Estado do Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Planejamento Urbano

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estado do Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Planejamento Urbano"

Transcrição

1

2 UMA BARRA MANSA: DUAS CIDADES A CIDADE FORMAL: Regularizada, com infraestrutura completa, usufruindo do melhor que a comunidade pode ter em comércio, serviços, cultura e lazer. É a parte da cidade que concentra a população com maior renda, maior escolaridade, mais branca. A CIDADE INFORMAL: Ilegal, precária, eternamente inacabada, é a cidade dos mais pobres, com menos estudo, mais negra e com maior índice de mortalidade.

3 AÇÃO PÚBLICA: MECANISMO DE INCLUSÃO OU EXCLUSÃO? Via de regra, infelizmente, a ação do poder público tem contribuído para aumentar a disparidade entre essas duas cidades, seja pela realização de investimentos, seja pela edição de leis e normas urbanísticas. Vejamos: As obras públicas e as melhorias urbanas, são os principais fatores de valorização dos imóveis. A maior parte dos investimentos públicos é realizada nas áreas centrais, nas áreas de moradias das classes média e alta e de expansão dos negócios econômicos e imobiliários e nas áreas visíveis pelos visitantes e turistas. Por isso a revalorização crescentes dos imóveis localizados nessas áreas. As leis e normas urbanísticas podem fazer triplicar o valor de um terreno da noite para o dia sem nenhum investimento do seu proprietário. Isso se dá, quando a Prefeitura ou a Câmara de Vereadores, mudam o coeficiente de aproveitamento ou a taxa de ocupação de um terreno ou uma região da cidade. Ou mudam o uso por exemplo, permitindo que um terreno rural se torne urbano ou, onde antes se permitia casas unifamiliares, autorizam o uso comercial ou a construção de prédios de apartamentos. Essas mudanças são feitas principalmente por meio das leis municipais de Parcelamento de Uso e Ocupação do Solo, constantes do Plano Diretor, que dividem a cidade em zonas homogêneas e estabelecem onde e o que pode ser feito em cada parte da cidade.

4 O ESTATUTO DA CIDADE : A CONSTRUÇÃO DE OUTRO MODELO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DAS CIDADES. A lei federal , o Estatuto da Cidade, aprovada em 10 de julho de 2001, regulamentou o capítulo da Política Urbana da Constituição Federal de 1988, Estabelecendo os seguintes objetivos principais:

5 1. DIREITO À CIDADE E A CIDADANIA: Compreende o acesso de todos os cidadãos á terra, á moradia digna, aos serviços e equipamentos urbanos, ao transporte, ao lazer, ao saneamento ambiental e ao meio ambiente sadio. 2. ATENDIMENTO DAS FUNÇÕES SOCIAIS DA CIDADE E DA PROPRIEDADE URBANA: Reorienta a ação do estado, do mercado imobiliário e da sociedade para a democratização do acesso ao solo urbano. Ou seja, exige que o proprietário de imóvel público ou privado, cumpra a destinação de interesse da coletividade (social, cultural ou ambiental) definida no plano diretor do município.

6 3. GESTÃO DEMOCRÁTICA: Integra planejamento, gestão e controle social ao reconhecer que a cidade se produz por uma multiplicidade de agentes, que devem ter suas ações coordenadas e participativos na formulação, na execução e no acompanhamento de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano. 4. RECONHECIMENTO DA CIDADE INFORMAL: Define estratégias e instrumentos para a sua legalização.

7 Para que esses objetivos sejam alcançados, foram estabelecidos entre outras,as seguintes diretrizes gerais: Recuperação dos investimentos do Poder Público que tenha resultado na valorização de imóveis urbanos; Ampliação do acesso á terra urbana adequada para a produção de habitação de interesse social para as populações de baixa renda; Proteção, preservação e recuperação do meio ambiente e do patrimônio cultural; histórico, artístico, paisagístico e arqueológico; Regularização fundiária e urbanização de áreas ocupadas por população de baixa renda; Simplificação da legislação urbanística; Tratamento igual para agentes públicos e privados na promoção de empreendimentos e atividades relativos ao processo de urbanização, desde que atendido o interesse social.

8 O PLANO DIRETOR NO ESTATUTO DA CIDADE O Estatuto da Cidade é uma caixa de ferramentas colocada à disposição dos municípios e o Plano Diretor é a chave para abri-la. Raquel Rolnik A Constituição delega aos municípios a autonomia e a responsabilidade pela formulação e a gestão urbana e estabelece que ela precisa estar expressa no Plano Diretor, instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana. Parar concretizar as diretrizes, o Estatuto da Cidade oferece aos municípios, inúmeros instrumentos urbanísticos que deverão estar contidos em seu Plano Diretor e utilizados para corrigir as distorções e induzir o desenvolvimento da cidade com mais equidade e sustentabilidade. Vamos então resumidamente, analisar os objetivos e o alcance de cada um desses instrumentos:

9 INSTRUMENTOS DE INDUÇÃO DO DESENVOLVIMENTO E GESTÃO SOCIAL DA VALORIZAÇÃO DA TERRA: INSTRUMENTOS CONSTITUCIONAIS: A Constituição Federal destacou três instrumentos(art. 182, & 4º) como penalidades para combater a ociosidade de grandes terrenos já dotados de infra-estrutura, os quais provocam a elevação dos custos de prestação dos serviços públicos e a sobrevalorização fundiária. Sem fins arrecadatórios, as seguintes sanções serão aplicadas sucessivamente: Parcelamento, Edificação ou Utilização Compulsórios. A primeira dessas penalidades faz referência á retenção, ociosa de terrenos e obriga o proprietário do imóvel a parcelar, construir ou utilizar imóvel de sua propriedade vago ou subutilizado.

10 IPTU Progressivo no Tempo. Diferente do IPTU anual, é aplicado como sanção apenas aos proprietários que descumprirem a primeira penalidade. Permanecendo o descumprimento, a alíquota poderá ser aumentada a cada ano até o máximo de 15% do valor do imóvel. Desapropriação com Pagamento em Títulos da Dívida Pública. Passados cinco anos de aplicação do IPTU Progressivo no Tempo, a Prefeitura poderá desapropriar os imóveis urbanos ociosos pagando com títulos da dívida pública. A propriedade mantém-se privada, mas o direito de construir se vincula ao interesse coletivo e á função social definida para a propriedade..

11 INSTRUMENTOS DE AMPLIAÇÃO DE ÁREAS PÚBLICAS PARA SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS Como o próprio nome diz, estes instrumentos são utilizados pelo Poder Público para garantir terrenos para a construção de equipamentos públicos (escolas, postos de saúde, praças etc.), habitação de interesse social etc. Direito de Preempção: O Poder Público tem preferência na aquisição de imóvel urbano colocado á venda no mercado sem a necessidade de procedimentos de desapropriação. Os terrenos são definidos no Plano Diretor. O proprietário é devidamente notificado e quando ele decide vender o imóvel, comunica ao Poder público o qual terá o prazo de 30 dias para manifestar o interesse pela compra. Direito de Superfície: permite a transferência gratuita ou onerosa, por escritura pública, do direito de construir sem que alcance o direito de propriedade do terreno. Ou seja, o terreno permanece com o proprietário que permite a outro - público ou privado-parcelar ou edificar. É um importante instrumento de cumprimento da urbanização compulsória. Consórcio Imobiliário: o proprietário transfere seu imóvel ao Poder Público e recebe como pagamento, após a realização das obras, unidades imobiliárias urbanizadas ou edificadas no valor equivalente do imóvel antes da realização dessas obras. Pode ser utilizado par viabilizar o cumprimento da obrigação de parcelar, construir ou utilizar.

12 INSTRUMENTO PARA ESTIMULAR A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO, AMBIENTAL E SOCIAL: Esse instrumento beneficia os proprietários de imóvel que é considerado de interesse histórico, ambiental ou social. Para preservar um bem de interesse coletivo ele poderá utilizar em outro terreno, o potencial de construir que não pode utilizar no imóvel protegido.

13 INSTRUMENTOS DE GESTÃO E DE RECUPERAÇÃO DA VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA São instrumentos de combate á especulação que permitem a coletividade se beneficiar da valorização de imóveis advindos de investimentos públicos. Outorga Onerosa do Direito de Construir incide sobre as construções de grandes edificações comerciais ou residenciais os quais deverão pagar ao Poder Público pela sobrecarga nas redes de infraestrutura e de circulação do seu entorno. Por esse instrumento, quem quiser construir acima do índice básico estabelecido pela legislação, deverá pagar para adquirir esse direito. Outorga Onerosa de Alteração de Uso Este instrumento, tem por objetivo recuperar parte da valorização proporcionada pela mudança de uso de um imóvel. Por exemplo, na passagem de rural para urbano ou de uso residencial para comercial, quando o terreno é beneficiado com uma sobrevalorização sem nenhum esforço do proprietário. Operações Urbanas Consorciadas Instrumento que possibilita parcerias por meio de consórcio entre o Poder Público e a iniciativa privada, para realizar grandes intervenções no espaço urbano, com vistas a alcançar transformações urbanísticas de maior porte ou impacto na cidade.

14 IMPORTANTE: O Plano Diretor deve definir as áreas e os usos nos quais vão incidir os instrumentos de gestão da valorização da terra e as regras de sua aplicação. Os recursos obtidos com a aplicação desses instrumentos devem fazer parte de um Fundo Municipal gerido democraticamente. As contrapartidas não necessitam ser obrigatoriamente financeiras, podem ser moradias populares, obras de infraestrutura ou equipamentos públicos.

15 Instrumentos para Regularização Fundiária e Urbanização de Áreas Ocupadas por População de Baixa Renda Os instrumentos para a regularização fundiária e urbanização, tem por objetivo assegurar a permanência das famílias de baixa renda no local de moradia e oferecer as condições legais para a urbanização e a legalização dos assentamentos. Zonas ou Áreas Especiais de Interesse Social: Viabilizam a regularização jurídica dos assentamentos informais ao instituir parâmetros especiais de uso, ocupação e parcelamento do solo. Podem ser criadas no Plano Diretor ou por lei específica. Usucapião Especial Individual ou Coletiva: É o instrumento utilizado para regularização da posse de imóvel urbano de propriedade particular, ocupado por população de baixa renda há mais de cinco anos sem oposição.

16 Instrumentos para Gestão Democrática e Participativa O Estatuto da Cidade, dedica todo o capítulo IV á gestão democrática da cidade e estabelece nas diretrizes da política urbana que ela deve ser exercida com a participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da sociedade na formulação, na execução e no acompanhamento de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano. Estão previstos no estatuto: Órgãos Colegiados de Política Urbana: São os conselhos, no nosso caso, o Conselho da Cidade de Barra Mansa. Conferências: Desde de 2003, com a criação do Ministério das Cidades, a cada 2 anos são realizadas as conferências das cidades nos três níveis de governo.

17 Debates e Audiências: Instrumentos utilizados para dar legitimidade ás políticas públicas implementadas pelos gestores públicos. Consulta Pública: Trata de uma sondagem por parte da administração para levantar o sentimento da população sobre determinado assunto. Iniciativa Popular de Projeto de Lei: Este mecanismo foi instituído pela Constituição de 1988 como um dos meios para o exercício da soberania popular. É exigido 1% do eleitorado nacional para os projetos nacionais e 5% do eleitorado local para projetos municipais. Importante: O Estatuto da Cidade, condiciona as leis orçamentárias- Plano Plurianual(PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias(LDO) e Lei do Orçamento Anual(LOA)- a incorporar as diretrizes e as prioridades contidas no Plano Diretor o qual é parte integrante do processo de planejamento municipal.

18 CONDICIONANTES PARA UMA GESTÃO URBANA DEMOCRÁTICA Eliminação dos mitos: A sociedade não está preparada para participar como protagonista das políticas Públicas, A participação da sociedade dificulta a tomada de decisões pelo tempo e posicionamento crítico diante das propostas do governo e O momento de participação da sociedade e dos cidadãos é o momento do voto. Existência de condições para participação: Disposição do poder público para partilhar poder com os diferentes segmentos sociais, Necessidade de uma administração pública organizada sob o marco da eficiência e da transparência, Instituição de canais de participação, com implementação de processos contínuos, integrados e descentralizados, Regras claras, decididas em fóruns consultivos ou deliberativos, Assegurar que todos tenham direito á voz e, dessa forma, fazer aflorar os interesses divergentes e explicitar os conflitos como condição de credibilidade para fazer avançar o processo, Produção de informações sobre a realidade municipal, em linguagem acessível e transparente e, Promover uma mudança cultural, ampliando as ferramentas de diálogo e trabalhando com outras linguagens: a arte, a música, a religião, o corporal, as histórias vividas...

19 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O PLANO DIRETOR DE BARRA MANSA 1. A lei do Plano Diretor de Barra Mansa, contempla integralmente as diretrizes do Estatuto da Cidade, inclusive com relação ao processo participativo quando de sua elaboração. 2. O Plano Diretor não é auto aplicável, ou seja depende para sua aplicação principalmente da regulamentação dos diversos instrumentos previstos. Obs. Mesmo os instrumentos que não necessitam de regulamentação a Edificação, Parcelamento e Edificação Compulsórios e o IPTU Progressivo no Tempo não foram aplicados. 3. O plano deve ser revisto também em sua redação, obedecendo a LC Federal 095 que dispõe sobre a redação, a alteração e a consolidação de leis. 4. Ainda sobre sua redação, a mesma deve ser simplificada e tornada mais incisiva e determinante em alguns aspectos. Para tanto, sugerimos a leitura do trabalho elaborado pelo Ministério das Cidades sobre o Plano Diretor de Barra Mansa e constante da Rede de Avaliação e Capacitação para a Implementação dos Planos Diretores Participativos. 5. Por último, a revisão deve ter o cuidado em garantir as conquistas já alcançadas quando da elaboração do plano.

20 ATENÇÃO: O orçamento municipal assim como as demais leis orçamentárias - PPA e LDO- não contemplaram nos anos subsequentes á aprovação do plano, conforme determina o Estatuto da Cidade, as diretrizes e ações previstas, indicando uma total desassociação entre as intenções contidas no plano e a prática do executivo municipal. Em resumo, as propostas não se materializaram! Palestra apresentada ao Conselho da Cidade na reunião do dia 19/09/2014, pelo Arq.º José Roberto Gomes, Coordenador do Grupo Interistitucional para Revisão do Plano Diretor de Barra Mansa, nomeado conforme Portaria N.º 005/2014 SMPU.

21

Estatuto da Cidade - Lei 10257/01

Estatuto da Cidade - Lei 10257/01 Estatuto da Cidade - Lei 10257/01 http://www.direitonet.com.br/artigos/x/51/44/514/ O Estatuto da Cidade visa estabelecer diretrizes gerais da Política Urbana e especialmente regulamentar o artigo 182

Leia mais

Estatuto da Cidade 22/05/2015. Lei Nº 10.257, de 10/07/2001. Medida Provisória Nº 2.220, de 04/09/2001. MP Nº 103, de 01/01/2003. Conselho das Cidades

Estatuto da Cidade 22/05/2015. Lei Nº 10.257, de 10/07/2001. Medida Provisória Nº 2.220, de 04/09/2001. MP Nº 103, de 01/01/2003. Conselho das Cidades Estatuto Estatuto da da Cidade Cidade Referencia : Conhecendo o Estatuto das Cidades, Manual do Instituto Polis, autor(es): Caixa Economica Federal, FASE - Federação de Órgãos para Assistência Social e

Leia mais

O Estatuto da Cidade

O Estatuto da Cidade Flektor Engenharia e Consultoria O Estatuto da Cidade Implicações e Reflexos sobre o Planejamento Interfaces com Planos Diretores O Estatuto da Cidade Lei n.º 10.257 de 10 de julho de 2001 Regulamenta

Leia mais

Estatuto da Cidade e Plano Diretor Participativo

Estatuto da Cidade e Plano Diretor Participativo AUP-266 Estatuto da Cidade e Plano Diretor Participativo Prof. Dr Nabil Bonduki maio 2008 Antecedentes do Estatuto da Cidade Aceleração do crescimento urbano dos anos 40 aos anos 80 Ausência de instrumentos

Leia mais

Gestão social da valorização fundiária urbana

Gestão social da valorização fundiária urbana Gestão social da valorização fundiária urbana Audiência Pública PL n 5.015/2013 Ministério das Cidades Brasília, 20 de novembro de 2013 O que é a gestão social da valorização fundiária urbana? Ações e

Leia mais

PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL NO SISTEMA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO - SNDU

PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL NO SISTEMA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO - SNDU PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL NO SISTEMA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO - SNDU EIXO 1 PARTE 1 - A PARTICIPAÇÃO E O CONTROLE SOCIAL NO SNDU DEVERÃO SER EXERCIDOS: (i) no âmbito federal, pelo Conselho

Leia mais

RESUMO. É elaborado pelo Executivo municipal e aprovado pela Câmara municipal por meio de lei.

RESUMO. É elaborado pelo Executivo municipal e aprovado pela Câmara municipal por meio de lei. Anual Diurno Questões, súmulas e jurisprudência Luiz Antonio de Souza Data: 26/09/2012 Aula 32 RESUMO SUMÁRIO 1) Tutela da política urbana 1.1) Instrumentos 1) Tutela da política urbana 1.1) Instrumentos

Leia mais

O PLANO DIRETOR E A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE URBANA

O PLANO DIRETOR E A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE URBANA O PLANO DIRETOR E A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE URBANA Sérgio Ulisses Jatobá* A função social da propriedade urbana deve ser exercida por meio do Plano Diretor Municipal e seus instrumentos, de acordo

Leia mais

ESTATUTO DA CIDADE LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001

ESTATUTO DA CIDADE LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001 ESTATUTO DA CIDADE LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001 Regulamenta os artigos. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

Etapas do PLHIS PROPOSTAS

Etapas do PLHIS PROPOSTAS Plano Local de Habitação de Interesse Social de Boituva Seminário de Homologação do PLHIS de Boituva 25 de Fevereiro de 2010 Etapas do PLHIS etapa 1 etapa 2 etapa 3 METODOLOGIA DIAGNÓSTICO PROPOSTAS Princípios

Leia mais

ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS

ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS De acordo com o Plano Diretor as ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS são porções do território destinadas, prioritariamente, à recuperação urbanística, à regularização

Leia mais

MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios

MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios Desafios do PMCMV Sustentabilidade, Perenidade e Imagem O sucesso do PMCMV depende da produção de moradias bem localizadas, servidas de infraestrutura,

Leia mais

LIMITES E POSSIBILIDADES DO PLANO DIRETOR DO RIO DE JANEIRO PARA O ACESSO À MORADIA E A TERRA URBANIZADA

LIMITES E POSSIBILIDADES DO PLANO DIRETOR DO RIO DE JANEIRO PARA O ACESSO À MORADIA E A TERRA URBANIZADA Curso de Capacitação e formação de agentes sociais, lideranças comunitárias e conselheiros(as) municipais de habitação para a elaboração, monitoramento e acompanhamento do PLHIS LIMITES E POSSIBILIDADES

Leia mais

LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001

LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001 LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001 Regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 2.750/12 - DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012

LEI MUNICIPAL Nº 2.750/12 - DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012 LEI MUNICIPAL Nº 2.750/12 - DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012 Institui o Plano Municipal de Habitação de Interesse Social - PMHIS, e dá outras providências A CÂMARA MANICIPAL DE GOIATUBA, Estado de Goiás, APROVOU

Leia mais

Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico

Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico As competências constitucionais Competência para prestação de serviços públicos locais (CF, art. 30) Compete aos Municípios:... V - organizar e

Leia mais

Por iniciativa do Prefeito, com discussão com a comunidade até ser transformado em lei pela Câmara Municipal.

Por iniciativa do Prefeito, com discussão com a comunidade até ser transformado em lei pela Câmara Municipal. Nossa Betim na Câmara Setembro-2015 Neste relatório mensal de acompanhamento do Legislativo vamos conhecer um pouco mais sobre algumas ações importantes dos legisladores no município, além dos projetos

Leia mais

Planejamento Urbano Governança Fundiária

Planejamento Urbano Governança Fundiária Planejamento Urbano Governança Fundiária Instrumentos de Gestão, Conflitos Possibilidades de Inclusão Socioespacial Alexandre Pedrozo agosto. 2014 mobiliza Curitiba...... de antes de ontem...... de ontem......

Leia mais

A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO François E. J. de Bremaeker Luiz Estevam Gonçalves Rio de Janeiro fevereiro de 2015 A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO François E. J. de Bremaeker Economista e Geógrafo,

Leia mais

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA Assessoria Técnica SEPLAM Sobre a Lei Nº 12.145, DE 08 DE SETEMBRO DE 2011. A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO REFERÊNCIAS LEGAIS Lei 10.257/01

Leia mais

PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária

PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária POLÍTICA HABITACIONAL DA CIDADE DE SÃO PAULO Plano Diretor Estratégico do Município (Lei 13.430/02, art. 79): Moradia digna é aquela que garante ao morador

Leia mais

LEI Nº 4.240, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2008.

LEI Nº 4.240, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2008. LEI Nº 4.240, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2008. Dispõe sobre as condições para parcelamento, edificação ou utilização compulsórios de imóveis urbanos e dá outras providências. A Câmara Municipal de Itabira, Estado

Leia mais

Audiência Pública Inaugural 28 de março, 2014 IPPUC

Audiência Pública Inaugural 28 de março, 2014 IPPUC Audiência Pública Inaugural 28 de março, 2014 Revisão do Plano Diretor O Plano Diretor de 1966 Lei municipal 2828/66 A concepção do plano, diferente do modelo tradicional de crescimento radiocêntrico,

Leia mais

1. Garantir a educação de qualidade

1. Garantir a educação de qualidade 1 Histórico O Pacto pela Juventude é uma proposição das organizações da sociedade civil, que compõem o Conselho Nacional de Juventude, para que os governos federal, estaduais e municipais se comprometam

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES PROJETO DE LEI N o, DE DE DE 2010 Dispõe sobre a Política Nacional de Economia Solidária, cria o Sistema Nacional de Economia Solidária e o Fundo Nacional de Economia Solidária, e dá outras providências.

Leia mais

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DE ÁREAS PÚBLICAS. Cartilha de orientação sobre o Programa de Regularização Urbanística e Fundiária

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DE ÁREAS PÚBLICAS. Cartilha de orientação sobre o Programa de Regularização Urbanística e Fundiária REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DE ÁREAS PÚBLICAS Cartilha de orientação sobre o Programa de Regularização Urbanística e Fundiária APRESENTAÇÃO Esta Cartilha foi desenvolvida como suporte ao trabalho da Prefeitura

Leia mais

MUNICÍPIO DE JACAREZINHO

MUNICÍPIO DE JACAREZINHO LEI COMPLEMENTAR Nº. 51/2013 de 22 de julho de 2013. Institui o Plano Diretor Municipal (PDM) de Jacarezinho. A Câmara Municipal de Jacarezinho,, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte

Leia mais

CURSO REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA. Tratamento Constitucional da Política Urbana: Estatuto da Cidade; Regularização Fundiária e o Papel do Plano Diretor.

CURSO REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA. Tratamento Constitucional da Política Urbana: Estatuto da Cidade; Regularização Fundiária e o Papel do Plano Diretor. CURSO REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Tratamento Constitucional da Política Urbana: Estatuto da Cidade; Regularização Fundiária e o Papel do Plano Diretor. INSTITUTO PÓLIS 2009 Heliópolis São Paulo Estatuto da

Leia mais

MÓDULO IV - Gestão social da valorização imobiliária para a inclusão territorial

MÓDULO IV - Gestão social da valorização imobiliária para a inclusão territorial MÓDULO IV - Gestão social da valorização imobiliária para a inclusão territorial Produção social da valorização imobiliária A valorização imobiliária é definida por: Distribuição de investimentos públicos

Leia mais

O Estatuto da Cidade comentado (Lei Nº 10. 257 de 10 de julho de 2001)

O Estatuto da Cidade comentado (Lei Nº 10. 257 de 10 de julho de 2001) O Estatuto da Cidade comentado (Lei Nº 10. 257 de 10 de julho de 2001) Ana Maria Furbino Bretas Barros Celso Santos Carvalho Daniel Todtmann Montandon Capítulo I - Diretrizes Gerais Art. 1º Na execução

Leia mais

Câmara Municipal de Pinheiral

Câmara Municipal de Pinheiral LEI Nº 753, de 05 de maio de 2014. Cria o Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social FHIS e institui o Conselho Gestor do FHIS. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PINHEIRAL; Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

Ministério das Cidades Planejamento Urbano

Ministério das Cidades Planejamento Urbano Ministério das Cidades Planejamento Urbano Workshop Financiamento de Municípios - ABDE Rio de Janeiro 18 de julho de 2013 Secretaria Nacional de Acessibilidade e Programas Urbanos Departamento de Políticas

Leia mais

L E I Nº 3.469, DE 20 DE JANEIRO DE 2016.

L E I Nº 3.469, DE 20 DE JANEIRO DE 2016. AUTOR: PREFEITA MUNICIPAL, MARIA DA CONCEIÇÃO CALDAS RABHA A CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DOS REIS APROVOU E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: INSTITUI O PROGRAMA MUNICIPAL NOSSA CIDADE LEGAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

O principal instrumento de planejamento urbano do município

O principal instrumento de planejamento urbano do município O que é um PDU O principal instrumento de planejamento urbano do município Conjunto de regras e indicações para: Organizar o crescimento e o desenvolvimento da cidade, no interesse de todos que nela moram;

Leia mais

ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado)

ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) Considerando: 1) A importância dos mananciais e nascentes do Município para o equilíbrio e a qualidade ambiental,

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 636, DE 13 DE JANEIRO DE 2010.

LEI COMPLEMENTAR Nº 636, DE 13 DE JANEIRO DE 2010. DIÁRIO OFICIAL DE PORTO ALEGRE Edição 3683 Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010 LEI COMPLEMENTAR Nº 636, DE 13 DE JANEIRO DE 2010. Institui o Programa Minha Casa, Minha Vida Porto Alegre altera o parágrafo

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 5/2014

PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 5/2014 PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 5/2014 Dispõe sobre a reorganização da Rede Nacional de Certificação Profissional - Rede Certific. OS MINISTROS DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no

Leia mais

O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO

O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO Denise Rocha Assessora de Política Fiscal e Orçamentária São Luís - MA 23 a 27 de agosto de 2004 1ª ETAPA - ENTENDENDO O ORÇAMENTO PÚBLICO A importância do orçamento

Leia mais

O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO. Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br

O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO. Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br Programa para Programa para LAND READJUSTMENT - REAJUSTE DE TERRENOS Administração

Leia mais

CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA

CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA Apesar de nos últimos anos ter-se dado visibilidade apenas ao discurso único capitaneado pelo IPPUC, vários movimentos populares, associações de

Leia mais

ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO

ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO CUMPRIR E FAZER CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO 1. Cumprir e fazer cumprir a

Leia mais

Incentivar a instalação de usos não residenciais em regiões dormitório com a intenção de diminuir a necessidade de deslocamentos na cidade.

Incentivar a instalação de usos não residenciais em regiões dormitório com a intenção de diminuir a necessidade de deslocamentos na cidade. OUTORGA ONEROSA DO DIREITO DE CONSTRUIR O interessado em construir além da área do seu terreno adquire do Poder Público o direito de construção da área excedente. O preço pago por este direito servirá

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1. Concepções e diretrizes políticas para áreas; Quando falamos de economia solidária não estamos apenas falando de geração de trabalho e renda através de empreendimentos

Leia mais

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU GABINETE DO PREFEITO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 12 DE MAIO DE 2008.

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU GABINETE DO PREFEITO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 12 DE MAIO DE 2008. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 12 DE MAIO DE 2008. INSTITUI O PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO E O SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA E PARTICIPATIVA DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU, NOS TERMOS DO ARTIGO 182 DA CONSTITUIÇÃO

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Minha Casa Minha Vida 2 Eng. Mário de Almeida, MBA em Real Estate pelo NRE Prof.Dr. Fernando Bontorim Amato, pesquisador do NRE A primeira

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO SUS Movimento da Reforma Sanitária

CONSTRUÇÃO DO SUS Movimento da Reforma Sanitária SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAPACITAÇÃO PARA APOIOS DO CONTROLE SOCIAL Mariângela de Assis Gomes Fortes CONSTRUÇÃO DO SUS Movimento da Reforma Sanitária Surgimento No Final dos anos de 1970 e início dos anos

Leia mais

LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR.

LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. (PUBLICAÇÃO - MINAS GERAIS DIÁRIO DO EXECUTIVO - 18/01/2014 PÁG. 2 e 03)

Leia mais

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 Cidade de São Paulo 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 LOCALIZAÇÃO POPULAÇÃO (Censo 2010) RMSP...19.683.975 habitantes Município de São Paulo...11.253.563 habitantes Estatuto

Leia mais

DA POLITICA URBANA, AGRÍCOLA E FUNDIÁRIA E A REFORMA AGRARIA. Direito Constitucional III Profª Marianne Rios Martins

DA POLITICA URBANA, AGRÍCOLA E FUNDIÁRIA E A REFORMA AGRARIA. Direito Constitucional III Profª Marianne Rios Martins DA POLITICA URBANA, AGRÍCOLA E FUNDIÁRIA E A REFORMA AGRARIA Direito Constitucional III Profª Marianne Rios Martins DA POLÍTICA URBANA Art. 182. A política de desenvolvimento urbano, executada pelo Poder

Leia mais

I n f o r m a t i v o

I n f o r m a t i v o I n f o r m a t i v o Plano Diretor de Curitiba 2014 O QUE É O PLANO DIRETOR? O Plano Diretor é uma lei municipal elaborada com a participação de todos. É o instrumento básico da política territorial que

Leia mais

50 pontos do programa de governo do PSOL - Ivanete Prefeita para transformar Duque de Caxias:

50 pontos do programa de governo do PSOL - Ivanete Prefeita para transformar Duque de Caxias: 50 pontos do programa de governo do PSOL - Ivanete Prefeita para transformar Duque de Caxias: Duque de Caxias nas mãos do Povo: contra a corrupção e pela mudança 1) Garantir a participação popular e a

Leia mais

SENADO FEDERAL SECRETARIA ESPECIAL DE EDITORAÇÃO E PUBLICAÇÕES SUBSECRETARIA DE EDIÇÕES TÉCNICAS. Estatuto da Cidade

SENADO FEDERAL SECRETARIA ESPECIAL DE EDITORAÇÃO E PUBLICAÇÕES SUBSECRETARIA DE EDIÇÕES TÉCNICAS. Estatuto da Cidade SENADO FEDERAL SECRETARIA ESPECIAL DE EDITORAÇÃO E PUBLICAÇÕES SUBSECRETARIA DE EDIÇÕES TÉCNICAS Estatuto da Cidade BRASÍLIA - 2004 Dispositivos Constitucionais DISPOSITIVOS CONSTITUCIONAIS TÍTULO

Leia mais

ANEXO 1 CATÁLOGO INSTRUMENTOS DE POLÍTICA URBANA NO ESTATUTO DA CIDADE, NA CONSTITUIÇÃO E NA LEGISLAÇÃO FEDERAL PLANO DIRETOR NA CONSTITUIÇÃO

ANEXO 1 CATÁLOGO INSTRUMENTOS DE POLÍTICA URBANA NO ESTATUTO DA CIDADE, NA CONSTITUIÇÃO E NA LEGISLAÇÃO FEDERAL PLANO DIRETOR NA CONSTITUIÇÃO ANEXOS 221 222 ANEXO 1 CATÁLOGO INSTRUMENTOS DE POLÍTICA URBANA NO ESTATUTO DA CIDADE, NA CONSTITUIÇÃO E NA LEGISLAÇÃO FEDERAL PLANO DIRETOR NA CONSTITUIÇÃO previsão: artigo 182, parágrafo 1º da CF; determinação

Leia mais

Câmara dos Deputados. Estatuto da CIDADE. Legislação. 2ª edição

Câmara dos Deputados. Estatuto da CIDADE. Legislação. 2ª edição Câmara dos Deputados Legislação Estatuto da CIDADE 2ª edição Brasília 2009 Estatuto da CIDADE 2ª edição Câmara dos Deputados Estatuto da Cidade 2 a edição Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001, e legislação

Leia mais

AS INTERFACES DO PLANEJAMENTO URBANO COM A MOBILIDADE

AS INTERFACES DO PLANEJAMENTO URBANO COM A MOBILIDADE AS INTERFACES DO PLANEJAMENTO URBANO COM A MOBILIDADE Quando focalizamos a condição de sermos moradores de um aglomerado, isso nos remete a uma posição dentro de um espaço físico, um território. Esse fato,

Leia mais

Propostas Mobiliza Curitiba para a revisão do Plano Diretor 2014

Propostas Mobiliza Curitiba para a revisão do Plano Diretor 2014 s Mobiliza Curitiba para a revisão do Plano Diretor 2014 A seguir, relacionamos as propostas elaboradas até o momento pelos integrantes da Frente Mobiliza Curitiba para a revisão do Plano Diretor de Curitiba,

Leia mais

Oportunidades criadas pelo Plano Diretor Estratégico

Oportunidades criadas pelo Plano Diretor Estratégico A CRIAÇÃO DE TERRITÓRIOS DE OPORTUNIDADE JUNTO AO SISTEMA METRO-FERROVIÁRIO: EM PROL DE UMA PARCERIA MAIS EFETIVA NOS PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÃO URBANA NO ENTORNO DAS ESTAÇÕES. ABSTRACT Ao longo dos trinta

Leia mais

REVISÃO PARTICIPATIVA DO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO PL 688/13. Outubro de 2013

REVISÃO PARTICIPATIVA DO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO PL 688/13. Outubro de 2013 REVISÃO PARTICIPATIVA DO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO PL 688/13 Outubro de 2013 ESTRUTURA DA MINUTA DO PROJETO DE LEI DE REVISÃO DO PDE TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS QUE

Leia mais

Plano Regional Estratégico da Subprefeitura São Miguel - MP

Plano Regional Estratégico da Subprefeitura São Miguel - MP Plano Regional Estratégico da Subprefeitura São Miguel - MP RETORNAR Sumário Título I Das Políticas Públicas Regionais. Capítulo I Da Política de Desenvolvimento Urbano e Ambiental da Região. Capítulo

Leia mais

PLANO DIRETOR DE NITERÓI

PLANO DIRETOR DE NITERÓI Lei n. º 1157, de 29 de dezembro de 1992 modificada pela Lei 2123 de 04 de fevereiro de 2004 Incisos V e VI do art. 221 alterados pela Lei 1594/97 Capítulos III, IV e VI do Título V revogados com a promulgação

Leia mais

JOÃO DOMINGOS RODRIGUES DA SILVA, Prefeito Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul.

JOÃO DOMINGOS RODRIGUES DA SILVA, Prefeito Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. JOÃO DOMINGOS RODRIGUES DA SILVA, Prefeito Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. Faço saber que o Legislativo aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte lei: LEI MUNICIPAL

Leia mais

Ao CONAMA Propostas do Fórum Nacional da Reforma Urbana, do Centro pelo Direito à Moradia contra Despejos (COHRE) e Instituto POLIS

Ao CONAMA Propostas do Fórum Nacional da Reforma Urbana, do Centro pelo Direito à Moradia contra Despejos (COHRE) e Instituto POLIS 1 Ao CONAMA Propostas do Fórum Nacional da Reforma Urbana, do Centro pelo Direito à Moradia contra Despejos (COHRE) e Instituto POLIS À Resolução do CONAMA que dispõe sobre os casos excepcionais, de utilidade

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome O Brasil assume o desafio de acabar com a miséria O Brasil assume o desafio de acabar com a

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. Dispõe sobre os parâmetros para a criação e o funcionamento dos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais

Leia mais

POTENCIAL DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEADE IMOBILIÁRIA PARA MOBILIZAÇÃO DE RECEITA MUNICIPAL. Cintia Estefania Fernandes cintia@pgm.curitiba.pr.gov.

POTENCIAL DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEADE IMOBILIÁRIA PARA MOBILIZAÇÃO DE RECEITA MUNICIPAL. Cintia Estefania Fernandes cintia@pgm.curitiba.pr.gov. POTENCIAL DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEADE IMOBILIÁRIA PARA MOBILIZAÇÃO DE RECEITA MUNICIPAL Cintia Estefania Fernandes cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA: ANÁLISE LEGAL COMPARATIVA BRASIL

Leia mais

A cidade que queremos!

A cidade que queremos! A cidade que queremos! FICHA TÉCNICA Texto: Carmen Bateira Fátima Tardin Gilce de Andrade Lima Isis Volpi de Oliveira Márcia Ribeiro Marcos Asevedo Simone Aparecida Polli Sonia Moura Xavier Cunha Valéria

Leia mais

ESTATUTO CONSTITUTIVO DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS

ESTATUTO CONSTITUTIVO DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS ESTATUTO CONSTITUTIVO DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS Primeira Alteração - Conforme Lei N 1.160, Junho de 2000, Decreto N 1.672, Dezembro de 2002, e Lei N 1478/04 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

Lei nº 8.111, de 08 de outubro de 2009.

Lei nº 8.111, de 08 de outubro de 2009. Lei nº 8.111, de 08 de outubro de 2009. Dispõe sobre a política municipal do idoso e dá outras providências A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: CAPÍTULO I

Leia mais

TRADUÇÃO LIVRE E NÃO OFICIAL. Recomendações sobre segurança da posse da população urbana pobre

TRADUÇÃO LIVRE E NÃO OFICIAL. Recomendações sobre segurança da posse da população urbana pobre TRADUÇÃO LIVRE E NÃO OFICIAL Recomendações sobre segurança da posse da população urbana pobre Princípios gerais 1. Os Estados têm obrigação imediata de assegurar que todos tenham um grau de segurança da

Leia mais

REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO

REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO O Desenvolvimento Urbano e a Constituição Federal AS COMPETÊNCIAS DA UNIÃO Art. 21. Compete à União: XX - instituir diretrizes para o desenvolvimento

Leia mais

LEI DOS INSTRUMENTOS

LEI DOS INSTRUMENTOS LEI DOS INSTRUMENTOS LEI Nº 2.333 DE 06 DE OUTUBRO DE 2006 Dispõe sobre os Instrumentos de Política Urbana no Município de Itápolis. MAJOR AVIADOR MOACYR ZITELLI, Prefeito do Município de Itápolis, Estado

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO LEI Nº. 277/2007. CEP: 5.50-000 Institui o Programa Casa da Família e dá outras providências. A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito do Município de Pilões, sanciono e promulgo a seguinte lei: Art.

Leia mais

ESTADO DO AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA. O Poder Unido é Mais Forte

ESTADO DO AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA. O Poder Unido é Mais Forte ATOS DO PODER LESGUISLATIVO LEI Nº 209 DE 21 DE NOVEMBRO DE 2006. Dispõe sobre PLANO DIRETOR PARITICIPATIVO DO MUNICÍPÍO DE SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA e dá outras providências. O Presidente da Câmara Municipal

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

AGENDA PROPOSITIVA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE

AGENDA PROPOSITIVA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE AGENDA PROPOSITIVA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE Com o objetivo de estimular o debate democrático, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) apresenta à sociedade brasileira sua Agenda Propositiva para a Saúde

Leia mais

O NOVO INCRA 1. POR QUE MUDAR O INCRA

O NOVO INCRA 1. POR QUE MUDAR O INCRA O NOVO INCRA Apresentação Estamos chegando ao final do processo de reestruturação do Incra. Foram alguns meses de árduo trabalho, construindo nosso futuro. Chegamos agora ao termo de uma mudança que foi

Leia mais

Art. 1º. Aprovar as alterações do Estatuto da Universidade Federal de Juiz de Fora, com sede na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais.

Art. 1º. Aprovar as alterações do Estatuto da Universidade Federal de Juiz de Fora, com sede na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Portaria 1.105, de 28 de setembro de 1998 O Ministro de Estado da Educação e do Desporto, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto 1.845, de 28 de março de 1996, e tendo em vista o Parecer

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA DO MUNICÍPO DE URUPÁ Palácio Senador Ronaldo Aragão PROCURADORIA JURÍDICA

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA DO MUNICÍPO DE URUPÁ Palácio Senador Ronaldo Aragão PROCURADORIA JURÍDICA LEI Nº 581/2013 DE 18 DE SETEMBRO DE 2013. Dispõe sobre a criação do Programa de Gestão Financeira Escolar ESCOLA FORTE, orienta sua implantação e adota outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento da Faculdade Católica do Tocantins (Facto), mantida

Leia mais

LEI 1519/08 DISPÕE SOBRE O PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ALVORADA DO SUL

LEI 1519/08 DISPÕE SOBRE O PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ALVORADA DO SUL 1 LEI 1519/08 DISPÕE SOBRE O PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ALVORADA DO SUL SUMÁRIO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL CAPÍTULO III DA FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE

Leia mais

Prevenção e mediação de conflitos fundiários urbanos

Prevenção e mediação de conflitos fundiários urbanos Prevenção e mediação de conflitos fundiários urbanos 1 Fatores geradores dos conflitos fundiários urbanos Reintegração de posse de imóveis públicos e privados, em que o processo tenha ocorrido em desconformidade

Leia mais

ANEXO II - DESCRIÇÃO DOS PERÍMETROS

ANEXO II - DESCRIÇÃO DOS PERÍMETROS SUMÁRIO TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS TÍTULO II - DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE Capítulo I - Finalidades e Diretrizes Capítulo II - Objetivos Capítulo III - Meio Ambiente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL. Simoni Dickel Bünecker

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL. Simoni Dickel Bünecker 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL Simoni Dickel Bünecker ANÁLISE DO PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DO MUNICÍPIO DE TEUTÔNIA/RS

Leia mais

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1047/2012 O Prefeito do Município de Pinhalão,. SÚMULA: Dispõe sobre as Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2013 e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.377 DE 23 DE FEVEREIRO DE 2005. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos

Leia mais

Desapropriação. Não se confunde com competência para desapropriar (declarar a utilidade pública ou interesse social): U, E, DF, M e Territórios.

Desapropriação. Não se confunde com competência para desapropriar (declarar a utilidade pública ou interesse social): U, E, DF, M e Territórios. Desapropriação É a mais drástica forma de intervenção do Estado na propriedade privada. É sinônimo de expropriação. Competência para legislar: privativa da União (art. 22, II, da CF). Não se confunde com

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015 MILTON CANUTO DE ALMEIDA Consultor Técnico em: Financiamento, Planejamento e Gestão da Educação, Plano de Carreira e Previdência

Leia mais

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO MACAPÁ-AP JULHO DE 2014 ÍNDICE APRESENTAÇÃO 1 INTRODUÇÃO 2 DIRETRIZES 3 PRINCÍPIOS 4 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

GUIA DE ORIENTAÇÕES CONSÓRCIO DE IMÓVEIS EMBRACON

GUIA DE ORIENTAÇÕES CONSÓRCIO DE IMÓVEIS EMBRACON GUIA DE ORIENTAÇÕES CONSÓRCIO DE IMÓVEIS EMBRACON Estimado Consorciado de imóvel, Parabéns! Você fez um excelente investimento! É um privilégio para nós, tê-lo como nosso cliente! É a oportunidade de juntos,

Leia mais

DECRETO Nº 34522 DE 3 DE OUTUBRO DE 2011.

DECRETO Nº 34522 DE 3 DE OUTUBRO DE 2011. DECRETO Nº 34522 DE 3 DE OUTUBRO DE 2011. Aprova as diretrizes para a demolição de edificações e relocação de moradores em assentamentos populares O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas

Leia mais

Boletim Informativo Oficial da Prefeitura Municipal de Barra Mansa NOTÍCIAOFICIAL

Boletim Informativo Oficial da Prefeitura Municipal de Barra Mansa NOTÍCIAOFICIAL Boletim Informativo Oficial da Prefeitura Municipal de Barra Mansa Ano VI - Nº 293 - Barra Mansa, 12 de dezembro de 2006 - Circulação Semanal - Distribuição Gratuita ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA

Leia mais

Curso E-Learning Licenciamento Ambiental

Curso E-Learning Licenciamento Ambiental Curso E-Learning Licenciamento Ambiental Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa do autor. Objetivos do Curso

Leia mais

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana Mundo Geo Connect Seminário Geotecnologia na Gestão Municipal Sessão Desafios para as Prefeituras: o CTM como instrumento de política fiscal e urbana São Paulo, 16 de junho de 2011 Cadastro Territorial

Leia mais

Veja a íntegra da lei 12.587/2012. Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012.

Veja a íntegra da lei 12.587/2012. Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012. A presidente Dilma Rousseff sancionou com vetos a lei nº 12.587/2012, que institui no país as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, publicada no DOU (Diário Oficial da União), nesta quarta-feira

Leia mais

Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte

Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte SEMINÁRIO NACIONAL DO ESPORTE EM CONSTRUÇÃO: SISTEMAS PÚBLICOS NACIONAIS E MODELOS ESPORTIVOS INTERNACIONAIS Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte Prof. Dr.

Leia mais

-Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros.

-Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros. -Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros. -Data: 05/12/2008 -Local: Instituto Pólis MORADIA É CENTRAL

Leia mais

Política Nacional de Mobilidade Urbana - LEI nº 12.587/2012

Política Nacional de Mobilidade Urbana - LEI nº 12.587/2012 Política Nacional de Mobilidade Urbana - LEI nº 12.587/2012 Natal/RN, 18 de março de 2013 Ministério das Cidades - MCidades Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana SeMob Departamento de Cidadania e Inclusão

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA FINANCIAMENTO DE IMÓVEIS NA PLANTA E/OU EM CONSTRUÇÃO - RECURSOS FGTS PROGRAMA DE SUBSÍDIO À HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - PSH

TERMO DE REFERÊNCIA FINANCIAMENTO DE IMÓVEIS NA PLANTA E/OU EM CONSTRUÇÃO - RECURSOS FGTS PROGRAMA DE SUBSÍDIO À HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - PSH Informações sobre o Programa de Financiamento de Imóveis na Planta e/ou em Construção Recursos FGTS - PSH 1 O Programa O Programa acima foi instituído por intermédio da Medida Provisória 2212 de 30 / 0

Leia mais