ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR ACADEMIA BOMBEIRO MILITAR CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS

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1 ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR ACADEMIA BOMBEIRO MILITAR CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS A VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA PLUVIAL PARA FINS NÃO POTÁVEIS NO ÂMBITO DA ACADEMIA BOMBEIRO MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS LEANDRO ALFREDO GARCIA GOIÂNIA 2014

2 LEANDRO ALFREDO GARCIA A VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA PLUVIAL PARA FINS NÃO POTÁVEIS NO ÂMBITO DA ACADEMIA BOMBEIRO MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS Artigo Monográfico apresentado em cumprimento às exigências para término do Curso de Formação de Oficiais, sob a orientação do MAJ QOC Carlos Borges dos Santos. GOIÂNIA 2014

3 LEANDRO ALFREDO GARCIA A VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA PLUVIAL PARA FINS NÃO POTÁVEIS NO ÂMBITO DA ACADEMIA BOMBEIRO MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS Artigo Monográfico apresentado em cumprimento às exigências para término do Curso de Formação de Oficiais, sob a orientação do MAJ QOC Carlos Borges dos Santos. Avaliado em / / APROVADO POR: TC QOC - JONAS Henrique Moreira Bueno TC QOC - AMI De Souza Conceição MAJ QOC - EMERSON Divino Gonçalves Ferreira GOIÂNIA 2014

4 A VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA PLUVIAL PARA FINS NÃO POTÁVEIS NO ÂMBITO DA ACADEMIA BOMBEIRO MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS RESUMO O presente trabalho sugere a implantação de um sistema de captação e reutilização da água de chuva para fins não potáveis no âmbito da Academia Bombeiro Militar do Estado de Goiás. A água captada será utilizada especificamente na lavagem de viatura e equipamentos, rega de jardins e limpeza das dependências da Academia de um modo geral. Isso porque ao longo dos anos a água tornou-se um recurso cada vez mais escasso, principalmente, devido ao seu mau uso, como também o desenvolvimento desordenado das cidades, crescimento populacional, entre outros fatores. Para obtenção dos dados foram utilizados índices pluviométricos do município de Goiânia GO, coletados pela Secretaria de Meteorologia e Hidrologia do Estado de Goiás SIMEHGO na Estação 102 Heliponto Goiânia (EC30154A). O estudo em questão fez um levantamento da média anual do consumo (m³) e gastos (em moeda corrente) com água tratada utilizada pela Academia Bombeiro Militar. Diante dos cálculos apresentados obteve um valor estimado de gastos com água tratada no valor de R$ 8.799,61 (oito mil setecentos e noventa e nove reais e sessenta e um centavos), resultando em uma economia estimada de 38%. Foi realizada uma análise da viabilidade econômica de implantação do sistema, onde através de uma pesquisa de mercado foi levantado o custo relativo à implantação do sistema, orçado em R$ 3.709,70 (três mil setecentos e nove reais e setenta centavos). A implantação do sistema na ABM segue como modelo padrão o sistema do Projeto Cerrado Vivo, sediado no munícipio de Goianésia GO. Palavras-chave: água de chuva, sistema de captação, reutilização.

5 ABSTRACT The present work suggests the implementation of a system to capture and reuse of rainwater for non-potable purposes within the Academy Firefighter of the State of Goias Military. The water collected will be used specifically for washing vehicle and equipment, watering gardens and cleaning the premises of the Academy in general. That's because over the years the water has become an increasingly scarce resource, mainly due to its misuse, as well as the disorderly development of cities, population growth, among other factors. GO, collected by the Institute of Meteorology and Hydrology of the State of Goiás - SIMEHGO at Station Helipad Goiânia (EC30154A) to obtain data rainfall in the municipality of Goiânia were used. This study surveyed the average annual consumption (m³) and costs (in cash) with treated water used by the Military Firefighter Academy. Considering the presented calculations obtained an estimated value of spending on water treated in the amount of R $ 8, (eight thousand seven hundred ninety-nine real and sixty-one cents), resulting in an estimated 38% savings. An analysis of the economic feasibility of implementing the system, which through a market survey was conducted was raised the cost on the system deployment, budgeted at R$ 3, (three thousand seven hundred and nine real and seventy cents). The deployment of the ABM system follows default model system Cerrado Vivo Project, based in the municipality of Goianésia - GO. Key-words: Rainwater, Catchment System, Water reuse.

6 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO REVISÃO DA LITERATURA A escassez de água Histórico do aproveitamento da água pluvial no mundo Histórico do aproveitamento da água pluvial no Brasil A água de chuva Benefícios do aproveitamento da água de chuva Aspectos Legais O sistema de aproveitamento da água de chuva e sua composição Dimensionamento do volume de água captada METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Dimensionamento da área para captação da água de chuva Índice pluviométrico anual do município de Goiânia Levantamento da média anual de consumo de água tratada pela ABM Levantamento da média anual de gastos com água tratada pela ABM Volume de água possível de ser captado pelo sistema Estimativa de gastos de água tratada na lavagem de viaturas, matérias operacionais, calçadas e rega de jardim em um mês na ABM Economia de gastos de água tratada Levantamento do custo de implantação do sistema de captação da água de chuva CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 27

7 7 1. INTRODUÇÃO A água é o recurso natural mais importante que temos, pois é um bem vital para nossa sobrevivência, porém, nos dias atuais temos tratado essa substância tão preciosa de maneira inconsequente, em virtude do uso indiscriminado, contaminação, causando desequilíbrio ecológico pela ação crescente e escassez, pois vivemos em uma sociedade que se desenvolve industrialmente, economicamente, com ofertas de novos produtos, resultantes do desenvolvimento tecnológico sendo altamente consumista. A Organização das Nações Unidas (ONU), no dia 22 de março de 1992, elaborou a Declaração Universal dos Direitos da Água, com o intuito de alcançar a todos para que se esforcem a desenvolver o respeito aos direitos e obrigações nela anunciados. preceitua que: O art. 7 da Declaração Universal dos Direitos da Água (1992) A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis. A água se torna símbolo de importância, um recurso cada vez mais escasso e valioso, devido à sua má distribuição, ao aumento populacional no planeta, à crescente degradação dos recursos hídricos, resultado de ações indiscriminadas por parte do homem, tornando parte da água disponível imprópria para os diversos usos das atividades humanas. Assim sendo, com o objetivo de reduzir o consumo de água, através de ações tecnológicas e econômicas, deu-se início ao desenvolvimento de diversos programas de uso racional, como o aproveitamento de águas pluviais através de um sistema de coleta, o qual se mostra como sendo uma solução inovadora tanto do ponto de vista técnico quanto econômico. O sistema de captação da água de chuva consiste em recolher e armazenar a água para que ela seja reaproveitada para fins não potáveis. A

8 8 utilização da coleta traz benefícios a todos da sociedade, como a redução na demanda do consumo da água tratada, proporciona economia financeira reduzindo investimentos públicos em infraestrutura, e também protege e poupa o meio ambiente. A água reaproveitada será utilizada na lavagem de viaturas, rega de jardins, instruções e limpeza das dependências da Academia Bombeiro Militar de um modo geral, entre outras finalidades, as quais se mostrarão necessárias. É uma maneira eficiente de se obter um grande volume de água em um período de tempo curto, com grande benefício, pois sempre haverá reserva da água em épocas de seca ou até mesmo em caso de falta d água no caso da escassez. Com efeito, o presente trabalho se mostra de grande relevância em razão do emprego da água potável em atividades que podem ser supridas com a água de chuva e, além disso, vai ao encontro do que preconiza o Planejamento Estratégico , dentro de uma das suas perspectivas, que é desenvolver ações voltadas à preservação do meio ambiente. Desta feita, o artigo desenvolvido tem como finalidade a análise da implantação de um sistema de captação e armazenamento da água de chuva para fins não potáveis no âmbito da Academia Bombeiro Militar do Estado de Goiás, tendo como parâmetros dados como: área para captação da água de chuva, média anual do índice pluviométrico no município de Goiânia, média anual de consumo e gasto com água tratada e o custo real de implantação do sistema, focando a viabilidade econômica e ambiental do sistema, como uma alternativa para reduzir custos com água tratada e contribuir com a preservação do meio ambiente, proporcionando uma correta destinação desse bem.

9 9 2. REVISÃO DA LITERATURA 2.1. A escassez de água A escassez de água no mundo é um problema grave e decorre de fatores como desigualdade social, falta de manejo e usos sustentáveis dos recursos naturais, o crescimento populacional e também poluição dos mananciais. Em uma economia mundial cada vez mais integrada a escassez cruza fronteiras. Segundo dados da UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), menos da metade da população mundial tem acesso hoje à água potável. (CETESB, 2014). E quando nos referimos à quantidade de água disponível no mundo, há uma atenção para esse fato, pois a mesma se encontra cada vez mais restrita, em especial a água doce. No Brasil os números também são preocupantes, mesmo sendo considerado um país rico em termos hídricos, ele enfrenta problemas relacionados com a distribuição espacial. Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente (CONSUMO SUSTENTÁVEL: Manual de educação, 2005), o Brasil abriga cerca de 13,7% de toda a água doce do mundo, sendo que desse total, 73% encontra-se na bacia Amazônica e apenas 27% está disponível para as demais regiões do país. O Estado de São Paulo já está passando por uma fase histórica de escassez da água, segundo Fernando Mellis, do R7, especialistas explicaram que, além do problema climático, o desperdício de água, seja por mau uso ou por vazamentos na rede, piorou a situação, e que nem a construção de grandes obras evitaria os problemas futuros. Segundo um estudo de 2011 do Instituto Trata Brasil, 36% da água tratada não é aproveitada na capital paulista. A ONU (Organização das Nações Unidas) prevê em seu Relatório Global sobre Desenvolvimento e Água 2014 que, em 2030, a população mundial vai necessitar de 40% a mais de água. Uma forma de encontrar meios para preservar a água potável, sendo uma alternativa para diminuir a escassez, pode ser através de um sistema de coleta

10 10 e reaproveitamento da água pluvial, para que possa ser utilizada em diversas situações. Com isso haveria uma redução no uso de água tratada, e redução nos gastos com a água potável Histórico do aproveitamento da água pluvial no mundo Desde a antiguidade se tem história do aproveitamento da água de chuva. O primeiro registro do uso da água de chuva foi na pedra Mohabita, na data de 830 a.c, achada na antiga região de Moab, perto de Israel. Outro registro importante de reaproveitamento é na Fortaleza dos Templários localizada na cidade de Tomar em Portugal em 1160 d.c, a qual era abastecida com água de chuva, conforme a figura 1. Figura 1- Fortaleza dos Templários; cidade de Tomar, Portugal, construída em Fonte: Virgílio Campos-História Antiga A captação da água de chuva também é uma prática muito difundida em países como a Austrália e a Alemanha, onde novos sistemas vêm sendo desenvolvidos, permitindo a captação da água de boa qualidade de maneira simples e bastante eficiente em termos de custo benefício. Atualmente, em países como Holanda, a água de chuva é coletada para evitar transbordamento dos canais que rodeiam o país, situado abaixo do nível do mar, e é usada em irrigação e fontes ornamentais. Também na ilha de Creta são

11 11 encontrados inúmeros reservatórios escavados em rochas anteriores a 3000 a.c. com a finalidade de aproveitamento da água de chuva para o consumo. Um dos países que mais utiliza sistema de aproveitamento da água pluvial, além de promover estudos e pesquisas nessa área, é o Japão, onde a coleta ocorre de forma bastante intensa e difundida, em especial Tóquio Histórico do aproveitamento da água pluvial no Brasil No Brasil, aproximadamente há 20 anos, existiam poucas experiências de reutilização da água de chuva. No entanto, no nordeste brasileiro a falta de água nos açudes, lagoas e nos rios, que são temporários nesta região, e a salinidade das águas subterrâneas são fatores que levaram parte da população a utilizar a água da chuva, conforme ilustra a figura 2. (DA SILVA & DE ALMEIDA, 2014). O Decreto nº de 26 de Julho de 2011, institui o Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Água - ÁGUA PARA TODOS, coordenado pelo Ministério da Integração Nacional, com o foco de levar água para 750 mil famílias do semiárido brasileiro até final de A capacidade de armazenamento de cada cisterna é de 16 mil litros de água, suficiente para abastecer por seis meses uma família de cinco pessoas. (MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, 2014). A utilização da água de chuva também foi encontrada nas fortalezas construídas pelos portugueses na Ilha de Santa Catarina, sendo uma delas a fortaleza na Ilha de Ratones no século XVIII, onde não possuía água doce e havia uma cisterna para armazenar água dos telhados para o consumo das tropas como também para outros usos. Porém, uma das instalações mais antiga de sistema de captação da água de chuva é em Fernando de Noronha, desde 1943, onde foram construídas pelos norte-americanos. (RECRIAR, 2014).

12 12 Figura 2 Sistema de captação da água de chuva do semiárido brasileiro (cisternas). Fonte: Agência Brasil 2.4. A água de chuva Segundo a NBR /2007 é a água resultante de precipitações atmosféricas coletada em coberturas, telhados, onde não haja circulação de pessoas, veículos ou animais. A tecnologia do reaproveitamento da água de chuva vem crescendo e se desenvolvendo, dando ênfase a conservação de água. O sistema de aproveitamento para consumo não potável é utilizado em vários países há anos. Em geral, a água de chuva só deve ser usada para fim não potável, principalmente em regiões industriais, onde é grande a poluição atmosférica. A utilização da água de chuva reduz o escoamento superficial e dá chance à restauração do ciclo hidrológico nas áreas urbanas, além de trazer o benefício da conservação da água e reduzir a dependência excessiva das fontes superficiais de abastecimento, sendo este extremamente necessário para garantir o desenvolvimento sustentável.

13 Benefícios do aproveitamento da água de chuva Segundo (MAY, 2004), há diversos pontos positivos na utilização de um sistema de reutilização de água pluvial, pois estes contribuem para a redução do consumo de água potável diminuindo os custos de água fornecida pelas companhias de abastecimento; minimização dos riscos de enchentes e preservação do meio ambiente reduzindo, assim, a escassez de recursos hídricos. Estima-se uma economia de água no setor público, ou seja, a água tratada deixa de ser utilizada dando lugar à água de chuva, podendo ser empregada em diversas atividades. A utilização da água de chuva traz várias vantagens como (FERREIRA, 2011 apud AQUASTOCK, 2005, p.1): Redução do consumo de água da rede pública e do custo de fornecimento da mesma; evita a utilização de água potável onde esta não é necessária, como por exemplo, na descarga de vasos sanitários, irrigação de jardins, lavagem de pisos e carros; os investimentos de tempo, atenção e dinheiro são mínimos para adotar a captação de água pluvial na grande maioria dos telhados, e o retorno do investimento é sempre positivo; faz sentido ecológica e financeiramente, não desperdiçar um recurso natural escasso em toda a cidade, e disponível em abundância em todos os telhados; ajuda a conter as enchentes, represando parte da água que teria de ser drenada para galerias e rios; encoraja a conservação de água, a auto-suficiência e uma postura ativa perante os problemas ambientais da cidade Aspectos Legais No Brasil temos o Decreto Federal nº , de 10 de julho de 1934, também chamado de Código de Águas. No Titulo V do Capitulo V, temos alguns artigos específicos quanto à água pluvial: Art Consideram-se águas pluviais, as que procedem imediatamente das chuvas. Art As águas pluviais pertencem ao dono do prédio onde caírem diretamente, podendo o mesmo dispor delas á vontade, salvo existindo direito em sentido contrário. Parágrafo único. Ao dono do prédio, porém, não é permitido: 1º, desperdiçar essas águas em prejuízo dos outros prédios que delas se possam aproveitar, sob pena de indenização aos proprietários dos mesmos; 2º, desviar essas águas de seu curso natural para lhes dar outro, sem consentimento expresso dos donos dos prédios que irão recebê-las [...] Art A todos é licito apanhar estas águas.

14 14 Foi criada também a Norma Brasileira, a NBR /2007, a qual estabelece os requisitos para aproveitamento da água de chuva de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis. A norma traz todos os parâmetros para a concepção de um sistema de aproveitamento da água de chuva, condições gerais e os métodos de cálculos para dimensionamento dos reservatórios, calhas e condutores, e instalações prediais. Alguns Estados também possuem leis municipais para o aproveitamento da água pluvial. Em destaque para a Lei Complementar n 155/2006 do município de Goiânia, a qual faz referência ao sistema de captação de águas pluviais para aproveitamento em finalidade que não exija o uso de água potável, em projetos populares elaborados pela prefeitura. (FERREIRA, 2011) O sistema de aproveitamento da água de chuva e sua composição O sistema de captação e armazenamento da água de chuva é uma tecnologia social e sustentável a partir da cobertura, que são telhados ou lajes de qualquer tipo de edificação, como casas, prédios residenciais e comerciais, indústrias etc.(cerrado VIVO, 2014). Para a construção do sistema de reutilização da água de chuva, o Projeto Cerrado Vivo utiliza-se da técnica ferrocimento, composta de uma armação de ferro e tela de arame subdividida e distribuída em meio à massa forte de cimento e areia, permitindo a construção rápida e econômica dos reservatórios de armazenamento da água coletada. O reservatório tem capacidade de armazenar 20 mil litros de água da chuva. (CERRADO VIVO, 2014). O funcionamento de um sistema de coleta e reutilização da água pluvial consiste de um modo geral, na captação da água da chuva que cai sobre os telhados ou lajes da edificação. A água é conduzida até o local de armazenamento através de calhas, condutores horizontais e verticais, passando por equipamentos de filtragem. Após passar pelo filtro, a água é armazenada em um reservatório. (MARINOSK, 2007). Vale ressaltar que, a água desse sistema que se pretende implantar é retirada através da ação da gravidade, ou seja, não se utiliza bomba.

15 15 De acordo com o Projeto Cerrado Vivo (2014), o sistema de captação da água de chuva tem a seguinte composição: Área de captação: superfície de coleta da precipitação pluviométrica e calhas de recolhimento da água; Tubulações: filtro e canais de transporte entre a superfície de coleta e o tanque de armazenamento; Cisternas ou tanques de armazenamento: onde a água coletada é armazenada. A proposta de implantação do sistema de captação da água de chuva para fins não potáveis no âmbito da Academia Bombeiro Militar será igual ao do 6 Destacamento Bombeiro Militar de Ceres GO, inaugurado no dia 27/01/2014, conforme ilustra a figura 3, onde foi feita uma parceria com o Projeto Cerrado Vivo, patrocinado pela Petrobrás, através do Programa Petrobrás Ambiental, localizado no município de Goianésia - GO. O Projeto Cerrado Vivo tem suas ações voltadas à conservação dos recursos hídricos, do solo e à proteção da fauna e flora. (CERRADO VIVO, 2014). Figura 3 - Sistema de Captação da Água de Chuva no 6 DBM em Ceres - GO Fonte: Cerrado Vivo (www.cerradovivo.com.br) 2.8. Dimensionamento do volume de água captada Apesar da NBR /2007 trazer vários métodos para o dimensionamento do sistema de captação da água de chuva, utilizaremos o

16 16 referenciado por Carneiro e Cerqueira (2014), os quais estimam o volume de água a ser captada pela seguinte equação: V= A x P x C Onde: V = volume de água de chuva a ser captado (m³), A = área do telhado (m²), P = precipitação anual na região (média/ano), C = coeficiente de escoamento Coeficiente de escoamento superficial De acordo com a NBR /2007 é o coeficiente que representa a relação entre o volume total de escoamento superficial e o volume total precipitado, variando conforme a superfície. Segundo Ferreira, (2011 apud HAGEMANN, 2009): O coeficiente de escoamento superficial C é um adimensional resultante da relação entre o volume de água que escoa sobre uma superfície e o volume de água precipitada sobre a mesma. No valor de C estão incluídas as perdas, que podem ocorrer devido à infiltração, evaporação entre outras. Um valor muito utilizado para o coeficiente de escoamento superficial é de 0,8, ou seja, estima-se que 20% da água precipitada não contribuem para o escoamento. Verifica-se pela tabela 1 abaixo, que a variação do coeficiente de escoamento depende do tipo de material do telhado. Assim, para o cálculo do volume de água a ser captada, adotaremos o valor de 0,8 para o coeficiente de escoamento. Material Tabela 1 - Coeficiente de Runoff médios Coeficiente de Runoff (C) Telhas cerâmicas 0,80 a 0,90 Telhas esmaltadas 0,90 a 0,95 Telhas corrugadas de metal 0,80 a 0,90 Cimento amianto 0,80 a 0,90 Plástico, PVC 0,90 a 0,95 Fonte: Plínio Tomaz (2003).

17 17 3. METODOLOGIA Para realização desse estudo utilizou-se coberturas existentes e previstas como possíveis áreas de captação de água da chuva na Academia Bombeiro Militar do Estado de Goiás. O método empregado para demonstrar a viabilidade da economia de água obtida através de um sistema de coleta de água da chuva para fins não potáveis compreende as seguintes etapas: levantamento daárea para captação da água de chuva, levantamento da média anual do índice pluviométrico do município de Goiânia, levantamento da média anual de consumo e gasto com água tratada e a análise econômica da viabilidade de implantação do sistema. Em especial, para o dimensionamento do volume de água a ser coletado pelo sistema, foi utilizado o método de Carneiro e Cerqueira. Além disso, o coeficiente de escoamento (C) terá o valor igual a 0,8, adotado por Plínio Tomaz. O presente trabalho é também baseado em uma revisão bibliográfica de artigos técnicos e acadêmicos, monografias, dissertação de mestrado, para que haja uma melhor compreensão do que foi proposto. A proposta de implantação do sistema de captação da água de chuva na Academia Bombeiro Militar segue como modelo padrão os sistemas construídos pelo Projeto Cerrado Vivo.

18 18 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS De acordo com o levantamento dos dados, os resultados são elencados e discutidos a seguir: 4.1. Dimensionamento da área para captação da água de chuva Segundo Ferreira, (2011 apud HAGEMANN, 2009): A captação por meio de telhado é uma das técnicas mais utilizadas uma vez que tem como fator positivo para o sistema a ação da gravidade, e quanto maior suas dimensões maiores são o volume captado. Para o dimensionamento da área de captação da água de chuva foi considerado a estrutura do telhado da parte frontal da Academia Bombeiro Militar do Estado de Goiás, situada na Avenida Pedro Paulo de Sousa, Qd HC-4, Goiânia 2, Goiânia GO. A referida área é calculada em m² e calcula-se sua superfície projetada (comprimento x largura), a qual possui 43 metros de comprimento por 16 metros de largura, computando assim uma área estimada para captação de 688 m 2 (seiscentos e oitenta e oito metros quadrado), conforme detalhado na figura 3. Figura 3 Telhado de captação da ABM. Fonte: Google Earth.

19 Índice pluviométrico anual do município de Goiânia O índice pluviométrico mede quantos milímetros chove por ano em um m², resultado do somatório da quantidade da precipitação de água (chuva, neve, granizo) num determinado local durante um dado período de tempo. Os dados da média do índice pluviométrico foram repassados pela Secretaria de Meteorologia e Hidrologia do Estado de Goiás SIMEHGO, colhidos na Estação Heliponto Goiânia (EC30154A). O índice médio pluviométrico anual foi resultado da somatória dos valores médios mensais dos índices pluviométricos entre 2010 e 2013, ou seja, num período de quatro anos, conforme tabela 2, sendo obtida uma média anual de aproximadamente 1.631,4 mm ao ano. Tabela 2 Média do índice pluviométrico (mm) por mês na estação de observação climática de Goiânia, entre 2010 e JAN FEV MAR ABR MAI JUN ,7 233,8 101,75 21,1 12,65 JUL AGO SET OUT NOV DEZ 0,5 0,15 23,4 138,85 255,85 347,65 Média Anual = 1631,4 mm Fonte: SIMEHGO (2014). Verifica-se que a média anual de 1631,4 mm de chuva no município de Goiânia está dentro da média do índice pluviométrico anual do Estado de Goiás, que oscila entre a mm, ocorrendo chuvas mais concentradas no verão. De acordo com Ferreira, 2011 apud SIMEGHO, esse índice tem permanecido estável ao longo dos últimos anos, tendo muito das vezes, uma diferenciação de precipitação entre os meses, chovendo mais em alguns e menos em outros.

20 Levantamento da média anual de consumo de água tratada pela ABM A média anual de consumo de água tratada gasta pela ABM foi resultado da somatória da média de consumo mensal entre os anos de 2010 e 2013, registrando assim um consumo anual de 3.389,75 m³ de água, conforme demonstrado na tabela 3. Tabela 3 Média/mês (m 3 ) de consumo de água da ABM, entre 2010 e JAN FEV MAR ABR MAI JUN 197,5 227,5 302,75 311,25 285,25 297,75 JUL AGO SET OUT NOV DEZ 253, , ,5 330,5 Média Anual = 3.389,75 m³ de água consumida Fonte: SANEAGO (2014) Levantamento da média anual de gastos com água tratada pela ABM De posse dos valores do m³ da água e da taxa de esgoto, repassados pela Central de Abastecimento do Estado de Goiás SANEAGO (2014) descobrimos o valor em reais do consumo de água tratada pela ABM. Assim, o valor de gastos de água tratada da ABM foi resultado da multiplicação da média anual de consumo de água tratada, conforme a tabela 3, em m 3, pelo valor cobrado pela SANEAGO do m 3 e da taxa de esgoto, onde foi obtida uma despesa anual no valor de R$ ,56 (trinta e três mil duzentos e dezenove reais e cinquenta e seis centavos) por ano com o consumo de água tratada, conforme ilustra a tabela 4. Tabela 4 Valores estimados de gastos com água tratada pela ABM/ano. Média/Ano Valor R$ m 3 m 3 Total R$ Valor R$ Taxa de Esgoto Total R$ Valor Total / Ano R$ 3.389,75 4, ,78 4, , ,56 Valor do m 3 da Água Tratada = R$ 4, 90 (quatro reais e noventa centavos) Valor da Taxa de Esgoto Cobrado= 100 % do valor do m 3 (R$ 4, 90) Fonte: SANEAGO (2014).

21 Volume de água possível de ser captado pelo sistema Para o dimensionamento do volume de água possível de ser captada pela ABM, foi utilizada a equação referenciada por Carneiro e Cerqueira (2014), conforme se segue: V= A x P x C Onde: V = volume de água de chuva a ser captado (m³) A = área do telhado em estudo (m²) P = precipitação anual na região (média/ano), C = coeficiente de escoamento do telhado Com efeito, como foi explanado acima (tabela 1), o valor do coeficiente de escoamento superficial será considerado como 0,8, assim sendo, teremos o seguinte resultado: V = 688 (m 2 ) x 1.631,4(mm) x 0,8 V= 897,92 m³/ano Dessa forma, com uma área de captação de aproximadamente 688 m 2 de um telhado corrugado de metal, considerando o coeficiente C= 0,8, em uma região onde se tem um índice pluviométrico de 1.631,4 mm ao ano, é possível captar um volume de água pluvial de aproximadamente litros, ou seja, 897, 92 m 3 por ano Estimativa de gastos de água tratada na lavagem de viaturas, materiais operacionais, calçadas e rega de jardim em um mês na ABM Para obtenção do resultado estimado de gastos de água tratada na ABM, multiplicamos o volume de água desprendida por cada atividade pela quantidade de ações realizadas diariamente num intervalo de 30 dias, onde tomamos como base para o cálculo o que está ilustrado na tabela 5.

22 22 Tabela 5 Nº de atividades realizadas por dia em um mês que consumiram água tratada, e valores de gastos de água, em litros, por atividade. Atividade Nº /Dia Gastos de Água/Litros* Lavagem de 04 viaturas Veículos Lavagem de calçada Jardim (5 meses) Lavagem de materiais Total Litros/Dia Total Litros/Mês Total Litros/Ano 216 lts/30min lts/15min lts/10min lts/15min TOTAL GERAL * Fonte: SABESP (2014). Percebe-se que a quantidade de água possível de ser captada na ABM, aproximadamente 897,92 litros por ano é superior ao que é consumido, de forma que mesmo no tempo de estiagem, conseguimos suprir 100% do total de água tratada empregada nas atividades não potáveis no âmbito da ABM Economia de gastos de água tratada Diante dos resultados anteriores, é possível saber quanto se tem de economia por ano, no gasto de água tratada utilizando-se a água da chuva coletada, tomando como base os valores cobrados pelo m 3 de água tratada e de taxa de esgoto pela SANEAGO (2014), conforme ilustra a tabela 6. Volume Captado Tabela 6 Valor a ser economizado/ano com a captação da água de chuva. Valor R$ m3 Economia R$ Valor Taxa de esgoto R$ Total R$ Economia / Ano R$ 897,92 4, , 80 4, , ,61 Fonte: SANEAGO (2014). Portanto, utilizando o total de água captada de 897,92 litros por ano, observa-se que o sistema poderá proporcionar uma economia estimada de aproximadamente 38% (trinta e oito por cento) do total consumido no ano e consequentemente uma economia anual de R$ 8.799,61 (oito mil setecentos e noventa e nove reais e sessenta e um centavos).

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