Audiência Pública Inaugural 28 de março, 2014 IPPUC

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1 Audiência Pública Inaugural 28 de março, 2014

2 Revisão do Plano Diretor O Plano Diretor de 1966 Lei municipal 2828/66 A concepção do plano, diferente do modelo tradicional de crescimento radiocêntrico, define um desenho de crescimento linearizado para a cidade, As áreas de expansão urbana têm como espinha dorsal os chamados Setores Estruturais

3 O Plano Diretor de 1966 a Estruturação Urbana Via rápida Canaleta exclusiva de ônibus Via Rápida

4 O Plano Diretor de 1966 a 2004 O Ser Humano como medida de todas as coisas. Políticas de Desenvolvimento Urbano integradas. Instrumentos de política urbana. Planejamento como um processo permanente, tendo um órgão gestor desse processo, o.

5 Referência para a Revisão do Plano Diretor CURITIBA CIDADE DO MAIS + Humanizada + Inovadora + Participativa

6 Revisão do Plano Diretor - Etapas e interações MINUTA DE LEI dez 2014 A Cidade Que Queremos Sustentabilidade Urbana Curitiba+50 Visão Valores REVISÃO PLANO DIRETOR PLANOS SETORIAIS PLANOS REGIONAIS Até 2016 Até 2016

7 Revisão do Plano Diretor - Participantes ÓRGÃOS MUNICIPAIS CONCITIBA CONSELHOS SETORIAIS SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA MUNICÍPIOS RMC Portal web CÂMARA MUNICIPAL COMUNIDADE

8 Plano Diretor O Plano Diretor é o instrumento básico que orienta as políticas de desenvolvimento e de ordenamento da expansão urbana do município.

9 Plano Diretor O Plano Diretor é um conjunto de princípios e regras orientadoras da ação dos agentes públicos e privados que constroem e utilizam o espaço urbano.

10 Plano Diretor e Legislação Constituição Federal de 1988 Estatuto da Cidade (Lei Federal n /2001) Lei de adequação do Plano Diretor de Curitiba ao Estatuto da Cidade (Lei n /2004) Lei Orgânica de Curitiba (atualizada em 20/12/2011)

11 Constituição Federal de 1988 Art. 30. Compete aos Municípios: (...) VIII - promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano; Art A política de desenvolvimento urbano, executada pelo Poder Público municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem- estar de seus habitantes. 1º - O plano diretor, aprovado pela Câmara Municipal, obrigatório para cidades com mais de vinte mil habitantes, é o instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urbana. 2º - A propriedade urbana cumpre sua função social quando atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor. (...)

12 Estatuto das Cidades DOS INSTRUMENTOS DA POLÍTICA URBANA Art. 4º Para os fins desta Lei, serão utilizados, entre outros instrumentos: (...) III planejamento municipal, em especial: a) Plano Diretor; (...) DO PLANO DIRETOR Art. 39. A propriedade urbana cumpre sua função social quando atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor, assegurando o atendimento das necessidades dos cidadãos quanto à qualidade de vida, à justiça social e ao desenvolvimento das atividades econômicas, respeitadas as diretrizes previstas no art. 2º desta Lei.

13 Estatuto das Cidades (...) Art. 40. O plano diretor, aprovado por lei municipal, é o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana. 1º O plano diretor é parte integrante do processo de planejamento municipal, devendo o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e o orçamento anual incorporar as diretrizes e as prioridades nele contidas. 2º O plano diretor deverá englobar o território do Município como um todo. 3ºA lei que instituir o plano diretor deverá ser revista, pelo menos, a cada dez anos. 4º No processo de elaboração do plano diretor e na fiscalização de sua implementação, os Poderes Legislativo e Executivo municipais garantirão: I a promoção de audiências públicas e debates com a participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da comunidade; II a publicidade quanto aos documentos e informações produzidos; III o acesso de qualquer interessado aos documentos e informações produzidos.

14 Lei Ordinária Municipal n. 2660/65 Artigo 1º - Fica criado o instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, com a sigla, com a personalidade Jurídica, própria, de natureza autárquica, sede e foro nesta cidade de Curitiba, com as seguintes finalidades: I - Elaborar e encaminhar ao Executivo anteprojeto de lei, fixando o Plano Urbanístico de Curitiba; II - Promover estudos e pesquisas para o planejamento integrado do desenvolvimento do Município de Curitiba; III - Apreciar projetos de lei ou medidas administrativas que possam ter repercussão no desenvolvimento do Município; IV- Desenvolver nos órgãos da Administração Municipal o sentido de racionalização do desenvolvimento do Município em todos os seus aspectos; V - Criar condições de implementação e continuidade que permitam uma adaptação constante dos planos setoriais ou globais às realidades dinâmicas do desenvolvimento Municipal; VI - Coordenar o planejamento local com as diretrizes do planejamento regional ou estadual;

15 Lei n / Adequação do Plano Diretor de Curitiba Art. 1º. Esta lei dispõe sobre a adequação do Plano Diretor de Curitiba às diretrizes e instrumentos instituídos pela Lei Federal nº , de 10 de julho de 2001, Estatuto da Cidade. Art. 2º. Esta lei complementa as diretrizes estabelecidas no Plano Preliminar de Urbanismo e no Plano Diretor de Curitiba, instituído pela Lei nº 2828, de 10 de agosto de 1.966, e incorpora as políticas e diretrizes propostas e sucessivamente implantadas no Município, em conformidade com as orientações estabelecidas para o desenvolvimento das etapas de implantação do Plano Diretor de Curitiba. (...) Art. 4º. O Plano Diretor de Curitiba abrange a totalidade do território do Município, completamente urbano, estabelecendo diretrizes para: I - a política de desenvolvimento urbano do município; II - a política urbanístico-ambiental; III - a política social e econômica; IV - a gestão democrática. Art. 5º. O processo de planejamento municipal dar-se-á de forma integrada, contínua e permanente, em conformidade com as diretrizes estabelecidas nesta lei, sob coordenação e monitoramento do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba -.

16 Lei Orgânica de Curitiba Competência do Município: art. 11, VI e art. 19, II Quorum" de aprovação: art. 47, 2º, VII Competência exclusiva do Prefeito na iniciativa: art. 53, IV Objetivos: art. 145, "caput" e art. 147 Conteúdo e normas programáticas: art. 148 e art. 149

17 Lei Orgânica de Curitiba Competência legislativa Art. 11. Compete ao Município prover a tudo quanto respeita ao seu interesse e ao bem-estar de sua população, cabendo-lhe, em especial: (...) VI - elaborar o Plano Diretor de Curitiba e o Plano de Metas do Governo Municipal. Art. 53. São de iniciativa privativa do Executivo, entre outras previstas nesta Lei Orgânica, leis que disponham sobre: (...) IV - o Plano Diretor de Curitiba. Competência da Câmara Municipal Art. 19. Compete à Câmara Municipal deliberar, sob forma de projetos de lei, sujeitos à sanção do Prefeito, sobre as matérias de competência do Município, especialmente sobre: (...) II - matéria urbanística, especialmente o Plano Diretor, matéria relativa ao uso e ocupação do solo, parcelamento, edificações, denominação de logradouros públicos e estabelecimento do perímetro urbano e dos bairros. Deliberações na Câmara Municipal Art. 47. A discussão e a votação da matéria constante da ordem do dia serão realizadas com a presença da maioria absoluta dos membros da Casa.(...) 2º Dependerá de voto favorável de dois terços dos membros da Câmara: (...) VII - a aprovação do Plano Diretor de Curitiba. Art A promulgação do Plano Diretor se fará por lei municipal específica, aprovada por maioria de dois terços dos votos dos membros da Câmara Municipal, em duas votações, com interstício de dez dias.

18 Lei Orgânica de Curitiba Participação popular Art. 79. O Município, na sua atuação, atenderá aos princípios da democracia participativa, dispondo, mediante lei, sobre a criação dos Conselhos Municipais nas diversas áreas, integrados por representantes populares dos usuários dos serviços públicos, disciplinando a sua composição e funcionamento, compreendidas nas suas prerrogativas, entre outras: (...) I - a participação, mediante propostas e discussões, de planos, programas e projetos, a partir do Plano Diretor de Curitiba, do Plano Plurianual, das Diretrizes Orçamentárias e do Orçamento Anual. Obras Públicas Art As obras públicas municipais serão executadas pela Prefeitura Municipal, por administração direta ou indireta e terceirizada, sempre na conformidade com o Plano Diretor, o Plano de Mobilidade Urbana e o Planejamento Estratégico Municipal.

19 Lei Orgânica de Curitiba PLANO DIRETOR E FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE Art A política de desenvolvimento urbano, conforme diretrizes fixadas no Plano Diretor, tem por objetivo propiciar melhores condições para o desenvolvimento integrado e sustentável e o bem-estar social da comunidade de Curitiba, integrada com a Região Metropolitana. 1º A propriedade urbana cumpre sua função social quando atende às exigências fundamentais de ordenação da Cidade expressas no Plano Diretor de Curitiba. 2º É facultado ao Município, mediante lei específica para área incluída no Plano Diretor, exigir, nos termos da lei federal, do proprietário do solo urbano não edificado, subutilizado ou não utilizado, que promova seu adequado aproveitamento, sob pena de, sucessivamente: I - Parcelamento ou edificação compulsórios. II - Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, progressivo no tempo. III - Desapropriação com pagamento mediante títulos da dívida pública, de emissão previamente aprovada pelo Senado Federal, com prazo de resgate de dez anos, em parcelas anuais, iguais e sucessivas, assegurados o valor real da indenização e os juros legais.

20 Lei Orgânica de Curitiba CONTEÚDO DO PLANO DIRETOR Art O Plano Diretor disporá, entre outras matérias, sobre: I - normas relativas ao desenvolvimento urbano sustentável; II - critério de parcelamento, uso e ocupação do solo, zoneamento, atendendo às funções sociais da propriedade e da cidade; III - mobilidade e acessibilidade urbana; IV - proteção ambiental nos aspectos da sustentabilidade urbana e da conservação do patrimônio natural; Parágrafo único. O controle do uso e ocupação do solo urbano implica, entre outras, nas seguintes medidas: I. regulamentação do zoneamento. II. especificação dos usos do solo, permitidos ou permissíveis em relação a cada área, zona ou bairro da cidade, prevendo áreas destinadas a moradias populares, com facilidade de acesso aos locais de trabalho, serviços e lazer. III. aprovação ou restrição de loteamentos. IV. controle das construções urbanas. V. proteção da paisagem urbana, dos monumentos e da história da cultura da cidade. VI. proteção dos ambientes naturais e controle da poluição. VII. controle da poluição.

21 Lei Orgânica de Curitiba DIRETRIZES DO PLANO DIRETOR Art Para a elaboração do Plano Diretor, em especial no que se refere ao sistema viário, zoneamento, loteamentos, proteção ambiental, equipamentos, deverão obrigatoriamente ser levadas em consideração, entre outras, as seguintes diretrizes: I - o planejamento global do Município, com vistas a: a) consolidar o crescimento e adensamento da Cidade com a integração do uso do solo, do sistema viário e transportes, respeitando as restrições ambientais e estimulando os aspectos sociais e econômicos; b) distribuir espacialmente os equipamentos e serviços públicos, de forma a atender aos interesses e necessidades da população atual e projetada; c) hierarquizar o sistema viário, de forma a propiciar o melhor deslocamento de veículos e pedestres, atendendo as necessidades da população, do sistema de transporte coletivo, individual e de bens; d) consolidar e ampliar áreas de uso preferencial ou exclusivo de pedestres, as alternativas modais e a acessibilidade; e) consolidar a integração da Cidade com os demais municípios da Região Metropolitana de Curitiba, através da organização e planejamento do território visando o interesse comum. II - a proteção do meio ambiente e conservação do patrimônio natural, em especial: a) pela utilização racional do território, considerando sua vocação, infraestrutura e os recursos naturais, mediante controle da implantação e funcionamento de atividades que venham a ocasionar impacto ao meio ambiente urbano;

22 Lei Orgânica de Curitiba b) pelo estabelecimento de normas específicas de uso e ocupação do solo para a proteção dos recursos naturais em áreas de mananciais e bacias hidrográficas e para exploração racional da água subterrânea servindo-se de instrumentos cartográficos de gestão e inclusive informações sobre outorgas fornecidas por instituição responsável pelas mesmas; c) pela exploração controlada das atividades de mineração, especialmente ao longo do rio Iguaçu, impondo-se a obrigação da recomposição ou recuperação das áreas atingidas, ou ainda o seu adequado aproveitamento alternativo. III - A economia de custos, a funcionalidade e a comodidade urbanas, em especial, pelo planejamento e regulamentação de: a) sistemas viários ou vias novas em determinadas regiões, com liberação concomitante de loteamentos, com projeção coincidente de vias e com a cobrança obrigatória da contribuição de melhoria; b) loteamentos com a implantação de infraestrutura recomendável a cada região e tipo de loteamento; c) conjuntos habitacionais, com a implantação de infra-estrutura e equipamentos urbanos e comunitários, a cargo dos responsáveis; área compreendida dentro dos segmentos de quatro, quadras, ressalvados os casos indicados em lei, no interesse da preservação ambiental. d) condomínios, com limitação de sua dimensão em até um quarteirão, entendido este como a área compreendida dentro dos segmentos de quatro quadras, ressalvados os casos indicados em lei, no interesse da proteção ambiental e conservação do patrimônio natural.

23 Lei Orgânica de Curitiba IV - a aplicação, conforme o caso, entre outros, na forma da lei, dos seguintes institutos e instrumentos jurídicos: a) contribuição de melhoria; b) desapropriação para reurbanização; c) pagamento, nas desapropriações amigáveis, mediante concessão de índices construtivos; d) concessão de índices construtivos aos proprietários de imóveis tombados, aos que sofrerem limitação em razão do tombamento, ou aos que cederem ao Município imóveis sob preservação. d) concessão de índices construtivos aos proprietários de imóveis tombados, aos que sofrerem limitação em razão do tombamento, ou aos que cederem ao Município imóveis sob proteção ambiental. V - a regularização fundiária, mediante estabelecimento de normas especiais de urbanização. Art O Plano Diretor definirá o sistema, diretrizes e bases do planejamento municipal equilibrado, harmonizando-o com o planejamento estadual e nacional.

24 Lei Orgânica de Curitiba INFORMAÇÕES E PARCELAMENTO DO SOLO Art O Município, por iniciativa própria, ou com a colaboração do Estado, providenciará o estabelecimento de um sistema de informações georreferenciadas, com dados sobre parcelamento, uso do solo e edificações, que servirá como base para o planejamento. Art O planejamento municipal será realizado, na forma da lei, por entidade municipal, que sistematizará as informações básicas, coordenará os estudos, elaborará os planos e projetos relativos ao Plano Diretor e supervisionará a sua implantação. Art Será criado um Conselho Municipal de Planejamento, formado por representantes de distintas entidades da sociedade civil, que terão parte na elaboração e execução do Plano Diretor do Município.

25 Revisão do Plano Diretor É competência do Poder Executivo desenvolver a política urbana, coordenando, entre outros fatores, as ações de elaboração ou revisão do Plano Diretor Municipal, de forma compartilhada, encaminhando, ao final, o respectivo Projeto de Lei que o aprova.

26 Revisão do Plano Diretor - Temas Estrutura Urbana Instrumentos Política Urbana Meio Ambiente e Cultura Mobilidade e Transporte Orienta, ordena e disciplina o crescimento da Cidade, através dos instrumentos de regulação que definem a distribuição espacial das atividades, a densificação e a configuração da paisagem urbana Instrumentos para ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da Cidade e da propriedade urbana, e para o planejamento, controle, gestão e promoção do desenvolvimento urbano Promove a conservação, proteção, recuperação e o uso racional do meio ambiente, em seus aspectos natural e cultural, visando a preservação ambiental e a sustentabilidade da Cidade, para as presentes e futuras gerações. Tem o compromisso de facilitar os deslocamentos e a circulação de pessoas e bens no Município

27 Revisão do Plano Diretor - temas Habitação Segurança e Defesa Social Orienta as ações do Poder Público e da iniciativa privada propiciando o acesso à moradia, priorizando famílias de menor renda, num processo integrado às políticas de desenvolvimento urbano e regional e demais políticas municipais Proteção e segurança pública e capacidade de previsão, defesa e acolhimento em situações de calamidade Desenvolvimento Social Desenvolvimento Econômico Promoção social e econômica, de forma a gerar melhoria na qualidade de vida da população, preservando e incentivando as potencialidades regionais e locais, através da articulação das políticas públicas em suas várias dimensões tem o compromisso com a contínua melhoria da qualidade de vida da população e com o bem estar da sociedade, com base nos princípios de sustentabilidade e de desenvolvimento local e endógeno

28 Revisão do Plano Diretor - Temas Sistema de Planejamento Urbano Define sua organização, funcionamento e instrumentos Gestão Democrática Visa estabelecer uma relação entre a Administração Pública e a população, construída com base na democracia participativa e na cidadania, assegurando o controle social, em busca da cidade sustentável

29 Por que o Plano Diretor é importante? O Plano Diretor traz princípios, diretrizes, regramentos que norteiam a construção dos outros níveis do planejamento.

30 Níveis do Planejamento na Cidade 1. PLANO DIRETOR diretrizes gerais para toda a cidade 2. PLANOS SETORIAIS diretrizes para uma região ou um tema 3. PLANO DE GOVERNO conjunto de propostas com horizonte de um mandato, validado pela eleição 4. PLANOS ESTRATÉGICOS detalhamento em programas e projetos com método definido e metas quantificáveis. Estratégias para implementação dos objetivos expressos nos demais planos

31 Como funcionam os Planos PLANO DIRETOR PLANO SETORIAL PLANO SETORIAL PLANO SETORIAL PLANO DE GOVERNO PLANO PLURIANUAL - PPA LDO/LOA ORÇAMENTO ANUAL LDO/LOA ORÇAMENTO ANUAL LDO/LOA ORÇAMENTO ANUAL LDO/LOA ORÇAMENTO ANUAL

32 O Plano Diretor deve Acompanhar e aperfeiçoar a dinâmica dos processos urbanos Garantir a continuidade das Ações Governamentais Ser participativo em todas as suas etapas Ser técnica, legal, social, ambiental e economicamente viável

33 Fases do Plano Diretor Divulgação Capacitação e Orientação Coleta de Contribuições e Informações Elaboração de Diagnóstico Elaboração das Propostas Construção, Aprovação e Promulgação da Lei Implementação Avaliação e Monitoramento

34 A Cidade Que Queremos A cidade que queremos refere-se ao projeto idealizado de cidade criado a partir da visão conjunta da comunidade. Este projeto deve ser criado considerando as limitações existentes, mas com algum espaço para sonhar. A cidade que queremos é o modelo para a elaboração do Plano Diretor.

35 Elaboração do Plano Com base no retrato da cidade, apontado no Diagnóstico e no Prognóstico, e tendo como referência a Cidade Que Queremos, passamos a trabalhar nas propostas que permitam a formulação de um Plano Diretor viável, sustentável e condizente com os anseios da sociedade.

36 Como participar da Revisão Oficinas de Capacitação e Diagnóstico nas Regionais de 17 de março a 04 de abril Audiência Inaugural de Revisão do Plano Diretor dia 28 de março, 18h no Parque Barigui Audiências de Revisão do Plano Diretor de 26 a 30 de maio e de 02 a 06 de junho, nas Regionais Audiências de Revisão do Plano Diretor de 15 a 19 e de 22 a 26 de setembro, nas Regionais Concitiba câmaras temáticas Câmara Municipal de Curitiba comissões, oficinas e audiências públicas Sociedade Civil Organizada seminários, reuniões, debates e oficinas Portal da Revisão do Plano Diretor Outros mecanismos Urbanista Mirim

37 Site da Prefeitura - Site do Ippuc - Hot-site Portal web (em construção)

38 Revisão do Plano Diretor O que já foi feito Início da discussão sobre o conceito da Cidade Que Queremos Na 5ª COMCURITIBA Nas Regionais (como capacitação das equipes multisetoriais) Durante 2013 Validação do Prefeito Reunião de Secretariado Mai... Set Out Nov Dez 5ª COMCURITIBA A Cidade Que Queremos Subsídios ao PD A Regional Desejada oficinas capacitação das equipes regionais (mais de 700 participações)

39 Revisão do Plano Diretor Revisão do Plano Cidadão ligado ao aniversário da cidade LANÇAMENTO do processo de revisão pelo Prefeito 1ª Audiência Pública (28/03) Mar 2014 Abr 2014 Lançamento do Projeto Urbanista Mirim Lançamento do Portal do Plano Diretor

40 Construção das Propostas do PD em 2014 Lançamento Diagnóstico Proposta Conclusão Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez PMC / Conselhos Setoriais Construção do plano CMC CONCITIBA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA COMUNIDADE MUNICÍPIOS DA RMC

41 Entrega à CMC PC CP AP PC CP AP PC CP AP PA AP Construção das Propostas do PD em 2014 Lançamento Processo de Audiências e Consultas públicas Diagnóstico Proposta Conclusão Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Construção do plano TRABALHOS TÉCNICOS DO PLANO Oficinas Regionais Nos Conselhos Setoriais Oficinas por segmento CONCITIBA Câmaras temáticas Interlocução Metropolitana Outros mecanismos de participação Urbanista mirim

42 Revisão do Plano Diretor - Detalhamentos Agenda até 2016 Planos Setoriais Planos Regionais Curitiba +50 6ª Conferência Municipal da Cidade de Curitiba 1º sem º sem º sem º sem 2016 Planos Setoriais Planos Regionais PMDUS Curitiba + 50

43 Contribuições

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