AGILIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE PENHORA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AGILIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE PENHORA"

Transcrição

1 AGILIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE PENHORA Carla Mascarenhas 16 de Abril de 2009

2 A fase de penhora PROGRAMA Consultas e diligências prévias Ordem da realização da penhora Procedimento da penhora de bens Imóveis Móveis Direitos Meios de oposição à penhora Levantamento da penhora

3 Consultas e Diligências Prévias à Penhora As consultas e diligências prévias à penhora têm início no prazo de 5 dias a contar: Da apresentação do requerimento executivo que dispense o despacho liminar e a citação prévia do Executado Do termo do prazo para oposição do Executado previamente citado, quando esta não tenha sido deduzida Da notificação ao agente de execução depois de proferido despacho que dispense a citação prévia ou não suspenda a execução, ou após a oposição deduzida ser julgada improcedente

4 Consultas Prévias à Penhora Antes de proceder às diligências prévias, o agente consulta sempre o registo informático de execuções para verificar se: Foi requerida alguma execução contra o Executado que tenha sido terminada sem integral pagamento da quantia exequenda Existe alguma execução para pagamento de quantia certa pendente contra o Executado

5 Consultas Prévias à Penhora Execução sem integral pagamento - o agente de execução prossegue com as diligências para identificação ou localização de bens nas bases de dados da administração tributária, segurança social e conservatórias (sem necessidade de autorização judicial) extinguindo-se imediatamente a execução caso não sejam localizados bens e/ou não sejam indicados bens à penhora pelo Exequente Execução pendente - o agente de execução remeterá o novo requerimento para a execução pendente quando o Exequente seja titular de um direito real de garantia sobre o bem penhorado nesta e ainda não tenha sido proferida sentença de graduação

6 Consultas Prévias à Penhora Execução pendente Fase de concurso de credores - o requerimento executivo vale como reclamação Fase anterior à reclamação de créditos - constituise uma coligação de Exequentes

7 Diligências Prévias à Penhora Não havendo lugar à extinção nem à remessa, o agente de execução inscreve no registo informático de execuções a nova acção e prossegue com as diligências prévias à penhora sem necessidade de autorização judicial Promover as acções que considere úteis à identificação ou localização de bens penhoráveis, nomeadamente consulta (directa ou indirecta) das bases de dados: Administração tributária Segurança social Conservatórias do registo predial, comercial e automóvel e de outros registos ou arquivos semelhantes

8 Diligências Prévias à Penhora A consulta directa às diversas bases de dados foi regulada pela Portaria n.º 133-A/2009, de 30 de Março. Os agentes de execução acedem directamente aos dados das diversas bases através do sistema informático de suporte às actividades dos agentes de execução e do sistema CITIUS. Cada consulta efectuada é registada automática e electronicamente no sistema informático de suporte à actividade dos agentes de execução e no sistema informático CITIUS, com menção de i) identificação do agente de execução, ii) data de início e iii) número único do processo de execução do processo no âmbito do qual se realizou a consulta. Neste âmbito, os agente de execução devem i) respeitar a finalidade da consulta e ii) não transmitir a informação a terceiros.

9 Consulta directa à base de dados da administração tributária: Através do número de identificação fiscal do Executado, a administração tributária disponibilizará a seguinte informação: Nome Número de identificação fiscal Domicílio fiscal Matrizes dos prédios titulados pelo Executado, descrições prediais e valor patrimonial tributário Identificação dos veículos em função do imposto único de circulação e o ano do último pagamento Data do início, reinicio e cessação da última actividade do Executado e respectivo código de actividade económica Identificação do ano a que se reporta a última declaração de rendimentos entregue e a natureza dos mesmos O valor dos créditos resultantes de reembolso, revisão oficiosa, reclamação graciosa ou impugnação judicial de qualquer acto tributário

10 Consulta directa à base de dados da segurança social: Através do número de identificação civil, número de identificação fiscal ou número de beneficiário da segurança social do Executado, a segurança social disponibilizará: Identificação da entidade empregadora responsável pelas contribuições associadas ao Executado A data de início e término das contribuições O montante auferido à data da última contribuição, a título de vencimento, salário ou outros rendimentos que constituam base de incidência contributiva Se é trabalhador independente, trabalhador do serviço doméstico, trabalhador agrícola indiferenciado ou pessoa abrangida pelo seguro social voluntário Último montante declarado para efeitos de incidência da taxa contributiva das contribuições Indicação de se é beneficiário de algum regime contributivo especial e qual esse regime

11 Consulta directa à base de dados dos registos e arquivos semelhantes: Através do nome, número de identificação civil ou número de identificação fiscal do Executado e, no caso de consulta da base de dados do registo automóvel, pela matrícula do veículo, a base de dados do registo civil disponibiliza: Os elementos identificadores constantes do documento de identificação civil Estado civil e, se casado, o nome, data de nascimento e naturalidade do cônjuge Morada Perda de nacionalidade Data de óbito A base de dados do registo predial as descrições e inscrições em vigor dos imóveis nos quais o Executado figure como titular de um direito real registado sobre os mesmos

12 A base de dados do registo comercial disponibiliza a informação relativa à situação jurídica dos Executados que estejam sujeitos a esse registo A base de dados do Registo nacional de Pessoas Colectivas disponibiliza a informação constante do Ficheiro Central de Pessoas Colectivas, designadamente, a identificação das pessoas colectivas e entidades equiparadas, bem como a inscrição da constituição, modificação e dissolução das mesmas A base de dados do registo automóvel disponibiliza ao agente de execução a informação relativa aos veículos de que o Executado seja proprietário ou titular de outro direito real, bem como os ónus e encargos que sobre eles incidam Findas as consultas e diligências prévias à penhora, o agente de execução notifica o Exequente i) do resultado da consulta do registo informático de execuções e ii) dos bens penhoráveis ou dos motivos pelos quais não identificou qualquer bem penhorável.

13 Consultas e diligências prévias à penhora Identificação de bens penhoráveis Não identificação de bens penhoráveis Prosseguimento da penhora (ordem de realização art. 834.º do C.P.C.) Exequente deve, em 10 dias, indicar bens à penhora Excepto se, em 5 dias, o Exequente: i) Declarar que não pretende a penhora de determinados bens; ii) Desistir da execução Não indica Indica O Executado é citado/notificado para, em 10 dias, pagar ou indicar bens à penhora Não faz nada Extinção Prossegue a penhora dos bens indicados

14 Todavia As diligências prévias à penhora não terão lugar sempre que no requerimento executivo o Exequente indique: i) depósitos bancários ii) rendas, abonos, vencimentos, salários ou outros créditos iii) títulos e valores mobiliários e iv) bens móveis sujeitos a registo cujo valor seja presumivelmente igual ou superior ao crédito exequendo

15 Ordem de realização da penhora O agente de execução deve proceder à penhora dos bens preferencialmente pela seguinte ordem: 1.º Depósitos bancários; 2.º Rendas, abonos, vencimentos, salários ou outros créditos (se, presumivelmente, permitirem a satisfação do credor no prazo de 6 meses); 3.º Títulos e valores mobiliários; 4.º Bens móveis sujeitos a registo (se, presumivelmente, o seu valor for uma vez e meia superior ao custo da venda judicial); 5.º Quaisquer bens cujo valor pecuniário seja de fácil realização ou se mostre adequado ao montante do crédito do Exequente. Ainda que o seu valor exceda o montante do crédito exequendo, é admissível a penhora de bens imóveis ou de estabelecimentos comerciais, quando, presumivelmente, a penhora de outro bens não permita a satisfação integral do credor no prazo de 6 meses.

16 A penhora pode ser reforçada ou substituída quando: O Executado requeira ao agente de execução a substituição dos bens por outros que assegurem de igual modo os fins da execução, contando que o Exequente não se oponha Os bens sejam ou se tornem manifestamente insuficientes Os bens penhorados não sejam livres e desembaraçados e o Executado tenha outros que o sejam Sejam recebidos embargos de terceiro contra a penhora A execução sobre os bens haja sido suspensa em virtude de oposição à execução deduzida pela Executado A Exequente desista da penhora, por sobre os bens penhorados incidir penhora anterior O devedor subsidiário, não previamente citado, invoque o benefício da excussão prévia (art. 828.º/4)

17 PENHORA DE BENS IMÓVEIS Penhora de bens imóveis Auto de Penhora A penhora de imóveis realiza-se mediante comunicação electrónica do agente de execução ao serviço de registo competente Logo que a penhora esteja inscrita no registo, é enviado por via electrónica ao agente de execução certidão dos registos em vigor dos prédios penhorados Após receber a certidão do prédio penhorado, o agente de execução lavra auto de penhora e procede à afixação de edital no imóvel penhorado A penhora de um prédio abrange-o com todas as partes integrantes e os seus frutos, naturais ou civis (excepto se estiverem expressamente excluídos ou se existir sobre eles alguns privilégio)

18 PENHORA DE BENS IMÓVEIS Penhora de bens imóveis Com a penhora do imóvel é constituído depositário dos bens, podendo este ser: O agente de execução Pessoa designada pelo oficial de justiça (quando seja ele a proceder às diligências de execução) Executado (contando que o Exequente a tal não se oponha, ou sendo no imóvel penhorado a sua habitação própria e permanente) Pessoa designada pelo agente de execução Arrendatário (no caso de o imóvel penhorado estar arrendado) Retentor (caso o imóvel penhorado seja objecto de direito de retenção em consequência de incumprimento contratual judicialmente verificado O depositário deve tomar posse efectiva do imóvel penhorado, administrar os bens com diligência, tendo a obrigação de prestar contas

19 PENHORA DE BENS MÓVEIS Penhora de bens móveis - Não Sujeitos a Registo A penhora de móveis não sujeitos a registo realiza-se com a efectiva apreensão dos bens e com a sua imediata remoção para depósitos, sendo o agente de execução que assume qualidade de fiel depositário O dinheiro, os papéis de crédito, as pedras e metais preciosos que sejam apreendidos são depositados em instituições de crédito, à ordem do agente de execução ou, nos casos em que a diligência é realizada por oficial de justiça, da secretaria Presumem-se do Executado os bens encontrados em seu poder. Uma vez realizada a penhora, pode a referida presunção ser ilidida perante juiz, mediante prova documental inequívoca do direito de terceiro

20 PENHORA DE BENS MÓVEIS Penhora de bens móveis Sujeitos a Registo À penhora de bens móveis sujeitos a registo aplica-se, com as devidas adaptações, as regras descritas para a penhora de bens imóveis Penhora Automóvel: é seguida de imobilização do veículo através da imposição de selos ou de imobilizadores e da apreensão do documento de identificação do veículo Penhora de Navio: despachado para viagem é seguida de comunicação à capitania, para que esta apreenda os respectivos documentos e impeça a saída Penhora de Aeronave: é seguida de notificação à autoridade de controlo de operações do local onde se encontre estacionada, cabendo-lhe apreender os respectivos documentos Na auto de penhora regista-se a hora da diligência, relacionando-se os bens por verbas numeradas em que se indica, sempre que possível, o valor aproximado de cada verba

21 PENHORA DE BENS MÓVEIS Penhora de bens móveis Não podendo a penhora ser realizada num só dia, faz-se a imposição de selos nas portas das casas em que se encontrem os bens não relacionados e tomam-se as providências necessárias à sua guarda para que a diligência possa prosseguir no primeiro dia útil seguinte. Sempre que para isso seja instado pelo agente de execução, o depositário é obrigado a apresentar os bens que tenha recebido. Se, decorridos 5 dias o depositário não apresentar os bens nem justificar a falta, o juiz ordena o arresto de bens do depositário suficientes para garantir o valor depositado acrescido das custas e despesas, sem prejuízo do procedimento penal competente. O depositário é, simultaneamente, Executado no próprio processo, para pagamento do valor do depósito e das custas e despesas acrescidas.

22 Penhora de direitos PENHORA DE DIREITOS A penhora de créditos consiste na notificação ao devedor de que o crédito fica à ordem do agente de execução, cabendo ao devedor declarar se o crédito existe, quais as garantias que o acompanham, em que data se vence e quaisquer outras circunstâncias que possam interessas à execução em curso. Nada dizendo, entende-se que reconhece o crédito. A penhora de direitos incorporados em títulos de crédito e valores mobiliários titulados não integrados em sistema centralizado, registados ou depositados em intermediário financeiro ou registados junto do respectivo emitente realiza-se mediante apreensão do título e, sempre que possível, averbando-se o ónus resultante da penhora. Se o devedor contestar a existência do crédito, o Exequente e o Executado são notificados para, em 10 dias, se pronunciarem, devendo o Exequente declarar se mantém a penhora ou se desiste dela; prosseguindo a penhora, o crédito passa a ser tido como litigioso. À penhora de direitos ou expectativas de aquisição de bens determinados aplica-se as regras da penhora de créditos.

23 PENHORA DE DIREITOS Penhora de direitos A penhora de rendas, abonos, vencimentos, salários ou outros rendimentos periódicos é notificada ao locatário, empregador ou entidade que os deva pagar para que faça, nas quantias devidas, o desconto correspondente e proceda ao depósito em instituição de crédito à ordem do agente de execução. Findo o prazo de oposição ou sendo esta julgada improcedente o agente entregará as quantias recebidas. A penhora de depósitos bancários é feita preferentemente, por comunicação electrónica e mediante despacho judicial, que poderá integrar-se no despacho liminar, quando o houver, aplicando-se as regras da penhora de créditos. A penhora de quotas em sociedades é feita através de comunicação electrónica pelo agente de execução à conservatória do registo competente e através de notificação à Sociedade.

24 MEIOS DE OPOSIÇÃO Penhora realizada Reacção do Executado Pagamento (916.º) Oposição Com citação prévia Sem citação prévia À penhora Prazo: 10 dias Fundamentos (863.º-A) À penhora Prazo: 20 dias (863-Bº/1) Fundamentos (863.º-A)

25 LEVANTAMENTO DA PENHORA Levantamento da penhora O Executado pode requerer ao agente de execução o levantamento da penhora se i) por acto ou ii) omissão que não seja da sua responsabilidade, não forem efectuadas quaisquer diligências para a realização do pagamento efectivo do crédito nos seis meses anteriores ao requerimento. A penhora apenas é levantada findo o prazo de reclamação da decisão do agente de execução ou transitada a decisão judicial que a determinou. Qualquer credor que tenha reclamado o seu crédito pode substituirse ao Exequente na prática do acto que ele tenha negligenciado desde que tenham passado três meses sobre o início da actuação negligente e enquanto não for requerido o levantamento da penhora.

26 Obrigada Carla Mascarenhas

27

FICHA INFORMATIVA SISAAE/GPESE

FICHA INFORMATIVA SISAAE/GPESE Câmara dos Solicitadores Colégio de Especialidade de Agentes de Execução Número 6/2012 Data: 06/03/2012 FICHA INFORMATIVA SISAAE/GPESE Descrição: Comunicações com os tribunais e actualização estatística

Leia mais

ACTA DE REUNIÃO DE TRABALHO

ACTA DE REUNIÃO DE TRABALHO NOME José Henrique Delgado Carvalho Teresa Maria de Melo Madail Manuel Nunes Ferreira Fernando J. F. Brites Maria Manuela Araújo Novais Estrela Celeste Simões Agentes de Execução INTERVENIENTES FUNÇÃO

Leia mais

Prática Processual Civil II 7 Julho de 2006. Considere a hipótese seguinte e responda às questões colocadas:

Prática Processual Civil II 7 Julho de 2006. Considere a hipótese seguinte e responda às questões colocadas: Prática Processual Civil II 7 Julho de 2006 Considere a hipótese seguinte e responda às questões colocadas: Numa acção executiva baseada em sentença proferida em 20/01/2006 (que julgou a acção totalmente

Leia mais

Penhoras por meios electrónicos

Penhoras por meios electrónicos Penhoras por meios electrónicos nicos Pedro Amorim pedro.amorim@lusolegal.pt Conferência da CTOC 13 e 14 de Julho de 2007 Enquadramento A função da penhora Sumário Ordem dos bens penhoráveis Formalismos

Leia mais

LIVRO VERDE SOBRE UMA MAIOR EFICÁCIA DAS DECISÕES JUDICIAIS NA UNIÃO EUROPEIA: PENHORA DE CONTAS BANCÁRIAS

LIVRO VERDE SOBRE UMA MAIOR EFICÁCIA DAS DECISÕES JUDICIAIS NA UNIÃO EUROPEIA: PENHORA DE CONTAS BANCÁRIAS LIVRO VERDE SOBRE UMA MAIOR EFICÁCIA DAS DECISÕES JUDICIAIS NA UNIÃO EUROPEIA: PENHORA DE CONTAS BANCÁRIAS PARECER SOLICITADO PELO CESE CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU CONTRIBUTO DA CTP CONFEDERAÇÃO

Leia mais

A conta no processo executivo. SEMINÁRIO O Novo Paradigma do Processo Civil

A conta no processo executivo. SEMINÁRIO O Novo Paradigma do Processo Civil A conta no processo executivo Breves Nótulas da comunicação SEMINÁRIO O Novo Paradigma do Processo Civil Espinho, 29 de Novembro de 2013 JOEL TIMÓTEO RAMOS PEREIRA Juiz de Direito de Círculo Juiz Secretário

Leia mais

Assim, não há lugar a despacho liminar, nem a citação prévia do executado nas execuções baseadas em:

Assim, não há lugar a despacho liminar, nem a citação prévia do executado nas execuções baseadas em: Decreto-Lei n.º 38/2003, de 8 de março A revisão do Código de Processo Civil operada pelo Decreto-Lei n.º 329-A/95, de 12 de dezembro, e pelo Decreto-Lei n.º 180/96, de 25 de setembro, complementada pelo

Leia mais

EXAME NACIONAL DE ACESSO AO 3.º ESTÁGIO DE AGENTE DE EXECUÇÃO 28.04.2012 13H 1/8

EXAME NACIONAL DE ACESSO AO 3.º ESTÁGIO DE AGENTE DE EXECUÇÃO 28.04.2012 13H 1/8 1/8 EXAME NACIONAL DE ACESSO AO 3.º ESTÁGIO DE AGENTE DE EXECUÇÃO 28.04.2012 13H O exame tem a duração de duas horas, com quinze minutos de tolerância. O exame é composto por 20 questões de escolha múltipla,

Leia mais

EXAME NACIONAL DE ACESSO AO 3.º ESTÁGIO DE AGENTE DE EXECUÇÃO 28.04.2012 9H 1/8

EXAME NACIONAL DE ACESSO AO 3.º ESTÁGIO DE AGENTE DE EXECUÇÃO 28.04.2012 9H 1/8 1/8 EXAME NACIONAL DE ACESSO AO 3.º ESTÁGIO DE AGENTE DE EXECUÇÃO 28.04.2012 9H O exame tem a duração de duas horas, com quinze minutos de tolerância. O exame é composto por 20 questões de escolha múltipla,

Leia mais

ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA

ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA (Até às alterações do Decreto Lei n.º 38/2003, de 08 de Março) ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA CAPÍTULO I Artigo 1.º Convenção de arbitragem 1 - Desde que por lei especial não esteja submetido exclusivamente a tribunal

Leia mais

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com Prime Soluções Empresariais SEDE: Rua de Entrecampos, 28, 1749-076 Lisboa Nº de Pessoa Colectiva 502 M 757 - N' de Matricula 08537 C.R.C.L Capital Social de EUR.; 30 000 000. I/ -I- CONTRATO DE PRESTAÇÃO

Leia mais

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Artigo 9.º Artigo 9.º Desemprego involuntário Desemprego involuntário 1 - O desemprego considera-se involuntário sempre que a cessação do

Leia mais

( Até às alterações do Decreto-Lei n.º 20/2008, de 31 de Janeiro) REGISTO AUTOMÓVEL

( Até às alterações do Decreto-Lei n.º 20/2008, de 31 de Janeiro) REGISTO AUTOMÓVEL ( Até às alterações do Decreto-Lei n.º 20/2008, de 31 de Janeiro) REGISTO AUTOMÓVEL Artigo 1.º 1 - O registo de veículos tem essencialmente por fim dar publicidade à situação jurídica dos veículos a motor

Leia mais

REGULAMENTO FINANCEIRO DO CDS/PP

REGULAMENTO FINANCEIRO DO CDS/PP DO CDS/PP (APROVADO EM CONSELHO NACIONAL A 24 DE NOVEMBRO DE 2007) Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º (Âmbito de aplicação) 1. O presente Regulamento aplica-se a todos os órgãos nacionais, regionais

Leia mais

Projeto de Decreto-Lei de regulamentação do Balção Nacional do Arrendamento. Preâmbulo

Projeto de Decreto-Lei de regulamentação do Balção Nacional do Arrendamento. Preâmbulo Projeto de Decreto-Lei de regulamentação do Balção Nacional do Arrendamento Preâmbulo A Lei n.º 31/2012, de 27 de fevereiro aprovou medidas destinadas a dinamizar o mercado de arrendamento urbano, alterando

Leia mais

OHADA ACTO UNIFORME PARA A ORGANIZAÇÃO DOS PROCESSOS SIMPLIFICADOS DE COBRANÇA E DAS VIAS DE EXECUÇÃO

OHADA ACTO UNIFORME PARA A ORGANIZAÇÃO DOS PROCESSOS SIMPLIFICADOS DE COBRANÇA E DAS VIAS DE EXECUÇÃO OHADA ACTO UNIFORME PARA A ORGANIZAÇÃO DOS PROCESSOS SIMPLIFICADOS DE COBRANÇA E DAS VIAS DE EXECUÇÃO fa 477 cobrança Cobrança e vias de execução 2 ACTO UNIFORME PARA A ORGANIZAÇÃO DOS PROCESSOS SIMPLIFICADOS

Leia mais

REGULAMENTO DO REGISTO COMERCIAL. Portaria 657-A/2006, de 29 de Junho

REGULAMENTO DO REGISTO COMERCIAL. Portaria 657-A/2006, de 29 de Junho (Não dispensa a consulta do Diário da República) REGULAMENTO DO REGISTO COMERCIAL Portaria 657-A/2006, de 29 de Junho CAPÍTULO I Suporte e processo de registo SECÇÃO I Suportes de registo Artigo 1.º Instrumentos

Leia mais

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Decreto-Lei n.º 279/93, de 11 de Agosto (alterado pelo Decreto Lei N.º15/98, de 29 de Janeiro) (alterado pelo Decreto-Lei n.º 195/2001, de 27 de Junho) (alterado pelo

Leia mais

NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL CURSO PARA AGENTES DE EXECUÇÃO JULHO/AGOSTO 2013 CRN CÂMARA SOLICITADORES

NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL CURSO PARA AGENTES DE EXECUÇÃO JULHO/AGOSTO 2013 CRN CÂMARA SOLICITADORES NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL CURSO PARA AGENTES DE EXECUÇÃO JULHO/AGOSTO 2013 CRN CÂMARA SOLICITADORES I) ALGUMAS NOVIDADES: BREVES REFERÊNCIAS A forma do processo de declaração A gestão inicial do processo

Leia mais

REFORMA DA ACÇÃO EXECUTIVA RESUMO DE PROCEDIMENTOS FASE 1

REFORMA DA ACÇÃO EXECUTIVA RESUMO DE PROCEDIMENTOS FASE 1 REFORMA DA ACÇÃO EXECUTIVA RESUMO DE PROCEDIMENTOS FASE 1 Versão 0.0.1 Data: 03 de Abril de 2009 Apresentação em Braga a 30/04/2009 Armando A Oliveira 1 1 INTRODUÇÃO O Decreto-lei n.º 226/2008 20 de Novembro

Leia mais

LEGISLAÇÃO CSC PARA CONSULTA NO EXAME

LEGISLAÇÃO CSC PARA CONSULTA NO EXAME ELEMENTOS DO CÒDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS PARA CONSULTA Artigo 28.º Verificação das entradas em espécie 1 - As entradas em bens diferentes de dinheiro devem ser objecto de um relatório elaborado por

Leia mais

DECRETO N.º 265/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.

DECRETO N.º 265/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1. DECRETO N.º 265/XII Aprova o regime de concessão de crédito bonificado à habitação a pessoa com deficiência e revoga os Decretos-Leis n.ºs 541/80, de 10 de novembro, e 98/86, de 17 de maio A Assembleia

Leia mais

LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2012. Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro

LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2012. Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2012 Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro Principais normas aplicáveis aos Municípios Este é um documento de trabalho que pretende agregar as principais normas aplicáveis

Leia mais

CÂMARA DOS SOLICITADORES COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE AGENTE DE EXECUÇÃO I JORNADAS DE ESTUDO DOS AGENTES DE EXECUÇÃO

CÂMARA DOS SOLICITADORES COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE AGENTE DE EXECUÇÃO I JORNADAS DE ESTUDO DOS AGENTES DE EXECUÇÃO CÂMARA DOS SOLICITADORES COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE AGENTE DE EXECUÇÃO I JORNADAS DE ESTUDO DOS AGENTES DE EXECUÇÃO ESPINHO, DIAS 9 E 10 DE ABRIL DE 2010 Intervenção da Prof. mestre Cláudia Boloto: Mesa

Leia mais

Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo

Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo Acórdãos STA Processo: 0715/09 Data do Acordão: 18-11-2009 Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo Tribunal: Relator: Descritores: Sumário: 2 SECÇÃO JORGE LINO PENHORA GARANTIA REAL REGISTO TERCEIRO

Leia mais

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social Enquadramento Fiscal dos Advogados em sede de IRS, IVA e segurança social Fiscalidade IVA / IRS / Segurança social Março 2015 1 IAE -Instituto dos Advogados de Empresa da Ordem dos Advogados 1 Formas de

Leia mais

ncpc 12 QUESTÕES SOBRE PRÁTICAS PROCESSUAIS NO (NOVO) CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Armando A. Oliveira 25 de junho de 2015

ncpc 12 QUESTÕES SOBRE PRÁTICAS PROCESSUAIS NO (NOVO) CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Armando A. Oliveira 25 de junho de 2015 ncpc 12 QUESTÕES SOBRE PRÁTICAS PROCESSUAIS NO (NOVO) CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Armando A. Oliveira 25 de junho de 2015 Interação entre A.E. e tribunal Um dos principais entraves ao regular funcionamento

Leia mais

Responsabilidade Civil para Órgãos de Administração e Fiscalização

Responsabilidade Civil para Órgãos de Administração e Fiscalização Este contrato de seguro garante a responsabilidade civil imputável aos membros dos órgãos de administração e fiscalização de sociedades comerciais, de acordo com o legalmente exigível no Código das Sociedades

Leia mais

A CONTA. de Execução

A CONTA. de Execução A CONTA Honorários e despesas do Agente de Execução Armando Oliveira Solicitador INTRODUÇÃO A portaria 331-B/ B/2009, de 30 de Março regulamenta, entre outras matérias, os honorários do Agente de Execução,

Leia mais

REAL PPR Condições Gerais

REAL PPR Condições Gerais Entre a, adiante designada por Segurador, e o Tomador do Seguro identificado nas Condições Particulares, estabelece-se o presente contrato de seguro que se regula pelas Condições Particulares e desta apólice,

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 841

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 841 Directriz de Revisão/Auditoria 841 1 Dezembro de 2001 Verificação das Entradas em Espécie para Realização de Capital das Sociedades ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1-6 OBJECTIVO 7-8 PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO

Leia mais

RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.

RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE. Procº de insolvência n.º 560/13.6 TBVNG 4º Juízo Cível Insolvente: ELIANE MARGARETE MOREIRA DA ROCHA Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto

Leia mais

Derrogação do sigilo bancário em matéria fiscal. Samuel Fernandes de Almeida

Derrogação do sigilo bancário em matéria fiscal. Samuel Fernandes de Almeida Derrogação do sigilo bancário em matéria fiscal Samuel Fernandes de Almeida Introdução O problema político da humanidade écombinar três coisas: eficiência económica, justiça social e liberdade individual

Leia mais

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012 Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 1. Meios Financeiros Líquidos Esta Classe destina-se a registar os meios financeiros líquidos que incluem quer o dinheiro e depósitos

Leia mais

Novo Código Contributivo da Segurança Social

Novo Código Contributivo da Segurança Social Novo Código Contributivo da Segurança Social O Código Contributivo para a Segurança Social, aprovado através da Lei n.º 110/2009, de 16 de Setembro tem a sua entrada em vigor agendada para 1 de Janeiro

Leia mais

EXAME NACIONAL DE ACESSO AO 3.º ESTÁGIO DE AGENTE DE EXECUÇÃO 28.04.2012 17H 1/8

EXAME NACIONAL DE ACESSO AO 3.º ESTÁGIO DE AGENTE DE EXECUÇÃO 28.04.2012 17H 1/8 1/8 EXAME NACIONAL DE ACESSO AO 3.º ESTÁGIO DE AGENTE DE EXECUÇÃO 28.04.2012 17H O exame tem a duração de duas horas, com quinze minutos de tolerância. O exame é composto por 20 questões de escolha múltipla,

Leia mais

Decreto-Lei n.º 111/2005, de 08/07

Decreto-Lei n.º 111/2005, de 08/07 Contém as alterações dos seguintes diplomas: DL n.º 33/2011, de 07/03 DL n.º 99/2010, de 02/09 DL n.º 247-B/2008, de 30/12 DL n.º 318/2007, de 26/09 DL n.º 125/2006, de 29/06 DL n.º 76-A/2006, de 29/03

Leia mais

AVISO N.º 14 /2011 de 19 de Dezembro

AVISO N.º 14 /2011 de 19 de Dezembro AVISO N.º 14 /2011 de 19 de Dezembro Havendo necessidade de se regulamentar o funcionamento das sociedades de cessão financeira (factoring), com vista a desenvolver a matéria estabelecida no Decreto Presidencial

Leia mais

Estabelece o novo regime jurídico de regularização das dívidas à segurança social

Estabelece o novo regime jurídico de regularização das dívidas à segurança social Legislação Decreto-Lei n.º 411/91, de 17 de Outubro Publicado no D.R. n.º 239, série I-A, de 17 de Outubro de 1991 SUMÁRIO : Estabelece o novo regime jurídico de regularização das dívidas à segurança social

Leia mais

REGIME EXTRAORDINÁRIO DE PROTECÇÃO DE DEVEDORES DE CRÉDITO À HABITAÇÃO EM SITUAÇÃO ECONÓMICA MUITO DIFÍCIL

REGIME EXTRAORDINÁRIO DE PROTECÇÃO DE DEVEDORES DE CRÉDITO À HABITAÇÃO EM SITUAÇÃO ECONÓMICA MUITO DIFÍCIL NOTA INFORMATIVA REGIME EXTRAORDINÁRIO DE PROTECÇÃO DE DEVEDORES DE CRÉDITO À HABITAÇÃO EM SITUAÇÃO ECONÓMICA MUITO DIFÍCIL Fruto da forte pressão social que se foi fazendo junto do Governo e de várias

Leia mais

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático - Inscrição/Alteração Membros dos Órgãos Estatutários (MOE) (1008 V5.3)

Leia mais

Declaração de Rendimentos e Interesses Patrimoniais

Declaração de Rendimentos e Interesses Patrimoniais REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU Lei n.º /2003 (Proposta de lei) Declaração de Rendimentos e Interesses Patrimoniais A Assembleia Legislativa decreta, nos termos da alínea 1) do artigo 71.º da Lei

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos

Leia mais

28 de Março 2012 Contencioso de Cobrança

28 de Março 2012 Contencioso de Cobrança Entra em vigor amanhã, dia 29 de Março de 2012, a Lei n.º 7/2012, de 13 de Fevereiro, que procede à alteração e republicação do Regulamento das Custas Processuais. Desde a entrada em vigor do actual Regulamento

Leia mais

RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.

RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE. Procº de insolvência n.º 2.220/13.9 TBVNG 5º Juízo Cível Insolventes: PEDRO MANUEL LOPES DE ALMEIDA E CARLA LILIANA DAMAS BESSA MIRANDA DE ALMEIDA Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente

Leia mais

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM 1. Capítulo I. Princípios Gerais. Artigo 1.º (Objecto da arbitragem)

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM 1. Capítulo I. Princípios Gerais. Artigo 1.º (Objecto da arbitragem) REGULAMENTO DE ARBITRAGEM 1 Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1.º (Objecto da arbitragem) Qualquer litígio, público ou privado, interno ou internacional, que por lei seja susceptível de ser resolvido

Leia mais

INSOLVÊNCIA: Dificuldades e Oportunidades. Nuno Albuquerque Paulo Ribeiro Barbosa Luís Paulo Silva

INSOLVÊNCIA: Dificuldades e Oportunidades. Nuno Albuquerque Paulo Ribeiro Barbosa Luís Paulo Silva INSOLVÊNCIA: Dificuldades e Oportunidades 24 de Fevereiro Salão Nobre da Câmara Municipal de Amares Nuno Albuquerque Paulo Ribeiro Barbosa Luís Paulo Silva 24-02-2012 1 DIAGNÓSTICO PRINCIPAIS PROBLEMAS

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

Questões Extras Direito Tributário Profº Ricardo Alexandre www.lfg.com.br/ www.cursoparaconcursos.com.br

Questões Extras Direito Tributário Profº Ricardo Alexandre www.lfg.com.br/ www.cursoparaconcursos.com.br TRIBUTO - CONCEITO 1. (ESAF/GEFAZ-MG/2005) Na atividade de cobrança do tributo a autoridade administrativa pode, em determinadas circunstâncias, deixar de aplicar a lei. 2. (ESAF/GEFAZ-MG/2005) Segundo

Leia mais

Regulamento de Benefícios Associação de Socorros Mútuos Montepio Filarmónico

Regulamento de Benefícios Associação de Socorros Mútuos Montepio Filarmónico Regulamento de Benefícios Associação de Socorros Mútuos Montepio Filarmónico CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º (Objectivos e fins) 1. Sem prejuízo do disposto no art.º 4º dos Estatutos, o Regulamento

Leia mais

Portaria. Gabinete da Ministra da Justiça Praça do Comércio, 1149-019 Lisboa, PORTUGAL TEL + 351 21 322 23 00 EMAIL gmj@mj.gov.pt www.portugal.gov.

Portaria. Gabinete da Ministra da Justiça Praça do Comércio, 1149-019 Lisboa, PORTUGAL TEL + 351 21 322 23 00 EMAIL gmj@mj.gov.pt www.portugal.gov. Portaria O Memorando de Entendimento sobre as Condicionalidades de Política Económica, celebrado entre a República Portuguesa e o Banco Central Europeu, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional,

Leia mais

Município do Funchal

Município do Funchal Concurso público para a aquisição de 1485 sinais de trânsito retroreflectorizados e 40 cones como dispositivos complementares para o Município do Funchal. CADERNO DE ENCARGOS - 1 - CADERNO DE ENCARGOS

Leia mais

1. Legislação Aplicável

1. Legislação Aplicável VAI COMPRAR CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE! Compra e venda é o contrato pelo qual se transmite a propriedade de uma coisa ou outro direito, mediante um preço Art.º 874.º do Código Civil 1. Legislação

Leia mais

PONTO 1: Execução Trabalhista. Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista art. 879 da CLT.

PONTO 1: Execução Trabalhista. Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista art. 879 da CLT. 1 DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO PONTO 1: Execução Trabalhista 1. EXECUÇÃO TRABALHISTA: ART. 876 ART. 892 da CLT Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista

Leia mais

LISTA PÚBLICA EXECUÇÕES

LISTA PÚBLICA EXECUÇÕES LISTA PÚBLICA DE EXECUÇÕES NOTAS DO AUTOR: O presente trabalho versa sobre a Lista Pública de Execuções instituída no nosso ordenamento juridico pelo Decreto-Lei n.º 226/2008 de 20 de Novembro e pretende

Leia mais

Modelos artigo 15ºA da Portaria 331-B/2009

Modelos artigo 15ºA da Portaria 331-B/2009 Modelos artigo 15ºA da Portaria 331-B/2009 Implementação de actos específicos para cumprimento do disposto no artigo 15ºA da Portaria 331-B/2009 de 30 de Março. Proposta de modelos para SISAAE/GPESE e

Leia mais

CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS (CIRE)

CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS (CIRE) CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS 1 CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS (CIRE) (DL n.º 53/2004, de 18 de Março com as alterações do DL n.º 200/2004, de 18 de Agosto; DL

Leia mais

Prestação de Serviços Capítulo I. Disposições Gerais. Cláusula 1ª (Objecto)

Prestação de Serviços Capítulo I. Disposições Gerais. Cláusula 1ª (Objecto) Prestação de Serviços Capítulo I Disposições Gerais Cláusula 1ª (Objecto) O presente Caderno de Encargos compreende as cláusulas que têm por objecto principal a Prestação de Serviços de Fiscal Único. Cláusula

Leia mais

Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio

Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio Diploma consolidado Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio Perante a actual conjuntura económica e o respectivo reflexo no mercado do emprego, revela-se ser de toda a conveniência a flexibilização das

Leia mais

Advocacia e Cidadania

Advocacia e Cidadania REGRA GERAL: SUJEIÇÃO TRIBUTÁRIA (Art. 3.º e 48.º CIRC) IPSS não exercem a título principal uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola Tributadas pelo rendimento global, o qual corresponde

Leia mais

REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DO CAMPO (1) Preâmbulo

REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DO CAMPO (1) Preâmbulo REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DO CAMPO (1) Preâmbulo O Regimento da Câmara Municipal De Vila Franca do Campo foi elaborado de acordo com a alínea a) do número 1 do Artº 64º da Lei n.º 169/99,

Leia mais

Cédula de Crédito Bancário Abertura de Crédito Pessoa Física

Cédula de Crédito Bancário Abertura de Crédito Pessoa Física Cédula nº: Valor: Data da emissão: Data do vencimento: 1. EMITENTE(S): 1.1 Nome: 1.2 RG: 1.3 CPF/MF - CNPJ/MF: E os coemitentes, demais titulares da conta corrente ao final nomeados, todos qualificados

Leia mais

Comissões Euros (Mín/Máx) Em %

Comissões Euros (Mín/Máx) Em % 2.1. Crédito à habitação e contratos conexos Crédito Habitação /Conexo Produtos de Taxa indexada / Produtos de Taxa Fixa / Crédito Não residentes / Crédito Deficientes / Crédito Terreno iniciais 1. Iniciais

Leia mais

DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90. EMISSOR : Ministério das Finanças. DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I

DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90. EMISSOR : Ministério das Finanças. DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90 EMISSOR : Ministério das Finanças DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I PÁGINAS DO DR : 1808 a 1810 Decreto-Lei n.º 125/90, de 16 de Abril

Leia mais

ASSUNTO: Plano de Contas para o Sistema Bancário (Adaptado) (Sociedades Administradoras de Compras em Grupo)

ASSUNTO: Plano de Contas para o Sistema Bancário (Adaptado) (Sociedades Administradoras de Compras em Grupo) Anexo à Instrução nº 15/97 ASSUNTO: Plano de Contas para o Sistema Bancário (Adaptado) (Sociedades Administradoras de Compras em Grupo) 1. São efectuados no PCBS os seguintes ajustamentos: 1.1. São criadas

Leia mais

REGULAMENTO DE CUSTAS DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE AUTOMOBILISMO E KARTING

REGULAMENTO DE CUSTAS DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE AUTOMOBILISMO E KARTING Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting REGULAMENTO DE CUSTAS DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE AUTOMOBILISMO E KARTING TÍTULO PRIMEIRO Das Custas de Processo Disciplinar CAPÍTULO I Disposições gerais

Leia mais

Insolvência intencional ou fortuita

Insolvência intencional ou fortuita Insolvência intencional ou fortuita O facto da insolvência da empresa ser considerada pelo tribunal como intencional ou como fortuita implica várias consequências para as pessoas envolvidas. O chamado

Leia mais

Regulamento Emolumentar dos Registos e do Notariado (última alteração DL 125/2006, de 29 de Junho) Artigo 1.º

Regulamento Emolumentar dos Registos e do Notariado (última alteração DL 125/2006, de 29 de Junho) Artigo 1.º DECRETO-LEI N.º 322-A/2001, DE 14 DE DEZEMBRO, QUE APROVOU O REGULAMENTO EMOLUMENTAR DOS REGISTOS E NOTARIADO Artigo 1.º Aprovação do Regulamento Emolumentar dos Registos e Notariado É aprovado o Regulamento

Leia mais

Ofício-Circulado 60009, de 21/05/1999 - Direcção de Serviços de Justiça Tributária

Ofício-Circulado 60009, de 21/05/1999 - Direcção de Serviços de Justiça Tributária Ofício-Circulado 60009, de 21/05/1999 - Direcção de Serviços de Justiça Tributária PLANOS PRESTACIONAIS - DEC-LEI Nº 124/96 REDUÇÃO DA TAXA DE JUROS DE MORA VINCENDOS CONSTITUIÇÃO DE GARANTIAS - DEC-LEI

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) de 27 de Novembro de 2003

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) de 27 de Novembro de 2003 23.12.2003 L 338/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 2201/2003 DO CONSELHO de 27 de Novembro de 2003 relativo à competência, ao reconhecimento e à execução

Leia mais

REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS FREGUESIA DA MOITA

REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS FREGUESIA DA MOITA REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS FREGUESIA DA MOITA Preâmbulo Com a publicação da Lei 53-E/2006, de 29 de Dezembro, alterada pela Lei 64-A/2008 de 31 de Dezembro, tornou-se necessário a adaptação da Tabela

Leia mais

Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes

Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes Nota justificativa O Decreto-Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro, na esteira do estabelecido

Leia mais

REGIME JURÍDICO GERAL DOS ARQUIVOS

REGIME JURÍDICO GERAL DOS ARQUIVOS REGIME JURÍDICO GERAL DOS ARQUIVOS Lei nº 42/VI/2004 de 10 de Maio Por mandato do Povo, a Assembleia Nacional decreta, nos termos da alínea b) do artigo 174º da Constituição, o seguinte: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

ESCOLA DE CONDUÇÃO INVICTA (Fases do Processo de Contra-Ordenações)

ESCOLA DE CONDUÇÃO INVICTA (Fases do Processo de Contra-Ordenações) FASES DO PROCESSO DE CONTRA ORDENAÇÕES Auto de Notícia Menciona os factos constitutivos da infracção, o dia, a hora, o local e as circunstâncias desta. É levantado pelo agente de autoridade. Notificação

Leia mais

REGULAMENTO DE TAXAS E PROPINAS APLICÁVEIS AOS ESTUDOS E CURSOS DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO

REGULAMENTO DE TAXAS E PROPINAS APLICÁVEIS AOS ESTUDOS E CURSOS DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO REGULAMENTO DE TAXAS E PROPINAS APLICÁVEIS AOS ESTUDOS E CURSOS DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO A regulamentação existente na Universidade de Aveiro em matéria de propinas encontra-se relativamente dispersa,

Leia mais

CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO O Japão e a República Portuguesa, Desejando celebrar

Leia mais

REGULAMENTO TABELA GERAL DE TAXAS E LICENÇAS FREGUESIA DE PRISCOS

REGULAMENTO TABELA GERAL DE TAXAS E LICENÇAS FREGUESIA DE PRISCOS REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS E LICENÇAS DA FREGUESIA DE PRISCOS Página 1 de 8 REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE PRISCOS PREÂMBULO A Lei nº 53-E/2006, de 29 de Dezembro, aprovou

Leia mais

8-(4) Diário da República, 1.ª série N.º 1 3 de Janeiro de 2011

8-(4) Diário da República, 1.ª série N.º 1 3 de Janeiro de 2011 8-(4) Diário da República, 1.ª série N.º 1 3 de Janeiro de 2011 Decreto Regulamentar n.º 1-A/2011 de 3 de Janeiro O Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social, aprovado

Leia mais

B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas. Projecto de Proposta de Lei

B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas. Projecto de Proposta de Lei Sociedades Desportivas Análise do regime jurídico e fiscal B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal específico das sociedades desportivas

Leia mais

REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS E LICENÇAS

REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS E LICENÇAS REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS E LICENÇAS PREÂMBULO A Lei nº 53-E/2006, de 29 de Dezembro, aprovou o regime das taxas das Autarquias Locais e determina que o regulamento de taxas tem obrigatoriamente que

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO PARA VENDA DE FRACÇÕES MUNICIPAIS HABITACIONAIS DEVOLUTAS A JOVENS, ATRAVÉS DE CONCURSO POR SORTEIO

PROJECTO DE REGULAMENTO PARA VENDA DE FRACÇÕES MUNICIPAIS HABITACIONAIS DEVOLUTAS A JOVENS, ATRAVÉS DE CONCURSO POR SORTEIO PROJECTO DE REGULAMENTO PARA VENDA DE FRACÇÕES MUNICIPAIS HABITACIONAIS DEVOLUTAS A JOVENS, ATRAVÉS DE CONCURSO POR SORTEIO Preâmbulo Com o presente Regulamento pretende-se criar condições para o acesso

Leia mais

Execução por Quantia Certa fundada em Título Extrajudicial. Prof. Murillo Sapia Gutier

Execução por Quantia Certa fundada em Título Extrajudicial. Prof. Murillo Sapia Gutier Execução por Quantia Certa fundada em Título Extrajudicial Prof. Murillo Sapia Gutier Da Penhora e do Depósito Art. 659. A penhora deverá incidir em tantos bens quantos bastem para o pagamento: (a) do

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 O Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U, dirigido a recém-licenciados e mestres, recém-formados

Leia mais

Assembleia de Freguesia de Rebordões Souto Regulamento e Tabela Geral de Taxas

Assembleia de Freguesia de Rebordões Souto Regulamento e Tabela Geral de Taxas PREÂMBULO A Lei nº 53-E/2006, de 29 de Dezembro, aprovou o regime das taxas das Autarquias Locais, estabelecendo no Artigo 17.º: «As taxas para as autarquias locais actualmente existentes são revogadas

Leia mais

Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações

Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações DGAJ/DSAJ/DF - 2013 Direção-Geral da Administração da Justiça CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações LEI N.º 20/2013, DE 21 DE FEVEREIRO Entram em

Leia mais

No Site do Instituto de Registos e Notariado (www.irn.mj.pt) poderão obter se os Contactos dos Serviços de Registo Predial.

No Site do Instituto de Registos e Notariado (www.irn.mj.pt) poderão obter se os Contactos dos Serviços de Registo Predial. VAI PERMUTAR A SUA CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE! As normas da compra e venda são aplicáveis aos outros contratos onerosos pelos quais se alienam bens ou se estabeleçam encargos sobre eles, na medida

Leia mais

Procedimento de Contratação. (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013

Procedimento de Contratação. (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013 Procedimento de Contratação (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013 Aquisição de Serviços de Consultores-formadores de Ligação e Especialistas para a execução do Projecto nº 084749/2012/831

Leia mais

REGULAMENTO EMOLUMENTAR DOS REGISTOS E NOTARIADO

REGULAMENTO EMOLUMENTAR DOS REGISTOS E NOTARIADO (Até às alterações do DL n.º 116/2008, de 04 de Julho) REGULAMENTO EMOLUMENTAR DOS REGISTOS E NOTARIADO CAPÍTULO I Princípios e normas gerais de interpretação Artigo 1.º Tributação emolumentar 1 - Os actos

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

EDIFÍCIO P/ ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS

EDIFÍCIO P/ ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS VENDA ATRAVÉS DE LEILÃO PÚBLICO NAS INSTALAÇÕES DA GAIP 24/08/2015 ÀS 15h00 vendas@gaip.pt 300 500 072 EDIFÍCIO P/ ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS BENAVENTE Valor Base Licitação 1.122.352,94 Insolvência de Fandango

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS A declaração modelo 10 destina-se a declarar os rendimentos sujeitos a imposto,

Leia mais

Lei n.º 40/99 de 9 de Junho

Lei n.º 40/99 de 9 de Junho Lei n.º 40/99 de 9 de Junho Assegura a informação e consulta dos trabalhadores em empresas ou grupos de empresas transnacionais e regula a instituição de conselhos de empresa europeus ou de procedimentos

Leia mais

CARTÃO PRÉ-PAGO VISA KANDANDU

CARTÃO PRÉ-PAGO VISA KANDANDU [Imagem] CONTRATO DE ADESÃO CARTÃO PRÉ-PAGO VISA KANDANDU Órgão Nº de Entidade (NDE) Dados do Titular Nome Nome a gravar no cartão Nº de Conta - - Declaro serem verdadeiras todas as informações prestadas.

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. Lei n. o 5 /2002, de 20 de Setembro LEI DE MODIFICAÇÃO DO SISTEMA TRIBUTÁRIO

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. Lei n. o 5 /2002, de 20 de Setembro LEI DE MODIFICAÇÃO DO SISTEMA TRIBUTÁRIO REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL Lei n. o 5 /2002, de 20 de Setembro LEI DE MODIFICAÇÃO DO SISTEMA TRIBUTÁRIO O sistema fiscal de Timor-Leste foi instituído a partir do Regulamento

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ TRADIÇÃO, EXPERIÊNCIA E OUSADIA DE QUEM É PIONEIRO Data: 23/03/2010 Estudo dirigido Curso: DIREITO Disciplina: DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO II Professora: ILZA MARIA

Leia mais

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU. Regulamento Administrativo nº 24/2003

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU. Regulamento Administrativo nº 24/2003 1 REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU Regulamento Administrativo nº 24/2003 Condições da Apólice Uniforme do Seguro Obrigatório de Responsabilidade Civil das Embarcações de Recreio O Chefe do Executivo,

Leia mais

IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS

IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS Anexo à Instrução nº 4/96 IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS As contas desta classe registam as responsabilidades ou compromissos assumidos pela instituição ou por terceiros

Leia mais

como a salvaguarda do interesse público de cobrança dos créditos tributários.

como a salvaguarda do interesse público de cobrança dos créditos tributários. Classificação: DIRECÇÃO DE SERViÇOS DE GESTÃO DOS CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS Of.Circulado n. o : 60.076 de 2010-07-29 Processo: 5580/2009 DGPCT Entrada Geral: N.o Identificação Fiscal (NIF): Sua Ref.a: EX.mos

Leia mais

REGIME JURÍDICO DO PROCESSO DE INVENTÁRIO

REGIME JURÍDICO DO PROCESSO DE INVENTÁRIO compilações legislativas VERBOJURIDICO REGIME JURÍDICO DO PROCESSO DE INVENTÁRIO NOVO REGIME JURÍDICO DE 2010 verbojuridico JANEIRO 2010 2 : NOVO REGIME JURÍDICO DO PROCESSO DE INVENTÁRIO VERBOJURIDICO

Leia mais

EMISSOR: Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social

EMISSOR: Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social DATA: Sexta-feira, de 4 de Fevereiro de 2011 NÚMERO: 25 SÉRIE I EMISSOR: Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social DIPLOMA: Portaria n.º 66/2011 SUMÁRIO: Define os procedimentos, os elementos e

Leia mais