Portaria n.º 500, de 02 de outubro de CONSULTA PÚBLICA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Portaria n.º 500, de 02 de outubro de 2015. CONSULTA PÚBLICA"

Transcrição

1 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 500, de 02 de outubro de CONSULTA PÚBLICA OBJETO: Proposta de Regulamentação Técnica para Produtos para Tratamento Acústico ou Isolamento Térmico para uso na Construção Civil estabelecendo requisitos obrigatórios para a disponibilização desses produtos no mercado nacional, visando à segurança contra incêndios em edificações. ORIGEM: Inmetro / MDIC. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO, no uso de suas atribuições, conferidas no 3º do art. 4º da Lei n.º 5.966, de 11 de dezembro de 1973, nos incisos I e IV do art. 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 1999, e no inciso V do art. 18 da Estrutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo Decreto n , de 28 de novembro de 2007; Considerando que notificações, audiências públicas e consultas públicas estão entre as Boas Práticas de Regulamentação aprovadas pela Resolução Conmetro n.º 5, de 18 de dezembro de 2007; Considerando que audiências públicas e consultas públicas são instâncias e mecanismos de participação social, conforme disposto nos incisos VII e VIII do art. 6º do Decreto n.º 8.243, de 23 de maio de 2014, que institui a Política Nacional de Participação Social PNPS e o Sistema Nacional de Participação Social SNPS; Considerando o Regulamento Administrativo para realização de Consulta e Audiência Pública no âmbito do Inmetro, aprovado pela Portaria Inmetro n.º 334, de 28 de junho de 2012, resolve: Art. 1º Disponibilizar, no sítio a proposta de texto da Portaria Definitiva e a da Regulamentação Técnica para Produtos para Tratamento Acústico ou Isolamento Térmico para uso na Construção Civil. Art. 2º Declarar aberto, a partir da data da publicação desta Portaria no Diário Oficial da União, o prazo de 60 (sessenta) dias para que sejam apresentadas sugestões e críticas relativas aos textos propostos. Art. 3º Informar que as críticas e sugestões deverão ser encaminhadas no formato da planilha modelo, contida na página preferencialmente em meio eletrônico, e para os seguintes endereços: - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia Inmetro Diretoria de Avaliação da Conformidade Dconf Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade Dipac Rua da Estrela n.º 67-3º andar Rio Comprido

2 Fl.2 da Portaria n 500 /Presi, de 02/10/2015 CEP Rio de Janeiro RJ, ou - Parágrafo único. O demandante que tiver dificuldade em obter a planilha no endereço eletrônico mencionado acima, poderá solicitá-la no endereço físico ou pelo elencados no caput. Art. 4º Estabelecer que, findo o prazo fixado no art. 2º desta Portaria, o Inmetro promoverá a análise das contribuições e, ao final, publicará o resultado da consulta pública no sítio Parágrafo único. O Inmetro poderá se articular com as entidades que tenham manifestado interesse na matéria, para que indiquem representantes nas discussões posteriores, visando à consolidação do texto final. Art. 5º Publicar esta Portaria de Consulta Pública no Diário Oficial da União, quando iniciará a sua vigência. JOÃO ALZIRO HERZ DA JORNADA

3 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO PROPOSTA DE TEXTO DE PORTARIA DEFINITIVA O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO, no uso de suas atribuições, conferidas no 3º do art. 4º da Lei n.º 5.966, de 11 de dezembro de 1973, nos incisos I e IV do art. 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 1999, e no inciso V do art. 18 da Estrutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo Decreto n , de 28 de novembro de 2007; Considerando a alínea f do subitem 4.2 do Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, aprovado pela Resolução Conmetro n.º 04, de 02 de dezembro de 2002, que outorga ao Inmetro competência para estabelecer diretrizes e critérios para a atividade de avaliação da conformidade; Considerando o incêndio ocorrido na boate Kiss, em janeiro de 2013, cujo ambiente dispunha de revestimento acústico constituído por espuma flexível de poliuretano, não aditivada com retardantes de chama, que em contato com as faíscas de um artefato pirotécnico sofreu ignição imediata e contribuiu para a rápida propagação do fogo e desenvolvimento de fumaça tóxica, culminando com a morte de 242 pessoas; Considerando o Estudo sobre Espumas de Poliuretano, conduzido pelo Inmetro no período de agosto de 2014 a abril de 2015, que concluiu que outros produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico usados na construção civil, além da espuma de poliuretano, também podem ser combustíveis e, em situações de incêndio, contribuir para o seu desenvolvimento; Considerando as fiscalizações e vistorias realizadas pelos Corpos de Bombeiros Militares, que incluem a avaliação da adequação dos materiais de acabamento e revestimento às classificações das edificações; Considerando a legislação do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) que regula as atividades profissionais de interesse social e humano em defesa da sociedade; Considerando o art. 5º da Lei n.º 9.933/1999, que obriga as pessoas naturais e jurídicas que atuam no mercado à observância e ao cumprimento dos atos normativos e Regulamentos Técnicos expedidos pelo Conmetro e pelo Inmetro; Considerando a Lei n.º 8.078, de 11 de setembro de 1990, que estabelece, em seu art. 8º, que os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não devem acarretar riscos à saúde e à segurança do consumidor, exceto os considerados normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição, obrigando-se o fornecedor a prestar as informações necessárias e adequadas a seu respeito; Considerando a Lei Complementar n.º 123, de 14 de dezembro de 2006, que estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, com as alterações provenientes da Lei Complementar n.º 147, de 07 de agosto de 2014;

4 Fl.2 da Portaria n /Presi, de / / 201X Considerando a Portaria Inmetro n.º 248, de 25 de maio de 2015, que aprova a revisão do Vocabulário Inmetro de Avaliação da Conformidade com termos e definições utilizados pela Diretoria de Avaliação da Conformidade do Inmetro; Considerando a Portaria Inmetro n.º 252, de 27 de maio de 2015, que estabelece as Diretrizes de Regulamentação do Inmetro; Considerando a importância de os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico, comercializados no país, atenderem a requisitos mínimos, visando à segurança contra incêndios em edificações, resolve baixar as seguintes disposições: Art. 1º Aprovar a Regulamentação Técnica para Produtos para Tratamento Acústico ou Isolamento Térmico para uso na Construção Civil, inserto no Anexo desta Portaria, que determina requisitos mínimos, de cumprimento obrigatório, disponível em Parágrafo único. A Regulamentação ora aprovada não estabelece requisitos de desempenho acústico ou térmico para os produtos. Art. 2º Determinar que os fornecedores de produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico devem atender ao disposto na Regulamentação ora aprovada. 1º A Regulamentação ora aprovada se aplica aos produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico disponibilizados no mercado nacional, incluindo os fabricados sob encomenda. 2º São considerados produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico de ambientes as espumas, mantas e painéis, de material polimérico ou de materiais fibrosos em geral, ensacados/revestidos ou não, que são empregados em elementos construtivos das edificações (estruturas, paredes, divisórias, pisos, forros e coberturas) e em tubulações das instalações de serviço visando: a) reduzir a transmissão de calor e de som aéreo através desses elementos; e/ou b) promover ou reduzir a reflexão sonora em suas superfícies; e/ou c) reduzir a transmissão de ruído de impacto, também em suas superfícies. 3º Ainda são considerados como produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico de ambientes aqueles utilizados nas seguintes situações: a) telhados, subcoberturas e forros, parcial ou integralmente compostos por materiais poliméricos ou derivados de madeira; b) revestimentos de piso e de paredes, parcial ou integralmente compostos por materiais poliméricos ou derivados de madeira; c) revestimentos de fachadas, parcial ou integralmente compostos por materiais poliméricos ou derivados de madeira. 4º Excluem-se da Regulamentação ora aprovada os produtos comprovadamente incombustíveis, compostos estritamente por substâncias inorgânicas, como vidro, concreto, gesso, produtos cerâmicos, pedra natural, alvenaria, metais, ligas metálicas e outros. Art. 3º Determinar que as exigências da Regulamentação ora aprovada não se aplicam aos produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico que se destinem exclusivamente à exportação.

5 Fl.3 da Portaria n /Presi, de / / 201X Parágrafo único. Os produtos acabados destinados exclusivamente à exportação devem estar embalados e identificados inequivocamente, com documentação comprobatória da sua destinação. Art. 4º Cientificar, com base no art. 39, inciso VIII, da Lei nº 8.078/1990, que é dever do fornecedor ofertar produtos no mercado em conformidade com as normas técnicas brasileiras vigentes, independentemente do atendimento integral aos requisitos mínimos especificados na Regulamentação ora aprovada. Art. 5º Determinar que a Regulamentação ora aprovada se aplica aos seguintes entes da cadeia produtiva de produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico, com as seguintes obrigações/responsabilidades: 1º Ao fabricante nacional, inclusive aquele que fabrica produtos sob encomenda, cabe somente fabricar e disponibilizar, a título gratuito ou oneroso, produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico conforme os requisitos da Regulamentação ora aprovada. 2º Ao importador cabe somente importar e disponibilizar, a título gratuito ou oneroso, produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico conforme os requisitos da Regulamentação ora aprovada. 3º À empresa aplicadora de produtos in-situ cabe somente aplicar, a título gratuito ou oneroso, produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico conforme os requisitos da Regulamentação ora aprovada. 4º A todos os entes da cadeia produtiva e de fornecimento de produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico, incluindo o comércio em estabelecimentos físicos ou virtuais, cabe manter a integridade dos produtos, das suas marcações obrigatórias, instruções de uso, advertências, recomendações e embalagens, preservando o atendimento aos requisitos da Regulamentação ora aprovada. 5º Caso um ente exerça mais de uma função na cadeia produtiva e de fornecimento, entre as anteriormente listadas, sua responsabilidade deve se acumular. Art. 6º Determinar que todos os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico, abrangidos pela Regulamentação ora aprovada, estaão sujeitos, em todo o território nacional, às ações de acompanhamento no mercado, executadas pelo Inmetro e entidades de direito público a ele vinculadas por convênio de delegação. Art. 7º Determinar que as infrações ao disposto nesta Portaria devem ser analisadas, podendo ensejar as penalidades previstas na Lei n.º 9.933/ º As ações de acompanhamento no mercado devem observar os prazos fixados nos art. 11 a 13 desta Portaria. 2º O fornecedor é responsável por repor as amostras do produto, eventualmente retiradas do mercado pelo Inmetro ou por seus órgãos delegados, para fins de acompanhamento no mercado. 3º O fornecedor que tiver amostras submetidas ao acompanhamento no mercado deve prestar ao Inmetro, quando solicitado, ou notificado administrativamente, todas as informações requeridas em um prazo máximo de 10 (dez) dias úteis.

6 Fl.4 da Portaria n /Presi, de / / 201X Art. 8º Cientificar que caso o Inmetro identifique não conformidade nos produtos, durante as ações de acompanhamento no mercado, deve notificar o fornecedor, determinando a necessidade de providências e respectivos prazos. Parágrafo único. A notificação mencionada no caput não possui relação com o processo administrativo decorrente da irregularidade constatada e não interfere na aplicação de penalidades. Art. 9º Determinar que, caso seja encontrada não conformidade considerada sistêmica ou de risco potencial à saúde ou à segurança do consumidor ou ao meio ambiente, o Inmetro pode determinar, ao fornecedor, a retirada do produto do mercado, bem como informar o fato aos órgãos de defesa do consumidor competentes. Art. 10. Cientificar que, em cumprimento à legislação em vigor e para o atendimento às determinações contidas nesta Portaria, é dado tratamento diferenciado e facilitado aos fabricantes nacionais que se classificarem como microempresas e empresas de pequeno porte, por meio da definição de prazos de adequação diferenciados. Art. 11. Determinar que, a partir de 12 (doze) meses, contados da data de publicação desta Portaria, os fabricantes nacionais e importadores devem fabricar ou importar, para o mercado nacional, somente produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico em conformidade com as disposições contidas nesta Portaria. 1º A partir de 6 (seis) meses, contados do término do prazo fixado no caput, os fabricantes e importadores devem comercializar, no mercado nacional, somente produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico em conformidade com as disposições contidas nesta Portaria. 2º As empresas aplicadoras de produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico insitu devem atender as disposições contidas nesta Portaria, considerando o prazo fixado no caput. Art. 12. Determinar que, a partir de 18 (dezoito) meses, contados da data de publicação desta Portaria, os fabricantes nacionais que se classifiquem como microempresas e empresas de pequeno porte devem fabricar para o mercado nacional somente produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico em conformidade com as disposições contidas nesta Portaria. Parágrafo único. A partir de 6 (seis) meses, contados do término do prazo fixado no caput, os fabricantes nacionais que se classifiquem como microempresas e empresas de pequeno porte devem comercializar, no mercado nacional, somente produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico em conformidade com as disposições contidas nesta Portaria. Art. 13. Determinar que, a partir de 24 (vinte e quatro) meses, contados da data de publicação desta Portaria, os estabelecimentos que exercem atividade de distribuição ou comércio devem comercializar, no mercado nacional, somente produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico em conformidade com as disposições contidas nesta Portaria. 1º Determinar que o prazo fixado no caput deve ser acrescido de 6 (seis) meses para os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico fabricados por microempresas e empresas de pequeno porte. 2º A determinação contida no caput não é aplicável aos fabricantes e importadores, que devem observar os prazos fixados no artigo anterior.

7 Fl.5 da Portaria n /Presi, de / / 201X Art. 14. Cientificar que mesmo durante os prazos de adequação estabelecidos, os fabricantes nacionais e importadores permanecem responsáveis pela segurança dos produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico disponibilizados no mercado nacional e respondem por qualquer acidente ou incidente em função de riscos oferecidos pelo produto. Parágrafo único. A responsabilidade descrita no caput não termina e nem se transfere para o Inmetro, em qualquer hipótese, com o vencimento dos prazos fixados nos art. 11 a 13 desta Portaria. Art. 15. Cientificar que a Consulta Pública que colheu contribuições da sociedade em geral para a elaboração da Regulamentação ora aprovada foi divulgada pela Portaria Inmetro n.º xx, de xx de xxxxxxxxx de xxxx, publicada no Diário Oficial da União de xx de xxxxxxxxx de xxxx, seção xx, página xx. Art. 16. Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. JOÃO ALZIRO HERZ DA JORNADA

8 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 201X ANEXO REGULAMENTAÇÃO TÉCNICA PARA PRODUTOS PARA TRATAMENTO ACÚSTICO OU ISOLAMENTO TÉRMICO PARA USO NA CONSTRUÇÃO CIVIL 1. OBJETIVO Esta Regulamentação estabelece a obrigatoriedade de classificação e marcação dos produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico empregados na construção civil quanto às suas características de reação ao fogo. 2. SIGLAS ΔT Δm Dm FIGRA (Fire growth rate index) FS (Flame spread) Ip LFS (Lateral flame spread) SMOGRA (Smoke growth rate index) t f THR 600s (Total heat release) TSP 600s (Total smoke production) Variação da temperatura no interior do forno Variação da massa do corpo de prova Densidade ótica específica máxima corrigida Índice da taxa de crescimento do fogo Propagação vertical da chama Índice de propagação superficial de chama Propagação lateral da chama Taxa de crescimento de fumaça Tempo de flamejamento do corpo de prova Liberação total de calor em 600 s de exposição à chama Produção total de fumaça em 600 s de exposição à chama 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Para fins desta Regulamentação são adotados os seguintes documentos de referência: ABNT NBR 8660:2013 ABNT NBR 9442:1986 (versão corrigida 1988) ASTM E662:2015 CEN/TS 1187:2012 EN A1:2014 ISO 1182:2010 ISO :2010 Ensaio de reação ao fogo em pisos Determinação do comportamento com relação à queima utilizando uma fonte de calor. Materiais de construção Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante Método de ensaio. Standard test method for specific optical density of smoke generated by solid materials. Test methods for external fire exposure to roofs. Reaction to fire tests for building products Building products excluding floorings exposed to the thermal attack by a single burning item (SBI). Reaction to fire tests for products Non-combustibility test. Reaction to fire tests Ignitability of products subjected to direct impingement of flame Part 2: Single-flame source test. 4. DEFINIÇÕES Para fins desta Regulamentação são adotadas as seguintes definições. 1

9 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 201X 4.1 Cobertura Sistema composto por um conjunto de elementos/componentes dispostos no topo das edificações, com a função de assegurar a estanqueidade às águas pluviais e salubridade, proteger demais sistemas da edificação, e contribuir positivamente para o conforto termo-acústico da edificação. 4.2 Subcobertura Componente impermeável aplicado sob o telhado com as finalidades de impedir a infiltração de água e de melhorar o desempenho termo-acústico da cobertura. 4.3 Classe de reação ao fogo Categoria de enquadramento dos produtos de acordo com o seu comportamento em relação ao fogo, que é determinado em função das seguintes características: a) Combustibilidade/incombustibilidade; b) Densidade ótica da fumaça produzida; c) Fluxo crítico; d) Índice da taxa de crescimento do fogo; e) Índice de propagação superficial da chama; f) Liberação total de calor; g) Produção total de fumaça; h) Propagação lateral da chama; i) Propagação vertical da chama; j) Taxa de crescimento de fumaça; k) Outras características, conforme Tabela 3 desta Regulamentação. Nota: As características determinadas para classificação dos produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico variam de acordo com o tipo de utilização do produto, conforme estabelecido no item 6 desta Regulamentação. 4.4 Classificação suplementar Categoria adicional de enquadramento dos produtos quanto à sua reação ao fogo, dada em função da ocorrência ou não ocorrência de gotejamento/desprendimento de partículas em chama. 4.5 Toda substância capaz de queimar e alimentar a combustão. 4.6 Fluxo crítico Fluxo de calor no qual a chama se extingue ou o fluxo de calor após um período de ensaio de 30 min, prevalecendo o valor mais baixo, de acordo com o método da ABNT NBR Gotejamento/desprendimento de partículas em chama Material desprendido do corpo de prova durante um ensaio de reação ao fogo e que continua a queimar por um período mínimo, em conformidade com o método de ensaio. 4.8 Incombustível Que não é combustível. 4.9 Índice de propagação superficial de chama Produto do fator de evolução do calor pelo fator de propagação de chama, de acordo com o método da ABNT NBR Índice de taxa de crescimento do fogo Máximo do quociente de liberação de calor da amostra e o tempo de sua ocorrência. 2

10 4.11 Material Substância básica única ou mistura uniformemente dispersa de substâncias. ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 201X 4.12 Produto para isolamento térmico Produto com característica de resistir à transmissão do calor. Pode ser composto por um ou mais materiais Produto para tratamento acústico Produto com características que adéquam acusticamente um ambiente. Pode ser composto por um ou mais materiais Produto aplicado in-situ Produto aplicado sobre a superfície a ser tratada, que é formado no momento da sua aplicação pelo fornecedor Propagação lateral da chama Extensão mais distante do percurso de uma chama constante, como medido no ensaio da EN Propagação vertical da chama Ponto mais alto alcançado pela frente da chama, como medido no ensaio da ISO Reação ao fogo Resposta de um produto, ao contribuir para um fogo a que está exposto, sob condições especificadas, facilitando o seu crescimento e propagação, e dificultando a sua extinção inicial e o abandono da edificação Retardante de chama Substância adicionada ao produto ou um tratamento a ele aplicado, com a finalidade de suprimir, reduzir ou retardar o desenvolvimento de chamas Revestimento de piso Composto por um ou mais componentes integrantes do sistema de piso aplicados sobre a camada estrutural. Nota: Os pisos elevados também são considerados revestimentos de piso Sistema de piso Sistema horizontal ou inclinado composto por um conjunto parcial ou total de camadas (por exemplo, camada estrutural, camada de contrapiso, camada de fixação, camada de acabamento), destinado a cumprir a função de estrutura, vedação e tráfego Taxa de crescimento de fumaça Máximo do quociente de produção de fumaça e o tempo da sua ocorrência. 5. REQUISITOS GERAIS 5.1 Os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico devem ser construídos, comercializados e aplicados in-situ, no mercado nacional, de forma a minimizar os riscos à segurança, à saúde humana e ao meio ambiente. 5.2 Os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico devem, na ocorrência de incêndios, restringir o crescimento e a propagação do fogo, e o desenvolvimento de fumaça. 3

11 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 201X 6. REQUISITOS ESPECÍFICOS 6.1 Os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico devem ser enquadrados em classes de reação ao fogo, de acordo com as Tabelas 1, 2, 3, 4 ou 5 desta Regulamentação. 6.2 Os produtos devem ser classificados considerando a sua aplicação final. Nota 1: Um produto pode ter mais de uma classificação de acordo com sua aplicação final. Nota 2: Considera-se que produtos enquadrados em uma determinada classe satisfaçam todos os requisitos de qualquer classe inferior. Nota 3: Os produtos classificados como classe I são de classe superior, ou seja, incombustíveis. 6.3 A classificação deve ser obtida realizando-se os ensaios requeridos para um produto em particular, tendo em conta sua aplicação específica. 6.4 A Tabela 1 a seguir é aplicável para a classificação dos produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico utilizados na função de revestimento de piso, obtida em função das características de combustibilidade/incombustibilidade, do fluxo crítico, da propagação superficial da chama e da densidade ótica de fumaça, conforme os quatro métodos de ensaio especificados na referida tabela. II III IV V Classe I Tabela 1. Classificação dos produtos utilizados como revestimento de piso. Método de Ensaio ISO ISO 1182 NBR 8660 (exposição = 15 s) Incombustível ΔT 30 C Δm 50% t f 10 s ASTM E A Fluxo Crítico 8,0 kw/m 2 FS 150 mm em 20 s Dm 450 B Fluxo Crítico 8,0 kw/m 2 FS 150 mm em 20 s Dm > 450 A Fluxo Crítico 4,5 kw/m 2 FS 150 mm em 20 s Dm 450 B Fluxo Crítico 4,5 kw/m 2 FS 150 mm em 20 s Dm > 450 A Fluxo Crítico 3,0 kw/m 2 FS 150 mm em 20 s Dm 450 B Fluxo Crítico 3,0 kw/m 2 FS 150 mm em 20 s Dm > 450 A Fluxo Crítico < 3,0 kw/m 2 FS 150 mm em 20 s Dm 450 B Fluxo Crítico < 3,0 kw/m 2 FS 150 mm em 20 s Dm > 450 VI - FS 150 mm em 20 s A Tabela 2 a seguir é aplicável para a classificação dos produtos de isolamento térmico de tubulações e dutos, com seção circular e diâmetro externo não superior a 300 mm, obtida em função das características de combustibilidade/incombustibilidade, do índice da taxa de crescimento do fogo, da propagação lateral da chama, da liberação total de calor, da produção total e da taxa de crescimento de fumaça, e da propagação vertical da chama, conforme os três métodos de ensaio especificados na referida tabela. 4

12 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 201X Tabela 2. Classificação dos isolantes térmicos de tubulações e dutos com seção circular e diâmetro externo não superior a 300 mm. Classe Método de Ensaio ISO 1182 EN (SBI) ISO I Incombustível ΔT 30 C Δm 50% t f 10 s - - II III IV V A B A B A B A B FIGRA 0,2 MJ 270 W/s THR 600 s 7,5 MJ SMOGRA 580 m 2 /s 2 e TSP 600 s m 2 FIGRA 0,2 MJ 270 W/s THR 600 s 7,5 MJ SMOGRA > 580 m 2 /s 2 ou TSP 600 s > m 2 FIGRA 0,2 MJ 460 W/s THR 600 s 15 MJ SMOGRA 580 m 2 /s 2 e TSP 600 s m 2 FIGRA 0,2 MJ 460 W/s THR 600 s 15 MJ SMOGRA > 580 m 2 /s 2 ou TSP 600 s > m 2 FIGRA 0,4 MJ W/s THR 600 s 100 MJ SMOGRA 580 m 2 /s 2 e TSP 600 s m 2 FIGRA 0,4 MJ W/s THR 600 s 100 MJ SMOGRA > 580 m 2 /s 2 ou TSP 600 s > m 2 FIGRA 0,4 MJ > W/s THR 600 s 100 MJ SMOGRA 580 m 2 /s 2 e TSP 600 s m 2 FIGRA 0,4 MJ > W/s THR 600 s 100 MJ SMOGRA > 580 m 2 /s 2 ou TSP 600 s > m 2 VI - - FS 150 mm em 20 s (exposição = 15 s) FS 150 mm em 20 s (exposição = 15 s) FS > 150 mm em 20 s (exposição = 15 s) 6.6 A Tabela 3 a seguir é aplicável para a classificação dos produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico para superfícies externas de coberturas, obtida em função das características de combustibilidade/incombustibilidade, determinadas conforme a norma ISO 1182, e de outras características, determinadas de acordo com o teste 1 da CEN/TS Classe I Tabela 3. Classificação dos produtos utilizados na face externa de coberturas. Método de Ensaio ISO 1182 CEN/TS 1187 Teste 1 Incombustível ΔT 30 C - Δm 50% t f 10 s 5

13 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 201X Classe Método de Ensaio ISO 1182 CEN/TS 1187 Teste 1 II Propagação de chama interna e externa no sentido ascendente < 0,700 m; Propagação de chama interna e externa no sentido descendente < 0,600 m; Comprimento máximo interno e externo queimado < 0,800 m; Ocorrências de aberturas isoladas na cobertura 25 mm²; Soma de todas as aberturas na cobertura < mm; Propagação lateral não pode alcançar as extremidades do corpo de prova; Não pode ocorrer o desprendimento de gotas ou partículas em chamas; Não pode ocorrer a penetração de partículas em chamas no interior do sistema; Não pode ocorrer abrasamento interno do material da cobertura; Raio máximo de propagação da chama em coberturas horizontais, na superfície e internamente, < 0,200 m. III Não atende a qualquer uma das condições relativas à classificação II. 6.7 A Tabela 4 a seguir é aplicável para a classificação dos produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico em geral, exceto os enquadrados nas categorias especificadas nos subitens 6.4 a 6.6. A classificação desses produtos é obtida em função das características de combustibilidade/incombustibilidade, do índice de propagação superficial de chama e da densidade ótica de fumaça, conforme os três métodos de ensaio especificados na referida tabela. Tabela 4. Classificação dos produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico em geral, exceto aqueles utilizados como revestimento de piso, para isolamento térmico de tubulações e tubos com seção circular e diâmetro externo não superior a 300 mm, ou na face externa de coberturas. Classe Método de Ensaio ISO 1182 NBR 9442 ASTM E 662 I Incombustível ΔT 30 C Δm 50% - - t f 10 s II A Ip 25 Dm 450 B Ip 25 Dm > 450 III A 25 < Ip 75 Dm 450 B 25 < Ip 75 Dm > 450 IV A 75 < Ip 150 Dm 450 B 75 < Ip 150 Dm > 450 V A 150 < Ip 400 Dm 450 B 150 < Ip 400 Dm > 450 VI Ip > A Tabela 5 é aplicável para a classificação dos produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico que não se enquadram nas categorias especificadas nos subitens 6.4 a 6.6, e que possuem características especiais, conforme especificado a seguir, não podendo ser ensaiados de acordo com o método da norma ABNT NBR 9442: a) Produtos que derretem ou que sofrem retração abrupta, afastando-se da chama-piloto; b) Produtos compostos por miolo combustível protegido por barreira incombustível ou que pode se desagregar; c) Produtos compostos por diversas camadas de materiais combustíveis apresentando espessura total superior a 25 mm; 6

14 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 201X d) Produtos que na instalação formam juntas, através das quais, especialmente, o fogo pode propagar ou penetrar A classificação desses produtos é obtida em função das características de combustibilidade/incombustibilidade, do índice da taxa de crescimento do fogo, da propagação lateral da chama, da liberação total de calor, da produção total e da taxa de crescimento de fumaça, e da propagação vertical da chama, conforme os três métodos de ensaio especificados na Tabela 5. Tabela 5. Classificação dos produtos com características especiais, exceto aqueles utilizados como revestimento de piso, para isolamento térmico de tubulações e dutos com seção circular e diâmetro externo não superior a 300 mm, ou na face externa de coberturas. Método de Ensaio Classe II III IV V I A B A B A B A B ISO 1182 EN ISO Incombustível ΔT 30 C Δm 50% - - t f 10 s FIGRA 0,2 MJ 120 W/s THR 600s 7,5 MJ SMOGRA 180 m 2 /s 2 e TSP 600s 200 m 2 FIGRA 0,2 MJ 120 W/s THR 600s 7,5 MJ SMOGRA > 180 m 2 /s 2 e TSP 600s > 200 m 2 FIGRA 0,4 MJ 250 W/s THR 600s 15 MJ SMOGRA 180 m 2 /s 2 e TSP 600s 200 m 2 FIGRA 0,4 MJ 250 W/s THR 600s 15 MJ SMOGRA > 180 m 2 /s 2 e TSP 600s > 200 m 2 FIGRA 0,4 MJ 750 W/s SMOGRA 180 m 2 /s 2 e TSP 600s 200 m 2 FIGRA 0,4 MJ 750 W/s SMOGRA > 180 m 2 /s 2 e TSP 600s > 200 m 2 FIGRA 0,4 MJ > 750 W/s SMOGRA 180 m 2 /s 2 e TSP 600s 200 m 2 FIGRA 0,4 MJ >750 W/s SMOGRA > 180 m 2 /s 2 e TSP 600s > 200 m 2 VI - - FS 150 mm em 20 s (exposição = 15 s) FS 150 mm em 20 s (exposição = 15 s) FS > 150 mm em 20 s (exposição = 15 s) 6.9 Adicionalmente, os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico devem ser classificados em função do gotejamento/desprendimento de partículas, conforme estabelecido na Tabela 6 a seguir. Tabela 6. Classificação suplementar dos produtos quanto ao gotejamento/desprendimento de partículas em chama. Classificação suplementar Critério de classificação d0 Não ocorre gotejamento/desprendimento de partículas em chama. Ocorre gotejamento/desprendimento de partículas em chama com duração d1 inferior ou igual a 10 s. 7

15 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 201X Classificação suplementar d2 Critério de classificação Quando as condições anteriores não são atendidas A classificação suplementar não é aplicável aos produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico para revestimento de piso A classificação suplementar deve ser feita com base nos seguintes ensaios: a) EN 13823, para os produtos de isolamento térmico de tubulações e dutos com seção circular e diâmetro externo não superior a 300 mm e para os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico com características especiais; b) ABNT NBR 9442, para os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico em geral, exceto aqueles utilizados para isolamento térmico de tubulações e tubos ou na face externa de coberturas; c) CEN/TS 1187 Teste 1, para os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico utilizados na face externa de coberturas. 7. MARCAÇÕES OBRIGATÓRIAS NO PRODUTO E NA EMBALAGEM 7.1 As marcações mínimas especificadas a seguir devem estar disponíveis no produto ou, quando não for possível, na sua embalagem ou em um documento que o acompanhe. a) Nome, razão social e identificação fiscal (CNPJ ou CPF) do fabricante nacional ou do importador, bem como seu endereço; b) Designação comercial do produto; c) Identificação da marca, modelo e versões do produto, quando existente; d) Identificação do lote ou outra identificação que permita a rastreabilidade do produto; e) Data de fabricação (dia, mês e ano, nesta ordem); f) País de origem, não sendo aceitas designações através de blocos econômicos, nem indicações por bandeiras de países; g) Classe de reação ao fogo e, quando aplicável, classificação suplementar quanto ao gotejamento/desprendimento de partículas em chama; e h) Condições ou formas de aplicação do produto. 7.2 As marcações devem ser permanentes, dispostas de forma visível no produto e/ou na embalagem e/ou em um documento que acompanhe o produto, em letras não inferiores a 5 mm de altura, e em língua portuguesa. 7.3 Os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico com aplicação superficial de retardantes de chama ou que possam sofrer lixiviação devem ainda declarar, visivelmente marcado em letras não inferiores a 5 mm de altura e com destaque em negrito, o seguinte aviso: CONTÉM RETARDANTE DE CHAMA Esses produtos devem ainda declarar qual o tempo de validade dos benefícios obtidos pelos retardantes de chama aplicados. 7.4 Para os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico aplicados in-situ, que não são embalados e cuja marcação não é feita diretamente no produto, as marcações mínimas devem constar em um documento fornecido pela empresa aplicadora Neste caso, a data de fabricação é considerada como a data de aplicação. 8

16 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 201X O nome, a razão social, a identificação fiscal (CNPJ ou CPF) e o endereço da empresa aplicadora devem ser informados, bem como os do fabricante dos componentes utilizados para a formulação do produto aplicado in-situ. 8. INSTRUÇÕES DE USO 8.1 Os produtos para tratamento acústico ou isolamento térmico devem ser comercializados com instruções de uso, contendo, no mínimo, as seções ADVERTÊNCIAS e ORIENTAÇÕES. 8.2 As instruções de uso devem conter o seguinte texto: IMPORTANTE LER COM ATENÇÃO E GUARDAR PARA EVENTUAIS CONSULTAS, em letras não inferiores a 5 mm de altura e com destaque em negrito. 8.3 A seção ADVERTÊNCIAS deve conter, no mínimo: Os dizeres: Antes de aplicar/instalar o produto, verifique se a classe de reação ao fogo é adequada para o uso pretendido Os dizeres A classe de reação ao fogo deste produto é válida para as seguintes condições de uso: XXXXXXX. Outras formas de uso final podem resultar em uma diferente classificação de reação ao fogo Para produtos com aplicação superficial de retardantes de chama ou que possam sofrem lixiviação, advertência sobre as condições que podem comprometer a eficácia do retardante. 8.4 A seção ORIENTAÇÕES deve conter, no mínimo, as instruções referentes ao transporte, armazenamento, manuseio, instalação/aplicação e manutenção do produto para tratamento acústico ou isolamento térmico. 9

NORMA TÉCNICA 10/2014 Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento

NORMA TÉCNICA 10/2014 Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento É ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 10/2014 Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas

Leia mais

NORMA TÉCNICA Nº 009/2014 CBMPB

NORMA TÉCNICA Nº 009/2014 CBMPB 1 NORMA TÉCNICA Nº 009/2014 CBMPB Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento Publicada no Diário Oficial nº 15.528 de 09 de maio de 2014. SUMÁRIO 1-Objetivo 2-Aplicação 3-Referências Normativas

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 38

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 38 INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 38 CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO - CMAR SUMÁRIO ANEXOS 1 Objetivo A Tabelas 2 Aplicação B Quadro resumo de CMAR 3 Referências normativas e bibliográficas C

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 10

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 10 ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 10 Controle de materiais de acabamento e de revestimento SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo

Leia mais

Avaliação de Desempenho ABNT NBR 15575. Antonio Fernando Berto afberto@ipt.br

Avaliação de Desempenho ABNT NBR 15575. Antonio Fernando Berto afberto@ipt.br Avaliação de Desempenho Segurança ao Fogo ABNT NBR 15575 Antonio Fernando Berto afberto@ipt.br Ocorrências de incêndios em 2010 Número de incêndios no Brasil Número de incêndios no Estado de São Paulo

Leia mais

Portaria n.º 601, de 17 de dezembro de 2015. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 601, de 17 de dezembro de 2015. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 601, de 17 de dezembro de 2015. CONSULTA

Leia mais

Portaria n.º 535, de 21 de outubro de 2015. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 535, de 21 de outubro de 2015. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 535, de 21 de outubro de 2015. CONSULTA

Leia mais

Portaria n.º 314, de 01 de julho de 2014. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 314, de 01 de julho de 2014. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 314, de 01 de julho de 2014. CONSULTA

Leia mais

Portaria n.º 116, de 14 de março de 2014. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 116, de 14 de março de 2014. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 116, de 14 de março de 2014. CONSULTA

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 10/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 10/2011 Instrução Técnica nº 10/2011 - Controle de materiais de acabamento e de revestimento 217 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros

Leia mais

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013.

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA

Leia mais

Portaria n.º 658, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 658, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 658, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 508, de 08 de outubro de 2015. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 508, de 08 de outubro de 2015. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 508, de 08 de outubro de 2015. CONSULTA

Leia mais

Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014.

Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013.

Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Andraplan Serviços Ltda. A essência da consultoria.

Andraplan Serviços Ltda. A essência da consultoria. Andraplan Serviços Ltda. A essência da consultoria. Publicação de domínio público reproduzida na íntegra por Andraplan Serviços Ltda. Caso tenha necessidade de orientações sobre o assunto contido nesta

Leia mais

Portaria n.º 399, de 31 de julho de 2012. CONSULTA PÚBLICA. OBJETO: Regulamento Técnico da Qualidade para Telha Cerâmica e Telha de Concreto

Portaria n.º 399, de 31 de julho de 2012. CONSULTA PÚBLICA. OBJETO: Regulamento Técnico da Qualidade para Telha Cerâmica e Telha de Concreto Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 399, de 31 de julho de 2012. CONSULTA

Leia mais

Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 10/2015

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 10/2015 Instrução Técnica nº 10/2011 - Controle de materiais de acabamento e de revestimento 217 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros

Leia mais

NPT 010 CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO

NPT 010 CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 010 Controle de materiais de acabamento e de revestimento CORPO DE OMEIROS M/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 13 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação

Leia mais

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013.

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

ABNT NBR 15575-3_2013. Edificações habitacionais Desempenho Parte 3: Requisitos para os sistemas de pisos

ABNT NBR 15575-3_2013. Edificações habitacionais Desempenho Parte 3: Requisitos para os sistemas de pisos ABNT NBR 15575-3_2013 Edificações habitacionais Desempenho Parte 3: Requisitos para os sistemas de pisos Prefácio A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As

Leia mais

Portaria n.º 558, de 19 de novembro de 2013.

Portaria n.º 558, de 19 de novembro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 558, de 19 de novembro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 44, de 27 de janeiro de 2014.

Portaria n.º 44, de 27 de janeiro de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 44, de 27 de janeiro de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

Art. 1º Dar nova redação aos art. 4º e 5º da Portaria Inmetro n.º 105/2012, que passarão a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º Dar nova redação aos art. 4º e 5º da Portaria Inmetro n.º 105/2012, que passarão a vigorar com a seguinte redação: Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 184, de 31 de março de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 450, de 03 de outubro de 2014. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 450, de 03 de outubro de 2014. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 450, de 03 de outubro de 2014. CONSULTA

Leia mais

Portaria n.º 65, de 28 de janeiro de 2015.

Portaria n.º 65, de 28 de janeiro de 2015. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 65, de 28 de janeiro de 2015. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL

Leia mais

Portaria n.º 45, de 27 de janeiro de 2014.

Portaria n.º 45, de 27 de janeiro de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 45, de 27 de janeiro de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014.

Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

OBJETO: Regulamento de Avaliação da Conformidade para tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis em posto revendedor. ORIGEM: Inmetro/MDIC

OBJETO: Regulamento de Avaliação da Conformidade para tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis em posto revendedor. ORIGEM: Inmetro/MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 130, de 31 de julho de 2003. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

Portaria n.º 346, de 24 de julho de 2014.

Portaria n.º 346, de 24 de julho de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 346, de 24 de julho de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 79, de 03 de fevereiro de 2011.

Portaria n.º 79, de 03 de fevereiro de 2011. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 79, de 03 de fevereiro de

Leia mais

Portaria n.º 260, de 05 de junho de 2014.

Portaria n.º 260, de 05 de junho de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 260, de 05 de junho de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

BLOCOS DE CONCRETO PARA ALVENARIA Portaria Inmetro nº 220/2013 CÓDIGO: 3842

BLOCOS DE CONCRETO PARA ALVENARIA Portaria Inmetro nº 220/2013 CÓDIGO: 3842 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade- Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA. Art. 5º - Publicar esta Portaria de Consulta Pública no Diário Oficial da União, quando iniciará a sua vigência.

CONSULTA PÚBLICA. Art. 5º - Publicar esta Portaria de Consulta Pública no Diário Oficial da União, quando iniciará a sua vigência. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n º 105, de 02 de junho de 2005 CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional

Diário Oficial Imprensa Nacional INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 13, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009 Dispõe sobre a documentação para regularização de equipamentos médicos das Classes de Risco I e II. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância

Leia mais

Portaria n.º 313, de 26 de junho de 2015.

Portaria n.º 313, de 26 de junho de 2015. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 313, de 26 de junho de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 231, de 30 de junho de 2008. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 231, de 30 de junho de 2008. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 231, de 30 de junho de 2008.

Leia mais

Portaria n.º 17, de 11 de janeiro de 2013.

Portaria n.º 17, de 11 de janeiro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 17, de 11 de janeiro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 660, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 660, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 660, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

ABNT NBR 15.575 NORMA DE DESEMPENHO

ABNT NBR 15.575 NORMA DE DESEMPENHO ABNT NBR 15.575 NORMA DE DESEMPENHO O que é uma Norma Técnica? O que é uma Norma Técnica? Documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido, que fornece, para uso repetitivo,

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 536, de 21 de outubro de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

Instrução Normativa 001/2014

Instrução Normativa 001/2014 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Porto Alegre, RS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA Em 03 de Jan de 2014 BM COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS DIVISÃO TÉCNICA DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO 1 Instrução Normativa 001/2014

Leia mais

Portaria n.º 622, de 22 de novembro de 2012.

Portaria n.º 622, de 22 de novembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 622, de 22 de novembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Instituto Nacional de Metrologia,Normalização e Qualidade Industrial - Inmetro Portaria n.º 158, de 29 de agosto de 2005. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 16, de 11 de janeiro de 2013.

Portaria n.º 16, de 11 de janeiro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA -INMETRO Portaria n.º 16, de 11 de janeiro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria nº 255, de 03 de julho de 2007.

Portaria nº 255, de 03 de julho de 2007. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria nº 255, de 03 de julho de 2007.

Leia mais

Portaria n.º 563, de 23 de dezembro de 2014.

Portaria n.º 563, de 23 de dezembro de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 563, de 23 de dezembro de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

REGISTRO DO PRODUTO, SELO DE IDENTIFICAÇÃO,

REGISTRO DO PRODUTO, SELO DE IDENTIFICAÇÃO, INTERFACE PROCESSO NÚMERO REVISÃO 02 TÍTULO : CERTIFICAÇÃO E USO DE LICENÇA, CERTIFICAÇÃO/MARCAS DE CONFORMIDADE. DATA DE APROVAÇÃO INICIAL 08/04/2013 REVISÃO ATUAL 09/12/2013 APROVAÇÃO FÁBIO CAMPOS FATALLA

Leia mais

Portaria n.º 383, de 01 de agosto de 2013. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 383, de 01 de agosto de 2013. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 383, de 01 de agosto de 2013. CONSULTA

Leia mais

Andraplan Serviços Ltda. A essência da consultoria.

Andraplan Serviços Ltda. A essência da consultoria. Andraplan Serviços Ltda. A essência da consultoria. Publicação de domínio público reproduzida na íntegra por Andraplan Serviços Ltda. Caso tenha necessidade de orientações sobre o assunto contido nesta

Leia mais

// ABRALISO ABRALISO - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE LÃS ISOLANTES MINERAIS

// ABRALISO ABRALISO - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE LÃS ISOLANTES MINERAIS ABRALISO - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE LÃS ISOLANTES MINERAIS 1 Organização sem fins lucrativos. Representa os fabricantes nacionais de lãs isolantes minerais (lã de vidro e lã de rocha).

Leia mais

Art. 5º Esta Portaria revoga a Portaria Inmetro n.º 24/1996.

Art. 5º Esta Portaria revoga a Portaria Inmetro n.º 24/1996. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria Inmetro n.º 153, de 12 de agosto de 2005 O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria Inmetro nº 388/2012 Códigos SGI 03807, 03808 e 03809

Portaria Inmetro nº 388/2012 Códigos SGI 03807, 03808 e 03809 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 075, de 15 de maio de 2003. O PRESIDENTE DO

Leia mais

Portaria n.º 603, de 12 de dezembro de 2013.

Portaria n.º 603, de 12 de dezembro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 603, de 12 de dezembro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 7, de 11 de janeiro de 2012. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 7, de 11 de janeiro de 2012. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 7, de 11 de janeiro de 2012. CONSULTA

Leia mais

Portaria Inmetro nº 480, de 30 de setembro de 2015. CONSULTA PÚBLICA

Portaria Inmetro nº 480, de 30 de setembro de 2015. CONSULTA PÚBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria Inmetro nº 480, de 30 de setembro de 2015. CONSULTA PÚBLICA OBJETO:

Leia mais

Ministério da Indústria e do Comércio

Ministério da Indústria e do Comércio Ministério da Indústria e do Comércio Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 111 de 20 de setembro de 1983 O Presidente do Instituto Nacional de Metrologia,

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE LOTE (SISTEMA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE LOTE (SISTEMA INTERFACE PROCESSO NÚMERO REVISÃO 02 TÍTULO : SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE DATA DE APROVAÇÃO INICIAL 08/04/2013 REVISÃO ATUAL 06/03/2014 APROVAÇÃO FÁBIO CAMPOS FATALLA SÓCIO-GERENTE 2 / 12 1. OBJETIVO Este

Leia mais

Portaria nº 220,de 19 de maio de 2011. CONSULTA PÚBLICA

Portaria nº 220,de 19 de maio de 2011. CONSULTA PÚBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria nº 220,de 19 de maio de 2011. CONSULTA PÚBLICA OBJETO:

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 245, de 22 de maio de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria nº 378, de 28 de setembro de 2010

Portaria nº 378, de 28 de setembro de 2010 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 378, de 28 de setembro de

Leia mais

Portaria n.º 334, de 24 de agosto de 2010. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 334, de 24 de agosto de 2010. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 334, de 24 de agosto de 2010.

Leia mais

Portaria n.º 040, de 29 de janeiro de 2007. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 040, de 29 de janeiro de 2007. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 040, de 29 de janeiro de

Leia mais

BICICLETAS DE USO INFANTIL

BICICLETAS DE USO INFANTIL Página: 1/12 Elaborado por: Maria Lucia Hayashi Verificado por: João Gustavo L. Junqueira Aprovado por: Regina Toscano Data Aprovação: 10/12/2013 1 OBJETIVO Este documento apresenta os critérios complementares

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica PORTARIA INTERMINISTERIAL N o 104, DE 22 DE MARÇO DE 2013. OS MINISTROS DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO, E DO DESENVOLVIMENTO,

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011 Dispõe sobre as regras de portabilidade e de portabilidade especial de carências, alterando as Resoluções Normativas nº 186, de 14 de janeiro de

Leia mais

Portaria nº 457, de 01 de dezembro de 2010.

Portaria nº 457, de 01 de dezembro de 2010. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 457, de 01 de dezembro de

Leia mais

Art. 3º - Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta deverão ser encaminhadas para o endereço abaixo:

Art. 3º - Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta deverão ser encaminhadas para o endereço abaixo: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 161, de 30 de setembro de 2003. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

Portaria n.º 239, de 09 de maio de 2012.

Portaria n.º 239, de 09 de maio de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 239, de 09 de maio de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI

MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI O CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso de suas atribuições e competências que lhe foram concedidas pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentadas

Leia mais

Regulamento de Avaliação da Conformidade das Unidades Armazenadoras

Regulamento de Avaliação da Conformidade das Unidades Armazenadoras Regulamento de Avaliação da Conformidade das Unidades Armazenadoras SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Documentos Complementares 3 Siglas e Definições 4 Condições Gerais 5 Mecanismo de Avaliação da Conformidade 6 Alterações

Leia mais

Portaria n.º 093, de 12 de março de 2007.

Portaria n.º 093, de 12 de março de 2007. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 093, de 12 de março de 2007.

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 327, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 327, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 327, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA

Leia mais

REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 2.020-D DE 2007

REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 2.020-D DE 2007 REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 2.020-D DE 2007 Estabelece diretrizes gerais sobre medidas de prevenção e combate a incêndio e a desastres em estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público;

Leia mais

Construction. Sika Pyroplast HW-130. Com acabamento Sika Pyroplast HW-130 Top

Construction. Sika Pyroplast HW-130. Com acabamento Sika Pyroplast HW-130 Top Ficha de Produto Edição de julho de 2014 Nº de identificação: 06.315 Versão nº 1 Com acabamento Top Revestimento intumescente, dispersão aquosa, para madeira, para utilizações no interior Construction

Leia mais

Aprova a Norma Técnica nº 009/2002-CBMDF, sobre Atividades Eventuais, que especificam.

Aprova a Norma Técnica nº 009/2002-CBMDF, sobre Atividades Eventuais, que especificam. DODF Nº237 de 14 de dezembro de 2000. CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 69/2002-CBMDF, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2002 Aprova a Norma Técnica nº 009/2002-CBMDF, sobre Atividades Eventuais,

Leia mais

Portaria n.º 298, de 27 de julho de 2010

Portaria n.º 298, de 27 de julho de 2010 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 298, de 27 de julho de 2010

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005.

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005. INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005. O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 24,

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 313, de 15 de junho de 2012. CONSULTA

Leia mais

EQUIPAMENTOS DE AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA Portarias Inmetro 352/2012, 301/2012 e 164/2012

EQUIPAMENTOS DE AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA Portarias Inmetro 352/2012, 301/2012 e 164/2012 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012

COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012 COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas pessoas reguladas pelo COAF, na forma do 1º do art. 14 da Lei nº 9.613, de 3.3.1998. RESOLUÇÃO Nº

Leia mais

Portaria n.º 481, de 07 de dezembro de 2010.

Portaria n.º 481, de 07 de dezembro de 2010. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 481, de 07 de dezembro de

Leia mais

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 345, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2005 Dispõe sobre produtos que contenham substâncias inalantes.

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 345, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2005 Dispõe sobre produtos que contenham substâncias inalantes. título: Resolução RDC nº 345, de 15 de dezembro de 2005 ementa: Dispõe sobre produtos que contenham substâncias inalantes. publicação: D.O.U. - Diário Oficial da União; Poder Executivo, de 19 de dezembro

Leia mais

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 Página 1 de 21 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 6. QUALIFICAÇÃO DA EQUIPE DE AUDITORES...4 7. CONDIÇÕES GERAIS...4 8.

Leia mais

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP Página 1 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para o Programa de Reconhecimento da Conformidade de Cabos Profibus PA e Profibus DP, atendendo aos requisitos técnicos, visando garantir a segurança na utilização

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 343, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2005.

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 343, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2005. ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 343, DE 13 DE DEZEMBRO

Leia mais

Indicador de Pressão para Extintor de Incêndio. Ademir Ribeiro Dconf/Divec

Indicador de Pressão para Extintor de Incêndio. Ademir Ribeiro Dconf/Divec Ademir Ribeiro Dconf/Divec INTRODUÇÃO: Considerando que os Indicadores de Pressão para Extintores de Incêndio são componentes fundamentais por permitir ao usuário identificar a qualquer momento, se o extintor

Leia mais

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004 HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 REVOGADA RESOLUÇÃO Nº 145/04 Palmas, 08 de dezembro de 2004 Fixa normas para criação e autorização de funcionamento de instituições de educação

Leia mais

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO - SEGURANÇA EM BRINQUEDOS. Portarias Inmetro 108/2005, 49/2008, 321/2009 e 377/2010 Código 3049

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO - SEGURANÇA EM BRINQUEDOS. Portarias Inmetro 108/2005, 49/2008, 321/2009 e 377/2010 Código 3049 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria da Qualidade Dqual Divisão de Fiscalização e Verificação

Leia mais

CADEIRA DE ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS Portaria n.º 683/2012, 51/2013 e 359/2014 Código SGI - 3816

CADEIRA DE ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS Portaria n.º 683/2012, 51/2013 e 359/2014 Código SGI - 3816 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

Regulamenta a Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que institui o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, e dá outras providências.

Regulamenta a Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que institui o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, e dá outras providências. DECRETO N o 3.474, DE 19 DE MAIO DE 2000. Regulamenta a Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que institui o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 2 CONCEITOS, DEFINIÇÕES E COMPONENTES DO SISTEMA

Leia mais

Portaria n.º 258, de 05 de junho de 2014. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 258, de 05 de junho de 2014. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 258, de 05 de junho de 2014. CONSULTA

Leia mais

Edital Pronametro nº 1/2014

Edital Pronametro nº 1/2014 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA NORMALIZAÇÃO, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Edital Pronametro nº 1/2014 Programa

Leia mais

Portaria n.º 262, de 12 de Julho de 2007.

Portaria n.º 262, de 12 de Julho de 2007. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 262, de 12 de Julho de 2007.

Leia mais