Estatuto da Cidade - Lei 10257/01

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estatuto da Cidade - Lei 10257/01"

Transcrição

1 Estatuto da Cidade - Lei 10257/01 O Estatuto da Cidade visa estabelecer diretrizes gerais da Política Urbana e especialmente regulamentar o artigo 182 da Constituição Federal, fixando os princípios, objetivos, diretrizes, e instrumentos de gestão urbana. Thiago Ribeiro 24/11/2001 O Estatuto da Cidade visa estabelecer diretrizes gerais da Política Urbana e especialmente regulamentar o artigo 182 da Constituição Federal, fixando os princípios, objetivos, diretrizes, e instrumentos de gestão urbana. No que tange especificamente ao parcelamento de solo, estabelece nas diretrizes gerais: 1) o ordenamento e controle do uso do solo, de forma a evitar o parcelamento do solo, a edificação ou o uso excessivos ou inadequados em relação à infra-estrutura urbana; 2) o planejamento do desenvolvimento das cidades, da distribuição espacial da população e das atividades econômicas do Município e do território sob sua área de influência, de modo a evitar e corrigir as distorções do crescimento urbano e seus efeitos negativos sobre o meio ambiente; 3) a simplificação da legislação de parcelamento, uso e ocupação do solo e das normas editalícias, com vistas a permitir a redução de custos e o aumento da oferta dos lotes e unidades habitacionais. Determina a utilização de instrumentos para atingir os objetivos da lei: a) planos nacionais, regionais e estaduais de ordenação do território e de desenvolvimento econômico e social; b) planejamento das regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões; c) o planejamento municipal, em especial, o Plano Diretor, a disciplina do parcelamento, do uso e da ocupação do solo, o zoneamento ambiental, plano plurianual; d) institutos tributários e financeiros; e e) institutos jurídicos e políticos. Será o Plano Diretor quem delimitará as áreas nas quais deve ser aplicado o parcelamento, edificação ou utilização compulsórios, considerando-se a existência de infra-estrutura e de demanda para utilização Permite que lei municipal específica determine o parcelamento, edificação ou utilização compulsórios para os imóveis subutilizados entendendo-se como tal aqueles que não atinjam o aproveitamento mínimo definido no Plano Diretor ou em legislação dele decorrente. Neste caso, a Municipalidade poderá determinar as condições e os prazos para que sejam implementadas essas novas condições.

2 Pelo Projeto de Lei, considerava-se também imóvel subutilizado aquele que estivesse sendo utilizado em desacordo com a legislação urbanística ou ambiental. Essa previsão legal ou melhor, o inciso II do art. 5º- foi vetada pelo Presidente da República por restringir o direito fundamental de propriedade, assegurado pela Constituição Federal. Cumpre esclarecer que a CBIC, representando as entidades da construção civil, dentre elas o Secovi-SP e o SindusCon-SP, solicitou ao Presidente da República que esse dispositivo legal fosse vetado. Será o Plano Diretor quem delimitará as áreas nas quais deve ser aplicado o parcelamento, edificação ou utilização compulsórios, considerando-se a existência de infra-estrutura e de demanda para utilização. Inicialmente, o proprietário será notificado para cumprir essa determinação municipal. Estabelece o Estatuto os prazos máximos de: a) um ano para que o proprietário protocolizar no órgão municipal competente o projeto do empreendimento; e b) de dois anos para que o proprietário do imóvel inicie as obras do empreendimento. Ressalte-se que essa notificação deverá ser averbada no Cartório de Registro de Imóveis e será procedida por um funcionário público municipal ou por edital, se frustrada a tentativa de notificação. Caso não sejam realizados o parcelamento, edificação ou utilização compulsórios, poderá a Prefeitura aplicar alíquotas progressivas para o IPTU pelo prazo de 05 anos. Depois desse prazo, o Município poderá desapropriar o imóvel, com pagamento em títulos da dívida pública. A alíquota do IPTU não poderá exceder a duas vezes o valor cobrado no ano anterior e não poderá ser superior a 15% (quinze por cento). Nesse caso, não se permite ao município conceder isenção ou anistia para os valores cobrados do proprietário Cumpre esclarecer que, não obstante a CBIC, juntamente com o SindusCon-SP e o Secovi- SP, tenha solicitado o veto presidencial ao dispositivo legal que fixa a progressividade de até 15% para a alíquota do IPTU, por entender que viola o princípio constitucional da capacidade contributiva, o Presidente não apôs seu veto a este artigo. Como já dito, decorridos cinco anos de cobrança de IPTU progressivo, poderá a Municipalidade proceder à desapropriação do imóvel, com pagamento em títulos da dívida ativa, que serão, por sua vez, resgatados no prazo de até dez anos, assegurados o valor real da indenização e os juros legais de seis por cento ao ano. O valor real da indenização deverá refletir o valor da base de cálculo do IPTU, descontado o montante incorporado em função de obras realizadas pelo Poder Público na área onde o mesmo se localiza após a notificação; não computará expectativas de ganhos, lucros cessantes e juros compensatórios. Na hipótese de desapropriação, o Município deverá, no prazo máximo de 05 anos, proceder ao adequado aproveitamento do imóvel. O aproveitamento do imóvel poderá ser efetivado diretamente pelo Poder Público ou por meio de alienação ou concessão a terceiros, mediante procedimento licitatório. É criado o usucapião especial de imóvel urbano. Aqui, o possuidor de imóvel de até 250 m², que o possuir pelo período de cinco anos, poderá adquirir seu domínio, desde que não

3 seja proprietário de outro imóvel. Cria também o usucapião coletivo, para a hipótese em que não for possível identificar os terrenos ocupados (nesse caso, para áreas urbanas superiores a 250m² e para ocupantes de baixa renda), desde que os possuidores não sejam proprietários de outro imóvel urbano ou rural. Na hipótese de usucapião especial coletivo de imóvel urbano, este será declarado pelo Juiz, mediante sentença, a qual servirá de título para registro no cartório de registro de imóveis, devendo o juiz, na sentença, atribuir igual fração ideal de terreno a cada possuidor, independentemente da dimensão do terreno que cada um ocupe, salvo hipótese de acordo escrito entre os condôminos, estabelecendo frações ideais diferenciadas. No projeto de Lei, havia o instituto da concessão de uso especial para fins de moradia: aquele que possuísse como sua área ou edificação urbana de até duzentos e cinqüenta metros quadrados situada em imóvel público, por cinco anos, ininterruptamente e sem oposição, utilizando-a para sua moradia ou de sua família, teria o direito à concessão de uso especial para fins de moradia em relação à referida área ou edificação, desde que não fosse proprietário ou concessionário de outro imóvel urbano ou rural. Especificamente com relação à concessão de uso especial para fins de moradia, esclarecemos que o Presidente vetou todos os dispositivos legais que regiam o assunto, por entender que a redação dada aos artigos contraria o interesse público. Ressaltamos que a CBIC solicitou o veto presidencial aos arts. 15, 16, 17, 18, 19 e 20. Permite a Lei que Lei Municipal, baseada no Plano Diretor, delimite as áreas em que incidirá o direito de preempção e o prazo de vigência (preempção: é quando o Município tiver preferência na aquisição de imóvel urbano objeto de alienação onerosa entre particulares). A preempção somente poderá ser utilizada quando o Poder Público precisar de áreas para, entre outras hipóteses: execução de programas e projetos habitacionais e de interesse social; b) ordenamento e direcionamento da expansão urbana; c) implantação de equipamentos urbanos e comunitários; d) criação de espaços públicos de lazer e áreas verdes. Nesse caso, o proprietário que tiver imóvel em que incide a preempção deverá notificar o Município quanto à sua intenção de aliená-lo. Nesta hipótese, o proprietário do imóvel anexa à notificação as condições que se dará o negócio; caso venha a realizar em condições diferentes, a venda será considerada nula para todos os efeitos legais. Se a venda a terceiros for considerada nula, o Município poderá adquirir o imóvel pelo valor da base de cálculo do IPTU ou pelo valor indicado na proposta apresentada, se este for inferior àquele. É criada a outorga onerosa do direito de construir que deverá ser definida pelo Plano Diretor. Ele poderá fixar as áreas nas quais o direito de construir poderá ser exercido acima do coeficiente de aproveitamento básico adotado definida como a relação entre área edificável e a área do terreno-, mediante contrapartida a ser prestada pelo beneficiário. Também será o Plano Diretor quem definirá os limites máximos a serem atingidos pelos coeficientes e aproveitamento como fixar as áreas em que poderá ser utilizada a outorga

4 onerosa. Institui a operação urbana consorciada. Conceitua operação urbana consorciada como o conjunto de intervenções e medidas coordenadas pelo Poder Público municipal, com a participação de proprietários, usuários permanentes e investidores privados, com o objetivo de alcançar em uma área transformações urbanísticas estruturais, melhorias sociais e a valorização ambiental. Poderá ser prevista na operação urbana consorciada: a modificação de índices e características de parcelamento, uso e ocupação do solo e subsolo, bem como alterações das normas edilícias, considerado o impacto dela decorrente. Será lei específica que aprovará a operação urbana consorciada, devendo prever como deverá ser operacionalizado o plano da operação urbana consorciada. Permite o Estatuto da Cidade que Lei Municipal autorize proprietário de imóvel urbano a exercer, em outro local, o seu direito de construir previsto no Plano Diretor, desde que o imóvel venha a ser considerado necessário para fins de: preservação ou para programas de regularização fundiária. Com relação ao Plano Diretor, determina o Estatuto que será ele o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana e deverá englobar o território do Município como um todo Determina ainda que o Município poderá definir por lei os empreendimentos e as atividades privados ou públicos em área urbana que dependerão de elaboração de estudo prévio de impacto de vizinhança (EIV) para obter as licenças ou autorizações de construção, ampliação ou funcionamento a cargo do Poder Público Municipal. Com relação ao Plano Diretor, determina o Estatuto que será ele o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana e deverá englobar o território do Município como um todo. O processo de elaboração do Plano Diretor observará a realização de audiências públicas, ampla participação da população, publicidade aos documentos produzidos e o acesso de qualquer interessado aos documentos e informações produzidos. A inobservância e qualquer um dos requisitos acima citados, ensejará a anulação da lei que instituir o Plano Diretor. O Plano Diretor será obrigatório: a) para cidades com mais de 20 mil habitantes; b) integrantes de regiões metropolitanas e aglomerações urbanas; áreas de especial interesse turístico; inseridas nas áreas de influência de empreendimentos ou atividades com significativo impacto ambiental de âmbito regional ou nacional. O plano Diretor deverá conter, no mínimo: a delimitação das áreas urbanas onde poderá ser aplicado: a)o parcelamento, edificação ou utilização compulsórios; b) o direito de preempção; c) a outorga onerosa do direito de construir; d) as operações urbanas

5 consorciadas; e) a transferência do direito de construir. Define, por último, os instrumentos que deverão ser utilizados visando a gestão democrática da cidade. São eles: os órgãos colegiados de política urbana, nos níveis nacional, estadual e municipal; b) debates, audiências e consultas públicas; c) conferências sobre assuntos de interesse urbano; d) iniciativa popular. Pelo projeto de lei, poderia ser utilizado o referendo popular e plebiscito, mas este dispositivo legal foi vetado pelo fato de já estar disciplinado pela Lei nº9.709/98.

O Estatuto da Cidade

O Estatuto da Cidade Flektor Engenharia e Consultoria O Estatuto da Cidade Implicações e Reflexos sobre o Planejamento Interfaces com Planos Diretores O Estatuto da Cidade Lei n.º 10.257 de 10 de julho de 2001 Regulamenta

Leia mais

RESUMO. É elaborado pelo Executivo municipal e aprovado pela Câmara municipal por meio de lei.

RESUMO. É elaborado pelo Executivo municipal e aprovado pela Câmara municipal por meio de lei. Anual Diurno Questões, súmulas e jurisprudência Luiz Antonio de Souza Data: 26/09/2012 Aula 32 RESUMO SUMÁRIO 1) Tutela da política urbana 1.1) Instrumentos 1) Tutela da política urbana 1.1) Instrumentos

Leia mais

ESTATUTO DA CIDADE LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001

ESTATUTO DA CIDADE LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001 ESTATUTO DA CIDADE LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001 Regulamenta os artigos. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001

LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001 LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001 Regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber

Leia mais

Estatuto da Cidade 22/05/2015. Lei Nº 10.257, de 10/07/2001. Medida Provisória Nº 2.220, de 04/09/2001. MP Nº 103, de 01/01/2003. Conselho das Cidades

Estatuto da Cidade 22/05/2015. Lei Nº 10.257, de 10/07/2001. Medida Provisória Nº 2.220, de 04/09/2001. MP Nº 103, de 01/01/2003. Conselho das Cidades Estatuto Estatuto da da Cidade Cidade Referencia : Conhecendo o Estatuto das Cidades, Manual do Instituto Polis, autor(es): Caixa Economica Federal, FASE - Federação de Órgãos para Assistência Social e

Leia mais

LEI Nº 4.240, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2008.

LEI Nº 4.240, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2008. LEI Nº 4.240, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2008. Dispõe sobre as condições para parcelamento, edificação ou utilização compulsórios de imóveis urbanos e dá outras providências. A Câmara Municipal de Itabira, Estado

Leia mais

Câmara dos Deputados. Estatuto da CIDADE. Legislação. 2ª edição

Câmara dos Deputados. Estatuto da CIDADE. Legislação. 2ª edição Câmara dos Deputados Legislação Estatuto da CIDADE 2ª edição Brasília 2009 Estatuto da CIDADE 2ª edição Câmara dos Deputados Estatuto da Cidade 2 a edição Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001, e legislação

Leia mais

SENADO FEDERAL SECRETARIA ESPECIAL DE EDITORAÇÃO E PUBLICAÇÕES SUBSECRETARIA DE EDIÇÕES TÉCNICAS. Estatuto da Cidade

SENADO FEDERAL SECRETARIA ESPECIAL DE EDITORAÇÃO E PUBLICAÇÕES SUBSECRETARIA DE EDIÇÕES TÉCNICAS. Estatuto da Cidade SENADO FEDERAL SECRETARIA ESPECIAL DE EDITORAÇÃO E PUBLICAÇÕES SUBSECRETARIA DE EDIÇÕES TÉCNICAS Estatuto da Cidade BRASÍLIA - 2004 Dispositivos Constitucionais DISPOSITIVOS CONSTITUCIONAIS TÍTULO

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Planejamento Urbano

Estado do Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Planejamento Urbano UMA BARRA MANSA: DUAS CIDADES A CIDADE FORMAL: Regularizada, com infraestrutura completa, usufruindo do melhor que a comunidade pode ter em comércio, serviços, cultura e lazer. É a parte da cidade que

Leia mais

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA Assessoria Técnica SEPLAM Sobre a Lei Nº 12.145, DE 08 DE SETEMBRO DE 2011. A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO REFERÊNCIAS LEGAIS Lei 10.257/01

Leia mais

DA POLITICA URBANA, AGRÍCOLA E FUNDIÁRIA E A REFORMA AGRARIA. Direito Constitucional III Profª Marianne Rios Martins

DA POLITICA URBANA, AGRÍCOLA E FUNDIÁRIA E A REFORMA AGRARIA. Direito Constitucional III Profª Marianne Rios Martins DA POLITICA URBANA, AGRÍCOLA E FUNDIÁRIA E A REFORMA AGRARIA Direito Constitucional III Profª Marianne Rios Martins DA POLÍTICA URBANA Art. 182. A política de desenvolvimento urbano, executada pelo Poder

Leia mais

Gestão social da valorização fundiária urbana

Gestão social da valorização fundiária urbana Gestão social da valorização fundiária urbana Audiência Pública PL n 5.015/2013 Ministério das Cidades Brasília, 20 de novembro de 2013 O que é a gestão social da valorização fundiária urbana? Ações e

Leia mais

O Estatuto da Cidade comentado (Lei Nº 10. 257 de 10 de julho de 2001)

O Estatuto da Cidade comentado (Lei Nº 10. 257 de 10 de julho de 2001) O Estatuto da Cidade comentado (Lei Nº 10. 257 de 10 de julho de 2001) Ana Maria Furbino Bretas Barros Celso Santos Carvalho Daniel Todtmann Montandon Capítulo I - Diretrizes Gerais Art. 1º Na execução

Leia mais

Estatuto da Cidade e Plano Diretor Participativo

Estatuto da Cidade e Plano Diretor Participativo AUP-266 Estatuto da Cidade e Plano Diretor Participativo Prof. Dr Nabil Bonduki maio 2008 Antecedentes do Estatuto da Cidade Aceleração do crescimento urbano dos anos 40 aos anos 80 Ausência de instrumentos

Leia mais

PLANO DIRETOR DE NITERÓI

PLANO DIRETOR DE NITERÓI Lei n. º 1157, de 29 de dezembro de 1992 modificada pela Lei 2123 de 04 de fevereiro de 2004 Incisos V e VI do art. 221 alterados pela Lei 1594/97 Capítulos III, IV e VI do Título V revogados com a promulgação

Leia mais

REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO

REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO O Desenvolvimento Urbano e a Constituição Federal AS COMPETÊNCIAS DA UNIÃO Art. 21. Compete à União: XX - instituir diretrizes para o desenvolvimento

Leia mais

JOÃO DOMINGOS RODRIGUES DA SILVA, Prefeito Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul.

JOÃO DOMINGOS RODRIGUES DA SILVA, Prefeito Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. JOÃO DOMINGOS RODRIGUES DA SILVA, Prefeito Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. Faço saber que o Legislativo aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte lei: LEI MUNICIPAL

Leia mais

PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL NO SISTEMA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO - SNDU

PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL NO SISTEMA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO - SNDU PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL NO SISTEMA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO - SNDU EIXO 1 PARTE 1 - A PARTICIPAÇÃO E O CONTROLE SOCIAL NO SNDU DEVERÃO SER EXERCIDOS: (i) no âmbito federal, pelo Conselho

Leia mais

Desapropriação. Não se confunde com competência para desapropriar (declarar a utilidade pública ou interesse social): U, E, DF, M e Territórios.

Desapropriação. Não se confunde com competência para desapropriar (declarar a utilidade pública ou interesse social): U, E, DF, M e Territórios. Desapropriação É a mais drástica forma de intervenção do Estado na propriedade privada. É sinônimo de expropriação. Competência para legislar: privativa da União (art. 22, II, da CF). Não se confunde com

Leia mais

O ESTATUTO DA CIDADE E OUTRAS LEIS NACIONAIS NO CAMPO DO DIREITO URBANÍSTICO

O ESTATUTO DA CIDADE E OUTRAS LEIS NACIONAIS NO CAMPO DO DIREITO URBANÍSTICO Câmara dos Deputados O ESTATUTO DA CIDADE E OUTRAS LEIS NACIONAIS NO CAMPO DO DIREITO URBANÍSTICO Brasília ı 2012 Mesa da Câmara dos Deputados 54ª Legislatura 2ª Sessão Legislativa 2011-2015 Presidente

Leia mais

ANEXO 1 CATÁLOGO INSTRUMENTOS DE POLÍTICA URBANA NO ESTATUTO DA CIDADE, NA CONSTITUIÇÃO E NA LEGISLAÇÃO FEDERAL PLANO DIRETOR NA CONSTITUIÇÃO

ANEXO 1 CATÁLOGO INSTRUMENTOS DE POLÍTICA URBANA NO ESTATUTO DA CIDADE, NA CONSTITUIÇÃO E NA LEGISLAÇÃO FEDERAL PLANO DIRETOR NA CONSTITUIÇÃO ANEXOS 221 222 ANEXO 1 CATÁLOGO INSTRUMENTOS DE POLÍTICA URBANA NO ESTATUTO DA CIDADE, NA CONSTITUIÇÃO E NA LEGISLAÇÃO FEDERAL PLANO DIRETOR NA CONSTITUIÇÃO previsão: artigo 182, parágrafo 1º da CF; determinação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL. Simoni Dickel Bünecker

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL. Simoni Dickel Bünecker 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL Simoni Dickel Bünecker ANÁLISE DO PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DO MUNICÍPIO DE TEUTÔNIA/RS

Leia mais

A cidade que queremos!

A cidade que queremos! A cidade que queremos! FICHA TÉCNICA Texto: Carmen Bateira Fátima Tardin Gilce de Andrade Lima Isis Volpi de Oliveira Márcia Ribeiro Marcos Asevedo Simone Aparecida Polli Sonia Moura Xavier Cunha Valéria

Leia mais

LEI 1519/08 DISPÕE SOBRE O PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ALVORADA DO SUL

LEI 1519/08 DISPÕE SOBRE O PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ALVORADA DO SUL 1 LEI 1519/08 DISPÕE SOBRE O PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ALVORADA DO SUL SUMÁRIO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL CAPÍTULO III DA FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE

Leia mais

LIMITES E POSSIBILIDADES DO PLANO DIRETOR DO RIO DE JANEIRO PARA O ACESSO À MORADIA E A TERRA URBANIZADA

LIMITES E POSSIBILIDADES DO PLANO DIRETOR DO RIO DE JANEIRO PARA O ACESSO À MORADIA E A TERRA URBANIZADA Curso de Capacitação e formação de agentes sociais, lideranças comunitárias e conselheiros(as) municipais de habitação para a elaboração, monitoramento e acompanhamento do PLHIS LIMITES E POSSIBILIDADES

Leia mais

O PLANO DIRETOR E A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE URBANA

O PLANO DIRETOR E A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE URBANA O PLANO DIRETOR E A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE URBANA Sérgio Ulisses Jatobá* A função social da propriedade urbana deve ser exercida por meio do Plano Diretor Municipal e seus instrumentos, de acordo

Leia mais

Divisão de Consultoria Legislativa - DIVCOL CMBH - 2014

Divisão de Consultoria Legislativa - DIVCOL CMBH - 2014 Divisão de Consultoria Legislativa - DIVCOL CMBH - 2014 Objetivos apresentar o conteúdo da legislação urbanística, de modo a fornecer aos parlamentares e assessores um conhecimento geral a respeito dessas

Leia mais

Audiência Pública Inaugural 28 de março, 2014 IPPUC

Audiência Pública Inaugural 28 de março, 2014 IPPUC Audiência Pública Inaugural 28 de março, 2014 Revisão do Plano Diretor O Plano Diretor de 1966 Lei municipal 2828/66 A concepção do plano, diferente do modelo tradicional de crescimento radiocêntrico,

Leia mais

ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS

ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS De acordo com o Plano Diretor as ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS são porções do território destinadas, prioritariamente, à recuperação urbanística, à regularização

Leia mais

O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO. Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br

O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO. Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br Programa para Programa para LAND READJUSTMENT - REAJUSTE DE TERRENOS Administração

Leia mais

Câmara Municipal de Pinheiral

Câmara Municipal de Pinheiral LEI Nº 753, de 05 de maio de 2014. Cria o Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social FHIS e institui o Conselho Gestor do FHIS. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PINHEIRAL; Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

Turma e Ano: Turma Regular Master A. Matéria / Aula: Direito Civil Aula 19. Professor: Rafael da Mota Mendonça

Turma e Ano: Turma Regular Master A. Matéria / Aula: Direito Civil Aula 19. Professor: Rafael da Mota Mendonça Turma e Ano: Turma Regular Master A Matéria / Aula: Direito Civil Aula 19 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitora: Fernanda Manso de Carvalho Silva DIREITO DAS COISAS (continuação) (III) Propriedade

Leia mais

PLANO DE OPÇÕES DE COMPRA DE AÇÕES DA WEG S.A.

PLANO DE OPÇÕES DE COMPRA DE AÇÕES DA WEG S.A. PLANO DE OPÇÕES DE COMPRA DE AÇÕES DA WEG S.A. 1. OBJETIVO DO PLANO O Plano de Opções de Compra de Ações ( Plano ) tem por objetivo a outorga de Opções de compra de ações de emissão da WEG S.A. ( Companhia

Leia mais

L E I Nº 3.469, DE 20 DE JANEIRO DE 2016.

L E I Nº 3.469, DE 20 DE JANEIRO DE 2016. AUTOR: PREFEITA MUNICIPAL, MARIA DA CONCEIÇÃO CALDAS RABHA A CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DOS REIS APROVOU E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: INSTITUI O PROGRAMA MUNICIPAL NOSSA CIDADE LEGAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

Direito Urbanístico e Política urbana no Brasil:

Direito Urbanístico e Política urbana no Brasil: Direito Urbanístico e Política urbana no Brasil: Pós-Graduação em Direito Registral Imobiliário com ênfase em Direito Notarial Escola SuperiorVerbo Jurídico Dra. Andrea Vizzotto PRIMEIRA PARTE: Notas introdutórias.

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 114, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 114, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 114, DE 2015 Altera a Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, para instituir novo piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação

Leia mais

POTENCIAL DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEADE IMOBILIÁRIA PARA MOBILIZAÇÃO DE RECEITA MUNICIPAL. Cintia Estefania Fernandes cintia@pgm.curitiba.pr.gov.

POTENCIAL DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEADE IMOBILIÁRIA PARA MOBILIZAÇÃO DE RECEITA MUNICIPAL. Cintia Estefania Fernandes cintia@pgm.curitiba.pr.gov. POTENCIAL DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEADE IMOBILIÁRIA PARA MOBILIZAÇÃO DE RECEITA MUNICIPAL Cintia Estefania Fernandes cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA: ANÁLISE LEGAL COMPARATIVA BRASIL

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 054, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008.

LEI COMPLEMENTAR Nº 054, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008. LEI COMPLEMENTAR Nº 054, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008. DISPÕE SOBRE A ADEQUAÇÃO DO PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA, APROVADO PELA LEI COMPLEMENTAR Nº 03, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1992, ÀS DIRETRIZES

Leia mais

LEI Nº 9.074, DE 18 DE JANEIRO DE 2005. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 9.074, DE 18 DE JANEIRO DE 2005. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 9.074, DE 18 DE JANEIRO DE 2005 Dispõe sobre a regularização de parcelamentos do solo e de edificações no Município de Belo Horizonte e dá outras providências. O Povo do Município de Belo Horizonte,

Leia mais

LEI DOS INSTRUMENTOS

LEI DOS INSTRUMENTOS LEI DOS INSTRUMENTOS LEI Nº 2.333 DE 06 DE OUTUBRO DE 2006 Dispõe sobre os Instrumentos de Política Urbana no Município de Itápolis. MAJOR AVIADOR MOACYR ZITELLI, Prefeito do Município de Itápolis, Estado

Leia mais

MUNICÍPIO DE JACAREZINHO

MUNICÍPIO DE JACAREZINHO LEI COMPLEMENTAR Nº. 51/2013 de 22 de julho de 2013. Institui o Plano Diretor Municipal (PDM) de Jacarezinho. A Câmara Municipal de Jacarezinho,, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPORÃ GABINETE DO PREFEITO Administração 2013/2016. Um Novo Tempo. Uma Cidade Para Todos.

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPORÃ GABINETE DO PREFEITO Administração 2013/2016. Um Novo Tempo. Uma Cidade Para Todos. LEI Nº 2273/2013 DISPÕE SOBRE DOAÇÃO DE IMÓVEIS DE PROPRIEDADE DO MUNICÍPIO DE ITAPORÃ- MS, PARA FINS QUE ESPECIFICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. MS, no uso de suas atribuições legais que são conferidas por

Leia mais

ANEXO II - DESCRIÇÃO DOS PERÍMETROS

ANEXO II - DESCRIÇÃO DOS PERÍMETROS SUMÁRIO TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS TÍTULO II - DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE Capítulo I - Finalidades e Diretrizes Capítulo II - Objetivos Capítulo III - Meio Ambiente

Leia mais

Incentivar a instalação de usos não residenciais em regiões dormitório com a intenção de diminuir a necessidade de deslocamentos na cidade.

Incentivar a instalação de usos não residenciais em regiões dormitório com a intenção de diminuir a necessidade de deslocamentos na cidade. OUTORGA ONEROSA DO DIREITO DE CONSTRUIR O interessado em construir além da área do seu terreno adquire do Poder Público o direito de construção da área excedente. O preço pago por este direito servirá

Leia mais

Etapas do PLHIS PROPOSTAS

Etapas do PLHIS PROPOSTAS Plano Local de Habitação de Interesse Social de Boituva Seminário de Homologação do PLHIS de Boituva 25 de Fevereiro de 2010 Etapas do PLHIS etapa 1 etapa 2 etapa 3 METODOLOGIA DIAGNÓSTICO PROPOSTAS Princípios

Leia mais

No que concerne à qualidade de obras e certificação de empresas, julgue o item a seguir.

No que concerne à qualidade de obras e certificação de empresas, julgue o item a seguir. 23.(DPE-PR/PUC/2012) Para um terreno urbano, com altitude de 870.000 m, tem-se as seguintes informações tiradas da consulta amarela gerada pelo departamento de urbanismo da Prefeitura Municipal: Cone da

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, de 2009. (Do Sr. Marcelo Itagiba)

PROJETO DE LEI Nº, de 2009. (Do Sr. Marcelo Itagiba) PROJETO DE LEI Nº, de 2009. (Do Sr. Marcelo Itagiba) Altera a Lei n o 6.015, de 31 de dezembro de 1973, a fim de prever o registro de legitimação de posse e de ocupação urbanas no Registro de Títulos e

Leia mais

Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico

Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico As competências constitucionais Competência para prestação de serviços públicos locais (CF, art. 30) Compete aos Municípios:... V - organizar e

Leia mais

DECRETO Nº 56.089, DE 30 DE ABRIL DE 2015

DECRETO Nº 56.089, DE 30 DE ABRIL DE 2015 Secretaria Geral Parlamentar Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 56.089, DE 30 DE ABRIL DE 2015 Regulamenta dispositivos da Lei nº 16.050, de 31 de julho de 2014,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI Nº, DE 2016 (Do Sr. LEONARDO PICCIANI) Aperfeiçoa as regras sobre a regularização fundiária de interesse social; altera a Lei nº 11.977, de 07 de julho de 2009. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE E SUAS IMPLICAÇÕES NO DIREITO BRASILEIRO.

A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE E SUAS IMPLICAÇÕES NO DIREITO BRASILEIRO. A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE E SUAS IMPLICAÇÕES NO DIREITO BRASILEIRO. 1 AS SANÇÕES APLICÁVEIS NO CASO DE SOLO NÃO EDIFICADO, SUBUTILIZADO, OU NÃO UTILIZADO. Gina Copola (outubro de 2.012) I Tema atual

Leia mais

INFORMAÇÃO AJUR Nº 006/2014 CONSULENTE: Prefeito Municipal de Caseiros

INFORMAÇÃO AJUR Nº 006/2014 CONSULENTE: Prefeito Municipal de Caseiros INFORMAÇÃO AJUR Nº 006/2014 CONSULENTE: Prefeito Municipal de Caseiros BEM PÚBLICO. IMÓVEL. TRANSFERÊNCIA À RÁDIO COMUNITÁRIA. Considerações. O prefeito municipal de Caseiros solicita a Área Jurídica da

Leia mais

PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária

PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária POLÍTICA HABITACIONAL DA CIDADE DE SÃO PAULO Plano Diretor Estratégico do Município (Lei 13.430/02, art. 79): Moradia digna é aquela que garante ao morador

Leia mais

L E I Nº 1.250/2016 INSTITUI A POLÍTICA MUNICIPAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA SUSTENTÁVEL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

L E I Nº 1.250/2016 INSTITUI A POLÍTICA MUNICIPAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA SUSTENTÁVEL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. L E I Nº 1.250/2016 INSTITUI A POLÍTICA MUNICIPAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA SUSTENTÁVEL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Presidente da Câmara Municipal de Sapezal, Estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições

Leia mais

Projeto de Lei nº 7.093, de 2014

Projeto de Lei nº 7.093, de 2014 COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO Projeto de Lei nº 7.093, de 2014 Acresce dispositivo à Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973. Autor: Deputado Irajá Abreu Relator: Deputado Paulo Foletto I - Relatório

Leia mais

I n f o r m a t i v o

I n f o r m a t i v o I n f o r m a t i v o Plano Diretor de Curitiba 2014 O QUE É O PLANO DIRETOR? O Plano Diretor é uma lei municipal elaborada com a participação de todos. É o instrumento básico da política territorial que

Leia mais

DECRETO Nº 47.400, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2002 (*) GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, e

DECRETO Nº 47.400, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2002 (*) GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, e ALTERADA PELO DECRETO SP N 48.919/2004 DECRETO Nº 47.400, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2002 (*) Regulamenta dispositivos da Lei Estadual nº 9.509, de 20 de março de 1997, referentes ao licenciamento ambiental,

Leia mais

Art. 6 o O SNUC será gerido pelos seguintes órgãos, com as respectivas atribuições:

Art. 6 o O SNUC será gerido pelos seguintes órgãos, com as respectivas atribuições: SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO CF/88 art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao

Leia mais

PREFEITURA DE MACEIÓ

PREFEITURA DE MACEIÓ PREFEITURA DE MACEIÓ REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE MACEIÓ Lei 5.486, de 30 de dezembro de 2005 O que é o PLANO DIRETOR? Constituição de 1988 Art. 182. A política de desenvolvimento urbano, executada pelo

Leia mais

III - a regulamentação do art. 13 da Lei Federal nº 11.445, de 05 de janeiro de 2007, no âmbito da Região Metropolitana de Salvador;

III - a regulamentação do art. 13 da Lei Federal nº 11.445, de 05 de janeiro de 2007, no âmbito da Região Metropolitana de Salvador; LEI COMPLEMENTAR Nº 41 DE 13 DE JUNHO DE 2014 Cria a Entidade Metropolitana da Região Metropolitana de Salvador, dispondo sobre sua estrutura de governança e sobre o sistema de planejamento metropolitano,

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 636, DE 13 DE JANEIRO DE 2010.

LEI COMPLEMENTAR Nº 636, DE 13 DE JANEIRO DE 2010. DIÁRIO OFICIAL DE PORTO ALEGRE Edição 3683 Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010 LEI COMPLEMENTAR Nº 636, DE 13 DE JANEIRO DE 2010. Institui o Programa Minha Casa, Minha Vida Porto Alegre altera o parágrafo

Leia mais

SERViÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE FONE

SERViÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE FONE SERViÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE FUNDO DE DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE FONE INSTRUÇÃO PARA APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS Recife

Leia mais

Propostas Mobiliza Curitiba para a revisão do Plano Diretor 2014

Propostas Mobiliza Curitiba para a revisão do Plano Diretor 2014 s Mobiliza Curitiba para a revisão do Plano Diretor 2014 A seguir, relacionamos as propostas elaboradas até o momento pelos integrantes da Frente Mobiliza Curitiba para a revisão do Plano Diretor de Curitiba,

Leia mais

a palavra é feminina porque vem do latim usus + capere, ou seja, é a captação/tomada/aquisição pelo uso.

a palavra é feminina porque vem do latim usus + capere, ou seja, é a captação/tomada/aquisição pelo uso. 1 a palavra é feminina porque vem do latim usus + capere, ou seja, é a captação/tomada/aquisição pelo uso. é modo de aquisição da propriedade pela posse prolongada sob determinadas condições. OUTRO CONCEITO:

Leia mais

O principal instrumento de planejamento urbano do município

O principal instrumento de planejamento urbano do município O que é um PDU O principal instrumento de planejamento urbano do município Conjunto de regras e indicações para: Organizar o crescimento e o desenvolvimento da cidade, no interesse de todos que nela moram;

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS SOBRE USUCAPIÃO

NOÇÕES BÁSICAS SOBRE USUCAPIÃO NOÇÕES BÁSICAS SOBRE USUCAPIÃO Esp. Andrea M. L. Pasold O (ou A, como preferem muitos doutrinadores a também o novo código civil) usucapião é também chamado de prescrição aquisitiva, por ser um direito

Leia mais

Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z

Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z O Projeto de Lei 7.168/2014 avança na construção de um novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil. Ele trata das relações entre Estado e OSCs e estabelece

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3220 - ANTAQ, DE 8 DE JANEIRO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 3220 - ANTAQ, DE 8 DE JANEIRO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 3220 - ANTAQ, DE 8 DE JANEIRO DE 2014. APROVA A NORMA QUE ESTABELECE PROCEDIMENTOS PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE ARRENDAMENTOS E RECOMPOSIÇÃO DO EQUILÍBRIO ECONÔMICO- FINANCEIRO DOS CONTRATOS

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Procedência: 43ª Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos Processo: 02000.000631/2001-43 Data: 2 e 3 de maio de 2008 Assunto: Audiências

Leia mais

Boletim Informativo Oficial da Prefeitura Municipal de Barra Mansa NOTÍCIAOFICIAL

Boletim Informativo Oficial da Prefeitura Municipal de Barra Mansa NOTÍCIAOFICIAL Boletim Informativo Oficial da Prefeitura Municipal de Barra Mansa Ano VI - Nº 293 - Barra Mansa, 12 de dezembro de 2006 - Circulação Semanal - Distribuição Gratuita ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA

Leia mais

Regulamenta o art. 21 da Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza.

Regulamenta o art. 21 da Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. DECRETO Nº 5.746, DE 5 DE ABRIL DE 2006 Regulamenta o art. 21 da Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA nº 002/2014. CONSIDERANDO que através da Lei nº 043/93 houve a implantação do Distrito Industrial de Mamborê/PR.

RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA nº 002/2014. CONSIDERANDO que através da Lei nº 043/93 houve a implantação do Distrito Industrial de Mamborê/PR. RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA nº 002/2014 CONSIDERANDO que através da Lei nº 043/93 houve a implantação do Distrito Industrial de Mamborê/PR. CONSIDERANDO que a empresa INDÚSTRIA E COMERCIO DE PIPOCAS SORRISO

Leia mais

OUC Parque Natural Municipal Barra da Tijuca Secretaria Municipal de Urbanismo jun/15. Secretaria Municipal de Urbanismo

OUC Parque Natural Municipal Barra da Tijuca Secretaria Municipal de Urbanismo jun/15. Secretaria Municipal de Urbanismo OUC Parque Natural Municipal Barra da Tijuca jun/15 Histórico 1959 - Pelo Decreto Federal nº 14.334 foi criada a Reserva Biológica de Jacarepaguá, que passou a englobar ainda a recém-demarcada Reserva

Leia mais

Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar. Regulamento

Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar. Regulamento Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar Regulamento junho de 2011 Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar Projeto aprovado por Deliberação da Câmara Municipal,

Leia mais

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1047/2012 O Prefeito do Município de Pinhalão,. SÚMULA: Dispõe sobre as Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2013 e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu,

Leia mais

Legislação Pesqueira e Ambiental. Prof.: Thiago Pereira Alves

Legislação Pesqueira e Ambiental. Prof.: Thiago Pereira Alves Técnico em Aquicultura Legislação Pesqueira e Ambiental Prof.: Thiago Pereira Alves SNUC Conceito É o conjunto organizado de unidades de conservação protegidas (federais, estaduais, municipais) que, planejado,

Leia mais

Documento II da Ata da Assembléia Geral Extraordinária realizada em 13 de junho de 2008. PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES

Documento II da Ata da Assembléia Geral Extraordinária realizada em 13 de junho de 2008. PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES Documento II da Ata da Assembléia Geral Extraordinária realizada em 13 de junho de 2008. PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES 1. Objetivo do Plano 1.1. O objetivo do Plano de Opção de Compra de Ações da ESTÁCIO

Leia mais

COSAN LOGÍSTICA S.A. CNPJ/MF nº 17.346.997/0001-39 NIRE 35.300.447.581 COMPANHIA ABERTA AVISO AOS ACIONISTAS

COSAN LOGÍSTICA S.A. CNPJ/MF nº 17.346.997/0001-39 NIRE 35.300.447.581 COMPANHIA ABERTA AVISO AOS ACIONISTAS COSAN LOGÍSTICA S.A. CNPJ/MF nº 17.346.997/0001-39 NIRE 35.300.447.581 COMPANHIA ABERTA AVISO AOS ACIONISTAS COSAN LOGÍSTICA S.A. ( Companhia ), em continuidade ao Fato Relevante de 28 de abril de 2016

Leia mais

CURSO REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA. Tratamento Constitucional da Política Urbana: Estatuto da Cidade; Regularização Fundiária e o Papel do Plano Diretor.

CURSO REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA. Tratamento Constitucional da Política Urbana: Estatuto da Cidade; Regularização Fundiária e o Papel do Plano Diretor. CURSO REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Tratamento Constitucional da Política Urbana: Estatuto da Cidade; Regularização Fundiária e o Papel do Plano Diretor. INSTITUTO PÓLIS 2009 Heliópolis São Paulo Estatuto da

Leia mais

CARTA-CIRCULAR Nº 854. DEPARTAMENTO DO MERCADO DE CAPITAIS Iran Siqueira Lima CHEFE. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

CARTA-CIRCULAR Nº 854. DEPARTAMENTO DO MERCADO DE CAPITAIS Iran Siqueira Lima CHEFE. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. Às Entidades de Previdência Privada CARTA-CIRCULAR Nº 854 Em decorrência das normas baixadas pela Resolução nº 794, de 11.01.83, que trata das aplicações das reservas, fundos e provisões das entidades

Leia mais

MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios

MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios Desafios do PMCMV Sustentabilidade, Perenidade e Imagem O sucesso do PMCMV depende da produção de moradias bem localizadas, servidas de infraestrutura,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO SINERGIA

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO SINERGIA ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO SINERGIA I Denominação e Objetivo Artigo 1º O Clube de Investimento SINERGIA é constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

Regularização Fundiária de Assentamentos Informais em Áreas Urbanas. Disciplina: Regularização Fundiária em Juízo e Registro Público.

Regularização Fundiária de Assentamentos Informais em Áreas Urbanas. Disciplina: Regularização Fundiária em Juízo e Registro Público. Módulo III Regularização Fundiária de Assentamentos Informais em Áreas Urbanas Disciplina: Regularização Fundiária em Juízo e Registro Público Unidade 04 Professor(a): Venicio Salles Aula argumento IV

Leia mais

PARECER REEXAMINADO (*) (*) Reexaminado pelo Parecer CNE/CES nº 204/2008 (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 19/11/2008

PARECER REEXAMINADO (*) (*) Reexaminado pelo Parecer CNE/CES nº 204/2008 (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 19/11/2008 PARECER REEXAMINADO (*) (*) Reexaminado pelo Parecer CNE/CES nº 204/2008 (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 19/11/2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

COMENTÁRIOS À LEI DE LICITAÇÕES E CONTRATOS LEI nº 8.666/1993

COMENTÁRIOS À LEI DE LICITAÇÕES E CONTRATOS LEI nº 8.666/1993 COMENTÁRIOS À LEI DE LICITAÇÕES E CONTRATOS LEI nº 8.666/1993 www.editoraferreira.com.br Na aula passada, conversamos sobre a mais nova das modalidades de Licitação: o Pregão. No encontro de hoje, começaremos

Leia mais

TAREFA 1: Propostas de Emendas ao texto base nacional

TAREFA 1: Propostas de Emendas ao texto base nacional TAREFA 1: Propostas de Emendas ao texto base nacional PROPOSTA 01: (EMENDA ADITIVA) As quatro Conferências das Cidades realizadas tiveram em sua pauta o Sistema de Desenvolvimento Urbano (SNDU) pensado

Leia mais

1. Registro com valor declarado DISCRIMINAÇÃO (R$) OFICIAL ESTADO CARTEIRA REG CIVIL T JUSTIÇA TOTAL

1. Registro com valor declarado DISCRIMINAÇÃO (R$) OFICIAL ESTADO CARTEIRA REG CIVIL T JUSTIÇA TOTAL 1. Registro com valor declarado a De até 986,00 66,70 18,96 14,04 3,51 3,51 106,72 b 986,01 até 2.462,00 107,03 30,43 22,53 5,63 5,63 171,25 c 2.462,01 até 4.104,00 192,01 54,57 40,42 10,11 10,11 307,22

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL DE JAGUARIAÍVA

CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL DE JAGUARIAÍVA CADERNO DE PROVA ADVOGADO N.º DE INSCRIÇÃO DO(A) CANDIDATO(A) Domingo, 1 de fevereiro de 2015. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 ANTES DE INICIAR A PROVA, LEIA AS INSTRUÇÕES

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 685, DE 2015 (Do Sr. Aureo)

PROJETO DE LEI N.º 685, DE 2015 (Do Sr. Aureo) *C0051854A* C0051854A CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 685, DE 2015 (Do Sr. Aureo) Altera a Lei nº 9.998, de 17 de agosto de 2000, para autorizar o uso dos recursos do Fust - Fundo de Universalização

Leia mais

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA Código de Classificação: 13.02.01.15 1 DO OBJETO: A presente licitação tem por objeto a contratação de empresa para prestação dos serviços de cobertura securitária (seguro) para assegurar

Leia mais

Proposta para o Projeto de Lei PLANO DIRETOR DE RIBEIRÃO PRETO

Proposta para o Projeto de Lei PLANO DIRETOR DE RIBEIRÃO PRETO Proposta para o Projeto de Lei PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO Secretaria de Planejamento e Gestão Pública Setembro de 2014 SUMÁRIO EQUIPES 04 CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO 05 CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS

Leia mais

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre a conservação e a proteção das águas subterrâneas no Estado de Pernambuco e dá outras providências Capítulo I - Da conservação e proteção das águas subterrâneas

Leia mais

ATOS DO PODER EXECUTIVO

ATOS DO PODER EXECUTIVO ATOS DO PODER EXECUTIVO Decreto nº 7.499, de 16 de junho de 2011 Regulamenta dispositivos da Lei no 11.977, de 7 de julho de 2009, que dispõe sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida, e dá outras providências.

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 149 DE 16 DE OUTUBRO DE 2009.

LEI COMPLEMENTAR Nº 149 DE 16 DE OUTUBRO DE 2009. LEI COMPLEMENTAR Nº 149 DE 16 DE OUTUBRO DE 2009. Cria o Programa Roraimense de Regularização Ambiental Rural RR SUSTENTÁVEL, disciplina as etapas do Processo de Licenciamento Ambiental de Imóveis Rurais

Leia mais

LEGISLAÇÃO CSC PARA CONSULTA NO EXAME

LEGISLAÇÃO CSC PARA CONSULTA NO EXAME ELEMENTOS DO CÒDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS PARA CONSULTA Artigo 28.º Verificação das entradas em espécie 1 - As entradas em bens diferentes de dinheiro devem ser objecto de um relatório elaborado por

Leia mais

COMPENSAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

COMPENSAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL COMPENSAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL O instrumento da Compensação Ambiental está contido expressamente no Art. 36 da Lei N o 9985 de 18 Julho de 2000 que institui o Sistema Nacional

Leia mais

1. Registro com valor declarado DISCRIMINAÇÃO (R$) OFICIAL ESTADO CARTEIRA REG CIVIL T JUSTIÇA TOTAL

1. Registro com valor declarado DISCRIMINAÇÃO (R$) OFICIAL ESTADO CARTEIRA REG CIVIL T JUSTIÇA TOTAL TABELA II DOS OFÍCIOS DE REGISTRO DE IMÓVEIS Tabela elaborada sob responsabilidade da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo ARISP. Em vigor a partir de 6 de janeiro de 2012. Lei 11.331,

Leia mais

1. Registro com valor declarado DISCRIMINAÇÃO (R$) OFICIAL ESTADO CARTEIRA REG CIVIL T JUSTIÇA TOTAL

1. Registro com valor declarado DISCRIMINAÇÃO (R$) OFICIAL ESTADO CARTEIRA REG CIVIL T JUSTIÇA TOTAL TABELA II DOS OFÍCIOS DE REGISTRO DE IMÓVEIS Tabela elaborada sob responsabilidade da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo ARISP. Em vigor a partir de 8 de janeiro de 2013. Lei 11.331,

Leia mais

Por iniciativa do Prefeito, com discussão com a comunidade até ser transformado em lei pela Câmara Municipal.

Por iniciativa do Prefeito, com discussão com a comunidade até ser transformado em lei pela Câmara Municipal. Nossa Betim na Câmara Setembro-2015 Neste relatório mensal de acompanhamento do Legislativo vamos conhecer um pouco mais sobre algumas ações importantes dos legisladores no município, além dos projetos

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS. Nota justificativa

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS. Nota justificativa PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS Nota justificativa A criação de novas Zonas e loteamentos Industriais tem como principal finalidade

Leia mais