Define obrigações acessórias e penalidades para o ISS, e dá outras providências.

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1 Define obrigações acessórias e penalidades para o ISS, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE FARROUPILHA, RS FAZ SABER que a Câmara Municipal de Vereadores aprovou e ele sanciona a seguinte L E I Art. 1.º O Parágrafo único do art. 9.º, o 5.º do art. 10 e os arts. 21, 22, 23, 32 e 36 da Lei Complementar Municipal n.º 14, de 23 de dezembro de 2003, passam a vigorar com a seguinte redação: "Art. 9.º... Parágrafo único. Equiparam-se a empresa, para os efeitos de pagamento do imposto: I - O profissional autônomo que preencha qualquer das seguintes condições: a) utilizar-se de três ou mais empregados, na execução dos serviços por ele prestados; b) não comprovar a sua inscrição no cadastro fiscal de prestadores de serviços do Município; c) exercer atividade de caráter empresarial. II - aquelas indicadas na legislação federal que disciplina o Imposto Sobre a Renda de Pessoas Jurídicas; III - aquelas a que refere o Parágrafo Único do art. 17 da Lei Federal n , de 31/12/1964." "Art º Quando os serviços a que se referem os itens 4.01, 4.02, 4.06, 4.08, 4.09, 4.10, 4.11, 4.12, 4.13, 4.14, 4.15, 4.16, 5.01, 7.01, 10.03, 17.14, 17.16, 17.19, 17.20, 27.01, 30.01, 35.01, da lista anexa, forem prestados por sociedades de profissionais, sem caráter empresarial, ou, quando os serviços a que se referem o subitem da lista de serviços, forem prestados por Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições - Simples Nacional, conforme disposto no parágrafo 22-A do art. 18 da Lei Complementar Federal nº 123/06, estes ficarão sujeitos ao imposto calculado por meio de valores fixos, em função da natureza do serviço, calculado em relação a cada profissional habilitado, sócio, empregado ou não, que preste serviços em nome da sociedade, embora assumindo responsabilidade pessoal, nos termos da lei aplicada."

2 "Art. 21. O lançamento do imposto será efetuado com base na situação cadastral do contribuinte para definir o valor quando for fixo, e com base no preço dos serviços nos demais casos. Parágrafo Único. A declaração do valor do imposto devido pelo contribuinte em sistemas eletrônicos administrados pela Prefeitura Municipal, seja de emissão de documento fiscal, seja de declaração periódica de serviços, tem o valor de notificação do sujeito passivo para que efetue o pagamento do imposto no prazo legal e, em não sendo pago até o vencimento, tem o valor de notificação de sua automática inscrição como Dívida Ativa Tributária do Município, e de suas conseqüências, no prazo e forma definidos nesta Lei." "Art. 22. O imposto será lançado: I - Mensalmente, quando o contribuinte estiver obrigado ao pagamento com base no preço dos serviços ou na receita bruta, caso em que apurará o valor na forma que a obrigação acessória determinar; II - Anualmente, a) em duas parcelas fixas, quando o contribuinte for prestador de serviço sob a forma de trabalho pessoal, como profissional autônomo ou a ele equiparado; b) em doze parcelas fixas, quando os serviços forem prestados na forma do art. 10, parágrafo 5º." "Art. 23. No caso de início de atividade sujeita à alíquota fixa o lançamento corresponderá a tantos duodécimos do valor fixado em Lei, quantos forem os meses do exercício, a partir, inclusive, daquele em que teve início." "Art. 32. Os contribuintes do imposto cuja atividade esteja sujeita à tributação com base no preço do serviço, bem como os enquadrados no parágrafo 5º do art. 10, ficam obrigados a: I - emitir nota fiscal de serviço ou documento equivalente, para cada operação, na forma que dispor o regulamento; II - proceder à escrituração fiscal, na forma e prazo estabelecidos em regulamento, em relação a cada um de seus estabelecimentos; III - apresentar declaração de informações sócio-econômicas e fiscais na forma e prazos definidos em regulamento; IV - emitir guia de recolhimento para cada estabelecimento, na forma e prazo definidos em regulamento; V - conservar em bom estado os livros, as guias de recolhimento, os documentos fiscais e outros exigidos pela legislação, enquanto não extinto o crédito tributário; VI - pagar integral e tempestivamente o imposto devido na forma e prazo definidos em regulamento;

3 1.º Quando a natureza da operação ou as condições em que se realizar, tornar impraticável ou desnecessária a emissão de nota fiscal de serviços e a escrituração fiscal, poderão as mesmas ser dispensadas ou substituídas por documentos equivalentes, a juízo da Fazenda Municipal, na forma que for estabelecida em regulamento. 2.º A impressão de nota fiscal de serviço, ou de documento a ela equivalente, só poderá ser efetuada mediante prévia autorização do fisco municipal, atendidas as normas fixadas em regulamento. 3.º As obrigações acessórias definidas neste artigo serão cumpridas também pelas pessoas equiparadas à empresa, assim entendidas aquelas referidas no Parágrafo Único do art. 9º." "Art. 36. A forma e o prazo para recolhimento do ISSQN serão os seguintes: I - quando se tratar de prestação de serviço sob forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte (autônomos e equiparados), o pagamento do imposto será em duas parcelas: a) a primeira, com vencimento no último dia útil do mês de maio; e b) a segunda, com vencimento no último dia útil do mês de agosto. II - para os contribuintes cuja a base de cálculo for a receita bruta mensal, ou o preço do serviço, o pagamento do imposto deverá ocorrer até o último dia útil do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. III - para os contribuintes obrigados a fazer a retenção, o pagamento do imposto deverá ocorrer até o último dia útil do mês subseqüente ao da prestação do serviço. IV - quando se tratar de prestação de serviços na forma do art. 10, 5º desta lei, o imposto será pago em doze parcelas, de janeiro a dezembro, ate o último dia útil de cada mês." Art. 2.º São introduzidos os arts. 32-A, 32-B, 32-C, 32-D e 32-E na Lei Complementar Municipal n.º 14/2003, de 23 de dezembro de 2003, passando a vigorar com a seguinte redação: "Art. 32-A. As obrigações referidas nos incisos I a IV do Artigo 32 poderão ser exigidas em meio eletrônico, através de programa de computador administrado pela Prefeitura Municipal, mediante registro diretamente no seu sítio ou remetidas pela internet em modelo e forma definidos em regulamento."

4 "Art. 32-B. Todas as pessoas jurídicas, de direito privado e público, ainda que imunes ou isentas do ISSQN, inclusive os órgãos da Administração direta ou indireta da União, do Estado e do Município, bem como suas respectivas Autarquias, Empresas Públicas, Sociedades de Economia Mista sob seu controle e as Fundações instituídas pelo Poder Público, estabelecidos ou sediados no Município, tomadores ou intermediários de serviços, responsáveis, ou não, pela retenção na fonte e pelo recolhimento do ISSQN, ficam obrigados a declararem, mensalmente, por meio de aplicativo disponível no endereço eletrônico da Prefeitura Municipal de Farroupilha, os serviços tomados de terceiros, independentemente da ocorrência do fato gerador do ISSQN, inclusive os de profissionais autônomos, na forma estabelecida em regulamento. 1.º O Poder Executivo, por meio de regulamento, definirá, ainda: I - a competência a partir da qual cada tomador de serviços de terceiros estará obrigado a apresentar a declaração eletrônica de serviços tomados; II - a dispensa das pessoas físicas e jurídicas de declarar os serviços tomados de terceiros; III - o limite de valor do serviço tomado de terceiro abaixo do qual ficará dispensada da declaração; IV - o calendário de apresentação da declaração dos serviços tomados de terceiros; V - a forma como deverão ser declaradas e transmitidas as informações relativas aos serviços tomados. 2.º Além das informações a que se refere o presente artigo, poderão ser exigidas outras do interesse da administração fazendária municipal. 3.º As obrigações acessórias definidas neste artigo serão cumpridas também pelas pessoas equiparadas à empresa, assim entendidas aquelas referidas no Parágrafo Único do art. 9º. 4.º As declarações não apresentadas, apresentadas após o prazo previsto em regulamento ou com informações incorretas, se apresentadas, complementadas ou retificadas até o quarto mês após a implementação do sistema eletrônico de prestação de informações relativas ao ISSQN, não sofrerão a aplicação de penalidades formais decorrentes destes fatos. 5.º O disposto no parágrafo anterior não se aplica na hipótese do não-atendimento de intimação fiscal para apresentação da declaração não apresentada ou apresentada com informações incorretas ou omitidas, caso em que serão aplicadas as penalidades cabíveis." "Art. 32-C - As instituições financeiras integrantes do Sistema Financeiro Nacional, a que refere a Lei nº 4.595, de 31/12/1964, obrigadas a adotar para informar ao Banco Central do Brasil o plano de contas definido nas Normas Básicas de Plano de Contas - COSIF, instituídas por

5 aquele Banco, e aquelas a elas equiparadas na forma do parágrafo único do art. 17 da referida lei, além da escrituração fiscal prevista no inciso II do artigo 32 da Lei Complementar Municipal nº 14, de , deverão apresentar a Declaração Eletrônica Mensal de Serviços em modelo próprio, devendo escriturar, conforme dispuser o regulamento, informações sobre suas atividades e receitas, inclusive as contidas em seus balancetes analíticos mensais dos estabelecimentos prestadores de serviços no Município e do balancete consolidado da instituição financeira. 1.º Havendo mudança de modelo de plano de contas, a declaração apresentada sofrerá as devidas adaptações. 2.º Consideram-se como instituições financeiras para os fins do caput: I. Bancos Múltiplos II. Bancos Comerciais III. Caixas Econômicas IV. Caixa Econômica Federal V. Cooperativas VI. Cooperativas de Crédito VII. Cooperativas Centrais de Crédito VIII. Bancos de Investimento IX. Bancos autorizados a operar em câmbio X. Banco do Brasil XI. Bancos Cooperativos XII. Bancos Liquidantes XIII. Bancos e Companhias de Desenvolvimento XIV. Bancos de Desenvolvimento XV. Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID XVI. Banco Mundial XVII. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES XVIII. Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento (Financeiras) XIX. Sociedade de Crédito Imobiliário e Associações de Poupança e Empréstimo XX. Associações de Poupança e Empréstimo XXI. Companhia Hipotecária XXII. Empresas e Sociedades de Capitalização XXIII. Financeiras XXIV. Sociedade de Crédito ao Microempreendedor XXV. Agência de Fomento XXVI. Fundos de Investimentos

6 XXVII. Sociedade de Investimento XXVIII. Agentes Autônomos de Investimento XXIX. Bolsas de Valores XXX. Sociedades Corretoras XXXI. Sociedades Corretoras de Câmbio XXXII. Sociedades de Crédito Imobiliário XXXIII. Sociedades Corretora de Títulos e Valores Mobiliários XXXIV. Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários XXXV. Administradora de Fundos XXXVI. Companhias de Seguros XXXVII. Factoring XXXVIII. Sociedades de Arrendamento Mercantil - Leasing XXXIX. Consórcios XL. Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Fundos de Pensão) XLI. Entidades Abertas de Previdência Complementar XLII. Demais Instituições Financeiras 3.º As informações serão prestadas no maior detalhamento que os registros permitirem e delas deverão constar a conta interna de registro na contabilidade da instituição, sua correlação com a conta correspondente incluída nas Normas Básicas de Plano de Contas COSIF, instituído pelo Banco Central do Brasil, ou aquele que vier a substituí-lo, e, em se tratando de receita de serviço sobre o qual incide o ISSQN, sua correlação com o item da tabela de serviços do imposto, o valor do movimento da conta, a base de cálculo do imposto e o valor do imposto a ser pago. 4.º Será entregue uma Declaração para cada estabelecimento com escrituração própria." "Art. 32-D - O Poder Executivo poderá definir modelos próprios e ajustados de declaração para contribuintes cujas características de seus estabelecimentos e serviços prestados justifiquem diferenciação e exigência de informações adicionais." "Art. 32-E - Qualquer que seja o meio de armazenamento ou transmissão da escrituração eletrônica e da transferência de dados via internet, serão observados todos os requisitos de segurança, autenticidade e inviolabilidade necessários ao sigilo fiscal e à consistência dos dados informados e transmitidos." Art. 3.º É criada na Lei Complementar Municipal n.º 14/2003, de 23 de dezembro de 2003, a "Seção V - Das obrigações principal e acessórias", nela incluindo os arts. 32, 32-A, 32-B, 32-C, 32-D, 32-E e 34.

7 Art. 4.º É criada na Lei Complementar Municipal n.º 14/2003, de 23 de dezembro de 2003, a "Seção VI - Da Isenção", nela incluindo o art. 35. Art. 5.º É criada na Lei Complementar Municipal n.º 14/2003, de 23 de dezembro de 2003, a "Seção VII - Do pagamento", nela incluindo o art. 36. Art. 6.º É criada na Lei Complementar Municipal n.º 14/2003, de 23 de dezembro de 2003, a "Seção VIII - Das infrações e das penalidades", nela incluindo o art. 37 e adicionando os arts. 37-A, 37-B, 37-C e 37-D, com as seguintes redações: "Art. 37-A. Quanto às circunstâncias de que se revestem, as infrações materiais são havidas como: I - qualificadas, quando envolvam falsificação ou adulteração de livros, guias ou documentos exigidos pela legislação tributária, inserção neles de elementos falsos ou utilização dolosa de documentário assim viciado, bem como quando a lei, ainda que por circunstâncias objetivas, assim as considere; II - privilegiadas, quando o infrator, antecipando-se a qualquer medida administrativa, informe a servidor a quem compete a fiscalização, na forma prevista na legislação tributária, todos os elementos necessários ao conhecimento da infração, tanto qualificada como básica; III - básicas, quando não se constituam em infrações qualificadas ou privilegiadas." "Art. 37-B. Consideram-se, ainda: I - qualificadas, as seguintes infrações tributárias: a) Utilizar valor não autorizado pela legislação para reduzir o valor do imposto devido; b) emitir documento fiscal: 1. nos casos previstos na alínea "a" deste item; 2. com numeração ou seriação paralela; 3. cuja impressão não estava autorizada pela Fiscalização Tributária do Município; 4. que consigne valores diversos dos da real operação; 5. que consigne valores diversos em suas diferentes vias; 6. sem preencher, concomitante e identicamente, suas demais vias; 7. que contenha falsa indicação quanto ao emitente ou tomador; 8. após a baixa ou cancelamento da inscrição do emitente no Cadastro de Contribuintes; c) uso como documento para documentar operação de prestação de serviços diferente daquele

8 autorizado pelo fisco municipal; d) simular a emissão de documento fiscal eletrônico utilizando-o em substituição ao emitido pelo sistema municipal; e) receber, o responsável, valor relativo à substituição tributária, sem que tenha emitido o documento fiscal correspondente; f) reduzir o montante do imposto a pagar em decorrência de adulteração ou falsificação de livro fiscal ou contábil, ou de formulário de escrituração; g) aquelas em que a lesão ao erário tiver sido ocultada por falta de emissão de documentação fiscal relativa à prestação de serviços; h) reduzir o montante do imposto devido mediante o uso de alíquota inferior à prevista na legislação; i) deixar, o responsável ou substituto tributário, de recolher aos cofres municipais o valor do ISSQN retido; II - privilegiadas, as infrações tributárias materiais em relação às quais o infrator: a) apresentar declaração periódica de serviços adotada para a apuração do imposto devido ou tiver o imposto apurado através de meio eletrônico administrado pela Fiscalização Tributária Municipal, que consigne o montante do tributo a pagar; b) apresentar denúncia espontânea de infração que consigne o montante do imposto a pagar; c) tiver o montante do imposto devido calculado por estimativa definida por servidor a quem compete a fiscalização do tributo; d) apresentar o livro fiscal próprio, escriturado nos termos da legislação tributária: 1 - que consigne o montante do imposto a pagar, se estiver desobrigado de apresentar declaração periódica de serviços, que apura o imposto devido por período de apuração, desde que, sendo instituída obrigação de apresentação de declaração semestral ou anual, não tenha expirado o prazo para entrega da referida guia; 2 - que consigne o valor do imposto devido na operação, se vencido na data da ocorrência do fato gerador, e desde que não tenha expirado o prazo para a entrega da declaração periódica de serviços, não anual, referente ao ISSQN." "Art. 37-C. Às infrações tributárias materiais serão cominadas as seguintes multas: I - de 20% do valor do tributo devido, se privilegiada; II - de 30% do valor do tributo devido, se básicas; III - de 60% do valor do tributo devido, se qualificadas." "Art. 37-D. Pela prática das infrações tributárias formais a seguir enumeradas, são cominadas as seguintes multas: I - infrações relativas à inscrição e às alterações no cadastro tributário municipal:

9 a) operar, o estabelecimento, sem inscrição no cadastro: multa de 100 UMR's; b) omitir, o contribuinte, informações ou prestar informações inverídicas ao se inscrever ou ao requerer alterações no cadastro: multa de 200 UMR's; c) não comunicar, o contribuinte, qualquer modificação ocorrida nos dados cadastrais, inclusive a alteração de sede ou encerramento das atividades de seu estabelecimento: multa de 100 UMR's; II - infrações relativas aos documentos fiscais: a) não emitir documento fiscal relativo à prestação de serviços sujeita ao ISSQN, não tributadas ou isentas ou, ainda, se tributadas, quando o tributo tenha sido pago: multa de 30 UMR's; b) emitir documento fiscal que não contenha as indicações, não preencha os requisitos ou não seja o exigido pela legislação tributária, para a operação de prestação de serviços ou, ainda, que contenha emendas, rasuras ou informações incorretas, salvo se da irregularidade decorrer infração tributária material: multa de 100 UMR's; c) possuir documentos fiscais ainda não utilizados, com numeração ou seriação paralela: multa de 30 UMR's por documento; d) possuir documentos fiscais, ainda não utilizados, cuja impressão não tenha sido autorizada pela Fiscalização Tributária Municipal, ou pertencentes a contribuinte cuja inscrição já tenha sido baixada ou cancelada pela Fiscalização Tributária Municipal: multa de 30 UMR's por documento; e) extraviar, perder, inutilizar, manter fora do estabelecimento, em local não autorizado, ou não exibir documento fiscal, quando exigido: multa de 10 UMR's por documento; f) emitir documento fiscal que não corresponda a uma efetiva prestação de serviços, exceto nos casos permitidos na legislação tributária, salvo se da irregularidade decorrer infração tributária material: multa de 50 UMR's; g) no caso de prestação de serviços de diversões públicas, ocorrer falta de autenticação nos comprovantes de direito de ingresso, ou falsificação de autenticação: multa de 05 UMR's por comprovante; III - infrações relativas aos livros fiscais: a) escriturar, em seus livros fiscais, crédito de ISSQN a que não tenha direito ou não estorná-lo, quando a isso estiver obrigado, salvo se da irregularidade decorrer infração tributária material: multa de 30 UMR's; b) omitir a registro documento fiscal de serviço tomado que corresponda a operações da base de incidência do ISSQN, mesmo que isento ou definido pela legislação como não-tributado: multa de 30 UMR's por cada registro faltante; c) omitir a registro documento fiscal relativo a serviço prestado, não-tributado ou isento, ou, se tributado, quando o imposto tenha sido pago: multa de 30 UMR's por cada registro faltante;

10 d) atrasar a escrituração de livro fiscal a que esteja obrigado, em relação a cada livro: multa de 50 UMR's; e) escriturar livro fiscal de forma diversa da estabelecida pela legislação tributária, salvo se da irregularidade decorrer infração tributária material: multa de 50 UMR's. IV - infrações relativas a informações devidas por contribuintes: a) omitir informações ou prestar informação incorreta ou com inobservância da legislação tributária, em declaração periódica de serviços: 1 - quando da omissão ou incorreção resultar saldo devedor do imposto inferior ao efetivamente devido: multa de 30% sobre a diferença informada a menor; b) omitir informação ou prestar informação incorreta em guia de arrecadação: multa de 20 UMR's; c) não entregar, no local, na forma ou no prazo previstos pela legislação tributária: 1 - declaração periódica de serviços, não anual, referente ao ISSQN: multa de 200 UMR's por declaração; 2 - declaração periódica de serviços anual referente ao ISSQN: multa de 200 UMR's por declaração; 3 - outros documentos com informações devidas à Fiscalização Tributária Municipal: multa de 100 UMR's por documento não entregue; d) não cumprir intimação lavrada por Fiscal Tributário Municipal: multa de 100 UMR's; e) omitir informações em meio eletrônico ou prestar essas informações de maneira incorreta ou em desacordo com a legislação tributária: 1 - quando ocorrer fornecimento de informações em padrão diferente do exigido pela legislação tributária: multa de 1000 UMR's por período de apuração a que se referirem as informações; 2 - quando não houver a entrega de arquivos com informações devidas no local, na forma ou no prazo previstos ou quando ocorrer omissão de informações ou prestação de informações incorretas: multa de 1500 UMR's por período de apuração a que se referirem as informações. f) não prestar outras informações devidas à Fiscalização Tributária Municipal ou concorrer, por ação ou omissão, para embaraçar ou impossibilitar a ação fiscal: multa de 1500 UMR's; V - infrações praticadas por terceiros: a) imprimir ou confeccionar, para uso de terceiros, documentos fiscais cuja impressão não tenha sido autorizada por Fiscal Tributário Municipal, ou com inobservância da legislação tributária: multa de 50 UMR's por documento; b) adulterar, falsificar ou viciar livro, documento fiscal ou documento de arrecadação, ou neles inserir elementos falsos ou inexatos: multa de 1000 UMR's; c) não prestar, qualquer pessoa física ou jurídica, inclusive instituições financeiras, informações devidas à Fiscalização Tributária Municipal, quando exigidas, ou concorrer, por ação ou

11 omissão, para embaraçar ou impossibilitar a ação fiscal: multa de 1500 UMR's; d) manter livros fiscais de contribuintes em local não autorizado pela Fiscalização Tributária Municipal: multa de 200 UMR's por livro; e) quando intimado, não entregar, no local, na forma ou no prazo previstos na legislação tributária, a administradora de cartão de crédito, de débito em conta-corrente ou estabelecimento similar, as informações sobre as prestações realizadas pelos estabelecimentos de contribuintes cujos pagamentos sejam feitos através de seus sistemas de crédito, débito ou similares: multa de 500 UMR's, por mês em que as informações não foram entregues; f) fornecer, a administradora de cartão de crédito, de débito em conta-corrente ou estabelecimento similar, a contribuinte, equipamento para emissão de comprovante de pagamento efetuado por meio de cartão de crédito, débito em conta-corrente ou similar, que não atenda aos requisitos exigidos pela legislação tributária: multa de 100 UMR's por equipamento, por mês em que o contribuinte mantiver o equipamento; g) não cumprir, a administradora de cartão de crédito, de débito em conta-corrente ou estabelecimento similar, outras exigências previstas na legislação tributária: multa de 100 UMR's;" Art. 7.º É revogada a Lei Municipal n.º 3.449, de 02 de dezembro de 2008, mantendo-se as obrigações acessórias nela constante até o mês de competência dezembro de Art. 8.º O caput dos arts. 108, 109 e 110, da Lei Municipal n.º 1007, de 07 de outubro de 1974, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art É considerado infrator, exceto para os fins de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, incorrendo na aplicação de penalidades, quem:..." "Art Os infratores, exceto para os fins de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, estão sujeitos à aplicação de penalidades, graduadas segundo sua gravidade, e equivalentes:..." "Art Os infratores, exceto para os fins de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, estão ainda sujeitos à aplicação de penalidades graduadas segundo sua gravidade, de 1 (um) a 10 (dez) décimos do salário mínimo mensal, vigente no Município em 31 de dezembro do ano anterior, como segue:" Art. 9.º Revoga-se as disposições em contrário, especialmente os arts. 12 e seu parágrafo único, 31, 33, todos da Lei Complementar Municipal n.º 14, de , esta Lei entrará em

12 vigor em 1.º de janeiro de GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE FARROUPILHA, RS, 18 de dezembro de ADEMIR BARETTA Prefeito Municipal Registre-se e publique-se Em 18 de dezembro de Miltom Carlos de Souza Secretário Municipal de Administração e Governo

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