Plano de Benefícios Escelsos II

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1 Plano de Benefícios Escelsos II 1

2 Demonstração do ativo líquido - Plano de Benefícios Escelsos II Em 31 de dezembro de 2014 e de 2013 (em milhares de Reais) Demonstração da mutação do ativo líquido - Plano de Benefícios Escelsos II (em milhares de Reais) Variação Variação 1. Ativos ,76 A) Ativo Líquido - início do exercício (7,93) Disponível 4 44 (90,91) 1. Adições ,05 Recebível ,44 Investimento Créditos privados e depósitos Ações Fundos de investimento ,67 8,57 (3,08) 6,35 (+) Contribuições (+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial (+) Reversão de Contingênciais - Gestão Previdencial (33,14) 177,65 100,00 Investimentos imobiliários ,69 Empréstimos Outros Realizáveis ,03 (100,00) 2. Destinações (59.026) (73.493) (19,68) (-) Benefícios (23.050) (17.710) 30,15 2. Obrigações (2,58) (-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (33.612) (53.744) (37,46) (-) Custeio administrativo (2.364) (2.039) 15,94 Operacional (33,51) Contingencial ,93 3. Acréscimo no ativo líquido (1 + 2) (35.153) (177,54) 3. Fundos não previdenciais ,83 (+) Provisões matemáticas (17.870) (238,69) Fundos administrativos Fundos dos investimentos ,27 11,32 (+) Fundos previdenciais (+) Superávit (Déficit) técnico do exercício (611) (2.872) (14.411) (207,35) (95,76) 4. Resultados a realizar 4. Operações transitórias B) Ativo Líquido - final do exercício (A ) ,67 5. Ativo líquido ( ) ,67 C) Fundos não previdenciais ,83 Provisões matemáticas ,29 Superávit técnico (2,97) (+) Fundos administrativos ,27 Fundos previdenciais ,43 (+) Fundos dos investimentos ,32 As notas Explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis As notas Explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis 2 3

3 Demonstração das Provisões Técnicas do Plano de Benefícios - Plano de Benefícios Escelsos II Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (em milhares de Reais) Demonstração do plano de gestão administrativa - Plano de Benefícios Escelsos II Em 31 de dezembro de 2014 e de 2013 (em milhares de Reais) Variação Variação Provisões Técnicas ( ) ,65 A) Fundo administrativo do exercício anterior ,71 1. Provisões matemáticas ,29 1. Custeio da gestão administrativa , Benefícios concedidos , Receitas ,36 Contribuição definida ,21 Custeio administrativo da gestão previdencial ,05 Beneficio definido ,77 Custeio administrativo dos investimentos , Benefícios a conceder ,16 Taxa de administração de empréstimos e financiamentos Resultado positivo dos investimentos ,44 148,39 Contribuição definida ,88 Outras receitas ,67 Saldo de contas - parcela patrocinadores Saldo de contas - parcela participantes ,65 6,86 2. Despesas administrativas (2.584) (2.170) 19,08 Beneficio definido (100,00) 2. Equilíbrio técnico (2,97) 2.1 Administração previdencial Despesas comuns (2.311) (1.983) (1.922) (1.741) 20,24 13, Resultados realizados (2,97) Despesas específicas Serviços de terceiros (328) (180) (181) (40) 81,22 350,00 Superávit técnico acumulado (2,97) Despesas gerais (148) (141) 4,96 Reserva de contingência ,42 Reserva para revisão de plano (24,61) 2.2 Administração dos investimentos (273) (248) 10,08 3. Fundos , Despesas comuns Despesas específicas (252) (21) (231) (17) 9,09 23, Fundos Previdenciais 3.2. Fundos dos Investimento - Gestão Previdencial ,43 11,32 Serviços de Terceiros Despesas gerais - (15) (4) (13) (100,00) 15,38 Outras despesas (6) 100,00 4. Exigível Operacional (33,38) 4.1. Gestão Previdencial (65,24) 3. Resultado Negativo dos Investimentos 4.2. Investimentos - Gestão Previdencial ,59 4. Insuficiência da gestão administrativa (1-2-3) ,90 5. Exigível Contingencial ,93 5. Constituição do fundo administrativo (4) , Gestão Previdencial ,93 B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) ,13 As notas Explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis As notas Explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis 4 5

4 Resumo do Demonstrativo de Investimentos Plano de Benefícios: Escelsos II (CNPB ) 1) Alocação por Segmento de Aplicação Segmento , ,7 Renda Variável , ,3 Investimentos Estruturados , ,4 Imóveis , ,4 Empréstimos Total Recursos Garantidores 2) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente Segmento Alocação Limite Resolução Limite Política de Investimentos Minímo Máximo 87, Renda Variável 10, Investimentos Estruturados 0, Imóveis 0, Empréstimos Obs.: Em agosto de 2014 ocorreu revisão da Política de Investimentos, a mesma foi aprovada em Reunião do Conselho Deliberativo realizada em 21/08/

5 3) Modalidades de Aplicação Renda Renda Variável Variável Fundos de Investimentos CAPITANIA INDEX CRÉDITO PRIVADO FIC FIRF ENERPREV ALM II ENERPREV FDO PREV DE INVEST MM CP , ,8 3,3 ENERPREV IMA-B (A) FUNDO PREVI EXCLUSIVO DE INV MM ,3 ENERPREV IMA-B (B) FUNDO PREVI EXCLUSIVO DE INV MM , , ,2 GAP FI RF CP IMOB ICATU VANGUARD ENERPREV FI RF CP LONGO PRAZO Valores a Pagar e Receber TOTAL RF 10,1 ENBR GTDP ,1 Ações Debêntures Caixa ENERPREV IBRX-100 (A) FI EM ACOES Títulos Privados Vale do Rio Doce Fundos de Investimentos ENERPREV FIC Benefit ( ) -0,1 Valores a Pagar e Receber ,2 TOTAL RV Investimentos Estruturados Fundos de Investimentos HAMILTON LANE FICFIP P2 BRASIL INFRAESTRUTURA III FIQFIP TOTAL IE Empréstimos Saldo Valores a Pagar e Receber Total EM Total Recursos Garantidores , , , Comercial (6.676) Valores a Pagar e Receber TOTAL IM Imóveis , , ,

6 4) Investimentos com Gestão Terceirizada Gestores de Recursos BB DTVM Renda Variável Gestão Terceirizada Sobre o RGRT ,9 0,8 BNP Paribas ,9 27,3 BTG Pactual ,4 17,0 Capitânia Gap ,0 0,9 Hamilton Lane Icatu Vanguarda Santander ,7 0, ,3 7, ,5 32,8 Gestão Terceirizada Total Gestão Terceirizada Total Recursos Garantidores Sobre o RGRT 10,3 10,1 Obs.: O calculado no quadro acima é com base no Total da Gestão Terceirizada e no Total Recursos Garantidores. 5) Investimentos com Gestão EnerPrev Segmento Renda Variável Imóveis , ,3 Empréstimos Total Gestão Enerprev , ,3 Total Recursos Garantidores Obs.: O calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores 6) Comparativo (Rentabilidades / Indíces de Referência / Taxa Mínima Atuarial) Segmento Rentabilidade Bruta 13,21 Rentabilidade Líquida 13,13 Índice de Referência Jan a Jul/14 Índice de Referência Agos a Dez/14 24 Selic + 50 IMA-B + 13 (IPCA + 6,03 a.a.) + INPC + 5,84 a.a. Rentabilidade Índice de Referência 13,91 13 (IPCA + 7 a.a.) Renda Variável -5,18-5, IBrX IBrX a.a -1,96 Imóveis 93,06 92,94 INPC + 5 a.a. INPC + 5 a.a. 11,54 Empréstimos 12,47 12,39 INPC + 5 a.a. INPC + 5 a.a. 11,54 Estruturado -28,21-28,26 - IPCA + 10 a.a 16,99 Consolidado 11,34 11,27 19 Selic + 39 IMA-B + 10 (IPCA + 6,03 a.a.) + INPC + 6,22 a.a. 15,26 10 (IPCA + 7 a.a.) + 20 IBrX + 2 (INPC + 5 a.a.) Meta Atuarial ( INPC + 5 a.a.a) 11,54 Obs.: Em agosto de 2014, ocorreu alteração nos índices de referência na revisão da Política de Investimentos, a mesmo foi aprovada em Reunião do Conselho Deliberativo realizada em 21/08/

7 Informações sobre a Política de Investimentos 7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos Tipo Pessoal e Encargos Valor Treinamentos/Congresso e Seminários 1.389,20 Viagens e Estadias 1.976,64 Auditoria 9.524,05 Consultorias ,69 Outros Prestadores de Serviço ,15 Cetip/Selic (Custódia) 954,94 Pis/Cofins/Outras Taxas 449,51 Outras Despesas TOTAL PLANO II - Escelsos Período: 01/2015 a 12/ , , ,83 1) Índice de Referência Participação Plano/Segmento Percentual Indexador Indexador Taxa de Juros INPC 5,84 Renda Variável IBrX-100 2,00 Investimentos estruturados IPCA 10,00 Imóveis INPC 5,00 Empréstimos e Financiamentos INPC 5,00 Plano INPC 6,22 2) Documentação / Responsáveis Nº da Ata de Aprovação: NA Data de Aprovação pelo Conselho Deliberativo: 11/12/2014 Segmento Nome CPF Cargo Plano de Benefícios Ricardo Jose Machado da Diretor de Investimentos Costa Esch Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado (AETQ) 3) Controle de Riscos (X) Risco de Mercado (X) Risco de Liquidez (X) Risco Legal (X) Risco Operacional (X) Risco de Contraparte ( ) Outros Riscos 4) Alocação dos Recursos Segmento Mínimo Máximo Alvo 70,00 80,57 Renda Variável 0,00 30,00 14,22 Imóveis 0,00 2,00 0,00 Empréstimos e Financiamentos 0,00 3,00 2,84 Investimentos Estruturados 0,00 5,00 2,37 Utiliza Derivativos? Realiza o apreçamento de ativos financeiros: Sim Possui modelo proprietário de risco: Não Realiza Estudos de ALM: Sim (X) Sim ou ( ) Não Dispõe de Manual: Sim Dispõe de Manual: Não Observação: O apreçamento dos ativos financeiros é realizado pelo agente custodiante

8 Parecer Atuarial PARECER ATUARIAL 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS EnerPrev Avaliação Atuarial de 2014 PLANO DE BENEFÍCIOS ESCELSOS II CNPB Parecer Atuarial 015/15 Atendendo às disposições da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, e da Resolução MPS/CGPC nº 18, de 28 de março de 2006, a GAMA Consultores Associados apresenta o Parecer Técnico-Atuarial do Plano ESCELSOS II, administrado e executado pela EnerPrev - Previdência Complementar do Grupo Energias do Brasil, patrocinado pela Espirito Santo Centrais Elétricas S.A. (Escelsa), pela Energest S.A. e pela própria EnerPrev, não solidárias entre si, em face da Avaliação Atuarial anual do exercício de 2014, a qual teve como objetivo o dimensionamento das Provisões Matemáticas e dos Fundos Previdenciais, bem como apuração do custo dos benefícios assegurados pelo Plano e, em decorrência, a fixação do respectivo Plano de Custeio. O Plano ESCELSOS II está registrado na Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC sob o Cadastro Nacional de Planos de Benefícios CNPB nº e encontra-se fechado para novas adesões, possuindo benefícios em forma de renda vitalícia, reajustados pelo índice do Plano (INPC), com características de Contribuição Definida (CD) na sua fase de captação e de Benefício Definido (BD) quando da sua concessão, caracterizando-se, portanto, nos termos da Resolução MPS/CGPC nº 16, de 22 de novembro de 2005, como um Plano de Benefícios da modalidade de Contribuição Variável (CV). Procedemos à Avaliação Atuarial anual do exercício de 2014, posicionada em 31/12/2014, contemplando o Regulamento e a Nota Técnica Atuarial do Plano, considerando a última alteração regulamentar aprovada por meio da Portaria MPS/PREVIC nº 664, de 29 de novembro de 2013, assim como os dados individualizados dos Participantes e Assistidos, levantados e informados pela Entidade, posicionados na data base de 31/08/2014. Ressalta-se que, para o Plano ESCELSOS II, observa-se a existência de três Grupos de Custeio, uma vez que não há solidariedade entre as Patrocinadoras. Registre-se, que o Plano está em processo de destinação de superávit, oriundo da permanência de recursos em Reserva Especial durante o triênio de 2009 a Neste sentido, no encerramento do exercício de 2011, realizou-se a destinação da Reserva Especial para os respectivos Fundos de Revisão de Plano, cuja utilização iniciou no ano de Cumpre ressaltar, também, que a EnerPrev solicitou estudo para alteração do regime financeiro dos benefícios de risco do Plano, quais sejam, aposentadoria por invalidez e pensão por morte, de Capitalização para o de Repartição de Capitais de Cobertura. A alteração foi aprovada pelo Conselho Deliberativo da Entidade, portanto, os resultados relativos à Avaliação Atuarial a que se refere esse Parecer Atuarial já observam a referida alteração, consubstanciada em Nota Técnica Atuarial. Fevereiro/

9 Adicionalmente, e em face de a EnerPrev não ter informado nenhum outro fato relevante, em conformidade com a correspondência GAMA CT 328/14 de solicitação de dados e informações para a Avaliação Atuarial anual do exercício de 2014, consideramos no seu processamento a inexistência de qualquer fato que venha a comprometer a solvência e equilíbrio financeiro e atuarial do Plano de Benefícios, conforme estabelece o artigo 80 do Decreto nº 4.942, de 30 de dezembro de 2003, dada a responsabilidade técnico-atuarial da GAMA, em relação ao Plano administrado pela Entidade. 2 RESULTADOS ATUARIAIS 2.1 EM RELAÇÃO AO GRUPO DE CUSTEIO: ESCELSA EVOLUÇÃO DOS CUSTOS Os benefícios de risco do Plano, aposentadoria por invalidez e pensão por morte, estão estruturados na modalidade de Benefício Definido, sendo avaliados sob o regime de Capitalização e pelo método de financiamento de Capitalização Financeira, para a parcela do benefício constituído em saldo de contas, e o regime de Repartição de Capitais de Cobertura, para parcela do benefício estruturada na modalidade Benefício Definido. Os benefícios programados do Plano, por estarem estruturados na modalidade Contribuição Variável, não possuem custo calculado atuarialmente. Sendo assim, os custos ora apresentados são apurados de acordo com a contribuição média efetuada pelos Participantes, somada à respectiva contrapartida patronal, em 31/08/2014. Com relação ao Grupo de Custeio - Escelsa, o custo médio total do Plano, em 31/12/2014, foi de 24,378, sendo, desses, 23,830 referentes aos benefícios programados e 0,548 aos benefícios de risco do Plano. Comparativamente ao exercício anterior, houve um aumento no custo médio total do Plano, o qual, em 2013, registrou a alíquota de 16,52 relativos ao custeio dos benefícios previdenciais. O aumento do custo deveu-se, exclusivamente, ao aumento da contribuição média dos Participantes e, consequentemente, da Patrocinadora, para os benefícios programados, observada na base cadastral desta Avaliação Atuarial em comparação ao obtido no exercício anterior VARIAÇÃO DAS PROVISÕES MATEMÁTICAS Considerando os resultados em 31/12/2014, as Provisões Matemáticas de Benefícios Concedidos PMBC do Grupo de Custeio Escelsa foram avaliadas em ,83, sendo ,14 referentes aos benefícios de renda por percentual do saldo, estruturados na modalidade de Contribuição Definida (CD), e ,69 referentes aos benefícios de renda vitalícia reajustada pelo índice do Plano, estruturados na modalidade de Benefício Definido (BD), dos quais ,44 referem-se a benefícios programados e ,25 a benefícios não programados. Já as Provisões Matemáticas de Benefícios a Conceder PMBaC foram avaliadas em ,51, sendo este valor integralmente referente aos benefícios determinados pelo método de capitalização financeira individual, estruturados na modalidade de Contribuição Definida (CD). O Grupo de Custeio Escelsa, não possui dívidas contratadas e nem Provisões Matemáticas a Constituir - PMaC na data base da Avaliação Atuarial. Desta forma, o total das Provisões Matemáticas montava ,34, em 31/12/2014. Comparativamente à Demonstração Atuarial DA de encerramento de exercício de 2013, posicionada em 31/12/2013, houve um aumento das Provisões Matemáticas do Grupo de Custeio Escelsa de 7,48, tendo sido registrado o montante de ,58 em 31/12/2013. O aumento deveu-se, em especial, ao aumento das Provisões Matemáticas apuradas com base em saldos de contas, motivada pela rentabilidade auferida no exercício de 2014 e o ingresso de novas contribuições de Participantes e Patrocinadora, bem como pela redução da hipótese da Taxa de Juros para 4,50 a.a PRINCIPAIS RISCOS ATUARIAIS O Risco Atuarial surge especialmente pela inadequação de hipóteses e premissas atuariais, as quais trazem volatilidade aos Planos de Benefícios, sendo que, para o Grupo de Custeio Escelsa, caracterizam-se, basicamente, como Demográficas, Biométricas e Econômico-financeiras, observado que as hipóteses, regimes financeiros e métodos de financiamento utilizados no Plano estão em conformidade com os princípios atuariais internacionalmente aceitos, assim como em consonância com os normativos que regem a matéria, tendo em vista o longo prazo previsto para a integralização das obrigações previdenciais. Salienta-se que as hipóteses atuariais utilizadas para fins de Avaliação Atuarial anual de 2014 do Plano foram indicadas pela EnerPrev, conforme Ata da 91ª Reunião do Conselho Deliberativo, realizada no dia 21/08/2014, na sede da EnerPrev, sendo que a Entidade estava subsidiada pelos estudos de aderência das hipóteses e premissas atuariais executados por esta Consultoria, cujos resultados foram formalizados por meio do Relatório GAMA RE 105/14, observando, assim, no que nos pertine, os ditames da Resolução MPS/CGPC nº 18/ SOLUÇÕES PARA INSUFICIÊNCIA DE COBERTURA Tendo em vista que o Grupo de Custeio - Escelsa não apresentou insuficiência de cobertura nesta Avaliação, este item não é aplicável ao presente Parecer

10 2.2 EM RELAÇÃO AO GRUPO DE CUSTEIO: ENERPREV EVOLUÇÃO DOS CUSTOS Os benefícios de risco do Plano, aposentadoria por invalidez e pensão por morte, estão estruturados na modalidade de Benefício Definido, sendo avaliados sob o regime de Capitalização e pelo método de financiamento de Capitalização Financeira, para a parcela do benefício constituído em saldo de contas, e o regime de Repartição de Capitais de Cobertura, para parcela do benefício estruturada na modalidade Benefício Definido. Os benefícios programados do Plano, por estarem estruturados na modalidade Contribuição Variável, não possuem custo calculado atuarialmente. Sendo assim, os custos ora apresentados são apurados de acordo com a contribuição média efetuada pelos Participantes, somada à respectiva contrapartida patronal, em 31/08/2014. Com relação ao Grupo de Custeio - Enerprev, o custo médio total do Plano, em 31/12/2014, foi de 17,92, sendo referentes integralmente aos benefícios programados. Comparativamente ao exercício anterior, houve uma redução no custo médio total do Plano, o qual, em 2013, registrou a alíquota de 18,25 relativos ao custeio dos benefícios previdenciais. A redução do custo deveu-se, exclusivamente, a redução da contribuição média dos Participantes e, consequentemente, da Patrocinadora, para os benefícios programados, observada na base cadastral desta Avaliação Atuarial em comparação ao obtido no exercício anterior VARIAÇÃO DAS PROVISÕES MATEMÁTICAS Considerando os resultados em 31/12/2014, as Provisões Matemáticas de Benefícios Concedidos PMBC do Grupo de Custeio Enerprev foram avaliadas em ,80, sendo sua totalidade referente aos benefícios de renda por percentual do saldo, estruturados na modalidade de Contribuição Definida (CD). Já as Provisões Matemáticas de Benefícios a Conceder PMBaC foram avaliadas em ,80, sendo integralmente referentes aos benefícios determinados pelo método de capitalização financeira individual, estruturados na modalidade de Contribuição Definida (CD). Tal fato decorre da alteração do Regime de Financiamento dos Benefícios de Risco, aposentadoria por invalidez e pensão por morte, conforme anteriormente já citada. O Grupo de Custeio - Enerprev não possui dívidas contratadas e nem Provisões Matemáticas a Constituir - PMaC na data base da Avaliação Atuarial. Desta forma, o total das Provisões Matemáticas montava, em 31/12/2014, ,60. Comparativamente à Demonstração Atuarial DA de encerramento de exercício de 2013, posicionada em 31/12/2013, houve um aumento das Provisões Matemáticas do Grupo de Custeio Enerprev de 1,51, tendo sido registrado o montante de ,49 em 31/12/2013. O aumento deveu-se, em especial, ao aumento das Provisões Matemáticas apuradas com base em saldos de contas, motivada pela rentabilidade auferida no exercício de 2014 e o ingresso de novas contribuições de Participantes e Patrocinadora, bem como pela redução da hipótese da Taxa de Juros para 4,50 a.a PRINCIPAIS RISCOS ATUARIAIS O Risco Atuarial surge especialmente pela inadequação de hipóteses e premissas atuariais, as quais trazem volatilidade aos Planos de Benefícios, sendo que, para o Grupo de Custeio Enerprev, caracterizam-se, basicamente, como Demográficas, Biométricas e Econômico-financeiras, observado que as hipóteses, regimes financeiros e métodos de financiamento utilizados no Plano estão em conformidade com os princípios atuariais geralmente aceitos, assim como em consonância com os normativos que regem a matéria, tendo em vista o longo prazo previsto para a integralização das obrigações previdenciais. Salienta-se que as hipóteses atuariais utilizadas para fins de Avaliação Atuarial anual de 2013 do Plano foram indicadas pela EnerPrev, conforme Ata da 91ª Reunião do Conselho Deliberativo, realizada no dia 21/08/2014 na sede da EnerPrev, sendo que a Entidade estava subsidiada pelos estudos de aderência das hipóteses e premissas atuariais executados por esta Consultoria, cujos resultados foram formalizados por meio do Relatório GAMA RE 105/14, observando, assim, no que nos pertine, os ditames da Resolução MPS/CGPC nº 18/ SOLUÇÕES PARA INSUFICIÊNCIA DE COBERTURA Tendo em vista que o Grupo de Custeio - Enerprev não apresentou insuficiência de cobertura nesta Avaliação, este item não é aplicável ao presente Parecer. 2.3 EM RELAÇÃO AO GRUPO DE CUSTEIO: ENERGEST EVOLUÇÃO DOS CUSTOS Os benefícios de risco do Plano, aposentadoria por invalidez e pensão por morte, estão estruturados na modalidade de Benefício Definido, sendo avaliados sob o regime de Capitalização e pelo método de financiamento de Capitalização Financeira, para a parcela do benefício constituído em saldo de contas, e o regime de Repartição de Capitais de Cobertura, para parcela do benefício estruturada na modalidade Benefício Definido. Os benefícios programados do Plano, por estarem estruturados na modalidade Contribuição Variável, não possuem custo calculado atuarialmente. Sendo assim, os custos ora apresentados são apurados de acordo com a contribuição média efetuada pelos Participantes, somada à respectiva contrapartida patronal, em 31/08/

11 Com relação ao Grupo de Custeio - Energest, o custo médio total do Plano, em 31/12/2014, foi de 20,040, sendo, desses, 19,264 referentes aos benefícios programados e 0,776 aos benefícios de risco do Plano. Comparativamente ao exercício anterior, houve um aumento no custo médio total do Plano, o qual, em 2013, registrou a alíquota de 10,19 relativos ao custeio dos benefícios previdenciais. O aumento do custo deveu-se ao aumento da contribuição média dos Participantes, e, consequentemente, da Patrocinadora, para os benefícios programados, apesar da redução do custo apurado atuarialmente relativo às obrigações do Plano com os benefícios de risco, recalculado nesta Avaliação Atuarial VARIAÇÃO DAS PROVISÕES MATEMÁTICAS Considerando os resultados em 31/12/2014, as Provisões Matemáticas de Benefícios Concedidos PMBC do Grupo de Custeio - Energest, foram avaliadas em ,26, sendo ,92 referentes aos benefícios de renda por percentual do saldo, estruturados na modalidade de Contribuição Definida (CD), e ,34 referentes aos benefícios não programados de renda vitalícia reajustada pelo índice do Plano, estruturados na modalidade de Benefício Definido (BD). Já as Provisões Matemáticas de Benefícios a Conceder PMBaC foram avaliadas em ,75, sendo integralmente referentes aos benefícios determinados pelo método de capitalização financeira individual, estruturados na modalidade de Contribuição Definida (CD). Tal fato decorre da alteração do Regime de Financiamento dos Benefícios de Risco, aposentadoria por invalidez e pensão por morte, conforme anteriormente já citada. O Grupo de Custeio - Energest não possui dívidas contratadas e nem Provisões Matemáticas a Constituir - PMaC na data base da Avaliação Atuarial. Desta forma, o total das Provisões Matemáticas montava, em 31/12/2014, ,01. Comparativamente à Demonstração Atuarial DA de encerramento de exercício de 2013, posicionada em 31/12/2013, houve um aumento das Provisões Matemáticas do Grupo de Custeio - Energest de 2,70, tendo sido registrado o montante de ,66 em 31/12/2013. O aumento deve-se, em especial, ao aumento das Provisões Matemáticas apuradas com base em saldos de contas, motivada pela rentabilidade auferida no exercício de 2014 e o ingresso de novas contribuições de Participantes e Patrocinadora, bem como pela redução da hipótese da Taxa de Juros para 4,50 a.a PRINCIPAIS RISCOS ATUARIAIS O Risco Atuarial surge especialmente pela inadequação de hipóteses e premissas atuariais, as quais trazem volatilidade aos Planos de Benefícios, sendo que, para o Grupo de Custeio Energest, caracterizam-se, basicamente, como Demográficas, Biométricas e Econômico-financeiras, observado que as hipóteses, regimes financeiros e métodos de financiamento utilizados no Plano estão em conformidade com os princípios atuariais geralmente aceitos, assim como em consonância com os normativos que regem a matéria, tendo em vista o longo prazo previsto para a integralização das obrigações previdenciais. Salienta-se que as hipóteses atuariais utilizadas para fins de Avaliação Atuarial anual de 2014 do Plano foram indicadas pela EnerPrev, conforme Ata da 91ª Reunião do Conselho Deliberativo, realizada no dia 21/08/2014 na sede da EnerPrev, sendo que a Entidade estava subsidiada pelos estudos de aderência das hipóteses e premissas atuariais executados por esta Consultoria, cujos resultados foram formalizados por meio do Relatório GAMA RE 105/14, observando, assim, no que nos pertine, os ditames da Resolução MPS/CGPC nº 18/ SOLUÇÕES PARA INSUFICIÊNCIA DE COBERTURA Tendo em vista que o Grupo de Custeio - Energest não apresentou insuficiência de cobertura nesta Avaliação, este item não é aplicável ao presente Parecer. 2.4 EM RELAÇÃO AO PLANO DE BENEFÍCIOS QUALIDADE DA BASE CADASTRAL A base cadastral encaminhada pela Entidade foi submetida a testes de consistência sendo os dados considerados suficientes para fins da Avaliação Atuarial REGRAS DE CONSTITUIÇÃO E REVERSÃO DOS FUNDOS PREVIDENCIAIS No que diz respeito aos Fundos Previdenciais, o valor de ,53, posicionado em 31/12/2014, encontra-se alocado no Fundo de Reversão de Saldo por Exigência Regulamentar, constituído através de saldos da Conta Patronal não resgatáveis e destinado à redução de contribuições futuras da Patrocinadora. Ainda, no encerramento do exercício de 2014 havia constituído o Fundo de Revisão de Plano no montante de ,07, composto pela Reserva Especial apurada na Avaliação Atuarial do exercício de 2011, a qual fora destinada, obrigatoriamente, ao referido Fundo Previdencial. O Fundo de Revisão de Plano foi subdividido, considerando a criação do Fundo de Recomposição de Reserva de Contingência - FRRC, no montante de ,03, destinado a mitigar o risco de que o processo de distribuição de superávit seja interrompido, conforme o disposto no artigo 18 da Resolução MPS/CGPC nº 26, de 29/09/2008. O montante restante, ,04, é destinado à suspensão das contribuições dos Participantes e Patrocinadoras e ao pagamento do Benefício Eventual Temporário, conforme disposto no regulamento do Plano, sendo ,39 destinados às Patrocinadoras e ,65 destinados aos Participantes e Assistidos. Conforme estudo para criação do Fundo de Cobertura de Oscilação de Riscos formalizado por meio da apresentação GAMA 072 PPT 0443/14, foi criado o referido fundo para cobertura dos Benefícios de Risco, especificamente a parcela em

12 Benefício Definido dos benefícios de aposentadoria por invalidez e pensão por morte de participante, em face da alteração do Regime Financeiro destes Benefícios. Na forma prevista em Nota Técnica Atuarial, o fundo foi constituído inicialmente pela soma da Provisão Matemática de Benefícios a Conceder dos benefícios de invalidez e pensão por morte de participante e a proporção do superávit apurado na Avaliação Atuarial do Plano. A partir de sua constituição, o Fundo de Cobertura de Oscilação de Riscos receberá as receitas oriundas das contribuições de risco e a rentabilidade incidente sobre seus recursos garantidos e, por outro lado, se destinará a fornecer contrapartida à constituição das reservas matemáticas de benefícios concedidos de invalidez e morte de participante não cobertas pelos saldos de contas. Em 31/12/2014, data de sua constituição inicial, o Fundo de Cobertura de Oscilação de Risco montava , VARIAÇÃO DO RESULTADO Considerando os valores posicionados na data de encerramento do exercício de 2014, temos que, na confrontação do Passivo Atuarial, dado pelas Provisões Matemáticas, no montante total de ,95, com o Patrimônio de Cobertura do Plano no montante de ,97, verifica-se que o Plano Escelsos II apresentou Superávit Técnico-Atuarial de ,02, em 31/12/2014. O superávit do Plano reduziu de ,25 em 31/12/2013 para ,02 em 31/12/2014, representando diminuição de 2,96, ou ,23. Essa variação deveu-se, principalmente, ao não cumprimento da meta atuarial do Plano, que no exercício de 2014 foi de 11,54 (composta por 6,23 de INPC mais taxa de juros 5,00 a.a.), enquanto que a rentabilidade do Plano no período foi de 11,34, representando uma perda atuarial equivalente a 0,18, bem como pela redução da hipótese da Taxa de Juros que contribuiu para elevação das provisões matemáticas e do valor inicial do Fundo de Cobertura de Oscilação de Risco NATUREZA DO RESULTADO Na Avaliação Atuarial de 2014, observa-se que, apesar da manutenção do resultado superavitário, no exercício o Plano apresentou déficit, o qual foi resultante de causas conjunturais, relacionadas a fatores econômico-financeiros, os quais acarretaram o não cumprimento da meta atuarial do plano. Do superávit apurado em 31/12/2014, o montante de ,01 foi alocado em Reserva de Contingência e ,01 em Reserva Especial para Revisão do Plano, em conformidade com a Resolução MPS/CGPC nº 26, de 29 de setembro de Sendo assim, a Reserva Especial completou o terceiro ano consecutivo com registro de saldo, mantida essa situação até a Avaliação Atuarial de encerramento do exercício subsequente, deverá ser realizada destinação obrigatório da Reserva Especial SOLUÇÕES PARA EQUACIONAMENTO DO DÉFICIT Tendo em vista que o Plano não apresentou insuficiência de cobertura na Avaliação Atuarial de 2014, este item não é aplicável ao presente Parecer ADEQUAÇÕES DOS MÉTODOS DE FINANCIAMENTO Adota-se, para o financiamento dos benefícios do Plano, o Regime de Capitalização conjugado com o Método de Capitalização Financeira para os benefícios programados, estruturado em Contribuição Definida. Em consequência da alteração do Regime Financeiro dos benefícios de risco, passando de Capitalização para Repartição de Capitais de Cobertura, não há método de financiamento aplicável a esses benefícios, estruturados em Benefício Definido. Portanto, os métodos utilizados estão aderentes à legislação vigente, conforme item 5 do Anexo da Resolução MPS/CGPC nº 18/ OUTROS FATOS RELEVANTES 1) As hipóteses atuariais do Plano são aplicáveis exclusivamente ao cálculo dos benefícios de risco, especificamente em relação à determinação das obrigações para cobertura dos benefício por invalidez ou morte de Participante, e para determinar a conversão do saldo acumulado em benefício por renda vitalícia, quando a opção do Participante recai neste tipo de renda, sendo que, neste caso, influenciam nos Fatores Atuariais e no cálculo anual das provisões matemáticas desses benefícios, considerando a modelagem descrita na Nota Técnica Atuarial do Plano. As hipóteses foram definidas pela Entidade, estando esta subsidiada pelos testes de aderência das hipóteses e premissas atuariais executados por esta Consultoria, registrado no Relatório GAMA 072 RE 105/14; 2) Dentre as hipóteses atuariais adotadas na Avaliação Atuarial do exercício de 2014, comparativamente às adotadas para o exercício de 2013, procederam-se às seguintes alterações: a. Fator de Capacidade: 0,9779 em substituição a 0,9781; b. Crescimento Salarial: 0,94 a.a. em substituição a 0,98 a.a.; e c. Taxa de Juros: 4,50 a.a. em substituição a 5,00 a.a.. 3) Para fins da Avaliação Atuarial posicionada em 31/12/2014, os valores de patrimônio, ativos de investimentos, fundo administrativo e exigíveis do Plano foram os informados pela Entidade, conforme consta do Balancete Contábil do Plano do mês de dezembro de 2014; 4) Dentre os ativos de investimentos, conforme informado, parcela destes estava contabilizada pela curva do papel e mantida até o vencimento, sendo que, para tal, a Entidade atestou a possibilidade de sua manutenção com base em estudo de Asset Liability Management - ALM, conforme exigência da Resolução MPAS/CGPC nº 4, de 30/01/2002, e suas alterações posteriores;

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