurança Social da Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP

Convenção Multilateral de Segurança Social da Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP Convenção Multilateral de Segurança Social da Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP A República de Angola, a República Federativa do Brasil, a República de Cabo Verde, a República da Guiné-Bissau,

Leia mais

Nota Informativa Nº 8 / GGF / 2012. ASSUNTO: SUBSÍDIO DE FÉRIAS E DE NATAL Artigo 21º da Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro

Nota Informativa Nº 8 / GGF / 2012. ASSUNTO: SUBSÍDIO DE FÉRIAS E DE NATAL Artigo 21º da Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro Nota Informativa Nº 8 / GGF / 2012 ASSUNTO: SUBSÍDIO DE FÉRIAS E DE NATAL Artigo 21º da Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro Tendo em atenção algumas dúvidas que têm vindo a ser colocadas pelas escolas sobre

Leia mais

DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008,

DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008, DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008, DE 29 DE MAIO E PELO DECRETO-LEI N.º 192/2009, DE 17 DE AGOSTO Regula as práticas comerciais das instituições de crédito no

Leia mais

de Ofertas de Emprego REGULAMENTO ESPECÍFICO

de Ofertas de Emprego REGULAMENTO ESPECÍFICO Incentivo à Aceitação de Ofertas de Emprego REGULAMENTO ESPECÍFICO Incentivo à aceitação de Ofertas de Emprego Regulamento Específico Página 1 de 20 Incentivo à aceitação de Ofertas de Emprego Regulamento

Leia mais

Convenção sobre Segurança Social entre a República Portuguesa e a Ucrânia, de 27.04.2010, e respetivo Acordo Administrativo, de 04.06.

Convenção sobre Segurança Social entre a República Portuguesa e a Ucrânia, de 27.04.2010, e respetivo Acordo Administrativo, de 04.06. MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE E DA SEGURANÇA SOCIAL N/referência: DSNEC Circular n", 18 Data: 03-12-2012 Áreas de interesse: Instrumentos internacionais de coordenação de sistemas de segurança social Assunto:

Leia mais

GUIA PRÁTICO REDUÇÃO DA TAXA CONTRIBUTIVA MEDIDA EXCEPCIONAL DE APOIO AO EMPREGO PARA O ANO 2010 INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.

GUIA PRÁTICO REDUÇÃO DA TAXA CONTRIBUTIVA MEDIDA EXCEPCIONAL DE APOIO AO EMPREGO PARA O ANO 2010 INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I. GUIA PRÁTICO REDUÇÃO DA TAXA CONTRIBUTIVA MEDIDA EXCEPCIONAL DE APOIO AO EMPREGO PARA O ANO 2010 INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Redução da taxa contributiva Medida

Leia mais

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III. 1 - Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

Nota 2014-07-22. Enquadramento

Nota 2014-07-22. Enquadramento Nota Reg (CE) 1407/2013 da Comissão, de 18 de dezembro, relativo à aplicação dos artigos 107º. e 108º. do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia aos auxílios de minimis Conceito de empresa única

Leia mais

PARECER N.º 43/CITE/2010

PARECER N.º 43/CITE/2010 PARECER N.º 43/CITE/2010 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 e da alínea c) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro Despedimento de trabalhadora

Leia mais

Código Contributivo Uma nova visão. Luís Leon 30 de Novembro de 2010 2010 Deloitte & Associados, SROC, SA

Código Contributivo Uma nova visão. Luís Leon 30 de Novembro de 2010 2010 Deloitte & Associados, SROC, SA Código Contributivo Uma nova visão Luís Leon 30 de Novembro de 2010 2 Novo Código Contributivo Tax Global Employer Services Alargamento da base contributiva Código Contributivo Aproximação ao Código do

Leia mais

A AICCOPN NÃO SE RESPONSABILIZA PELA INSUFICIENTE OU INDEVIDA ADAPTAÇÃO DO CLAUSULADO.

A AICCOPN NÃO SE RESPONSABILIZA PELA INSUFICIENTE OU INDEVIDA ADAPTAÇÃO DO CLAUSULADO. SEDE: Rua Álvares Cabral, 306 4050-040 PORTO Telefone: 22 340 22 00 Fax: 22 340 22 97 www.aiccopn.pt E-mail: geral@aiccopn.pt ADVERTE-SE QUE A PRESENTE MINUTA CONSTITUI APENAS UM EXEMPLO PELO QUE DEVERÁ

Leia mais

Concurso Interno. Preferências na Candidatura. Prioridades. 1.ª Prioridade:

Concurso Interno. Preferências na Candidatura. Prioridades. 1.ª Prioridade: Concurso Interno Docentes a que se da colocação Preferências na da e 1.ª Prioridade: 4 em 4 anos. Próximo concurso realiza-se no ano letivo de 2012/13 para o ano letivo 2013/14. 1. Docentes de carreira,

Leia mais