ESTADO DO PIAUÍ CÂMARA MUNICIPAL DE TERESINA PALÁCIO SENADOR CHAGAS RODRIGUES Assessoria Jurídica Legislativa

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1 PARECER AJL/CMT Nº 117/2013 Teresina (PI), 04 de junho de Assunto: Projeto de Lei n 093/2013 Autor: Prefeito Municipal de Teresina Ementa: Autoriza o Município de Teresina, através do Poder Executivo Municipal, a contratar financiamento junto à Caixa Econômica Federal, no âmbito do PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DE CRESCIMENTO - PAC 2, PROGRAMA PRÓTRANSPORTE/ MINISTERIO DAS CIDADES, a oferecer garantias e dá outras providências. I RELATÓRIO / HISTÓRICO Trata-se de consulta acerca do Projeto de Lei de autoria do Prefeito Municipal que autoriza o Município de Teresina, através do Poder Executivo Municipal, a contratar financiamento junto à Caixa Econômica Federal, no âmbito do PROGRAMA DE ACELE- RAÇÃO DO CRESCIMENTO PAC 2, PROGRAMA PRÓTRANSPORTE/MINISTÉRIO DAS CIDADES, a oferecer garantias e dá outras providências. Em mensagem escrita, esclarece o digníssimo autor que o presente projeto de Lei visa a melhoria do sistema viário de Teresina, por meio da pavimentação e qualificação das vias no Parque Brasil II e III, Portal da Alegria e vias de circulação do transporte coletivo e vias de ligação entre bairros. Para tanto, a Prefeitura Municipal de Teresina necessita contratar e garantir financiamento junto à Caixa Econômica Federal, no valor de até R$ ,61 (sessenta e sete milhões, seiscentos e oitenta e cinco mil e seiscentos e oitenta e sete reais e sessenta e um centavos), incluindo o valor da contrapartida de até R$ ,38 (três milhões, trezentos e oitenta e quatro mil, duzentos e oitenta e quatro reais e trinta e oito centavos). É, em síntese, o relatório. 1

2 II DA NOVA SISTEMÁTICA NO PROCESSO LEGISLATIVO DA CÂMARA MU- NICIPAL DE TERESINA E A POSSIBILIDADE DE MANIFESTAÇÃO DA ASSES- SORIA JURÍDICA LEGISLATIVA Ab initio, impende salientar que a emissão de parecer por esta não substitui o parecer das Comissões especializadas, porquanto estas são compostas pelos representantes eleitos e constituem-se em manifestação efetivamente legítima do Parlamento. Dessa forma, a opinião jurídica exarada neste parecer não tem força vinculante, podendo seus fundamentos serem utilizados ou não pelos membros desta Casa. De qualquer sorte, torna-se de suma importância algumas considerações sobre a possibilidade e compatibilidade da nova sistemática adotada para o processo legislativo no âmbito desta Casa de Leis de Teresina. A Resolução Normativa n 036/2011, que dispõe sobre as atribuições dos Assessores Jurídicos Legislativos, assim dispõe: Art. 9 Ficam criados 05 (cinco) cargos de Assessor Jurídico Legislativo, privativos de bacharéis em Direito, dentro do Quadro Efetivo de Pessoal da Câmara Municipal de Teresina, a serem providos na forma do que dispõe o art. 37, I e II, da Constituição Federal e 75, I e II, da Lei Orgânica do Município de Teresina. 1 São atribuições dos Assessores Jurídicos Legislativos: I emitir pareceres, por escrito, das proposições que tramitam no Departamento Legislativo, quando lhes forem solicitados, bem como, prestar assessoria e consultoria à Presidência, Mesa Diretora e as Comissões Permanentes e Especiais; (grifo nosso) Assim sendo, a referida Resolução estabelece expressamente a possibilidade de emissão de parecer escrito sobre as proposições legislativas, exatamente o caso ora tratado. A sistemática, ressalte-se, não é exclusividade de Teresina, sendo adotada por diversas outras Câmaras Municipais brasileiras. Ainda assim, a opinião técnica desta Assessoria Jurídica é estritamente jurídica e opinativa não podendo substituir a manifestação das Comissões Legislativas especializadas, pois a vontade do Parlamento deve ser cristalizada através da vontade do povo, aqui efetivada por meio de seus representantes eleitos. E sãos estes mesmos representantes que melhor po- 2

3 dem analisar todas as circunstâncias e nuances (questões sociais e políticas) de cada proposição. Por essa razão, em síntese, a manifestação deste órgão de assessoramento jurídico, autorizada por norma deste Parlamento municipal, serve apenas como norte, em caso de concordância, para o voto dos edis mafrenses, não havendo substituição e obrigatoriedade em sua aceitação e, portanto, não atentando contra a soberania popular representada pela manifestação dos Vereadores. III - ADMISSIBILIDADE O projeto de lei em enfoque está redigido em termos claros, objetivos e concisos, em língua nacional e ortografia oficial, estando devidamente subscrito por seu autor, além de trazer o assunto sucintamente registrado em ementa, tudo na conformidade do disposto nos arts. 99 e 100 do Regimento Interno da Câmara Municipal de Teresina - RICMT. Observa-se que autor articulou justificativa escrita, atendendo ao disposto no art. 101 da mesma norma regimental. A distribuição do texto também está dentro dos padrões exigidos pela técnica legislativa, não merecendo qualquer reparo, restando, pois, cumpridos os requisitos de admissibilidade. 3 III ANÁLISE SOBRE O PRISMA LEGAL E CONSTITUCIONAL Primeiramente, é importante observar que o Projeto de Lei sob análise não contém qualquer vício de ordem formal, seja de iniciativa ou procedimental, uma vez que a Lei Orgânica do Município admite que a iniciativa das leis cabe também ao Prefeito, bem como estabelece a competência material e legislativa do Município de realizar operações de créditos, conforme se observa a seguir: Art. 12. Ao Município compete prover a tudo quanto diga respeito ao seu peculiar interesse e ao bem-estar de sua população, cabendo-lhe, privativamente, as seguintes atribuições:

4 XV - instituir e arrecadar os tributos de sua competência, bem como aplicar suas rendas e realizar operações de crédito; Art. 20. Cabe à Câmara Municipal, com a sanção do Prefeito, legislar sobre as matérias de competência do Município, no que se refere ao seguinte: III à obtenção e concessão de empréstimos e operações de crédito, bem como sobre a forma e os meios de pagamento; Art. 50. A iniciativa das leis cabe ao Vereador, às Comissões permanentes da Câmara, ao Prefeito Municipal e aos cidadãos. No que concerne à competência para contrair empréstimos, dispõe o art. 71, XX- XII, da Lei Orgânica do Município que é competência privativa do Chefe do Executivo Municipal contrair empréstimos e realizar operações de crédito, desde que previamente autorizado pelo Poder Legislativo Municipal. Senão vejamos: Art. 71. Compete privativamente ao Prefeito: 4 XXXII - contrair empréstimos e realizar operações de crédito, mediante prévia autorização da Câmara Municipal. Ademais, acerca da contratação de operações de crédito, o doutrinador Sérgio Jund, em sua obra Administração, Orçamento e Contabilidade Pública, determina o atendimento das seguintes condições: existência de prévia e expressa autorização para contratação no texto de lei específica; inclusão no orçamento ou em créditos adicionais dos recursos provenientes da operação; observância dos limites e condições fixados pelo Senado Federal; e, finalmente, consideração do disposto no inciso III do art. 167 da Constituição Federal que veda as operações de crédito que excedam o montante das despesas de capital, salvo as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta. Com efeito, a Resolução nº 43/2001, que dispõe sobre as operações de crédito interno e externo dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, inclusive concessão de

5 garantias, seus limites e condições de autorização, e dá outras providências, determina em seu art. 7º o seguinte: Art. 7º As operações de crédito interno e externo dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios observarão, ainda, os seguintes limites: I - o montante global das operações realizadas em um exercício financeiro não poderá ser superior a 16% (dezesseis por cento) da receita corrente líquida, definida no art. 4; 3º São excluídas dos limites de que trata o caput as seguintes modalidades de operações de crédito: (Redação dada pela Resolução n.º 19, de 2003) I - contratadas pelos Estados e pelos Municípios com a União, organismos multilaterais de crédito ou instituições oficiais federais de crédito ou de fomento, com a finalidade de financiar projetos de investimento para a melhoria da administração das receitas e da gestão fiscal, financeira e patrimonial, no âmbito de programa proposto pelo Poder Executivo Federal; (Incluído pela Resolução n.º 19, de 2003) Dessa forma, verifica-se o cumprimento das formalidades legais, haja vista que a autorização vem expressa em lei específica, o art. 3º da proposição legislativa em comento prevê que os recursos provenientes das operações de crédito serão consignados como receita no orçamento ou em créditos adicionais, bem como o valor do financiamento objeto de autorização não deve se submeter ao limite de 16% (dezesseis por cento) da receita corrente líquida por se tratar de contratação no âmbito de programa do Poder Executivo Federal. Por fim, quanto à tramitação do projeto de lei em comento, conforme o Regimento Interno da Câmara Municipal de Teresina, é indispensável a sua análise pelas Comissões de Legislação, Justiça e Redação Final e de Finanças, Orçamento e Fiscalização Financeira e Ordem Econômica, conforme estabelece os dispositivos regimentais abaixo: 5 Art. 70. Compete à Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final, especialmente:

6 1º Salvo expressa disposição em contrário deste Regimento, é o- brigatória a audiência da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final em todos os projetos de leis, decretos legislativos e resoluções que tramitarem pela Câmara. Art. 71. Compete à Comissão de Finanças, Orçamento, Fiscalização Financeira e Ordem Econômica, opinar obrigatoriamente sobre todas as matérias de caráter financeiro, e especialmente quando for o caso de: IV - proposições referentes a matérias tributárias, abertura de créditos, empréstimos públicos e as que, direta ou indiretamente, alterem a despesa ou a receita do Município, acarretem responsabilidade ao Erário Municipal ou interessem ao crédito e ao patrimônio público Municipal; Destarte, verifica-se que a proposição legislativa em comento atende aos requisitos legais, não existindo nenhum vício que impeça seu regular trâmite. V- CONCLUSÃO 6 Por essas razões, esta opina pela POSSIBILIDADE JURÍDICA da tramitação, discussão e votação da matéria proposta, por não vislumbrar nenhum vício de ordem legal ou constitucional que impeça seu normal trâmite. É o parecer, salvo melhor e soberano juízo das Comissões e Plenário desta Casa Legislativa. DENISE CRISTINA GOMES MACIEL Assessora Jurídica Legislativa Mat CMT

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