Exemplo: Folha de Pagamento- Bruto... R$ 100,00 Contribuição Patronal...R$ 30,00 Consignação...R$ 20,00 Salário Família...

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1 Decisões Nº Processo: /2006 Relator: Júlio Campos Nº Acórdão: 976/2006 Data da Sessão: Interessado: ASSOCIAÇÃO MATOGROSSENSE DOS MUNICÍPIOS Assunto: CONSULTA SOBRE QUAL A FORMA DE SE EMPENHAR OS BENEFÍCIOS DE SALÁRIO-FAMÍLIA, SALÁRIO-MATERNIDADE E AUXÍLIO DOENÇA E QUAL A SISTEMÁTICA A SER ADOTADA NA ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DA DESPESA E DA COMPENSAÇÃO NA GUIA DE RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. CONHECER DA CONSULTA E RESPONDER AOS QUESTIONAMENTOS DO CONSULENTE, NOS TERMOS DO PARECER Nº 035/CT/2005 DA CONSULTORIA DE ESTUDOS, NORMAS E AVALIAÇÃO. Texto: Vistos, relatados e discutidos os autos do Processo nº /2006. ACORDAM os senhores conselheiros do Tribunal de Contas, por unanimidade, acompanhando o voto do Conselheiro Relator e de acordo com o Parecer nº 1.468/2006, da Procuradoria de Justiça, em responder as indagações do consulente nos termos do Parecer nº 035/CT/2006 da competente Consultoria de Estudos, Normas e Avaliação desta Corte de Contas, nos seguintes termos: 1- As despesas com os benefícios Salário-Família, Salário-Maternidade e Auxílio-Doença devem ser empenhadas no Orçamento da Prefeitura Municipal e Câmara Municipal ou do Regime Próprio de Previdência Social? Quando o Salário-Família, Salário-Maternidade e Auxílio-Doença forem benefícios assegurados pelo RPPS: 1.1.a) o servidor receberá o benefício diretamente da entidade empregadora; 1.1.b) a entidade empregadora deverá compensar o dispêndio quando do recolhimento das obrigações junto ao RPPS; e 1.1.c) o RPPS deverá empenhar, liquidar e pagar(compensar) a despesa correspondente na execução de seu próprio orçamento. 1.2-Quando o Salário-Família, Salário-Maternidade e Auxílio-Doença não forem benefícios assegurados pelo RPPS: 1.2.a) o servidor receberá diretamente da entidade empregadora; e 1.2.b) o empenho, liquidação e pagamento deverá ocorrer na execução do orçamento da entidade empregadora. 2 - Qual a sistemática a ser adotada na escrituração contábil da despesa e da compensação na guia de recolhimento da contribuição previdenciária? Nessa linha de raciocínio, respondendo ao 2º questionamento, apresenta-se exemplos da contabilização das despesas referentes à concessão dos benefícios: Salário-Família, Salário-Maternidade e Auxílio Doença. 1 - Benefícios concedidos pelo RPPS Exemplo: Folha de Pagamento- Bruto... R$ 100,00 Contribuição Patronal...R$ 30,00 Consignação...R$ 20,00 Salário Família... R$ 10,00 D - Disponibilidade de crédito R$ 100,00 C - Crédito empenhado a liquidar R$ 100,00 D - Crédito empenhado a liquidar R$ 100,00 C - Crédito empenhado liquidado R$ 100,00 D - Despesa realizada Folha de Pagamento R$ 100,00 D - Créditos diversos a compensar salário família R$ 10,00 C - Obrigações a Pagar R$ 90,00 C - Consignações Previdenciárias R$ 20,00 Pelo pagamento da Folha de Pagamento Líquida D - Obrigações a Pagar R$ 90,00 C - Banco R$ 90,00

2 Pelo recolhimento da parte patronal, das consignações previdenciárias e pela compensação do salário família pago. D - Transferência Financeiras parte patronal R$ 30,00 D - Consignações Previdenciárias R$ 20,00 C - Banco R$ 40,00 C - Créditos diversos a compensar salário família R$ 10,00 Deve ser observado que do valor referente às contribuições previdenciárias dos servidores, consignadas na entidade empregadora para com o Regime Próprio de Previdência Social RPPS, deve ser deduzido o valor do benefício pago/concedido, e o valor apurado será recolhido ao RPPS através de Guia de Recolhimento). Registro no Regime Próprio de Previdência Social. C Salário Família a compensar R$ 10,00 Pelo recebimento da parte patronal, das consignações previdenciárias e pela compensação do salário família. D - Salário Família a compensar R$ 10,00 D Banco R$ 40,00 C - Receita de Contribuições Previdenciárias do Regime Próprio R$ 20,00 C - Transferências Financeiras contribuição patronal R$ 30,00 2 Benefícios concedidos pela entidade empregadora (quando o RPPS não concede os benefícios). Pelo registro da despesa. C - Salário Família pagar R$ 10,00 Pelo pagamento do benefício. D - Salário Família a pagar R$ 10,00 C - Banco R$ 10,00 Participaram do julgamento os senhores conselheiros: ARY LEITE DE CAMPOS, BRANCO DE BARROS e ANTONIO JOAQUIM Ausentes, justificadamente, os senhores conselheiros UBIRATAN SPINELLI e VALTER ALBANO. Presente, representando o Ministério Público, o procurador de Justiça, dr. MAURO DELFINO CÉSAR. Publique-se. Sala das Sessões, em 24 de maio de 2006.

3 CONSELHEIRO JOSÉ CARLOS NOVELLI - Presidente CONSELHEIRO JÚLIO CAMPOS - Relator PROCURADOR DE JUSTIÇA DR. MAURO DELFINO CÉSAR PROCESSO : /2006 INTERESSADO: ASSOCIAÇÃO MATOGROSSENSE DOS MUNICÍPIOS ASSUNTO : CONSULTA RELATOR : CONSELHEIRO JULIO CAMPOS PARECER N.º 1468/06 Trata-se de Consulta formulada pelo Presidente da Associação Matogrossense dos Municípios, Sr. José Aparecido dos Santos objetivando informação dessa Corte de Contas acerca de empenhos de benefícios e auxílios dos servidores municipais, no sentido de esclarecer se os mesmos devem figurar no orçamento da prefeitura municipal e da Câmara Municipal ou do Regimento de Previdência Social. Pergunta ainda sobre a escrituração contábil das despesas e compensações na guia de contribuição previdenciária. As fls. 05/12 a Consultoria Técnica desta Corte em cuidadoso parecer n 035/CT/2006 esclarece que o tema da consulta trata de direitos sociais cujas garantias tem natureza constitucional. Ressalta que o Regime de previdência (art. 201 CF/88) regulamenta o vínculo dos trabalhadores durante a inatividade, mediante a concessão de benefícios temporários e permanentes. No caso dos servidores públicos efetivos, vinculados ao regime próprio de previdência (lei 9717/99) o estatuto estabelece que estes não poderão conceder benefícios distintos daqueles previstos no Regime geral. Concluindo que: Os regimes próprios de previdência social deverão assegurar, no mínimo, os benefícios de aposentadoria e pensão por morte. Os demais direitos sociais, quando contemplados pelo plano de benefícios do RPPS, a concessão do benefício também é de responsabilidade do RPPS; e Tratando-se de direito social não contemplado pelo plano de benefício do RPPS, a concessão do direito é de responsabilidade da entidade empregadora. Quando o salário família, salário maternidade e auxilio doença forem benefícios assegurados pelo RPPS: o servidor receberá o benefício diretamente da entidade empregadora; a entidade empregadora deverá compensar o dispêndio quando o recolhimento das obrigações junto ao RPPS e o RPPS deverá empenhar, liquidar e pagar (compensar) a despesa correspondente na execução de seu próprio orçamento. Quando o salário família, salário maternidade e auxilio doença não forem benefícios assegurados pelo RPPS: o servidor receberá diretamente da entidade empregadora e o empenho, liquidação e pagamento deverá ocorrer na execução do orçamento da entidade empregadora. E seguindo essa linha de raciocínio apresenta às fls.09/12, exemplos demonstrativos de contabilização dessas despesas. É o relatório Considerando o Ilustre Parecer da Consultoria Técnica desta Corte e a natureza contábil dos questionamentos levantados pelo Consulente ratificamos o parecer de n 035/CT/2006 daquela Consultoria constante às fls. 05/12 TC. Por oportuno registramos o cuidado que essa Corte de Contas deve ter para não assumir as vezes de assessor contábil ou jurídico dos jurisdicionados a quem cabem, por dever de ofício, conhecer a legislação e procedimentos relativos a sua área da atuação. É o Parecer. Cuiabá, 10 de maio de Mauro Delfino César Procurador de Justiça PROCESSO Nº. : /2006 INTERESSADO : ASSOCIAÇÃO MATOGROSSENSE DOS MUNICÍPIOS ASSUNTO : CONSULTA RELATOR : CONSELHEIRO JULIO JOSE DE CAMPOS PARECER Nº. : 035/CT/2006 Exmo. Sr. Conselheiro Relator,

4 Tratam os autos de consulta formulada pelo Presidente da Associação Matogrossense dos Municípios, Sr. José Aparecido dos Santos, através da qual solicita deste Tribunal orientações acerca da contabilização dos benefícios pagos pela Prefeitura ou Câmara, mas que são compensados junto ao RPPS. A consulta apresenta os seguintes questionamentos: 1.As despesas com os benefícios Salário-família, Salário-maternidade e Auxílio-doença devem ser empenhadas no Orçamento da Prefeitura Municipal e Câmara Municipal ou do Regime Próprio de Previdência Social? 2.Qual a sistemática a ser adotada na escrituração contábil da despesa e da compensação na guia de recolhimento da contribuição previdenciária? A consulta preenche os requisitos de admissibilidade exigidos no artigo 216 do Regimento Interno do Tribunal de Contas (Resolução nº. 02/2002). É oportuno salientar que as consultas julgadas pelo Plenário que obtiveram a maioria dos votos dos seus membros terão caráter normativo após a respectiva publicação do Diário Oficial do Estado, constituindo-se em prejulgado da tese, conforme determina o artigo 219 do Regimento Interno. Passe -se ao parecer. A consulta está a tratar de direitos sociais e segundo Alexandre de Moraes direitos sociais são direitos fundamentais do homem, caracterizando-se como verdadeiras liberdades positivas, de observância obrigatória em um Estado Social de Direito, tendo por finalidade a melhoria de condições de vida aos hipossuficientes, visando à concretização da igualdade social, e são consagrados como fundamentos do Estado democrático, pelo art. 1º., IV, da Constituição Federal.1 Na Constituição Federal, para os direitos sociais, foi reservado um capítulo específico, nos artigos 6º/11. Segundo o artigo 6º. da CF: são direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer a segurança, a previdência social, a proteção a maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. Observa-se que o salário-família e a licença à gestante estão direitos sociais dos trabalhadores, em geral. Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: (...) XII - salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998); (...) XVIII - licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias. (...) Art A união, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão conselho de política de administração e remuneração de pessoal, integrado por servidores designados pelos respectivos Poderes. 3º Aplica-se aos servidores ocupantes de cargo público o disposto no art. 7º, IV, VII, VIII, IX, XII, XIII, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XX, XXII e XXX, podendo a lei estabelecer requisitos diferenciados de admissão quando a natureza do cargo o exigir. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998). Destaca-se, ainda, que mesmo não estando elencado, de forma expressa, no rol do art.7º. da C.F, o auxílio-doença é um direito social relativo a inatividade necessária para recuperação da saúde, uma das condições indispensáveis para dignidade da pessoa humana, que é um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito(Art.1º. inc. III da CF). Comprova-se, portanto, que está constitucionalizada a obrigação do Estado (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) em conceder um direito social ao trabalhador que comprovar reunir as condições indispensáveis para o exercício do referido direito. A Carta Magna prevê a possibilidade de alguns direitos sociais serem garantidos como benefícios previdenciários. O Art. 201 da CF estabelece que a previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados os critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, nos termos da lei, a : I - cobertura dos eventos de doença, invalidez, morte e idade avançada; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) II - proteção à maternidade, especialmente à gestante; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998); III - proteção ao trabalhador em situação de desemprego involuntário; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) IV - salário-família e auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

5 V - pensão por morte do segurado, homem ou mulher, ao cônjuge ou companheiro e dependentes, observado o disposto no 2º. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) (...) Regime de Previdência regulamenta o vínculo dos trabalhadores, durante a inatividade, mediante a concessão de benefícios, temporários ou permanentes. Os trabalhadores, em geral, se vinculam, ao RGPS - Regime Geral de Previdência Social. Os servidores públicos efetivos poderão estar vinculados ao RPPS Regimes Próprios de Previdência Social, conforme regra específicas ou ao RGPS. Os Regimes Próprios de Previdência Social, com acesso exclusivo aos servidores públicos efetivos, foram regulamentados pela Lei nº /99, que dispõe sobre regras gerais para a organização e o funcionamento dos regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos militares dos Estados e do Distrito Federal, estabelecendo que os RPPS não poderão conceder benefícios distintos do RGPS. 5º Os regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos militares dos Estados e do Distrito Federal não poderão conceder benefícios distintos dos previstos no Regime Geral de Previdência Social, de que trata a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, salvo disposição em contrário da Constituição Federal. Art. 43 da Orientação Normativa 03/2004 e o Art. 16 da Portaria nº. 4992/99 regulamentam a regra de que o regime próprio não poderá conceder benefício distinto dos previstos pelo RGPS, ficando restrito aos seguintes: I - quanto ao servidor: a) aposentadorias invalidez; b) aposentadoria compulsória; c) aposentadoria voluntária por idade e tempo de contribuição; d) aposentadoria voluntária por idade; e) aposentadoria especial; f) auxílio-doença; g) salário-família; e h) salário-maternidade. II - quanto ao dependente: a) pensão por morte; e b) auxílio-reclusão. 1º São considerados benefícios previdenciários do regime próprio os mencionados nos incisos I e II. A Orientação Normativa MPAS nº. 03/2004, estabelece os benefícios mínimos a ser concedidos pelos RPPS. Art. 2º Para os efeitos desta Orientação Normativa, considera-se: I - regime próprio de previdência social, o sistema de previdência, estabelecido no âmbito de cada ente federativo, que assegure, por lei, a servidor titular de cargo efetivo, pelo menos os benefícios de aposentadoria e pensão por morte previstos no art. 40 da Constituição Federal; Feitas as referências aos direitos sociais e as regras positivadas sobre os benefícios dos RPPS, concluise: os regimes próprios de previdência social deverão assegurar, no mínimo, os benefícios de aposentadoria e pensão por morte. Os demais direitos sociais, quando contemplados pelo plano de benefícios do RPPS, a concessão do benefício também é de responsabilidade do RPPS; e tratando-se de direito social não contemplado pelo plano de benefício do RPPS, a concessão do direito é de responsabilidade da entidade empregadora. Responde-se o primeiro questionamento, como segue: 1-Quando o salário família, salário maternidade e auxílio doença forem benefícios assegurados pelo RPPS: o servidor receberá o benefício diretamente da entidade empregadora; a entidade empregadora deverá compensar o dispêndio quando o recolhimento das obrigações junto ao RPPS; e o RPPS deverá empenhar, liquidar e pagar(compensar) a despesa correspondente na execução de seu próprio orçamento. 2-Quando o salário família, salário maternidade e auxílio doença não forem benefícios assegurados pelo RPPS: o servidor receberá diretamente da entidade empregadora; e o empenho, liquidação e pagamento deverá ocorrer na execução do orçamento da entidade empregadora. Nessa linha de raciocínio, respondendo ao 2º.questionamento, apresenta-se exemplos da contabilização das despesas referentes à concessão dos benefícios: Salário-Família, Salário-Maternidade e Auxílio Doença.

6 1- Benefícios concedidos pelo RPPS Exemplo: Folha de Pagamento- Bruto...R$ 100,00 Contribuição Patronal....R$ 30,00 Consignação...R$ 20,00 Salário Família... R$ 10,00 D - Disponibilidade de crédito R$ 100,00 C - Crédito empenhado a liquidar R$ 100,00 D - Crédito empenhado a liquidar R$ 100,00 C - Crédito empenhado liquidado R$ 100,00 D - Despesa realizada Folha de Pagamento R$ 100,00 D - Créditos diversos a compensar salário família R$ 10,00 C - Obrigações a Pagar R$ 90,00 C - Consignações Previdenciárias R$ 20,00 Pelo pagamento da Folha de Pagamento Líquida D - Obrigações a Pagar R$ 90,00 C - Banco R$ 90,00 Pelo recolhimento da parte patronal, das consignações previdenciárias e pela compensação do salário família pago. D - Transferência Financeiras parte patronal R$ 30,00 D - Consignações Previdenciárias R$ 20,00 C - Banco R$ 40,00 C - Créditos diversos a compensar salário família R$ 10,00 Obs.: do valor referente às contribuições previdenciárias dos servidores, consignadas na entidade empregadora para com o Regime Próprio de Previdência Social RPPS, deve ser deduzido o valor do benefício pago/concedido, e o valor apurado será recolhido ao RPPS através de Guia de Recolhimento). Registro no Regime Próprio de Previdência Social. C Salário Família a compensar R$ 10,00 Pelo recebimento da parte patronal, das consignações previdenciárias e pela compensação do salário família. D - Salário Família a compensar R$ 10,00 D Banco R$ 40,00 C - Receita de Contribuições previdenciárias do Regime Próprio R$ 20,00 C - Transferências Financeiras contribuição patronal R$ 30,00 2 Benefícios concedidos pela entidade empregadora(quando o RPPS não concede os benefícios).

7 Pelo registro da despesa. C - Salário Família pagar R$ 10,00 Pelo pagamento do benefício. D - Salário Família a pagar R$ 10,00 C - Banco R$ 10,00 É o parecer que se submete à apreciação superior. Cuiabá-MT, 28 de abril de Osiel Mendes de Oliveira - Consultor de Orientação aos Jurisdicionados Narda Consuelo Vitório Neiva Silva - Consultora de Estudos, Normas e Avaliação Risodalva Beata de Castro - Secretária-Chefe

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