Sistemas Operativos. Gestão de memória. Rui Maranhão

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1 Sistemas Operativos Gestão de memória Rui Maranhão

2 Gestão de memória idealmente a memória seria grande rápida não volátil contudo, na realidade existem limitações físicas!

3 Portanto... hierarquia da memória pouca memória rápida (cara) - cache velocidade média - memória principal gigabytes de memória lenta - discos hierarquia gerida pelo gestor de memória

4 Gestor de memória gestor de memória faz parte do SO responsável por gerir de forma eficiente a memória manter informação sobre partes da memória em uso alojar (bem como remover) memória para processos quando necessário

5 Monoprogramação

6 Multiprogramação com partições fixas

7 Recursos: limitações recursos de um computador são limitados memória impressora CPU solução virtualização dos recursos

8 Memória virtual elimina restrição física imposta pelo tamanho da memória física

9 Gerir memória tipos de decisões que o sistema operativo tem de tomar em relação à memória principal reserva transferência substituição

10 Recolocação e protecção incerteza sobre o endereço de carregamento do programa endereço de variáveis, e das rotinas não pode ser absoluto um processo não pode sobrepor outro uso de valores de limites endereços adicionais à base endereços superiores ao limite são erros

11 Swapping a alocação de memória muda com processos que são carregados processos que são libertados

12 Swapping Alocação para segmento de dados crescente Alocação para segmento de dados e stack crescente

13 Libertar memória quando a memória é atribuída de forma dinâmica, o sistema operativo têm de gerir o processo 2 formas de manter o uso de memória bitmasks listas ligadas (free lists)

14 Gestão com bitmaps zona de memória com 5 processos e 3 buracos bitmap correspondente semelhante a uma lista ligada

15 Gestão com lista ligadas

16 Algoritmos de transferência Existem três situações em que é necessário transferir dados a pedido (on request) por necessidade (on demand) por antecipação (prefetching)

17 Swapping / paging quando é necessário libertar espaço na memória física o SO copia páginas para disco terminologia: swapping vs. paging granularidade minimizar latência: pre-fetching traz páginas antes de serem pedidas

18 Algoritmos de substituição segmentos possíveis critérios para decidir qual o processo a transferir para disco estado e prioridade tempo de permanência na memória principal dimensão do processo

19 Reserva de memória paginação (paging) muito simples, basta encontrar uma página livre numa Lista de Páginas Livres segmentação tamanho variável dos segmentos torna complexo a reserva do espaço libertação exige recompactar segmentos

20 Paging Em geral, os sistemas de memória virtual usam paging

21 Paging a relação entre endereços virtuais e físicos é dado por uma tabela

22 Paging operação da MMU com 16 páginas de 4KB

23 Paging - tornar mais rápido em sistemas de paginação o mapeamento entre os endereços de memória virtual e físicos tem de ser rápido se o endereços virtuais forem grandes, a tabela de páginas terá de ser grande algoritmo mais usado: translation lookaside buffers (TLB)

24 Rejeição de páginas um page fault origina decidir que página em memória rejeitar criar espaço para uma nova página uma página modificada tem de ser escrita convém rejeitar páginas frequentemente usadas para evitar overheads!

25 Rejeição de páginas situação óptima: rejeitar a página que será usada mais tarde impraticável aproximado por estimativa histórico de execuções também é impraticável. Porquê?

26 NRU cada página tem 1 bit de acesso e 1 de escrita páginas são classificadas 1. não acedida, não modificada 2. não acedida, modificada 3. acedida, não modificada 4. acedida, modificada

27 FIFO mantém uma lista de páginas em memória segundo a ordem que foram carregadas página no topo da lista é rejeitada desvantagem página há mais tempo em memória pode também ser a mais usada

28 Segunda oportunidade ordem FIFO se a página mais antiga tiver sido acedida, não é rejeitada é limpo o bit de acesso e colocada no fim da lista

29 Rejeição de páginas relógio

30 LRU menos usada recentemente (LRU) eficaz segundo o princípio de localidade latência associada à implementação utilização de um contador por página quando atingir um valor máximo, passa para a lista das livres (e/ou modificadas)

31 Working Set o conjunto de páginas usadas pelo processo corrente é designado de working set manter em memória páginas do processo que está a ser executado

32 WSClock

33 Rejeição de páginas Algoritmo Óptimo NRU (não usado recentemente) FIFO Segunda Oportunidade Relógio LRU NRU Aging Working set WSClock Propriedades Inexequível. Padrão para comparação. Aproximação grosseira. Leva à rejeição de páginas importantes. Melhoramento do FIFO. Solução realista. Muito bom. Implementação exacta difícil. Aproximação grosseira do LRU. Aproximação boa e eficiente do LRU. Implementação ineficiente. Aproximação boa e eficiente.

34 Rejeição de páginas Algoritmo Óptimo NRU (não usado recentemente) FIFO Segunda Oportunidade Relógio LRU NRU Aging Working set WSClock Propriedades Inexequível. Padrão para comparação. Aproximação grosseira. Leva à rejeição de páginas importantes. Melhoramento do FIFO. Solução realista. Muito bom. Implementação exacta difícil. Aproximação grosseira do LRU. Aproximação boa e eficiente do LRU. Implementação ineficiente. Aproximação boa e eficiente.

35 Rejeição de páginas Algoritmo Óptimo NRU (não usado recentemente) FIFO Segunda Oportunidade Relógio LRU NRU Aging Working set WSClock Propriedades Inexequível. Padrão para comparação. Aproximação grosseira. Leva à rejeição de páginas importantes. Melhoramento do FIFO. Solução realista. Muito bom. Implementação exacta difícil. Aproximação grosseira do LRU. Aproximação boa e eficiente do LRU. Implementação ineficiente. Aproximação boa e eficiente.

36 Condição de Belady para a mesma sequência de referências, as substituições devem diminuir com o aumento de memória central e.g., LRU FIFO não obedece à condição...

37 Sistemas paginados aspectos de concepção de alocação local e global controlo de carga (thrashing) tamanho das páginas...

38 Alocação como deverá ser a memória alocada entre os processos em execução?

39 Alocação

40 Controlo de carga mesmo usando bons algoritmos, pode ainda ocorrer thrashing quando frequência de page faults indica alguns processos precisam de mais memória mas nenhum pode ceder memória

41 Controlo de carga solução reduzir número de processos que competem por memória passar processos para disco e dividir as páginas que lhes estavam atribuídas rever grau de multi-programação

42 Tamanho de páginas determinado pelo hardware (geralmente) não existe um tamanho ideal

43 Tamanho de páginas Páginas pequenas menos fragmentação interna melhor adequação a várias estrutura de dados e código menos partes de programação não usados em memória mas, mais páginas (tabela de páginas maiores)

44 Tamanho de páginas Overhead devido às tabelas e à fragmentação overhead = ((s. e) / p) + (p / 2) s - tamanho médios dos processos (bytes) p - tamanho das páginas e - entrada na tabela de páginas Valor óptimo quando p = sqrt(2. s. e)

45 Separação geralmente computadores têm um único endereço de memória para programas e estrutura de dados Se for suficiente grande, tudo funciona bem mas, é geralmente pequeno!

46 Páginas partilhadas em grandes sistemas multi-programados é comum vários utilizadores usarem o mesmo programa ao mesmo tempo

47 Bibliotecas partilhadas em sistemas operativos modernos, várias bibliotecas são partilhadas por vários processos

48 Limpeza paginação funciona melhor quando existem muitas páginas livres Portanto, mecanismos de limpeza de páginas que não estar a ser utilizadas pode melhor a performance page daemon

49 Pré-paginação paginação a pedido conduz a um número elevado de faltas de páginas pré-paginação: tentativa de eliminar faltas de páginas carregar para a memória mais páginas do que a necessárias Será uma boa ideia?

50 Estrutura de um programa a paginação é transparente para ao programador mas deve ser tido em conta! por exemplo:

51 Estrutura de um programa selecção cuidadosa das estruturas de dados pode reduzir o número de faltas de páginas stack - boa localidade de referência hash tables - má localidade de referência apontadores - tende a introduzir má localidade

52 Aspectos de implementação SO intervém 4 vezes na paginação criação do processo execução do processo na page fault fim de execução do processo

53 Aspectos de implementação tratamento da page fault o HW interrompe o kernel são salvaguardados os registos SO determina a página virtual necessária SO valida endereço e procura page frame se a página foi alterada escreve-a para disco

54 Backup de instruções

55 Fixação de páginas Alguns frames podem ser fechados (locked) páginas não poderão ser substituídas! Exemplos kernel (estruturas de dados), processos com tempos de execução críticos, buffers de I/O

56 Paging-out

57 Segmentação

58 Segmentação

59 Segmentação vs. Paging

60 Fragmentação

61 Reserva de segmentos best-fit (o menor possível) worst-fit (o maior possível) first-fit (o primeiro possível) next-fit (o primeiro possível a seguir ao anterior)

62 Critérios de escolha de blocos livres: Algoritmo buddy A memória livre é devidida em blocos de dimensão b^n se b=2, buddy binário para satisfazer um pedido de dimensão D, percorre-se a lista à procura de um bloco de dimensão 2^k tal que 2^k-1 < D <= 2^k se não for encontrado procura-se um de 2^k+1 que será dividido em duas partes iguais (buddies) um deles será dividido até se encontrar um de dimensão 2^k se possível, na libertação um bloco é recombinado com o seu buddy consegue-se um bom equilibrio entre o tempo de procura e a fragmentação interna e externa

63 UNIX Gestão de memória

64 Unix - gestão de memória Unix, implementação sobre arquitecturas diferentes dois grupos de implementação segmentação com swapping paginação

65 Transferência (Swapping) arquitecturas segmentadas regiões carregadas contiguamente transfere para disco processos bloqueados existem 4 situações que provocam transf. fork, brk (expande segmento), crescimento da stack, carregar processos que estavam swap-out

66 Swapper processo que efectua as transferências de segmentos entre memória principal e secundária área especial do disco reservado para os segmentos retirados de memória

67 Paginação um processo têm inicialmente 3 regiões código, dados, e stack cada região tem uma tabela de páginas

68 Tabela paginação/descritores de blocos de disco

69 Significado dos campos P - present R - referenced M - modificada C/W - copy-on-write PROT - bits de protecção Idade - algoritmo de page stealer end. físico da page frame num do bloco e num dispositivo tipo - swap, demand fill, demand zero

70 Tabela pfdata permite a gestão eficaz das páginas de memória física indexada pelo número de página física contém estado da página contador com número de processos número de device e block

71 Substituição de páginas aproximação ao algoritmo LRU idade da página é mantida na PTE page-stealer é acordado quando o número de páginas livres desce abaixo do limite percorre as PTE incrementando a idade se página for referenciada, idade é anulada se página atingir certa idade, marca-a para ser transferida

72 Criação de um processo fork: duplica os segmentos do processo não é feita cópia física de memória cria nova tabela de regiões para o filho dá-lhe a mesma região de código copia as regiões de dados e pilha percorre PTE do pai e actualiza pfdata e coloca a 1 o bit copy on write antes duma página ser escrita o sistem copia-a para uma nova página que aloca preenche a PTE do processo onde ocorreu a falta com o endereço físico só se copia páginas que foram modificadas

73 fork

74 Tratamento de copy-on-write

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