INFORME EPIDEMIOLÓGICO 002/2015

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1 SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL Assessoria de Informação Epidemiológica e Ambiental LIRAa Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (Incluindo levantamento sobre o Aedes albopictus) \\ RELATÓRIO DE MARÇO DE 2015 Rio de Janeiro, 29 de Abril de 2015.

2 O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), como descrito em seu nome, foi idealizando com vistas ao monitoramento da população (e dispersão) do vetor da Dengue. Contudo, com a introdução da Febre de Chikungunya em nosso país, a metodologia passou a ser adotada também para o monitoramento do Aedes albopictus, que também é capaz de transmitir a doença. A Febre de Chikungunya é uma doença parecida com a Dengue, causada pelo vírus CHIKV, da família Togaviridae, que tem seu modo de transmissão também pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado e, menos comumente, pelo mosquito Aedes albopictus, justificando a importância deste monitoramento, visto que, ambas as espécies têm todas as condições de espalhar esses vírus durante o verão. O LIRAa, realizado periodicamente pelos municípios do Estado do Rio de Janeiro, fornece o Índice de Infestação Predial (IIP) e o Índice de Infestação em Depósitos (Índice de Breteau IB) do Aedes aegypti e do Aedes albopictus, isso o torna um importante instrumento de orientação, pois identifica as áreas prioritárias para medidas e ações estratégicas de controle e combate ao mosquito, visando à redução dos índices de infestação municipais e, consequentemente, o controle da Dengue e da Febre de Chikungunya. Em cada município, agentes de saúde visitam residências e outros tipos de imóveis, para inspecionar e identificar os criadouros, e ao encontrar, coletar as larvas ou pupas para análise em laboratório. De acordo com as Diretrizes Nacionais para Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue (2009), os parâmetros para classificação dos estratos e dos municípios, quanto à infestação pelo Aedes aegypti (e também adotados para o Aedes albopictus), são: Menor que 1%: SATISFATÓRIO De 1% e 3,99%: ALERTA Acima de 3,99%: RISCO. Levantamento de Março de 2015: Aedes Aegypti Em 2015, o segundo levantamento foi realizado no inicio da 12ª semana epidemiológica, compreendida entre os dias 15 a 21 de Março de Com base nas informações recebidas dos municípios, configurou-se o seguinte cenário para o Estado: Dos 92 municípios, 82 (89,1%) informaram a realização do levantamento. Destes, 24 (29,3%) classificados como satisfatórios e 52 (63,4%) em alerta e 06 (7,3%) em risco. Neste ciclo, 10 municípios não informaram (10,9%). Foram pesquisados 874 estratos amostrais. Destes, 326 (37,30%) classificados como satisfatório, 447 (51,1%) em alerta e 101 (11,6%) em risco, este último, distribuído em 06 municípios. Municípios que apresentaram estratos classificados com Risco, por região (31): Metropolitana I (08): Belford Roxo (29 estratos: 19 satisfatórios, 07 em alerta e 03 em Risco); Duque de Caxias (54 estratos: 04 satisfatórios, 31 em alerta e 19 em Risco); Itaguaí (08 estratos: 04 satisfatórios, 03 em alerta e 01 em Risco) e; Japeri (06 estratos: 01 satisfatório, 03 em alerta e 02 em Risco); Magé (14 estratos: 04 satisfatórios, 08 em alerta e 02 em Risco); Nova Iguaçu (43 estratos: 10 satisfatórios, 27 em alerta e 06 em Risco); Queimados (09 estratos: 01 satisfatório, 07 em alerta e 01 em Risco); Rio de Janeiro (251 estratos: 105 satisfatórios, 136 em alerta e 10 em Risco); Página 2 de 7

3 Metropolitana II (04): Itaboraí (18 estratos: 01 satisfatório, 08 em alerta e 09 em risco); Niterói (19 estratos: 04 satisfatórios, 13 em alerta e 02 em risco); São Gonçalo (52 estratos: 16 satisfatórios, 31 em alerta e 05 em risco); Tanguá (03 estratos: 01 satisfatório, 00 em alerta e 02 em risco); Médio Paraíba (04): Barra do Pirai (04 estratos: 00 satisfatório, 01 em alerta e 03 em Risco); Itatiaia (04 estratos: 01 satisfatório, 02 em alerta e 01 em Risco); Pirai (02 estratos: 00 satisfatório, 00 em alerta e 02 em Risco); Volta Redonda (12 estratos: 04 satisfatórios, 05 em alerta e 03 em Risco); Baixada Litorânea (04): Araruama (11 estratos: 04 satisfatórios, 06 em alerta e 01 em risco); Armação de Búzios (08 estratos: 04 satisfatórios, 03 em alerta e 01 em risco); Iguaba Grande (04 estratos: 0 satisfatório, 03 em alerta e 01 em risco); Rio das Ostras (10 estratos: 01 satisfatório, 05 em alerta e 04 em risco); Centro Sul Fluminense (01): Paraíba do Sul (09 estratos: 04 satisfatórios, 04 em alerta e 01 em risco); Baía da Ilha Grande (02): Angra dos Reis (17 estratos: 01 satisfatório, 10 em alerta e 06 em risco); Paraty (03 estratos: 00 satisfatório, 01 em alerta e 02 em risco); Noroeste Fluminense (03): Miracema (03 estratos: 00 satisfatório, 02 em alerta e 01 em risco); Porciúncula (02 estratos: 00 satisfatório, 01 em alerta e 01 em risco); Santo Antônio de Pádua (02 estratos: 00 satisfatório, 01 em alerta e 01 em risco); Norte Fluminense (02): Campo dos Goytacazes (17 estratos: 03 satisfatórios, 11 em alerta e 03 em risco); Macaé (10 estratos: 01 satisfatório, 07 em alerta e 02 em risco); Serrana (02): Nova Friburgo (03 estratos: 00 satisfatório, 02 em alerta e 01 em risco); Petrópolis (11 estratos: 04 satisfatórios, 06 em alerta e 01 em risco); Todas as regiões apresentam estratos em alto risco colocando os municípios que fazem fronteira com estes em estado de Alerta, a fim de impossibilitar a propagação do vetor nestas regiões. Página 3 de 7

4 Mapa LIRAa: Março de 2015 Distribuição de estratos do LIRAa por classificação e por região: Março de % 90% 80% 7,8% 2,9% 29,5% 29,6% 14,8% 11,0% 15,8% 9,7% 8,6% 9,1% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 43,3% 48,9% 67,6% 48,2% 22,2% 57,3% 27,9% 52,2% 36,8% 53,5% 30,7% 45,1% 45,2% 56,9% 34,5% 63,6% 27,3% 0% Satisfatório Alerta Risco Página 4 de 7

5 Depósitos predominantes (onde foram encontrados focos do vetor com mais frequência): Depósitos para armazenamento de água ao nível do solo para uso doméstico; Depósitos móveis (pequenos e médios depósitos que armazenam água e não podem ser descartados. Ex.: vasos, frascos, pratos, pingadeiras, bebedouros e etc.). A predominância desses depósitos indica a necessidade de ações locais e articuladas entre as áreas responsáveis pela distribuição de água, controle de vetores, educação em saúde, mobilização social e coleta regular de lixo. Contudo, considerando os dados epidemiológicos, as informações sobre o vírus circulante e os resultados do LIRAa, persiste a necessidade de manter as ações de controle do vetor durante todo o ano. A predominância dos depósitos destinados ao armazenamento de água para consumo, apesar de ser uma característica histórica de nosso estado, foi agravada pelo recente período de estiagem que perdurou de julho de 2014 à março de Em comparação ao LIRAa realizado em março de 2014, houve uma aumento no número de municípios que realizaram o levantamento (de 76 para 82) e também no número de estratos (de 599 em 2014 para 874 em 2015). Quanto à classificação, os satisfatórios aumentaram de 320 para 326 em 2015, em alerta aumentaram de 260 para 447 em 2015 e os em risco apresentaram um aumento de 19 para 101 estratos. Os 06 municípios que apresentaram os maiores Índices de Infestação Predial foram: Paraty (7,7%), Santo Antônio de Pádua (5,3%), Barra do Pirai (5,1%) e Itaboraí (4,5%), Nova Friburgo (4,0 %) e Pinheiral (5,6%). A sazonalidade tem grande impacto no LIRAa, isto porque o clima interfere diretamente no comportamento e na reprodução do vetor, logo, não se deve comparar os IIP de períodos distintos. No entanto, é possível utilizar alguns resultados do levantamento imediatamente anterior como parâmetro. Neste caso, comparado ao realizado em Janeiro de 2015, observa-se uma diminuição de municípios classificados como satisfatório e um aumento nos que se encontrava em alerta e também em alto risco. Contudo, o Estado do Rio de Janeiro se mantém na categoria de ALERTA. Levantamento de Março de 2015: Aedes albopictus O presente levantamento tem como objetivos, descrever e analisar a evolução da infestação pelo Aedes albopictus nas regiões urbanas dos municípios e discutir seu possível papel de elo entre as formas silvestre e urbana da transmissão do vírus. O vetor consegue se dispersar muito bem entre a mata e a cidade. Como existem vários vírus circulando em ambiente silvestre, o Aedes albopictus, por sua característica exofílica, se torna um vetor com potencial para se infectar com um vírus silvestre e levar este vírus para o ambiente urbano. Esse mosquito tem demonstrado elevada capacidade para utilizar uma ampla variedade de criadouros artificiais no território urbano, sem abandonar ecótopos naturais. As formas imaturas desse mosquito nas áreas urbanas se mantêm, principalmente, em pneus, caixa d água, vasos de plantas, latas, garrafas, bebedouros de animais e/ou ainda outros objetos que retenham água (Ministério da Saúde, 1998). Neste levantamento, 82 municípios que informaram o LIRAa, em 59 foi encontrado o vetor, evidenciando sua presença em todas as regiões do Estado, como vemos no mapa a seguir. Observamos aumento em relação a Janeiro de Página 5 de 7

6 Mapa do LIRAa: Índice de Infestação Predial para Aedes albopictus, Março de 2015 Os 05 municípios que apresentaram os maiores Índices de Infestação Predial para Aedes albopictus foram: Pirai (4,10%), Varre Sai (4,1%), Guapimirim (3,7%), Angra dos Reis (2,6%) e Miracema (3,0%), ficando clara que a presença do vetor se estende por todas as regiões, embora fique evidente sua concentração nas regiões mais ao sul do estado. Tendo em vista a distribuição do Aedes aegypti e do Aedes albopictus em nosso estado, faz-se necessário reforçar os critérios técnicos e ajustar as ações com o olhar para o controle de ambos, reorganizando estruturas e reavaliando estratégias que tenham como metas evitar a transmissão da Dengue e da Febre de Chikungunya. No próximo mapa estão evidentes os municípios onde há a presença simultânea dos vetores em áreas urbanas, fato que acentua o grau de risco de transmissão, principalmente, da Febre de Chikungunya. Considerando que o Aedes albopictus transita entre as áreas urbana e rural, é importante que estes municípios estendam sua área de cobertura para além dos limites das áreas urbanas, enquanto houver residências e a presença do vetor. Página 6 de 7

7 Mapa do LIRAa: Presença dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em áreas urbanas, simultaneamente, Março de Suporte Técnico Estadual do LIRAa: Rua México, 128 Sala 418 Castelo Rio de Janeiro/RJ Tel.: (21) / / Contatos: Jorge Freitas / Luiz Eduardo / Marcello Bahouth Assessoria de Informação Epidemiológica e Ambiental: Rua México, 128 Sala 402/A Castelo Rio de Janeiro/RJ Tel.: (21) / Assessor: Milton Carlos da Silva Araujo Página 7 de 7

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