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AMÉRICA, 2 OLARIA, 1. FfSCAJLI ]V S RESTAURANTES E RARS PAGINA 5 PAGINA 9. Fundador: J. E. DE MACEDO SOARES

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Quem acompanha;nos jornais, o noticiário que nos vem da França e da tália, sobre as greves encabeçadas pelo partido comunista, não po mais pôr ém dúvida aue a União Soviética está fazendo a sua última tentativa para assenhorear.se da situação nesses dois pai. ses. forçando a entrada dos comunistas no por, pri. meiro passo para a completa bolchevização das duas grans nações latinas da Europa.. Tudo isso já é a guerra. Os comunistas italianas e franceses são a qulnta-coluna russa preoarando o terreno para uma situação fato. que consistirá na,dissolucão todas as torças tradicionais conserva, ção nas duas grans repúblicas, a realização uma aliança formal com a União Soviética, a introdução, mesmo, forças soviéticas no Ocinte europeu e,. pois, o senvolvimento acelerado ssa situação no ri.\ r»\v ^i r*h /<L 1 1 ^M Lm.^^^^ ti* Secrkario Marshall Parada a Conferência Dos Quatro A intransigência Molotov mpe os Trabalhos -- Bidaütá Mais Radical do Que Marshall LONDRES, 29 (De R. H. sentido do monopólio comunista, solidamente apoiado Sbackford, corresponnte cta Ü.P.) Após três horas no prestigio material incontrastáyel dos russos no con. sessão, cs chanceleres dos finènfe. "Quatro Grans" não puram realizar progressos so As sorns diárias nas ruas S. Paulo revê. Jam-nos que os comunistas brasileiros, já siludidos pro o processo para a preparação do Tratado Paz reconaulstarem uma situação legal, marcham a pas. j - j" cum a Alemanha, porem con. so célere para a execução um piano ~ sem duvida i cercaram em ncluir o novo já preparado sorns, greves e sabotagem em E&tado do Pakistã0 entre os todo o * pais. pui«es que verão particl- A atitu firme dos norte-americanos convenceu par da futura Conferência sobre Stalin e Molotov aue é a hora foercrr a sua o Tratado Paz. gran partida, abandonando a política coalizão com os Não. obstante, os pai. chanceleres não tidos esauerda. As velhas injúrias contra os sociaiis. puram chegar a um acordo sobre a gdmissão tas foram reeditadas em toda parte, s que o Co. cia Albânia, apoiada pela miníorm.criado na PoJônia lançou o seu manifesto retl. União Soviética, na citada ficando a posição dos partidos comunistas. sso indica Conferência Paz com a Alemanha. claramente, ou que os partidos comunistas se acham. A, siludidos obterem seus fins por meios normais, cons. discussão mais acalorada entre os chanceleres dos titucionais, mocráticos, ou se acham suficientemente Estados Unidos, França. fortes para a luta direta pelo por. Rússia e Grã-Bretanha Na França e na tália é mais que evinte gue os girou em torno da insistência partidos comunistas estão lutando, não pare conquistar Molotov se formar primeiro um um lugar ao sol gue já possuem como nunca" o tivexam rrias para chegar, pela pressão da massa opera, a Conferência Paz. governo para a Alemanha e pois celebrar ria, à plenitu do por. Em ambos os casos, trata-se Marshall disse que confia uma atitu cididamente anti.mocrática, visan. em que será formado um governo "aquado" do substituir a vonta popular expressa nas últimas para a eleições pela vonta do Partido Comunista, Alemanha antes da celebração da Conferência, porem, Batido nas urnas, apela êsfe para a greve geral, a fim criai, se opôs tenazmente a fazer através do caos econômico e social, as condições pro. (OoncZnl no 8» pagina) pícias ao golpe Estado. Julgaram muitos ingênuos que o PC francês estava fazendo agora um mero jôqo político circunstância, que objetivava afastar De Gaullê do por. Tarifo isso não é certo gue rejeitaram a possibilida um governo socialista e sencaa. ram á greve contra à vónfa do setor socialista da CGT.,, ; A luta é, pois, cisiva e não uma simples mano. bra episódica. Faz parte, da guerra não clarada que a União Soviética sustenta contra os Estados Unidos. O governo francês como o italiano se vêem obrigados a mobilizar forcas militares para fenr-se contra a quinfa-coluna Stalin. É curioso que, a esta altura dos acontecimentos, ainda encontremos parlam enterres mocratas «líres católicos como cs srs. Tristão Atai e Hamilton Nogueira que sirvam inconscientemente os prooósi. tos dzzcrt cuinta-coluna, sob a alegação, gue a iegorline do partido comunista, as amplas garantias dè ação para esse partido, a plena liberda para êle tra. mar a perda do pais e do regime, tudo isso é o gran e pc~?iio remédio para matar o comunismo. Certamente, não é a perseguição cega, fanática, impiedosa conha comunistas ditada por uma ditadu. rapolicial o gue matará o comunismo. Mas os exempies da França e da tália mostram que a expansão co. munísfa não se fem por si mesma, num clima leqal, encontrando afinal o seu ponto saturação. É esta uma ílücso neriqcsa aue abriqam muitos esnfritos mocráfices. lmooe.se que a mocracia se fenda em tem..,, r.,._0> criando óbfces à sua expansão com pru. veia e firmeza, o que é, sem dúvida, razoável e legi. fimo, vez gue se trata uma organização esfrancreirá atuando abertamente contra as instituições, n. (ro do pais. f. Entre a Vitória Schuman e o Começo da Guerra Civil Entre Hoje e Amanhã a Hera Decisiva da França Medidas Extremas do Governo, Propôstas e Ameaças s Comunistas PARS, 30 -(Domingo) (U. P.) Urgente A Chefatura d» Poljcia ornou o fechamento, aos 30 minutos hoje, todos os cafés, restaurantes e "cabarets" sta capital. MEDDAS EXTREMAS PARS, 29 (U. P.) O ministro do nterior, Jules M«.ch. anunciou que o <?cvernq recorrerá ao sistema cretos para impor leis sfnadas. a conter a onda greve no pais, caso continucm as-táticasdllatnrias dos comunistas no seio da Assembléia. Os cretos ficarão sujeitos á ratificação posterior por parte Hi assembléia. PROPOSTAS E AMEAÇAS <t> COMUNSTAS PARS. 29 pores (De policiais extraordinarios durante seis meses Joseph W. Grio-jj corresponnte da U.P.^ para suprimir a agitação comunista O primeiro min"stro francos. Uma legação da C.G.T. Rnbert Schuman. ornou a visitou o ministro do Trabalho apreensão das edi ões e o fecr-amento dos escritórios e das Dansel Meyer. estando a mes. ma presidida nricinas dns diário- comunistas, por Benoit Prachin, lir comunista da Con- cnnuanto na Assembléia Nacional era tratada a raoida a.provação das medidas que- recomendam a perrcfuii^ão, e r> julpamento dos atitadores traba- hí"tas comunistas. A Conferação Geral do Trabalho, controlada pelos comunistas, ato continuo pediu, a Schuman o reinicio das negociacões para solucionar a onda greves, q/e já - atingiu-, a trabalhadores. è paralisou virtualmente a vida econômica nacional. nformou-se que os dirigentes trabalhistas propuseram or nar o imediato regresso dos trabalhadores aos seus postos, caso Schuman concor cm reiniciax as. negociações. Essa cisão da C.G.T. veri ficou-se pouco pois Schuman haver pedido á Assembléia <a Vereador Cardoso Repele Adauto L. Cardoso a Advertência e Faz Acusações A Disciplina Partidária, os Deveres Morais e os Empregos a Filhos, Genros, Sobrinhos e Clientes Eleitorais A Resposta do Vereador á - União Democrática Nacional do Distrito O vereador Adauto Luçlo Cnvdoso dirigiu á UDN do Distrito a seguinte carta: "Rio, 29 novembro 194"} Sr. secretario geral da Comissão Executiva da União Democrática Nacional Seção do Distrito Feral. - Recebi ontem um oficio assinado por v. s. no qual me èra dada ciência que essa Comissão Executiva liberou aplicar-me a pena advertência por causa da carta qup dirigi ao vereador Carlos Lacerda, solidarizanzando-me com ele na diacuseãp publica assuntos privados do partido. Antes fazer.me essa comvnicação, a Comissão Executiva retirou do caso qualquer característica que tivesse reserva ou sigilo partidarlo, fazendo publicar na imprensa diária uma nota eobre suas liberações em ^suateria disciplinar; e membrof ssa mesma Comissão comentaram esses fatos em entrevistas concedidas a Jornaifi vespertinos entem. Aplaudo essa publicida que espíritos timoratos julgiim "ij nociva aos créditos da D N." e que. ao contrario disso, só po servir, á piiracão nossos quadro«partidários, pelo esclarecimérito e corretivo constante da nossa linha conduta. E, (Conclui na 6a pjgtnn} feração, e Leon «Touhaux. ohefe socialista da minoria dis!- nte dos trabalhadores que se opõem á greve. ApeSnr dos rumores que a legação trabalhista prometeu ornar o fm da greve se aa negociações forem reiniciadas, receia?e, se o governo rejeitar a_ sugestão que se verfique uma cisão no seio da Confera-ao e oue a maioria comunista consiga imrjor sua terminarão, clarar a greve geral segundafeira Provirna. A visita da leeraeão traha- hista ao P^niterlo do Trabalho durou hora e meia. nter rot^do ao sair do Ministério itpjjnãiw rn<:nondcu oue "torn<>r»mo<i a vl^i+^r o ministro do Trabalho ás horas". Senador Prestes A Maior Verba Para a Pasta Viação e Obras Em Seguida, a Fazenda e Guerra Saldo Mais Um Milhão Concluída a_ Votação do Orçamento A Câmara dos Deputados concluiu cutera a votação do Orçamento que fixa a receita e a spesa para o exercicio Kstá orçada» receita em Cr ,00 e a speja em Cr$ ,00. Como so Protesto Contra a Cassação Os Primeiros Passos Em São Paulo Semelha/ica e Simultaneida Com a França e tália Aumentam os ndícios que os comunistas estejam pre parando um movimento gerai do agitação no país, r»r moti. Vo da cassação dos i mandatos, coincid ndo com a palavra ^ 9) orm insurrecional que pôetn cm pratica na Praxji. e na tália. y - Ontem, foi 0 representante do PCB na Câmara, putado C.audino José da Silva, que clarou expressamente da tribuna parlamentar: A um povo ou a uma ciasse é mas digno morrer lutan. do do que capitular diante da reação. Era um claro incitamento & luta. ANSEDADE Ao mesmo tempo, do Norte adiantaram os últimos telegiamas qpe os ccmuni.-tas estariam preparando perturbacõss da orm.. João Pessoa; e Recife vio passando por mementos «xpec. tativa ansosa, sob os rumores %úe os agentes do credo vermelho se dispõem a levar suas ameaças á execução pratica. SAO PAULO Agora, é em São Paulo que (Conclui na 6» riaglnii (Cónclnjâo da 6" pasinn) A REVOLTA DOS SUPLENTES Como Se Explica o Furor Punitivo da UDN Cariocâ Aumentos 400 % Para os Amigos Sete Funcionários Para 1 Vereadur Está lavrando na UDN canoca a revolta s suplentes. Sod o pretexto fenr a unidaüe partidária, a disciplina, a ética e outras coisas que nunca re importaram, numerosoa cavalheiros sconhecidos partiram em ofensiva ao mandato que o povo não lhes con ceu. Uma importante vitória Ja conseguiram os meurretos. ap«- raram-se da Comissão Executiva dô partido (seção do D. P.) e fizeram príloneiro o senador Hamilton Nogueira. Dessa posição, solidamente entrincheirados nos altos posto» do hierarquia partidária, lmciaram o bombario sobre «planície. Para começar^ su» penram o sr. Cariou Laòmui quem se queixam pót não haver "arrastado" cinauenta vereadores na eleição clc zembro; Depois, advertiram o sr. Adauto Lúcio Cardoso. lir do partido na Câmara e uma das poucas pessoas réspeltaveis com.que conta aquela smoralizada nstituição. Em seguida, acenaram parn alguns vereadores. que. semprn julgaram incomoda a compa nhia dos correiegionarios vigtlantes, e tos juntos saíram a ladrar pela imprensa e peisu* esquinas, num espetáculo qu^ está a exigir da alta direção ao partido e dos órgãos base (se é que estes existem) uma vassourada em regra no» rebels. **SAO PAULO39 Companhia Nacional Segures Vida Sucursal no Rio Janeiro AV. «O BRANCO, 114_6 DRET< >RES Dr. José Maria Wbitnker / Dr. Erasmo Teixeira Assunção Dr. J. C. Macedo Soares ü PRE1EXTO O pretexto que se vai» ram o* súptentesi para irromper p movimento", foi a atltu dè protesto que os sr». Adau to e-lacerda assumiram conira a pilhagem doa empregos d» Câmara. Aprovei! ando-se da voracida latente em outro* vereadores da UDN acs qual? a legenda do partido fora sempre incomoda os aspirante» entornaram a bancada em cí» ma das duas únicas figuras aue realmente representam o Partido do Brigairo na Câmara Municipal. A VERDADERA HSTURÍA r A história, dos fatos recentes, que explica a aliança entre pu plentes incontidoa e vorazea contrariados, é. em -Síntese, a seguinte: quando ae tornou evinte que os comunistas rto sr. Amarílio e òs sócios do sr. João A berlo estavam diaposios a incorporar as finanças da Câmara Municipal ao patn mõnio seus CorreliRinnarínr e amigos, a bancada da UDN re-, solveu, per. iniciativa rto - > lir, òpor-se á pretensão. Nes- sa altura dos acontecimentos,1& havia tomado corpo aquela monstruosida que recebeu o numero 18. O sr. Acioly Un*. petebi-ta porém precavido, sugerira a criação do lufíar do diretor contabilida, com oito mil cruzeiros mensais, e indicava o seu próprio nomo para o posto sacrifício, outros vereadores^ assanhados cora a perspectiva da criação d0 uma centena empregos, Já telefonavam para as respectivas famílias pedindo nome àtilhados e parentes. ()"e faí. enlão. o lir da UDN? Percebendo que a carne dos j-eus. amigos não era das mais forles procurou leva-los a firmar; um documento cinco iten>, pelo qual a bancada se conv prometia a 1» _ só permitir <» criação cargos absoluta-.fc&a&lui aa 2.» jag.i [ / 4 r Presidanie Albeiío Ed. M. Soares: "0 Momento é Definição" Apoio ao Governador Fluminense Um Grupo Amaraüsta Recebendo, no Palácio do Tngá. uma legação politi-os amaralistas Maricá que lhe foi hipotecar sua solidarieda, o governador do Estado do Rio. cel. Edmundo Macedo Soares e Silva, pronunciou, em resposta ao orador da kgacão, um breve improviso, no-qual ocentuo-i que, ultimamente, tem recebido, no posto em que o colocou a vonta dos fluminenses, exi res3ões solidarieda elementos prestigio no PSD. inclusive vários seus direló- (Conclui na 6.«pag.) Messías R Sad0 ou HZ % Branco seco, são grans vinhos.

2 \..j ; -! :. : J..-. :. A REVOLTA DOS SUPLENTES (ConeZuiJo da 1* *Jgma) rnente indispensáveis ao serviço; 2 recusar o projeto que puiúia em disponibilida serviço* os dlrecorta 3» _ pieitear o provimento dos cargói iniciais por concurso; 4 terminar a reauzaçâo s concursos por órgãos técnicos estranhos a influencias partiüarias; 5o dar preferencia aos interinos somente cm caso» igualda conaisões com candidatos estranhos. Foi difícil obter- a assinatura do pessoal. Mas pois, álgumas márchos o lír Adaucto conseguiu, em certa reunuc realizada na residência do sr. Breno da Silveira, que a maior parte dos «eus companheiros firmasse o documento. Nessa altura, porém, entram cm ação.03 suplentes. A for mula não havia -agradado aos noracadores. O que eles queilam (eles tão o sr. Pais Leme, Jorge Lima, Ari Barroso, Bartletfc Jamesr-Ligia Bastos. Gama Filho etc*.) era a U- bu-da nomear a torto e a direito. Perceberam isso os»spirantes que começaram logo a espalhar q <: o. teomprornisjo A e>ur«0u d, e,0,a ^ todos os»omo»o» t>or\t> ^ gerii d. Woll Oi»n«y/ c/e 01*»»., para o #*<> Á VENDA NA Casa Slopjík era por mais austero, rígido, ntransigente, inabil e inconvenlente. Ruminaram, rumlnaram, rumlnaram e acabaram por obter que o -sr._xay.er Araújo (o primeiro entre os su plentes). fosse encarregado.encontrar a -formula, isto é, A FORMULA. De posse da encomenda o «r Xavier chega, imediatamente, a uma conclusão: impunha-se adiar a votação do projeto. Como se vê. a fórmula nao chegou a existir. Houve, apenas. adiamento da crise. Mas esse. adiamento não pa«r sava uma solerte manobra No penúltimo dia dos trabalho* ura vereador outro partido procura o sr. Adaucto Cardoso e pe-lhe que consire o caso especial dos taquigrafos, alguns dos quais haviam trabalhado o ano todo,, graça, e esperavam ser nomeados pelo menos inie rinamente. O adiamento daxvotaçâo do projeto prejudicaria, por força, esses candidatos. Embora não haja na legislacão qualquer dispositivo que di íerencio esse?, servidores voluntarlos dos mais aspirantes tt emprego publico o sr, Adaucto Cardoso, ixando-se levar pelo aspecto humano da questão. Julgou que se podia tratar caso dos taquigrafos sem ab^ir brecha á enxurrada preparada pelos comunistas, trabalhistas. pessedutas, e etc. Procura então o sr. JEavie. Araújo que òra encarrega, do examinar o problema o solicita-lhe que cui do a:sunto, sob esse novo aspecto. O referido suplente respon, lhe nesse altura que Jâ havia encontrado a fórmula para o problema dos taquigrafos. e para outros problemas tambem. A fórmula veria alguns momentos pois o sr. Adauc to Ca: doso consistia na votação súbita do projeto que o próprio sr. Xavier julgara conveniente adiar. AS NOMEAÇÕES DE AMA- HLO Colhido surpresa, o lii da TJDN po obter, apenas, qu( também se aprovasse uma indicação contra a nomeação dos interinos no período das ferhs Essa indicação tinha a assinatura dos srs. João Machado e Catalano, entre outros. Pois bem, quarenta e oito horas pois, todos os interin-v estavam nomeados e empossados, inclusive os protegidos doi omeadores da UDN! Prevjna-separao NATAt COMPRADO ROUPAS PARA SEUS FLHOS NA FABRCA RUA HADDOCK LOBO, 54 - Fone ~" i Rio Janeiro, Domingo,. 30 Novembro 1947 DARiO CAROCA Ante essa graviesima viola cão das ljbe: ações da própria Câmara o sr. Adaucto Cardoso fez o que lhe competia: procurou o sr. João Alberto para saber o que se parsava. O presinte da Câmara Municipal levantou os-braços, * consolado, e exclamou: "Não gel, meu caro, não sei t O Ama rilio traz-me as nomeações e eu «a assino. E tudo!" Com aquela bonda que o caracteriza o sr. João Alberto esqueceu acrescentar que enlre os nomeados.estavam ciuco ou seis amigos seus. Um les. o sr. Abelardo França, fora < upar, excitadisslmo, o-cargo do aimoxarife, padrão N, que nléra ser provimento çre tivo ren. CrS por rato. O GOLPE O resto é do conhecimento publico. Metido na gamela até as orelhas o pessoal da UDN esbaldou-se cm companhia ao sr. Amarilio. do sr. João Alberío e outros. O sr. Carlos Lacerda, justamente indignado com a imoralida e a vergo nhosa capitulação dos seus companheiros, velo a puulico protestar, contra a traição..acusa- <Jo3, smascarados, bs suplentes e vereadores culpado» umram-see,., puniram o sr, Lucorda e. advertiram o sr. Adaucto, Não é cômico? O ASSALTO Vejamos, agora, o que foi o assalto comunistas, trata- histas e outros vereadores nicipal reajustou os veneimentos seus funcionários que subiram, em média, 2 a 3 padrões, havendo, mermo, casos em quç o reajustamento aicançou 5 padrões. Não.contente com esse aumento a 1 novembro 1947 Câmara Municipal u nova estrutura á sua Secretaria (reso lucão n. 23), baixando as tar belas dos quadros Pormanentft e Suplementar. Dessa tabela jonstam 357 cargos, compreendi..os entre 05 padrões H e R Houve, portanto, uma.crescimo J57 cargos, pois o reajurtamento julho 1947 extinguira 3 cargos. Tal acroscimo foi efetuado nos segumtes padrões: H 31 cargos; 59; K -~-l5; L 27; M - 11; N 13; O -- 7 e R 1 Foram extintos 4 cargos -lo pa drão J; no padrão Q ->- 2 e no padrão^f l. saparece ram os padrões D a G e Q. Na referida Resolução n. 23 conet^m como cargos "isolados", provimento "efetivo" os Assistente Secretario da Mesa; quando na PDF os Assistente são exeicidos em co- Missão. UM DELEGADO MPOR-. TANTE Enquanto qu*e o Encarregado Policiamento da Câmara ocupa cargo padrão O, em caráter efetivo, o diretor Vi glanci3 da Prefeitura, que excrce jurisdição em todo odstrito Feral, ocupa cargo em 00- missão, no, padrão P, ou sela com igualmente uma diferença sprezíveis para mais _, QH mara apenas Cr$ Municipal 750,00. Por ou d*o üiõ Ja- J tro lado. um, legado dô De is j. Pelo creto! partamento Feral feral Segun rançt Publica, * Uor que réspoxrie 194b irjls* H u P r uma legacia distrital ou * oat^±-+repubí?\aua! auxiliar, tambem rizçu o em comi:sao prefeito a restabelecer tem um cargo o do padrão O. O quadro e os direitos dos run- \ m^smo se verifica cionarios com da o En Secretaria da Ci- \ carregado Pessoal. Na Canf«X^ tt1v,a , âl>> mara car8 Distrito * Feral." eíiüvo provimento e ^ 0 p2dl^0 N> bm cumprimento ao dispost,.) um quadro 366 nesse funcionários diploma legal o prefeito j Na PDF, o responsável r0r ~ órque na ocasião era o sr. Hil J gâo congeneie - brando O Deparfe» Góis baixou o1 " ^F creto n , 25 íovereiro do corrente ano, restn belecendo o quadro do pcsso.u da Secretaria da Câmara. Esse quadro seria conrtitui peto» antigos uncionarios efetivos» daquela Casa que se encontravam adidos ou tm exercício a-x Prefeitura do Distrito Feral e peloí elementos novos que fos;em necessários. Nesse quadro ficaram restabeleddos os 203 cargos va rias categorias existentes em 1937 e que ficavam enquadra dos nos padrões D (Cr$ ) a Q (Cr$ 7.500,00, RÜA VSCONDE DE JNHAÜMA, LOJA^ PASSAGENS AÉREAS, MARÍTMAS E TERRESTRES, ESTRTAMENTE TELAS TARFAS OFCAS, SEM QUALQUER AUMENTO DE PREÇO DEPARTAMENTO DE SORTEOS RESULTADO DO SORTEO RSALZ,0 EM 29 DE NOVEMBRO DE 1S«" SERE EXTRA Mensalida Cr$ 10,00 6rJ , C , OrÇi 500, Cr$ Cr? 500, ,: ; r$ 500, Cr$ 500,00..., r. C?r$ 500, r Dr$ ^00, r$ 500, Cr!? 500, ? CARTA PATENTE M6 SERE "B" Mensalida Gr$ 20,00 ^ ,00... >r$ , r$ 1.000, ^r$ Or$ 1.000, V$ 1.000, >$ >$ 1.000, >í $ "-í Prêmios Cr$ 200,00 hveraãc do Prêmio Princpal 200 Prêmios Or$ 100,00 Centena do ^remio Principal Os portadores cupões gratuitos com os números acima verão procurar a se da "BRAZUA" VMo - AMARO ABDON DE SOUZA E SDLVA Fiscal do Governo informações: Passagens: O Próximo sorteio será realizado em 31 zembro 1947 N~ggwg»!»» satbèmàmmm da seguinte maneira; 1 na ciasse Q; dois na -classe gilancia são os chefes Distrito que ocupam cargo 1 n cb- O; tre* na classe N; dois na classe M> r. issão, trôs padrão M (Cr$ na classe L; doze na classe 4. ). Na Câmara, os AJu- K; 19 na classe J; 1 na classe dantes do Policiami to, Aiíxi ; trinta e seis na classe H; liares e Fiscais, ocupam carge zessete na classe G; trinta na isolado, efetivo, nos padrões J clasre F; 37 na classe E e 40 na (Cr$ ) L, (Cr$ ) classe D. e M (C:$ 4.). Pela Resolução n. 8, 14 Constam, também, dos cargos julho a Câmara Mu- isolados, provimento efetivo, mento do Pessoal ocupa car g< em comissão, no. padrão P e superviriona quadro cer ca funcionários! O cargo ae Aimoxarife, na PDF,. é carreira e vai da letra G á K (CrS 1.650,00 a CrS 3.30O00). Na Câmara é cargo isolado, provimento efetivo padrão N (CrO 5.250,00). O Estatístico, na PDF. e. tambeml carreira vai da letra J á letra M (Cr$ 2.700,00 a Cr$ 4.). Na Câmara, é efetivo, isolado e padrão N (Cn 5.5*50,00). Na PDF os auxiliares do diretor do Departamento Vi os "Ajustadores maquina escrever" com padrão <Cr$, ). Na PDF tal função,ié exercida por Artífice (classes 3 a 14 CrS 1.050,00 a Cr$ quadro da Câmara Feral com da Câmara Municipal, veriíi ca-se «que esta em 357 fur.cionarios j 1.750,00). j Quanto aos cargos pira um total.50 vcreadoréj, na marce- neiio, lustrador, eletricista, serj ralheiro. to, proporção, pórtan 7 funcionários para cada pintor, mecânico, es-" vereador. Na tão Câmara Fera, incluídos no Quadro Suplp há 304 mentar putados da PDP com para um quadi. 287 funcionaiios, iito c a nomi nação "artífice" nos padrões 7 e 5 a que ;orrespon- na proporção menos, 1 funcionário m os vencimentos Or$.. para cada putado 1.250,00 e CrS 1.150,00. Na Camara A FARRA, são cargos isolados,, provimento efetivo, com o.padráo ou seja CrS Na PDF. um Zelador ocupa cargo. carreira, nas classes H a J (CrS i.950,00 a Cr$ ,00). Na Câmara ocupam cargo isolado padrão O (Cr$ 6.000,00). K (Cr$ 3.300,00) e L (Cr$ 3.900,00). Na PDF. a carreira Viglante compreen 2 classes D e E (CrS 1.050,00 e Cri 1.250,00). Aos guardas da Camara foi atribuido padrão, ou seja Cr$ 2.250,00. Na PDF, um ascensorista g3- nha C$ 1.300,00. Na Camar<i Cr$ 2.250,00. Telefonista é cargo carreira na PDF, com remuneração Cr$ 1.250,00 a Cr$ 1.500,00. Na Câmara é cargo isolado com o vencimento dé CrS Na PDF existe, no Quadro Permanente, a carreira motorlsta, que vai E a H (Cr$ 1.250,00 CrS 1.950,00); na. Ca mara é cargo isolado, com padrão, (CrS 3.250,00). O QUE FO VJOLADO Trôs observações principais resultam rsas comparações : a) um modo geral os fure çionarios da Câmara Municipal percebem rnui^o mais dos que os da PDF em funções equivalentes o que constitui uma flagrante violação dos principi->s já consagrados -*- iguí,j remuneração para trabalho idêntico; b) vários cargos, normalme-nte consirados carreira. nclusive no Servido Publico Feral, tais como Aimoxarife, Estatístico Artifice, Zelador, Ascensorlsta, Motorista, etc. foram classificados na Camara como "isolados provimento efetivo". E evinte que esse artificio SENADO Trabalho Dobrado na Votação do Orçamento Criticas á Câmara 0 Lir do?;s.d. Também Tem CuSpa Campanha Eleitoral Com Verbas Orçamentaria* A «emana foi inteiramente dicatfa á votação do Orçamento. O trapajho redobrado da Câmara Alta foi. em «ron parte, vido ao fato da Camara do» Deputados ter prendido a Proposta enviada peto governo durante longos cinco meses, apõe o que resolveu estudaro assunto. Quando faltava, apenas, monos um tnes para so esgotar o prazo conbütueíonai do Or çumento subir á sanção, chegou ao Senado, que, imediatamente, entrou a realizar sessões sucessivas plenário e comissões. A tarefa.ee cumpriu. Nos últimos momentos do prazo constitucional, o Congresso votou o Orçamento, A obra, porém, ficou imperfeita, como todas as obras ofogadilho. De afogadilho trabalhou o Senado, mal tendo tempo rçver 4s pressas 4 matéria vinda da Câmara. Numerosas emundas foram feitas, a motor parte das auai& rejeitada, pois,-pela Câmara. Esse fato magoou fundamente vários senadores, djsp»tos que se encontravam a fazer serviço, meritório nora seus Estados e para o pais. Obraa importantes foram esquecidas, regiões inteiras, oarc cidas verbas para soluça», problemas dos mais graves foram relegada» a segundo paiio. cenão a total sconhecimérito. <Ò Orçamento fiai aprovado no prazo constitucional. O ressentimento.ficou, porém estremecendo, as boas! relàcói* entro as duas casas do Con grosso. As duras criticas levantada* no Senado, á Comissão Fi nanças da Câmara, pelo sena dor Ribeiro Gonçalves, da UDN. consumo rara íngress< nos cargos carreira;. c) por outro lado cargos tra dicionalmente - consira dos confiança, a seren exercidos em comissão, co mo Assistente, Encarregado d- Policiamento, etc foram consirados pe a Câmara Municipal como di provimento efetivo. Dos cargos carreira, entr»- outros, constam os seguintes, n» Câmara; Bibliotecário, com oi. padrões K a Ó - Cr$ !; à CrS 6.000; )). Na PDF, a mesma carreira vai dé a M ou seja Cr$ 2.250,00 a Cri 4.500,00. A carreira Arquivista Vai «ia; Câmara, K a O (Cr$ O.CÚ a Crí 6.000,)). Na PD> vai E a H (Cr$ 1.250,00 a Cr$ ). ÇQMPARAÇAQ Finalmente, comparando o Comparandorse os trôs atos que cogitaram do da quadro Câmara Municipal, veriíica-sf que a spesa anual que, á épo ca do primeiro ato (creto 8.796,. 5 fevereiro 1947) orçava em cerca Cri> 2.29*.248,80, no segundo (Resoiução n julho 1947) subiu a Cr$ ,00 já, com uma diferença, para mais, cerca do triplo dá pri mitiva cpesa, e a,cr$ ,00 com o ultimo ato legislativo (.Resolução u. 23 novembro 1947) que aumentou a spesa nicial ccica sete vezes. Em 1939, á época em que í.. baixado o creto-lei n que reajustou os quadros e vencimentos do pessoal da PDH"1 um oficial administrativo ciasse 71 (H) percebia Cr$... J ,00 anuais. Atualmente, com as reestruturações e â j mentos gerais verificados, o mesmo oficial administrativu ganlia Cr$ ,00 aauais. Teve, portanto, um aumento da cerca 80%. Um 2. oficial (H) da Cama ra Municipal ganhava, em íevereiro 1947 Cr$ ,Jü anuais. Em Julho do <nesmo úno passou a ganhar CrS... &í.000,00 (M). Teve um axesso 5 ciasses H a M. Um aumento superior a 400% em apenas 5 meses! Pela Resolução n. 23 foram extintos 05 cargos oficial administrativo e criada a car reira d< oficial legislativo com as classes K a N. Terão, por tanto, oportunida subir mais uma classe. Foi contra essa farra que se insurgiram os srs. Carlos Lacerda e Adaucto Cardoso. Mas. como-a UDN entrou tambem na panela ao lado dos Amarilios e João Alberto não tolerou o protesto. Puniu os dois Visa apenas burlar o mandamento constitucional re- outros sub-homens para satisfação dos suplentes e ferénte que a in- á obrigatorieda íesíam. do Plaui, e pelo próprio llr^, do PSD. sr. vo üç Aquino, sàu í em gran parte proçcnlcs O sr. Ribeiro Gonçalves. ni\o j Uive peia» na língua. Dlase ; fraricarnente, quç os putados j fizeram obra campanha elej- i toral. na votação do Orçamen-J to. - j Ajeitaram as cojsas ma- weira a íavorcçir seus fc-sta- \ doi. seus munlcipi0sè do manei- i ra a atenr a seus eleitores, numa vlsüo oítreita regi"- nalismo, em lugar legislar com o sentido amplo dos problemas e das necessidas liacio n ais. O lir do PSD formulou suas criticas em sentido diteroiut porém nâo menos contunnte. Disse, abertamente, que a Camara era a única responsável pela balburdia com que a 8enado votou o Orçamento, Prenu tempo. a proposta durante longo Quando se esgo-! fava prazo mandou l.v-ijo p»ra o Sanado que, em vintr dias, fez um serviço do vários meses..-.; j Mas é, interessante, tambem, > (Conclui na 4.* pag.) ti ^m^^mm^ê Paro conserva-los sadios e perfeitos, claros, serenos e belos. Mm mtm&tn i 0!"wi«f Resultado do serteio amortização tíntecipada redizado em 29 Novembro 1947 COMBNAÇÕES SORTEADAS LPC CLV HWG T C V PPY LVA ZBY L L Z Os portadores títulos que tiverem «ma das combinações supra citadas, serão reembolsados do capital garantido acordo com as Condições Gerais. ECONOMZAR PARA PROSPERAR Economize e Prospere adquirindo títulos d<* SATÜRNA CAPTALZAÇÃO S.A nma nstituição morna a serviço sua economia. nformações e Aquisições títulos na se social ou com nspetores, i Avenida Erasmo Braga. n. 255, 2. pavimento. Caixa Postal 4238 Tei Enreço telegráfico "GGANTE" Rio -(Janeiro. m^m\ mw^ J^wu>,,*i»i* >4fc^^B ^^^. ^^^^^^^^^* \ ^vjj^^^m/: Registros Diplomas AVSOS CONTADORES B G. LVROS: De acordo com o art 12 do 1S^faÍF>OB rta F90, ESCOLAS LVRES. (Curso Superiora PA"0^0 *0m ú Aviso a." 581, 27/7/47, verão rvquercr o DPLOMADOS EM COMERCO POR ESCOLAS LVRjrç TRATAMOS DE QÜALQUm A^UNTO REFERENTE anblno AO,vm...,. BÜREAÜ UNVERSTÁRO Avenida Atojrante. Barroso, 11 -P anda^ _ Te «_. Direção WALDYR EUGÊNO ES MENEZES

3 < tr*m f.-7rw-»-l ,.t!,,!...v;...--.^...,.^--^,,,..- -^r,--ri:,,t, ;.: -:. -;.-* Mjr-Trm DÁRO CAROCA Rio Janeiro, Domingo, 30 Novembro 1947 APROVADO PELA ASSEMBLÉA LEGSLATVA DO ESTADO DO RO O ORÇAMENTO PARA 1948 "Superávit" Cr$ ,40 Havia Um "Déficit" Previsto Mais 6 Mi- hões e Meio Cruzeiros, na Proposta Original Foi ontem aprovado, pela Assembléa Legislativa do Estadt. do llio, o projeto lei n. 233 que compreen t lei oixamenta-ia para: Dos bates havidos na Cdrrii.E&o Fintnças e no plenário daquela Assembléia. resultou um "superavif 4 milhões e meio. embora a proposta inical.. env.a da pelo Por Executivo, apresentasse "déficit" carca 7 milhões cruzeiros. Oõ totais apresentados pelo Executivo eram os seguintes : B -celta.... Cr$ , Despesa.... Civ C3,(iC Déficit.... Cl$ tiâ dlnaria ontem, são os <*- ntes:. Receita.... Cri O00.C0 De-pesa.... Cr$ OU Superávit.. Cr$ C6.40 Licenciamentos Veículos Para 1948 Departa- Secundo apuramos, o mento L.cenca. ii tem,t do o material preparado para o inlcij da cobrança <le licenças auto_ movei, que verá ser inlclacto a. 3 inntlro..km conseqüência dos estudos A dlstrlbu cão ie procesiarft na feitos pela Comissão Fln^nças, durante vario-, dias tra- dores dos conhecimentos uae4- os se do Departamento, a rua San. ta Luzia 11. pondo os norta balho e das emendas aprovadas rm nualquer Distrito Arreca em plenário, que implicaram.no da cão corte varias verbas cohsi Quanto ao imposto. ou taxa ««>_. j-. hre bicicletas a similares recen radas disponíveis por não te-, j temente restabc.dos. o Denartã. rem sido aplicadas no orçamen" mento Licença», vai nrimeira. to do ano corrente, resultou um mente levar a efeito a lmplanxnc.no "superávit" apreciável. j Para dopoi. ejeeutar.. cobram* rz í +«i. -,,!../,»,..,»...» j«* ou««ô «era niciada lá nele ra Os totais.aprovadtj em dis- d marco ou.- abru d0 áno vn_ cu^ão final na sessão extraor douro. A Estrada Mangaratiba a Angra Dos Reis e o Governador Edmundo Macedo Soares e Silva A Verba, Sua Entrega ao Chefe do Executivo Estadual e as Objeções ii Examinadas Em Discurso do D eputàdo Soares Filho, na Câmara Falando ontem, na Camara dos Deputados, sobre a ata; o sr. Soares Filho, representante da, UDN do Estado do Rio, pronunciou o seguinte discurso: "Sr. presinte, tomei a palavra, neste instante, apenu«para uma claração que se faz necessária minha parte como representante do Estado do Rio Janeiro nesta casa. Ontem, quando falava o sr. putado. Barreto Pinto, tive oportunida dar um aparte, que pela terminação inopinada do meu discurso não foi colhido pela taqülgrafia, e a minha "ciaração cifra-se em reconstituir esse aparte. Disse o representante carioca quando combatia a emenda n. 58. concendo verba para a construção trecho da estrada rodagem yue ve ligar o múriiclpio Mangaratiba ao porto Angra dos Reie, estrada essa tão necessária ao Estado do Rio e ao Minas, interessados- no aparelhamento do referido porto e no seu fácil acesso, que votava contra à emenda por não ser possível: entregarem- se Cr$ ao governador do Estado do Rio. aue. certamente, não ps saberia o,nlcar..:: :, < % 0 Concerto Hoje no Municipal Para os Comerciários Cariocas Promovido pelo SESC do Distrito Ferai Ás 10 horas da manha hoje terá lograr no Teatro Munlctnal o quarto concerto sinfônico da serie que o SESC do Distrito Feral vem promovendo, sob o patrocínio do Prefeito Anseio Mens Morais e o concurso do Denartamento Difusão Cultural da Municipalida, para os comerclários cariocas e suas famílias. O programa constará um concerto pela Orquestra do Municipal, sob a regência do maestro Henrique Spedlni. tendo corno solista o-soprano lírico Nllsa Drumond, nome apreciado em nossos circníos arte, na execução peças Beethoven, Wagner, Francisco Braga e outros compositores. A entrada será feita mediante a apresentarão da carteira profissional ou a do convite expedido pelo SESC do Distrito Feral. SEWA DEPARTAMENTO REGONAL Cursos Formação e Aperfeiçoamento Estão abertas, das 19 ás 21 horas, todos os dias úteis, exceto aos sábados, até 12 zembro imo, pró. as inscrições aos cursos abaixo relacionados, stinados aos trabalhadores na industria, maiores ie 18 anos: MECÂNCA DE AUTOMÓVEL MARCENARA ENTALHACÃO TORNERÒ-MADERA COMdOP^ãO TPOGRÁFCA (MANUAL) MPRESSÃO. ENCADERNAÇÃO,,- Os cursos incluem as seguintes matérias teóri- -ãs: PORTUGUÊS MATEMÁTCA DESENHO TÉCNCO As inscrições e as renovações matrículas "o feitas na Escola 1-2, á Rua Cesta Lobo, 62 ncgsm. Os cursos são gratuitos, serão iniciados em 15 3 janeiro pró"imo e funcionarão das 18 horas e 45 nnúíos ás 22 horas. É indispensável a apresentação da carteira.ofissional do M. T. no ato da inscrição. Novembro, 1947, A POLÍTCA NOVELL JÚNOR PROCURA REMODELAR O GOVERNO PAULSTA Recomposição do PSD Paulista Últimos Resultados dé Belo Horizonte Vence o PSD Em Santa Catarina. S. PAU^O. 29 (Asapress) Reatizou -se no Pâlaco dos Campos Elisios imro rianté reunião, proce* políticos, sendo discutida, segundo se n íorína, a remolação do Secretariado, na base um governo coalizão. Participaram dos entendimentos os srs. Novelli Júnior. Silvio Campos, Ugo Bor ghi, João Gomes Martins e Narciso Ple.rone. Adianta- se que permaneceriam os se cretarlos, Capela do Cemitério S. João da Viação, Agrícultura. Fazenda e Segurança Public? oua ibatista; ás 10 hora*.r mu. nto á Pasta do Trcbdho. ria ao túmulo do. possivelmente seria entregue ao PST. Nà Prefeitura presinte. da capital con- Falarão o sr. Álvaro Sena.lnuaria o sr. Paulo Lauro. Diversos partamentos passariam a Vale. em nome - dós estudantes ter novos dirigentes. da Faculda d»; Drçito d» NOVELL ABANDONARA O P. S. D. Belo Horizonte, dal.época em S. PAULo. 29 (Asapress) nforma-se nesta capital que o sr. que o presinte, Afonso Pena, Novelli Jr.. vice-governador do Estado, teria clarado que abandonarla íin nivamente o P. S. D.. Ssgun do as mesmas noticias, o sr. Fernando Mel0 Viaha, enalw- era seu diretor, e a senador Novelli Jr. dissera que não há mais oportunidas para o partido, cm virtu das cendo as qualidas do gratulf sinteligencias havidas antes das eleições. brasileiro. ; e g p^tjlo, 29 (Asapress) - As 17,30 horas, na. Associaçãa Brasileira da. mpren n nformando que o sr. Nuver.i Júnior preten abandona» sob a presncia do. senador vez o PSD, um jornal /.ca. Fernando Melo Viana. se«- adianta que o vice-goverr.ador Contra isso. sr.. presínte.. venho protestar sta tribuna, não pela força minhas palavras apenas. mas em bem da veràc. e como uma homenagem a dignida do ilustre gover. nador meu Estado, aue tão alto sempenho tem dado a todas as missões a ele confiadas no Brasil, as muis relevantes e árduas. O SR. BARRETO PNTO Declarei, ao pedir dcetadije da emenda n. 58 e continuo a sustentar que seria mau precente concer. o Governo da União, créditos e entregá-los. diretíiinerite, aos governos estaduais. Como sabe y. excia., na Constituição, criamos o fundo rodoviário, constituido pela renda auferida dos combustíveis, para atenr a todos os serviços do Departamento Nacional Estra d as Rodagem. Não pretendo criticar a figura do sr. governador Macedo. Soares, homem esforçado, trabalhador e, como Já tive ocasião assinalar, o mais dicado auxiliar do sr. Ge. tujio Vargas em todo o seu governo. Afirmei, apeiias. aue, sem duvidar da boa aplicação do dinheiro por s. excia. homem digno e honesto, faço-lhe justiça sou, todavia, contra a entrega dinheiro da União aos Estados, porque constitui mau precente. Lamento não tenha sido consignado o aparte v. excia., mas não tenho. culpa, pois não revejo as provas dé meus discursos. Bons ou maus, são meus." Bste o "slogan" que adoto. O SR. AMARAL PEXOTO : Quero clarar ao nobre orador ser a claração, que!. acaba fazer, subscrita por todos nós. Votamos a emenda completamente tranqüilos, por estarmos certos que os dinheiros acaso entregues pela união ao Estado do Rio serão perfeitamente aplicados pelo sr. governador Macedo Soares. O SR. BARRETO PNTO Com o aviso, é bem melhor. O SR. SOARES FLHO Não só esta, sr. presinte, co- mo as mais dotações orça mentarias. pelas quais me bati. 1 sem estardalhaços, mas com" o, animo servir ao meu Esta- do as que se referem a es tradas rodagem, como por pxemnlo a chamada zona da Auxiliar, no munict>lo Va? "oiiras: as cue se stinam á -nn^twso rle hospitais em Rir> T?orto f prrrnhqrso do Barra do Piraf, e todas em geral a mie concorre. r r acordo ou po r-oo""-"""^ o Cr>vo~r\r> Fera. tor^s essss dotações serso arilicadas pelo Eovernador flu mjnnrre. po^e ertar certa disso!i Câmara, do modo mais rigo oso e exato, em beneficio do "Mar?" e em beneficio do Brasil. ÍMu*to bem). Aproveito a oportunida estar na. tribuna Para fazer, por "ris rinjdos nstantes, uma ana Mse das criticas formuladas á flab-iranão dos Orçamentos nes ta Ca"ia e no Senado. Nfio ouero ateci?r o que Fe tenha dito no Hctvto, mns preciso fixar hilisas oue orientem objetiva- nente as apreciações ssa na- "Tpza. O governo é obrigado a manfnr a proposta orçamentaria a 5 mnio, mas efefvamente esta remessa só se completa _.... íconclni co 4a?a;3na\ da Estado irá para o UR ieua^ jâ recebido.^convite nesse sentidoi Acrescenta o referido jornal que o sr. Novelli Jun.or seria acompanhado p*los pro. ceres da- ala renovadora. A CONTRA-PRO"OSTA S. PAULO, 29 (Asapress) Na residência do sr. Gastão Vidgal foi realizada importante reunião da bancada do PSD para tomar conhecimento da contra-proposta do sr. No. vel.l Júnior ao esquema aue lhe foi apreí-entado para a recorirposigão daquela agremiação. Nessa ocasião, o ex.minetro da Fazenda- fez um relatorio verbal aos seus companheiros sobre suas atividales. dando por fim. encerrada a sua missão paclficadora. RECOMPOSÇÃO DO PSD DE S. PAULO S. PAULO, 29 (Asaprcs) Serão reinicadas hoje as conversações políticas para a re. composição do PSD estadual. Falando ã imprensa, o sr. Gastão Vidigal, encarregado pela Comissão Executiva sses entendimentos com a ala renovadora, clarou que fez entrega ao sr. Novelli Júnior um parecer sobre a recomposição pessedsta. Acrescentou o sr." Gastão Vidigal que o sr. No. velli Júnior ainda não u resposta..!.. CONFERENCArsVM COM O GOVERNADOR ADEMAR S. PAULO. 29 (Asapres.) Estiveram ontem em coníerehcia com 0sr Amar Barros,, no Palácio dos Campos E:iseos. os srs. Novelli Junor. Silvio Campos, Narciso Pie. rone, Diogenes Ribeiro Lima. todos do PSD, e o sr- Ueo Borghi. ÚLTMOS RESULTADOS DE BELO HORZONTE B. HORZONTE, 29 (Asapress) O» ultime* resultados conhecidos das elelçõe. municipais nesta capital são os seguintes: Negrão Lima ; Antônio Vasconcelos ; Bento Gonçalves ; Jonas Barcelos , Valter Ata Vence õ Sr. Carlos Luz Em Leopoldina LEOPOLDNA. 29 (D.C ) Ao contrario do que certos elementos interessados vêm divulgando pela imprensa, o putado Carlos Luz ganh.t a eleição neste município. A legenda do PSD indspennte vence seguramente nesta zona Minas que obecá sua1 orientação, reíorcan Car- lente, lirado pelo sr. ios Luz. do sta forma o governo.! Estado. Faltam apurar ape nas 4 urnas, mas qualque. que seja o seu conteúdo nã< mais porão elas altevar» votação já apurada, que ga rante s vitoria dos cândida tos io PSD innenntp irs. José Ribeiro dos Heis Toaquim Junqueira, resrjco fivãmente pata iprefeito» ub-drefeito. assim como a seus candidatos a vere: iores. Vence, pois. em tod.-> a? linha, no muriicído dr L-eopoldiha. o PSD inpf-r.- ProL.Héli Gomes ÍCLNCA MEDCO LEGAL) Rxamas perícias onreoeres assls tenda táenlca Alcindo (luanahn,ía. 26 " S" andar _ Diariamente á tar: Tel.: 22 S5S6. Vacas Viajam dè Avião do Canada Para o Uruguai Procente do Miami, " pelo clipper" da Pan American Airways, em transito para < Uruguait seguiram 39 cabeça; gado da raça holansa, preto e, branca, exortadas por Hays Limited e stinadas aol criadores ae Taquarembó, no Uruguai. CASA Ven.se uma boa casa, eftilo bungalow, jardim, duas enl tradas, 2 qunivos sala, banheiro, cozinha, gran quintal. Rua Con Azambuja, il9* (Maria da Graça - Del Ca» Ulho). Titiiar diretamente rom o proprietário. Sr. Vinio, rui da Canlária, andar, das 11 ás 12 horas. O CENTENÁRO DE UM GRANDE BRASLERO Será Comemorado, Hoje, Em Todo o País a Data do Presinte Afonso Pena Transcorre hoje oi." cente. nario do nascimento do presinte Afonso Augusto Moreira Pena, Serãoj por isso. prestadas-. ao gran estolista homenagens em -todo o pais. Nesta capital o "Oentio Mineiro" organizou o segunte programa comemorativo da efeméri: As 9,30 horas Missa na, são solene, na qual falara» pelo "Centro Mineiro", o st. Cristóvão Brainer, juiz Di. reito sta capital, o puj tado Aureliano Léte. Seguirse-ão números artísticos orga. nlzados pela poetisa Maria Sabina Albuquerque. OR. BELMÍRO :s VALVERDE VAS URNAR1AS Comunica a tens amigos < clientes que reassumia a sua clinica Consultório Rua Sant» Luzia andar - Sala Ed Calogeras - Di<iriamente das 11 <is 15 hora» ou com hora marrada TELEFONE % M PAS, NO BRASL. NAO mmmo DÂR A SEUS FLHOS... 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4 v^v^vt^srwis f, ^_,J--.«r,,;r.^,_. i....,.,! 1 Mas eú sabia também que o j Père David fora um dos maiores amigos D. Pei M t; S/R f J &i V v- - í í ~~ Diário Carioca 1 tí. A. DÁRO CAROCA Diretoria: Horaclo Carvalho Júnior, presinte; Danton Jubim. secretário; Martins Guimarães, gerente «KAVA riuauenes, 77 lel«ton«s: Direção: e ; Secretaria: ; Redação: ; Gerência: ; Publicida: ; Oficinas: NUMERO AVULSO: Cr* 0,50; aos domingos, Cr$ 0,50 Assinaturas: anual, Cr$ 90,00; semestral, CrS 50,00 BANCO ECONÔMCO NâClúNAl S L Sua México. 45 A 81o Descontos. Camões Depósitos Charivari Parlamentar O NOSSO povo ílca escandalizado quando ee verifica na Cama- ia i.os Deputados qualquer ; brlgazinha entre represen-, tantes da soberania popular. SUCURSAL EM SAO PAULO ; Quando o jogral Barreto Rua Conselheiro Crispiniano, TeL: Pinto provoca um "sururú" todo mundo grita e. protesta. Tudo isso, A.. porém, não é O XX N tão feio assim quando se atenta no que se passa nos parlamentos outros pais«3s. E no fim acaba tudo na A Nossa Opinião santa paz do Senhor. Para aqueles, entretanto, que se acostumaram com ás hi-ibsgrens LE CONTRA A MPRENSA e provocações dò sr. Pinto ou dos seus coleinciivei que o tu. xuu,j x^u^éi iama. ; B*s da bancada conjunista! tido a coragem, já não dizemos escrever,! <,plj50dl0 ocorrido. n0 con mas grf»"so firmar Guatemala o parecer que u na Comissão ve unusar esneoie, PuiuJ^.u. Constituição e Justiça do Senado sobre o ini. segundo telegrama ontem. o Parlamento daquela quo projeto intervenção do por público na eco. nomia interna das empresas conspicua jornalísticas. R e p u b 1 i ca da Ajmerlca Pela inconstitucionalida do projeto maniíestaramse dois dos nossos maiores constitucionalistas: Eduardo contra o ministro da Agri- Central aprovou um voto sconfiança Espinola e Carlos Maximiliano. Pois o reíerido sr. Fi. cultura. Francisco V Aid es linto, com a maior sfaçatez ste mundo, clarou Calron. que esses dois eminentes jurisconsultos não O sabiam di. voto sconfiança fora reito, sendo pouco versados em provocado leis sociais, razão por questões pela orçamentarias, cuja dis- qual tinham opinado contra a constitucionalida projeíoi... * * Acreditamos, que o dito senador Filinto tenha apren. dido direito social, não na Faculda Direito Ni. terói, mas na própria.policia Central, on, como é sabido, tratava os trabalhadores suspeitos comunismo que lhe caiam nas mãos com excepcional brandura, re. conhecendo que eram seres humanos e viam gozar certos direitos elementares, mais elementares que o do salário mínimo profissional. De qualquer forma, o eifado Filinto é um sabedor e, cansado colecionar unhas operários, mata os seus ócíos na Câmara Alta fazendo um ensaiozinho magógico, produto do seu coração compassivo e do seu fraco pelos homens imprensa.?.-/. O caso, porém, é que o projeto não foi para a Comissão Constituição e Justiça senão para ver.se se, /realmente, se enquadrava na Constituição vigente. O di. íeito social que o aludido Filinto estudou na rua da Re- a cão só poria ser aplicado se estiver acordo com à Carta Política vigente. E não está:. eis, pelo menos, a opinião Carlos Maximiliano e Eduardo Espinola. E tanto não-está aue os três juristas da Comissão Atílio Vivaqüa, Artur- Santos e Aluisio Carvalho assina. rr-mo parecer "cõm restrições", e isso como acentua. do "Jor- ram ontem, brilhantemente, os nossos colegas, do nal do Comércio" por umá esteánha/ihtetprètaçao da ética oarlamentar. i "A licada mas errônea interpretação da ética parlamentar diz o venerando confra levou os júris, tas discordantes a varrer a sua testada, assinando o pa. recer com restrições, para se esquivarem a um pedido vista, que valeria, com o retorno do parecer em se. parado, como dura lição ao relator afoito, que, colheu, do os seus pares surpresa, procurou comprometê-los na causa que solenemente advogava". *» A verda ó que constitui um procedimento níquo ditar em lei da República uma tabela salários, sem ao menos apurar se as emoresas que vêm pagá-los estão em condições fazê.lo. É isso o que se preten, agora, com absoluto sprezo pelo direito alheio. Ora, a Constituição e a lei ordinária.já previram meios normais se reaíustarem salários, não vendo o Conqresso legislar sobre casos em espécie. Se o esdrúxulo critério adotado na Câmara vier a negar,.então não haverá ne. phum motivo para aue o Congresso ixe resolver sobre salários estivadores, protéticos, marítimos, co. merciários, etc, substituindo.se, assim, à Justiça do Trrbaiho. Vejam os srs. senadores o absurdo a cni9 se po chegerr abandonando o caminho da razão, do bom senso, do espírito público, para atenr a interesses oím pessoal. * São muito poucos os jornais do Brasil que poriam s\iv7*«r o ônvi da lei, em projeto. Já os nossos colegas do "Diário Noticias" dizendo lealmente aue es*cr. vara em condições fazer frente às dèsoesas. monstraram modo oalnável oú/í a nova lei»»m estudo vir?<7 matar um qran número folhas inpenntez do nrs, que -serão obriciadas ou a fechar as rjortas, c.-i a traficar cem seus princioios a fim sobreviver. Na rsrhda, o projeto não ó a favor da totalida pf-r,scal aue trabalha em jornais, uma vez que não consi-lia o interesse empresas pequenas, qué se extinnuirão ou terão burlar a lei para continuar vivendo. Na verda, é uma lei contra a imprensa. - 0 Pessoal e o,. Serviço Publico FALTA pessoal nas repartições pubücas ou na maioria las é fruto da má distribuição dos servidores. Fixamo-nos, sobretudo, no pessoai extranumerario, que cci:stitui, em. muitos serviços, a absoluta maioria. É evinte, è todo mundo ^abe disso1, que se os extranümerarios-mensalistas, tarefeiros e diaristas fossem disp.yeaüos, a administração pu blica sofreria tremendo colapso. Não queremos stacar essa ou aquela repartição. Porque são muitas as que estão sob o regime ficita. rio do material humano. Outras hú que estão cheias- Poi isso mesmo, a relotação terminada pelo presinte da Republica e que o DASPse encarregou foi um Somente no Estado Novo convém não esquecer seria possível legislar com a ligeireza com que se le. gislou sobre o interesse privado das empresas jornalisticas. Criou-se, para essas empresas, uma situação "sui verdairo "bluff", porque generis", vexatória, atentatória sua autonomia r.i s:> se cogitou do pessoal titulado, que constitui a mino- organização interna seus serviços. Não se estabele. ceu um só salário mínimo para o exercício da na. profissão o que seria justo Torna-se urgente mas um para cada posto uma uma outra relotação: a dos extranumerários. Ai é que se po- hierarquia artificialmente criada pelo creto getulitário. A origem sse creto.lei é bem conhecida. Trata, aera ver como está tudo mal va-se um golpe do Ditador contra a imprensa, vi. feito, mal distribuído, mal orientado. Há ainda a ponrar. na atual lotação s- sando enfeudá.la à sua política continuismo. Espe. rava o sr. Vargas que, com umà providência magó. «es servidores o predomínio gíca em favor dos redatores e repórteres das folhas do critério po. da simpatia dos liticas, êle teria o controle da opinião diretores ssas folhas no das Divisões dp Pessoal e o filhotismo momento oportuno, pela pressão que os empregados que fa. nunca ixou imperar. S«riam sobre os empregadores. o sr. presinte da Republi Nos antecentes do projeto está, pois, perfeitamen. ca terminasse uma sindicanela secreta, no sentido te explicada a., atitu do referido Filinto na Comissão se apurar Constituirão do Senado. t quais os funcio. narlos titulados ou não * * *,... que assinam o ponto e não trabalham, ficaria escandaiizftdo. Os outros, os que df» fato honram a classe pelo seu trabalho honesto, sua dicação, seu zelo, esses são e serão sempre os eternos sacrificados. Faça-se, pois, a relotação dos extranumerarios. - come se fez a dos titulados, más con. critério e espirito jus>. tlça, para que a ficiência servidores verificada em muitas repartições seja, pelo menos, atenuada. -r Publicações Recebidas Recebemos e agraoecemos as «oguintes publicações: Boletim Econômico do Mnisterlo do Exterior, Boletim do Bntisn News Service, Boletim do Bi>. reau mprensa Sueco-internacional, índice Cultural Espanhol, Boletm do Conseiho Feral Comercie Exíeuol. Boletim do Bureau d* nfor. mações Polonesas b Revida Brasileira da. Estudos Pedagógicos. Joaquim SALES MEUS MESTRES DE PARS (Exclusivida do DÁRO CAROCA) Três ouqua- vagante, por ser aquele pa- ciencias naturais Ele havia tro dias antes dre, na sua opinião, sprovido do preparo c da cultjteria natural Pekim, organizado os museus.bis- da data marcada para ra qüt se exigem um car* Anvers e, se não me engano, inicio das au- aí Cúria. Lyon."" as, ixamos Gentilly, o magnifico parque> a cheirosa U) Bièvre e voltamos finitivamente para. a Caca- Mãe, na rua Sèvres. No fundo, eu estava ansioso por saber como se ensinava num gran estabelecimento curso secundário é superior, com professores saber consumado nas respectivas especialidas. Já eu conhecia nome e fama p Père Pouget, amigo intimo que velo a ser mais tar Bergson, que o admirou e ò amou com ternura; o Père Ermoni; 0 Pere Forestier;.o Père David. Pouget ensinava física e química ehistoria gerai, bem como exegese das Escrituras Santas» Ermoni dava os cursos mais brilhantes filosofla. Forèstlèr lecionava retórica. David, historia natu* raf.. A praxe ornava que os novos alunos se apresentassem, antes da abertura das çussâo u orlarem a uma aulas, aos mestres. Quando verdaira batalha campei mo apresentei ao Père Ermoni, gran filosofo, na ei- no recinto da Câmara. A>V esposas do ministro e um encia e nos modos ser. seus principais oposltores, o sr. Barra, também so mundo da lua, recebi le parecendo estar sempre no empenharam em luta corporal. em fesa seus ma- * * * i uma impi essão inapagavel. ridos. A meia-noite, -entretanto, chegou o auditor gran parte razoável, é que O meu preconceito, em Guerra acompanhado policíais, que restabeleceram a nada sabiam do Brasil e dos aqueles bons padres é alunos orm no recinto. brasileiros. Meu futuro pro- O episódio ve ixar o.íessor filosofia tomar-mer barulhento putado querè ia, portanto, como "un pauvrt> petit sauvage lã bae"... mista água na boca. Ma*, felizmente, ainda não vimos E qual não foi o meu espanto ritro da Câmara as esposas dos ministros ou -los quando o vi dissertar côm segurança e criticar côm pieno putados travarem batala? "guerra conhecimento toda a ci>n:pal. Canudos", s a primeira até a ultima expòdiçãol Explicou-mè "o fenomeno Antônio Conseihei- BANCO ECONÔMCO NACONAL S A Sui México. 45 A Klo? Descontos Cauções Depósitos ro" com precisão e clareza, como se houvera aoompahhado dia à dia toda a historia daquele triste e vergonlioso episódio e suas causas remotas. Não se limitou apenas a falar Canudos. Tratou outros assuntos, inclusive da inpendência Cuba A "pérola das Antilhas". tão próxima da vida 0 da clvilização americanas, não suportar podia por mais tempo o Jugo e o ranço das velharla* ibéricas, e a Espanha tinha perdê-la, como peru as outras colônias nas três Américas, por não ter compreendido que os povos novos nao se pom governar por processõs antiquados e obsoletos. Naquela ocasião, o dor procura- geral da Congregação, o Pere Béttembourg, mostrava sejos ser nomeado caral Çuria, contando com Prestigio que sfrutava nas altas esferas oficiais França Ermoni achou a pretensão absurda e extra- * Eimonl era um rebafbatlvo. Só falava a seu intimo amlpo Pouget. A ninguém mais se dirigia, ieaier para luri"simples fato- cumprimento c2beça. O me ter dado a honra um "papo" quase uma hora causou estupefação junto aos- meus condisòipulos filosofia. Esse cartaz, todavia, se sfez, como bolha sabão, poií. nunca mais recebi le a distinção um simples ouiar, s o dia da minha primeira e única visita ao quarto do original professor. Como era diferente o Père seu temperamento do do Pouget 1... Este foi talvez o homem mais profundamente erudito que conheci na vida. Eu não trocaria o seu saber pela lenda, certamente exagerada, da ciência onimoda João Pico ia Mirandoía. que safiava quem quer que fosse para discutir, com ele qualquer assunto, em ciencias exatas ou meramente especulativas. Ao contrario do jovem prodígio Mo< na, tão ridícula pretensão, Pouget era a modéstia mesma ao serviço da mais edificante humilda. Como lembrança da minha visita, fez-me presente uma pequena monografia que escrevera sobre o Pentateuco ou os Cinco Livros do Antigo Testamento, mas com a recomendação a não passar adiante. E como o ü- vro estava sob exame uma comissão nomeada pelo Superior Geral, a qual acabou por ter scoberto no estudo algumas asserções um tanto avançadas, Pouget arrecadou os 30 e poucos exemplares ein circuiação e queimou tudo numa fogueira acesa nos fundos do nosso jardim, sem discutir e sem mesmo se fenr. > * * O Père Forestier era um velhinho quase 80 anos. pequenino e magrinho. boca chupada por falta absoluta ntes. Era o segundo Assistente do Geral da Congregação e o Superior da Gasa. Não obstante o peso dos anos, a magreza e a falta. ntes, tinha uma VQ2 metálica e forte, e uma dicâo perfeita. Era, entre toâob os professores, q mais popular e o mais banquisto ve ia sua tolerância e por cer tas origlnaüdas que torna-, vam suas aulas mais (Uver. tidas do que instrutivas. Limitou-se a fazer votos para que eu fosse um estudante aplicado e piedoso. A nossa entrevista foi, pois, uma es. pecie fogo-viste-lingulça. «ao ourou mais dois minu tos. í 0,!>èíe Davld era também ida provecta. Homem Deus cem por cem, todos o consiravam o maior naturalista França. A sua reputação era universal, em. Acolhia os brasileiros com especial afe^o, porquo o museu da Casa-Mãe continha quase 50 por cento materlal procente do -Brasil. Tu^ha sido comissionado pelo ; governo francês para expio- 1 rações da nossa flora e da nossa fauna. A ultima hora, foi mandado para a China. Nunca me hei esque-! cer que no Brasil é que via viver sete anos e não na China. Perdi a oportunida e disso me hei lamentar o resto meus, dias. * * dro. Ò mperador votava- : lhe a maior admiração,,e a sua profunda pieda uitie excepcional prestigio junto á Princesa sabel, que nele positava confiança Uimitada. O,Père. David é que prepavou o mperador para a morio. Confessou-o, u-lhe a sagrada comunhão e administrou-lhe a Extrema-Unção. O Père David é que lhe abriu as portas da Eternida. Nos seus braços exalou o mperador o ultimo alento e o austero sacerdote pô dizer á Rentora: Nunca assisti a uma morte mais edificante! Vossn pai, Princesa, era um santo o direi a\té um gran santo!... Trinta anos pois fui a Paris e quis rever aquelas figuras familiares que foram o encanto e a alegria da mlnha adolescência. Todos os padres, todos os rmãos leigos haviam saparecido. Só iestava Pouget. Ele velo ao meu encontro e estava cego, inutilizado e com 92 anos. A unicá relíquia daqueles d:as distantes que valiam por una existência... Quando lhe beijei as mãos, sentiu as hnnhas lagrimas e mterpelou-me: %* Por que chora, frère Salis? De emoção e alegria, Père Pouget, vendo-o ainda tão. forte, tão bem disposto. Ele sorriu, E. seu sorriso páiéceu-me a expressão mesma da amargura; Não lhe uelxel as mãos durante todo o tempo da minha visita, e no fim, acompanhado meu irmão José, o fui levando, com jeito e carinho, a.é ao seu" quarto, 0 mesmo outrora... E pois passei os olhos em torno: tudo como no meu tempo... Só as figuras eram outras... No meio do pátio estava a imagem acolhedora Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa, diante da qual, com tanto fervor e esperança, tantas vezes orei no meu temoo seminarista, pedindo-lhe a sua proteção para mim. os para meus e para minha Pa tria. A ESTRADA MANGARATÍBAA ANGRA DOS RES ÍÕ GOVERNADOR EDMUNDO MACEDO SOARES E SLVA ("Conclusão da. S«pa»ína> para efeito dos trabalhos da Comissão, com as tabelas discriminativas, e estas, pela força mesma da execução da lei orçamentaria e pela necessida colher dados indispensaveis a elaboração do futuroorçamento, eó nos pom chegar ás mãos a 30 junho. E esta a verda, que precisamos ter em vista. Assim, o Por tegislativo tem apenas, pelos proprlos dispositivos constitucionais e regimentais, como pela situação fato a que me refi ro, 120 dias, a partir do recebimento ssas tabelas, para a elaborarão orçamentaria. Se. sses 120 dias, retirarmos 10 para os trabalhos exame da revisão do Senado, restarnos-ão somente 1Ô0 dias, ou se-.am mais ou menos 80 Sessões ordinárias, entre Câmara e Fenado, nara a elaboração do Orçarr>cr)to da Republca. O que é necessário, portanto, s lo»o, não é apenas que a Comissão. Finanças se sdobre no esforço, na tenacma, oara elaboração das pronostas. mas que abreviemos a rtispus>?o e a votação no pienarlo. Sabemos todos qüe o Or- "nmento n5o comoorta diwis- >=ões bl^nntinas, mesmo. doutrina financeira, e muito menos bates sobre outros as» itintos. A?«ím. poriam as «uestes contidas nas nronostas ter ranldo cncsrnl^^^mentii. -"mio todas examinadas pelr Câmara. Deverá a Câmara discitir p votar o Ornamento em 40 see-?õca. mais ou menos paro oue fiquem outras 4-0 para o Senado. E este o tempo rme disporrio-» para estudar o projeto orçamentário, e não teremos nunca, por força dos dispositives legais e pelos fatos que[ acabo narrar, mala tempo do que es»e. B" preciso, portanto, que se caiba que o trabalho orçamentário tem ser feito ntro sse tempo exiifuo: 40 ou 50 sessões ha Camara, e 40 ho Senado.. aliás, mais ou menos lstr> o que ee vem dando. O que é necôsrario, portanto, para que as criticas que se estão fazendo ao Orçamento não se réproduzam, é. primeiro, d» uma vez por todas, planejamos com antecedência tudo aquilo Que diz respeito a obras escoltto, hospitais, portos, estradas rodagem - maneira a aliviar o trabalho elaboração orçamentaria das quêstoes suscitadas pelos putado: todos os E. tados. no seu anseio serem estes aquinhoados, no louvável intuito oefenrem os interessas suas populações, uma vez que esse» problemas estariam resolvido* nos respectivos pianos. Se essa parte referente a obrus tivesse sido planejada, quase setenta por cento do trabalho anual da elaboração orçamentaria seriam facilitado». sto. cumpre ao governo, primeiro, estabelecer, e á Câmara, ao por Legislativo, saneiowar. Por outro lado, há a.coord«- nação, que já vem «sendo feita pelos lires dos Partidos,- mas sobretudo^ conforme tive oportunida salientar em uma sessão 6ecre"ta, precisamos fazer a reforma nós mesmos. Durante o período orçarncuitarlo, ;cada um-r sabe que tem um ver a cumprir para com a nação, a fim. diguiíiciir eu mandato: o dar tudo «1. para que essa elaboração sirva ao Brasil corno e e ve? ser servido, e para que nâo continuemos, peran:e a (.pini:.. DUbllca, sujeitos As acusações quare sempre leviauas que sur Sem toda parte. A elaboração orçamentaria, na Câmara e no Senado, nao po consumir mais 40 ou np sessões, em cada Casa, por torminação preceitos legais. As dificu:daa portanto, a «e qüe refere «critico não «fio próprias tó do Parlamento nra- «lelro, mas, todos os parlamentos. Para a bca elaborai Ção orçamentaria.«orm aos nossos trabalhos é quase tudo; 0 Dlanejamento dae obras, pcln coverno, fará o resto. (Parnias prolongadas). ; Concurso, dç Serventes da Prefeitura CONTOTOAM ABERTAS AS NSCRÇÕES Está aberta, no Serviço Seleção do Departamento do Pessoai, á Avenida Presinte 9o Antonio Carlos n andar, sala 901-B, a inscrição para o concurso servente, 1 zembro a 9 janeiro Os candidatos verão: preencher a< seguintes candiçòes ser brasileiro nato ou> natura lizado; ter mais 18 e menos 40 anos; apresentar carteira intida, atestado r1 vacina e carteira militar qu.-m do se tratar candidato do seso masculino. Cs Comunistas Articuiaxi Já Um Plano nsurreição no Brasil {"ConelUiSo ria 1» Du<?inal a palavra orm insurreuonal campeia nos quatro cantos da cida. Segundo as nformações quo nos chegaram, ontem, da capital banirante, os comunstas marcaram um comício mons. tro para amanhã, em frente ao Palácio 9 Julho, on funciona a Assembleia. Leeislativa. Até agora, a policia não consentiu na realização <-lès*«"meefng", mas. a<- aue s» adianta, é prnposito s comu; nistas prosseguir em seu "si. ratum". *.-.Vj *" Entrementes, a? prmlras tentativas perturbações Já foram levadas a efeito. Ontem, embora sem auiorlzai;ão da polcia os comunista», chegaram a promover a-kuus ajuntamentos, com o* seus re. presentantes em planos mais elevados politizando as ma-sns. Na rua : Cachoeira, auando falava o parlamentar Louipnço..Vilas explodiram psquenas bombas, que, n o causaram vitimãs. Também na praça Ru-iRe houve um principb distui bia. A policia tem procurado manter a orm. ULTMAS NOTCAS S. PAULO, 29 (Asamos», _ A Assembleia Legislativa rea-.lizou ontem, com inicio. á> 21 horas, uma sessão exkraord>naria. Logo ao nicio da reu nlfio foi lido um of cio do. secretario dá Segurahca^ o qual informou aue os comunista» querem realizar hoje vario* comido.t.relampago9. para pro. testar contra a cassação d:>s mandatos. Depôs irformar que varias passsatas co. munlstas serão realizadas iole, dirigidas por putados do extinto PCB. o secretario du Segurança Solicitou á Ar^mblea erue tomasse c">nneclir.ti. to do fato, terminando por pet. dir a colaboração rio senmd» evitar a perturbação da or- istíi. Foi, pois, aprovsoo úm violento protest0 contra a violação das imunida.s parta. mentares, em consequencti da prisão doi= putada cr»- munistas e quatro vereao.res eleitos bob a legsnda do ist. Foi apresentado e aprovado um requerimento u"g»ucia, pelo qual a.assemblea irvnb-; nagea as vitimas do levante" da O?. Caio Prado, io ex.?çii informou que os quatro vereaaores presos na ultima qua*tafeira ainda se encon ravarr.. tidos, pedindo, por fm, pr-iviciências da Casa no v.nt do tos mssmos aerem postos em libsraaae. Trabalho Dobrado na Votação do Orçamento (Conclusão da 2." pag;) ver o ür do P3D ceasurar a Catnaia por uma coisa cuja cupa cabe. exclusivamente, oo próprio PSD, ou, em gran parte. ao próprio sr. ivo Aquino. Não temos noticia aigum ato do sr. ivo Aqmno, uo sentido trabalhos da Câmara apressar os orçtimeniarios. Nunca sua voz se ergueu iia tribuna do Senado, fazendo um apelo á Comi são Hnancjas da Câmara no sentido apres- «ar a votação do Orçamento. Nem nunca, num trabalho preliminar, s. excia. foi até à^uc- a Comissão.Finanças, p.eutigiando cem sua presença o sejo tacho todos os senadores ter em mãos. uvn t>:mpo, a Proposta Orçamentaria. Por outro lado, a suprema dlreção d0 PSD nunca, em varias do suas reuniões, houve por bem tratar do assunto. Pelo menos, nenhuma noticia fo} divülgada a esse respeito. O quo houve todo mundo sabe. í) partido majorkario se atolou na po"itica. O sr. vo Aquino foz vários discursos quilometricôs e enfadonhos, tratando pura e exclusivamente po:ttlça ho sentido estreito e mçsquinho. Nunca alargou suáa vistas e por i so nunca o meu o fato da Câmara e:tar reien/ do o Orçamento. A Câmara po não ter - «eirípcinhado bem o seu papel. O^ sr. vo Aqulnò. porem! n3o sempenhou também o seu maneira brilhante, fon-ia aue não tem autorida moral para criticar os putados. A atitu do Senado pone checar fundamente a Câmara. E esse. choque entre as "nus casa- d0 Congresso rão ve subsistir. O sr. jvo A.Qinno. quanto antes, ve procurar neutralizar os efeitos do seu iíscurso, reaiiroxirrandq o Sc sado da Carrraia. Se" << ;;a iw existem, o w. ivo Aquino e;tá entre elos...

5 y DARÍO CAROCA Rio Janeiro, Domingo, 30 Novembro 1947 Aprovado o Plano Divisão da Palestina OS ÁRABES QUERAM UM ESTADO FEDERADO. FLUSHNO, 29 (U. P.) - üi gente Por 33 votos contra 13 e 10 abstenções, a Assembléia Geral da O.N.U. aprovou a divisão da Palestina em dois Estados, um árabe e outro Juu. A PHETENÇÂO DOS ÁRABES PliUSHNO, 29 (U. P.) O* árabes apresentaram uma formula transação no assunto du Palestina, propondo a organização um Estado ferado Os Estados Unidos repeliram a proposta árabe Estado ícral da Palestina e. pediu s imediata votação- da proposta partilha da Terra &inta,propo3ta essa apresentada pela Ru«ria e Estados Unidos. O presinte da Assembléia. sr. Osvaldo Aranha terminou que a Assembléia começaria a votar a. partilha logo que a ses* são plenária ouvisse o apelo ultima hora dos legados da rã e da Si ria. O legado norte-americano Herschel Johnson disso que a proposta árabe "não tem nada conciliatória, sendo um» oferta dos Estados árabes e não do povo da Palestina". Auxílio Dos Estados Unidos Aos Latino-Americanos PROPOSTA DE CUBA AO PLANO MARSHALL HAVANA, 29 (U. P.) Oi senador Denis Chavez clarou que se propõe apresentar umaj emenda ao projeto auxilio) longo alcance á Europa, no qual se recomenda que os Estados Unidos forneçam aos paises latino-americanos, em troca viveres e matérias primas, maquinaria e outros materiais pesados. Embora á semana passada Chavez tivesse apresentado emenda análoga ao programa auxilio emergência á Europa, retirou-a pois à insiancias do presinte da Comissão Assuntos Exteriores, senador Vannberg. A emenda atual pleiteia que, em vez dólares á Europa pa- í \ 7006 ra aquisição artigos allmenticios, as empresas dos Estados Unidos poriam permutar com a America Latina seus principais elementos por viveres e matérias primas. De tal modo os fabricantes maquinarias poriam cer estas a troco cereais f rnecldos pelos citados paires,.e o governo dos Estados Unidos abonaria àqueles o. montante suas remessas ou o dinheiro stinado á aquisição - viveres encarregando-se seu transporte á Europa. \ Esta receberia assim os aümentos que necessita e Os fabricantes norte - americanos poriam venr seus produtos. ÍTULOS PARA COBRANÇ/ SOBRE QUALQUER CDADE DO BRASL O MAS PERFETO SERVÇO BANCO HOLANDÊS UNDO 1 RO DE JANERO SAO PADLO SANTOS, BUENOS JURES.? c 13 l DA QUMHM. 101 e DEK0V, NOV, 157-r«157-1",, COLTESt Diarréias, má digestão, catarros dos. intestinos, flatulencia, falta apetite? A LUNGACBA, como um poroso lonico amargo, ativa o órgão digestivo, combatendo as diar» róias, o catarrt intestinal c estimulando o apetite. É UM ÜOS ntodutos MAS PROCURADOS DA 11 OK MEDCNAL J. MONTERO DA SLVA & CA. Rt/A 7, DE SETEMBRO, 193/ RO DE JANERO * Ven-se cm toda* as drogarias farmácia* (Lie pelo D. K. -Ü. P. sob o u.» 10. em M-191») i 1 TRABALHO NAS COMSSÕES 7 REUNÃO DE COMUNSTAS REAPROXMAÇÃO POLÍTCA ENTRE ino EXTREMO ORENTE CARMONA E "PREMER" 0 SALAZAR A EXEMPLO DO QUE SE FEZ NA EUROPA PEPNQ, 29 (U. P.) Ow Jornais Apreendidos Pela folicia Francesa Choques Entre Estudantes e Policiais no Cairo Prisioneiros Trancados Em Caixotes Viajantes Portugal dizem que foi conseguida uma rea-1 proximação política entre o pre-j sinte Carmona c o premler Salazar, afastando a divergencia que ameaçou resultar na renuncia do chefe do executivo daquele país* A crire foi nanada. antes da visita Salazar a Carmona, no aniversário ste úufcno, domíngo passado. Os intermediários Já haviam afastado as divergências quando o premler visitou o prènlnte. > Dizem os viajantes que o l>erigo golpe Estado, qup parecia iminente, 6 agora v- moto. JORNAS APREENDDOS PE-. LA POLCA FRANCESA i As edições especiais do,1 r- nal "Ce Soir", e do matutiti"! comunista "KHusianité", do-, ram apreendidas pela policia fnnricesa assim que foram postos á venda. "/Humanité" estampou a. seguinte manchete em letras vermelhas e negras: - t "A?/2rta! Querem assassinar j a Republicai" E "Ce Solr", vespertino <<» munista, também anunciou cm gran eabeçalho- "A Republica estâ em per)- go". Em seguida, "Ce Soir", qua-l liíica as novas medidas Schumann como "um golpe ;dfí estado reacionário". CHOQUE ENTRE ES- TUDANTES E POLCAS NO CARO Registou-se, ontem, no^cairo, um choque entre policiais e estudantes, diante da Unlverslda Fuad èiawal, que havia reaberto seus portões um pouco tardiamente na atual e*- tàção, em virtu da atual epimia cólera, que all s já clinou consiravelmente. A propósito, o diretor Sfiguranca. Publica, sr. Mortada ei Moraghy Bey/clarou qu? os choques não eram sérios, e, que nãotinham envolvido mais \ cem estudantes, PRSONEROS TRANCA- DOS EM CAXOTES DE AUTOMÓVES Foi anunciado pelas autorídas holansas que dois soldados-holanses e um oficial foram presos em virtu.da murte quarenta e seis prlsioneiros republicanos, os quair. foram trancados em caixote» automóveis para uma cviagem treze horas. Centenas prisioneiro» foram embarcados por navio d(* Java Oriental para Suraóaia. em três gigantescas caixas.. Os sobreviventes clararam tão ter recebido água ou alimentos, enquanto que ps caixotes foram mantidos fechado» durante toda a viagem. DESAPARECDO UM AVÃO DO EXERCTO NORTE-AMERCANO Um telegrama vindo Roma nforma que um avião transporte C-47, do exercito norteamericano, conduzindo vinte n uma pessoas sapareceu pouco pois levantar vôoi Pisa. com stino á Francfort, na sexta-feira, e as autoridas temem quo o mesmo tenha se precipitado no mar. O avião transportava zes- Bete passageiros e quatro triptilante». OS PROBLEMAS DO MUNDO DE HOJE O se. Agustiu Nleto Caballero. legado colombiano na CAXA ECONÔMCA FEDERAL DO ESTADO DO RO j Èj M Mj A f DE JÓAS E MERCADORAf Piu 6 Bezembro3 ás 12*30 Rua Aurelino Led, 16 Niterói UNESCO, falando, oniecn, a United Pre»»". dis«e que "são masiadamente amplos e complexos on probiemas que o mundo, hoje suscita á inteligência do homem para que, em algumas semanas trabalho, cncontem-se soluções mais aproprladas para todos eles. Era alguns momentos parece que muitos sses problemas são uporiores à capacida dos homens mais capazes. O sejo acertar mohtrouse, não obstante, ha intcnslda do trabalho realizado. NAO QUEREM QUE AS TROPAS DEXEM A ALDEA Tomados pavor, os habitnntes do Amilas levaram a efeito uma monstração n" eritido do impedir que as tropas do exército ixem a aila. Essas tropas, se«undo spachoa procentes Patras, haviam sido enviadas cm.principios da atual semana, quando a» forças guerrilheiros invadlram e saquearam a prisão local, tentando libertar c«tentos. humano foram usadas para matar ratos c insetos pequeno» e o Corpo Sinaleiros do Exército norte-americano, que esteve fazendo experiências, diz que as rradiações emanam d» ondas sonoras têm também efeíto sobre o homem. A comunicação foi redigida cuidadosamente não menciona nenhuma aplicação militar dá experiência. nspeção dos Terrenos das Manobras dê. Dezembro Na próxima segunda-feira, general Zenoblo da Costa, comandante da Zona Militar Leste, fazendo-se acom" panhar. dos generais Odilio Denys, comandante da l.a Divisão nfantaria, e Paulo Figueiredo, comandante da nfantaria daquela Divisão, dirigir-se-á para o çmllômetro 48, da Estrada. Rio- S. Paulo, on fará o reconhecimento- do terreno para a realização das grans manobras regionais fim do ano. Além das soluçõss orns táticas e estratégicas, serão estudadas por aqueles ONDAS SUPERSÔNCAS,! chefes militares outras quês-, PARA MATAR RATOS! tõea, principalmente sobre a nforma um telegrama No-> i higlenização do terreno va Jcrsey que ondas oupcrsonlcns fora do alcance do ouvido i- s o quilômetro 34 até o 87. l D J0lH\f\ll "Mundo jornal Diário" anunciou que a reunião dos lires comunistas do Extremo Oriente resolveu criar um escritório informações em Vladivostock, semelhante ao que foi recentemente estabelecido na Europa. Em spacho procente Müfcdcn, o "Mundo Diário" revela quèi os paises particlpantes daquela reunião foram a China Coréia Mongólia Filipinas índia Blrmanla e ndo-china Francesa. ATOS B0 ^U TECDOS ple^s 4s ACCESSVES PREFETO O Prefeito assinou, ontem. os seguintes cretos: exonerando, do cargo em comissão, diretor ; Estabelecimento do pspartamento Assistência Hospitalar e por ter sido nomeado para Outro cargo, o Médico José Epaminondas Fgueiredo; signando o si". Edgar Pinto Estrela para integrar a comissão que estudará as condições do tráffgo ônibus sta cida e a revisão tarifas solicitadas pelas empresas concessionárias; dispensando, a pedido, o sr, Nelson Mufarríj da comissão acima citada e signando para substituí-lo, o sr. Lauro Vasconcelos. ^, Ao priiueito Ana. mwàewcià0s v rtue da ^a.r0.0- tta das «*"»** ^^^^T Ventiladores Americanos A Oscilantes7 "Diehl" 24") MELODA Rua Gonçalves Dias, ^85 DR. MAURÍCO NASLAUSKY CLNCA, CRURGA E PRÓTESE DENTARA Aten-se. também, a crianças EDF. CAROCA 3. and. s/308 Tel. «-2746 Segundas Quartas e Sextas-Felras Oo/ssa S^íi...,.«^T W^lãP tt me^or /tanto nor/tanto, g tnatena tecidos "?<*?-e- -, l ** M^^x^^ tido ou para ^0" C^ cara para «V si.. dar / Driiuei-1, " i o i? PTÍiueiro f t1 ^.çtocure especial ^«es/tão ^&T~m m on ^a sevnv i tr. \Xí\ e ic * -_ ^ i-. - f Asneta- 31B^. ri U^hHÍ MmiX3éÜíÍ f rj^ PARA» QUALQUER ORÇAMENTO, SEMFRE UMA BOA SUGES7ÂQ 1 4 lii -,-:: L <M ím ^r

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Parece-me errônea a interprotação que se vem dando, na Comissão Executiva da U.D.N. do Distrito, ao dispositivo regulamentar que veda a discussão publica cc assuntos privados do partido. Os "assuntos privados", na vida um partido mocratico, são caráter excepcional e pm numero muito restrito. A regra geral na ativida dos partidos políticos, tanto em matéria dinheiro, como no que se relaciona com a conduta dos seus membros responsaveis ou dirigentes, é a da níais ampla e arejada critica. Só assim se estabelece um ambiente compatível com o zelo que os partidos têm monstrar por uma política fundada nos veres e regras orm moral, antes serem julgados dignos do exercício do por. Se o partido se propõe a atuar na vida publica do país, captando a confiança e o sufragio dos cidadãos, é natural que.seus. mentores c órgãos dirigentés se conformem, não sá com a mais ampla publicida ení torno sua atuação no trato das coisas publicas, como também que tolerem, até mesmo na sua vida privada, incursoes da publicida, ás vezes tão incomodas ou sagradavcis. Ho caso que u criírem ás repre. ensfias íironuciadas por eísa Co_ missão Executiva, primeiro contra O veretidor Carlos Lacerda o po,8 contra mim. evlnela.ee a vánta cam cesse regime imblicidikle inseparável da mocracia, Sem publicida, ninguém saberia que cinco membros ssa Coinlss"io Executiva o vários vereadores cia "UV D. N.". do Distrito KéiSeruí; violando compromisso^ públicos e nfringindo mandamp.ntos ética política que têm sido a banira do nosso partido, empregaram em c-arros da Secretaria d. Câmara Municipal, fllhus. genros, sobrl Eiveis atos votaram pcnalldados df rspreensão contrn os que cu«_ priram o áspero ver criticar Eua conduta atú agora mpune. lermjtò_me por.isso mesmo lem_ DR. ALVARENGA FLHO CLNCA DE CRANÇAS Cons.: R. Araújo Porto Alegre, 70,- Salas Tel: Diariamente 1 às 4 horas Exceto aos sábados Res.: tel.: Dr. Spinosa Rothier Doenças Sexuais e urüiarias Lavagem endoscopicá da vesi- Dantas, 45-B - Tel e cuia. Próstata Rua Senador! Das 13 ás 19 horas OÔBES NAS COSTAS. NO PETO Oü NOS RNSt ClNf A RÁDOS E ELECTROLAS Transforma.se qualquer rádio em lindo e possante rádiovitrola. Serviços garantidos. Toca-discos automáticos a partir úc CrS 700,00 a CrS 2.200,00. Qarrard, Record,.Paiílard, Webster, oic. Móveis para electrolas CrS 500,00 a Cr$ 4.000,00. São 25 laulos diferentes em exposição para pronta -entrega. Colonial, Chippendalo, D. João V, Rústico, etc. Aceitamos^ trocas. Rádios PYE, ingleses, com transformador universal e faixas am. nl/adas. 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Para que tais llbe. r,-i(>bes sejam dignas do respeito qup vem merecer os homens nue «s tomam, é preciso que elas este jam alicerçadas em sólidos fun. damentos orm moral Quan. sso n o acontece. Arriscam se a incorrer no sprezo publico nhos e cüenes eleitorais. Compreendo o menso constrangimento moraj eom que esees mes mos beneficiários tso réureè11- aqueles quo ousam falar em úv>clplina. slembiados aa que aí", da não disciplinaram os seus im pulsos effolsmo e intfirtfsse. Pelo exposto, estou r-erto que essa Comissão Executiva ttrâ compreendido as razfles nue me le vam a consirar scabida e inu. ctltavel a advertencu aue me dirigiu. Saudações. (&. ( Adauto Luclo Cardoso.» Parada a Conferência dos Quatrc (Conclusão da a pagino) uma coisa pennte da outra; i6to é, suspenr os preparativos para a celebração da conferência até.éncontrar um governo satisfatorio para a Alemanha. A certa altura da discussão, Molotov voltou, indiretamente, ás suas acusações ontem que as potências ocr ntais estão maquinando a criação um governo para a;j zonas dè ocupação do ocrnte da Alemanha. Advertiu que, caso seja. formado tal governo em Fráncfort ou em outra parte qualquer, isso não seria uma solução paz para a Alemanha. "Se se constitui um governo sintetico para a Bizonia (zonas unificadas dos Estados Umdos e Grã-Bretanha na Alemanha), tal governo estaria bem para a Bizonia, porem nunca poria falar em nome toda a Alemanha" clarou Molotov. O chanceler Bidault mostrou-se ainda mais irredutlvel que Marshall ao se opor ás propostas soviéticas. Advertlu aos ministros que correrao graves riscos "se seguimos o caminho proposto por alguns". - Entre a Vitoria Schuman e o Começo da Guerra Civil íconízusaò da a pagina} Na Assembléia Nacional, entremontes, pois. uma paralisação 15 minutos, foi novãmente permitida a entradado publico e dos jornalistas, os quais haviam sido^ salojados por orm do presinte da Assembléia, Edouard Herriot, quando os comunistas fincct- ram a entoar o canto revolucionario "Canção da Partida". Reiniciada a sessão, os comunistas começaram a "traba- Jhar" para impedir a votação. esta noite, das leis propostas por Schuman. Os comunista" pedirão a votação secreta do requerimento parágrafo por pàragrafo. - Amais, projetam apresemar emendas a cada um sses parágrafos. nstala-se Amanha, Em Beio Horizonte, 0 Terceiro Congresso Odontòlogico DELEGAÇÕES DE TODOS OS ESTADOS - A PRESDÊNCA DO CERTAME Prof. Pedro Paulo Penido, Realizar-se-á, 1 a 8 zembroi em Belo Horizonte, o Congresso Odontológico Brasileiro, certame que congregara numeroso grupo cirurgiões ntistas, a fim serem tratados vários intereeses da numorosa classe. Reunindo, representações todos os Estados do Brasil a do exterior, o referido congreseo alcançará, certamente, um gran êxito_ ficando a prcslunncia do mesmo a cargo do professor Pedro Paulo Penido. intransavel balalhador pela 8olu- Vão todos os problemas da clncse. bem.assim pela maior fufu-ão da ciência odontológlca. A Maior Verba Para a Pasta Viação e Obras (Conclui nu li" pagina) vâ. restabo-leceú-se o equllibrio orçamentário, com o "isuperavit" Cr A RECETA Está subdividida a receita, da scguinle. maneira: Rendas tnbutarias: CrS ,00; Rendas patrimoniais: Cr$... B ,00; Rendas induktriai?: CrS ,00é Ren- <ias divrros: CrO A essas cifras que representam u renda ordinária, seaúe-se.. a extraordinária,. estimada en1 CrS A DESPESA A spesa, aegundo a suo distribuicão, pelos diferentes Ml nistérlos. ficou assim clitribuida: Aeronáutica: CrS ; ARricultura: CrO ; Educação «3 Saú: CrS ,00; Fazenda: Cr b25.43ü,Cu: Guerra: CrS ,00; Justiça: CrS G : Relações Kxlericrcs: Cr$ ; Trabalho ladustricve Comercio: Cr$ ,00; Viação e Obra" Publicas:ACrS ,00. OUTRAS VRRHA» Ao ljor Judiciário foi atrlbuida a verba CrS ,00. A outros órgãos autônomos e aos Departamento, subordinados á Presidência -di- Republica^ foram distribuídas a» seguinte verbas: Congresso Nacicnal: CrS ; Tnbunal Contas: Cr$ ; Departamento Atl minislrativo do Serviço Publlco: Cr$ ,00; nctltuto Hrasileiro Geografia e Estatistiça: " Cr$ ,00: Conselho Feral Comercio Exterior: Cr$ ,00; Conselho migração e Coloniznçao: CrS : Con- Reino Nacional. Petróleo; CrS ; Conselho Se- «urança NMõnãiT~CfS~ ; Comissão Headaptação ncorporado» as Forças Armadas: CrS ,00; Conselho Nacional Águas e Energia Elétrica- CrS ,00; Comissão, df Reparações Guerra: Cr$ ,00 e Estado Maior- Geral das Forças Armadas: Cr$ D. SOARES: " 0 MOMENTO t DE (Confusão da a pagino) mo, recebia com simpatia aque a manifestação solidarisda do povo Maricá, que para rios municipais. A principio iiáo se tornava evinte a cau^ s. excia. tinha especial significação: EV.quç. uma suas on sa sta manifestação, visu> que, ria lese reconstitucionallzação. do Estado, cnfeixandii hltorico. município da vcikj gens viera exatamente ssr os dois pores, peimanecera Provinçia. Prorseguindo, clarou que estamos procurando em situação equidistarite do» partidos, exatamente quantiü caminhos:, a. seguir. era preciso governar com minta precaução e tolerância, a As manifestações ds soiidarle o riioinento; é finiqões. fim que pussem ter m da á orientação d0 seu fluminenses governo vêm permitir um clima ánvola liberda. que me- Agora compreen hor se organizem dia a politieameute os fluminenses. solidarieda que vlrioa recebendo Acentuou do PSD muitos municípios; sentindo todos eles a-necessida uma finiçã» para que pos:am orientar e coornar as forças econômicas, joliticas e sociais, visando sempre a atenr os anseios do pur i vo fluminense. Por isso mes- KdsmoscppiTflLiznçtfolfl. Fundada em 1937 CflWML CrS 2.CCC.5Ó0.0) RULZAD0 CrS 1.E00.08í.fS - 1ESÇRVS EU 31/12/48 - UMS 0E CrS ,01 Se Social i 87-Euq do Ouvidor, 87 Rio Janeiro Resultado do sorteio do mês Novembro TVK BRC EVR NOK VFF NSQ ONT ÜL Os sonetos são realizados no último dio útil cada mês, no salão nobre do Liceu Literário Português, ò rua Sen. Dantas, " andar. f vslor dos títulos Liaoiosoas em sorteio itê 01/12/4» MABS DE ÇR$ 41,500*000,00 --ysisã-*: que registraria mais aquela monstraçfio solidarieda do município Maricá, um novn es mulo á orienução a,- seu eoverno., Frisou mais imin vez, como recebia as monstrações simpatia por parir do PSD fluminense, esclarecendo que èe, por acaso, existissem scontentes é que não, é nos sivél a todos contentar e nem todos pensam da mesma forma. Trata-se ver que lado está a maior:a, para aue «eja feita a sua. vonta. Quanto mais estiver coes0 o Estado do pio. mais facilmente porft " seu povo obter um clima trauquüidadie e segurança orientado pelos seus verdai. ros lires. COLABORAÇÃO RECPROCA, O sentido do fato e das palavras do governador fluminen-, se é que este exten a mão di» colaboração reciproca com aaur as correntes e grupos politi- cos dispostos a fortalecerem, com um apoio fechado e. digno confiança o governo esta. dual e o da Republca, na politica enfrentar com cibão os problemas como oa perigos que nesta hora safiam o Estado e o país. REPRESENTANTE DOS ODOU- TOLOGOS ARGENTNOS. Chegará hoje, às 16 hórafl. em aviso da "Panalr", procer» to Buencs Aires, o profe»- «or.luan B. Patrono; que. r presentando a classe dos cirur giões ntistas da Argentina, tomará parte no Congres:-1. Odontológico Brasileiro, a re«llzar-se erri Bslo Horizonte; O ilustre odontòlogo portcnno. que é portador, vários titulos e professor honorário «" varias faculdas, será recchicino Aeroporto por numerosos representahtes dos nóeses estabe lecimentos ensino odonlr,-- gico, associações e sindicatos õs classe, professorcfl. alunos c roleaas... «Si*»* 7 -! ÜHÜi"- :^SH mèêê. Prof. Pedro Paulo Penido --. ^. ; QUNZE PESSOAS FERDAS VOLENTA CÒLZÃO DE BONDE COM Uhi ÔNBUS NA PONTE DOS MARNHEROS Chocaram-se violentamente, cer. Ca dás 10.U0 horas ontom. pro. ximo á 1onte dos Marinheiros; o ônibus chap numero d:i Viocão Estrela do Norte, llnim Ja Penha, e o bon. n. 70. da 11.. rjha Eneenno dé Dentro. Da colisão resultou sairfm forl das duinxe pessoas, todas rari len_ das nó posto centrul U.i; Asslstcil cia., Os feridos e respectivos chaen»i Cos foram os sesulnt.es: Kl vim dn Sa rua Ccmandantf Cclmhrn. - 14U: Manuel Fránfisco. O Problema Sionista Chega hoje ao Rio o sr. Da_ ; n-el FriíCh stacada f:gura do Jornalismo norte-amerlcano vice-presinte da.feração - Sionista Ainericana e da Coníè-,: raçáa Mundial àn Sion1stat5 Gera». O sr. FrLch, que vem ds to. niar parte na Convenção Lar tino Americana -da Sionistas Gerais, em Mc.itevidéu, dará amanhã uma entrevista cole-r tlva á imprensa e, no d!a 2,. realizará urna- conferência»-; bre os problemas sionista», no. mundo atual. - Encerrou-se â Assembléia WASHNGTON, 29 (ü. P.) A Assembléia Geral da ONU. do encerrou os seus trábalhos hoje/ pois 74 dias, 6 horas e 58 minutos ativldas..-: < O sr. Osvaldo Aranha em Beu discurso encerramento, mamieatou coniiança cm que a Assembléia que hoje terminou reeulte em contribuições memoraveis para o ajuste pacifico è construtivo dos problemas muni diai». Em seguida, o presinte da Assembléia acentuou que tambom confia nos resultados favo"raveis*da partilha da Palee tina, que qualificou "cxperiencla rifforosarnente hlstonca". Av. Londren. 47a: Áureo Pkiicí^ redo ülorla.. riià Con <1o 13on_ fim. tí-19i Nancy Uorpres. rii.i Andrô Asevedo. 101; M;irl-> dn Pí> nha Ferreira, rua -rapua ". 270: 1.e(!ft Martins, moradora em Ml BUe] Pereira; Ruth -Franclsca -rl-i Silva, rua TollEbcrto Freire. 57*; Durvni Franca. Trnvetea Hora cio. 76; Sebastião cia Silva ^cpes. rim Tor.iai.Al.vc3. 22; Silvio Mat,lcs. rii Fllomen.i lrjnes. nnã: VnlciK ae Scusa Franco, rua Bárirl; 4Ó-1-; Mimucl Menc Aireo. tra.ve3si Lourenco. 13: Antônio.loaoulm Dlac. Av. Ko.va York. 71: «;i J,cl te. i.-ji,.«a Firmln-? (1am-:i.il-o. 298 c Jasai Külpnrian. rsíldpnti» na EstraC.i Ca Pedr-i. numero todos sipresentrndn cbntusbes e esnoriacúcn ucuerallsndaa. Q 13o Distrito Pol-clr.1 resrlstroo O fato. Fora» preco.t o motorista Josü Maria Alves, nua itlrljria o cnlbús o o metorneiro jjehastlão da Silvn Lopes. BOMBA5 Z BERNET FABRCA íodas as Cartas São Premiadas Escreva para o Laboratorio BUKOL dando o nome 3 casas, farmácia, dro. garia, perfumarias ou casas do ramo, que não tenham BUKOL, sabão pastoso. ntifricio ou ELXR BUKOL Hromatizante. Receberá u«brin do BUKOL. Todas es cartas terão direito ao brin. Laboratório BUKOL Rua Con Bonfim, 470 Telefone Rio dè janeiro. Dr.Américo Caparica Clinica Medrei» Cirúrgica Consult. R. Viscon do Rio Branco. 31 Tel % Diariamente das 16 ás 19 Hs. Res. Rna Paulo Frontin Tel S flm^wmtem^»tímt!f>í--íta: DOENÇAS NERVOSAS DR. NEVES MANTA BÜA SEN. DANTAS, 40 De 15 as 18 horas DES-QUTES AMGÁVES E LTGOSOS Despejos nventários Cobrancas.Contratos Distratos etc. DR. CONSERTOS E TRANSFORMA. ÇÃO.DE RÁDOS Profissionais competentes FERRERA Rua do Rosário, 113-A 5. Sala, 503 Tel Das 15 ás 18 horas. Américo Bnesilico ADVOGADO Rua l.v Março, lül 5." andar Tels (este a qualquer hora) Consultas Grátis. Adiantamse oustas. 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BRASLERA DE GEOGRAFA No dia 2. zembro. ás 17 horas, em sua sédc social, á Praea da Republica. 54. a Soèiedn Brasileira Geo_ erafia se reunirá para ouvir a eonferoncla do sr, Saladlno Gusmão sobre "Os mistérios dn Wda dtí Colombo" e para prestar homenneem recordação: á me_ morla s. m. o imperador d Pedro. 1 presinte i honra da Socieda i e! culo aniversário nascimento ocorrerá nesse dl,i. -- <**«& lyrttflhrpv^br. J 9 1 i H i Bi ilh itífirr ^Jto^*4^+rS> r; O RADO VÁRAS NOTÍCAS DA PAN-AMKRCAN DA PROPAGANDA ~ O Dia Pan- Amerlcan0 da. Propaganda se. rá festivamente comemorado este ano pela Associação Brasileira Propaganda, que fará realizar uma gran festa noa salões d0 "High-Life", na no:te 4 zembro pró. ximo. Para tanto, a associação dos publicitários cariocas, vem contando cora o poio dos elementos do nosso Radio e inúmeras casas comerciais, as quais, concorreram com uma serie valiosos prêmios queultrapassa? impojtanciá! tíuzentos mil cruzeiros, para serem sorteados nos intervalos das danças. Expera.se, ssa forma, gran afluência á festa dos publicitários. AMARAL GURGEL ENTRA EM FERAS O conhecido novelista e comedio-grafo da Radio Globo, preten afastarse sua3 atividas raddofo. nicas por algum tempo, a fim do empreôndèr uma viagem ferias. Aproveitando ês8e periodo repouso; Amaral Gurgel, que seguirá para São Pau- o,, preterida realizar pel0 inte_ rior daquele Estado unia série conferências sobre o Radio. A VOLfA DE GOMES P- LHO Anuncla-íe para breve a volta Gomes Filho pa. ra o Radio: Esse conhecido radialista que até pouco tempo exercia as funções diretor artístico 46 Rádio Club do Brasil, acaba <Je regressar do uma viagem-pelo nterior, onae íôra colher dados para um livro que pretendo escrever. DOS PROGRAMAS DE HO. JB RECOMENDAMOS: TAMOO As.9 horas "Para você recordar"; As 11 horas "Festa do Provo"; ás hora3 audição com Vicente Celestino, Albánzio rérrone e Augusto Catheiros; ás 15,15 horas "Tar esporti. va". TUP As 13 horas, "Palacio dos Veraneadores", com César Barros Barreto e Max Nunes, no programa Manoel Barcelos. Amanhã, essa ernissora lançará o "Carnaval Dircinha Batista", diretamente do Recreio, ás 21 horas; tam. bem, na mesma ocasião, haverá a Festa do Frevo com a participação todos os cantore* musicas populares da Tupi. NACONAL As 10 horas.. "Vozes novas"; ás 11,30 horas Ruy Rey e Jerusa Olt. veira; ás 11 horas Nuno Ro- land, 11,30 programa estúdio; 12 horas, Francisco Alves; 12,30 horas Pro. grama estúdio; 13 horas "Romance Musical"; 13,30 horas "Hora do Pato"; 14,30 horas "Coisas do Arco da Ve lha"; 18 horas Luiz Gonza. ga; 19 horas "Tabuleno dá Baiana"; 19,30 horas "Tancredo e Trancado"; 20 horas "Tournée Musical"; 20,30 horas "P:adas d0 Manduca"; 21, horas _" Nada além 2 minutos"; 21,30 horas "Papel Carbono"; e, "Rifmos Co pacabana" diretamente do "goln.room" do Copacaoaii» Talace, das 23,30 horas á meianoite e meia. RfNÊCLEMENT ^T^^JiTi^-jr^ -&»*>«2- OSZ^AORES PRÊMOS DE CANNÉS i RADO FORD-41 Ven-se um em perfeito estado. Preço Çr$ 1.500,00. Tratar com Sr/João, Tel ^^ü^s:" éêmêjb^^mb^^^^b^^^b^^^^b^msmím W^a OS MAS ORGNAS MODELOS DE BOLSAS BRNCOS. COLARES, BROCHES, PULSERAS, LENCNHQS SUÍÇOS E OA LHA DA MADERA SOMBRNHAS OE-NYLON. APROVETEMAflTULO DE "BONFCAÇÃO REAL M ÜA i nylonjt/ i?0^cr$32.oo 0 PAR mirlnafc m : }: A CAftô TOPP6R AC. CÇWPLEMENTOS NA.CONA5 ÍoodmosrS1ddaTagm0hsa^s avaut- premiére ^ s AO - LUZ. * ^í^pfe FLORANO FASSAL NA "UMA VEZ AO ANO" CHAPA DA «SBAT» _ Candidatos a postos.na direqão Será amanhã, finalmente, a figuram da audição, especial da Radio Vera SBAT dois nomes representativos do Radio. Cario, nono aniversário ativida Cruz, em comemoração ao ca: Floriano Falssal. pela rhapa encabeçada por Geisa Bos- queia emissora, sr. Homero artísticas, d0 iocutor-chefe na coli e Amaral Gurgel na que Bruce. figura o nome dç Luiz gle-fias, também candidato á pregin. cia da SBAT. Como se vê, "ONDAS õ MUSCAS" pleito promete eer forte, pois trata-se dois "Ondas A* Musicais" apresentario, na-proxima t*rça_feira, nomes prestigio no«meios do teatro e do dia ( 2, das 13 ás 14 horas, seu Radio carioca.. programa n. 467 que constarei i :al das seguintes peças; Weber Ouverture. do. "Oberon" (Meyrowitz);. Brahms 1. mo v. Ao Concerto para violino e orquestra (Heifetz_Kous^evitzKy) v Wagner dili"0. Siegírieü (Weingartner),.Duk^s O. RUGUAANA.84 Aprendiz Feiticeiros (Tóicanini). Esta aud;t.âú e.tara no ar através das seguiutes emissoras: Tamoio. Jornal do Brasil, Nacional, Cruzeiro do Sul, Mauá, Globo, Mayrin^ Veiga è Guanabara.

8 r?*."?-t".*?t>j i^t^rt-^-.s.v^-m» s?! : Rio Janeiro, Domingo, 30 Novembro 1947 DÁRO CAROCA /UiantadoLarUda. AV. RO BRANCO, 91-5, ANDAR Carta Patente n,# 113 Expedida pelo Tesouro Nacional PLANO FEDERAL DO BRASL "X" "Y" "Z" E PLANO ALANÇA JUndfadv dosorteio realizado no dia 2»- Novembro <947, pela Loteria Feral do Brasil, acordo eom o artigo 9." do Decreto Lei Setembro 1945, revigorado pelo n." Janeiro do ano pp. conforme circular». 2 da Diretoria Rendas nternas 8 Janeiro PLANO ESPECAL PREMADO O N.M Milhar primeiro prêmio no valor Cr$ , Centena prêmio no valor Cr$ , 1.200,00 nversão do Milhar no valor Cr....».. 300,00 PUNO POPULAR PREMADO 0 N M56 Milhar primeiro prêmio no valo»- CrS 456 Centena no valor CrS.. nversão do milhar no valor *Cr$..., ,00 CONCESSÃO ÚNCA DO GOVERNO DA REPUBLCA Loteria Feral do Brasil Contrnto celebrado com o Governo da União cm 20 Janeiro 1945 e averbado em 30 Janeiro 1946, na conformida do Decreto-- Lei Fevereiro 1944 PRÊMO MAOR ,00 PLANO ALANÇA SÉRE 3 N Série 3 numero 7456 nó valor CrS Milhar qualquer série valor CrS. Centena, valor CrS.. nversão do milhar valor. CrS.,.. nversão da centena valor CrS... Série 3 numero 7450 no valor CrS Milhar qualquer série valor Cr$ Centena valor CrS,.,. nversão do milhar valor CrS.. nversão da centena valor Cr$ ,00 Liberal ,00 Liberal 600,00 Liberal 200,00 Liberal 60,00 Liberal ,00 Clássico Clássico Clássico 100,00 Clássico 30,00 Clássico ADAPTADO AO DECRETO 7930 Série 3 numero 7450 prêmio no valor OS 40,000/10 Liberal Milhar qualquer serie no valor CrS Liberal Centena no valor Cr$ Liberal Milhar na orm inversa no valor CrS \ ,00 Liberal Série 3 numero 7456 prêmio no valor CVS ,00 - Classien Mimar qualquer série no valor Cr$ 2. Clássico Centena no valor CrS _ clássico Milhar na orm nversa Mo valor Crp 1.000,00 Clássico Rio Janeiro, 29 Novembro VSTO R. Pessoa Ramalho Fiscal Feral Eduardo F. Lobo Dirstor Tesoureiro O. Peçahha Diretor Gerente, OBSERVAÇÃO: O próximo sorteio rcalizarse á no dia 27 Dezembro, sábado, pela Loteria Feral do Brasil, conformida com o Decreto Lei Setembro Convidamos os senhores contemplados, que estejam com os seus titulos cm dia, a rirem % nossa se para receberem seus prêmios acordo com o nosso Regulamento. FORO MLTAR tntereogatoro DE OFCAL Perante o Conselho Especiai Justiça da l.a Audituria da l.a Região Militar RAOS X TOMOGRAUAS Exames radiologicos em residência Drs. Victor Cortes e Renato Cortes Diariamente das 9 as 12 e 14 ás 18 horas R, Araújo Porto Alê~ gre, 70>9. andar TEL verá ser interrogado na próxima quarta-feira o 1. tenente da Reserva Paulo Ávila da Costa, acusado haver ferido um seu colega qua.ndo impruntemente hüinejava uma arma no Batiilhão Guardas. Fúncionarão o promotor Clovis Kruel e o advogado W. Me-.drado Dias. PK1SAO fkkvejnxlva DE- CRETADA O Conselho Permanente Justiça da l.a Auditoria Regional, em sessão ontein, cretou. a prisão preveutiva dos soldados Antonio Joaquim dos Santos Filho, Valdir Francisco.OU- VeJra e Manuel Boelho, todos do Deposito Central e Porque Material Transmissões, acusados. do crime previsto no art.. 198, 8 4. n. 5 do Código Penal Militar. LUXUOSO AV. ATLÂNTCA, 12, POSTO pavimento com slumbrante panorama. Ven-se eom parte financiada a tratar com o proprietário, à Rua México, n. 45 s/loja s/205. Está em fim construção. MERCADOS CAMBO O me:cado cambio abriu ontem em condições estáveis e tiem alteração na9 taxas. C>. Banco do Brasil *ac*va a CrS 75,39 48 sobre LondrK- e * C^S 18,72 sobre Nova Varie, e omprava a CrS 74,02 55 e a.8,.;? respectivamente. Assim ixam-- 0 ixivrc&do no fechamento ás li horas. O Banco do BivsÜ -lixou a? seguinte- Uxas para vendi dô eambuis: A vistas Libra ; Escudo O-0 1b Dólar.; -!8.p l Fran_a»suiço ^.37 "9 Franco belga..."..- O-42 n Franco eso chileno 0.6o 39 Peso boliviano Peso argentino.;.. -,68,3- Pes0 uruguaio.. - Coroa sueca Coroa dinamarquesa Coroa tcheca O Banco do Brasil para comora das letra» cobertura* afixou as seguintes taxas: A vista: Libra. 3» Oo.ar > -- lo-^8. Franco suico 4.20 f Franco francês..,, 0,15 43 ÇÜXni, tcheca..»«\, 0,36 T 9,05 ii 5, ,á0 oü 0,37 1< Escudo Peso argentino,* -» 4/iB 93 Peso uruguaio ti Coroa sueca ,i4 SM? Peso chileno... 0.o9 t"> TAXAS PARA REPASSE AO» BANCOS Libra. *,....-i 282; Escudo.. íí.. Dólar Franco suiço. Coroa sueca.. Peso uruguaio.. Peso argentino Libra (3ü diae) Libra (60 dias) Libra ( 90 dias) OURO Ju 18J <» 5.U fea 9.Ü l>* , FNO O Banco &o Brasil comprava a grama ouro fino na bast por a0 pregm ae CrS 20, CÂMARA SNDCAL Em 28 do correite. LVRE Londres..,,.. 75,39 48 Nova York i-i «.. 1«J2. B. Aires -- 4,68 88 Portugal..,. 0,76 26 Chile ií.i França... 0,15 74 Espanha...*.... l.íl ^6 Uruguai 9.9i 74 Bélgica, franco «Y\ Suiça.... t\.i Suécia...*:...., 5^1 us Fxtraçco Cr$ ,00 "~ tnit*. extraçá. SÁBADO, 29 DE NOVEMBRO DE 1947 Piano Ú 1 Nesta LSTA nâo figuram por extenso os nu mero, premiado» pela terminação do nltlmo algarismo, mas figuram os premiados pelo» finais duplo» do 2. «o 6 premas 90 Os bilhete» sao Utografado» em papel branco, tinta azul fundo rosa è ver e «M P«ta -. frente, com a inscrição: Extração em 29 Novembro 1947, as 14 hora* PRÊMOS PRÊMOS - ". Atençào.. Verifiquem a terminação simples sen» bilhetes - Ccmlm«mt, Pj»m!ò» CH,»^-emirai CHt f f aooi- 600,0» O0.UU o O- 6M.M.,. ;, M_ âuuu J,",- 600.U9 w- issóo a»r sufis «3M. 500,00, «353., 100,011, 4361., M8_ WLUl rr»-l -OOO.Off.»8_ 60U.UU UU.0).... _, ,0trl,^5f- 6""-1» J21H _ 60U.0O 174 filhl Kl *««* uuu,uu KS-sfô! SSdáSS &t Mom m]- Ml1-"" sói SM aa*- m-{*> «Já" ísnsi 2333 _ tm" SSÍS , Em tmm mm «74 «m snu.oo So," Sí?i 2M»- 60M" «a sk 214». floo.no S: SS rai sm"n <5S «01 _,iuo.oo «74 - snn.nn 4411 J , ) MU.00? " 4510J.OOO.OO * , j.00(), » onn.ro «91. 6O0_2.U00.O0 P27_J.010.UJ P4H eio_3.ooo.no «li j.ono.uo « no 653 _ 500.1» «4. 5(10.00 S74 6OU.0O B , ) ( )0.00 2WK- 6im.OO 20.-i W4. ííí- K, _ tittinnl í? -* finn.od Rn0, onn.no finil.nd X O00.OO ) 4C J , l_ * , J nwi Í48" Ml 2»44J li?- noo.lo.,y,«uini, mom ) 2M, (jpojjg, B:«>«;í-s r.on.oo 571- TOl-í *J , -,.,, H38_2.OUO.0a1,«í; m JW, ;,:, e.w- 5on,oo 5%l S B70 JiOOO.OO 874 _ « H91-- fion.no K2-6.flflO.O- S90-2.0U0.flO D.OB.Qli 2874 _! C«ui«io» o,,, "»H «*- ffig «85.T. Q00.00?^^*mmmmm *. MO.UO ,000,00, J.000, J.OO0.OU 2! J Mü.m 3_ O-H ( Jb.000,09 JosÍ^mK 4974 " U50 _a.nno.no ,OU tl53 _, ap33 _ 60U.U0 1W4 _ sno.oo j.onoirnl B74. snn.no CS) o! rtm_i ! 032 _1.1)00,00 OU- iuo.oo 053-6UO.O J.00O.UO Í001 _ 5U.00 no.vwl.ooo.uo H0M 10 uoo.o-o U0.00 3( , OUU.OOl » 000.(TO k<>7i A,»,;,,; im- MM0 imí" SSíü SD ,0( U ,00, g"-.."*» MKt SlUldíl 0U». BU » , J.UU.H! 114» ( , OOO.UO: Í74- JUO Silü.OO 1208 J vja. óoo.oo (.53-6U.O (1110, SOU.OO U «311 _i.ooo.no OO.U ,0» U M»RÍ 600.0(1. H53 _ snn.no 1464 _ 3224 _l.000.oo sara. ãun.oo _ fiooilü 32S2 J.000, _2.O00.0O -.\M?l. " no.oir 3391 _ 600, il00.ll f.llll.iln U _) Í ;00 8.M9. 1.(10(1.0( _ » nv,:i. sno.oo 51» U _ ) 5291 M ( J O fi O 644». Í0O » r.nu,o» ( sno.oo. :i-,m. « li.k"» 0""U! 3r74 - S WH " -S-OOO.OO (1 5M » lt" tn""" H.1.Í Íi UO MO.» «570 36S7 CO fl!)0 no io O ; pOO.O )11 l5b3_j.u0o,0o ÕMM11._-._.. 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Dflfl.ofl. 1M (874 - MM.mi SêMJ.OOOJW iwr_ « , rmi.oo 1974 _ 600.(10- ( , ,1111) J » , snn.nn :« O X U00.O (11 WO 3933 ií 600.0(1 6(10,1» 6O0.Osim» _ fion.n» UO Ctvitíta» B VKMli. fii;;)., _5.(iuo,oo H _ 600, UOMJ ) illlu.il» XJ0.OO r>l)».lllj 6753 _ 6011, ,01) ") , JJKW , R X1 4)18. 60!.Ü(> *" -.» «í». 60l).(in. i- 3"" ,1)1)1 g".-» 4111) lüouüul bí,j - E,,li)-,1,V «ira 6oo.no 4064 too.u» 41) sno.iio rt-cmio» CH, K 6074-, ll.-.l-UtM.K) 6134 _l 000, O0) (1» i 616S W U.U UU «2» J OOUX) on.no X1.01) fl.ll» » ,0» , ( » finn.nn « (100,01) J » _ 500, O.0) U.X) , (1,1111, 6643 _ OOO.UO ,11» ( filxl.ll» _ U U K H 6329 _l.000.0lf SOOilll ( (1( J Í XUH) ODO J10.0» ( J ( ,00 7U U0.U _2.000.UO , fi.OO0.0A 7230_ i)oouil 7230 _.000, ( , (1.1) , 61)0.0( (10.»» 7359 _.000.( ) 139) _. 60O O ,00 747«- 500.( _ OOO.UO » 7502-iiKO.OÜ 25" É00.CM 7M ^ 4) oo,oo tlooo.oo , iXflo.O» UO U.U0 25S4 - soou» no! 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U0.» M soonn SOOU ( Prêmio» CM 1 t"aa<» OM,?(M64 > too.r» SOO.OO H i53 J OOOÍO , » X1 21!.- 92_2 000, « ^ 600.0» 21)7111.f S0041» Jl 0004» 2( X (10.11» tH>.l)l) 21) » ».1 OOO.OO jnxsy.» 000.1X1 ms9i. soiiuii « OOO.UO 2(1929 J flooon X.» SOOU» _l 000.no 61194)0 690, X1.0» 6004) J ) ( X1 21(17» -2.llflO.lin SOO.O» SOO.OO UO0U J 1)00.0( SUO.O ÓU (1.» H104X) *. son.on Sllllflll _»ono.oo M.V4-.1 ( filloo.* 213Í.1 (1X.U0, » _4.OO0.O ,00 213(15. noo.o» 2131HÍ ». 600, ) , X Jí.flOO.Ul ,01) UU H.6 0( ) ( " _3 OOO» UD.ni) (100.( OOOUO 2( ^ K , J ) ÔUO.OO 2218!) a» U0.UU ) X «1X J.O00.U» ,01) «00.00 mn. «txuhi «X).X> 2276». «OOOO SO.OO J 000.1X (1 J XXl.OO KXlil» Ccuxcirot,.o 2281M V, 2296* ) « X1 noouo MM.OO 6UU41U ,00 fioo.oo 20 2O0O9 J ( i _! «004) U.0» 21X162 _2.UOU Ü O _ 6U0.0) 2W mi ,1) *. Sllll.lld _l *. -fiml.llll 2111O _» U0U.0U U.U 20217J OOO.UO U0.OU M1Ü.0U OO.O _ JOOJO _ 600.0o S3C.1 (00.U _2.O0U SÍlO.lli) a ooo.oa. 2( U0.0U 2037*. 6UU.0O 2U SOO.OO OOO.OO *. 273Í. 690(1» o H3» » Í » 600, _ » ) fillo 2191*. 60(14)0 2197*. nnil.lln UU fiooof J-OOO.OO 22W UU ", J 1X (1.1) J)004)O a> aso.oii J «UOUO ,00 j-.ir.i>jjiuo.uo UU.O ) ( UU U0.Ú U fiuoou O04X) V22X» - OOU.0U ( jl -OU0.U0 223ll»_f 0UU.U *. 6OOO ,01) 2239) UOOOO 2-t ( ,00 22 MO J OOO.UO 22( _» 000, * X :1. 6X1.UO 2: * U _t XlO.li» (1.1 2:11:19.1 OOO.U "OO.U , :1. soou» 23B4-600(10 -nv*. snn.iin 2319». 61X ÍXÍ J O0O » _ 2327*. 600.no ( _ 4M0.K _S.flllll no 233.->3. 61X * ) llU.ll OflOOtl _3.0m).lll X14) ( _ SOtl.UU ) T 600.0» _ 51K.U «."BO ( , » fra-tc. c;n* O , ( ,(1( G X (111.0» (1, OOO.K « X111 í (UO.OO ) J SO.0» «nono « ono.oo ) )23 J» 60( » » /1X ( fino.oo , SOO.OO , O00.0O 250)8. «OOOO 2.-,ll.i , U _» OOO.OO » _l illi*. 600, O 090.0» , )1. 5(10, _2.000.Ot) 2.,2j:l U1! _) lloo.oi SUOOO (111 2.i283 _! 1)00,01) J.000, U.UU _l -OOU.OU _l O0U.O V.. 233Í r uo0.o» _l 000, U.UU )0 S0OU0 SOO.OO 600,011 SOO.OO Prtrolo» O» -Í183 _ J J 2)1761 _ _ ^ , S ) _ JOJ-.OOO.U 000,00 60U O00.ll» 600.1)0 500,00 51X1.01) 600, (1 ooo.on llo.oil X ,00.01) V( * ) 2717* » 2721» 2721» 2725: X _ S « SOO.OO 51)0.111! , ,00 SU0.1» -» 1) X1. DOO.U - OOO.OU 501.UU «0-l.lM SftO.DO « fioaor. soo.oo 60ii.no ftpk»lr-ifio , tfe Cruxuiro» 0.(0 SOO.OO 60(1.11( S SOOU» OOO.OO _ 60(1.1!» OOOini 2372!» _S 000.0( S.U , _» (10.1X SOO.1111 J.-SO. 2 UOOOO » ono.no W1.U «00.1)0 « U ) ( ( ( * » _5 imil.illl 2399J » J.000,0O U.UU J OU.OO 211X1* 6UD.U0 24U7t. 6UU.UO JOOU U.UU 2(131 -.UOOOO UU OOU.OU 2ll.,:l. 6UOU0. 21U *. 6UU.0U 2)11)1 SHl.lX) SO.OO 21i.V. 600, ». 5U.U 2427*. 600, _3.o0n.0u «134K.. 600,00 24:15:1. soo.oo 2130*.- 6OO.UO * OUOtX) OOU.UU 2143» -2 OUOOtl J ) (46» ( Í O OOO.OO oou.oo OU 2J OOO.OO 2.V.63 -S.OU.UO ,( , SOO.OO 551.V1. 6U0.O _. " ,00 MU-. 6UU _ 600, , ^ , _ 600.0( ) 25,illl _J tl.n» 2:.S64-600, , ,00 2.VJ7. OOOO! ) _ 5119, ,0( » 26 9T0S. 600,0» ()0.0l UO.0O J OOO.OU jiiuso j unouu _3.0U0.» ;niis. õoo.uo 21.V (17 _ 000, Soo.no 21,16.1 _1 OOOUU 2(!190_) (U.UU 2( (1 2( (1 2K24H «90,111! 212.V. OOU.UU iri74. SUOOO DOOU» ,01) ju:i,vi Aproxinuíio ,0(5 A O /. K 1 ti _ C ílf-i _J 27591^ _ 2775:t_ 77V57-t » J ,i:,:l X» UU.U0 ÓOO.UU SM.OO 500,00 U00.0U 5u0.au soo.no 5Ull.il» áuo.o SOU.»» U0.OU 6uo.n» SUOUU -OUO.Oil 60( fioo.o 0U.U eremlm CH ) , SUOOO U.UO A1.X) _ 600, OOOUO (10( SOO.OO , W.O 288S ) (1( «10.0( lltXO.Ol) 2S9X.! , ( J X » 2SÍ2.1.UUOníl, X » 21111:111.1 OUO.Oil 11X118.! XXM. 21X » OOO.OO )0(1.(1( U041O 291Ü.. OOO.OO _) OOO.UO (X.0O , , U0.U0, ,01» SOU.OO OOO.UO , , (1 _ ,(11) i:ll8. 60( , » _! i:i7l. 600, OOO.OU 2U17-6.UO0.OU) SOO.OO , _ * íd.llll. 500, _ ». 600, , _2.00U.U9 29Í. 60U C3.1 (U.K (1( U _ U ,0» i-no.c» U » (1, t.ooo.n X finu.nu; Í9S í 29874" U0).2989) 600, J (1(1 3953_- 5U.ni> _ ) 2997» L _iuai. 00U.11» 28 5un.ixi SOOUU 600.U0 fioo.oo oii.no 660.0» sno.oo snojxi. 500, » P..2 OUO.OO U0.OU 2U ) lino.lhl U S00.UO 2657*-.,600, _ 16U0.U , X.H! C074 _ Í00.UO 231)18 6UD U.0U 2X (1 2X1171-6UU.U0 2811X0 U2.Ü0O.UU 2X11,15-1 OUO.dll U0.U S_ ÜK.UU 2xi;.:i _»6uii.iio U.0 2X1; 600.( U..:» K 2S2.V 61111,0o 2X ótlll.tlh 2S27» ÕUO S.1.1». nooilü U a 00 d» Cinic-iiiusi BtO 1853 íbo.ooo.ocs BÍÍÍ muf «10.1U 28:1( ) 28.Ü ) l_otltl.(lil- 2812(1 J 000.0( StíU.U» Mlll.llll imlll.lxl -Sllld J OOO.OU O0.UO 6«!í ; ato 28U ,011 6UU.0» 600,( » t00.00ó,0q Mg>;ti6u«Porto fl,!c2r& » ,01) -2«5.1). 60U.U» sxiar.. 1 oon.uu 2864K 500.! () 2865» » 280V..». 0004X , *. 5004K ,00 CR 0_. Ci*t$«_ mói,» eo.00o.ooi tnoztm*i0 (1(0 Toilos «s nrmpros fernifitaifas em (i têm rs 400,00 O escritório i RUA SENADOR DAPíTAS N. 84, es tara aberto para, pagamentos todos os «lias úteis, das 9 ás 11 J. e das 13 J. ás 16 horas, exceto nos dias feriados., A Administração pagará o valor que representem os bilhetes premiados, durante os primeiros 6 meses da respectiva extração, ao seu portador, e nao ateh. ra reclamação aljjuma por perda ou sub tração bilhetes. -. No caso do prêmio maior caber ao numero 1, serão consirados como aproximações o imediajamente snperior e o ultimo dos niühares «jue Jogarem, sendo sorteado o ultimo, serão aproximações o imediatamente inferior e o primeiro, isto é, o nomero 1... AS EXTRAÇÕES PRNCPAM ÁS 14 HORAS 282.a EXTRAÇÃO Pela Conct-ssionaria : Socieda Civil Conce ssóes Ferais Domingos Oemarcbi Dias Palhares O Fiscal do Governo : Odilon da Silva Conrado Heitor 282.a EXTRAÇÃO Tchccos-lovaauía... 0^17 44 Dinamarca BOLSA DE VALORES Não funcionou ontem. CAPE Não funcionou ontem. ALGODÃO O mercado algodão ein ra ma regulou outein, firme. seu. alteração nas cotações e con entregas regulares. Fechou inalterado, MOVMENTO ESTATÍSTCO Entradas Saidas 740. Exsbencia fardos. CX>TAÇÕES POR 60 QULO.1 Fibra longa Seridó, tip 3, 130,00 a 134,00; tipo 4, 1-5 0«a F.bra média?crtáo, tip-j 4, 120,00 a 12-.0Ü. t.ipo 1. nominal; üpo 5, a Fibra curta Ma tu tino 3 a 5 nominal; Pau ima, tipo 3 nominal e tipo 5, llò,ü<j a AÇÚCAR o mercado açúcar regalou intcm, calmo, com os preço.- naiterados e com entregas r»- guiares. Fechou inalterado. MOVMENTO EST;*TStfv< Entradas 800. Saidas ixlstencia sa-as. COTAÇÕES lor 60 QÜLOfc Branco cristal 156,00; ersta; amarelo 135,00, maícavinho e m.a_cavo3 125,00. GÊNEROS O movimento verificado foi o seguinte: Ent. Sali Arroz, sacos Açúcar, sacos. 50J Feijão, sacos Farinha, e-cos." 180 Milho, sacos Banha, caixas Manteiga, quilos Cebola, caixas 880 Batata, sacos Batata amerlcana, saces LM M MíDEM A experiência, nossas próprias Fabricas na lha da Maira, através dos anos, criaram uma apresentação p.-odnlos selecionados com suas vendas diretas. Jogos Mesa ~ Cama Shisas e Lenços BORDADOS DA MAMA LTM. AV. RO BRANCO N. 120 LOJA 11 TEL (GALERA DOS EMPREGADOS *0 COMERCO)

9 DÁRO CAROCA ^ MiMHHMMMMiMMWiHWMMnnii Rio Janeiro, Domingo, 30 Novembro 1947 OLA 5 FLUMNENSE X VASCO A SENSAÇÃO CESTOBOLSTCA DE AMANHÃ Vence-se amanhã a 3* rotíada do Returno do Campeoualo Carioca liaskct. Esta etapa reverte-se sennacionalismo, já que comporta o jogo. Fluminense x Vasco Jufo que promete ser o mais í-unsacional da presente fase classificação. Lír invicto da sua1 aérie, ò Vasco tentará manter a sua vübição frente ao segundo ooòeu "o, com uma rrota someu te. Como os tricolores apresentar-se-ão perfeitamente oreduncittdcs para quebrarem a invencjbillda, dos cruzmaltmoe a peleja amanhã cresce vulto, tendo aumentado consiceravtilmunto o seu interesse. A luta, por certo, revestlr-«e-a du semacionallsinò, vendo o confronto agradar, não jbo técnica- como disclpllnarmenle. DETALHES A rodada amanhã presonta os seguintes talhes: FLUMNENSE F C. x C. R. VASCO DA GAMA a«19,50 e 21,30 horas Ginásio da rua Álvaro Chaves Afon- «0 Leíever e Valter Silva Machado, juizes Artur Perez, cronometrista E.eio Almeida Santos, apontador Helio Quintanllha Nogueira, i»- gado. A. A. DO GRAJAU x LM- PEttlAL dia , ás 19.Á0 e 21,30 horas quadra da rua Senador Soares José Lima e Habib Dtihia. juizes.loso Guio S. FHho, cronometrista Cecy Alves, apontador Nilo Marques, legado.. TJUCA T. C. X. S. C. M NERVA dia quadra da rua Con Bonfim Cesar Porto e.ney Sodré, juize: - Alberico Garcia Amorim cronometruta Carlos Soares do Couto, apontador Josp Palazzo Filho, legado. GARAJAU T. C. X RA CHUELO T. C. dia quadra da Avenida Engejnhelro Rlchard _ Andino Astuto e Roger Bougéard. juizes Sergio Rosa, cronometrista Silvlo Cintra Filho, apontador Cesar dos Santos legado. ESPETÁCULO DE SENSAÇÃO NAÍJustaMasDiíicüaVitoriadosRubr0S 3T o America conseguiu vencer, Gilberto e Amaro; -Justo com dificulda, o quadro do LAGOA RODRGO DE FRETAS Olaria. Disputa-se Hoje o Campeonato Cari oca Remo Flamengo e Vasco os Mais Crenciados Nao Ha Favoritos 0 Programa Nas águas da Lagoa Rodrijo ae Freitas será lavado a.efeito hoje, ás 9 horas da manhã, o Campeonato Carioca Remo. Será uma disputa empolgante, na qual <>i concorrentes todos os esforços empenharão no sen tido conquistar o titulo unpuão. Ante as circunstancias que cercam este certame, acredita se que o mesnó obterá pleno êxito téçnico-soclal. Todas js forças positivas e eficientes do remo carioca, estarão em ação num sfile que muito promdt interessar pela movimentação 1.* OLMPÍADA MLTAR REGONAL A Festa Encerramento no Fluminense F. C. Comparecerá o Presinte da Republica Convite ao Povo em A festa dò encerramento da 1.» Olimpíada Militar Regional 1947, a ser levada, a efeito amanhã, 1. zembro, no Fluminense F. C, s partir- das A CONSTRUÇÃO DO ESTÁDO MUNCPAL 0 PREFETO APROVOU 0 PLANO DAS OBRAS E OUTROS DETALHES O prefeito Mens Mo..-As acaba aprovar a proposta para elaboração do projeto finitivo <io construção do E--tadio dó Distrito Ferai nos termos da carta dirigdá â Prefeitura e firmada 4 agosto ultimo pelos arquitetos brasileiros Rafael Galvão, Òriando;da Silva Azevedo e P». dro Paulo E. Bastos, junta.- mente com o arquiteto Antono Augusto Dias Carneiro, os quais se claram, pleno acordo em elaborar 0 referido projeto, na forma do edital ci«26 Julho ste ano, comprometendo-se a apresentar os res. pectivos trabalhos, ultimados, ntro -quarenta..«cinco - dia», a partfr da publicação ste spach0 no Diário Ofi- ciai.- O spacho do prefeito Mens Moa-is está vazado nos seguintes termos: "Aprovo a. proposta, tendo «m vista, so. bretudo. alem das condições estipuladas no referdo edital, os termo» substanciais que ela contem, quanto ás bases dos~ preços dos trabalhos, em rela- CREME ARA 6ARBEA* PAL AOtVB mm ^>y feltí COM AZE TE DE 011 <* lêèr Barba Perfeita ção á,i quais merecem staque e louvores os propósitos manifestados pelos proponente*, que. atenndo ser o Estádio uma todos, obra almejada por cor mo sportistas e brasileiros, preferiram d«:xar a fixação doe respectivos honorários a uma comissão do técnicos, nomeada pela Prefeitura, os quais ter, minarão o cust0 global dns trabalhos. A Prefeitura, muito.satisfaz verificar o espirito publico dos proponentes, que ws revelam dispostos a prestar oportuna colaboração aos interesses da cida, em condi. ções que não agravarão os :«mpromisso» que o povo. irá eletivar com o voiuntari0 financlamento daconstrução. Os. 11. mites, razoavei do custo gi<>bai dos trabalhos proposto» serão arbitrado» pela Comissão Executiva a que se refere o numero 1, nos termos do parecer do Conselho Consultivo a que se refere o numero 5. >mbos da Resolução numero HO. 19 ste mês d* novembro, construção ntro da tabela do nstituto Arquitetos do Brasil. O VALOR DAS OBRAS A titu:o curiosida, po. mos oferecer 03 preços obra«dos vários campos que constará o Estádio Munici. pai. A sabei": 4- Futebol: CrS ,00:.BasketbaU o Vcleiball Cr$ 15, ,00; Natação e saltos Cr$ ,00; TenU Cr$ ,00; Pugilismo CrS ,00; Ciclismo Cr$ ,00; Atletismo CrS 20; è Play Ground, -Cr$ ,00 tudo num total CrS ,00. A efetivação d0 acordo para a exeeuqão da obra teve na parte porcentagens nonorarlos o «eu ponto mais difícil da solução, pois pela tabeia ao nstituto Arquitetos do Hrabil seriam pagos Cr$ ,00, no entanto, em face do apelo feto pêlo sr. João Lira Filho, foram reduzidos para ,00, redução consirável. O SSTEMA DE PAGAMENTO Aborda ainda o sr. João Lira Filho em sua exposição o mediante homologação do prefeito. Sejam encaminhados a sistema pagamento que. no Comissão Executiva os documentos e papes relativos ao mensalmente e acordo com período das obras *>erá feito assunto agora cidido. Publique.se. Rio d» Janeiro, 23 ção. o prosseguimento da constru- novembro COMSSÃO EXECUTVA O spacho» que nos referimos acima foi baseado no Em face do spacho do prefeito Mens Morais, temos longo trabalho-exposição do os trabalhos da construção do r. João Joap Lira ura FÜho, íuno. que çons- g * Munidpal ern seu ter. tou quatorze folhas dactdo, ren > concrefcizaqã0, uma vez grafadas, n0 qual foram escia que ao presinte da Comissão reeidos ob vários aspectos da» Executiva toda a exposição lhe controvercias entre os engenheiros que vêm firmar o será entregue para á execução do spacho. acordo. Convém salientar que muito contribuu para es-ta «>- ução a circunstancias "ser o Temporada Oficiai estádio uma obra sejada por Hipismo todos nó», como sportistas e como brasileiros" (áelaraçj^s A COMPETÇÃO DE HOJE doa enenhelrós mencionados). Foi ainda abordada a situação percentagens dos serviço» da MENTES mportante organização ensino (em organização), aceita agentes em todas as cidas do Brasil. Negócio útil, renduso e gran futuro. Dirigir correspondência pára ó Presinte dó Colégio Estados Unidos S/A-, á Av. Rio Branco, 39, 20 andar, grupos 2005 e 2006 Rio. Realiza-se, hoje, na pista obstáculos da Socieda Hipi. ca Brasileira, mais uma Competição da Temporada Oficial Hipismo. Efetuar-se-ão duas provas: a primeira, nominada "Feração Hípica Metropoli. tana" será em percurso, nor- mal com obstáculos 1,20 me- tro» e "Nicarágua" a segunda j será em Barragem obrigatória! 1,50.. O inicio da compèi tição está marcado para- as 14,30 horas. Geral 20,30 horas, com a presença do presinte da Republica, tainistios Estado, Corpo Diplomatico, prefeito do Distrito Ferai, chefe Policia oficiais generais da$ forças ae terra, mar e ar, comandantes cor* pos, diretores e chefes rêpartições e estabelecimentos muitares, famílias, jomali-tas, todos especialmente convidados e o povo em geral, óen franco o ingresso nas pendências ge: raia daquela entida, vai cons tituir um espetáculo sportivo dos mais empolgantes. Será iniciado :om o haçteamanto pelo presinte Euri~> Dutra, da Banira do Brasil ao som do Hino Nacional, tocadi pelas bandas inusicas e cantado por numero"os escolares A seguir, pelo general Zenobio dá Costa, comandante da l.* He. giáo Militar, será ^.ambem has teada a flamula do Corpo Cam,- peão Olímpico que, no caso, & a Polícia do Exército, que. st sagrou campeã no torneio. A* horas, serão entregues pe as autoridas os prêmio* isputados. As 21 horas e 20. haverá um bailado quê será exe cutado pelas alunas da Escola Nacional Educação Física Para ás 21,35 horas, e"tá pre: vista uma monstração.dnnça clássica pelas alunas do ns titutò. Educação. Os soldados da Zona. Militar Lesta ás horas, farão tambem uma monstração ginasti<.-j "itmada. A festa será encierrada com o arrlamento da ianira Nacio nal, com canto 3o Hino Rrasl leiro por todos os presentes. Para o mnior brilhantismo da festa, foram tomadas inumcraf r>ro*icncla3 oolos ofeiais da 1.» Região Militar, incumbido.- da realizicão da mesma, o aeneral Zenobio da Costa, coman dante. que dirigiu, pessoalmen te, todo o senrolar da plim piada, baseando mas íbrações no Regulamento do Depnrtamento Desportivo do Exér cito, vem manifestar aoa corpos tropa que tomaram parte nas provas a sua satisfa ção pelos resultados obtidos. O campo do Fluminense nt>rfi iluminado pelos refletores Ant?- Vôreos, achando-se o t. Regi mento Artilharia empenhado em oneorrv tambem para o maior brilho da festa. As Unidas que tomaram parte nas Olimpíadas, ocupan do lugares stacados, são as seguntes: Batalhão Escola Engenharia. Regimento Andr* Neves, 1. Grupo Obus»»» 105. Regimento Escola Artilharia, 1. Regimento Artl lharla Anti-Aérea, Reglmeu o Sampaio. 2.<* e 3. Regimentos infantaria, R. E. ofantaria. L G. O. 155: 2.» B.. Blindado e 1. Esquadrão di Reconhecimento Motomecanlzado. Pelo Campeonato Tênis 05 JOGOS DE HOJE U OUTRAS NOTAS A F. M.F- fará continuar.] nojo o Campeonato da 2a Classe Cavalheiros. Serão realizados cs seguintes jogos: EDUCANDÁRO RU BARBOSA frmaro ADMSSÃO GNASAL COMERCAL O Educandário Rui Barbosa, completando sua organização -sducacional, inaugxurará em um novo partamento CURSO C0LECAL (Clássico e Cientifico) Diurno e Noturno Aceitam-se, s já, pedidos r reserva matrículas em todas as séries para RUA GAGO COUTNHO, 25 TEL.: LAGO DO MACHADO Vasco x Paissandu, Canto do Rio x Tijuca e Fluminense x Leme. APROXMA-SE A DSPUTA DA TAÇA "P. D. F." Mais um Campeonato da F. M. F- bate o record inserições. nscreveram-se os seguiutes Clubes: Fluminense Lnme -r- Vasco Country e Tijucá, para a disputa sse interessante Campeonato Foi marcado o dia 7 zembro próximo ás horas para o seu inicio com, os seguintes jogos: Dia Leme T. C. x Vasco da Gama -r- nas quadras do Tijuca Tênis Clube. Dia Country Clubr x Tijuca T. C. i«as qua dra«do Fluminense. Ditj Flunünensp! F C. x Vencedor (Leme x Vasco) nas nuadras do Countrv FNAL Dia quadras a resolver oportuna- " 1 mente. entusiasmo e igualda eoüdições para a conquista do cavapeonato. Rei.ndo flagrante equllibrlu forças entre os concorrentes mais crenciados, a competiç&o tórna-se mais sensacional acreditándo-se mesmo que as provae correrão $ob entusiasmo invulgar. Oe acordo com os entendidos aqueles que acompanharam mais perto o preparo das guarniçôes, o Flamengo e Vasco da Gama são os que estão com maiores possibilidas vencer, adiantando-se que no confronto entre os tradicionalrivais d? terra e rnar farão ur? "V3rnodo duelo atraente. O PROGRAMA : 1» PAREÔ As horas Out-Rlggers a 4 remos com p%- trão. Concorrentes: São CristovSn D Flamengo (2) Natação (3) Vasco <5) Guanabara < ) Gragoatá (71 e Botafogo (8). 2 PAREÔ Out-Riggers a 2 remos sem patrão. Con :orrentes : intemacionai (1) Vasco (3) Guanabara (5) è Flamengo (7). 3. PAREÔ Single Skif! Concorrentes: *3otaf0go < Guanabara (.3) Vasco (4) Boqueifão (6) Flamengo (7). 4. PAREÔ Out-Riggers a 2 remos com patrão. Concorrentes : nternacion.il ri) Botafogo (2) Vncco (4) Flimengo (5) Guanabara (6) 6 Lage (7). 5. PAREÔ -r Out-Riggers p 4 re:. os sem patrão. Concorrentes: Vasco (2) Botafogo 4) e Flamengo (6). 6.v PAREÔ. Double-Sicilf Concorrentes: Vasco (1) nterna iohal (3) Guanabara (5 e Flamengo í7). 7.» PAREÔ Out-Riggers a- 8 remos. Concorrentes: Vasco (2) Gua iiabara (3) S. Cristovaõ"l4^ Botafogo <5) e Flamengo (6). Os numejos adiante do clui* corresponm ás suas -as respecü raiaj. O "placard" registado foi do 2x1, logrado após um cotejo dos mal«renhidos, embora fraco pelo seu dosenvolvimento técnlco. Os americanos jogaram melhor na primeira parte e os olanenses na segunda. Falharam os dianteiro» luôpoldinertsei e, então, surgiu o tento da vitória do America. OS GOALS O marcador ficou igualado no primeiro tempo. Aos 5-minutos, numa confusão na área do Olaria, Maneco.. cabeça, abriu a contagem; a s 40 minutos, baiano empatou, aproveitando um pa»- sé Alclno. E Jorginho. slocando n» centro da. área, recebendo um passo Justo, da esquerda ~feriu um tiro fraco com o qual garantiu a vitória do «eu quadro. OS QUADROS Estiveram assim formados o«is quadros: AMERCA: Vicente; Domicio e Grita; RUton Mo moco Cesar Lima o Jorginho, OLARA: Zoílnho: Leleco e Amauri; Valter Cláudio e Ananla"; Alcino Splnelli Baiano Umoou ro * Jorginh». Entre os vencedorc» flestacaram-s,e Grita. Gilberto-- Cesar e Lima. e, entre os vencídos, l.eleco Amauri Baiy no e Jorginho. % A ARBTRAGEM Nao teve muito trabalho «dirigentu da partida, Gulhermc (iome<3. Seü seüipenho foi sofrível.. A PRELMNAR E A RENDA* Na preliminar, os aspirantes doamerica venceram nor 5 x.1. O encontro renu Cr$ ,00.. LABORATÓRO DE ANAL- SES CLNCAS Dr. Viana Júnior AV. 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10 i 10 Rio Jan*fro, Domingo, 30 Novembro 1947 DÁRO CA!?!OCA ebus e Mültiple Destacam-se Pela Classe f \ «Distribuição BbHB Empregos!NAH DE MORAES Mania do brasileiro: criar empregos para colocar afilhados e protegidos, cm vez arranjar gente que tra-,,,,...,,,,.mij^ íif. balhe, fato, para os empregos ne-,-se *jw Íf, cessarios. Ha tempos li um artigo que w--;i»,iifc-; mmuw dizia Wjfâ?wÈmÈW& que Ee n^ ha dinheiro para *; - «Tirllll acudír ás necessidas e melhoramcntos sta maravilhosa cida do Rio /<4<MÍlfli -- * - ; Janeiro, é ^ÇÇB^^:::Í:V? porque o que a Preíeitura recolhe mal dá para pagar aos seus milhares empregados. E pois. entrando nos alsarisr-os. o articulista provava que Nova York, com :v;x;:-:::>v;:v:^skjbp-:í:^ 9 milhões habitantes, tem muito menos funcionários municipais dó quo ::::::::::v;vx::.;í:->:::. o Rio com 2 milhões. -...,,,,. j$ : Alás, nós sabemos que o " sonho dourado do brasileiro, em geral, é.um cmpreguinho publico.,. pra não fazer nada. Para conseguir essa sinecura ele mexe céus e terra. Também, porá haver coisa melhor do que pasmar o dia ártoa, sem ter, fato, nada pra fazer e, na maioria das vezes indo lá só para assinar o oonto. e no fim do mês ver o dinheirinho vir checando, certinho? Querem coisa melhor? E uma beleza! E por isso mesmo é o ial quase todos. Mas, e o que é que tem isso com o seu. assunto que é turfe e Jockey Club, estarão vocês perguntando. Calma, senhores, que chegarei lá. Voeis sabem que o Jockey Club fundou 3 escolas: a do tratadores, o jardim tie infância e a ãv. cavalariços. Até aí ótimo, porque essas 3 escolas eram necessar ias* (mas muito mais necessárias que essas 3 era a quarta escola,..a jóqueis, e entretanto não ha melo les r<>solverem fundar essa.} mas o que não ectá nada ótimo e transformar essas escolas em rrfelo dar empregos. Na Escola Tratadores." cor exemplo, ha 1 diretor administrativo ganhando 2:50flS00O. Um diretor técnco. Um diretor suoervisor. Ora, francamente.pra que esra complicação toda? Não bastaria o dr. Dupont. que é professor da escola e é também o diretor técnico? Pra que mais? O diretor administrativo é um ótimo rapaz, não ha duvida, mas» nunca se interessou r<or corridas nem por tratadores nem por nada nerse terreno. Poi nomeado para lá. só porque era amigo alguém... O supervisor, que bobagem! Lá tem ainda 2 secretarias: uma pra copiar as aulas e outra pra fazer o arquivo. Doi3 serventes: 1 para passar mal e mal uma vassoura nas 2 salas, e outro só pra levar os paleis para a se. Cada um ganha um conto -réis. E essa -ente toda funciona apenas durante 3 horas na parte" ás tar; Ha, nessa escola, SETE professores :2. praticou (pra que, neu Deusl> e 5 teóricos (meu Deus. pra que?v. Na Arpentina, dois ótimos veterinários dão conta- da escola tratadores inteira! No Jardim da nfanca, outro excesso: Uma diretora. 2 -ontos. (o notem que o horário é apenas fie. 8 ás 11; 1 peitfer.aria: 1:RD0S; 2 ajudantes diretora, 1:500S cada; 3 moni- oras, 200$ (o sfio es que mai$ trabplbam>. UrrM cozinheira, "00$. 2 aludantes cozinheira a 3Ü0S éada. Um pervente, l conto da réis. E ainda a parte administrativa é feita por empregados do hipodromo. Na Escola dos cavalariços tem: um diretor, -eeretario. 1:400S; um 1:200$; 3 professores, 1:200$ cada; 2 serventes, a 175$. (a proposto, por que é oue fario diretor, professoras, secre- e serventes sta -escola hão ganhar menos aue os do Jardim da nfância? E" injusto, ainda mais se se levar im conta rtue naquela escola eles lidam com marmanjos inmbordinarlos ^orpres). e serrf educação. Tenha a palavra o dr. João E note-se aue os secretários e.«erventes oue traba- ham na escola tratadores, a aúal funciona 17 ás 19 horas. não^ trabalham-na escola dos. cavalariços que é, no mesrio prédio e até na mesma sala e cujo expediente vai das 19 horas até ás 21. São outros serventes, outros secretários, outros c^trecra^ores papeis. O pior é que esses funcionários todos estão trabalhando "ara um numero cada vez menor rie alunos. pos a diretoria pue no começo se interessava em ir procnrá-los ras colheirrjs; intimando-os a freauentar as aulas, ixou fazer isso. E com essa Rente é assim: rfio tem fluem.os leve. rmon o" obrigue, nronto, nada feito. Para melhorar o nivel moral, sodal e higiênico sses cavalariços seria necessário que a diretoria não concesse matrícula a nenhum cavalarino novo, pra ppssnr nela escola mesmo sabendo ler e escrever, poraue além da aljwbetiznção ha a narte moral aue é da maior imnortancia. Mas ninguém cuida, A classe sses pequenos servidpres do tur*o vive na maior sorganização; acabam virisdo.s na Snsratina, brutos e sumanos para lidarem com os animais, inimigos da orm* e da lmpe7a. E a escola.aí está, funcionando, prastando. sem narh adiantar... a rso ser. para os aue prranjaram emprego nela. Jockey Club, prefeitura mirim. V l H / H RSTOKH PflRSEn S Olinbfl- RTZ STflF PRimOR- RlPUBLCfb *. EXCELENTE OPORTUNDADE PARA O RMÃO ]DE ENSUENO CONQUSTAR 0 PRMERO TRUNFO CLÁSSCO NA GÁVEA AS OU- TRÁS CARRERAS NOSSAS APRECA- ÇÕES NDVDUAS Será corrido hoje na Gávea o Clássico "Jockey Club Argen tino", reservado aos animais qualquer país três anos e mai ida. Este ano, apenas cinco parelheiros tomarão parte na traaicional carieira, stacandose pela melhor classe, Erebus e Mültiple. Audo indica, que o irmão Ensueno vencerá a pr.meira prova clássica em nossas pistas, pois atravessa o me lhor "entrainement" periodo seu na Gávea. Aoa.lxo aamos as no:sas apreciéções individuais para a corrida hoje na Gávea: 1.* CARRERA l CARNHOSA _ Cot. 3» Gq"úh uo percurso e a turma esta a nteira ificso Po eanhar- JaL/Na (Jot. ao A nosso ver. estranhou o brwão. No liei" estará cora as primeiras, no f.nal. Continua "iraba;hando" bem. UUAVANA Cot. Ü7 -- ljas- «ou a milha na areia em 103" aii> uomlrmanüo. tem multa cban ce. OUEÍE Cot. BO Pelo retrcspec0. nao eostamos. tmboia tenha raoa oe "erama ilea". pois u tllha Cheeno. LOAüBAlíDlA Cot. 85 Na «Trama, sempre aparece. Olho nela! Fazendo o cjl. vão custar a diante«a. "tram" "auebrú.la" 2.CARRERA ta na HGHLAND Cot. 30 Uma < das prováveis. Continua tan oti_ mas condições.! MALMiüUER Cot. 100 Ca. paz não correr. Hão nos acra, : da. ÜAVUO DA GAVBA Cot. 35 Corria multo no final outro dia. Compet.tlor certo n-o ;i nue leva um jóquei mais enerelco... MAGESTADE Coc i^j Corrcnuo. vai apanhar boné. BLiUB STAK Cot. 40 "Gramático". Mesmo nesta com_ panhla. vale umas poules. DOLAN Cot. 1DU Be cor. re. somente como surpresa, oots nso ftnda bem. ÍUACHÂU Cot. 22 Corre o dobro na erama. Levam i\e " bar bada". DON RAUL Cot. 22 Tra_ balhou em 75" 2Í5 o«1.200 m«. tros na areia. Dizem oue não a o mesmo na erama. porém.,, 3. CARRERA EXPOENTE Cot. 50 NSo eonf.em - no retrospecto. poraue. po "estourar" a qualquer mu. mento. Com o oxicenio. tudo é possível.., - EXGENTE Cot. 80 NSo a muito são dos louomotores. An. da muito bem entretanto, e eor.. ria multo na erama. Perleoso. PUCliü Cot. 30 Continun no -ultimo furo", e não respeita «QUVPOPrW tso CfURUGUAANA»»^»»#^^^^^^^^,^, ^ HOJE Ç/MA UM WWlMAS_m\D UHWA ÍLC mtcninm"*. n C ÜKJTAOr to ret.fa;. u.^dáyí^ "Aindilivca Nosso ftmõr" : Charlie Ruggles-Virgínia field fy Rita Johnson - Zasu Pitts. fw conédía di :. cada aos casais fc iics.í^ios outros tafliiicni,c lógico..) \* ^^fl * * UM fllme 0â PARflMOUNl." A MftRCA OÀS ESTRELAS ** it ir ir ir ir ir pssado. ir ir ir ir ir mudance,»ista. Sírio coneor_ rente. D1AMANT Cot. 35 Ha fl en» qualquer rala. E est* átirot». HELENO _ Cot. 80 MulW pesado. Nfio tjrostamoi. SíRGy _ fot. 60 _ "Lamel. ro". Na ernma. se nada «entlr. é bom placé. ^OGtJKTE Cot 85 Poru "manhas" oom o Henrique /1c- Souza. Dssferrado, tam chance. KAGRKf? Cot. 60 Gram» eea 1. roo metros 52 quí_ los. Bom azar. TANGO - Cot. 100 Nest» comnnnhia. não nos aerada. fla_plü riott> an ~~ Te» vitorl, no "tantte". correndo alrance, Hma das forcas. 0 Betting Simples í,gcvofej 1 Grão Vlzi> 1 Deíiant 4.s CARRERA ( fjarrida _ Cot. 25 Contl_ nuu ot.ma e oorre muito na erama.. bfiria concorrente. "Aprontou" iuu íht-iios em <tj". MOR1TZ Cot. 25 Na era. ma. vai apanhar boné. EOLO Cot. 50 Tem um ucercúio i.4uu meoros U0". Não estranhando a eranu. vaie; umus poules. TAivlAnDAiiE* Cot. 22 feio exercício, tem ares -bar liada". Uàsta contirmar para dividir raia?. SKAiil4E Cot. 80 Comp azar para o placé. na erama «e_ ca. não é ma. indicada. tíunraí _ ooc. láo Tudo contra. Vai apanhar bons. limi OKJUADuK, _ Cot. 30 Francamente du eramu Beca unda venceu na estrela, "Aprontou" em ótimo tempo e vai dar trabalho, no final. lllbiiina- " Cot. 100 Pelo retrospecto, não nos aeiacin. COLUtoBNA _ Cot. 50 Cuiüucio com elal Bou indicação. Não correu mal "tinindo"! outro dia e esta rmã GenUlsslraa. que sô corria na erama. DESTEMOR _ Cot. 50 Vem bom secundo, mas é "bales, do ". Na erama... GUADALUPE Cot. 40 Pelo retrospecto, nao cremos. WR1A Cot. 4ü "Gramatl. ca". Serve como azar. ARKANCUADOR _ Cot. 40. interior aos companheiros. Vai apanhar boné. 0 Beiting Duplo 1 Gatiota 7 lmenifo 1 Grão Vizir 4 Lore» 1 Defloní 4 Zl Don 5/ CARRERA EREBUS Cot 13 DepOla que entrou em forma só tem feito uuebrar "records". Um ealope saú, embora venha sendo muito cseotado nos exercícios, V.ENC1M15NTO Cot. 60 H6 para a dupla. E mesmo assim ecm a boa vonta dos apostado, res. MÜLTPLE Cot. 85 Com 62..pensamos, nfio eanba do Ero. bus.* O melhor para secundar o irmão Ensueno. CAXAMBU Oot 50 Outro nue serve para a dupla. Anda bem. JUNDAHY Cot. 70 Sé na erama leve. Otjmo para o secundo luear. 6/ CARRERA HE CON _ Cot i5 - rrc. duz mais na erama e vem nm terceiro nara Hylas e Jiea n» areia ro vencer. URVlü Cot 27 Ganl.ou táo facll que 6 apaz repetir- E* outro r-avalo na erama FLUXO Cot. 100 Tudo contra. Va apanhar boné. JfGA Cot. Na sferrada * *m 60 inimiga, grama pois confirmado LUX Cot. Jí O mtíb.ji azar da lar-si-a Reaparece >t-_ mu. CAMA0H3 -_ Ci- 200»&. nüou o "fechou a raia" uma»» muna após. Vai apanhar bo., nó. KATURRTA Cot. 50 Na erama; tem suas melhores corridas. nclusive, um seeundo luear re. centemente1. para Hurjn na fren te da Uat.tu. etc. Distancia: 1.5U0 metros. CATilA Cot 85 Muito "gramática". Bo«indicação para os azar.stas. Não foi feliz na par_ tida. sábado passado, BETAR - Cot. 80 _ Pelas ul tlnras corridas na turma, vai apa nhar boné. SHANGltl.LA Cot. 50 Como azar não é das piores. An aa bem BLNDADO Cot. 35 Deu, um "banho" ha uma semana. Filiiu j Oríean. ve eostar do "ta- ; pete". KARRA Cot. 40 Volta a correr t-om trabalhos suavts O rle seffunda.feira aeradou: cobriu então. 1.4U0 metros em 92".» puro èülopè. Olho nela. Leva um piloto enereico. 7. CARRERA GAVOTA _ Cot. 30 Fali apuro tia estréia. Ser a compe; üora. em qualquer raia. BRASLBA Cot. 100 _ 1. reo duro e "fecheu a i-ála" na <- treia. Vai apanhar boné. EXPLOSVA Cot. :!5 O: dadol Olho ntla! "estourar"! Preparada pa Tem cheeado semi. c-om o trrupo da vanguarda. Um nerieol DENBL Cot. 27 Estrer, escoltando Bayeux e melhorou 1 Adversário. DOROTE1A Cot. 40 Bon j exercidos tf os animas estso n boa maré. Uma das * prováveis. «-MENTA Cot. 25 Reapa. rece mais aeuerrlda e na turma on"«parece ter sobras. Uma du. {orcas. JAtílNA Cot 100 Na era ma. coireu duas vezes e encerrou o lote.-* Vai apanhar boné. XTAUUATU Cot. 40 Sem pre falada e na hora da corrid.i cepciona. Bom placé. no era. mudo. CHERETA Cot. 50 Com. azar«bem joeada. tíolreu uu> contratempo no eierccio raz;i cor que C.hodó a rrotou, taoil.. O selim cúiu na eran curva. E irmã.patern» "Garl e do "era clt" Buenos Aires. o Doub. tlessl - CANTGA Cot. 40 ~ irmfi d«cântaro e Cantata NSo. tra. balhou em condições aat.s.at.or.;i.. mas. tem raça par* (azar uma es. treia auspiciosa. TEMOSA Cot Somen te como surpresa. O retrospecto sanima. LD.CE Cot. 30 O melhoi aznr da oarreira. Bom "traba. lho".. LBÉRA Cot Ha fé nesta irmã - Heleno, e. Monte Cario serve rara o placé. 8.* CARRERA i *.. GRSO V1ZR Cot. 85 Bo melhoras apresentou. Ooncorrente muito sério.. i KBURU Cot. 85 Não «urreu mal na estreia. Po ea. nhar. aeora. CAORE Cot. 70 r- Ooino sempie. trabalhou bem. Difícil aa>. vinhar-»e vai confirmar. LORCA Cot.. 3U.. "Pintou" este potro. ao secundar talm Um cios prováveis. CAHAL1S1A Cot. RO 0 Ureo llcou aborrecido. Como azar.srvé. K1NG COLE. Cot. eo, Me lhor nu erama. Não é mui iotjw. -ío no placé. BRUNU Cot. 40 Melhorou t ê fdho do Brunorb. ura no. cavei corredor na pista. erama. cão o sprezem. TRiMONTE Cot. 30 É uma das forcas Vem três se cundos iueures consecutivos. UKCO Cot. luo Pareô bra. vo. Vai apanhar boné. REGE* ie, _ Cot. 35 Na estréia era sé o que se falava. Ad versario certo. Costuma "vozl_ nhar". o M;stral nos exercicioa,, * Proposticbs dodáro CAROCA Carinhosa, - Ubatana Lombar dia Highland ~ Gavião da Gávea Malmiquer Exigente Diamant Expoente Tamandáré nformador Garrida Erebus Mültiple Jundiahy Katurrita Hélicon Shangri-La Gavóta Umenita Denbili Grão Vizir lôrca Regente Defiant El Don - Marrocos NESTOR 0. PEREk,..., Ubatana Lombardia Carinhos.. Gavião da Gávea. Riachão High!and Flá-Plu Diamant Exigente Garrida Tamandáré nformador Erebus Mültiple r Jundiahy Katurrita Parra Lux Umenita Lidice Gavota Grão Vizir Regente Lôrca Nacarado Defiant El Don OUT-SDER* CAUTELOSO Cot 80 Tut ma atrevida. Não oremos. ival Cot. so «Apron. tou" bem. Foi vendida ha tiouco tempo est. "maquina". Olho ne «í! ABDN Cot.-.50 O pareô esta forte. Somente como surpre sa. 9» CARRERA DEFANT Cot 30 Pei. u para 128" 815 tempo otlmo. «. menos um sneundo do "rc_ cord"! Continua "tinindo"; CH1PS Cot. 70 Nesta com nanhla. nfio hcreditamos. SHANGHA KD Cot. 35 Flcreou a d stancia. n«areia en> too" 215. Tem ser respeitado. EL DON. cot. 50 _ O me. lhor -zar da carreira, na cr;,ma. Está muito bonito MARROCOS -1 Cot. 40 Trabalho em tempo "record" Pe rieoso. MRALÜMO _ cot Cho «ou "aearrado" com Defiant n0 seeunco luear. Com 50 auilos n\u po ser sprezado. BORDONEO Cot o.illos. Aínrjio NACARADO Cot. 27 Ca paz ser o favorito na erama 7 Anda bem. DUNA OH1ÜUTA Cot. 35 Foleando na ponta, dará o nue fazer. Cliescii no "bolo" com Defiant o Miralumo. DANTE Cot. 60 Ptlo retrospecto. nfio nos aerada. E leva GO auilos. MONTARAS PROVÁVES PARA HOJE 1» PAREÔ.B00 METKUH CR$ AS HORAS: 1 1 Carinhosa. V Andra Jalna. G. Cost» Ubatana. S. Ftírrelra.. 55 (4 Cherle. R. Freitas F (5 Lombardia. D. Fer S" -PAREU- 1.U00 METROS CR* AS 14 HORAS: Es. fl Hiehland. D. Ferreira 51 (3 Malmiquer. nfio corre.. se Í3G. da Gávea. E. CastUlo 56 3 (i Majesta. Ot. Relcbtl 50 fõ Blue Star. R. FreitaB F i (6 Diolan. n. corre 56 (7 Riachão. 1 S Ferreira 56 /" Don Raul. J. Mesquita 50 3o PAKEO 1.6U0 MECROS CR» AS>14 30 HORAS: Ki. fl Expoente. R. Freitas F. 54 li»(2 Exigente. J. Mesquita 54 (3 PuehO. H. Molin».. ^. 54 Í4 Diamant. V. Andradn 5a c-5 Heleno. E. Silva Sirlgy nfio corre (7 Foguete, nfio c.orre <8 Saeres. h. Coelho.., Taneo. A. Rosa.... 6a i10 Fia Flu. n; 58 4» PAREÔ MKTROH CR$ A8 15. HORAS: fl Garrida. O. Macedo.. 1 " Moritz. J. Mesquita i"3 Eolo. S. Ferreira (3 Tamandáré. V Andra 6f> 3 4 Seaflre/A. Barboza Í5 Sunray. Ot. Reichel,. 52 ta nformador. A. Ribas Thelina N. Linhares. fi«í8 Colombina. R. Freitas F. 52 rs Dfstemor. P. Coelho.. Í10 Guadalupe. J. Graça.. 4 (" Giria- D. Ferreir - (" Arranohador. M. Cout. 54 6o PAitüO _ CLÁSSCO "JO_ CKEY OLUB ARGENTNO" METROS - f-r$ AS HORAS: Es 1 1 Erebus J. Vidal."... Bii 2 2 Vencimlento. 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G.-Costa.... sa 8» PAREÔ METROS AS HORAS - CRS BETTNO: irá (ã, 1,Gr? 7ízlr- * Meszaros t,á 12 mburl R. Pacheco. 6s <3 0»"«- J- Mesquita CabaLsta. nfio corre KinB Cole. E. \a_ CastUlo 6.-v (7 Bruno. n. c..... s5 Í9 Uroo. s. Ferreira Cauteloso. Ot. Reichel [11 65 C12 val. n. c. ".Abdin. 65 R. Freitas F. 5a 0 <1 1 Í2 Í5 Marrocos. N. Mota.. 5R 3 10, í.liralum0. S. Batista.. 50 n Bordoneo. V. Andra 60 (8 1 o Í10 A Vf&G PAREÔ METROS CR$ 25.(MO.(Kl _ AS HORAS: Ks. Defiant. Ot. Reichel.. 50 Ohips. J. Martins f3 Shanehai Kid. J. Vldal 50 3 (i El Don. O. Macedo Nacarado. D. Berrelra.. 53 Dnnn Chinuita. J Costa 5o Dante. E. CastUlo.60 W3 sb^ // \\,tf^ri ^\. 3m 4f p/zpvn^ CAMSAS ^ /GRAVATAS ^ SLACKS LENÇOS 0R.?DESÈTÉMBRO-l23 arfre Çoxç. Dias e Uruqüayana Dr. W. Muer dos Reis OUVDOS - NAKZ E ír*!rfj/*,n» \ Oovldor, 1S8. «. anas.ii. sai^ «ibiite oas tí as áu 1., SAMUEL CÉSAR DA GOSTA DESPACHANTE MUNCPAL SMAEL CRUVELL0 CAVALCANT A D V O G A D O Comunicam seu novo enreço: EDFÍCO BARBACENA - AV. 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11 DÁRO CAROCA Rio Janeiro, Domingo, 30 Novembro Apuvo, Como Esperavamos, Conquistou a Sua Terceira Vitória na Gávea Três provas se í.tacav jni du Cr$ 13.uo; Bandoleira. OiJ.... programa uigauizaao peiy Jocu^y viuo Brasileiro para a sua,77"... lu.uo; reniuui «iuuroriu uro-.iy.uu. t>ui.uuua "utein Uoiui üo cias Wipourumo üíj. Uavua, justamente a1" Criatiur; a. j. i^eisoco rj«nuostíis: UiJ.... 4yo.üau.uu. yue iiguravum cm í", 3U e ò" Casuo. augai-es no conjunto. naudor: Dlonjslo M. ds 011. veli3. d primeira reuniu sete anlmais nacionais cinco auo», Cr$ ltatejos EVENTUAS: gannaáorèj no nwximo uuiouios mil cruzeiros (l Veneno j. 7t\uu 1 lü *i2urona.... aaiu O6.00 pretixi^s primeiro lugar no <3 W^iiisau... au&u lou.ou país. i u Hesione.., üissa carreira u ensejo a lã E Uey.. ;. d!) ífl Einiitao. a. o.. que Foi-uugo conquistasse mais uir.a vitoria em nossas pistas, (7 PiaiOte..,, Na terceira carreira intervleram seis 8 18 lliucua ; lütí.õo to Bombeiro, poiros nacionais n^c. três anca. Nesta prova, o potro índio conquistou bonito tri JAtteudral. flo Concurso uuío. Ó filho Funriasieru" a. «. (ia Bandoleira.. ixou que ndiano, lirasse a carreira e na reta investiu contm ele e nas sociais dominou Total a situação. 11 U irmão paterno 13*3; ia OU ttejiaco foi dirigido esm gran UU.0U perícia e muito acerio pelo UU freio patrício Geraldo aa Costa UU finalmente, ng, a» i U.UÜ quinta prova a« UU ntervieram seis animais nocicliais três an.os^ ganüaiyref no máximo dois f37 2U3.UC triunfos-no $>ai. Essa prova marcou a terceira vitória na Gávea Apuvo, um jxitro que ainda muito promote. 5Ó7 V> CARRERA Animais nacionais 8 anos e mais da, que 11S0 tenham iraniio mais CrS.... Su.ouo.00 em prêmios o lu_ íar no pais Pesos: 52 auilos uvulo d «sua S0. rom sobro.. :aiea metros Pre. mios: Cr$ , CrS CO.00 e 0r$ (Destina. *o a. aprendizes 8» cateso». riu):: UESONE. feminino. ca*t*nho. e anos. bso Paulo. Koyal Dancer e Ulobara. do sr. Srmcllndo T. Fernans. S4l6a ouilos. Pedro Coelho- aprén dia....."... 1 bandoleira quilos. 6. P. Ribeiro, ap 8" Flaurona quilos. L. coelho. ap. 8 Concurso auilos. SS. Coutinao. ap * Mahmah quilos. X. Nascimento, ap.. o Piazote quilos. E. Bo. ta. ap 0 S Eey quilos. P. T* vares, ap 0 Hlnona quilo*. J. Gra_ ra. ap O Veneno quilos. E. Bteyk*. ap.., 0 Não oorreram; Ermltão. Bombeiro J*Attendral. Oiniio por meio corpo: do 2o «o 0». tr«s corpos. Rateio: 0r$ tn lo:, dupla YS4>. C:$ 64.00; placés: Besione Y \+^^^*9< DO LAR. ililsk > 698 m tjkj 33 Com mensalida Cr$ 5,00 Cr$ 10,00 apenas V S. porá solucionar esse «;r»n da problema sua vida ALANÇA DO LAR Av. Rio Branco, 91-5." and Tel Total CARRERA 1 An.mals nacionuls <Lé S ano;, que não tenham ga. nbo mais Orí 2u0.ooo.00 tm prêmios 1 lutai- no pais Pe sqs: 52 quilos cavalo e «su» 60. com sobrecarea metros Prêmios: Cri Cr e OrS, : PORUNGO. masculino, cast*. nho. 5 «nos. Paraná,:". CoC ronel Eusenjo e Brow Bcss. do stud Feral quilos. Salomão Fer.. reira. aprendiz j» Gin. 52. A. Uurbosa 8» lntr*«a Mesquita.. 80 RovaJ KUs. 64. D. Ferreira Goln Boy. 68l5. O. Tomai P O itamonte. 6. L. Rleonl... b N&o correu: Encoracado. Ganho por quatro corpos, do 3 ao 3J. cabeça. Uíteio: CrS em ir; <lui>l.i * t/«s4 00i: pla:es Poi.U»ttO lt.n<r.i< t v$ li.00 a.3 "ÍVS.. 17 Ou Tempo-, 100" Total das apostas Cr) Criador: Governo rio Estado do Paraná. Tratador Henrique Sou. ia,. &ATBOS 1 1 Encorscado. n.o. EVENTUAS: (2 Goln Boy (3 ntrica /«Gln. (5 aoyal: Klss. 4 6 POTunEO.lt» monte... Total... Total S36S » CARRERA ; (>U Potros nacional» 8 ano», sem mais uma vitoria no pais. adquiridos nos 1llóes da Socieda Pesos da fribela X.eoo metro» Pramlos: CrS CrS e.. CrS 4.: RTDO. masculino. alazso. 8 anos. São Paulo. Formas!e_ rus e Galn WcorJ do sr. Raolne Pinto. 55 quilos, ae raldo Costa,. n ndiano. 55. h. Rlgonl... 2» Gavlnl. 55. R. Frfiitas T... 3o Gúanumbi 55. E. Castlllo.. o ttanijet, 5. J. Me»uulta.. u Carinho. 65. ü. Ferreira... o banho-por tes corpos; do 2" dh 3". üoit, corpus. Rateio: Lr$ em 1»; duuia (34;. Cri au.uu: vinca- rldlo uri 38.U0; injlano Cr* 23.0U. Tempo: ÍUU" 21". Total dus apostas: OrJ Criador: 0. Q. Paula Uachado. Trátadpr: Paulo Rosa. RATEiUa EVENiüAlfl: 1 1 Gavlal 8-2 Uamlet.. (8 Guanumbl 8 (4 ridio.. (5 ndiano.. 4, tõ Carinho a* Total.. Total Cr» 25.OU 206.UU , U U ) 227.0( C UU..O » CARRERA J \ Allmsj* nacional» d«4 anog. sem mal» dua» vitoria» no pais Peso* d* ta. bela. con) scarga m». tro» prêmios: ür$ r- Cr* 7- e Cr : ilunter. masculino. ca*t* nho. 4 anos. Bâo Paulo. íunny lioy e Paulista. d» sra, 4. Corln* Mathlas da Silva. 56 quilo». Anezio Barboaa 1» laljabarda. 54. E. Castlllo «ílongr Kone, 56. J. Mesquita liuron. 50. R Freitas,fc. Uixie. 64. P. Costa.... Chapada. 54. A. «. Ribas.. Fluxo quilos. J. Co» tf ta. ap o FaladOra Souza... 0 Jaez. 56. D. Ferreira... 0 Ganho por uma palheta: do 2" ao 80. dois corpos. Rateio: CrS em 1»: dupla (33\. CrS 88.00: placés: Hunter CrS 32.00; Hallabarda CrS : lioag Kono- CtS Tempo: 60" ll5 Total das apostas: _ OrS.. f Criador: Espolio Llneu ac Paula Machado. Tratador: Mario Alrael«RATEOS EVENTUAS CVS Cl Bonz Kone X (2 DUi« (3 3 (4 mm \ ^V Hallabarda 4410 Jaei 5435 (6 Bnnttx. 1 (S Chapada (7 Falador» (3 Buron^FliutO Total 88411» Total » U6.0U 73.6» V CARRERA! «H! - r7(\"t Animais nacolnal» d» 8 anos. sem mais duas vitorias no pais Pesos da t.abe_ a. com scarea metro* _ Prêmios: Cri (1 CrS 9.0U0O0 e. CrS : APUVO. masculino pastanm. 8 anos. São Paulo. Pis», ro.«opuva <lo sr. Silvio Penteado, so quilos. Justinlano Mesquita.-... ;"».. i< HiyÒri. 55. A Rosn 2«Tastnmira. 49. J. Vidal.... 8" \*& veze* Por se»^a Brevt?m^nte, extensdo oiê k Saldas todas as 4as. a Domingos. ^^><Jn ^^s^ris^s t^sfel^lz sls^im Bas! Lm » Desconfiado relra.., russu. 65. h. Ltíishton Ooneué. 56 E. Castillo.. Ganho por um corpo; do 80, um corpo. Fer *fw o Z- ao Rateio: Ür$ ern i»; dupl» (13). CrS 33.50: Placés: Apuvo Cr$ 14.00: Hlvon 0r$ 41.0u. Tempo: 94". Total da» apostas; CrS Criador: O proprietário. Tratador; Manuel J. O» veir*. KATEíOS EVEíTUAlÜ:, CrS 1.1. Apuvo.., OD 2 2 Desconfiado Ou 8 (3 Hlvon (4 Hastapura Goneuê.. 4 (6 russu*.. TotaJ. ; S /. e355 H , 480 Total * CARRERA 70,00 80.OH ( Anim3Í* nacionais 4 anos. s<m vitoria no pala -* Pesos da tabela -t-.doo m*. tros Prêmios: CrS OrS e CrS : HANlBAlr. masculino, casta» nho. 4 anos. 6S0 Paulo. Bix Avril t Xinarí. <1o sr. Alvar da Silva Braea 56 quilos. Reduzino Freitas 1» Asa Branca Souza.. «f 2" Bráhma. 56. L Rlaoni.... Rio Azul, 56. J, Mesquita.. 0 Juventa. 54. V. Lima... o Ben Hur quilo». E. Cardoso, sp. o Hlronlle quilos, f F. Sobreiro, ap.. o Ternura quilos. S. Fer reira. ap,,... p Alan. 54. S. Batista... o llosana. 54. J Vldal... 0 Chibante. 54. E. Castillo.. o Jeíira. 54. J. Martin^... o Brasa. Neera. 54. O. Coutl nho.. o Cinda. e*_ooroada. 54l51 quilos. O. M. Fernans. ap,. o Red ndian. 54. A. 0. Ri_ bas... o Nilo correu: Boursro Gunho por melo corpo: do 3 no So. um corpo. Rateio; CrS em o; dupla (141. Cr$ 40.0ü: Placés: Hanibul. Jelra CrS 33.00; Asa Branca CrS 45.uo; Urahma CrS 39,50. Tempo: 63" 815. Total rias apostas; CrS Criador: Espolio Llneu d» Pau- a Machado. Tratador: Nelson Gomes.. RATE.OS EVENTUAS: CrS (1 Ben Hur ou (2 Oh.bante /8. Asa Branca (4 Red indlan.. eoo (5 Br.ihma.. (6 liourco. n. (7 (8 Rio Azul.<. Bruea Neera (9 Hirorvlelle (10 Alan 8 (11 (12 Clnd*. Ternura (13 posuna 114 Juventa... (15 Hnnlbal Jel ra / Total Total 8UG i i 7.» CARRERA Ú.0U U ()Õ (1 69.ÜO flo OU Animais estrangeiros sem mais uma vitoria não clássica no pais no exterior Pesos dn t.ahf>ln. com scarga -~ metro» Prêmios: CrS jo.nntion.. CrS fi *.. frs nnnn.oo; KPTTTF.R1TA. feminino milno. 4 nnos. nnicrllbv. El 14 o Domorrncla. rio stud Watlip^ rita 56 quilo». Valdir L ma 1" Dpma re Ouros (1). 66. O. Ferreira;....!" rl>ndn quilos. S. V. Rfhelro. ap 80 Cômica K655 quilos. S Fer, relrn «w. 0 TTtmern. 53. R. Preltn» F,.. 0 Al D."lima 52. H Mollna,. 0 Di-st.ral^a. 5flõ3 aiiilos. J. Grn ca an 0 X,óver. 5«. 3. Vidal 0 (l\. Drseln.<Uii(lcail. do o lu- Não correram: War Crv f Ot«. qui. Cí.nnho por mela pabeca; <3o 3o ao 8a. três cornos Rifpio: CrS 2S 00 pm 10: flunla t.a CrS 19.00: Dama d«ouros... CrS TtTnr.o: 89"?!5. Total das acosta»: -^ CrS mportador: r Osvaldo Gomei- Camisa. Tratador Arnaldo Marque». RATEOS KVENTÜAJS: frs (1 EstheHta 8M 28.uu 1 (2 Distraída (3 flimpra un 3 / 4 War Cr?, n.e. rb D. Ou 8!tí t.over (7 Al Dahnia «8 Cpmisa r landa Total ros 7S04 S ES POR TES Ameaça o Flamengo a nvencibilida do Lír 0 ENCONTRO DE LOGO MAS NA GÁVEA OS DOS QUADROS ^ OS DEMAS JOGOS DA SÉTMA RODADA DO RETURN0 Teremos iioje um gran ciaisico no campeonato carioca c.c íutebol. O Vasco da Gama, l r invlctu do certame, terçai*, armaç contra ó Flamengo n- üavea. Adversário dos mala perigosos, apesar &er sido rrouido bá uma semana pelo -kitalo go e estar praticamente Joc. do pareô, o Flamengo tudo far-- paia rrotar os vascainos. OS QUADROS Os quadros vem atuar com a seguinte constituição 1 VASCO Barbosa; August.»» taí&nclli; Bli, Danilo e Jor ge; Djajma. Maneca, Uiruje, # íé o Friaça, FLAMENGO Luiz; Newton e Norival; Biguá, Uria e Jaime; jaci, Jair, Piiiló, Peracio e Ve vé. OE DEMAS JOGOS Como Jogog compiemeutares da rodada teremos: Fluminen se x Canto do Rio, Bonsucedüo x Bangu, Madurei: a x S. Cristovão. OS QUADROS Os seis ceams pura esses jogou vem ser 03 seguintes : F. UMiNENSE - -Castilho Gualter e Haroldo; Pascoal.!» da Valsa e Bigo; Pedro Am<>rim, Amir. Juvenal. Orlauiii Publicações Recebidas Recebemos e agracemos aa seguintes "Con publicações: juutura Econômica" Boletim1 mensal da Fundação Gefcuiio Varga» "Revista Brasileira Economia" Boletim do Serviço Divulgação Oíicial da Noruega, Boletim do "U. S. S.",Boletim do Bureau nformações Polonesas, Boletim da Seção Hidrologia, ua Divisão Águas, do Minuaterio da Agricultura "À. C. B.", orgão oficial do Automóvel Clt-oe do Brasil, "A diferença entre os milagres Deus e dos Homens", sermão autoria do pastor rev. Ricardo Pitrowsjcy. "Escolhendo a função para o homem" : pubação da Uivisão Higiene e Segurança do Trabalho, Revista Thinls e Revista Auchieta. Octavio Babo Filho ADVOGADO R. 1." Marco b-lei 43-62ÍS U TOtal » 0ABBBBA tso.fil) 01.5( ! ft4.0fi Anlmas na=lonals 704 B anos. que nao tenham ga_ nno mais OrS em nremios rlé o luciir no rvils -r- Peso: 52 aullos cavalo e eeu.. 50 com sobrecarga 3 ooo metros rr ljremloí: CrS 80, Cri í OrJ Of): D. PAOUTO masfiullno. nla^ zão. 5 anos. SSo Paulo. Gloria Vlciis a Flfa. do stud Pamnâ; 53 qillks Ar. mando Ros. i» laarari 62. J. Mesoulta.S 2o <>UataPHrá. 56. Ot. Rrielial 3 VVhite Face. 64, E. 04stillo n Fleiiema auiloi. G. Oosta. ap 0 Reunido. 53. D. Ferreiro 11 Mont«Cario. 66, R. Rlironl d «UirlO 6B. A. 0. Ribas... O Nao coiteu: Prelfo. Ganho DOr um^. cabeça: do 8»».o 3o. trtss corpo». Rntclo: OrS em 1": dui>l:t (St). OrS 55.00: olací»: D. liiu_ llto Guataparà. OrS 20 00: tzoraií. Crí Terrino: 125". Totnl diie apostas: CrS n Criador: - Teoton;o Lara Oam pos. Tratado* Henrlmje Bouio. Totnl «eraj d apostas;.,. OrS 4.81) Total crernl ilos,>oncurso»: -~ d J 620. a Pistas: israbifl f4* e 6» pru vnsi-» <Je «.rola ias mais): l" ve. RATEOS ÇVENTUAtp! C\ Monte Cario l 1, 19 o,-ei;o. n.c. CrS SU.O - (3 Wblte Faca Oü? (4 Reunido 18a8 SÍ zarari 3 (6 Üui.lo 7688 «808 (.1 Kleucrai Ouatnpará D. PaUlitO Total S «.... <i L« « Total»í» a* 4a (to U6.01 : 307.OO 29.0« ) 45.(Mi 8;!(? " 73 Ou 6ti Oi ( e Pinhegas ou Rodrigues, CANTO DO RO Oie fiorracha e Lamparina; Carartsro, Edoslo o Canelinha; Heitor, Geraldino. Raimundo, Fascoal «i Oemostenes. > BONSUCESSO Jalr; N.i- lati e Osvaldo; Fausto, Nslson e. Wil:on; Nerino, Zé Luz, Eu napio, Flavio e Tamplnhá. BANGU Orlando; Mannurato e Nogueira; Sula, Aiala * laim; Sono, Januário, Cardoso. Moacir e Menezes.. MADURERA Milton; Danilo e Godofredo; Arati, Splna e.mineiro; Lupercio, Pedro Nunes, Dldi, Durval ebsquerdinha. S, CRSTÓVÃO Joul: Muridiníio e Pelado; índio, Souza «Emanuel; Cidlnho, Jarbas, Mc cal. Paulinho e Magalhães. AS CHEGADAS DE ONTEM mmiwtmiêk- li^êêêh ^."Jt < Lie cana para Baixo: ilcslone domina Bandoleira, cujo st-lim tinha virado, tolhendo a ação do piloto. ridio, fácil, a 4 corp.os, a cabeça e a pata ndiano. Em final magnificamente fendido por An.sio Barbosa, Hunter resiste ao persistente ataque Halabarda: Hong-Kong em S. Apesar dos eontratempos, Apuvo, que tinha sobras, alcança e bate Hastapura, que acabou perndo o 2o para Hlvon; a fotografia jâ os mostra na orm chegada. Muito bem tocado pelo Reduzinlnho, Hannibal consegue sua primeira vitoria, impondo-se a Asa Branca, Brahma, Alon e Juvenia. Cabeça com cabeça, Dama Ouros, por ntro, Esterlta por fora; à primeira ganhou, mas foi sclassificada, muito justamente; em S, Otequi. Em vigorosa atropelada, D. Paulito (A. Rosa) impóe-se a zarari, por meia cabeça; em 3o a 7 corpos, Guatapará V ÁRAS FORFÀTS OTO A Comissão Corridas, alé o téimino da sabatina ontern, havia recebido as clarações toríait para a reunião sta tar dos seguintes auimais: MALM1QUER * DOLAN ( 1 siricy FOGUETE FLA PLU CABALSTA BRUNO VAL A HORA DA PRMERA CARRERA, A primeira prova da reunião rta.-tar no Hipodromo Brasileiro, será corrida ás 13,30 horas. O Clássico- "Jockcy Club" tem a sua rea izucâo marcn.da para ás horas. NAO PQpEM ATUAR Suspensos pela Comissão Corridas, não porão irttervir na reunião ta tar os joqueis José Portiiho, Reduzino Freitas, Osvaldo Ullôa e Arlu? Araújo. OS RESULTADOS DOS CONCURSOS Os concursos ontem promovidos pelo Jockey Club Brasileiro tiveram os seguintes resultados; BOLO SMPLES 4 ganhadores, cem fi pontos Rateio: Cr$ ,00. BOLO DUPLO 10 ganhadores, com 10 pootoa Rateio: CrS , BETTNG JOCKEY CLUB 7 ganhadores Rateio: Cr« BETTNG TAMARATt, 82 ganhadores _ Ratelo: tjrf 820,00. BETTNG DUPLO 16 ganhadores Rateio- CrS 12 S * Felippe Miranda Rosa ADVOGADO AV RO BRANCO, 39, 30.» - SALA TEL ^ 1 -*. ";. m OUffPflRCENTÍ AO ANO. 1q rencia rninirna que lhe proporcionará cada ação nominal ordinária. 200 cruzeiros, -em pagável 10 pregações mensais, do Colégio Estados Unis do Brasil, o maior estabelecimento ensino das Américas, em organização. Coopere para o engrancimento. nosso pais adquirindo ações do Colégio Estados Unidos do Brasil S/A. Av. Pio Branco Teleíone: RO; **:*^^m^mm^mmmmêm^iamèmm m^mmmêêmêim^m ROUPAS NOVAS E LoADAS VENDEMOS Terno3 casemira, tropical e Unho, s.. Cr$ 100,00 Calças, s Cr 30.UÜ Vestidos e "tailleurs", s.. Cr 30,00 A TNTURARA ALANÇA AV. MEM DE SÁ, n." 103 Tel S ".WS M.{

12 nv-..t.. :;^TB -=4nr.,-L Equítativa é a única que pro. orciond sorteios trimestrais em dinheiro aos seus segurados Diário Carioca ), ri Eqmiauva aos Ci>uu^us Üi-i dos do Brasil opera em todas as modalidas seguros vida há cinauenra """s ANO XX RO OE JANERO, DOMNGO. 30 DE NOVEMBRO DE 1947 N PORTADORES DE MOLÉSTAS CONTAGOSA PREPARAM REFEÇÕES NOS RESTAURANTE <í> "Com o Diretor do Trafeeo"!Concurso Para Denlis Jlnforma o Próprio Secretario ta da Prefeitura Geral Saú e Assistência Medidas Severas Contra a Falta Limpeza Uma Carta do Sr. Floresta Miranda e as Explii cações dõ Guarda Transito N A propósito d tópico subordina^o ao túulo acauã no Cjiiai estranhávamos o fato um guarda do Transito servindo na ruà Farani, não consentir que os au.omovcis trafegassem se-, não em fila, recebemos ume cui\a do sr. A. Floresta Miranda, um dos diretores ao Automóvel Clube, apresentando justificativas para.o fato.. Dsclara o missivista que ficou satisfeito ao passar pela rua Farani, notando que o guarda não consentia que os au-r temoveis se ciegv.a.»>eni. paia a e-querda. Mais adiante, consira uma inlicaza o moturista "furar" a passagem, argumentando. ainda, que lazè-l^ ti transgredir dispesitivos do Código Nacional Transito. Em í.c2uida, acha que a nspetoria Transito veria estenr a medida ás outras ruau como um meio educar o» moiorislas. acrescentando, entretanto, que a correção vi ser feita não com muitas, mas com advertências.., Terminando a sua carta, o sr. F.oresla Miranda èlara que está errado o sinal 1*- minoso mecânico e não manual, existente na esquina da rua Farani cem a praia. O referido sinal muitas vezes fecha para o lado aue via abrir, causando prejuízos ao trafego da referida rua. DECLARAÇÕES DO GUAH- DA DE TRANSTO N.o 1015 O guarda Transito n. i015, escalado para servir na rua Farani, esteve em norsn redação explicando a. sua atuação no caso. Declarcu-ncs que cumprindo orns superiores, não tem consentido que os automóveis passem para a contra-mão, pois se trata uma rua eúreita e muito movimentada. Mesmo que em sentido contrario não trafegue carro aigum, não saparece o risco uma batida pelos lados. Afirmou quo proce assim a fim evitar possíveis acintes, bem assim, que tem u~ado ae urbanida para os motorlslaa. -um Apenas profissional do volante foi- multado por ele. naqucia rua, o qi:e «ungiu o earro oficial n , pertencente ao Miniotério da Aeronau-r tlca. ABERTAS ÀS NSCRÇÕES ATE 30 DE DEZMMBRO A partir amanhã até 30 zembro,. estarão abertas, das 11,30 ás 15,30 horas, no Serviço Seleção do Departamento do Pessoal, á Avenida Presinte Antônio Carlos n. 201, 9" andar, sala 901-B, as inserições para concurso Denüsta. Cm interessados verão preencher as seguintes condições: ser brasi.eiro nato ou naturalizado; maior 21. e menor 40 anos, «star em dia com a obrigações concernentes ao ser viço militar; prova -intida: diploma ntista vidamente registado e ser vaemado por autorida competente. Em Ação os Para^quedistas Trepes Aero-Transportadas Ocuparão a Base Santa Cruz Em Exercícios a FAB Será realizada pois amanhã, lerça-ieira, a monstração aérea, na Base Santa Cruz com o concurso do 8o Grupo, sediado naquela Base, ciq ui Grupo, São Paulo, e do 14 Grupo, Porto Alegre.. O 2o ürupo Transportes prestará cooperação aos exereleies, conduzindo, érh seu» aviões, os paraquedistas. que serão lançados cemo tropas ocupação, na oca ião em Cu* mais violento f r o fogo das bateria» anti-aéreas iesa fiiáqucia Base. A Escola Aeronáutica farse-a representar nas operaçõescom os Cates do Ar, que farão papel da tropa paraquedista. lie acordo com o plano traçado. a Ba:e Santa Cru» sofrerá um assalto do inimigo Prevê o plano a sua struição pela aviação, struição parrfcatfí** 1» nstalações ampliadas «Ambiente distinto Ar refrigerado Catalina Esporte renovou e ampiiou suas instalações, agora luxuosas e providas. ar condicionado. Catalina Esporte aguarda a visita do público feminino, que terá, hoje em diante, num am- biente dotado do máximo conforto, tudo o que se po sejar mais mornos original e da melhor qualida. Em Catalina Esporte, todos os artigos são do mais fino gosto e levam etiquetas que satisfazem a tedas as exigências econômicas. Trajts esporte Vestidos c/e estoçad Toilettts gala Blusas Bolsas Luvos Catalina %êr 12 Fantasias < Rua do Ouvidor, 1c52 Telefone a. ciai, seguindo-se a investida final a cargo da infantaria guarda da Base Santa Cruz. Essa infantaria utilizará, no& exercícios.. os mais mcdèmos. equipamentos guerra. \ Terminada a manobra, todri» os aviões que nela tomarão par te sfilarão em continência ao presinte da Republica. o comandante da Base do Santa Cruz ofecerá, em seguida um çnurrasco ás autoridas, presentes e mais convidados. Viveiros Moscas, é Baratas, as Cozinhas On Se Preparam as Refeições Esterilização Cepos, Pratos e Talheres Em Aguà Quente Corrente Fechamento; dos Estabelecimentos Recalcitrantes O secretario geral Saú sr. Luiz Caprigiione, baixou on tem uma orm serviço. terminando íiscalização ligo.osa o obre o estaco sanitário dos estabelecimentos que negocam com gene. os alimentícios, e-pècialmente os restaurantes. Em (iclaraeões feitas aos jornaliotaí, sobre os motivo» que termi naram a a-sinatura ssa Orm Serviço, o sr. Luiz Ca- ^riglione salientou que as medidas adotadas /isam coibir os i busos já reiteradamente visa dos pela imprensa no tocante aos terviços fiscalização sanitarias dos estabelec mento* que são «objetos.das medidas assentadas. DEFETOS Entre as falhas que o secr«- tario Saú saitentou comj tío seu conhecimento: o sconforto dos restaurantes; falta limpeza e má qualida da comid?; sasseio das louças e talheres; cheiro in~uportave.i dos reservados sanitários infectos; falta separação entre» sanitários e as cozinhas; infe;- tação da"s cozinhai por mosca.1 e baratas; presença- restot Exercitou a Artilharia Divisionaria AS MANOBRAS DE FOGO, ONTEM, EM GE- RCNÓ FORTE MPRESSÃO A Artilhar: a Divistonan* da Zona Militar Leste, representada pelos Rogimento E>co- a Arülharia, Regimentn Ploriano e 3. Grupo Obu. ses 155, fez ontem, pela manhã,. uma concentração dè iogo real, na região Genenó acordo com o programa d» instrução regional. Esse exercício infundiu a to. dos que ó assisfram forte impressão, inclusive a população,» resinte nas adjaceneias daquele àradicional campo instruçào. O troar dos canhões durante o senrolar dos exer. cicos provocou momentos inquietação dada a intenslda do fogo. O general Otávio Saldanha Maza, comandante da Artilharia UiVsionaria. acompaniiaap do seu Estado Maior, acomoanhou o» trabalhos. daquelas unidas, que se conduziram satisfatoriamente. O exercício foi assistido pelo ministro da Guerra e pelos generais Z*no. birt da Costa. Odilio D«ni». Paulo Figueiredo, Azambuja Brilhante, comandante da Oiv.são Blindada. Vários fatos policiais AGRESSÕES, Por motivos somenos, íol agredido a navaiha pelo bicheiro conhecido pelo vulgo "Didico", no cruzamento das ruas Uuilhermina e Engenheiro Nazaretli, o funcionário municipal Haroldo Dias Almeida, branco, brasileiro,. 32 anos ida, casado e residência ignorada. A vitima, que recebeu ferimonto inciso no rosto, foi socorrida ho Posto Assistência do Meyer, tendo o comissário Brito, serviço na legacia do 23 distrito policial, registrado o fato. SUCÍDO Por haver sido traido pela esposa, pôs termo á existência, ontem, ingerindo violenta substancia tóxica, o fipografo José Galo, brasileiro, branco, 36 anos ida, casado, resinte á rua Vista Ale-^o n. 39. Cientificado do ocorrido, compareceu ao local o comssario Conceição, serviço na legacia do 14 distrito policial que, pois do exame pericial provinciou a remoção do ca- laver para o necrotério do ns- Mtuto Medico Legal. Foi instaurndo.inquérito. ASSALTOS v O operário 3 Ccris Souza, anos ida, solteiro, quan do se dirigia, na madrugada ontem, para a sua residência á rua Jau, 19, foi assaltado por três indivíduos que, após fazerlhe a limpeza nos bolsos, agrpdlram-no covarmente a navalha. A vitima foi socorrida no Hosoital Miguel Couto, tendo o coirfsrprio serviço na legacia do 2" distrito polici-1 rcgistrado o fato. MORT OPOR TREM Foi encontrado morto na. lir nha 1, da Central do Brasil. Os mar tal, pardo, 29. anos ida, solteiro e dè rèsin cia ignorada, cujo corpo estava estraçalhado. < ACDENTE. O industrial José Hasson, brasileiro, branco, casado, 39 anos, morador á praia, do Fiamensro n. 349, apartamento 901, ao tentar tomar o auto alucruel chapa , no Aeroporto Santos Dumont, plém ser re^iipado nelo motorista, ainda foi arrastado pelo referido auto que foi posto em movimento pelo motorsta. A vitírp". r«ne recebeu contufões e p*^-a fies. M rop^r riria no Posto Central Assistencia. ECONOMA POPULAR -Por haver recusado venr S0n lirrr.,«i óleo mi r>"rp o hr>^o r>e "J^ndir pesca Fiores", foi nreso. em frente ao Mp-pn^o "ii-iiclnal. por íirn t."rr-"> ch ^iari» nelo cf^te^ivr n. 7B da Delosiaeia Eco «fmn5i, Pnnular. o P"nf o-ista r1 ovro t^^ni.» f?i r7-r,rir"..tr-" n,,;vy, r"^ &*""** Silva rue fo autuado naaue!a legacia. NCÊNDO jmfo r""-í>pn/>"*-o rto>! r"=>s M" «> i*ívialh p nforio Barreto, v ^üi.píi, vcrif?""ii-sp. fa tarr"- r>n -l.iírrnl ^""l 4 3^ R9. Fará o firm ro-r"t irrn r* ie b^n-h-^i-os d^ Posto d- ti..;, * i-i-n r,ymric*imu P" Pr,"nTf" tent^o. rn-ín, o r"tò íicadi r rri-^cnt.e rleetrudo. comida no talher, "baton", xícaras e cinza eigarros nos p.atos; inumei-oí portadores moléstias conugioaaj trabalnando na caniecção reieições; dificuldaces burocráticas para nstalação ar estabelecimentos do. gênero; fal ta uma policia sanitária eficiente. A ORDEM DE SERVÇO Estabelece a Orm Serviço baixada pelo secretario d«saú que: só pom ser concucos a-sent-menios para f^n cionamento aos estabeiecimeutos que satisfaçam o regulamehto sanitário em vigor, suspennuo-se ás concesíõeõ a t.tul > precário; ficam os estabelecimentos que gozun concessâ-» a titulo precário obrigados a obter assentimeuto regular, f«chando-se os que não ole.ecè rem as necessárias condições nigiene; todos os estabelecii. entos tio gênero vem receber a vislta. tiscais dos Üis tritos Higiene Alir-.entar pelo menos uma vez por mes os técnicos da fiscalização tornam-se pessoalmente responna: veis pelas zonas em que têm jurisdição,- fechando-se os e^u belecimentos que.náo atenrem ás suas advertências. TOLERtiNCAe Serão tolerados os ambulantes. gêneros alimentícios que negociem com pescado, ovos, verduras e legumes, frutas ntclras (não scascadas ou cor tadas), gêneros. enlatados ou empacotados nas 7<espectívas fa bricaõ, bebidas envazadas, coru fecho inviolável, hão sendo per...itida a sua. distribuição a granel, a não ser cm copos: uso indivdual (papel impeimeavel). Os "..úiosques", com instalações rudimentares, negocjar d«_ somente porão acordo com o disposto no item 22, com exceção do pescada verduras e legumes, cuja ven da não lhes é* permitida. ESTERLZAÇÃO As louças e talheres vem ser esterilizados em água quen te. Corante, eaiientandò-fie a necessida emprego apa relhos apropriados á esterilização. Os copos vem ser lavjdosem água quente, ou, pre ferencia esterilizados pela in imersão em água clorada, pois limpos. CARTERA DE SAÚDE Em suas clarações, referiu se o secretario Saú á necessiaa tonar obrigatória a exigência uma Carteira \ Saú para os ampregados pm estabelecimentos distribridore» gêneros alimentícios, vez Que um verdairo estado rt«f alarma, se criou no Distrito Fe ral quanto & insegurança a que se sujeitam as pessoas obrigadas a valer-se dos re:taurantes e bares para fazerem sssuat. refeções, aumentando cada Aln mais a freqüência casos t n t o xicação registrados no ronto Socorro. O GUERRA À CRME MUNDCE - TMBAÜBA O secretario Saú e As&istencia da P r e f e i t ura acaba baixar uma portaria que não po- passar spercebida, dada a importa»- cia que ela encerra. Aquela autorida municipal, res* ponsavel direta pelas condições higiênicas da cida, resolveu tomar uma inicia- Uva contra aqueles i b i enriquecent á custa da saú do povo, seja venndo-lhe gêneros primeira necessida em precário estado sanitano, seja fornecendo-ihe ieieições preparadas ou com material impróprio ou sem os requisitos indispensáveis ao fim a qüe se stinam. Em conseqüência da completa falta fiscalização, são inúmeros os casos fatais por intoxicações alimentares, das qua^ são vitimas aqueles que, por exigência oficio. são forçados a almoçar ou jantar fora casa. Apesar do Código Penal consirar crime contra a saú publica corromper, adulterar, falsificar ou aite. rar substancia alimentar e cxpô-a á venda em tais condições, cominando penas reclusão ou tenção e multa para os autores crime tão, nefando, quase nada tem sido feito no sentido se opor um obstáculo qualquer á disseminação um mal que cresce dia a dia. Visitem-se, ehofre, as cozinhas, as copas, os positos e as instalações sanitafias dos restaurantes e bates da cida,.s as mais luxuosos aos mais mostos, e a impressão sconfor to, falta higiene, irresponsabilida e. imuir dicie será sempre a mesma. Po-se dizer, em tese, que os restaurantes, elterias. bávr*i sorveterias, confeitarias e botequins existentes na eida, dada a ganância seus proprietários, quase sempre estrangeiros, se transformaram em verdairos laboratórios intoxicações alimentares e distúrbios digtstivos, em consequenca da pratica criminosa do aproveitamento condimentos alterados, eenèros estragado» e restos comida que viam ir para o Uxo. cvadr«as suas míseras condições santtarias., Visando pôr cobro a uma situação tão grave, o secretario Saú e Ass-sienca da Prefeitura estabeleceu, em ku-í portaria, uma serie itens que vem ser seguidos a risca peios técnicos incutiu bis Ja fiscalização que será levada a efeito pericd.camente. Mas, em sua por.ar.a, aquela alta autc.tula.dc muuicipal se esqueceu entrosar os serviços afetos á Municipalida com os que suo da alçada da Policia, ir.áo basta multar os estabeleciiremos que venm a:imeutos estragados ou casaar-lhes a licença no caso reinei- Uçucia. É preciso pu^ij crimiualmente, ntro dos dispositivos do Código Penal, aqueles que os infringem, doicsa mente ou não. K isto é função precipua da Policia, através das legacias distritais. Por isto, para cempletar a ótima provincia tonrada, seria gran vanr tagem que, constatada pela autorida municipal a intração, fosse a mesma levada ao conhecimento da autorida policial local a fim ãe qüe seja instaurado o competente inquérito, com todas as formalidas processuais. Do mãos dadas a Policia e a Municipalida, dificilmente os falsificadores escaparáo. E é isto que todos sejam. Eelecões Monsanli Preços que causam espanto! TEMOS ADÍDA EM ESTOQUE PARA ENTREGA ME- DATA VARADO SORTMENTO DE REFRGE \ no RES, RÁDOS, BCCLETAS. DSCOS E MAQUNAS PARA LAVAR ROUPAS CASA MONSAWTO ündada em 1921 RUA g. FRANCSCO XAVER, 224.A TEL. 28-^500 Em frente ao Colégio Mlita» SUL AMERCA CAPTALZAÇÃO S. A mais importante Companhiq Capitalização da America do Sul Aiííyíúi/iA.ÔES DÊ NOVEMBRO No sorteio amortização realizado ontem, foram sorteadas ás seguin- combinações: TXB JFQ RTS O próximo sorteio será realizado no tes SNN YPY SLP dia 31 zembro, ás 16 horas Todos os títulos em vigor, portadores uma das combinações supra, serão imediatamente amortizados pelo capital garantido a que têm direito. SEDE SOCAL RUA DA ALFÂNDEGA, 41-Esquina Quitanda (Edifício Sulacap) nspetores e Agentes em todo o Brasil

13 . ;;. ;;?;v :?}; :> i. -,".: f^"" """""" " " Cario c % 2$SEÇÃO] PAGNAS j Fundador; 3. E. DE MACEDO SOARES VftUXJlL ANO XX RO DE JANERO j/irrtòr HOEAÜO DE CARVALHO JÚNOR PRAÇA TRADENTES N.» Ti N b & P A R j S A Nova Temporada Teatral Raymond Lyon uma vez ao naufrágio um seu diretor. Douking, em virtudo do fracasso "Messa- Une", reabrlr-se-á com "Le Pleuve Etincelánt". Depois ssa "reprise", André Certes montará nesse teatro toda uma série espetáculos, entre os "Sainte-Jehanne". e quais "L*Ópera Quatsous". De seü lado. Jean Louls Barrault reiniciará no "Theatre Marigny" os seus sucessos da temporada "Hamlet", e passada: "Les ^ausses Confinces", e em seguida- montará "Lo "Théatre " Procés", extraído do romance Kaíka por Andr/ irictíelieu" (a G e pelo próprio Jean Louis Barrault. e pois "Am phytrion", Moliére. (Por avião) O alegre sol das férias secou as lágkmas doò diretores dos teatros parisienses. Ao encerraiee a temporada passada,, todos elas estavam á beira da crise e da falência (alguns não puram salvar-se). Mais eis que voltam todos, e se enconfcram á porta da nova temporada, cadn qual mais entusiasmado, e com projetos mais otmistas. Sa forem realizados, esta crônica e muitas das que ce seguiram serão <jor força inteiramente consagradas ao ir atro. A "Comódie-Française" reabriu o antigo "Théatre-Prançals) com peças repertório, nas quajs os fieis assinantes* aasistisam ao reaparecimento. Pier-re. Dux, flho pródigo que regressou finalmente ao lar. Mas a pauir do outubro começarão a surgir as grans criações, das quais a primeira será uma no- "Misan- va apresentação do thrope", a que certamente me referirei em crônica futura. Em zembro, o mesmo teatro montará "Llnconnue darras", Armand Salacrou, ao "Theatre parso que (nntfgp Luxembourg" "Odéon") montara duas novas peças; em outubro. "Le Matériel Humain". Paul Raynal, e em zembro "Snphe", Alphonse Daut, com "mlse en scéne" Oaston Baty. As companhias regularcs nâo ía-.em promessas m e n o res. Louis Jouvet anuncia "Doa Juan" (que, aliás, anunciou também no ano passado.. 1); Ji=an Marchat, no "Théatre dos McUhurins" prepara também um "Misanthrope". que tercmos comparar com o da "Comédis-Française". Sophie Desrr.arets incarnará "Célimene". e dizem que nesse papel fará esquecer a interpretação Cecile Sorel (mas não é possível:) Os autores consagrados reav-orrcrrão em diversos, palcos. "Aníigone", será representado na Jean Anauilh, o autor "Comédie s Champs-Kysées" com "Médée", e no "Atelier" com "Lnvitatlon au Chateau". François Mauriac aparecera com Passage du "Le "Malin" no "Théatre a Maleine". Mareei Achard, "Savez-vous planter les Choux?, ao "Théatre a Michodiére". Finalmente, Arrnand Salacrou fará apresentar "LArchipel Lenoir", no "Theatre Montparnasse", e nessa peca veremos reunidos, certamen- te, Charles Dullin e Marguertte Janois. E finalmente, alguns "anl- madores" audaciosos vão niciar ou prosseguir em seus empreendimentos dramáticos. Atmé Clarlond, que vimos na temporada passada no "Theatre Antoine". procura uma sala on possa levar o "Othelo", e uma oeça Mme. Simons "LExclue". Pierre Blanchar va apresentar "Oedipe Rpi" no "Théatre s Champes-Elysées". Pierre Brasieur usará o "Theatre roeuvre" para a sua "Le própria peça, Masc?ret". Q-ianto ao "Theatre Pigalle" que assistiu mais Eis as promessa». Mas *no momento. em que ertas linhas são escritas, os vinte e quatro teatros já reabertos apre* "reprises*. sentam unicamente Já escrevi.rio vido tempo sobre quase todos esses espetáculps. Um dos ruals po^lares é "La Perverse Mme. Russel", que atingiu a sua 2õ0.1 representaçáo no. "Théatre Verlal ne". Trata-se uma adaptação "This vas a woman", Jean Morgan, escrita para o palco por Robert Thlac. Revela o autor nesse trabalho perfeito conhecinento da técnica da literatura dramática. Seus recursos são excelen- "alinhavo" te qualida, e o da peça é perfeito. Essa comédia dramática nada traz novo ao teatro, nada eterno. Num tempo em que os "recalcados" estão na moda. Jean Morgan foi procurar um tino ambiciosa siludida, que transfere para os seus filhos um amor morbidamerite egoista. Maria Vaisamakl representa o papel, 4 maneira das trágicas da romantismo. O estilo adapta-se perfeitamente á personagem Arrastada na torrente suas "Mme. paixões recalcadas, Russel" vai atè aocrime, e per assim, irremediavelmente, o próprio lugar que ocupava na socieda que pretenra dominar. niciada como uma comédia, a peça orienta-se gradualmente para o drama. E o seu g:an feito é ultrapassar t> drama. O ultimo quadro é in teiramente superfluo,a e não passa mais ècabela-io melodrama, ao. gosto E forçoso convir, > porém. Quo uma parte do nosso publico 1947 pa-ece apreciar 03 gritos, as lágrimas, as imprecações, que còn tituem esse falso patético. Peita a ressalva, é justo elogiar a "mlse-en-scéne", Pasquali, e o conjunto dos lntérpretes, com a única exceção do senhor -Jean Topa.t que poria ser substituido, com vantagem por um boneco pau. Os papeis principaissão o do sr. Jean Marcantou. que representa o filho "Mme. Russel" Collette Tipert, sua filha, e René Stern, seu marido. A peça permanecerá no- cartaz até meados outubro, e será substituída "Les por Hommes en Blanc" (também adap-.tação do nglês). (E.S..). n.-** V ^^s^h>. r >S\. A / \ /cf \\ :..;>, t " * * v Um inediao DE NOVA YORK Carlos ihire, íaru. uara *. " * N o DÁRO CAROU A "BACLLUS NFLUENZAE" Estou gripado. Em consequencia o gosto do cigarro, o ruido sta máquina eacrever, os possíveis assuntos pára esta crônica me vôm exciusivamente através da minha gripe. Se eu chamar ò mèdieo< aus eigarro, aus crônica, parabéns leitor: ê.e me mete na cama e me submete a um tratamento z dias. Provavelmente, para a minha alegria, êle dará à minha gripe um neme esíranh», perguntará quantos anos tenho e quanto tempo hà que não me confesso, prescreverá um regime especial, e virá me ver todos os_ dias, certo ftue eó o tempo me haverá ourar. Se eu estivesse no Brasil ria agora mesmo até ali "seu" no Neves da farmácia, que me aplicaria ume njeção qualquer com toda proficiência quem já conhece o meu braço e já sabe on fincar a agulha pronto, estava resclvido o assunto. Mas se eu, aqui hoste Long eland ás onze horas da noite, pensar sequer numa injeção, imediatamente irromperão porta a utro dois investigadores da Delegacia Tóxicos, apelidarão a seringa - aparelho hipodérmico e me meterão na caia. E se fôr pedir a mr. Lodge do "drug-store" da esquina que me aplique uma ln- Fernando Sabino jeção em laranjas! e eu gnpado), me seuti capaz escrever um novo "Porque me uflano do meu Brasil". O jeção, ainda mais a essa hora.quanto po uma gripei da noite, êle fatalmente provinciarà a minha remoção pouco pela sala. Em breve o Levanto-me e caminho um para o Hospital Alienados mais próximo. Estou perdido. Apesar tudo acendo outro cigarro, enquanto resolvo se..., *.... escrevoou não escreco a minha crônica. O gosto lnespé- CRÔNCA ANTONNA ME Não dá um conto. Antonipa, mas dá uma crônica. Eu era praticamente um sconhecido... Porque razão você foi me fazer confincias? Acontece que estou agora sem assunto_ e vou escrever a história João. Você me contou mais ou menos o seguinte: Antorina, que é que Você tem? -- Nada, mãe. EM Eu acabo te levando no médico. Respondi a muitas perguntas sse gênero. Ou a variantes como essa: Que é que há, Antonininha? Nana, Roberto. Você não gosta mais mim? Gosto sim. Não tenho nada. Não gosto, isto é, não gosto dos Hobertos que passaram por minha vida. João, não. João não pertence á classe inúmeravel dos Robcrtos. E, alem disso, João não passou pela minha vida. Eu passei pela vida le. Nesse caso, infelizmente, a passageira fui eu. Não influi no curso João, não cheguei a ser um remanso. De certo modo, porem. João passou tambem. Passou ficando. Afinal quem é João? Ohl João! João! João! Não. não estou dramática, nada. Não houve tragédia nenhuma. Apenas gosto repetir isso: "João! João! João!". Naquele tempo repetia, a toda hota. Hoje, se ainda repito ás vezes esse nome vulgar para criatura tao complicada, em momentos - baixa temperatura m^ral, não encontro mais nessa apóstròfe tolhida a intensida do antigamente. João é uma nostalgia comum. Mas é tambem um símbolo meu, «símbolo do que não resolve nunca Diaine do silencio dos «spaços infinitos (como és culta, CONTOU Paulo Mens Campos "João! Antonina). eu prefiro o Joáol Jot.o", á salentada exclamação Pascal. Diante cie um bolo que se queimou no forno é tambem a invocação João queme brota fatalisticámente da alma. Se peicoo ômbus, repito mentalmente aque- prendia nada que pusse i«ia» goar alguém. A gente se reslgnava. i" Pói no Natal. Eu estava exausta aquele fim ano. Muito trabalho e pouca vida. Nem percebera que havia chegado o tempo das festas. Sõ i conta disso quando Mi". Oliver, á sua spedida seca todos os dias, ajuntou um jn-. vial "Merry Christmas, Mrss. Antonina". Respondi meio con-- fusa, e fui logo para a rua A avenida era um mar gen e. Todo munao queria ser feliz. «todo mundo tinha cara quem queria á força ser feliz. Estavam todos seriamente preucupados com o próprio contentamento, muito conscientes da euforia exigida por essa época. Todos se careciam. Menos eu. ToJos queriam mandar BoU3 Festas para outras pessoas. E eu- chatiada, inútil. E quo «u. não tinha nenhuma alegria particular, percebe? O Natal aquele ario era para mim apenas um dia vermelho na f olhtoha, longe do escritório. Enquanto» outros susavam, eu, moça bonita e prendada, ia no meu passinho comercial, um-dois, umdois, marcando passo numa vida vazia. De repente percebi que, atem mim, alguém tambem caminháva. a na minha frente, um moço alto, braços compridor,, as -mão senfiadas nos bolsos. Olhava para o chão quase se-npre, mas. ás vezes, levantava o rosto a uma altura razoável, num angulo em que pusse ver sem ser visto. Desvelei um pouco para esquerda- para ver melhor aquela cara. E ele me viu. JJoa-noite". Respondi-: "Boa-nolte". Não tínhamos intimida nenhuma, mas éramos conhecidos. Não sabia nada a respeito le c nem ele a respeito mim. Na verda, João aconteceu mesmo somente naquele Natal. Perguritou-me se eu estava fazendo compras. Respondi idiotamente que estava vindo do batente. Ele não tinha ar muita conversa, mas fez outras perguntas, como se lhe custassem quilômetros dirigir-se a alguém. Depois, ficou calado. Pois sabe uma coisa? Piquei mais á vonta em silencio. Nenhum constrangimento, fiquei, pelo contrario, num estado gran bem-estar e serenida. A fila do ônibus ficou para trás sem que dissesmos nada. Parecia que a gen- le home, tão misterioso e sonoro quan. dito três vezes num tom que só eu sei. Se Mr. Oüver no escritório me culpa an- vizinho baixo reclamará contra as minhas passadas ho glicanamcnte erros alheios, soalhq, cotucando o teto com o que aliás é freqüente, eu di"o uma vassoura que muito ae baixinho: "John! John! John!" ndustria já traz-ao pé sua prejudicado em ênfase, talcama para esse fim. As vezes é o vizinho aqui do lado "Romeu e Julieta"? Lembra vcz ass}m traduzido. você leu te nunca tinha feito outra cotsa. Ali pela rua Sete, ele me radamente amargo da fumaça-que reclama contra, o barulho da cena do balcão? Julieta quer perguntou se eu queria voltar. Concori na boca a principio me rrita, da maquina, dando uns murros na com a cabeça. Ele rf:i que BcsE4ífuH?á enrbofãtê- quer o acaba por me entristecer. -Penso Que-o -verdairoda fumaça è exatamente este va e acabava por me revoibem ficar. Pois isso é João. par^djj_a_p_rinsi tambem que ele fique. Romeu e sviou minha testa um slsvãtme sçonserta- facho quer ir embora, mas quer tam- cabeloò. "Me. dê sua mão". Disse assim mesmo": "me dê sua mão". que a gripe boje me tar: tinha proporciona, e que só não sinto nos qui, tocar à campainha Oo Ímpetos sair da- Depois o casal ouve um canto dia» normais porque a própria apartamento le pá:saro. Julieta acha que é Fui categórica: "não". Ele e meter-uie a calhandra. Romeu diz que é enfiou suas mãos nos bolsos, fumaça já me imunizou. O a mão na cara. Depc# ful-mc o rouxinol. E* o rouxinol, reconsira Julietai Não, é a c* com raiva, retircu--as novamen verdairo Brasil ê este era habituando, pois ás veze», te com raiva, r.garrou minha que eu estou pensando, que os quando minha filha corre pela lhandra, resolve Romeu. sso Estados Unidos me proporclonam. e que só não einto quan- sala, pancadas soam simulta- Ao que vive aqui á direita, que tambem é João. Não, Paulo, "cie mão direita com raiva. Deixei. Não, sem raiva. Nossas mãos não é um espirito.do estou lá porque, o próprio neamente todos os lados, porco nâo. ficaram se escorregando e acabaram estabelecendo um do;;e Acontece apenas que ele realmente não sabe _e é a calhnn- Brasil me munizou. Hoje, reclama contra a maquina, "modus costurno até responr com umas vivendi". Então, ele quando o dono da ca»a írutas me explicou que as laran- pancadinhas licadas na pa- ; Saber ou falou: "Vocô tem uns olhos.godra ou o rouxinol. cidir alguma coisa é totalmente impossível zados". E acrescentou: "Mas jas da Califórnia são mais caras porque recebem uma ln- subentendido código telegráfire, como a dizer-lhe, num para João eu sou muito pau". Sem compreenr logo a relação dos Não, não é mágua. Não é apenas porque o rapaz não era jeção tintura que as íaz co, que seu protesto será le- meus olhos gozados com a admais bonitas por ntro (to- {Conclui na Sa isgtn») casamento. De João não se u- (Conclui ca 7a paginai m - i 1 íi - tl Ante a estranheza dos que não compreendiam que alguém tivesse saído do Rio para fazer-se operar em Campinas afinal uma cida do interior não ocorreu ao paciente responr que seguira slmplesnjente as instruções e o conselho amicissímo Pedro Nava, que para lá o remetera como para ura autêntico "território dé Epdauro\ Nem que ali-vão ter, vindos toda parto do pais e até do estrangeiro, os olhos mais ansiosos, mais variadas aflições. Nem, ainda, aue foi a Campinas que acorreu sem hesitação o dr. Mário Jorge, o mais famoso dos nossos reparadores esqueletos, um conserta-tudo que tudo conserta, realmente, quando teve, certa vez, escolher a quem confiar o cuidado sua própria visão. O que lhe ocorreu foi o episódio, ouvido ha temtpo e por acaso, do capitalista paulistano a quem o nrofessor Arruga, em Barcelona, teria dito: O sr. veio aqui tão longe, quando ali a dois passos, cm Campinas, existe o nstituto Penido Buriiier! Arruga não falava por simples informação: co- nhecia Deríeitamente o instituto campineiro, on ti-- vera oportunida fazer monstrações sua técnca inovadora na ablação do cristalino. Mas na verda, o nstituto Penido Burnier é mundialmente conftecido, estudos entre os especialistas, como importante centro e clínica oftalmologia, provávelmente o maior da América do Sul. Sem dúvida, ha notáveis oftalmologistas nas granr s cidas como o Rio e São Paulo e ainda em outrás capitais brasileiras. Para não sair terreno conhecido basta lembrar os que- continuam o nome ou o renome e a clínica Moura Brasil, Abreu Fiall-o Gabriel Andra. Ou os que iniciaram clinica e renome novos, como David Sanson, Linneu Sílva Paulo Filho, José Luiz Novais. Haverá outros, muitos outros, talvez. Em Campinas, porem, o que ha, não é apenas um especialista notável, um gran oítal- NTERMEZZO CAMPNERO - Formação Um Médico mologista: é uma organização, um* centro estudos, um "colégio", um instituto universitário oftalmologiai com a respectiva clínica. Essa organização, como e porque foi surgir e florescer em Campinas? * * * Em gran parte, por acaso. Mas por um acaso tão sábio que se diria dirigido, como os acasos homéricos. Dirigido pelas liberações daquelas assembléias gerais em que os uses discutiam e assentavam o stino das criaturas. Parece ter sido assim, cidido entre Minerva e Mercúrio, o futuro certo jovem estudante que, em 1898, ingressou na Faculda Medicina do Rio Janeiro. Vinha Juiz Fora, domicílio tradicional da tradicional família dos Penido. João Penido Burnier não era, entretanto, natural daquela cida mineira. Filho do engenheiro Burnier, que sempre se dicou a c-strada.s ferro, tendo sido, muito moço ainda, diretor da Central, nascera durante uma estadia seus pais na cida.baiana Alagoinhas A morte prematura do engenheiro Burnier levou a família volta ao avoengo solar juiz--forano, on João Penido Burnier passou a infância e fez seus primeiros estudos. 1898, data do seu acesso ao curso médico, íoi também o ano do concurso Abreu Fialho. Coincidên- Pedro Dantas cia? Po ser. Mas o acontecimento, por certo notável na vida científica da Faculda, seguido ávidamente pelo calouro cheio curiosida e entusiasmo, não ve ter sido estranho à fixação precoce da sua vocação especialista. Ha ter sido memorável e empolgante para o novo acadêmico o bate, indispensável nos antigos concursos, entre o mestre que surgia e veteranos professores, como Hilário Gouvêa e Pereira da Cunha. A esse tempo sentavam-se nos bancos acadêmicos as turmas muitos dos atuais luminares da nossa clinica e da cátedra universitária. Eram ainda estüdantes, por exemplo, Antônio Austregésilo e Agenor Porto. A turma ste pertencia, se não nos enganamos, Guilherme da Silveira, que, mais tar, abandonaria uma clínica vitoriosa pelos atrativos da indústria e da finança; hoje, a sua histologia cuida outros tecidos. Na cátedra, eram praxe os discursos magníticos. Brilhavam os mestres, em requintes erudição literária e espirito satírico. As polêmicas travavamse caira a. caira, sob o aplauso dos partidários e torcedores, com vantagens alternativas, como num - "game" tênis bem disputado. Francisco Castro unia, as Acamias Medicina e Letras, impondo à literatura médica o sabor filológico ainda hoje persistente, em gran parte, por sua influência: o classlcismo, que foi,a princípio, uma epimia, tornou-se rapidamente endêmico. Dir-se-ia impossível que Um gran médico pusse diagnosticar, prescrever, curar, sem folhear o Vieira, o Castilho, o Camilo, "com mão diurna e noturna". O caso singular um Rocha Paria, tão gran professor quanto gran clinico, chefe escola importância talvez ainda não salientada suficientemente, via parecer quase absurdo. Citar livros medicina mesmo! E auscultar. percutir, explicar, sem opulências vocabulário, sem piada e sem graças estilo, com a mera e vulgar intenção esclarecer o aluno e curar o doente! Realmente espantoso. Dele se dizia, em certas altas esferas científicas, e não sem alguma superiorida, que receitava muito bem. Por outras palavras: um simples terapêuta, um mestre-escola enfermaria, um curador eente.. Quanto a arrebatamentos oratórios, a si3í.z&s e abundândas da expresrão vernácula nada, abso- utamente nada. Aos clássicos, esse professor preferia os clínicos. E, assim! como era possível?! João Penido Burnier ve ter vivido êsces bates, como todo mundo, e sofrido, como todo mundo, a influência dos tempos. Teve, porém, duas excelentes razões para, s logo, escapar a uma ostensiva e pertubadora" filiação partidária. Trazia a primeira no sangue, e era a sua próxima assendência francesa; pornso fator imunização pela crítica. A segunda, terá sido a vocação (que o conduziu ao relativo recurso da oftalmologia, e á assistência não algum dos cairípeões em luta, mas Pereira da Cunha. nfelizmente, nao vivem bastante o professor para, além dsso. tornarse também sogro, do seu jove«i assistente; quando se realizaram os esponsais já o vulto do mestre era apenas uma sauda e um exemplo. (Continua no próximo suplemento). - ::.

14 CONTO DE ÍCoucJusão da S» pagina) Mas Já está ficando tar, disse ela. Agora você vai e uão ixe vir amanhã. Levei-a até a porta casa Subi o grau entrada, No interior estendia-se na- obscunda Uma escadaria maira velha. Lembrei-me da frase dê Braadão. "Aquilo é só á. noite, naquele vão escada". Lidia me K.cteve. Segurou-rne pelo braço como se não quisesse maii ixar que me fosse embora. De repente, retomando a conversa interrompida, disse (e à ni.-dida que falava uma sombra in caindo sobre ela, scendo dos cabelos pretos e lisos, repuxando os cantos da boca, mergulhando pelo cote do vestido o pela abertura das mangus, amortecendo o arfar doa selos pequenos): Belém é.una cida nada. o uniço tempo em quê gostei daqui foi quando tiulu os americanos. E pois uma Essa pausa: gente é diota. Bob era um menino. Sempre que estava comigo era brincando. Não compreenndo porque çssa falação. Só tenho um Jeito: é rme embora daqui. Os olhos dançavam inquietos, mas foram também sendo erigulidos pela noite. Agora eu já me sentia livre. O sapontaraento não tinha mais motivo. NÃO DEXE PARA AMANHÃ COMPRE HOJE RÁDOS 5 VÁLVULAS, ondas curtas e longas com transformador, Çr$ 1. Caixa último estilo, GARANTDO Consertos, reformes e ampliações com todo critério ATENDE-SE A DOMCLO RUA 24 DE MAO. 402 TEL BELÉM Rio Janeiro, Domingo, 30 Novembro 194* DÁRO CAROCA la-me embora. -Poria ouvir mais alguma coisa, que afinai precisava ajudar Lidia a sofrer. Ela relaxou a mão. Alguma coisa mais importante estaria convocando a sua força. O rosto perto do la, tive vonta beijá-la. Sei que ixaria. Uma pergunta, entretanto; saltou-me a boca: Era louro? Lídia spertou. Em cima repente uma porta se abriu e uma mulher, segurando 0 ampeão á altura da cabeça, procurou distinguir os nossos vultos na porta. Bem, vá embora falou. Aus. E antes que largasse a minha mão. Dè lembrança ao Brandão... Olhou-me mais uma vez incisa, os olhos se ofuscavam "Aquilo é só á noite naques vão escada". Apertou-me a mão com força, nsistiu: - Não se esqueça... Aus respondi. E a voz Lidia como quebrada por ntro: -.. diga que foi a.que teve namorados americanos. Lidia sabalou pela velha escada para os fundos da casa. A mulher balançou o càndieiro e sumiu atrás. ( RiO \ norim»tipous jb^rs. f/w^áí ÍZmmm.i.m,?- ^líhl! S1JÍSJJ ^^ AVENDA RO BRANCO, ES QUNA DE SANTA LUZA sto não é presente: -.^^^^^^HBfe^/ Slltfi esse 6 o verdairo sentido da apólice seguro que. o senjaor vai: olerecer a sua esposa e a seus filhos, neste NataL É multo mais què um presente, pela proteção econômica diante um imprevisto lamentável: ó o próprio futuro que lhes dá, pela certeza garanto ao seu lar o prolongamento da estabilida atual, ntro da qual seus filhos estudam e se preparam para a vida. B vs^s^^asb^^^ 1^ ^^^^^tei. LVROS NOVOS "O JYJESTÇO" Lídia Besouchet Um mestiço, produto singuiar duafl; raças, híbrido e marginal é a impressiònante personagem do novo romance dé Lídia Besouchet ora lançado "PE". pelo nstituto Progresso Editorial e no qual a corajosa autora "Condição Mulher" fruto enjeitado, o. mestiço luta sesperadamente para dar á sua. vida um sentido e nnra encontrar sua verdaira condição. - Tomando, como personagem-simbolp a figura um mestiço que. carrega o pesado laetro da raça branca revela ainda com maior brl- hi seu talento fiecionista. r. ;, ncapaz dé enconfcrar-ss a si mesmo, sentindo-se tragicamente estranho ás duas raças e ev ás classes que é da nègra.! este romance. Lídia Besouchet reflete toda a tragédia e a in. quietação uma civilização cruzada com \ seus "reflexos psicolóerlcos e conflitos sociais. Na acepção mais tipica do termo. % mestiço" vem a ser o "homem brasi. leiro" vitima e herói da granza e da miséria um.", adaptação ainda.não «pdimpiitadii e uma fixação não cristalizada. Obra magistral em que se prensa eob o urisma pslcológico e sociológico o stino uma raça marginal. Dr. Newton Motta Alédico DOENÇAS OE RENnO- RAS OPERAÇÕES PARTOS Consultório: Av. Kio Brauco, isa s/sia Tel Consultas das 9 ás 12 HEMORRODAS tratamento sem dor e sem oparação por processos morno; DR. OLVERA li. VSCONDE RO BRANCO n u - Tel Hora popular: das 18 ás 19 BACLLUS NFLUENZAE" ÍOonclusap da 1» pugilío) vado cm consiração tão logo termino a minha crônica. Costurno tampem retribuir ua mesma moeda quando lazem bufulho, para que meu morai não se abata. Ainda há pouco um garoto chorava tal maneira no andar do Tjaixo, quo fui obrigado a dar auas chineladas cidida» no > alho. Não ecl se o esganaramt o certo é que ele se calou, Lembrei-me a0 menino cho- Vando na noite que comoveu ao poeta, mas não tive contemplações. Não sou poeta e eslou gripado. Com esta gripe, com este goste- ruim do cigarro, cem essa dor do cabeça, com esse nariz em petição miséria,.eu eou, como dizia Pantagruel, aquele que vora as criancinhas. Caminho até a janela, adiando por mais algum tempo o momento começar a escrever. Lá tora está chovendo e fazendo frio. Passa um vento apressado a caminho do Manhattan, arrancand.o tolhas secas das arvores, com ar. quem tem hora marcada para avisar ao pessoal do Departamento Meteorológico que suas previsões não falharam, a noite me Long sland está realmonto chuvosa e tempestuosa, que o outono um modo gera) vai indo bem enquanto houver folha Seca para cair e que o inverno vem ai. Se eu abrisse esta janela um milímetro que fosse, o frio mais caviloso ste mundo.e estamosno outono -*- invadiriâ a sala, me empolgaria pela garganta, faria da minha gripe uma pneumonia e meu domingo um funeral. No entanto aqui. ntro já não posso mais dè calor simplesmente por- que o superintennte do edíflcio, uma lesma boné na- cabeça que mora lá no primeiro andar, é quem controla o aquecedor dos apartamentos e acha que a obrigação nos asasr calor s já, pois o inverno vem ai U mlia ainda mato esse superintennte. Espio algum tempo através da vidraça a chuva cair, mas evlntemente a noite não me inspira. Volto para a máquina, re- Bolvldo a começar a minha crôr nica antes que o vizinho rcclame. Ligeira incisão entre explicar meu tcrhperamento ou esperar que eu me cure da gripe. Há, é verda, uma garrafa rum. que os entendidos dizem ser o medicamento por excelíncia tomado numa colher, por uma questão dignida. Mas á vista do que aconteceu ao Rer verendb Pilehard, me abstenhó. Slc também via estar buscando a cura alguma gripe traiçoeira. Q Reverendo Howard Pilehard, metodista, do 64- anos, os jornais contam hoje, por vlnte e sete anos vinha sendo o Presinte da "Liga Contra os Bares Ohio", em Fayctte, naquelo Estado,. 6 tido unânimememento como "ô molhor homem da cida". Ora, vai um dia Reverendo Pilehard, que tinha viajado para a cida Toledo no seu automóvel, corno fazia sempre, resolve tromba? num-carro-parado ao far.er uma_ curva. Levado á Polícia para fázer clrações, verificaram simplcsmento.que ele estava no maior pileque ste mundo c/ que não tinha nada especial a clarar. Acusado estar dirigindo em estado cmbrlaguês, foi Reverendo parar na caia, on passou z horas e on passaria z dias, Se não fosse um tal Mr. Hoff, aliás proprietáriô e garçon um bar, ter-lhe emprestado os 200 doíares pára a fiança que exigiam. Diz Mr. Hoff que seu bar fica a meio quarteirão do lugar on o Presinte da Liga Contra os Bares do Ohio costumava hospedar-se sempre que ia a Tolcdo, e que do lá o conhece, hà muitos anos, confb assíduo irequentador. O juiz o connou a três dias prisão, 50 dólares multa (fora as custas), e suspenu sua licença do dirigir automóvel pelo prazo um ano. Licença para continuar dirigindo a Liga Contra os Bares do Ohio fica aguardando cisão da diretoria. Naturalmente que se Reverendo disser que se fendia do frio ou alguma gripe, ninguém, senão eu, acreditará, naupr... Mas doixomòs em p<az o Roverendo. Pilehard. Resolvo, e.ntre dois espirro», iniciar ^u uma. ver a minha crônica i a u- tes que O vizinho aqui aolado reclame. Tenho. muito o que dizer, c. coisas que tocam ao coração. Poria dizer coitas quo tocam apenas ao estornago: um cidadão Nova York, por exemplo, scobriu um processo tirar fotografias do estômago das pessoas, pelo lado ntro. nventou uma minúscula maquina fotográfica, tão minúscula que, presa a um fio, podo ser engolida com relativa facilida. Depois "puxar batida a chapa é só o aasim se porá ter, sem nenhum sacrifício, u. \ fotografia autentica nosso estômago. Para dizer com franqueza, porém, não tenho nenhuma curiosida em saber o que ee" passa no. interior do meu. magino uma legenda: VAcima vê-se um flagrante.do estômafco do.sua excelência, no momento em quo se proceffíava a digestão do.banquete que lhe foi oferecido". Que outra utilida e.xtra-cieiúiíica terão tais fotografias? magino centenas asneiras semelhantes. Só Deus sabe o que sou capaz ^^^^^^^^^^^^"~ Fp "" do imaginar quando estou gnpado, Já que disponho a iniciar minha crônica, ixa eu duer quu ela será bem - triste, como tristes são hê meus gripados pensamentos agora. Palarei morte o assassinatos, injustiças e perseguições. Contarei como um menino dozo anos matou a sangue trio o companheiro e agora aguarda sua pena, que porá ser a morrer na caira elétrica. Descreverei o. seu rostinho assustado entre.gras da prisáo, no retrato que os jornau publicaram, me assustarei ante una pais em que até Sm crianças se matam e sãu connadas á morte. Falarei na preparação psicológica para a guerra, que ja se inicia com o dirigido sentimento cívico, u. propósito.da chegada á pátria dos corpos soldados mortus em outraã terras, e coisas assim. Fa-arei como católico comtra as guerras, contra o capitaiismo,. ooii tra a opressão h sempre haverá uo fim um Jeito,, meio forçado literariamente. du me confessar a favor dos quu sofrem, neste mundo banqueiros. Em verda vos digo, bem triste e patética eerá minha crônica. Qual o fim sta civilização, ou o stino do h<jmem, avaliado em dólares? s Já indago do meu coração. Mas meu coração mau 11- nanclsta, não respon nada, e o vizinho aqui da direita acaba do reclamar. Pelo que, tudo consirado, acho que vou dormir. fo«io i Oito Di*,tf """----* v :-v :-;-:-:-::-:-:-:-:-:::;íjíík <r- -^ t- ^m^jtmí BZES tsssssssssxscssd - E33S553SSEBS MVH"í"pm ; t*>, % ^ ;" """"""":: ===^ S ~E?» r- 1 U. L j:j f â queimadores sistema patenteado; Chama gual a dos fogões agás. na côr e no calor. Mais barato c mais econômico ao alcance todas as bolsas Grans facilidas págoment Assistência técnica permanente PATERNO & CA. RO Ot JANERO. Flll.li R. Santo Luzia, /99. 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15 DÁRO CAROCA Rio Janeiro, Domingo, 30 Novembro 1947 AS ARTES T CAS DVERSAS Jsica e Pintura Mornas Antônio Bento tisiicos para fazer com "TáTO* Negro", uma montagem espetacular e inesquecível. O elenco ü uma. equipe do "astros" e "estrelas". Na heroina veiemos Mana Delia Cosia, que se notabilizou na interpretação " l/estido Noiva", íambem Nelson Rodrigues. - ti o tipo ial para o P»- pel. rara o "marido negro", Orlando Guy, cujo tipo fbico dramático correspon integraimente ao papel. Uma nota que merece, exoepcional relevo : com o lançamento "Anjo Negro", voltará taüa Fausta a maior ragica brasileira. O "TEATRO ESCOLA" DO \MAZOMA3, KilCONHE- CltMJ- DE UTLDADE PUBLCA PiüLO GO- VEtíJNO ESTADUAL Havendo o governador do Amazonas, o dr Leopoldo Amo rim üa Silva Neves, reconbeciao utilida publica o "Teatro Escola Amazonense Amauores", e também cecudo algumas pendência do Teatro Amazonas para local ensaie* e reuniões daquela.organização, o "Teatro Estudante* ao Jtíiaiil" acaba enviar ao governador, o seguinte teiegrama: "Governador Leopoldo Amorim da Silva Neves Palácio Rio Negro Manaus Amazonas O "Teatro do Esíudantedo Braòil" cumprimenta vossa excelência pelo gesto aito patriotismo reconhecendo utilida publica o Teatro Escola Amazonense Amadore*. As medidas adotada* por vossa exueiència proíeçâo * «**» grupo aqui repercutiram mer*- cidameníe. Respeitosa* sau«isções. (^!.í - Pascoal Cario» Marno. diretor Áureo Nonato, secretario". NOVA COMPANHA. NO REGNA No próximo dia 3 zembro, no Teatro Regina, teremo* "Manjar dos Deuses"" ÍBS lp ÉB Mü&?&f3ÈsL" -«rm» mm Mm wm É^viÉÍfl ííípípíéíh L «O Grupo "Musica Viva" promove hoje, o Stalin é um bom sujeito e o Zé da una ás 21 horas, no Ministério da Educação, um também. No fundo (achamos nós> todos sâo concerto em que tocará, em primeira audição, três quartetos, feitos em Um* Cláudio Santoro, outro H. J. Koellreutter e o perdoaveís nos seus maiores feitos. Por aí vocês pom perceber facilmente terceiro dè Guerra Peixe. Renato Almeida, que esta lua que circula por aqui é nrel., O nosso estado felicida é táo progressivo que quando vou dar uma proptaa que tem fendido a arte morna s 1922, pi j fará uma palestra preliminar, explicando as 5 cruzeiros ao menino, das malas e Ela y/é iir tendências estéticas sses compositores. Devo dizer que não sou partidário do atonalis-" diz: "Coitadinho, dá 10", eu dou 20 com mo e da dissonância pela dissonância, erro vonta dar 50., Sei e sabemos os dois, que a vida é urna ou preconceito máu gosto em que incim Que o dualida jogo, loteria feral on do bicho, talvez alguns mornos. Contudo, não se. pô i- Scar reconhecer que do movimento renovação que se processa wêm\* <** na musica da atualida" ponv renaltar grans obras e.a orçamento anda calça curta e ás vezes tanga, que tudo ou EL ^*J1 m*/ r*mfpb quebra ou o alargamento do cambo e dos princípios estabelecidos pe- 11 Hi1^ «*HM BW ^Tp nada po acontecer. Por enquanto, porém, estamos achando o Zé da lha, e até o Stalin, formidáveis, perdoaveís consiravete,trataveis, amigáveis, potáveis. A guerra lá po vir num Mm a harmonia clássica. É propósito do grupo "Musica Viva" com- j «-L»7>* bater pelo advento uma nova éra em que não haja lugar p-?ss; * s. 4» Mk^ m ãam mundo bom ste? A fome lá po existir? As margaridas poraue não hão nascer no asfalto?. para "preconceitos e receitas académico-doutrinárias". Bato-se ainda jb *^ *- S% *^xi màmawêà^a* jm;;;;::: -\ ^Km JL?&«aH no senfdo que a arte contemporânea não constitua apenas o go Bíví*! *-^\ Gosto muito sta lua que circula por aqui. *tjmm H * * io privilegiado uma elite. Os objetivos do movimento são assim Assim provavelmente escreveria esse recem-casado. senhor dirrnos estimulo e admiração. nfelizmente, a arte morna é Manuel Bernarz MUller sobre o seu atual estado cmsas, (lua ainda a arte dé uma minoria, o que não aconteceu com o romantismò, que logo se popularizou. A arte mdrna é característicatra STtcSTvSê. men se naturalmente fosse jornalista do meu peculiar e exmente a arte duma minoria ou duma elite o que não quer dizer sabem, sou querido pelos ntistas porque o.ue seja a arte duma casta privilegiada. O conhecimento é:á critica dos princípios do mornismo exigem1 cultura estética, estado sorrir aue vou contar em refun-o fotográfico a história sse se- conservo os meus leitores sempre sorrindo. E mesmo parater espirito e tendências especiais, razão pela qual a maioria não nhor que encontrou uma butante morena, proque os homens gosta da arte morna. Por outro lado, os homens são rotineiros por natureza. Gostam pouco modificar o seu estído. vidas, As senhorinhas Liliss Ribah, Diva Martins e- Nicole Hime. "Sombr adoram as louras mas casam cm as morenas) e juntam dois nomes num gesto honesto e legal. (Foto mudar hábitos, não só na política como no campo das atlvidas artísticas. É por isso que os homens geralmente ficam apa vorados quando-aparece um profeta, capaz predizer miracuiosamente o que acontecerá no futuro. É sempre qualificado doí- Vamos. a»slm. rever n dramática quinta-feira, naqueles três eon_ O casal é bastante calmo Para emoções e acontecimentos fortavels cinemas. eles Ffto opinião "no que fim tudo dá certo»-. E geralmente dá do ou coisa pior. Na pintura, como na musica, também o mornsmo é ainda a arte duma minoria. Até quando isso acontecerá- O CNEMA odisséia do "Bounty".o m S veleiro doa Apenas profetas porão.fazer previsões exatas a esse respeito.tmotlnados qun passaram para n Osnapeis provinciados áultirrta hora, o rosário da noiva U«torla. 6» homtn». martirizadmi que andou saparecido, o fraque le que não tinha calca até pnis somente eles, contrariando o gosto da maioria ea força pelo bárbaro Capitão Blleh. oh rneia hora antes da cerimonia. Todo o mundo-aflito, só ela e passiva dos hábitos secularmente arraigados; vaticjnam os temnos íu- Flntcher Ohrlstiaii... Os presentes chegando em profusão Natal, um gran a homens <me «eeulram o aucla» cie compreendiam qüe. "no fim dá. certo... ^A turos, anunciando com segurança as transformações que irão inevitavelmente se o-ierar na socieda e nas artes. De qualquer mo- Fianchot Tone são os superior*» Clark Onble. Charles jauehton n festivo Natal. Che6 flores pela casa, as empregadas chorando do, o ambiente cultura] já não é no Brasil hostil ao mornismo. nterpretes sse filme do rara en e rindo um pouco do cada vez. j- j_ Tanica e Odorica, a cozinheira e a arrumaira. dizendo Ainda ontem, o repórter d "O Globo", visitando as salas da Dvsão Morna do próximo Salão Nacional, fez.esta observação: CRUEL E FRAMENTE. E.B aue verendura. "o outro dia mesmo "seu" Maneco brincava por aí e vivia ",1M1AVA" "Sente-se DO SEU CAM. do no nariz> agora já vai casar". -,Q ^ v tr» que há, realmente, riqueza motivos e extraordinária NHO TUDO O QUtí M1MS Tudo isto tem um pouco jeito Caso Gran Entregada preta e velha comentando, correndo, rezando noite beleza cores, um aprimoramento artístico bastante acentuado, DSSE A REALZAÇÃO DOS aliados a uma busca constante aperfeiçoamento técnico." Bm SEUS PLANOS "sinhô pelo moço" e a nova "slnhá". seguida o iornalista encontrou o conservsdor do Museu, que lhe "Qud mal faz uma vida a menosí" dizi èla. E pendo é> A hora trágica do nó que não quer apertar, no calor que Tudo isto e o colarinho engomado também. clarou, textualmente: "O povo precisa compreenr esta arte, através sua expressão atualida, e não como expressão 1ascinacüo daquela mulher, uen faz beleza fotográfica." Knsa. ele eliminava mais outra por baixo do peito duro, no fraque parado ali no cabi E mais adiante:.* criatura que impedisse a continua novo. Deus meu quanta aflição acumulada num instante só em "Precisamos evoluir, caminhar com o tempo. A pintura morna está ainda na infância. Com os anos. ela se aperfeiçoara. O sem coracüo... Jjla. sem escru. madr!nhas em profusão....i.. c-,, ctto dos seus crimes! duas casas diferentes. Lá ela e o véu, o vestido que amarrota EU era um homem «em nervos antes da hora, os palpites das tias, das primas, da dcmoiselles, Aliás, ano para ano se sente um progresso extraordinário e incontestável". tra -""Nascido tu ndo.se dos seus interesses... pulos e completamente. amoral Creio todos os casamentos são igualmente amtrvoí; ncfa Coisas como essas seriam impossíveis no Rio alguns anos para matar" <Born to hora preparação. Sairá como o papai ou como o diabo pianejou? Estes dois, porém, foram calmos. Porque no fim tudo atrás, quando o mornismo era consirado maluouice. ou sintoma burrice, snobisrfío. sso não quer dizer evintemente que * * * Kill). um drama forte e lmprrs- E.onante. que Robert Wise dlrleiii daria certo. com securanca. e tem comn toda a arte morna seja boa. Com o tempo, tíaverá uma purácão necernária e fatal, que mostrará os artistas aue ficarão, os slvas tléurjas du tela: JáttT.erifti ciijadrinhos, terá continuação terça-feira quando voltarei para ntérpretes centrais, três expreí- Por hoje creio que ficarei por aqui. Esta história, que não é grans criadores da. literatura, da musica, da pintura e da escultura contemporânea. Tiérney. que foi apresentado ao publico em "DUUnzer". Clal:H neutralizar a curiosida dos meus prováveis.leitores. Contarei Trevor. vivendo um papel do sua como ninguém poria fazer as peripécias sse casamento porque observei jornalisticamente perto. Não larguei o noivo T/ma cena "A Ba talha doj Trilhos especialida, uma mulher bonita e sim caráter, e Walter Slezak. nem quando ele se vestia e só o abandonei, quando ele partiu DMA GRANDE RBAjTZAOAO: pelos novelistas, e conseqüente como um aerente da tl. para esse estado coisas que geralmente se chama lua mel. «A TEATRO BATATjHA DOS mente, aproveitados pela cinemaestá nesta well. Ester Howard. a Ellsha Coók quando os anos se aproximam do n. 40. Porém, sou tão amigo, Em outros papeis, temos: Audray Felizmente ainda sou solteiro. Nós os Thortnes nos casamos TRTjHOS"! tocrafla. Loncr. Philüp Terry. sabel Jc Parp a realização "A Bata "A mulher todos "ANJO NEGRO" Trata-se lha- dos Trilhos" /Jjrk Bafai lie, du caso. - " Jr. -.,.. tão irmão e tão intimo, sse senhor M. B. M,...que e como se assunto brejeiro, "Nascido RiilV a oh-ra nrpmlnda no Festi" O nssúnto foi colhido na h:btprta para matar" acradara fosse minha a sua-ventüra.,, "" Cresce a expectativa em íôrrio do lançamento momentos?,, cóm"charges" politicas muito felizes, gran do- foram póstns ríà ilnha. ttndo as i*lonario eran beleza: o post dos. pois seu entrecho vleorosu ANVERSAUOS " vnl Oannes. doze locomotivas rio Mèxloo em um período revolu nos "fans" dos filma; movimenta- "Anjo Negro". se «uas "doubles" Aumorismo e quadros da por oerto paru riorfirlsmo. oferece momentos verdair-a Dominicana, ao presinte da aunlquer eventualida. tela primeira vez, no Brasii, se cria uma organização tea- comedia Mario Gabriel, verdairos as primeiras representações da Assím. cada vez que - emoção Resultou em uma da* um, obra rtfallnsda A RKO Radio apresentará "Niis Fazem anos hoje: Republica, o sr. Porfirio Herrcra Baez dará uma rccepçáo em caráter ascennte até estourar, locomotivas tira requl. cldo para matar" nos cinemas SENHORES: sembargador Saul Gusmão Men- «m trai com o tim extremo montar uma peça. rigoroso" nu artístico" O eienco «itad.i. mediatamente colocava se plsna traeedia. -Plaza. Parisiense Astorla. OUnrla a "clouble" no lurrar da oricinal. Sua protajronlsta é Maria Pelix Rltz. Star. Primor e Uepubll. é primeiro plano, stacando-se, Dalva Costa Tudo ss oreanizou como em a eran Mnria Fellx «-dama uua ca. a partir sexta felr. sío é, um inuice expressivo s Monteiro na embaixada^do seu país, da«antônio Vicente 18 ás* 20 horas, no <Ua 2 <*< pro. Ca*- um. "ballet" em que! às estrelas «m pitoresco joco palavras «nit1 xima! Filho Joáo Chear José próximo m6s. da unportaiwia do empreendimento que se ve á vuão e a Mosto Souza MarUu tro Viana Hortencia Santos fém um peso ejdisrtor ás 120 to. tlene um lunar". Po se dizer neladas daquele mundo ter. a "mulher DOLORES DEL RO EM UMA Adão Alves João Gonçalves todos" «nterpv3- DE SUAS NOTÁVES N Guimarães Machado Julião CNEMA NA MÍS. «da pela melhor todas audácia Sandro. Dantas TERPRETACÒES Antônio Nobre "A Batalhn dos Trilhos" estará dou trabalho é rèálm.jnic» Gonçalves í-fíuvftl i> incarnacão sen3:ql d. uma Pereira Barbosa..Viana e Sebastião A. B.. íião medindo sacrifícios nem Fernans DElmar Jean G«- já na próxima seeunda_feira n;i esforços, San«ro mobilizou todos ü.t elementos técniuos e ar A direção e ensaios estão lnha do Pathé. apresentada criatvrii canaz -.imar. pf.é mi ny e Valmar Santos. Frnnci pela Filmes do Brasil.. lírio, a dois homens SENHORAS:. Madalena tem_ aos «A MULHER DE TOODS" nbramentos diverson. Berquó Moses Adail Damatrirgò Azevedo Carneiro Promovida pelo partamento cuidados ~Câr1üT Machaórc yoruubes trazfrn no sembojo. umn s6rit! dramas nasslo- lintitulvel 0e Armando i.k,vo ator" Ao seu n/to Surg.- g figura ln>n cultural da Associação Brasileira imprensa, realiza-^e hoje, A MENTRA TEATRAL nais que «So explorados mais tardo "Orreto. massalo Nair Pereira Pacheco e Carmen Manhàes Neves. c nuperiormenta no Serão apresentados na próxima revista quadros inéditos pa- fim torno ssa dupla máenlfl. dotado. auditório, ás 10 horaa, a sessão cinema infantil dica- SENHORNHA: Uva Beada aos filhos dos associados, ra o Rio. ea. volteiam a» fleuías cie Patrl- sendo exibido alem um com- VOCÊ SABA que Lu Marival já foi/rainha das atrizes no reinado Paulo Magalhães? COSAS QUE NCOMODAM O elenco "primeira pia- na" que vai estrear no Regina. O FLME DE ROJE METRO COPACABANA: Cartaz do Dia C NE MAS METRO PASSEO "Meu irmso falacom cavalos", com Butch Jtiikin».. Horário: _ e 10 horas. PALÁCO "Da ilusão também s«vive". John?ay. ne e Maureen 0Hüi-a- Horário:- 8 «0» c 10 horas. ODEON 3» semana "Êxtase". Hedy Lamarr. Horário: e horas. MPÉRO "O dia que «no queiras" Carlos Uarl. e Rosltn Moreno. Horário: «10.20 horas. REX 8a semana. "O m». laudro e e. granfina". CJau. dio Nonelj e Laura Snarez.,Horário: Se 10 horas. * S. CARLOS "O Rel das Selvas", e "Ouro Lei" o a série "Os mônios do Circulo Vermelho" Sessíes a partir das. 10 horas. PATHE. «A MSo c*0 Diabo", com Pierro 1resnay. AS 2 -r ! 8.40 e 10V20 horas CAPTÓLO ísessses passatempo^ "ií.irti-ando os canssters" fcom?i!iái com o gordo e o magro» --. -Pro_ jeto SansSo" (Curlasididtíi "Filadélfia" (Panorâmico) "Fábula ds Esopo" (Deswho) Jornais nacionais o es. "Men. írmso fala com cavalos" Pedro Celestino. O COMENTÁRO DA NOTE Dercy Gonçalves vai estrear no Gloria no próximo tnê< informava o escritor Salnt Clair Sena ao dr. Caran. Deus queira que ela lã não vá "a gloria" comentou timidamente o simpático e humanitárío médico. traníiros A parclc ds 10 horas. MONTE CASTELO «Covil do diabo. Denis, Morgan. A partir 1.30 horas. PANEMA «La«os et«l-_ aos". Deanna Durbln. "Garo.. tinha sensação". Beverly Sim. mons. A pawir a ho_ ras Ṡ. LUZ «Mascarada tropical". Dlck ílavmes o Cesar Romero. Horário o. 10 ho. CARAT "Coyjl do dia., bo". Dennis Morgan. A partir P1RAJA «O Ovo íbi" Clautt» Colbert. A« e 10 horas- VTORA «Mascarada tropical" Dlck Haymes Oe_ «ar Ròmero. Horário: 2 4 ( S e 10 horas. ROX? _ "Mascarada tro. picai". Dlck Haymes e Cesar Romero. Horário: horas R AN "De HusJo tara., bem se vive". John Pavn<i «Maureen 0Hara. _ Horário: 2 4 S 8 a 10 ho. ras. - O COPACABANA -, v----,,-,., ^om cavalos". c m Butch Jenklns. -~ e 10 ho_, as. METRO TJÜCA "Meu rrhso fala com cavalos. ás e 10 horas. CAROCA «Mascarada tropjcal". Dlck Haymes <n Cesar Romero. Horário: el0 horas. AMERCA «De; «usão tam_ lesa s«...j-i Jônii Payne ria Moran. Alberto GaUn s Glo ri* Lynch. "A. mulher todos", a super., produção rodada nos aütuulòs da FllmtS no México, será apresenta, da a Partir amanhã nos clrtomas Kâo Luiz a Carioca, uor intermédio d DTFLMES. A VOLTA DE "O GRANDE. MOTM» for olsfio do próprio publico. iue em votação feita nos 3 ornes Metro o BScolheu «orno o filme du Clark flable. aue vrtia ser rea.. «prosentado. "O Gran Motim" estará em cartaz iá na próximo Maureen 0Hara. Hora. rio: _ 8 e 10 ho_ ra». PLAZA «Aind. vive o nosso amor", com David N. ven e Loretta Younc. As 4 6 8e 10 horas. PARSENSE "Ainda vive o nosso amor", com David N ven e Loretta Youne. as _ 8 e 10 horas. AST0RA "Ainda vive e> nosso omoi-*. com David Nlven e Loreata foune ás Xrí»;r 6 8 e 10 horas. OLNDA "Ainda viv<x o nosso amor". com David Ni ven e Loretta Youne as 2 t 6 8 e 10 horas. STAR «Ainda vive o nos so amor", com David Nlven e Loreta uon 7 e Loretta Voune. ás e 10 horas. TEATROS MUNCPAL «Já é ma. ohn no mar". ág 15 e 31 ho. as. PHENS «Um ralo sol", ás 15 e 21 horas.. SERRADOR "Divorcio". 4s e 22 horas. TEATRO NTMO DE CO_ PA0ABANA «Uma mulher Ao outro mundo", ás e 22 horas. RVAL "Cala a boca. Etel vlna". ás e 22 ho_ ras. GLORA «O filho do sa patelro". ás e 22 hol ras ṘECREO "Não chacoa Chü". ás e 22 horas. JOÃO CAETANO _ «Loueurás da media aoche". ás e 22 horas. Dolorcs \ Rio, a notável fn-, U"Ptete "As Abandonadas". "AS ABANDONADAS" Kaenifica na sedução, nrodklo. sa no amor. heróica no sacrifício sublime na renuncia, vive. e fnz viver o espectador todas. as varl. antes da alma feminina, qutí se ergue do "bas.fond" do pecado até us mais altos cumes da virtu, amando. e sofrendo ntt-nsa. mente1 e que é capaz. POr amor seu filho, checar ao mais no. Dre dos. sacrifícios. "As Abandonadas" ê bem a me lhor película Dolores i Rio o teste mais difícil toda a sua carrelia e o exlto mais retumban te que ela alcançou como atriz e como mulher. Esta suner-productto mexicana filmada nos estudlus da Filmas filmada nos tgtudlos Filmes Mundiales. será apresentada ama nas. no cinema Vitoria, pela Dl FLMES.» marca das multl. daes. JUNE ALLVSON CANTA K DANÇA "QUANDO AS NUVENS PASSEM" DE JEROME KERN A cançiío trepldante oue dá tl_ tulo ao suntuoso espetáculo mu. slcal-tecnicolor que a Metro. Goldwyn Mayer vai estrear á meia noite 31 zembro, nos 3 clnes Metro. "Quando as nuvens passem",. Jerome Kern fr-uia vida e musica inspiraram o fll mel. é interpretada por Juné A vson. ao lado Ray MacDo. na]d. June A.Uyson. Lucille Bremer Judy Garland. Kathryn Gravsonl-ena Horne. Van Heflin. Van Johnson. Aneela Lansbury. Tonv Martin. Víreinia O Brleii. Dinah ShOre. Frank Sinatra e Robert tirih.-n,- f.irimin o elsnco do fil A SOCEDADE A Lua Que Circula Por Aqui Jacinto Thorme* Sem ver alguém que escreveria assim: "Meus amigos, hoje estou no rói dos homens pelo menos, aparentemente, sérios. Minha senhora e eu achamos do bôa vonta que triz Navarro. MENNAS: iaura, filha do sr. Jaime Ublrajara Cavalcante e da sra. Joaquina Vieira Cavalcante. Farão anos amanhã: SENHORES: sembargador Artur Colares Moreira general Firmo Freire Elol Barreto Humberto Mota e Antônio Gentil. MENNO: Luiz Raimundo, filho do sr. Jar Xavier Martins e da sra. Zelia Machauo Xavier Martin». SENHORAS: - Nair Pereira Pacheco üeboráh Rocha halazar Juüeta Creston Aaa Glacnetti e Aríete oe Oliveira Silva. SENHORNHAS: soiangc Pereira Vasconcelos e Nadla De Moulliae. MENNAS: Eüzabcth, fllha do sr.. Sebastião Agosti nlio e da sra. Benedita Agottinho. e Nanei Verônica, filho do nosso confra cie lmprensa, Carlos Cesar Siqueira Dias. RECEPÇÕES SR. PORFRO HERRERA BAEZ Por ocasião apresentação suas crenciais como embaixador da Republica me aue é "um ceu todo "es. trclas". UM FLME QUE DEXARA* SAUDADES: "O CORAÇiO MANDA" O Palácio vai exibir, a partir amanhã "O corat-ao manda". o filme encantamento. Um caixelro viajante, casado cheio preocupações e aborreci mentos. encontra uma enranta. flora pequena, aue o leva ao paraíso, por uma noitr apenas. E você também n!o ve ner r a oportunida nassai duas horas no paraíso vendo "O coração manda". Ha tanto realismo nesta peli. cuia. que você terá pena quando cheear ao seu final, doís não h:> palavras que nossam screver o encantamento erfstente em «O corarão manda" No elenco: Gino Cervi e Adriana B»nert;.. plemcnto nacional, o filme "Jes se James". O ingresso será feito com a apresentação da carteira rociai. HOMENAGENS SR. ROMUALDO- PERROTA Tendo comemorado, ontem, o 25 aniversário ativida na imprensa carioca, o nosso companheiro Perrota, foi alvo inúmeras felicitações pelo» «eus colegas e amigos. N MEMORAM Hoje, ás 17 horas por lnlciativa do coronel Homero Malsonette, será realizada uma ho menagem á memoria Noel Rosa, que foi seu aluno portuguê*. francês e latim. A solenida terá lugar 1un> to á herma do saudoso compositor, á praça Barão Drumond em Vila sabel. MSSAS Seráo.celebradas amanha: As 8 30 horas, na igreja Nossa Senhora da Salete. do Raul da Costa Cabral (Trlnda). Do dr. Mario Pinheiro da Silva Caldas, no altar mor e nos do Santíssimo Sacratrento e No-sa Senhora da Cabeca da Catedral Metropolitana. No altar mor da Catedral Metropolitana, ás 10 horas d0 sr. Júlio Cardoso Fernan». Da «ra. Elisa Lopes da Silveira (LiH), ás 10 horas, no altar mor da matriz da Canlaria. - Na igreja Nossa Senhora Lóurdcs ás 10 horas, Darci Ribeiro da silva. DR W. SALEM OUVDOS Av. R. Branco 2-"} NArtlZ 3. And, S SO GARGANTA Tei.:

16 i wmããmlmm Wu-í&àí DÕiM^.tíu, ÔU ae Novembro da l/ci fyw4i<,iti#í**ir.**r«i«?j.*«4(««««#< AVwk^í,-! /«y^esiim)»*^ if#m4t.i - >w *. í ^SC"~"**""" ""V** X""^ *$ x 1 - R se/tfo /no tf \ mo é lgada a cintura, enfeita-se por vezes com tiras, alças e fivelas, como é o casq dos dois lindos rnòçlé. los aqui senhados...ambos foram "toilettes ializados para habiljés", o vesti, do recepção e cock.tail, ou o vestido noite», curto, parando há uns trê3 ou er- f H 1: m Sr-;-, Usam-se novamente no Rio os sapatos salto ai., to: e csguio. As saias cem. pridas estão a erigir pés cujas linhas sejam leves e alongadas, caindo assim r.o passado os sapatos sem saltos, as solas duplas e tríplices, "andar as plataformas, o asiático" como "Vogue",é finido no aquo. a moda. O tornozelo que seja. 53 seja fino, muito fino, ccii t/ quatro centimelros a ama s mesmos. Assinado por Pemgia é ò molo veludo preto e fitas cetim unia ele, gancia digna da gata Bcrralheira. Em antilopo preta é a sandália drampeada Elie, tsndò arremates mi. nusculos viezes pel;ca dourada. Usa-se no Fiio o sapato esporte salto couro, alio, bastante fechado e construído para dar como. dida ao andar. M. T. MÃOS DE FADA Faca você mesma para as dl- cujo molo você fará previa- ancas sa rem do chuveiro sem mente num mol papel A molhar os ladrünos do banhei- sola será dupla com uma camavo nem sujar t» pés, ehlnellnbos da do eutretclà ou talagarça for- toalha do fclpa, com um té. A gaspea ó branca por fora, molo gaspea bem subida,. Condiu* na on^no) fc Nada ó nials parisiense do que a "petite robe". "petite robe" é o vestido que se usa do manhã,- mas que também é próprio para o chá das cinco *,,.mesmo, para Janlar. E o vestido qúe a mulher escolhe com mais cuidado, pjpis é aquele que melhor revela sua personalida. Pomos, num,.bate, encaraar um personagem ocaeiã : infanlni vomp ou "NerveiUeuse"; mas quando se trata da "toilette" para a qual nos voltamos BEríipre, aquela que usaremos com a fisionomia cansada ou quando, alegres e. risonhas, parecendo ter asas. caia nc.3 ve exprimir somente & nós. Na criação vestidos ao mesmo tempo simples requintados e pessoais, o cosliuelro psrisieusé não tem rival. Mesmo este ano, cm que a moda so transformou tanto, os criadores, embora respeitando as Unhas novas que procuram impor- reservaram um lugar, em suas coleções, para a "petite robe". Muitas ssas "pelites robes" MiL lllju / C4VK (Copynghi do "Scrvhjo Francês ie nformação"), especial para o DARW CAROCA tem uma bluoo bem ajustada gola alta, que mola 0 busto afinaudo-ó, fecham-te na frente por melo botões dispostos ã igual distancia ou em grupoa o senham, a linha estreita />v:fv.«í ^^am mm W^Êm mm mm m É#.":á>: :^HH RP:!#" -^^í^^^^psh i^»^^s 1*^; P^H^B9f ^ -" * - - :^--v- s SMgmÈmWÈ Wmmf wêjt imbihm^^ ^ ~ ^^^^^^ÊÊÊSBBSSBm HraHBwi1 ij - --V--. ; v. -,wí.i-t-^êssrs. *flhhp!fi3,lll Bfs %8SÈm 0 imponsnte cortejo real para awtur» anual do Parlamento Britânico. 0 Rei e a Rainha, che ssgmdos num pela Prmce sa herdsira, "co«a qual tomou p ela primeira vez parte na r Ta cerimonia at. --!-. teudo g- foto ERTSH!Ev73 S3P.V CE. CONJUNTO Box com co/cfião c/e mo/as iun/or 190x80 - CrS 1.400,00 190x120 - Cr$ 2.100,00 PRAT X Móveis mornos e estilo, móveis estefados, sofás cama, cortinas, d-corações, etc. " JHim.1- M Jm. AVENDA COPACABANA, 335 TEL !>*7^ FORNECEMOS ORÇAWENTQS PAfíA HOTÉS A3ERÍO AfÊ AS 22 HORAS c eaida dos embros. A cintura apertada, po ler ou. não cinto, mas é sempre colanto. Quanto á paia, é larga, fcetíilmente: em "guts", franzida ou. incrustada panos plissa- ^ dcs quo vãouiorrer em ulme, numa pala ll«a que se pren á cintura. A. "petite robe" pods também per estreita, com "drapór." nas cairaa. Ou, guarnecida *le abas que afinam o Corpo realçando os quadris. Ou, ainda, Blniulaudo o corte pnnceá» que fica tâo bem 4145 rau- Uieres perna^ longas o cmtura eurtai Db qualquer modo, 3 "petitei robe" tem sempre mangas cdmpridas. E acapo a uns 3tf ou 35 centriinetros do; chão. À manga sem enchimento a rag.an. tipo quimono; em gerai, enfeitada nervuras qye vaõ do ombro até o punho. Muita vezes, o que caraetcriza a "pctjte robe" $ ó ta-. lhe, que se opõe, por sua qiialldacíe e Cor. ao tecido da MtoiT lette": "Jcrscy" ^beige" eníeilado vcludo. cinzento; ia preta incrustada "plisses" cetim ver-eacuro.. A renda rersurghi e aa mullicres gpslarão usá-la com um vestido liso teludo, numo golinba simples é rio* punlios nota bem feminina neei se conjunto um pouco neutro. Outro» proferirão,ce "plisses", o os, franzidos enviezado», quo disfarçam, graciosamente, uma magreza excessiva. O» bordados e a» apltcacjoea aparecem muito, sendo executados cm tons sobre posto» cm a ajuda gsioes, missarigas e veludo. Finalmente, ps cintos com tachinhas-cjo-mctal, novo em moda, dâo uma nota marcante e uujca à "petite tobo". Se a moda mudou, há um elemento toilettes" que permanece nas 1Ô48:, o bolero. ógico quo a "petjté robe" se erve le, pois c prático e encantador. Apresentamos, hoje, um molo com bolero: que sintetiza, eem exageros, ae tendências da meda ateai, ádaptando-se a várias finalidas. O vestido perá não ter mangas.ou, terá mangas curtas, ee- for para «er usado sem. bolero; :jerá. ent^o, mais "toilette". Sei vocís Quiserem o bolero, peião finlnha ou em cetim ou numaa-. executá-lo numa lã sas sedas pesadas que a moda já vem valorizando há algum. tempo. Se, pelo contrario, preferirem que a "petite robe "petite continue robe"^ façam o vestido mangas compridas e o bolero sem mangas, ou o bnirj-d também úe mangas o í qus ó só uma vanícg:ni no tuverno. O vestido tím^uniíteorpffalü.iigèdo e justou arvematádo "por néyvuraa traiisversais, numa sala pregueãcla,.na altura do; busto, enconlramce^ eiivieicid^s as.mesmas -nervuras que temünam como na saia por uma terle do boíõee a quo ss prsn o bolero. Este u-timo, bem curto, sobe maia na frente, hice- W-f-i. trando o çorpp. O conjunto Juyunil, elegante e focii- usar, po ser feito em "jerasy", ae preferencia preto ou num s- «es tons ditados pela moda: escama, folha-morta, cor--fumo. O" veludo nâo foi esquecido. Tanto po servir para o veslido, quanto para os enfeites. As nervuras, neste caso, 6eriam substituídas por aplicações, o que- náo ixa - ser morno. Nesse molo o manequim ê 44. Os números dos esquemas indicam as dimensões em centimetros. Para òxçcutá-lo, utiílzem um mol papel ou tecido especial,íias dimensões* reais que lhes damos. Experimentem o mol e corrijam o que tiverem corrigi-\ Cortem a fazenda açordo, alinhavem e experimentem novo. Depois, cosam. Pai-a aumentá-lo on diminui lof, acrescentem ou tirem um centímetro cada lado. O mol da "petite robe" tem zessete peças., O MÒLPE O moldo um zessete peça*: o lado direito c o lado esq ierco das costas, a frente da bwo* (T,,, V e V), a meta da gola, a manga direita,..a frente da saia o as três tiras corre penntes que formam os quadris, a parto do trás da «ala. c as troa tiras corresponnte». Cortem pelo uosb0 esquema, ixando sempre uni pouco para as costuras c bainhas que não ectâo iucluidap uas medidas indicadas. Depois, preguem d nlttiíê"rci3i ottscrvando bem o sentido, fio direito ou envieza-.do, terminado para cada po- ÇS.... _ :....-; , O CORPO.-^Juijtem as d.-is melados-das "éclan-". cotias num fecno fazendo as "pen«e,i". necea árias. Marquem a "pepce" d buv to (peça i) e juntem a«cü^^* raa B o C das costas a B «ü da ivciite. i.essa frente c en" yiezaía, cemo o indico o mol,), DcpoJsi juniem, sucessivamente em B c li, e ; J í J, as peças 3, 3 e 4 da frente tiras largura igual termin-mdo cada um nb ombro p&r um botá0 e por uma casa ingle»». A peça 4 Juntem a peça 5. acobando assim a frente do corpo; unem as costuras do ombro. Preguem, ecn seguida, a g->la cnvlezad*. Cosam as mangas, ajustanuo a fazenda nos ombros. Pom fechar o punho cem um pequeno "éclair" qu^e tó. visívellooncln* ne S«Tag.\ B!sss e Lisvas Os mais.nteressantes molos R. 7 DE SETEMBRO, 121 Junto á Gonçalves l) ns

17 ,._ í-í«nvrs ; -;-- ; r ~-r,-y-,-r..^. BOA MESA : ENTRE MENNA E MOÇA Mãos Fada Bui.O DE NATAL meia xícara uu abacaxi cristalitado; uma xícara passas; Os vinte e quatrp primeiros dias uo mea zembro correm com tanta rapiz quo nos mela colher (chá) sal. uma colher (chá) pó royal; parece vinte quatro horas aponas. Por isso toda Misturar $ bater Junto o açucar com a boa dona do casa ficará contente do ter com gordura; acrescentar o ovo inteiro o bater até ficar liso. ncorporar as antecedência a receita um bo- o Natal. Porá assim lncluir os ingredientes gemas, uma cada vez,..continuando a hater. Adicionar á mistura a cas- na lista suas compras para as festas. As ca c o caldo laranja. Por nossas receitas sã» calculadas outro lado misturar, as frutas somente para quatro pessoas, com meia xícara farinha. Puneirar junto: 3 farinha sendo assim mais fácil fazer uma prova, dobrando ou triplicando em seguida a dose Se for que sobrar, o pó royal e o sal, acrescuntando cm seguida estes in necessário. gredientes á primeira mistura; Duas xícaras e meia farinha d* trigo; um ovo inteiro; já preparadas como explicado por fim, j incorporar as frutas, três gemas; 2/3 xícara acima. Colocar a massa numa açúcar; uma xícara gordura; uma eolher (sopa) eas cm. diâmetro; colocar forma funda mais ou menos ca laranja ralada; duas colherea (sopa), suco laranzinhar durante uma hora o meia cm forno brando, ixando coju; meia xícara limão picado; ou duas horas (verificar çom o N.io ixe para aiii.hlliã o que pudores fazer uuje- C «^e um provérbio, que tuiio miiricid es. tá cansado ouvu, íuat cuja utilida v"vo aindu aio Poub-s u.plicij.r ao «eu caso. Vou lhe dar vários exeuipids nue vão lhe interessar multo peito, pois a? trato, (jiu férias vlhdju. ias. j» pensou u->s proxem-a dias da oalorv B exatamente. u tempo propln.o p.tra Vu-3 passar ú iria vista c!*o1}.íóm no seu euarda-roupa e ver se tem aljruma coisa p-n-t sair uo primeiro dia sol, no primei. rii garfo que ve sair seco, ou com uma levo pressão do do que não ve ixar traço). Depois tirar do forno, ixar esfriar durante uns cinco minutos antes remover da forma; pois disto, acabar esfriar numa grelha pé cm arame. ro plciuauiyue a. oue. fíir convldida. Tem você para fsu ocasião y>eo menos uma pusi, nha 110 fl Y 12 porque tlfio upin_ vsltar estes longos tfljnpòb chuva para Cazer curti linha cor inédita um swealar novo tjue subtituiri o dé- lã para pôr a tardp no clube? ü,,. uanto ao enapéu lemlira.tse qi e, em fins zriinbro, você leia muitas 00a. iões usa-lo j-oi» se sucerá:» as cerimonias fortrm.ti.ra, o para as missas não fica bem você comparecer cie cabelos ao vento. Ke você, co. mu 6 osrtn, terá c,"te provirt. isieiur paia todos eusa» coís-ih, an. tts mandar fazw os vesti" dos novos verão, porque riuo oonieóbp qsfo? O swe<itar, por exemplo, exige, contun, toda» Sua-S outras ocupações pelo nos dois meses. A Wusinh.i uma semana, por que. ve? ainda vai procurar ó f ei tio e fazer o mol, quanto ao c.iapéu. come /Conclusão da 4» PniA da côr da sola por ntro: vermolho, azul, amarelo, vevirando uma eirada larga ste forro sobre o peito do pé. Um uioiiograma ou nicial será bordada uo meio sta com um cónton perlé branco. Cada criança terá seu par chihelo forrado da côr sua preferencia e com sua própria inicial. Be forem várias crianças serão um enfeite para o banheiro, ao mesmo tempo que um elemento orm. E o melhor é que, lavá-los em dia sol quente, é tão fácil quuíido fazê-los. MELSANDA você não vai fazer mais d«: dois, pedir* unia c*rta reflexãü pas. Sando em revista tudo quanto você têm, pura oue ete* c"mbi. nem pelo menoe com quatro toiletes.. (rr.ava-ssk & W By/íKq wl y/tfêms JK Ml B Mjt,/ A^HoLdlj hps^^p^h c^h -^^S^ESSSSaiwxnSTS^SwlSB^H c^kitt ^H fl i< 1 J 1 ^M V ^A M \ ^^. ^m^^h ^^b Bi, t " 5 ^^^h^3^^^^p^ k^í fvaí " --,- *, ; : " k*;*---» -.sí^c^^^j1 È1 f,.. ^»->, - ; -. s -,V^i *^>íí V-f * Zfc-^i jím->\- - i- * iünh* v Jwíivs^-(.t-! \/;èí^%lw»/fifi BríSvJB S^^^^iWíí^siíSB BkSH BÜ^ét:. - >\fi--w8s^ l^^:^bk^^^^néí9?^«^^^b^b^^hiiíã^í^^^btlbb1 j>~*w ^M j^b ^BT^ JB»»^^ ^BSf\" gjf Pertence ao passado este gracioso retraio amaa lniantü d<y Princeiq Elizabeth, hoje Pririceça Bdinqbowq, a qual causou sapojiíaiíienfo aos povos da conjynidad» òrifanicqr que estavam anciosos por iiospedar o casa/ em viagsjii nupeias,. mas aumentou certo sua já imensa popularida renunciando a este projeto em visia das dificuldas financeiras seu povo, não afãsíando-se da íina, contentando-se em gozar sua doce paisagem iamiliar. FOTO BRTSH NEWS SEBVCE; "PETTES ROBES" ("Coaclutio du l- Pus.} A SAA -i-r..unam a partu trás oa frente da saia. ;,agam a bainha, com um caduruo e,\- tra-forte. Formem as p/eüm, acordo com ns traços i> u- nhiis poutilhadas do Cdüuuiua, tioopls, coijir, s» Uris da treule- entre si: T c T, d i< d< du trás: P e- P, M e -M. Unam os cj.ols pedaços i-esiiltantes. -com uma eoslúra do lado dire.íd osa. quadrla e cem botôôs e caias UiglOBá»: - Apiiqucru esws tlhife 90- bru a parte interior du corpo, seguindo, a curva do nvd à. junlaúdo K e R,r-na fvi-utu, e l.i o h, alrá^. Agora, «o 1alla prega.p a, ultima tira na parte eiih.fi du aaia. hsplraiido-ée na cur\a daa nolyuras do corpoi pom taz4 urn bolero mangas aíiul.njdo noa bülões do pruprio vbstido. Neste caso, etite uü-iuo será preferencia iiiai^íai euruiu, para oue duas mangiw aqbrejíóslas não o.arguem ciu-- maiii b aílh ria, Rua ALBNO LU BO tumílllhks Miguel Couto, -5? A & ünejar P»l*a lelelouea 43.V4^ e Vi 7b5ü 008 a 5U4 Sugestões Para Natal CASA EMONGT OFERECEM Lustres cristal legítimos Lustres maira-fei ro batido Lustres bronze Alasbatt: o Lâmpadas cabeceira Lâmpadas pára escritório Lampadarios t. Cô un» ttelógios Elétricos Sandwich Toaster Torradores Páo VENTLA D ORES Ferro engomar automático.aparelho massagens Secadores cabelo Aquecedores água Lanternas com pilhas Lâmpadas para arvore Nctai squeiros Formas elétricas para bolos Bateiras elétricas Espremeiras para frutas Banjas para. gê!o Acendores cigarros Maletas térmicas colegiais TARTARUGA ELÉTRCA PAltA BANHOS EMONGT ^ua 7 Setembro, 75 e Rua da Carioca, 53 ATENÇÃO: Durante Dezembro damos 10% sconto sobre os preços marcados»

18 Rn $ : /!&* Grmns Figuras du Mossa Históri AFONS Américo Palha Afonso Augusto Moreira Pena pertence ao grupo politicos da monarquia que não rei cusavam seus serviços á Repubüca, pois consumada ai queda do trono pelos revolucionariós 89. Era ele partidario do principio que o homem publico não pertence a reglmes e sim á Nação. Trazia Afonso Pena para a Republicai a tradição um caráter iliba- do, fendido pela beleza dasj grans virtus cívicas da 7tcira mineira< on nascera. Veio ao mundo Afonso Pena aos 30 dé novembro 1847, na cida dè Santa Barbara Mato Dentro. Estudou preparatorios do Colégio Caraça. Concluídos os exames sce curso, em 1865, matriculc-u-ee. no ano seguinte, na Faculda Direito São Paulo. Nesse glorioso estabelecimento ensino superior foi contemporarico Castro Alves. Nabuco, Rui Barbosa, Rodrigues Alves, Martim Cabral e tantos outros que, mais tar, seriam vultos ilustres da historia brasileira e que consituiram a geração mais brilhante que já passou pelos bancos daque-a Acamia. O sr. Spencer Vampré staca a inteligencia lúcida e equilibrada exercer as funções ministro ca e, transitoriamente, para Afonso Pena nos seus tempos estudante. Naquela épo- 1882, Martinho Campos, ao do Estado. Em 21 janeiro ca, o futuro estadista, como organizar o seu Ministério _ confia a Afonso Pena a Pasta ua quase todos os rapazes, cultivava as musas. Poucos, talvez, Guerra. Faziam parte sse gabinete Rodolfo Dantas. Franco conheçam os versos do ilustre mineiro, a não ser seus Íntimos Sá, Paula SQuza e Alves e seus filhos. Araújo. Substituído esse Minis- Diz um dos «eus biógrafos: "Não se contentou o jovem mineiro com os louros conquistas e consagrados pelo grau que recebeu em novembro 1870 bacharel em ciências jurídicas e sociais; e, vencendo o exclusivismo que dominava então a Acamia, dificultando o acesso ao magistério superior ali aos que não fossem pau listas nascimento, requereu logo fesa tese, para disputar o grau doutor, prova então por mais solene a que raros se arriscavam. Tão brilhante porem, fora o seu curso acadêmico, tão bem sistematizado e constante fora o estudo que puserá- á disposição da sua lúcida inteligência, tão bem assimila-, va as doutrinas estudadas e com tal critério as realizava, que na fesa tese, em principios 1871, revelou-se s logo o homem notável talento, esclarecido por sólida erudição, que a sua carreira publica tem consagrado, levando-o sucesso em sucesso, pela eérie úteis e proficuos^.servlços, dos mais variados, que tem sido chamado a prestar ao pais". Depois exercer a. advogada na sua Província, Afonso Pena é eleito putado provinciai pelo Partido Liberal nos biênios e Mostrou-se o jovem político um parlamentar astrado, encarando com vigor e visão esclarecida vários problemas ligados aos interesses da sua terra. Em é eleito putado geral, eó ixando a sua caira em 1889, com a Proclamação da Republi- m DR, EMYGDO F. SMÕES MEDCO Do Hospital do Servidor da Prefeit ura CLNCA GERAL VAS URNARAS CRÜRta-1 Coqs.: R. Gen. Caldwell 310 Tei ? Res.: R. Gen. Chldwell, ap. 2 Tei DR. ALDO CUNHA Otrurgi» ntaria para nervosos e cardíacos. Raios X. Prótese n. tnria morna: chapas para corre. oso da fisionomia e boa mastiçacão, pontes fixas e apnrelhos Soaoh Auxiliares: dr. Felipe Abonahman e dra. Maria Rosaria Oosentino. Rua dos And>adas. 15. l.o 2.» e S.» andares. Prox. aó larsrf» i SSo Francisco tap-â LNHAS \ WJ j tério P r outro organizado pelo conselheiro Lafaiete Pereira, a 24 maio do 1883, coube-ihe dirigir a pasta da Agricultura, Comercio e ndustria e, iritenna e cumulativamente, a da Guerra. São seus companheiros Antunes Maciel, Souza Paraíso, Soares Brandão, Almeida Ollveira e Rodrigues Júnior. Conservou-se no por o Ministerio Lafaiete até 6 julho No ano seguinte, é chamado a ocupar a pasta do nterior e Justiça no gabinete Saraiva. Foi esse Ministério que conceu a liberda aos escravos maiores -60 anos. "Grans serviços prestou Afonso Pena ao país, nesses partamentos da alta administração do mpério, on evinciou sempre as belas qualidas morais e intelectuais que era dotado". (1) Ao ser proclamada a Republica, Afonso Pena esquiva-se da vida política, convencido que a mudança do regime "fora a conseqüência fatal do. natural sdobramento da vida naclonal" e "a que Feração proporciònaria á sua terra natal rápido e extraordinário senvolvimento". Os elementos políticos Mlnas, entretanto, entenram que os serviços Afonso Pena eram imprescindíveis. Apelaram para ele, no momento ser organlzada a Constituinte mineira. K foi assim que o gran brasilelro ariu á Republica. Asão sem mácula que o colocaria, pois, na galeria dos grans estadistas republicanos. ; Eleito para a Constituinte, Afonso* Pena presidiu a comisfão encarregada elaborar a Constituição mineira.- "Tão eficaz foi na colaboração diz o er. Mario Lima que os Constituintes mineiros aprovaram um voto louvor e reconhecimento ao preclaro compatricio pela parte brilhante quo tivera na organização, da corta política mineira". Na sessão em que foi promulgada a Constituição, a 14 junho 1891, Afonso Pena vai á tribuna e pronuncia um notavel discurso sobre o memoravel momento histórico e n qual há conceitos como este: "Organizado o Governo nos mols da mocracia, o nosso primeiro ver é. pugnar pela pureza das eleições, pela verda da intervenção popular -na formação do governo do Estado E pelas urnas livres que o AÉREAS ^ttssé^ comunica a seus fregueses, acionistas é ENAi Rio Janeiro, Domingo, 30 Novembro 1947 DÁRO CAROCA povo externará suai -aspirações, suas queixas, seu» agravos, fazendo prevalecer as opiniões e as idéias triuníantes. A liberda das-urnas-é uma necessida fundamental dos governos mocráticos, representando o papel dá válvula segurança para impedir as explosões revolucionárias". A 14 jülhp 1892, Afonso Pena assume o governo Minas Gerais, para o qual fóra eleito em conseqüência da renuncia do presinte Cesarlo Alvim. Sua- administração toi tie prosperida para o Estado. Mudou a capital Ouro Preto para BClo Horizonte; auxiliou as empresas vlação; criou a Faculda Direito Beló Horizonte; animou as industrias; difundiu a instrução publica, primaria e proíisslonal; iniciou os trabalhos do introdução e localização imigrantes, etc. Diz um blí>" "Se grafo: não exerceu, nessa bela fase da sua laboriosa e útil existência, um por discrlclonario, é bem certo que o exerceu, amplo e fecundo, concentrando em si a autorida legal, conquistada pelo eeu extraordinario prestigio, que poucos entre nós tem logrado exerecr cem proveito para o pai? e lustre para si". Recebeu do marechal Floriano Peixoto a patente general honorário do Exército, "por lnexcedivei» serviços á Republica", segundo Os termos do creto, por ter lançado um manifesto ao povo mineiro, concltando-oa fenr a orm e o regime, quando ariu á revolta, dé 6 setembro o almirante Saldanha da Gama. No governo Prunte Morais exerceu a presidência do Banco do Brasil. Ao ixar o cargo, voltou a ocupar a direção da Faculda Direito Belo Horizonte e a sua cátedra do professor. Foi meml>ro do Conselho Deliberativo Belo Horizonte, senador estadual em 1899 e em 1903, vicepresinte da Republica, no goveino do conselheiro Rodrigues Alves. Em Afonso Pena é elelto presinte da Republica; sendo seu companheiro chapa, para a vice-presinpla, O jovem estadista Nilo Peçanhá. A frente da direção dos stinos da Republica, Afonso Pena honrou as suas tradições homem Estado, probo, leal e larga visão administrar. Relata o sr. Assis Cintra: "Sua altivez, «eu caráter, sua honestida, seu espirito justiça, eram predicados que não agradavam a certos políticos profissão. David Camplsta, mlnlstro da Fazenda, era um guardião severo e incorruptível do Tesouro. Nossas finanças iam maravilhosamente. A Caixa Conversão regorgitava ouro. O Comercio, a ndustr», fontes da riqueza nacional prosperavam admiravelmente., Afonso Pena tinha organizado um piano econômico, tão nteligente e fecundo que, «e fosse executado pelos governos que lhe euceram, o Brasil não estaria como está. Fez viagens pelo pais para conhecer as suas necersidas. Organizou uma be- a exposição nacional em que os nossos produtos foram expostos. Desenvolveu a viação férrea, base toda a prosperldadu e todo o progresso". Afonso Pena n&o pô chegai ao fim do seu governo. Atacado uma influenza forma respiratória e. moralmente íerido pela perfídia dos politicps no caso da sua sucessão g vernamental. faleceu a-14 junho 1909, pronunciando estas "Deus. palavras: Pátria, Familia. Liberda". Completou o seu quatriênio o viçe-preslnte Nilo Peçanha. Afonso Pena merece dos brasileiros uma gran veneração pelo que fez pela pátria e pelo que sofreu do<s. políticos, ambiciosos do seu tempo.. ÍAULSTAS S. A. amigos que, a partir 1. Dezembro próximo, terá a sua Agência dé venda passagens e recepção carga instalada em imóvel sua proprieda, sito á:; RUA MÉXCO, 11 C FONE: A CONTABLDADE E A AÇÃO ADMNSTRATVA" ROGÉRO PFALTZGRAFF Professor. Contabilida e Economia Política. Da Socieda Homens Letras do Brasil. Da Associação Brasileira dos Escritores. vi ação administrativa é o completo da ativida numaná que dá origem ao movimento da riqueza; rlqueza é no dizer Fábio üesta «matéria administrativa", que encontra sinonimia em patrimônio, ora, se a ação administrativa po mqvimt-ntar o patrimônio, nós, parece lógico dizermos que tocos aqueles atributos que partem da administração, tem o poüer. ae aiwraixm a matsa ae riqueza. Tal não e verda, entretanto. numeros atributos existem que partem da administração e que, embora consirados como ação administrativa uao vem e nao poaem ter a lorça dt- imprimir aos elementos componentes do patrimonio, qualquer alteração. Surge então uma asserçao: nem sempre a ação aammistrativfl. é ação administr ativa. Seria admitirmos um paradoxo se concordassemosem tal. Come então se reconheceria o problema? e o soiucinar-sô-ia? Esi-abelecentío uma divisão no por da ação administrativa, qual seja a subordinar as palavras "atos" e#"fatos" daqueies ijue aaministram, isto é, que gerem os negócios. Mas então teríamos, n-ecessida conceituarmos ato administrativo e iato admimsi,rativo. Deixemos que a lógica do. pensamento cienlinco se senvolva. Eis sue em virtu di, própria naturíza criada no presente momento para os que não afetam e os que em verda aletam, teremos que convir em que uma das limitaçõet, pert-ncentes aos que afetam o patrimônio e a outra, linão trauüzera o-acuaçuo quaimitação evinciando os que quer patrimonial. Então ao fato diremos uma siuuação que existe em verda e a. ato aquela ação que a pos- ENTREVSTA SNGULAR Assim Lhe Disse a smlitàrá. Há pois a seguinte concepção lógica: enquanto não há a coisa verificada, constatada, não e ainda fato: é ato. Chegamos ao instante preciso, erdairo, estabelecer o contato da Administração com á Contabilida-. Se a Contabilida é o registro das mutações patrimoniais, tudas e quaisquer alterações do patromonio, eis que somente tomará ela conhecimento dos fatos" administrativos, pois não é verda que somente esses é que tem o por dinamizarem o patrimóriio? A Contabilida, portanto, em coisa alguma interessa o ato administrativo; é ele nulo perante á sua faculda, como ciência. conhecer. Mas a ação administrativa qué se fundamentanos fatos administrativos é bem fecunda e gran elasticida viver. Algumas ve~ zes os fatos administrativos, embora mudando os valores do patrimônio, não lhe trarão qualquer alteração força reditual. E outras ainda. alterando embora o pattlmonio, conjunto bens, direito e obrigações, em sua estrutura, tem força suficiente para lhe imprimir modiíicações que se refletem em constantes variações- redituais. Como conhecê-los? se ainda são capazes se apresentarem com as feições uma terceira classe, reu nindo os caracteres das duas anteriores? A aqueles que apenas trocam os valores patrimoniais, sem que contudo uma sequer alteração redltual exista, chamaremos permutativos: em verda apenas uma permutn se constatou. A aqueles, entretanto, que imprimem variações redituais, pelo motivo outras feições assumirem os fatores que possibilitarem os investimentos e a produção, ou seja o capital inicial, a esses conheceremos pela sinencla mòdiflcativos ou ainda redituais. Estudando ao mesmo tempo os dois fatos, reunindo-cs na meema amálgama, eis. que então surgem os fatos perm u tativos-modificativos ou signados pel ciência co mo. muitos, pela sua própria função absorção simultanea. Quaisquer.duvidas sobre Contabilida, Economia Política, e Direito do Trabalho, vem ser enreçados ao DÁRO CAROCA, seção Cônsultórla Juridico-Contabil, prol. Rogério Pfaltzgraff te Natureza Enéas Vntz O cenário é muito conhecido;) ironia que beira da estrada, alguns mlnu- stilavam: tos acima da Casca tinha. Arvores grans fazem sombra liciosa sobre terras limpas. Há mistério formas e murmurios confabulando tristezas com os melancólicos, alegrias com os prasenteiros. misticismo com os religiosos e utopia com os sonhadores. À linguagem do mutismo e do sussurro sabe expressar-se em todos os idiomas da alma. Ao longe ehgrenavam-se montanhas em busca do horizonte. Eu estava só, é sós bambem sc achavam todos em minha companhia porque os encantos e misticismos da Natureza solavam todas as imaginações em suas pares etéreas. Junto a um tronco, um papel amarrotado e encardido^ pelu sol. Apanhel-o. Em letra, nervosa, ora com os floreados dos visionários, ora com o aconchego dos tímidos, e muitas vezes com os traéjos duros e ponteagudos dos revoltados, estava escrito o seguinte: Escuto, sob a cúpula da fioresta, a voz da Natureza. Faia-me com bonda, dizendo sert o Universo, obra perfeita on em tudo se manifesta a sabedoria divina; nas árvores, nas montanhas, nas nuvens que se transformam em regatos ou nos corpos que servem abrigo ao espirito% o gênio criador não se esqueceu introduzir a tonalida que revela o gran amor Deus pela sua obra. A Natureza não tem fontes do mal; tudo è harmonia e perfeição, tudo, céus e terras mantêm um sábio mutuaiismo entre si, capaz resistir. incólume, a estrada imensurável da y eternida. Eu que via, nos galhos retorcidos_ braços a sup.icarem bençãos ou a lançarem pragas, em cada espinho, uma lança^ em cada flor, um sarcasmo; nas folhagens, a casamata contra o fogo do sol: nas raízes, ntes vorazes a dilacerarem o selo da- terra, perguntei, cheio da meus pensamentos E a cólera, os rancores, lnveja e ma.das, esses martirlos nesgotáveis que entorpecem a consciência è aniquilam o espirito? Náo são, acasoi fontes ssa mesma Natureza tão bela, tão sábia e tão perfeita? a por diante em recriminações quando, súbito, o murmurlo da floresta me fez calar: O mal é. criação dos maus, fllho da gnorância, obra domcnlo, e, esse mônio, homem, é você; a sua mentalida é à forja todos os pecados contra a Natuerza e contra Deus. Se ama, o seu amor é egoísta e se transforma em ciúmes, os clumes em ódio e, o ódio, em vinganco; se tem zelo, esse zelo cria o temor e, o temor, a guerra; se recebe, tem inveja quem lhe dá; se dá, orgulho por fazê-lo! Seus pensamentos inferiores lançados constan temente e constituindo sua au réola, é o inferno em que vive e do qual não po sair porque, momento a momento cada véz mais, reforça as suas pares com a imaginação dó entia, fértil criadora fantasmas e pesalos. Deus- fez a» colss boas. Fábiaa belas e perfeitas e você, homem criou o resto. Exposições SRAEL PEDROSÀ. no Tnítituio Arquitetos do Brasil. MECATTl. no Museu N. Belas Artes. WM. h. VAN DJK. na A. B.. RAUL MELLO, vinci". DORS HOMANN. ho Mnittári«da Educação- na Galeria "Dj KRYSTYNA KOPCZTNRKA-SA DONESKA. n0 Ministério da Edu cação. RENATO CATALD (pássaros) no Hotel Serrador. HARRV ELBAS. no Minlstérir da Edup.afSo. ZERLNDA SC1GLANO ALVES tio Mn«en N. Belas Artes. MESTRES ANTGOS. nd Museu N. Belas Artes. y/-0/. "v WÊÊSNkbr&bB&SSí EXPOSÇÃO DO PNTOR HETOR DE PNHO Na pintura brasileira contemporânea o nome Heitor Pinho é dos que mais^se stacam. A sua obra vasta e magnífica já recebeu a consagração do publico e da critica especializada, nas várias exposições em que apareceu. Marinhista gran envergadura, interprete da, natureza nos seus aspectos mais licados, Heitor Pinho é hoje o mestre num gênero ciue consagrou Castagneto e Garcia Bento. A exposição seus trabalhos novos a inaugurar-se no dia 1 Dezembro no Salão do Palace Hotel será assim motivo para mais um triunfo do eminente artista.. DA ASTROLOGCO.iCJE. 30 Lom dia Win vu. iar. AmanliS será bom par. faztt mu." danças, assinar documentos, pè dlr favores. Tratar assuntos jur.dicos e financeiros. Marte en trnrá cm Vlreo. No mesmo dia Vtniis entra em Capricórnio. ACONTECERA HOJE E AMANHA AO LETOR: Seeiiem.sp as possibilida* t«- lizes ou não, hoie. com ho». ras e números promissoi-» liara o» leitores nascido» cm aualque no e em quaisquer di» a mil doa yerlodos abaixo: PARA OS NASCDOS ENTRE 22 DE DEZEMBRO C 20 DE JANERO Oontrarledas. acontecimentos sauradaveis que porio-.redun. dar em benefícios e 13: e 67. /hora» «ínumeros"!. Ameaça acintes, sarmonía conjusal e 7: et 25. Choras e números). ENTRE 21 DE JAnj.XKO E 18 DE FEVERERO Eufora. contentamento. neco cios bem encaminhado» e 20: e 38. (horas e nu meros 1. Nervosismo, prostração pela nianhã: a tar ser* melhor : a 20: e 56. Chora» e números). ENTRE 19 DE FEVEREHO B 20 DE MARCO nsucessos, em assuntos iuridl. cos. financeiros e sorrs 8. jt:e 11: , e 91. /horas e nume. ps). Depressão nervosa, nnsleda.,. 1, a tar e A noite ter* phance em todas as empresa» e 14: e 50. (horas e nume. ros). ENTRE 21 DE MARÇO E SO DE ABRL: rritablllda pel» manbs acontecimentos sn Efradavels p sarmonla no alr e 95. /horas e numerosl. Pequenas possibilidas: mente versátil: a tar será me. lhor e 17: 6$. 70. e 80. numeors. ENTRE 21 DE ABRj DE MAiu E (horas e 30 Sorte em todos os empreendimentos e 16: e 61. (hora» e números). Pequenas ; "probabuidaí ajneaca dfi ntoxicação e 17: e 26.-, (horas enu. meros). ENTRE 21 DE MAO E 20 DB.MNHO: Chance em todo» os empreendi, mentos e 15: 2i.41 e 81. (horas e números). Obstáculos pela mahhfi: á tar scá sucesso e> 17: e 71. (horas e no. meros). ENTRE 21 DE JUNHO E 23 DE JULHO: nsplrac&o; originalida * atribulacão. pela manhã.. tar- se ra melhor com encontros aerada" vels; 1,2 e.13: e 36." /horas e números). ;; Netroclo» paralisados e ansie. da por dinheiro. A tar será dé bons auspícios e 18: e 82. (horas e nume, ros). ENTRE 23 DE JULHO E 2S DE AGOSTO; Sucesso pela manha. nticocios novos em perspectiva e l); e 64.- (horas e numeros). Dlssennís nmls-o» e eran. s obstáculos em questões-qmoro. sas e 24; e 06. (horas e números1*. ENTRE 24 DE AHOSTO E 22 DE SETEMBRO: Preocupação por oaus» nl_ nharlas. egocentrismo, á tardp se rá melhor. * noite sfavorável com pesalos e 24: e 33. (horas e números). ->- nlc:ativas frust-ailíis. ntisla fl silusões, 5. 6 e 7: ti 51. (horas e numerosl. ENTRE 23 DE SETEMBRO E 22 DE OUTUMJO: Dia S.itlsfaCfío e alesrria. com encontros aarndaveis e eyif.os ko_ ciais ei 20; e 58. (horas e números). Perturbações familiares. e novas relacflrs nmz» e.23: e 86. (horas e nu_ meto»)., ENTRE^Sa- DE OUTURUO E Ü2DE NOVEMBRO: Dores earsranta. cefatnleias. scont.entpmprito, 8. 9 e 10: «55.. (horas.,e numerns).. Saú abalada e nprftnclo snropositfid nor nessea auerlda e 13; e 58. (íioras e números). ENTRE 23 DE NOVEMBRO E 21 DE DEZEMBRO A sua personalida porá Rransear «an respeito. As mu. l^prps; serflo ll-cnie-^flns imj reu. nlbes sociais. Não vem ccnfun_ dlr elouioíi com adulncllo. n 19 e 21: ,e meros). 48. (horas e nu - Sua on;nlão ei a sua maneira df> procer porio acirretar mau» nionteclment.os. no dia do hoie r 20: e 38. (horns e números). Concertos.. O S. B.. «manha, ás 10 ho. ras. no Rex. GRUPO MUSCA VTVA ho ie. às 21 horns. no Ministé. rio da Educação. "FESTTVAL BRAHMS" pela O. S. B. 8 zembro, ás 21 ho_ ras. no Municipal, sob a recenda Szerikar, Jl&S^J só uso Kolynos! ^w : r- ET THE LEOPOLDNA RAflWAY COMPANY LMTED SRS. ATACADSTAS E PRODUTORES O Serviço Abastecimento da Leopoldina co. munica aos interessados aue receberá propostas para o fornecimento gêneros primeira necessida e mais artigos secos e molhados, até o dia 6 Dezembro, ás 12 horas. Os preços das utilidas constantes das pro. postas serão validos até o dia 17 do referido mês, vendo as amostras ser entregues no edifício Barão Mauá. 1. andar, sala 11, ntro enve. lopes vidamente lacrados. (a) EDMUNDO SQUERA Chefe do Departamento Administrativo do : Pessoal.

19 ?m i..;>... - ":- -. <i f DÁRO CAROCA Rio Janeiro, Domingo, 30 Novembro 1947 DO MEU DÁRO (CouclusãO da Sa pagina) se eubordina á fantasia, poso scobrir em toda gran dite. Conseguindo fazer sua obru arte uma espécie estatua unia éolea vivút Pigmalião rebelava-seconiráoa u- A arte seria uma penetração em preciencla da realida futura. yes, roubando-llies como Prometeu, uni seus atributos". so acoberta sob o aspecto exte- profundida da esaencia que São pfclávràs Luiz Marti os rlor, uiüco acessível ao homem em "A pintura e a.vida", ecparala do Boletim Blbilograíl- captam antes das dos outros comum. As antenas do artista co n. 10 (São Paulo,.19*0. seres a presença dáá plantas Palavras que aprovo e subscrevo inteiramente. A concepção todas vingam, o que snorteia ainda em germinação. Se liem contraria, aristoteliea, da arte, até- certo ponto o publico, e muitas- Ee tornam frondosas dâo que»e hnpôs.nos últimos eôculps, até o imprcbsionismo incluslve, porquanto cie foi uma da cruelda humana, por frutos, por vezes amargos, A tentativa. fixar o minuto colorido e luminoso do objeto j r exemplo, Cuja colheita, Se cie- tuou nos campos concentraj çào totalitário» e noa atra via um instantâneo ousado, ó uma concepção congroms" da Alemanha e da Po- "proíormistas, espiritos não misticos e verdairamente religio- f comprovação oferecida pela folonia. Muito antes da terrível»ca mas submissos ou malano ros. O artlsla que copia a ta havia revelado nas telas üu j tografia e pelo cinema, o artis- Nuturèza ou o íaz porque náo um Segall, nos "eoi-dlsant" ousa enfrentar o Criador^ comoi nem ^e intificar com ele manda a crença profunda, ou o faa porque tenta adular o Criador, imitando-qie a obra, o quo ii uma maneira confessar-se encantado cora a perfeição la. Mas o verdairo artista somente po aspirar á criação. Ainda que tome como ponto partida a natureza não «copia "diz-se" jamais, porem a si próprio e sua emoção diante da natureza. Sem o homem que lhe empresta um eentido a natureza náo existe. Más Luiz Martins em 6cu trabalho ventl- a também outros pontos que eustuuiam ser sprezados nas discussões sobre arte.. Assim o caráter não raro profético da expressão estética. Sem chegarbo ao paradoxo Oscar Wil da que a natureza imita a arto, e portanto que a realida pos... A principio era. um livro inofensivo para crianças e esleve stinado a fazer parte da Bibllotequinha Antropofágica... pois... " Depois náo havia mais -razão para a continuação da Antropofasria No clima tropical cm que tudo cresce pressa mais, os antropófagos cresceram, amadureceram, viraram fazeniro*^ cônsules, jorualistas. Alguns morreram. E o movimento tão fecundo para nós, quanto o foi para a velha Europa acadêmica O surrealismo, viveu o que vivem "1espace as rosas. dun matin", uma manhã sol com. 40. á eonibra raio dos coqueiros. Hoje, enquanto em Paris Andró Breton acusa cs antigos companheiros traição, em.s PauJo. o morubixaba Owald Andra tenta, em vão res- ANTONNA ME (ConclusS.0 da 1 Pugina) versauva da segunda frase, oeeguntei porque motivo ele diza aquilo. A resposta foi lacunica: "ficiência coniunicição". Tive vonta dizer prá ele uma coisa boa qualquer, mas fiquei calada. E quando entrei no ônibus, eu já achava quj o Na.ai era realmente ums festa e que apenas uma aluiu muito mesquinha seria incapau captar a fraternida qu-i andava por toda parte. Dcsofdimo-nos ua fila. Queria mv ver no. dia seguinte, mas uáó me assegurava que virli CONTOU Não veio. Velo no outro dia E assim fui sen. As vezes i- uha, ás vezes ns.o. Nunca pu protestar nada. Sou até muito exigente, mas tive que me acos fumar. E quando ele pfrou li. vir, não chorei nem nada. Estava -erto. Disse apenas sor rindo: ".lo"loj João! João!". ADVOCACA TRA- BALHSTA NAPOLEAO FONYAT Carmo, (J&-4." B Nas Livrarias ASPECTOS DA VDA DO BRASL DE BELMRO VALVERDE suscitar a antropofagia dcsccnipondo os inimigos, uma vez svaneios dos express;omstas e alguns surrealistas. quo * já não os > * po comer. Seus ntes UMA HONESTA E CORAJOSA limados estão REVSÃO DE gastos. E a NOSSA HSTORA POLÍTCA AGOSTO X... Recebo com carne, ÜA COLÔNA nesta época racionamonto AOS NOSSOS ücgrla ÜAS, EXPLCANDO AS os poemas ds Raul Bopp. CAUSAS e frigoríficos, é dura. DA DESOLADORA STUARÃO DO BRASL A influencia do movimento Por mais, como *e diria "antropófago" em u á literatura Piracicaba. Pedidos pelo reembolso postal i LVRARA CENTFCA nacional três ou quatro reallaàções "muito Voltarei, porem, a estudar RUA DO OUVDOR RO DE JANERO ricas. "Cobra Norato" Bopp é uma las e da tribo. Raul Bopp e seus companheiros PREÇO : CR? 50,00 i talvez a mais bela "reussite" artística obtida*, cum material folclórico. "Cobra Norato" Balanço 2 Temporadas é cm verso aquilo que prosa comeguiú Mario Andra éra "Macunaima". Bopp combina a invenç&o porosa Mario ao primitivísroo fcotio)ubão da 8a pagina) paiihla, direção cena para primeira peça t~ aquela, irriquieto do O*- wald do Andra "Pau [ zer, voit"sse.melada para suas come- os seus espetáculos. A.* Brasil". E no entanto Bopp nau estas a., manüi são engraçadas; tório: dlaídnhas "boulevard". prime- e simportante pieguice romanticá chamada "O Amor qie ra se vem Os erros reper- que duas pecas até agora, dt tem na literatura mornista o e certamente ela as fazi bem fonna alguma satisfatória. lugar que merece..iá, uos Artistas não ínorieu", que. embora romantlcjssima, teve A T"- gsoà do Povo? " segunda, a ausência atmosfera, comiíosieâo taçâo, da "mise-en-scene" íim á apêndice á nova edição, que falta é apenas direção. O o poeta explica: "Cobra cênica interpretação -- no eitilo mnta Norato" \ que mporta quase dizer: tudo aquada, a má iluminação, realista. Estes erros dlreçâo mais sensíveis, acentuo foi escrita naquele» tem-; Direção artística para a com- que caracterizaram sobretudo a ua primeira peça so refletem na própria interpretava» dos artistas, tanto na comiiosíção seus tipos párticüiariis quanto no relacionamento dclea \ \SêSSSS&á\ [2213 nbrtjvv»». - - **:~^*^^K.- * í os,nset AU T0*MA*TKA*MEN TE W WL Entre oi mornos ntsticidas preparados segundo For- V fe mulas rigsroíomente cientificas, AP.OSOL staca-se V a Um süper-lnsetlcida podor nenhum j^!>f>«mm^^gu^^^^^^^k^br nseto porã resistir 1 AROSOL è, atualmente, o insetl- ^^^HBÇ^^ cda Mg mais usado noi t Estados Unidos. Sua fórmula, que AUTOMÁTCO! j nclu«.-ddt*p«tro doli dos mais porosos inimlli ^vs ümblptcóx^ fl0$ d0*,n"to, fo1 p05t0 à Pfova P ld ** =«. H ^CSX» ^7x AROSOL Boto ffl ^^*nbrw>v?... e. W íore«r a ehav»,.. na Europa ^ americano e no Pacifico. Para a proteção H N. fn*flc,do * *""" j^m ^9 tapetes, livros, móveis da arte, pianos, vestidos 1..^W ^t.%nu,p..en0 fino*» ca*acoí d» Pele». etc- - AROSOt ô o mais ^ mortol poro todos os nseto». ím,,.,,.,.... m ndicado ntre os. melhores nseticidas. existentes 1 SHSTAHTÁHEO ;,..._, 1 S ^8é ^^SS*^fnudmó 1 P: Aléni disso M ^Bf ^^Ü&. imetlciao supor-. ^ Ni» mancha ÉÊÈ concontrado. que mi / <8jm?fp} «npand» íortomont* oo «ar llbortado. /. NSo pil tem m«u cheiro MORTFERO A R O S O L% m^è úrf. 111., ARO"OL MATA / S humano Wâ,-, -^ -*) reolmont» todos -fi & ". feíí: -,.;... m ttr^no JSíiSsgiS ü.por mu/to tempa ^"^ Wgà ( / o mesmo do ln..&» / $&**. WÈ ití,da " "OSOL- ^^ H DDT, usada com W / ^^^ ^^ pleno êxito pio / f ^^^^^^^^^^^ ^p exército o.tierlca- : _^»asj^«*s ^^^^*^L^S^»w S^i^B^Ssiw. VÊm no no Eu opo e no Pacifico. w /.^^G^^^^^ ^^ jl / -«..^sr^jr ^>. ^^^M Ü áb jtmv O Sedimento ^e^^^^l fjw^è^bj0ê-ár B li i W AlíbsOLcom- $ / m wtrãrã&&jbífeê m HH 1 ^^^ pensa o teu Wà ^sw "^ ^^"^W^^k^ Wr JU li JLH 1 Êmk praço Umabot - -M A ^tw DDtMr, >«dp^ B zy^b^rf a d» AiROSot ;v :, ^^^^^DnAJMO ^*r f! g o sim, um n:elclda multo econômica M<:iE HOJE MESMO O COMBAT AÜi LNS.-TOS CUM AROSOLi j J^njlw^ Agentes gerais.para o Brasil: GASTAL S CA. LTDA. Av. Pres. Antônio Carlos, 207 6o andar - Rio Janeiro ATENÇÃO: p 99nu,no AROSOL é vendido em botiias vermelhas com faixo amarela. Lembre sa di.to ao pedir AROSOL Al n «a z a. i entae si é ainda no ritmo dai representação. Uma pena, aliás, pois a meninada é primeira orm. Téní talento, amor ao teatro respeito por ele, animo, muito, muitíssimo animo para ele. A sra. Vanda. Lacerda me pareceu particularmente boa. Em ambas as peças, fazendo trè* papéis diversos (papel duplo na primeira), o.que revelou foi um aguçado temperamento artisti co, vibratii, excepcional. Particularmerite dotada^ para. a enioção e o por ^ exprimí-lá. possui entretanto uma cousciêncla medida e limite muito vigilante que não a ixa ogarrar-se para o excesso e o rh.iu gosto. O sr. Mario Braslnl, se o convencessem que não é melmo diretor se tornaria excelente ator. Porque o meu-diretor, o falso diretor que há nele pre) i- dica constantemente o bom atoi que cie é. Vigia-se mais, c vigia-se errado. Mas tem talento, e, assim, mostra-o, tíe qualquer maneira e apesar tudo, todos os obstáculos e resistências que a si mesmo crià.>; O sr. Milton Carneiro possui atributos muito bons caracteristico. Precisará apenas vi giar-se, isto é, que o vigie uni bom diretor para que não Si repita,, não comece ser sempre e apenas, em todos os papeis, o sr. Milton Carneiro mesmo. Quanto ao sr. Alberto Ferez se não è- o galã ial, oojkíuí qualidas para * carreira, e promete. Pena que, há tantotempo, esteja- prometend.». Bom característico o sr. Osvaldo Louaada, e, se o con tivesse, um bom diretor c o curasse- sua inclinação natural para a- chanchada, seria ainda melhor. Orientado, tomporá tipos admkavelmunte. Qualida^ igualmente muito assinalaveis, e com o mesmo sentido, presentes na sra. Lours Mayer. Promissora a- sra. íris i Mar. LTERATURA Está circulando, o numero 5 da revista -"literatura", dirigida por Astrojildo Pereira. Deste numero constam os eeguintes trabalhos: 11 Congresso Brasileiro. Escritores; Ulysses Otto Maria Carpeaux, Psicanálise ç Qriaçáo Artística Júlio Patcruostro. Sint "Sou que uma Cida" cie Osvaldlno Marques A a<-slnatura "João CUmuco Bezorra", a "Resistência na Literatura taliana" Maria lirandon, "Nota Sobre o Centenario Cervautes" Dalcidio Jurandir, Anotações á margem "A Túnica e os Jados" Ploriano Gonçalves, "Ermos e Gerais" Dias da Co^ta "Silva Jardim nas.utas pclç Povo" Moadr Paixão e Silvai "Revistas Urasileiras" Valdcmar Cavaiconti, "Revistas- Norte-Américanas" Moat-lr Werueck Castro. "O Ponteiro dos Minutos" Álvaro Moreira e "Testamento Político efe UriT:Êscritòr" Tiiuodore Drèiser. MÉDCA-ODONTOS Odontologia ou Estomatologia, Especialida Médica Roberto Brea Em vista da estreita correlação existente entre as moléstias dos ntes c sua repercução orgânica, ixou ser há muito, a ndontologla, um eiirso inpennte e estrl-!o, para passar a ser uma especial)- üaçãn da; medicina, tal como o é a ixou ser, há muito, a odontologia:. Com a signação estorna tolologia ( stoma bocal, abrange todas as afcçóes da boca e dás arcadas ntárias. No Brasil o estomatólogo necessita ser ntista e medico, dado que o curso odontolótfico é ficiente no que concerne aos conhecimentos médicos indispensáveis e do curso médico ainda não consta a caira tíc estomatologia, como especialida. fi incontestável c diariamente comnrovado que gran parte das moléstias que afligem o sêrhumano,-sfes ligeiras dcrmites ás mas graves áfççõcs do sistema nervoso. pom ter corno origem um nto infectado, amigdnlas hi- "ertrnfiadas, uma siimslte ou outra fonte inicial qualquer infereão...desse foco primário origem, são lancadns á circularão çcra.1 grans quantidas germes e toxinas, aue irão (instituir, por metastese, outros focos secundários infeção ou um estnrio alérgico geral. Em fesa ssa tese. teve Osborne ocarião dizer: -- "Da csâo do estomatólogo pen. n«ra seus pacientes, uma longa vida. ou uma breve sepultura". Assim infelir.ment!» acorre.ia maioria cos casos em avio esse elemento esderializadn nfio é consultado. Cumprc-nòs nois. médicos e ntistas especializados, evitar que cfsa sentenca se cumrjra, por nossa cuipa. em sentido sfavorável a nossos clientes. Be ao procer a um exame clínico, o médico consirar aue o mesmo será setnm-e incnmnleto twra formar unr acer- t"do diagnóstico, quando le nso coustp o expme consoencioso, tanto rlíni-n como radiográfico, da csvlda oral e <1?N arcadas ntárias, efetuado sob a orientação i^li"ta, do espencte cafo fi estomntolo-rifita, rnip conv proficiência irá svendar um foco infecção crônico ou latente, foco esse que. vido à flcssiminacão bactéria, toxina" e avreenos, por via linfática nu 6anguinca. irá alterar órfãos distantos sse foco nrimário oü.todo o oreanismo. Se. como pcentuamos, o clínico assim procer, então agirá acertadamente-: Já Passler. em chamava s atendo,ôbre as relâçõe.-i entre a presença focos infecções situados na boca e as diferontes enfermidas orgânicas simultâneas. De inicio; pouco conseguiu o citado autor, no sentido que clínicos e ohontólogos.dispensassem a tão vital assunto a atenção vida. Somente mais tartfc. estenu-se com gra.n êxito a doutrina da nfeccão focai nela América do Norte, a prlncinio modo exagerado, entre, os anos 1920 e 1930, s quando passaram a dar-ihe sua real e justa medida. T.osro após Passler. um médico internicta inglês, Willlam Hunter, at/icou violentamente a odontoloeia ent«o. cm conferência efetuada, em Montreal o mais tar, em 1911, publicada. Dizia o ilustre clínico oue á odontologia cònscrvadora veria dar-se o nome d* Odontologia sérjtca. rjorque além conrervar a infecçâo em,1ugar.. eliminárja. ainda para cumulo, lhes colocava por cima "um.mausoléu dourado", referindo-se aos trabalhos -prótese corjmaóolos coi-ôas ouro, sobre ntes infectados e gengivas alteradas. E?sa conferência constituiu o ponto cie nartlda duma éra intensa nvestigação, durante a qual distinguiram se nor seus trabalhos, primeiro Billings e alguns.anos mais tar, Edward C. Rosenow e outros. Atualmente, pois da lamentável controvérsia que os partidários da infecçâo focai tiveram qiie sustentar, pouca ou nenhuma resistência existe contra cisa doutrina. íiiaffistralmcnte exnostá por Passler. da Oual stacamos o seguinte trecho: "É característica todos esses focos o. fato apresentarem pouco ou nenhum sintoma local importante, passando na maior parte das vezes inadvertidos, sendo esse o motivo que. antes, na Clínica, pouca ou quase nenhuma importância se dava aos mesmos." As localizações nreferidas por tais focos crônicos nfecção. segundo a doutrina, hoje mundialmente aceita, são as amigdalas, os ntas, rinofaringe, bronquiectasias, endometrites. anexos masculinos e femininos, vosicula biiiar. coutes, flebites profundas, ouvido médio, seios da face, apendicites. infecções cutâneas piogenas crônicas, osteómiclites crônicas e divertículos vesleais. Dentre essas localizações, sobressaem em nosso país. paraiso dos maus ntes,, as origem ntáriu, como focos primários, sejam canais vazios ou incompletamente obturados, agindo como verdairos tubos cultura, seja um granuloma.^ que por não apresentar o mínimo sintoma local que obrigue ao paciente queixar-se, torna-se um dos-focos mais perigosos, elaborando e lançando constantemente na circulação, germes e toxinas; sejam quistos, abcessos alveolares, uma parantose, ou serviços prótcses inaquados e mal ajustados, fontes perenes lnfecçáo. Seguem-se no mesmo nivel importância as localizaçõcg amigdalinas, principalmente aspalatirias. Estas consirações nós as fazemos com o fito monstrar que a odontologia é inseparável da medicina, la vendo ser uma especialização. CLNCAS Dr. BREU Sob a DREÇÃO do: DR. ROBERTO BREA MÉDCO e CRURGÃO-DENTSTA Moléstias dos olhos - Boca - Denles - Garganta Nariz - Ouvidos e mais distúrbios funcionais origem focai ntária ou amigdalina. Cirurgia e Prótese Maxilo - Buco - Facial, testes Alérgicos Bacteríonos - «Raios X - Fisioterapia*. RADOGRAFA ^RESDÊNCA EM EdificlO CÜROCfl - 4. QNDflR - Sfllfl 405 FONE BOBNAS tolbert Temos cinco molos bosina.s completos, com connsadores variáveis duas c res seções, freqüência 4õ*> Ven-se qualquer quantida a profissionais e amadores e também osciladores e antenas separadas lemos mais 6 molos, etapa alta. Todos esses molos são Para chave comum e se acham â venda nas >*sui \ casas; Lages Azevedo, Casa Pimenlel e em nussa Fabrica, á R. CONDE BONFM, Fone: DA-SE REPRESENTAÇÃO >s * $ -a :

20 !«*««*«##* awi«>iiiwa;p?t^^ ii»mujiimnnmi;i ^tywr^tjwpsumi^ &* (#-. Bw! i ew ii ti - - i.^-i ^ mw ioca 3f ESTÓRA ".-. ví:: ^: :; : : ií:: > ;:i:... v:.,;:: :\v :- :::-";i ::.-. v ^ ^:i ANO XX Rio Janeiro, 30 Novembro 1947 N TEATRO Balanço 2 Pelo menos com duas tempoi-adas teatrais, sem contar re- - vistas, está esta seção em atraso; com" a do Teatro Arte do Rio Janeiro e com a doa Artistas do Povo, ambas com duas peças já representadas, a primeira já a extinguir-se, a segundo sendo sejar que se prolongue bem mais. os atributos e a competência direção da sra. üulcina Morais. Tanto direção artistica sua companhia quanto direção cênica dos espetaculos. Dai, o sacerto,. o sequilíbrio que se sente numae noutra responsável pe- Jo fracasso da temporada atual. Fracasso que vai s a escolha do repertório até a Temporadas Roberto Brandão A peça é, portanto, dannunziana. Só no tom, porém, que é o pior DAnnunzio. Porque afinal. DVAnnunz:o é poeta; ea sra. Maria Jacinta não o é, maneira nenhuma. Pelo contrario. Por isto, toda a peça é uma luta ingloria entre a sua intenção poética e a sua vocação prosaica Luta em que esta ultima sai -empre vitoriosa. Daí, a sua extrema monotonia imagens do Por estranho que pareça, interpretação, compreendidos vou, nesta mesma crônica dar igualmente cs outros elementos da representação. segunda orm, e conceitos ds o balanço ás.duas temporadas, ipor mais que aparentemente Não porque a mim não me sub-lteratura. Porque à verda é que a autora fez as suas so distanciem uma companhia pareça cm nada imporia níe que, no Teatro Municipal, pretenciosamenje se intitula ae cemo se preten a obra teatrai personagens maneira que DAnnuhzio quo entretanto, sempre tem cabimento, nadamente nomeada "Poeta", apesar haver uma termi Teatro Arte do Rio do Janeiro, açambarcando para si ao menos a titulo ilustra todo o teatro artístico que p rventura se pretenda ou supo- boa categoria. E que, em pri- E o resultado são aquelas longas ção, em qualquer repertório Qn todas se Julgam igualmente poe- tas e, além poetas, filosofas, nha fazer nesta cida, companhia, alem do mais. dirigi- peça escolhida.- me parece a meiro lugar, quanto á própria falas, fastidlosirsimas, que tud.) da e estrelada pela sra. üulchia Morais, a que se produção Dannunziana. menos aquada da extensa quanto pretenm possuir 5 "A poesia e filosofia, e, não pos«convencionou chamar "a suindo nem uma. nem outra nossa primeira atriz", como se o essencialmente regional. Os ti- Filha ório" é uma coisa, nada peça possuem, alem do por titulo fosse um apelido, apeildo que. no masculino, se atri- acontecimentos são pós humanos, ias arrastar paixões, os á neurastenta ou ao tiploamente dos camponeses daquela re- sono, conforme o tcmpér-imentbui, com o mesmo automalismo, por ao sr. Procopio Ferreira gião montanhosa Abruzzi. particular cada espectador. E pena, aliás,, pois ao mais quo uma companma assim se distancie ou E não apenas aqueles elementos: também a linguagem, a que parece a autora não ixa ser habilidosa em tecer intrigas pretenda distanciar-se doutra *ua prosódia, o razoáveis seu ritmo peculiarisrimo. elemento esto ças menos pretensiosas, quando para pe- que, no Teatro Fenix, mostamente se faz chamar "Artistas do Povo" e se exibe pela ção da obra. "A Filha o- tratando também essencial na compôs}- prosaicamente temas prosaicos, especialmente primeira vez na capital, apenas pois cumprir o seu tão intraduzlvei rio" sempre me parecou quase questões sociais, creio eu. (Estas cautelas afirmar, "Pygmalicn", Shaw, e<;ta total- quanto que noviciado em excursões pdo traduzo em "carece", "creio interior, companhia, alem disto sem estrelas com títulos tagonista, a principal personamento intraduzivel, pois o eu", etc, resultam do meu com-- pro- pleto sconhecimento do teatro da sra. Mari. Jacinta, com honoríficos, mas somente constltuida quatro jovens artisdia inglesa, ou melhor, a ge-m da peça é- aqui, a proso- a prosodia britânica, a.orwre3, qual tive a má sorte travar conhecimento por intermétas com algum talento e muito animo, ajudados por mal«mais preci-amente e suas varlações entre as classes. ndio sta infensável "Já é dois ou três companheiros. Manhã no Mar"). E. por mais estranho ainda traduzlvel "Pygmalion" que, Ora, acontece que as más qu.» que poesa parecer, a verda entretanto, já a sra. Dulclna lidai do texto,ainda mais na é quo um balanço comparativo entre as duas temporadas duzir" e representara, não sei ainda. Se a autora fez todas Moi-ais antes fizera "tra- ressalta a representação, por daria talvez um saldo relativo a favor dos jovens "Artistas como» que felizmente não a as personagens poetas e filósofos ao mesmo tempo, a direto- do assisti. Povo" sobre os veteranos do ra fez todos oradores. E De tudo resultou "Teatro que, traduzida e spejada Arte do Rio do discursam o tempo teu pitoresco, a - todo, todas as três horas Janeiro". Saldo relativo, se levarmos em conta as condições sgraçadamente "Filha pobre orio" que a peça lá dura. De forma nos apareceu, em português, materiais das duas têmporadas, os compromissos artísticos rica a que faltasse a musica. como uma autêntica ópera li- que, discurso por discurso,.melhor f«\ra que se atravessasse um dos grupos, a ausência Era apena o que fe o Largo da Mãe do Bispo, 4 sentia: a qualquer compromisso do escutar, do outro lado, um% falta da musica, musica Mas* outro. E, sobretudo,»o fizersnos uma aferição rigorosa res. Esta,a-,-i <-;-yt~ttu!.1;e, sessão da Câmara dos Vèreado- que era a que lhe convinha e fazia falta. possui ao menos umi méritos realmente artísticos, vantagem, é autentica. O cenarlsta, ao Os cenários, mau grandioso afastada toda a interferência e mal gosto, ah, aquelas que me pareceu, será do apenas vistoso, o mesmo, ópera, da montanhas, do segundo ato e peça anterior. à8i-êl<> interior e o exterior da Porque a verda e que a Ssm capacida casa Lázaro, do primeiro e do para o oflcto, sra. Dulcina Morais fracass u integralmente na sua pri- ah, ah, e, além dos cenários, t"cairo atos. rospoctiv.mente, a diretora Dulcina Morais permite, alem do mais, que a meira temporada do Teatro atriz Dulcina- Morais regridà o tem da interpretação, todo ele Arte do Rio do Janeiro, mostrando, maneira clara, do, sensíveis dos. clamado da pior clamnção, progrersos que vinha fazen- e mais os figurinos, e toda a particularmente que o seu objetivo criar em «rmnning HourV ("Des. mifla-en-secne. e os elementos uma Universida Arte ou lumbramento") e "Chuva". Lá universida Teatro todos da representação ainua não se ixou voltar àquela sua mais contribuíram me lembro como a chama exatamente ó coua realmente para esta maneira antiga, clamar sensação que faltava musica num tom único, monocórdico, muita importância e urgencia, pois la muito se ca- garrada. sua única alternativa a contra- Massagni àquela ópera 3> monótono cantochão, dantes rece entro nós, a começar pelas Ouanto á peca da sra. Maria própria ializadora da iniciativa, que nela logo se veria Mar" o que parece é que a encontrou para seus papéis em Jacinta ujá por ás gatices dos seus papéis é Manhã no "boulevard", e a única que inscrevei- como aluna numero autora escreveu-a pois ter Anfitrião 38, César e Cleópatra, Bodas Sangue e até em um. traduzido a DAnnunzio: Não que faltem á sra. Dulchia Morais dons ntinuou. Das sob-as, dos reta- Ora, anteg fosse prá solda- aproveitou a embalagem e con- Santa Joana. terprete. boa interprete teatrai. Mas que na verda fatora. alinhavou seu trabalho sto é.antes foace, -quero dilhos seu trabalho tradudo, antes fosse pro Brasil lecem, maneira lamentavelf autora. íooacünl na 7a agin&) :-. -, -/. ííí- y; ;...; "..;;: :* SililBiBliplll s áf Hx \ -,í Ti.?<=# -n i ; m v--.- * f Vi * -^:--: :-::>:v :.. ;-.:..-.-:- ::.2.::y.-i Maria lia Costa, pois seu extraordinário sempenho em "Vestido Noiva", Nelson ítodrigues, conquistou um posto entre as nossas melhores estrelas teatrais. Posto que a qualificou para~ interproto do principal papel feminino da próxima peça do nosso gran autor dramatico: "Anjo Negro" POESi A CANÇÃO DE MORTE CONTO DE BELE^ Carlos Castelo Branco Erram quatro moças e não ina nao nouvesse o calxeiro custei a notar que duas muito viajante me prendido no Qau brancas o outras com uma côr para um pocker que havíamos peculiar, que não era o bronzeanem o preto, nem o amarelo. Brandão o JornaU-ta combinado. A" noite, procure» porém ele já havia saido e, aí» Um escuro cetinoso. Detalhe a Se impor ntro do panorama. dobrar a esquina da rua^ i Dessas duas, cuja cor não sei cara com Ligia. se consegui finir, a m..is aita trazia cabelos lisos e prettj. tentei dizer o seu uome. Lidia corrigi quando Outro talhe. E foi ela que Salmos mas afinal nada tinhamos a falar e fomos andan- começou por me cumpiimentar e a chegar mais cedo á janela e. a trocar comigo olhares ocorresse. Como a inspiração do até que alguma coisa nos que ntro em breve empenharam por completo a visào das guci-lhe a mão, que ela i- não me acudia nem a ela, pe- águas tumultuosas do Cuamà. xou entre as minhas sem resistii. E fomos scendo a -vie- Não que qualquer sentimento mais vivo passasse a me lmpulsionar. Era o amor do - elétricos limitados por círculos a estreita, os pequenos focos talhe. E o compromisso natural do homem não ixar dois vultos, aconchegados, fala- rcvas. Na esquina próxima cair no vazio o menor gesto vam qualquer coisa em lá menor. Os passos ecoavam sa- solidarieda, principalmente quando se está só, inutilmente justados na calçada. Ela sorriu só. Essas tars á janela logo sem jeito. se incorporaram á minha exls- Como é que você sabia o tência durante aqueles dias Co-.meu - nome? mo a sua principal razão ser. Ouvi sua amiga falar. E isto certamente nada tinha Minha irmã, consertou. a ver com o maior sembaraço que ganhavam as minhas re- Todas? Não, apenas a- menor. As lações com as quaüo moças, outras são pi imãs. principalmente a cabelos lisos e pretos, que poucos dias Por que você não foi ao E mudando tom. pois ficava a falar, a dizer cinema? coisas em voz alta Tive para que o que fazer. eu ouvisse. Quando chegava â Estreitei-lhe a mão. Mel* janela e não a via, unia das outrás gritava: Ligia! E logo um rumor algazarra dominava a janela, as amiga» fenndo o lugar. Não seiâ preciso recorrer ft tôoria para explicar que em breve o talhe se tranformara em panorama. Daí ter me aproximt.do do jornalista, meu companheiro hotel, a quem vira certa vez páiar para conversar com Ligla. Sai com el3 ama noite, duas. Falei-lhe do sinteresse dos dias què estava vivendo, a tai toda no quarto a olhar a paisagem e as Mas sobre o que? Lidia ficou novamente incisa. Caminhou um pouco som nada dizer. Depois, como fa- lando para si mesma. Esses rapazes Belém gostam muito falar á-tôa. Encheu-se coragem: Ò que é que ele disse mim? Dè você? Nada. Por que? Não sei, eles gostam falar..; ". Apertei-lhe a mão com cariiiho. Aqui confesse que me sentia embaraçado. Era a hora que via me spedir qualquer maneira..lembrel-me minha mulher. Se me visse ali a conversar como adolescerte com a primeira namorada, inciso, medroso. Ainda bem que não conhecia ninguém ali e a noite, que a pobre iluminação não con~eguh quebrar, guardaria, como uni segredo, a enorme vergonha que eu estava sentindo. Lidia implorou: Diga!. Soltei-lhe a mão e passei-lhe o braço, pela cintura, como se vesse levar até o fim a minha, gradação. Queria pelo menos mudar assunto. Entietanto a pergunta não lhe sala da boca, dos olhos, das mãos. - Diga! volta. Em direção contrária, Lidia começou a se sentir rrotada. Ahdamos mais u-n vinha alguém pisando firme. O nosso caminho ali veria terminar e eu o senti como se o peito, sob a pressão meu pouco. Vi o esforço que ela fez, soubesre que teria refazê lo braço, a aríar com violência A vezes seguidas durante dias, pergunta velo ntro: in ii nitfíi Afin"l. r " ffl~ Eu queria saber por que zia ali? Era um homem casa- vo^ *>" ntom por "l1"1?. Eu? do e não tinha mais clima, nem externo nem interno, para hamorar adolescentes. A mão d9 Lidia era uma coisa inútil. De,- talhe sem importância. Nenhum sf-ntimtínto mais forte me unia a ela e outros talhes, se os havia, era como se não existissem. Uma sensação incomoda se atravessou entre nós. Lidia tentou rompê-la: Eu queria lhe perguntar poucas figuras humanas que a povoavam. A senhora, a mulata, as quatro moças... ntcressantes, quem são? Dga. uma coisa. Gente daqd mt.mo. Refletiu um Antônio Rangel pouco. Chego i- Trabalham? se mais para perto. Senti sua Parece Banira que não, isto ê, perna bater na minha. uma trabalha. E enfermeira. Não. é besteira disse. Morte, serias a calma sejada As outras namoram. Uma - Po falar. Sobre o meu corpo as já u até escândalo nó j1- E alegre, como se tivesse encontrado afinal uma solução: E o meu sgosto scnll*. nema. A morte, na vida. Escândalo?. Eu quero primeiro que Antes a morte. E\ Com um americano você diga o seu nome. Silenciosa e fria- Aliás, todas elas viviam com Rimos. Era um esqueclmento idiota. Disse. Mas não po- Habitando o seu Rein. esses americanos pra cima e Decomposto. pra baixo. dia ixar o assunto morrer. Vem. Conquista-me» Ah! E agora fale o que queria. i Sou o abandonado. E explicando. Arrebata-me Essas pequenas não são Não. Com tua ventanl? bem vi:tas. Aparecer com elasna rua, é meio pau. Novamente mela volta. Lidia Está bem. De inverno. Pobre- mim Que sinto a noite Ao Aparecer na rua, por que? parece cidir-se outra vez. O an Sim. Parece que você está que queria ela saber? Deu-me A morte na vida interessado. Mas é bom ficar vonta sabafar, dè abrir E a tristeza da morte 6abendo. Aquilo é só á noite o Na alegria da vida! jogo. Mas ainda foi ela quera naquele vão escada. São pequenas pra topar. Eu queria saber porque.. começou: Um punhal gelo. Feriu meu coração; Nem me Minha boca, amarga passov. isto peta Sim retruque», como cabeça. O fe] do samparo. Que idéia! Perguntei a incentivar a frase, que me á-tôa. Oh! morte, vem! parecia frouxa. Tive êxito, pois Vem. rápida, sumária A conversa morreu. E seríi Lidia, num tom cidido, perguntou: No hálito que se vai pelos lá- rigorosamente exato dizendo [btos, que não senti o menor apelo. Escute, o Brandão lhe falou alguma coisa? Sopro da vida que a morte Voltei á tar seguinte a olhar Recolhe, lábios rubros, para Mariza com os mesmos Que Brandão? De repente, mortos. olhos da véspera, a mesma vaga simpatia. Apenas era um eu não soubesse quem se Explicando, como se fato Nada mais sejo, nada mais [quero. sábado e ela combinou em voz tratava: Oh! morte, vem! alta ir ao cinema íora as companhelras. Não fui. Mas para a quem você anda. Esse rapaz do jornal com Vem, noturna irmã, ultima l noiva. vesperal domingo ela me Ah, sim. Que coisat Devora-me. Sou o teu esposo. convidou expressamente e ou Diga se ele falou. Bem, não sei mesmo se si interessou. Mas... Tolice, menina. Se você quer saber ele falou fato. Falou bem. Disse que a achava interessante. Lídia riu magoada. E? Engraçado... E o qaè mais? A tensão me cansava. De novo quis me libertar. Diria ò que Brandão me falou. Que me interessava afinal aquilo tudo? E quando cia não mais esperava: v Bém... Disse ainda que você tinha tido uns namorados americanos. Eu não disse! Eu sabia! Ersa gente aqui não ixa pas- ar nada. Vivem falar dos outros. Vi no rosto Lídia uma vitorlá, pequena, nagra, a espramer-se por entre os olhos umidós. Tentei ampará-la antes que o triunfo fugisse todo ixr.ndo-a apenas triste., Mas o que tem isso? Por que você não poria namorar com americano? Os seus olhos assumiram uma expressão vaga. Disse; Bem. era isso o que eu queria saber. Lidia se chegou mais a mim a sorriu afinal, como se se visse repente aliviada um peso. A tristeza também se fô-a. Ficara a minha vergonha a crescer por ntro, me tocomodando mais do que se estivesse exposta na rua. Fomos andando. Agora ela já fala a com senvoltura. Perguntoume o que eu fazia, on era, etc. Mais três ou quatro vezes esgotamos o caminho e o reliaemos. ídonolnl na 2» AGOSTO X Na noite que res os feitos do indivíduo orm estabelecida. Se a curva é a mesma, não se senha.revistas. A não ser as publica á infelicida não temu» caía sobre o sossego da fazenda, a conversação genera izoura restabelecer o equilíbrio ne- tntretanto no mesmo nível da ções efêmeras grupos do mo mais bea e obra, como se ÚLTMOS LVROS pase a propósito da disparida oessario á existência fosse preciso aumentar os pesos no prapre adquirida tinltivamente. to DO MEU DÁRO anterior. Alguma c isa e sem- ços, só nos sobra neste moinei) entre a vida e a obra dos esescritoresto compensação da balança. Áí-slm, segundo informa Rlzzi- dro" admirável esforço dos in "A Província São Pe E um lugar comum, disee alguém, mas que sempre me biografias maldosas grans Lembrei-me então algumas ni, a primeira gazeta impressa telectunls Porto Alegre. Poi em Portugal (gazeta em que se certo a.guns dos suplementos impressiona. Eu vou mais figuras da arte, como a recitam as novas todas, etc., como ô do "A Manhã", do Rio, longe, atalhou outro, observei Jean Jacques Brousson sobre Sérgio Milliet 1641, Manuei Galhejos) spfria a censura seis autoridar- arte dé f0 Estado S.Pau- é môvaçóes como a página que a inteligência, ou melhor Anatole France, tão irritante o talento, se opõe em geral ao para cs admiradores do autor resto, a psicologia social. Pesquisas feitas pelos norte-amerl- opinião das pessoas seu meio ria Kosmos, ed. São Paulo ticasl Mas com o marquês a vantagem dá divulgação mais ora sua companheira mas na sll", Carlos Rlzzini (Livras civis, militares e eclesiasío" vaiem por unia revista, com caráter. Raramente «ncontrel "Crainquebille". E foi aí um gran artista que fosse Um que e teoria me pareceu apre8- canos o comprovam. Nós no» eleição, nos amigos dos cafés, nos críticos, nos jovens pouco enciclopédico da primei- sapareceu. Homem prático, o mentos mocratização da 1947). Apesar do aspecto um Pombal toda essa complicação ampla. São excelentes lnstru- homem bem em toda a ex" sada. Ou pelo menos incompleta. A contradição não é protro do nosso ambiente efetlví. que vinham longe para oura parte, a obra merece leltu- marquês resolveu o caso supri- cultura. Mas até quanto os te- realizamos integralmente n- tensão da palavra. Daí, sem* duvida, essa sensação sllusáo que.experimentamos ao obra, mas entre a vida publi- realida quotidiana. Para a bem. o meninote íarrista que os relação ao Brasil, vai apenas até do negar que as coisas meino- Aqui, como no» Estados Unipriamente entre a vida e a que nem sempre é o da nossa vi-lo e admirá-lo. Assim tamra cuidadosa. nfe.izmente, com mindo a imprensa. Não se poremos? conhecer o autor da obra que ca e a vida" privada. No caso menina romântica que lê romances * amor, com duques tem os olhos fixados na atitu mais interessante ficou fora voltar atrás hão ter to- na. As redações lutam contra pais aflitos imaginam perdido á npendência. O período raram muito. Mas que vonta d»s, o espirito lucro domi mais apreciamos, retrucou o do Anatole, por exemplo, suas primeiro. Nunca veríamos atitus, durante. o processo que casam cõm dactüografas, seus companheiros e se consira vitima da incompreen- dê muito breve um segundo vo! Tanto mais quanto, com o e é esperar que o autor nos dos esses ditadores da atualida- as gerencias unia luta sigual. entrar na intimida dos uses. E que eles põem em çoes poiticas contra o socialis- realida vulgar ela não ve são familiar. No fundo não há lume tão rico informações radio, não po haver "censura Ao menor abalo econômico o Dreyfus o por ocasião das rea- esse ambiente está no sonho. A corte surge. Não para o luteboi, nem para as reporiagens sua criação o melhor si mo, revelaram umo coragem coisa alguma. A8sim também vitima nem algozes, mas tão quanto o primeiro. eficiente. mesmes,-e o que sobra para a serena e uma gran elevação para o artista, poeta, pintor, somente pessoas que, embora em Folheando este, encontro um escandalosas, mas para a iitcratura sinterehsada. E se o vida normal é a escoria, volveu moral. Elas confirmam a obra, romancista, o ambiente efetivo convivência íisica, vivem isoladas uma das outras, presas es- Não é novo mas esquecemos Putnam em "Aus pormenor digno comentário. AGOSTO, X... 4 Samuel o segundo. na sua beleza estilística e no não está na vida material e iamiliar. mas no publico leitor, plritualmente a ambientes dl- sempre certos pormenores da (Edição do Departamento Esfelizmente o único exis.eme ao u.u.1 mal do veiculo jornalístico, in- Fiquei a meditar sobre esses seu fundo humano, e smentiam o ceptici-mo amável das pouco lhe importando a opiversos (não raro, antagônicos) historia, o que nos leva a estratadual nformações SãO nos paises rarefeita tnogra- trulsmos. E as provas.sua. evincia se acumularam. Fiz aparências. Por outro lado os nião dos outros. Ora o caráter daqueles em que são forçados nhar muitas situações atuais. O Paulo 1947) tem a amabülaa consirar o nivei li- * fia intelectual. a volta s conhecidos e pouces escaparam. O gran poe- alguns chefes políticos carcomi- ver para coin o grupo a Essa aparente íontradição endo período liberda penterario nossa imprensa mais íates conhecidos da vida resulta em boa parte da noçáo a permanecer. fato termos vivido um rapl- AGOSTO ta generoso, o éco sonoro das s monstram exatamente o que te pertence, para com o tre a vida e a obra, que todos samento dá-nos hoje a sensação X.-í. "Atribuli elevado que o da tmpíeosa n-- á artg um. simples reivindicações sociais, era mesqíiiriho, eííoisla, «varento, vai- privada, á bonda á gênero- bons por natureza, mas em ral. Somente numa socieda litica do momento constitui um inverso, teto é, a honestida ambiente efetivo. Não somos apontam, parece-me pois natu- que a censura policial e po- te-americano. O que o mpressionou principalmente foram ou minuí-la. papel copista é àmesqunmá-ia e dldoso. Ò autçr certo livro sida do homem familiar corresnonm o salafrarismo. o m diminuir, sprestigiar, e nica alto a baixo da piramida nessa questão, como cm viu entretanto resposta ás sanções que nos po- perfeita, homogênea e harmo- retrocesso insuportável. Na ver- Há um equivoco no-* suplementos dominicais. N:!ti píicolcg;a infantil não rahia quo vêem no mito Pigmaliào o nosso gran uma "réusslu" educar o próprio filho. O Urico melancólico todo musi;:alitía.v publica. cini-mo, o doypúdqr da vida diminuição ou sprestigio são social, em que os grupos se muitas outras, o que se ventica amigo do (tradutor iiüui,^es arü ta imitando a ^ sentimentos subjetivos, isto è. entrosarem sem conflitos uns é o senvolvimento repetido da Natureza. Cunha, Gilberto Galatéia e Freyre é Jorge Amado) que isso não passa se uma criação s e doçura, era um perverso e Na reáida toda pessoa tem so nos ferem na medida em que nos outros e todos no conjunto mesma curva. 1arte-se do do escultor nai. polielamento, acança-se a liberda- do rever-o da medalha. um cinico. O anarquista Unha um sdobramento 4e personalida e representa vários pa- dida em que damos valor á a obra com a vida e a vida, dá-se um salto para a fren- nos sentimos atingidos, na me^ cultural, fora possível conciliar parece com ninguém, é apt Se os nas uma preconceitos classe e coreestatua. jornais dão tamanha A s a vi~. tmportancia não emanava ia simpatia humana. O - péis ao meino tempo, vive opinião elheia. Para Verlaine publica com a vida privada. te no caminho da igualda sociai, e volta-se ao policiamento, (o que põe em verda porem da torça unim aos suplementos um tavor do literários uoes, * 4 * Censor do amor livre morria ntro múltiplos ambientes glorioso, adulado, o prestigio e a avor dos diretores que clumc. O puritano tinha ayenturas eiscusas. E quanto maiovo". E o que nos explica, ração da mulher burguesa que o jornal e a tipografia no Bra entre os quais só um é "efeti- a honra não estavam na consi- AGOSTO X Leio "O ca livro, imposto pelos dirigentes ame- dos palpla. la.enie e od.- quoüdianos que o fazem) cura, drontados pelos fensores em da toda isso se ve gran obra dt (Coiiiiui no Yu!..,...;,. íagiw»» -3 1 wm

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