BOLETIM FISCAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL. setembro a outubro de 2013 Nº7/ Portaria n.º 290/2013, de 23 de setembro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BOLETIM FISCAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL. setembro a outubro de 2013 Nº7/2013. 1.3 Portaria n.º 290/2013, de 23 de setembro"

Transcrição

1 ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 3. TEMAS DE DIREITO 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 1.1 Lei Orgânica n.º 2/2013, de 2 de setembro Aprova a Lei das Finanças das Regiões Autónomas, diploma que regula as matérias relativas à administração fi nanceira, às receitas regionais, ao poder tributário próprio das regiões autónomas, à adaptação do sistema fi scal nacional, bem como as relações fi nanceiras entre as regiões autónomas e as autarquias locais nelas sediadas. 1.2 Portaria n.º 286-A/2013, de 16 de setembro Cria a medida Incentivo Emprego que consiste na concessão ao empregador de um apoio fi nanceiro à celebração de contratos de trabalho. Este incentivo é atribuído aos empregadores que cumpram determinados requisitos, a saber: (i) tenham a situação contributiva regularizada perante a administração fi scal e segurança social; (ii) tenham a situação regularizada em matéria de restituições no âmbito do fi nanciamento do Fundo Social Europeu; (iii) não se encontrem em situação de incumprimento no que respeita a apoios fi nanceiros concedidos pelo IEFP, I.P; (iv) não se encontrem em situação de incumprimento no que respeita às entregas devidas no âmbito do regime jurídico do fundo de compensação do trabalho, do mecanismo equivalente e do fundo de garantia de compensação do trabalho; e (v) disponham de contabilidade organizada, quando aplicável. 1.3 Portaria n.º 290/2013, de 23 de setembro Aprova os seguintes novos modelos: (i) declaração de inscrição no registo/início de atividade; (ii) declaração de alterações de atividade; e (iii) declaração de cessação de atividade, bem como as respetivas instruções de preenchimento. 1.4 Portaria n.º 297/2013, de 4 de outubro Procede à atualização das taxas a aplicar nos processos de regularização de veículos tributáveis usados no território nacional. 1.5 Portaria n.º 298/2013, de 4 de outubro Fixa os novos procedimentos que deverão ser observados pelas entidades inscritas no registo de pessoas coletivas religiosas (RPCR), que queiram benefi ciar dos regimes de donativos ou de consignação da quota do IRS liquidado. 1.6 Aviso n.º 94/2013, de 11 de outubro Torna público terem sido cumpridas as formalidades constitucionais internas de aprovação da Convenção entre a República Portuguesa e a República da Guiné-Bissau para Evitar a Dupla Tributação em Matéria de Impostos sobre o Rendimento e Prevenir a Evasão Fiscal. 1.7 Decreto-Lei n.º 151-A/2013, de 31 de outubro Aprova o regime excecional de regularização de dívidas de natureza fi scal, bem como de dívidas à segurança social, cujo prazo legal de cobrança pág. 1

2 ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 3. TEMAS DE DIREITO tenha terminado até 31 de agosto de Nos termos do diploma, o pagamento, no todo ou em parte, da dívida tributária até ao dia 20 de dezembro de 2013 determina a dispensa de pagamento de juros de mora, juros compensatórios e custas do processo de execução fi scal, podendo ainda determinar a atenuação das coimas aplicáveis para 10% do mínimo legal ou 10% da coima efetivamente aplicada, consoante o que for aplicável ao caso concreto. 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 2.1 Acórdão do Tribunal de Justiça da União Europeia de 12 de setembro de 2013 Processo C-388/11 Imposto sobre o valor acrescentado Sexta Diretiva 77/388/CEE Artigos 17.º e 19.º - Dedução do imposto pago a montante Utilização de bens e de serviços tanto em operações tributadas como em operações isentas Dedução do pro rata Cálculo do pro rata Sucursais estabelecidas noutros Estados-Membros e em Estados terceiros Não tomada em consideração do seu volume de negócios O TJUE vem esclarecer que os artigos 17.º e 19.º da Sexta Diretiva do Conselho, de 17 de maio de 1997 ( Sexta Diretiva IVA ), devem ser interpretados no sentido de que, para a determinação do pro rata de dedução do IVA que lhe é aplicável, uma sociedade com sede num Estado-Membro não pode ter em conta o volume de negócios realizado pelas suas sucursais sediadas noutros Estados-Membros ou em Estados terceiros. Mais acrescenta o TJUE, que o artigo 17.º n.º 5 da Diretiva deve ser interpretado no sentido de que um Estado- -Membro que adote uma regra de cálculo do pro rata de dedução por setor de atividade não pode permitir que uma sociedade estabelecida no seu território tenha em conta, para determinação do seu pro rata, o volume de negócios realizado por uma sucursal estabelecida noutro Estado-Membro ou num Estado terceiro. Disponível em 2.2 Parecer do Comité Económico e Social Europeu sobre a Proposta de Diretiva do Conselho que aplica uma cooperação reforçada no domínio do imposto sobre as transações financeiras Foi publicado no Jornal Ofi cial da União Europeia o Parecer do Comité Economico e Social Europeu ( CESE ) relativo à Proposta de Diretiva do Conselho que determina uma cooperação reforçada no domínio do imposto sobre as transações fi nanceiras. O referido Parecer é favorável à proposta de criação do primeiro imposto sobre as transações fi nanceiras de âmbito regional no mundo, considerando que o mesmo deverá entrar em vigor já em 1 de janeiro de Disponível em 2.3 Working Paper da Comissão Europeia - Reformas Fiscais e Estrutura Financeira dos Bancos A Comissão Europeia publicou o working paper n.º 37 subordinado ao tema: Reformas Fiscais e Estrutura Financeira dos Bancos, que analisa a relação entre as reformas em sede de imposto sobre o rendimento e as decisões de fi nanciamento das entidades bancárias nacionais. Os resultados deste estudo demonstram que o recurso ao crédito aumenta com o aumento da taxa de imposto sobre o rendimento, concluindo no sentido de que, de futuro, as medidas fi scais deverão focar-se em eliminar o tratamento favorável da dívida para as instituições bancárias. Disponível em pág. 2

3 ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 3. TEMAS DE DIREITO 2.4 Working Paper da Comissão Europeia - Reformas Fiscais nos Estados-Membros da União Europeia A Comissão Europeia publicou o working paper n.º 38 subordinado ao tema: Reformas Fiscais nos Estados Membros da UE, que versa sobre as reformas fi scais implementadas pelos Estados Membros em 2012 e na primeira metade de Disponível em 2.5 Working Paper da Comissão Europeia - Reformas Recentes no Sistema Fiscal na UE: Boas e Más Notícias A Comissão Europeia publicou o working paper n.º 39 subordinado ao tema: Reformas Recentes no Sistema Fiscal na UE: Boas e Más Notícias. E s t e d o c u m e n t o a n a l i s a o m o d o c o m o o s E s t a d o s - -Membros seguiram as políticas fi scais determinadas pela Comissão Europeia no Inquérito Anual sobre o Crescimento de Novembro de Disponível em 3. TEMAS DE DIREITO INTERNACIONAL 3.1 OCDE: Livro Branco sobre a Documentação em sede de Preços de Transferência A OCDE publicou os comentários recebidos relativamente ao Livro Branco sobre Documentação em sede de Preços de Transferência. Disponível em 3.2 Recomendações sobre documentação de Preços de Transferência A OCDE publicou os comentários recebidos relativamente ao Projeto de Discussão sobre Preços de Transferência aplicável aos bens intangíveis. Disponível em 4. JURISPRUDÊNCIA NACIONAL 4.1 Tribunal Central Administrativo Norte Acórdão de 13 de setembro de 2013, Processo n.º 00595/06.5BEPNF IRC Custos Menos Valias Cessão de Suprimentos Juros Compensatórios O Tribunal vem esclarecer que, quando o tribunal de primeira instância defere integralmente a pretensão do impugnante, anulando a parte da liquidação impugnada que não está suportada nas correções cujos fundamentos são impugnados, não ocorre a nulidade por excesso de pronúncia, mas erro de julgamento. O Tribunal clarifi ca ainda que a menos-valia resultante de cessão de suprimentos por valor inferior àquele em que foram efetuados e que constituam uma liberalidade não é reconhecida como custo para efeitos de IRC. No caso de se tratar de uma cessão de suprimentos por valor inferior àquele por que os mesmos foram efetuados e que, nos termos acordados, integre a contrapartida no negócio de alienação de participações sociais e uma das parcelas do valor subjacente ao cálculo do preço correspondente, não é tida como uma liberalidade. Por não se tratar de uma liberalidade só constitui um custo dedutível para efeitos fi scais caso se revele indispensável para a realização de proveitos ou a manutenção da fonte produtora. O Tribunal considera que é ilegal e deve ser anulada a parte da liquidação adicional resultante da não admissão do custo correspondente à menos- -valia contabilizada na cessão de suprimentos por valor inferior àquele por que os mesmos foram pág. 3

4 ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 3. TEMAS DE DIREITO efetuados, se dos seus fundamentos resultar que não foi levada em conta a relação entre o negócio subjacente e o escopo societário, nem indagou e avaliou as circunstâncias que o determinaram. Neste caso, serão devidos juros compensatórios pelo retardamento da liquidação de imposto determinado pela dedução, por iniciativa do sujeito passivo, de determinado valor, se esta vier a ser julgada ilegal pela administração tributária, por violação do princípio da especialização dos exercícios. 4.2 Tribunal Central Administrativo Sul Acórdão de 17 de setembro de 2013, Processo n.º 01510/06 Direito de Audição Prévia Procedimentos de Segundo Grau Fundamentação Insuficiente Conceito de Relações Especiais O Tribunal vem esclarecer que não há obstáculo à dispensa do direito de audiência prévia nos procedimentos de segundo grau, de que são exemplo as reclamações e os recursos hierárquicos, sempre que não existam factos novos capazes de infl uenciar a decisão fi nal e o contribuinte já tenha sido ouvido sobre a factualidade em discussão no procedimento anterior aos referidos procedimentos. O Tribunal clarifi ca ainda que, para se apurar se um ato administrativo-tributário está, ou não, fundamentado, deve fazer-se uma distinção entre fundamentação formal e fundamentação material, uma vez que será diferente saber se a Administração deu a conhecer os motivos que a determinaram a atuar como atuou, questão que se situa no âmbito da validade formal do ato, ou por outro lado, e situada já no âmbito da validade substancial do ato, saber se esses motivos correspondem à realidade e se, correspondendo, são sufi cientes para legitimar a concreta atuação administrativa. No caso de a fundamentação formal não esclarecer concretamente a motivação do ato, por obscuridade, contradição ou insufi ciência, o ato será considerado não fundamentado. Por último, o Tribunal reafi rma que são exemplo de relações especiais as relações de dependência, nomeadamente as relações entre a sociedade e os respetivos sócios, entre as empresas associadas ou ainda entre empresas mães e afi liadas. 4.3 Supremo Tribunal Administrativo Acórdão de 18 de setembro de 2013, Processo n.º 01180/11 Transmissibilidade de Prejuízo Fiscal Ato de Deferimento Deferimento Tácito Revogação do Ato Recorrido O Tribunal vem clarifi car que caso o ato expresso de indeferimento do pedido de transmissibilidade de prejuízos fi scais seja emitido depois da formação da presunção do seu deferimento tácito, é-lhe conferida uma dimensão revogatória implícita, por substituição, pelo que o prazo para essa revogação não é ilimitado, mas sim um prazo limitado de um ano contado a partir da data em que se formou o deferimento tácito. 4.4 Supremo Tribunal Administrativo Acórdão de 18 de setembro de 2013, Processo n.º 01332/13 Execução Fiscal Garantia Caducidade de Garantia Reclamação Graciosa Impugnação Judicial O Tribunal vem reafi rmar que o efeito suspensivo atribuído à reclamação graciosa, em razão da prestação de garantia, mantém-se, ainda que tenha sido declarada a caducidade da garantia por inobservância do prazo de decisão da reclamação graciosa, no caso de ser apresentada impugnação judicial na sequência do indeferimento daquela reclamação. pág. 4

5 ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 3. TEMAS DE DIREITO 4.5 Centro de Arbitragem Administrativa Decisão Arbitral de 2 de outubro de 2013, Processo n.º 53/2013-T IS Terrenos para Construção Verba 28.º da TGIS O CAAD vem clarifi car que a verba n.º 28.º da TGIS deve ser interpretada no sentido de não incluir os terrenos que ainda não têm qualquer tipo de utilização, pois ainda não estão aplicados nem destinados a fi ns habitacionais. Deste modo, os terrenos para construção que não têm utilização defi nida, não podem ser considerados prédios com afetação habitacional, pois não têm ainda nenhuma afetação nem outro destino que não seja a construção de tipo desconhecido. Uma interpretação no sentido de que a verba n.º 28.1 se reporta a prédios cuja afetação é desconhecida não tem o mínimo de correspondência na letra daquela norma, pelo que um hipotético pensamento legislativo desse tipo não pode ser considerado pelo intérprete da lei, em face da proibição que consta do n.º 2 do artigo 9.º do Código Civil. Disponível em 4.6 Tribunal Central Administrativo Sul Acórdão de 3 de outubro de 2013, Processo n.º 06841/13 Prazo de Dedução de Execução Fiscal Facto Superveniente Razões económicas válidas O Tribunal vem clarifi car que o prazo para deduzir oposição à execução fi scal é um prazo judicial tendo em consideração o disposto no artigo n.º 20 do CPPT. Com efeito, o processo de execução fi scal tem natureza judicial, na sua globalidade, apesar de haver uma parte do mesmo que é processada perante órgãos da Administração Tributária. Por esta razão, tratando-se de um prazo de natureza judicial, aplica-se-lhe o regime do CPC, pelo que o prazo corre continuamente, mas suspende-se em férias judiciais, transferindo-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte quando este terminar em dia em que os tribunais estejam encerrados ou seja concedida tolerância de ponto. O Tribunal acrescenta ainda que a oposição pode fundamentar-se em matéria ou facto superveniente, sendo que, neste caso, o termo inicial do prazo da sua dedução se verifi ca na data em que ocorreu o facto superveniente ou em que o mesmo chegou ao conhecimento do executado. Na dedução de oposição com base em facto superveniente, o executado deverá apresentar prova da superveniência do facto ou do seu conhecimento, relativamente ao momento da citação pessoal. 4.7 Centro de Arbitragem Administrativa Decisão Arbitral de 4 de outubro de 2013, Processo n.º 24/2013-T IRC Natureza Jurídica das Prestações Suplementares Artigo n.º 32 do EBF e Artigo n.º 23 do CIRC SGPS O CAAD vem esclarecer que o conceito de partes do capital previsto no artigo n.º 32 do EBF e o conceito de prestações suplementares para efeitos fi scais não se confundem. Assim, defende-se que o conceito de partes de capital deve cingir-se a participações de capital (ações e quotas), sem abranger a fi gura das prestações suplementares e acessórias, concluindo que os encargos fi nanceiros com a realização de prestações suplementares acessórias sem juros são dedutíveis em termos fi scais, por inaplicabilidade do artigo 32.º do EBF. Disponível em 4.8 Supremo Tribunal Administrativo Acórdão de 9 de outubro de 2013, Processo n.º 1040/12 Empreendimento Turístico Fração Autónoma Isenção Imposto Municipal sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis Redução de Imposto Imposto de Selo O Tribunal vem confi rmar que a expressão destinado a instalação para efeitos do benefício a que se reporta o n.º 1 do artigo n.º 20 do Decreto-Lei pág. 5

6 ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 3. TEMAS DE DIREITO n.º 423/83, de 5 de Dezembro, signifi ca aquisições de prédios ou frações efetuadas com intuito de neles construir/melhorar empreendimentos turísticos, e não aquisição de prédios/frações integradas em empreendimentos já construídos e instalados. 4.9 Supremo Tribunal Administrativo Acórdão de 16 de outubro de 2013, Processo n.º 0882/12 Avaliação Indireta Imóveis Lei Geral Tributária O Tribunal vem esclarecer que, relativamente a imóveis, não existe qualquer incompatibilidade entre o disposto nas alíneas d) e f), ambas do artigo n.º 87 da LGT. Com efeito, sendo o valor de aquisição superior a ,00 euros a Administração Tributária fica legitimada a realizar avaliação indireta ao abrigo da citada alínea d) e do artigo n.º 89º-A da LGT. Caso o valor de aquisição seja inferior ao montante referido acima, e verificando-se o previsto na alínea f), isto é, um acréscimo de património ou despesa efetuada, incluindo liberalidades, de valor superior a , verificados simultaneamente com a falta de declaração de rendimentos ou com a existência, no mesmo período de tributação, de uma divergência não justificada com os rendimentos declarados, a Administração Tributária pode realizar a avaliação indireta com fundamento no referido preceito legal Tribunal Central Administrativo Sul Acórdão de 17 de outubro de 2013, Processo n.º 05354/12 Mais-Valias Fundamentação Avaliação O Tribunal vem esclarecer que, na fundamentação do ato tributário, a Administração está obrigada a ponderar os novos argumentos que tenham sido aduzidos pelo contribuinte na audiência prévia e a explicitar as razões pelas quais entende não lhe conceder relevância, sob pena do ato se converter numa manifestação de abuso e arbitrariedade. Esclarece ainda que, tendo um imóvel sido reavaliado em 1964 ao abrigo do Código do Imposto de Mais- Valias, e refletindo o valor que lhe foi atribuído as benfeitorias que nele foram realizadas, recai sobre a Autoridade Tributária e Aduaneira o ónus de provar que as mesmas não correspondem à realidade, não podendo ser exigido ao contribuinte, 30 anos depois, que demonstre documentalmente o valor daquelas, visto que apenas está obrigado a guardar os livros de contabilidade, registos auxiliares e respetivos documentos de suporte durante o prazo de dez anos Supremo Tribunal Administrativo Acórdão de 23 de outubro de 2013, Processo n.º 01361/13 Matéria Fiscal Assistência Mútua entre Estados Membros da Comunidade Recurso Jurisdicional Providência Cautelar Execução Indevida Suspensão de Eficácia O Tribunal vem clarificar que os recursos interpostos de decisões respeitantes à adoção de providências cautelares têm efeito meramente devolutivo, não se encontrando legalmente consagrada a possibilidade de ser atribuído efeito suspensivo, podendo o Tribunal determinar a adoção de providências adequadas a minorar os danos que possam advir da execução da sentença. O Tribunal esclarece ainda que no contencioso tributário o critério da impugnabilidade dos atos é o da sua lesividade imediata e objetiva. O Tribunal conclui que, caso seja utilizado o procedimento que permite ao Estado Português a recolha de informação fiscal para ser facultada a outro Estado-Membro da União Europeia no âmbito da Assistência Mútua Internacional em Matéria Fiscal, essa recolha pode/deve ser realizada através de procedimento tributário de inspeção. Este procedimento, e respetivos atos interlocutórios, ainda que ilegais, não são considerados lesivos pelo que o Tribunal considera que a ilegalidade dos mesmos só pode ser suscitada no momento da impugnação pág. 6

7 ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 3. TEMAS DE DIREITO deduzida contra o ato final, com exceção dos seguintes atos passiveis de impugnação imediata: (i) atos interlocutórios cujo escrutínio imediato e autónomo se encontre expressamente previsto na lei ( atos destacáveis ); (ii) atos que, embora inseridos no procedimento e anteriores à decisão final, sejam imediatamente lesivos; (iii) atos que ponham um ponto final na relação da administração com o interessado. 5. DOUTRINA ADMINISTRATIVA 5.1. Ficha Doutrinária Informação Vinculativa Autofaturação eletrónica A Autoridade Tributária e Aduaneira vem esclarecer que a elaboração de faturas, em nome e por conta do sujeito passivo, por parte do adquirente de bens ou serviços e a sua emissão por via eletrónica ( autofaturação eletrónica ), não necessita de ser autorizada ou comunicada à Autoridade Tributária e Aduaneira. Disponível em Ficha Doutrinária Informação Vinculativa Fatura impressa em PDF e enviada por correio eletrónico A Autoridade Tributária e Aduaneira vem clarificar que, para efeitos do exercício do direito à dedução do IVA, é requisito essencial que os sujeitos passivos estejam na posse do original da fatura. Assim, a impressão de faturas (emitidas em papel) em ficheiro com formato PDF e enviadas por ao destinatário dos bens/serviços é um procedimento que não pode ser aceite para efeitos do exercício do direito à dedução. Disponível em Ficha Doutrinária Informação Vinculativa Direito à dedução Fee de gestão do serviço de gestão de frota automóvel A Autoridade Tributária e Aduaneira vem esclarecer que a exclusão do direito à dedução previsto na alínea a) do n.º 1 do artigo 21.º do CIVA apenas se refere às despesas com reparação, manutenção e utilização de viaturas de turismo, faturadas sob a designação de fee de gestão. Esta exclusão não abrange as viaturas que não se enquadrem naquele preceito, sendo o respetivo imposto passível de dedução, desde que verifi cados os restantes requisitos legais para a dedução do imposto Ficha Doutrinária Informação Vinculativa Prestação de serviços de telemarketing a mediadores de seguros e resseguros A Autoridade Tributária e Aduaneira vem esclarecer que o âmbito da isenção de IVA prevista no n.º 28 do artigo 9.º do CIVA, relativa às operações de seguro e resseguro, deve ser analisado à luz do conceito de pessoa diretamente envolvida na atividade de mediação de seguros ou de resseguros, nos termos do disposto na legislação que regula o sector (Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de julho). Conclui, assim, que a isenção do n.º 28 do artigo 9.º do CIVA apenas se poderá aplicar aos casos em que estejam reunidas as condições determinantes de aplicação do regime previsto no Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de julho Ficha Doutrinária Informação Vinculativa Tributação de rendimentos obtidos de certificados de produtos financeiros complexos A Autoridade Tributária e Aduaneira vem clarifi car que o CIRS estipula dois tipos de rendimentos diferentes relativamente a certifi cados de pág. 7

8 ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 3. TEMAS DE DIREITO produtos fi nanceiros complexos. Por um lado, os rendimentos da Categoria E, para a remuneração decorrente de certifi cados que garantam ao titular o direito a receber um valor mínimo superior ao valor de subscrição, caso em que fi carão sujeitos a tributação desde o momento em que são colocados à disposição do seu titular. Por outro lado, prevê os rendimentos da Categoria G, onde distingue os rendimentos resultantes da alienação onerosa dos certifi cados que atribuam ao titular o direito a receber um valor de determinado ativo subjacente (alínea b) do n.º 1 do artigo 10.º do CIRS) e os rendimentos relativos ao vencimento de certifi cados que atribuam ao titular o direito a receber um valor de determinado ativo subjacente (alínea g) do n.º 1 do artigo 10.º do CIRS) Ficha Doutrinária Informação Vinculativa Não sujeição a IVA dos serviços prestados por uma sociedade ao estabelecimento estável A Autoridade Tributária e Aduaneira vem recordar que os países que integram o Espaço Económico Europeu ( EEE ) e que não são membros da União Europeia (Noruega, Liechtenstein e Islândia) devem ser considerados como países terceiros para efeitos de IVA. Por outro lado, clarifi ca que os serviços prestados pela sede de uma sociedade residente em um país terceiro, à sua sucursal localizada em Portugal não estão sujeitos a IVA Ficha Doutrinária Informação Vinculativa Associação em participação fora do âmbito de incidência do IVA A Autoridade Tributária e Aduaneira vem esclarecer que a contribuição/entrega de meios fi nanceiros por investidores a uma sociedade, no âmbito de um contrato de associação em participação, não constitui contrapartida de uma prestação de serviços ou transmissão de bens e, portanto, está fora do âmbito de incidência do IVA. Por outro lado, clarifi ca que, sendo a associação em participação um meio para a concretização de um negócio, a mesma não confi gura em si mesma uma atividade económica para efeitos de incidência do IVA Circular n.º 8/2013, de 4 de outubro de 2013 A Direção de Serviços do IMI vem esclarecer que os aerogeradores e as subestações que compõem os parques eólicos deverão ser considerados unidades independentes em termos funcionais e assim ser qualifi cados como prédios urbanos para efeitos do CIMI. Em consequência, o sujeito passivo deve, no prazo de 60 dias a partir do momento em que a realidade física é considerada como prédio, registar cada aerogerador e cada subestação na respetiva matriz predial. O procedimento avaliativo com vista à determinação do valor patrimonial tributário dos prédios urbanos do tipo Outros é o previsto no artigo 46.º do CIMI Ofício Circulado N.º 35024/2013, de 17 de outubro de 2013, da divisão do Imposto sobre os Veículos Esclarece que as novas taxas de 200 e 300, introduzidas pela Portaria n.º 297/2013, de 4 de outubro, a aplicar nos processos de regularização de veículos tributáveis usados em território nacional, apenas são devidas relativamente aos pedidos de adesão ao método alternativo apresentados após a entrada em vigor da referida Portaria, isto é, a partir do dia 5 de outubro de 2013, independentemente da data de apresentação e aceitação da respetiva Declaração Aduaneira de Veículo. pág. 8

9 ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 3. TEMAS DE DIREITO Ofício Circulado N.º 30154/2013, de 30 de outubro de 2013, da Área de Gestão Tributária do IVA Visa esclarecer as condições de aplicação do regime de IVA de caixa, nomeadamente quanto à obrigação de emissão e comunicação de recibo, à alteração das taxas, aos pagamentos parciais, ao prazo para o exercício do direito à dedução, ao documento retifi cativo de fatura e à comunicação da cessação do regime de IVA de caixa Folheto informativo sobre as atividades agrícola, silvícola e pecuária Visa clarifi car as obrigações declarativas e de pagamento relativamente às atividades agrícola, silvícola e pecuária, nomeadamente em sede de IVA e IRS. pág. 9

10 MIRANDA CORREIA AMENDOEIRA & ASSOCIADOS - SOCIEDADE DE ADVOGADOS, RL Rua Soeiro Pereira Gomes, L Lisboa Telefone: Fax: rm.com DEPARTAMENTO Para mais informações acerca do conteúdo deste Boletim Fiscal, por favor contacte: Rita Correia Samuel Fernandes de Almeida MEMBROS PORTUGAL ANGOLA BRASIL CABO VERDE CAMARÕES GABÃO GUINÉ-BISSAU GUINÉ EQUATORIAL MACAU (CHINA) MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO REPÚBLICA DO CONGO SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE TIMOR-LESTE ESCRITÓRIOS DE LIGAÇÃO EUA (HOUSTON) REINO UNIDO (LONDRES) Miranda Correia Amendoeira & Associados, A reprodução total ou parcial desta obra é autorizada desde que seja mencionada a sociedade titular do respetivo direito de autor. Aviso: Os textos desta comunicação têm informação de natureza geral e não têm por objetivo ser fonte de publicidade, oferta de serviços ou aconselhamento jurídico; assim, o leitor não deverá basear-se apenas na informação aqui consignada, cuidando sempre de aconselhar-se com um advogado. Para além do Boletim Fiscal, a Miranda emite regularmente um Boletim Bancário e Financeiro, um Boletim de Direito Público e um Boletim Laboral. Caso queira conhecer e receber o nosso Boletim Bancário e Financeiro, por favor, envie um para: Caso queira conhecer e receber o nosso Boletim de Direito Público, por favor, envie um para: Caso queira conhecer e receber o nosso Boletim Laboral, por favor, envie um para: Este boletim é distribuído gratuitamente aos nossos clientes, colegas e amigos. Caso pretenda deixar de o receber, por favor responda a este . pág.10

BOLETIM FISCAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS. novembro de 2013 Nº8/2013

BOLETIM FISCAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS. novembro de 2013 Nº8/2013 ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 3. TEMAS DE DIREITO 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 1.1 Aviso n.º 102/2013, de 1 de novembro Torna público terem sido cumpridas as formalidades constitucionais

Leia mais

BOLETIM FISCAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL. março de 2014. 1.5. Declaração de retificação n.º 18/2014, de 13 de março

BOLETIM FISCAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL. março de 2014. 1.5. Declaração de retificação n.º 18/2014, de 13 de março ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS DE DIREITO INTERNACIONAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 1.1 Portaria n.º 77-A/2014, de 31 de março Regulamenta os critérios de atribuição às Regiões Autónomas da Madeira

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2013. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 2. III Jurisprudência Europeia 5

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2013. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 2. III Jurisprudência Europeia 5 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2013 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 2 III Jurisprudência Europeia 5 IV Jurisprudência Nacional 6 NEWSLETTER FISCAL I LEGISLAÇÃO

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS - GABINETE DO SECRETÁRIO DE ESTADO DOS ASSUNTOS FISCAIS. Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS - GABINETE DO SECRETÁRIO DE ESTADO DOS ASSUNTOS FISCAIS. Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro Legislação Diploma Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro Estado: vigente Resumo: Despacho Normativo que altera o Despacho Normativo nº 18-A/2010, de 1 de julho. Publicação: Diário da República

Leia mais

Republicação do Despacho Normativo n. 18 -A/2010, de 1 de julho CAPÍTULO I. Disposições comuns. Artigo 1. Objeto. Artigo 2.

Republicação do Despacho Normativo n. 18 -A/2010, de 1 de julho CAPÍTULO I. Disposições comuns. Artigo 1. Objeto. Artigo 2. Republicação do Despacho Normativo n. 18 -A/2010, de 1 de julho CAPÍTULO I Disposições comuns Artigo 1. Objeto O presente despacho normativo regulamenta os pedidos de reembolso de imposto sobre o valor

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2014 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 3 III Jurisprudência Europeia 5 IV Jurisprudência Nacional 6 V Outras informações 7 NEWSLETTER

Leia mais

Pedido de reembolso do IVA e inscrição no regime mensal Despacho normativo n.º 18-A/2010, de 1 de julho

Pedido de reembolso do IVA e inscrição no regime mensal Despacho normativo n.º 18-A/2010, de 1 de julho www.pwc.pt/inforfisco Pedido de reembolso do IVA e inscrição no regime mensal Despacho normativo n.º 18-A/2010, de 1 de julho Índice DESPACHO NORMATIVO N.º 18-A/2010, DE 1 DE JULHO... 3 CAPÍTULO I Disposições

Leia mais

Newsletter 07-08/2012 julho/agosto de 2012

Newsletter 07-08/2012 julho/agosto de 2012 Legislação fiscal Ratificações do Presidente da república (Convenções para evitar a dupla tributação e prevenir a evasão fiscal em matéria de impostos sobre o rendimento). Republica Democrática de Timor

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 6546-(314) Diário da República, 1.ª série N.º 252 31 de dezembro de 2014 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 82-C/2014 de 31 de dezembro Altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas,

Leia mais

Tributação da reabilitação urbana. Raquel Franco 08.03.2013

Tributação da reabilitação urbana. Raquel Franco 08.03.2013 Raquel Franco 08.03.2013 Benefícios à reabilitação urbana Artigo 45.º EBF prédios urbanos objeto de reabilitação Artigo 46.º EBF - prédios urbanos construídos, ampliados, melhorados ou adquiridos a título

Leia mais

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à Reabilitação Urbana e Nova Lei das Rendas Introdução Como instrumento

Leia mais

NEWS TCC SROC Julho 2014

NEWS TCC SROC Julho 2014 Novidades Portal das Finanças - Certificação de Software Foi divulgado pelo despacho n.º 247/2014 de 30 Junho de 2014, a prorrogação para 1 de outubro de 2014 a obrigação de certificação de software de

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Março, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Março, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Março, 2014 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 3 III Jurisprudência Europeia 5 IV Jurisprudência Nacional 7 V Outras informações 8 NEWSLETTER

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º Isenções Prestações de serviços designadas "business broker", isto é, intermediário na compra e venda de participações sociais de sociedades. Processo:

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

Lembramos que continua a ser obrigatória a emissão de conta de honorários nos termos do artº 5.º do Regulamento dos Laudos de Honorários.

Lembramos que continua a ser obrigatória a emissão de conta de honorários nos termos do artº 5.º do Regulamento dos Laudos de Honorários. ALTERAÇÕES FISCAIS 2013 NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO DO IVA Tal como anunciado, no dia 01 de Janeiro entraram em vigor as novas regras de faturação criadas pelo Decreto Lei n.º 197/2012, de 24 de Agosto.

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Setembro 2012. Alterações Fiscais Relevantes

NEWSLETTER FISCAL Setembro 2012. Alterações Fiscais Relevantes NEWSLETTER FISCAL Setembro 2012 Alterações Fiscais Relevantes 1. Introdução O passado mês de Agosto foram publicados vários diplomas legais com impacto na vida das empresas e das organizações em geral.

Leia mais

Se pretende entregar pelo portal das finanças deve previamente identificar 3 pontos:

Se pretende entregar pelo portal das finanças deve previamente identificar 3 pontos: O início do exercício de atividade, com a entrega/ submissão da respetiva declaração de início de atividade, é um momento de crucial importância para o estabelecimento de um clima de maior confiança entre

Leia mais

REGIME DE CONTABILIDADE DE CAIXA EM SEDE DE IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO (REGIME DE IVA DE CAIXA)

REGIME DE CONTABILIDADE DE CAIXA EM SEDE DE IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO (REGIME DE IVA DE CAIXA) REGIME DE CONTABILIDADE DE CAIXA EM SEDE DE IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO (REGIME DE IVA DE CAIXA) APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 71/2013, DE 30 DE MAIO ALTERADO PELOS SEGUINTES DIPLOMAS: - LEI N.º

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 9º; 18º.

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 9º; 18º. Diploma: CIVA Artigo: 9º; 18º. FICHA DOUTRINÁRIA Assunto: Isenções Taxas Direito à dedução - Complexo Desportivo de Município Piscinas municipais, aulas de hidroginástica e de ginástica diversas; prática

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 184/2015, Série I, de 21/09, páginas 8392-8396.

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 184/2015, Série I, de 21/09, páginas 8392-8396. Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Portaria n.º 297/2015, de 21 de setembro Estado: vigente Resumo:

Leia mais

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores Independentes

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores Independentes de Segurança Social Trabalhadores Independentes Ficha Técnica Autor: (DGSS) - Divisão dos Instrumentos Informativos - Direção de Serviços da Definição de Regimes Editor: DGSS Conceção Gráfica: DGSS / Direção

Leia mais

A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA)

A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) Informação n.º 2/2013_Revista 22/novembro/2013 CRÉDITOS INCOBRÁVEIS E EM MORA IVA e IRC A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) Regularização do IVA 1. Créditos vencidos até 31/12/2012 e

Leia mais

INFORMAÇÃO N.º 117 PRINCIPAL LEGISLAÇÃO DO PERÍODO. Período de 15 a 21 de março de 2013

INFORMAÇÃO N.º 117 PRINCIPAL LEGISLAÇÃO DO PERÍODO. Período de 15 a 21 de março de 2013 INFORMAÇÃO N.º 117 Período de 15 a 21 de março de 2013 PRINCIPAL LEGISLAÇÃO DO PERÍODO ALTERAÇÃO AO CÓDIGO PENAL Declaração de Retificação n.º 15/2013, de 19 de março de 2013 RESUMO: Declaração de retificação

Leia mais

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO Artigo 77.º Serviço de finanças competente 1 - Para efeitos do cumprimento das obrigações do presente diploma, considera-se serviço de finanças competente o da área fiscal onde o sujeito passivo tiver

Leia mais

INFORMAÇÃO PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO

INFORMAÇÃO PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO INFORMAÇÃO N.º 56 P E R Í O D O DE 23 A 30 D E D E Z E M B R O DE 2011 PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO Dec. Lei n.º 119/2011, de 26 de Dezembro Estabelece com carácter permanente o limite legal

Leia mais

Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local

Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local A Autoridade Tributária e Aduaneira divulgou no passado dia 19, o ofíciocirculado n.º 20.180, contendo instruções sobre o enquadramento jurídicotributário

Leia mais

Imposto do Selo. O imposto do selo é devido pela prática de determinados atos previstos numa Tabela Geral, anexa ao Código do Imposto do Selo.

Imposto do Selo. O imposto do selo é devido pela prática de determinados atos previstos numa Tabela Geral, anexa ao Código do Imposto do Selo. Imposto do Selo O imposto do selo incide sobre determinados atos e contratos, sendo cobrado um valor fixo ou aplicada uma taxa ao valor do ato ou contrato. O campo de aplicação deste imposto tem vindo

Leia mais

Síntese de diversas matérias fiscais de maior relevo ocorridas na 2.ª quinzena de fevereiro de 2015 1

Síntese de diversas matérias fiscais de maior relevo ocorridas na 2.ª quinzena de fevereiro de 2015 1 Síntese de diversas matérias fiscais de maior relevo ocorridas na 2.ª quinzena de fevereiro de 2015 1 1 - Defesa das micro, pequenas e médias empresas na Região Autónoma da Madeira: - Resolução da Assembleia

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Fevereiro, 2015. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 2. III Jurisprudência Comunitária 6

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Fevereiro, 2015. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 2. III Jurisprudência Comunitária 6 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Fevereiro, 2015 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 2 III Jurisprudência Comunitária 6 IV Jurisprudência Nacional 8 V Outros 9 NEWSLETTER FISCAL

Leia mais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME SIMPLIFICADO / ACTO ISOLADO. Regime Simplificado de Tributação. Profissionais, Comerciais e Industriais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME SIMPLIFICADO / ACTO ISOLADO. Regime Simplificado de Tributação. Profissionais, Comerciais e Industriais MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2008 3 A MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS - IRS IDENTIFICAÇÃO DO(S) SUJEITO(S) PASSIVO(S) Sujeito passivo A NIF 06 Sujeito

Leia mais

IVA Na Actividade Agrícola

IVA Na Actividade Agrícola IVA Na Actividade Agrícola Maria Emília Pimenta Seminário A CONTABILIDADE E FISCALIDADE NA ACTIVIDADE AGRÍCOLA Santarém, 11 de Junho de 2013 1 Lei n.º66-b/2012, de 31 dezembro Revoga o n.º 33 do artigo

Leia mais

12-03-12 - Limitação do direito à dedução do IVA

12-03-12 - Limitação do direito à dedução do IVA 12-03-12 - Limitação do direito à dedução do IVA Segundo o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), um Estado membro pode autorizar um sujeito passivo a deduzir o IVA segundo um método diferente do

Leia mais

As autarquias locais devem dispor de recursos financeiros adequados ao exercício das suas atribuições.

As autarquias locais devem dispor de recursos financeiros adequados ao exercício das suas atribuições. 12. FINANÇAS LOCAIS 12.1 A LEI DAS FINANÇAS LOCAIS O regime financeiro das freguesias está previsto na Lei n.º 2/2007, de 15 de Janeiro Lei das Finanças Locais (LFL). Este regime, cuja primeira lei data

Leia mais

BOLETIM Bancário. 1. Destaque. abril de 2014

BOLETIM Bancário. 1. Destaque. abril de 2014 índice 1. Destaque 2. Legislação nacional 3. Normas regulamentares 4. Jurisprudência 5. Legislação comunitária 6. Consultas públicas 1. Destaque Regime jurídico dos valores representativos de dívida de

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 19º; 20º; 21; 22; e 23º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 19º; 20º; 21; 22; e 23º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 19º; 20º; 21; 22; e 23º. Direito à dedução - Criação, desenvolvimento e gestão do Parque de Ciência e Tecnologia Processo: nº 3666, despacho do SDG dos

Leia mais

INFORMAÇÃO PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO

INFORMAÇÃO PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO INFORMAÇÃO N.º 60 P E R Í O D O DE 20 A 26 DE J A N E I R O D E 20 12 PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO Portaria n.º 17-A/2012, de 19 de Janeiro Aprova o modelo de declaração de regularização tributária

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Nº 58 Novembro 2015

NEWSLETTER FISCAL Nº 58 Novembro 2015 Nº 58 Novembro 2015 IRC Informação Vinculativa Despacho de 17 de abril 1 Processo 750/2015 Tributação autónoma dos encargos com viaturas ligeiras de mercadorias referidas na alínea b) do n.º 1 do artigo

Leia mais

BBB. Garantias dos contribuintes alterações PROGRAMA. Alterações LGT Alterações CPPT Alterações RGIT LOE 2015 e Lei 82-E/2014 de 31/12 - 07/01/2015

BBB. Garantias dos contribuintes alterações PROGRAMA. Alterações LGT Alterações CPPT Alterações RGIT LOE 2015 e Lei 82-E/2014 de 31/12 - 07/01/2015 BBB Garantias dos contribuintes alterações 2015 09-01-2015 2015 PROGRAMA Alterações Alterações Alterações RGIT LOE 2015 e Lei 82-E/2014 de 31/12 - SUZANA FERNANDES DA COSTA 1 BBB ALTERAÇÕES 2015 Lei n.º

Leia mais

Garantias dos contribuintes alterações 2015

Garantias dos contribuintes alterações 2015 Garantias dos contribuintes alterações 2015 20-02-2015, UCP delegação de Santa Maria da Feira PROGRAMA Alterações Alterações Alterações RGIT LOE 2015 e Lei 82-E/2014 de 31/12 - SUZANA FERNANDES DA COSTA

Leia mais

Novas medidas e benefícios fiscais para 2014. Abílio Sousa

Novas medidas e benefícios fiscais para 2014. Abílio Sousa Novas medidas e benefícios fiscais para 2014 Abílio Sousa Programa Vetores essenciais das medidas de natureza fiscal constantes da lei do OE 2014 DLRR um novo benefício fiscal para PME A reforma do IRC

Leia mais

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS 1 O E / 2008 IRC 2 Apresentação 1. Acolhimento de recomendações da OCDE 2. Combate à evasão fiscal 3. Aperfeiçoamentos técnico-legislativos 4. Medidas de simplificação

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade DOCUMENTAÇÃO Acção de Formação Fiscalidade Painel Fiscalidade ENQUADRAMENTO FISCAL IRS IVA EBF IRC INCIDÊNCIA BASE DO IMPOSTO RENDIMENTOS ISENTOS DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL DETERMINAÇÃO DO RENDIMENTO

Leia mais

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 1 IRC 2 Eliminação da Dupla Tributação Económica dos Lucros Distribuídos Na sociedade detentora Eliminação da Dupla Tributação nos Lucros auferidos

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 6º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 6º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 6º. Localização de Serviços - Locação financeira e aluguer de longa duração - Meios de transporte. Processo: nº 1156, despacho do SDG dos Impostos, substituto

Leia mais

IVA- Novas regras de faturação Alterações introduzidas pelo Dec-Lei n 197/2012, de 24.8 Esclarecimentos

IVA- Novas regras de faturação Alterações introduzidas pelo Dec-Lei n 197/2012, de 24.8 Esclarecimentos IVA- Novas regras de faturação Alterações introduzidas pelo Dec-Lei n 197/2012, de 24.8 Esclarecimentos 0 Decreto-Lei nº 197/2012, de 24 de agosto, introduz alterações às regras de faturação em matéria

Leia mais

NEWSLETTER N.º 4 PORTUGAL FEVEREIRO 2015

NEWSLETTER N.º 4 PORTUGAL FEVEREIRO 2015 NEWSLETTER N.º 4 PORTUGAL FEVEREIRO 2015 FISCALIDADE VERDE Foi aprovado no passado dia 31 de Dezembro, a Lei n.º 82-D/2014 que promove reforma da tributação ambiental, regulamentando assim a Fiscalidade

Leia mais

PARTE I IVA-IMPOSTO SOBRE VALOR ACRESCENTADO. 1 - Assinale a resposta correcta ou a mais correcta no caso de haver mais do que uma resposta correcta.

PARTE I IVA-IMPOSTO SOBRE VALOR ACRESCENTADO. 1 - Assinale a resposta correcta ou a mais correcta no caso de haver mais do que uma resposta correcta. ORDEM PROFISSIONAL DE AUDITORES E CONTABILISTAS CERTIFICADOS FISCALIDADE CABO-VERDIANA EXAME PARA CONTABILISTA CERTIFICADO 04/07/2013 NOME: B.I. / PASS: PARTE I IVA-IMPOSTO SOBRE VALOR ACRESCENTADO 1 -

Leia mais

BTOCNEWS REFORMA DO REGIME DA FATURAÇÃO PARA COMBATER A FRAUDE E EVASÃO FISCAL CALENDÁRIO FISCAL AGOSTO 2012 PARA DOWNLOAD S

BTOCNEWS REFORMA DO REGIME DA FATURAÇÃO PARA COMBATER A FRAUDE E EVASÃO FISCAL CALENDÁRIO FISCAL AGOSTO 2012 PARA DOWNLOAD S BTOCNEWS 012 I LEGISLAÇÃO LABORAL Alteração ao código do trabalho SAIBA + REFORMA DO REGIME DA FATURAÇÃO PARA COMBATER A FRAUDE E EVASÃO FISCAL Foi aprovado em Conselho de Ministros de 18 de julho de 2012

Leia mais

AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES

AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES São sujeitos passivos de: - IRC; - IVA. Têm obrigações previstas no Código do IRS Têm obrigação de documentar as despesas e os pagamentos. Algumas poderão beneficiar

Leia mais

Projecto Cidadania - 3º Barómetro

Projecto Cidadania - 3º Barómetro Projecto Cidadania - 3º Barómetro 1. A carga fiscal em 2012 será maior do que em 2011: Sim Não Average Para as famílias? 106 (98.1%) 2 (1.9%) 1.02 108 100.0% Para as empresas? 75 (70.8%) 31 (29.2%) 1.29

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Faturas - Mediadores de seguros que pratiquem operações isentas Processo: nº 4686, por despacho de 2013-05-15, do SDG do IVA, por delegação

Leia mais

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2010 1 Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2011 2 Revisores e Auditores 9

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2010 1 Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2011 2 Revisores e Auditores 9 Assuntos Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2010 1 Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2011 2 Revisores e Auditores 9 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL OUTUBRO DE 2010 Ministério das Finanças e da Administração

Leia mais

Anteprojeto da Reforma do IRS. Conheça as principais propostas do Anteprojeto da Reforma do IRS recentemente publicado.

Anteprojeto da Reforma do IRS. Conheça as principais propostas do Anteprojeto da Reforma do IRS recentemente publicado. Conheça as principais propostas do Anteprojeto da Reforma do IRS recentemente publicado. Audit Tax Advisory Consulting www.crowehorwath.pt Índice A. Principais medidas no âmbito da Simplificação 3 B. Principais

Leia mais

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário Overview pela fiscalidade no sector imobiliário A perspectiva do pequeno investidor II Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa Sociedade de Geografia 16 de Abril de 2015 ÍNDICE DE CONTEÚDOS I INCENTIVOS

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISCALIDADE - REGULAMENTO -

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISCALIDADE - REGULAMENTO - CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISCALIDADE - REGULAMENTO - Artigo 1.º Objecto O presente regulamento enquadra e estabelece as regras de funcionamento do curso de pós-graduação em fiscalidade, organizado pelo

Leia mais

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei estabelece o regime fiscal das operações de titularização de créditos efectuadas no âmbito

Leia mais

Cada vez mais a abolição das

Cada vez mais a abolição das Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes P o r M a r i a M a n u e l a V i e i r a R e i n o l d s d e M e l o As retenções na fonte de rendimentos obtidos por não residentes obedecem

Leia mais

Orçamento do Estado para 2007 Alterações Fiscais

Orçamento do Estado para 2007 Alterações Fiscais Orçamento do Estado para 2007 Alterações Fiscais Assunto: Orçamento do Estado para 2007 Alterações Fiscais Com a entrada em vigor, em 2007/01/01, do Orçamento do Estado para 2007 (Lei 53 - A/2006, de 29

Leia mais

Tendo em vista a clarificação das alterações mais significativas, procede-se à sua divulgação.

Tendo em vista a clarificação das alterações mais significativas, procede-se à sua divulgação. Classificação: 020.10.01 Segurança: Processo: 2014 000460 ÁREA DE GESTÃO TRIBUTÁRIA-IVA Ofício Circulado N.º: 30158/2014 2014-01-29 Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF): 770 004 407 Sua Ref.ª:

Leia mais

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar Fiscalidade em Portugal Um primeiro olhar ÍNDICE 01 IMPOSTOS PORTUGUESES A perspectiva global 02 TRIBUTAÇÃO DO RENDIMENTO Principais regras e taxas 03 TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO Principais regras e taxas

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

Este documento respeita as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Este documento respeita as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. orquê as atualizações aos livros da COL. LEGISLAÇÃO? O panorama legislativo nacional é bastante mutável, sendo constante a publicação de novos diplomas. Ao disponibilizar novas atualizações, a ORTO EDITORA

Leia mais

Informação n.º 2/2014 06/novembro/2014

Informação n.º 2/2014 06/novembro/2014 Informação n.º 2/2014 06/novembro/2014 REGIMES DE BENEFÍCIOS AO INVESTIMENTO E À CAPITALIZAÇÃO No dia 31 de outubro foi publicado o Decreto-Lei n.º 162/2014, que tem como objetivo promover a revisão global

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

Síntese de diversas matérias fiscais de maior relevo ocorridas na 2.ª quinzena de julho de 2015 1

Síntese de diversas matérias fiscais de maior relevo ocorridas na 2.ª quinzena de julho de 2015 1 Síntese de diversas matérias fiscais de maior relevo ocorridas na 2.ª quinzena de julho de 2015 1 1 - Estatuto das Instituições Particulares de Solidariedade Social: - Lei n.º 76/2015 de 28 de julho. Primeira

Leia mais

CIRCULAR. Gabinete Jurídico-Fiscal

CIRCULAR. Gabinete Jurídico-Fiscal CIRCULAR Gabinete Jurídico-Fiscal N/REFª: 41/2014 DATA: 02 de Junho de 2014 Assunto: O IRC e a Reorganização das Estruturas Empresariais Exmos. Senhores, Para conhecimento, junto enviamos a Circular nº

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO IV BENEFÍCIOS FISCAIS ÀS ZONAS FRANCAS ARTIGO 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria 1. (Revogado pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro) 2. (Revogado pela Lei 64-B/2011,

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2014 03 1 DESIGNAÇÃO R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS 01 PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 1 2 De / / a / / 02 ÁREA

Leia mais

Novas Regras de Facturação para 2013 - Decretos Lei 197/2012 e 198/2012, de 24 de Agosto -

Novas Regras de Facturação para 2013 - Decretos Lei 197/2012 e 198/2012, de 24 de Agosto - Novas Regras de Facturação para 2013 - Decretos Lei 197/2012 e 198/2012, de 24 de Agosto - 1 Agenda Decreto-Lei nº 197/2012 de 24 de Agosto Decreto-Lei nº 198/2012 de 24 de Agosto 2 Novas Regras de Facturação

Leia mais

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário Overview pela fiscalidade no sector imobiliário A perspectiva do pequeno investidor II Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa Sociedade de Geografia 16 de Abril de 2015 ÍNDICE DE CONTEÚDOS I INCENTIVOS

Leia mais

Lei n.º 85/98 de 18 de Dezembro. Estatuto Fiscal Cooperativo (EFC)

Lei n.º 85/98 de 18 de Dezembro. Estatuto Fiscal Cooperativo (EFC) Lei n.º 85/98 de 18 de Dezembro Estatuto Fiscal Cooperativo (EFC) A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 161.º, alínea c), 166.º, n.º 3, e 112.º, n.º 5, da Constituição, para valer como

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 4

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 4 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2014 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 3 III Jurisprudência Europeia 4 IV Jurisprudência Nacional 5 V Outras informações 6 NEWSLETTER

Leia mais

BOLETIM FISCAL ESPECIAL

BOLETIM FISCAL ESPECIAL ÍNDICE 1. PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS 2. IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) 3. CÓDIGO DOS REGIMES CONTRIBUTIVOS DA SEGURANÇA SOCIAL 4. IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS

Leia mais

Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA

Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA Legislação: Decreto-Lei n.º 71/2013 de 30 de Maio Data de entrada em vigência: 1 de Outubro de 2013 Aplicação: o regime de IVA de caixa aplica-se a todas

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O P Ú B L I C A ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos

Leia mais

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 22/2013. Regime de caixa de IVA (DL 71/2013, 30.05)

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 22/2013. Regime de caixa de IVA (DL 71/2013, 30.05) INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 22/2013 Regime de caixa de IVA (DL 71/2013, 30.05) Índice 1.Âmbito... 1 2.Opção pelo regime - permanência e saída por opção do mesmo... 1 2.1.Opção pelo regime em 2013... 1 2.2.

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

NOVIDADES E LEMBRANÇAS

NOVIDADES E LEMBRANÇAS NOVIDADES E LEMBRANÇAS Síntese de diversas matérias fiscais de maior relevo ocorridas na 1.ª quinzena de Novembro de 2013 1 2 1 - Regime de renovação extraordinária dos contratos de trabalho: - Lei n.º

Leia mais

As obrigações fiscais das Associações de Pais

As obrigações fiscais das Associações de Pais XIII Encontro Regional de Associações de Pais VISEU As obrigações fiscais das Associações de Pais 1 Introdução Definição de Associação Associação é uma organização resultante da reunião legal entre duas

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) no n.º 1 do artigo 18.º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) no n.º 1 do artigo 18.º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA alínea c) no n.º 1 do artigo 18.º Exclusão da aplicação ao "Contrato de Gestão Discricionária de Valores Mobiliários" da alínea e) do n.º 27 do artigo 9.º

Leia mais

Lei 83-C/2013 ( OE 2014 )

Lei 83-C/2013 ( OE 2014 ) Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção Lei 83-C/2013 ( OE 2014 ) Notas sobre alterações ocorridas ao nível do: Imposto SELO IUC, IMI e IMT LGT, CPPT e RGIT Porto 25 março 2014

Leia mais

MAIS-VALIAS E OUTROS INCREMENTOS PATRIMONIAIS

MAIS-VALIAS E OUTROS INCREMENTOS PATRIMONIAIS MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2013 ORIGINAL PARA A AT 3 01 02 03 0 05 06 07 MODELO 3 Anexo G Sujeito passivo A R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS

Leia mais

Estatuto dos Benefícios Fiscais Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares. Seminário Inovações Fiscais 2014

Estatuto dos Benefícios Fiscais Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares. Seminário Inovações Fiscais 2014 Estatuto dos Benefícios Fiscais Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares IMI Prédios para habitação própria e permanente Momento da contagem do período de isenção. Quando o pedido é apresentado

Leia mais

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS

Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS Globalmente, a Associação Industrial Portuguesa Câmara de Comércio e Indústria (AIP-CCI) considera positivo o Anteprojeto de Reforma do IRS efetuado

Leia mais

Comissão para a Reforma do IRC - 2013. Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego

Comissão para a Reforma do IRC - 2013. Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego Principais medidas da Reforma 2 I. Redução da taxa do IRC - A redução das taxas de IRC é fundamental para a atração de investimento

Leia mais

Pagamento Especial por Conta (PEC) A pagar em 2014

Pagamento Especial por Conta (PEC) A pagar em 2014 Pagamento Especial por Conta (PEC) A pagar em 2014 De acordo com o artigo 106º do IRC, os sujeitos passivos (excepto os abrangidos pelo regime simplificado), ficam sujeitos a um pagamento especial por

Leia mais

Saudade e Silva - Serviços de Contabilidade, Lda

Saudade e Silva - Serviços de Contabilidade, Lda Saudade e Silva - Serviços de Contabilidade, Lda Email: ssgeral@saudadeesilva.com NOVO REGIME DE FATURAÇÃO Alterações para 2013, em matéria de faturação e transporte de mercadorias. Legislação aplicável:

Leia mais

Orçamento do Estado para 2013 (2.ª parte) Atualização fiscal

Orçamento do Estado para 2013 (2.ª parte) Atualização fiscal Orçamento do Estado para 2013 (2.ª parte) Atualização fiscal Abílio Sousa Janeiro 2013 Alterações ao Decreto-Lei n.º 198/2012, de 24 de Agosto Medidas de controlo de emissão de faturas OE 2013 alterações

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O PA R T I C U L A R ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico

Leia mais

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS. O que é. A que tipo de prédios se aplica

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS. O que é. A que tipo de prédios se aplica IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS O que é A que tipo de prédios se aplica Quem tem de pagar IMI Prédios isentos Reconhecimento Tipo de isenção Prédios classificados como monumentos nacionais ou património

Leia mais

Medidas legislativas de Combate à Fraude e Evasão Fiscais concretizadas até Novembro de 2006

Medidas legislativas de Combate à Fraude e Evasão Fiscais concretizadas até Novembro de 2006 Medidas legislativas de Combate à Fraude e Evasão Fiscais concretizadas até Novembro de 2006 Portaria n.º 426-A/2005, de 1 de Abril Resselagem (estampilhas fiscais) de bebidas espirituosas, assegurando

Leia mais

BOLETIM FISCAL ESPECIAL

BOLETIM FISCAL ESPECIAL PRINCIPAIS ALTERAÇÕES FISCAIS PARA 2013 A. LEI DO ORÇAMENTO DO ESTADO 1. IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) Rendimentos da Categoria A O subsídio de refeição passa a estar sujeito

Leia mais

07-01-2015 BBB 2015 1

07-01-2015 BBB 2015 1 BBB 2015 1 Decreto-Lei N.º 162/2014 de 31 de Outubro C F I 3 Preâmbulo Ideias base Promoção da competitividade e do investimento; Reforço do apoio ao investimento, favorecendo o crescimento sustentável,

Leia mais

Golden Residence Permit Program BES IMÓVEIS AREA GESTÃO IMOBILIÁRIA

Golden Residence Permit Program BES IMÓVEIS AREA GESTÃO IMOBILIÁRIA Golden Residence Permit Program BES IMÓVEIS AREA GESTÃO IMOBILIÁRIA Em que consiste, razões para a existência do programa e benefício principal Quem pode beneficiar do programa Como beneficiar do programa

Leia mais

ADVOCACIA - Enquadramento fiscal das prestações de serviço

ADVOCACIA - Enquadramento fiscal das prestações de serviço ADVOCACIA - Enquadramento fiscal das prestações de serviço 1. Processo de pagamento de honorários no âmbito do acesso ao Direito e aos Tribunais 2. Facto gerador e exigibilidade do Imposto 3. Emissão de

Leia mais

Lei nº53-a/2006 de 29 Dezembro 2006-1 -

Lei nº53-a/2006 de 29 Dezembro 2006-1 - IRS Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares ------------------------------------------------------------------------ IRS Rendimentos empresariais e profissionais (Categoria B) Estabelece-se para

Leia mais