Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas de Boa Vista e Maio, SA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas de Boa Vista e Maio, SA"

Transcrição

1 Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas de Boa Vista e Maio, SA MISSÃO E OBJECTIVOS Iª APOIBM, Ilha da Boa Vista, 15 de Outubro de 2009

2 NATUREZA SOCIETÁRIA E Sociedade CAPITAL SOCIAL anónima de capitais exclusivamente públicos, distribuídos da seguinte forma: Estado de Cabo Verde 51% Município da Boa Vista 35% Município do Maio 14%

3 ÓRGÃOS SOCIAIS Mesa da Assembleia Geral Conselho de Administração Conselho Fiscal Comissão Executiva

4 MISSÃO Planeamento físico, gestão e administração das Zonas Turísticas Especiais (ZTE s ZTE s) das ilhas de Boa Vista e Maio Assegurar a compatibilização entre o desenvolvimento turístico e o desenvolvimento ambiental, infra- estrutural e urbanístico

5 OBJECTIVOS FINAIS OFERTA DE PRODUTOS TURÍSTICOS DE ELEVADA QUALIDADE AMBIENTAL, ARQUITECTÓNICA, DE ALOJAMENTO E LAZER PLENO DESENVOLVIMENTO DAS ILHAS DE BOA VISTA E MAIO E FORTE CONTRIBUTO PARA O CRESCIMENTO ECONÓMICO DE CABO VERDE: CRIAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE POPULAÇÕES INCREMENTO DO PIB VIDA DAS

6 INSTRUMENTOS LEGISLAÇÃO ADEQUADA UMA EMPRESA BEM ESTRUTURADA UM PLANO DE TRABALHOS ADEQUADO FINANCIAMENTO SUFICIENTE

7 LEGISLAÇÃO VIGENTE DECRETO-LEGISLATIVO Nº 1/2005 ATRIBUI ÀS SOCIEDADES DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO EM GERAL COMPETÊNCIAS DE PLANEAMENTO E DE APROVAÇÃO DE PROJECTOS TURÍSTICOS NAS ZONAS TURÍSTICAS ESPECIAIS, E À SDTIBM PODERES ESPECIAIS E DE AUTORIDADE NAS ZTE s DAS ILHAS DA BOA VISTA E DO MAIO CONVIDA A CONJUGAÇÃO DE ESFORÇOS DA SDTIBM COM OS MUNICÍPIOS PARA COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJECTOS URBANÍSTICOS GARANTE AOS EXPROPRIADOS O PAGAMENTO DAS INDEMNIZAÇÕES DEVIDAS

8 LEGISLAÇÃO VIGENTE (Cont) DECRETO-LEI Nº 36/2005 CRIA A SDTIBM, SA APROVA ESTATUTOS QUE PERMITEM A DELEGAÇÃO DOS PODERES DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO NUMA DIRECÇÃO CONTRATADA DECRETO-LEI Nº 16/2007 APROVA NOVOS ESTATUTOS QUE AFASTAM O MODELO DE GESTÃO DELEGADA, PASSANDO A SDTIBM A SER UMA EMPRESA EM TOTAL CONFORMIDADE COM O CÓDIGO DAS EMPRESAS COMERCIAIS, EMBORA CONTINUE DETENDO OS PODERES ESPECIAIS E DE AUTORIDADE PREVISTOS NO DECRETO-LEGISLATIVO N.º 1/2005 DE 31 DE JANEIRO

9 ORGANOGRAMA DA SDTIBM

10 ORGANOGRAMA DA SDTIBM (Cont) É A ESTRUTURA LÓGICA OPERACIONAL DA EMPRESA AS CÉLULAS NÃO CORRESPONDEM NECESSARIAMENTE A POSTOS DE TRABALHO NESTA FASE, SÃO FREQUENTES SITUAÇÕES DE ACUMULAÇÃO MULTIDISCIPLINARIEDADE AS E

11 PLANO DE TRABALHOS ADEQUADO 4 LINHAS DE ACTUAÇÃO: UMA NUCLEAR, OU FULCRAL PLANEAMENTO DO ORDENAMENTO TURÍSTICO DAS ZONAS DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO INTEGRAL (ZTDI s) NA BOA VISTA E NO MAIO E PROMOÇÃO DAS INFRA- ESTRUTURAS

12 PLANO DE TRABALHOS ADEQUADO (Cont) TRÊS SATÉLITES DO NÚCLEO: PROMOÇÃO DA REALIZAÇÃO PRESSUPOSTOS VIABILIZANTES ACTIVIDADE DA SDTIBM DOS DA INFORMAÇAO E RELAÇÕES PÚBLICAS PROMOÇÃO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL (FESBEM)

13 ACTIVIDADE NUCLEAR FASE 1 ELABORAÇÃO DE ESTUDOS PREPARATÓRIOS FASE 2 DEFINIÇÃO DAS OPÇÕES ESTRUTURANTES PARA O DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DAS ILHAS DA BOA VISTA E DO MAIO FASE 3 ARRANQUE DO TRABALHO DE ELABORAÇÃO DOS POT s - PLANOS DE ORDENAMENTO TURÍSTICO PARA AS ACTUAIS ZDTI S NA BOA VISTA E NO MAIO CARACTERIZAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS A EMPREENDER E A PROMOVER

14 ACTIVIDADE NUCLEAR (Cont) FASE 4 PUBLICAÇÃO DOS PLANOS APROVADOS, NA SUA FORMA LEGAL APROVAÇÃO DO REGULAMENTO DE CRITÉRIOS PARA APRESENTAÇÃO, AVALIAÇÃO E SELECÇÃO DOS PROJECTOS TURÍSTICOS APROVAÇÃO DO REGULAMENTO DE CEDÊNCIA DE TERRENOS INÍCIO DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO E SELECÇÃO DE PROJECTOS, E DE NEGOCIAÇÃO COM OS PROMOTORES

15 ACTIVIDADE NUCLEAR (Cont) FASE 5 APROVAÇÃO DE MASTERPLANS E PROJECTOS CONTRATUALIZAÇÃO DE CEDÊNCIAS DE TERRENOS EMISSÃO DE PARECERES PARA: LICENCIAMENTO MUNICIPAL DE OBRAS ATRIBUIÇÃO DE UTILIDADE TURÍSTICA VALIDAÇÃO DE CONVENÇÕES DE ESTABELECIMENTO FISCALIZAÇÃO

16 ELABORAÇÃO DE ESTUDOS PREPARATÓRIOS ILHA DA BOAVISTA ÁREA PROPÍCIA A TURISMO CONVENCIONAL ÁREA DE PROTECÇÃO AMBIENTAL E ECO-TURISMO

17 ELABORAÇÃO DE ILHA ESTUDOS MAIO PREPARATÓRIOS ÁREA DE PROTECÇÃO AMBIENTAL E ECO-TURISMO ÁREA MISTA BOLSAS DE TURISMO E DE PROTECÇÃO

18 ELABORAÇÃO DE ESTUDOS PREPARATÓRIOS Agro-florestal BOA VISTA Agro-florestal MAIO

19 ELABORAÇÃO DE ESTUDOS PREPARATÓRIOS Geologia BOA VISTA Geologia MAIO

20 ELABORAÇÃO DE ESTUDOS PREPARATÓRIOS Aptidão Construção BOA VISTA Aptidão Construção MAIO

21 PUBLICAÇÃO DOS PLANOS APROVADOS, NA SUA FORMA LEGAL CHAVE Ilha da Boa Vista MORRO DE AREIA Ilha da Boa Vista

22 PUBLICAÇÃO DOS PLANOS APROVADOS, NA SUA FORMA LEGAL SANTA MÓNICA Ilha da Boa Vista

23 PUBLICAÇÃO DOS PLANOS APROVADOS, NA SUA FORMA LEGAL SUL VILA MAIO Ilha do Maio

24 PUBLICAÇÃO DOS PLANOS APROVADOS, NA SUA FORMA LEGAL RIBEIRA D. JOÃO Ilha do Maio

25 APROVAÇÃO DE MASTERPLANS E PROJECTOS Master Plan de Lacacão Ilha da Boavista

26 APROVAÇÃO DE MASTERPLANS E PROJECTOS

27 APROVAÇÃO DE MASTERPLANS E PROJECTOS

28 FINANCIAMENTO SUFICIENTE ÚNICA RECEITA DA SDTIBM: PRODUTO DA CEDÊNCIA DE TERRENOS DAÍ SER FUNDAMENTAL QUE OS TERRENOS DAS ZDTI s SEJAM PROPRIEDADE DA SDTIBM ANTECIPAÇÃO DA RECEITA POR RECURSO AO CRÉDITO, DESDE QUE SE OFEREÇA TERRENOS COMO GARANTIAS DAS INFRA-ESTRUTURAS NECESSÁRIAS, ALGUMAS CORRESPONDEM A INVESTIMENTOS REPRODUTIVOS E OUTRAS A INVESTIMENTOS NÃO REPRODUTIVOS AINDA PODEM SER NECESSÁRIAS INDEMNIZAÇÕES COMPENSATÓRIAS DA SDTIBM PARA COBERTURA DE DÉFICES DE EXPLORAÇÃO TEMPORÁRIOS

29 CONSIDERAÇÕES FINAIS QUEREMOS PROMOVER UM DESENVOLVIMENTO TURISTICO DE ELEVADA QUALIDADE ESTÉTICA, COM BAIXA DENSIDADE DE OCUPAÇÃO DOS SOLOS E OFERTA DE PRODUTOS TURÍSTICOS DE TOPO DE GAMA: HOTEIS DE LUXO E 5 ESTRELAS, SPA, GOLF, MARINAS AMBICIONAMOS QUE OS VALORES AMBIENTAIS E ECOLÓGICOS DAS ILHAS DA BOA VISTA E DO MAIO CONSTITUAM O PRINCIPAL ATRACTIVO PARA O TURISTA E O SEGREDO DO ÊXITO DO ESFORÇO DE PROMOÇÃO

30 CONSIDERAÇÕES FINAIS (Cont) ASPIRAMOS A QUE O DESENVOLVIMENTO DA OFERTA TURISTICA ESTEJA APOIADO NUM SUPORTE INFRAESTRTURAL DE ESTRADAS, ELECTRICIDADE, AGUA, SISTEMA DE SANEAMENTO E TELECOMUNICAÇOES DE QUALIDADE COMPARÁVEL AO QUE MELHOR EXISTE EM DESTINOS CONSAGRADOS FINALMENTE, PRETENDEMOS IMPLANTAR UM MODELO QUANTITATIVO E QUALITATIVO DE DESENVOLVIMENTO TURISTICO QUE TENHA GRANDE SIGNIFICADO ECONOMICO E SOCIAL PARA AS ILHAS DA BOA VISTA E DO MAIO E PARA O PAÍS

31 OBRIGADO!!!

Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas de Boa Vista e Maio MISSÃO E OBJECTIVOS JULHO DE 2012

Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas de Boa Vista e Maio MISSÃO E OBJECTIVOS JULHO DE 2012 Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas de Boa Vista e Maio MISSÃO E OBJECTIVOS MISSÃO E OBJECTIVOS JULHO DE 2012 JULHO DE 2012 NATUREZA SOCIETÁRIA E CAPITAL SOCIAL A SDTIBM é uma Sociedade anónima

Leia mais

PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO

PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO Projecto final Projecto final Plano de Pormenor para a Unidade de Planeamento UP1de Santo Amador - Moura PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO Janeiro de 2010 1. INTRODUÇÃO De acordo com o prescrito

Leia mais

A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE. Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013

A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE. Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013 A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013 Formação APRESENTAÇÃO Graduada em Planeamento e Desenvolvimento do Turismo ULHT Lisboa Portugal Pós-graduada e especialista

Leia mais

REGIME JURÍDICO DO TURISMO NO ESPAÇO RURAL

REGIME JURÍDICO DO TURISMO NO ESPAÇO RURAL REGIME JURÍDICO DO TURISMO NO ESPAÇO RURAL O Turismo no Espaço Rural consiste no conjunto de actividades e serviços de alojamento e animação a turistas em empreendimentos de natureza familiar realizados

Leia mais

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA ILHA DE SANTIAGO

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA ILHA DE SANTIAGO GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA ILHA DE SANTIAGO O processo de criação de um sistema intermunicipal e o desafio da sua viabilização Gilberto SILVA Sumário 1. O quadro legal e institucional de gestão

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. 2710 Diário da República, 1.ª série N.º 87 6 de Maio de 2009

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. 2710 Diário da República, 1.ª série N.º 87 6 de Maio de 2009 2710 Diário da República, 1.ª série N.º 87 6 de Maio de 2009 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA Assembleia Legislativa Decreto Legislativo Regional n.º 12/2009/M Adapta à Região Autónoma da Madeira o Decreto -Lei

Leia mais

Curriculum Vitae. Nome Ricardo Hermano de Sousa Alves Ferreira. Data de Nascimento 05/03/1955, em Moçambique. Morada Urbanização Terraços do Pinhal,

Curriculum Vitae. Nome Ricardo Hermano de Sousa Alves Ferreira. Data de Nascimento 05/03/1955, em Moçambique. Morada Urbanização Terraços do Pinhal, Curriculum Vitae Dados Pessoais Nome Ricardo Hermano de Sousa Alves Ferreira Nacionalidade Portuguesa Data de Nascimento 05/03/1955, em Moçambique Estado Civil Casado Morada Urbanização Terraços do Pinhal,

Leia mais

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE Apresentado por :Zefanias Chitsungo (Director Nacional de Habitação e Urbanismo) INTRODUÇÃO Moçambique tem mais de 20 milhões de habitantes; sendo que

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL. o o CONSELHO DE MINISTROS 138 I SÉRIE Nº 5 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 31 DE JANEIRO DE 2005

ASSEMBLEIA NACIONAL. o o CONSELHO DE MINISTROS 138 I SÉRIE Nº 5 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 31 DE JANEIRO DE 2005 138 I SÉRIE Nº 5 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 31 DE JANEIRO DE 2005 ASSEMBLEIA NACIONAL Resolução nº 119/VI/2005 de 31 de Janeiro A Assembleia Nacional vota nos termos da alínea n) do artigo 174º

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado Abril 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 3 3. Quadro Legal 6 2

Leia mais

MINISTÉRIOS DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO

MINISTÉRIOS DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Diário da República, 2.ª série N.º 80 23 de Abril de 2008 18537 - Direcção -Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural; - Direcção -Geral dos Recursos Florestais; - Direcção Regional de Agricultura e

Leia mais

Jornadas Técnicas de Água e Saneamento da África Sub-Saheliana Apresentação da Situação de Abastecimento de Água e Saneamento em Cabo Verde

Jornadas Técnicas de Água e Saneamento da África Sub-Saheliana Apresentação da Situação de Abastecimento de Água e Saneamento em Cabo Verde Jornadas Técnicas de Água e Saneamento da África Sub-Saheliana Apresentação da Situação de Abastecimento de Água e Saneamento em Cabo Verde ABRIL DE 2009 Índice Apresentação da ELECTRA, SA Papel da empresa

Leia mais

Figura 3.1 Alcar-do-Algarve em flor... 4

Figura 3.1 Alcar-do-Algarve em flor... 4 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 2 2. O PROJECTO... 3 3. DESCRIÇÃO DO AMBIENTE AFECTADO... 3 4. PRINCIPAIS IMPACTES... 5 5. MEDIDAS MINIMIZADORAS... 6 6. PROGRAMAS DE MONITORIZAÇÃO... 6 ÍNDICE DE FIGURAS Figura

Leia mais

PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA

PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA Maria do Rosário Partidário, Sofia Antunes, Júlio de Jesus e Marta Garcia LOCALIZAÇÃO Localizado no Concelho

Leia mais

LEGISLAÇÕES/2013 ÁREA BANCÁRIA

LEGISLAÇÕES/2013 ÁREA BANCÁRIA LEGISLAÇÕES/2013 ÁREA BANCÁRIA Lei nº 27/VIII/2013, de 21/01/2013- Estabelece Medidas de Natureza Preventiva e Repressiva Contra o Terrorismo e o seu Financiamento e Proceder à primeira Alteração ao Código

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel. PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.pt Transparência e Segurança: www.jogoremoto.pt A REGULAÇÃO EM PORTUGAL

Leia mais

A REFORMA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS TERRITORIAIS E O SEU IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO LOCAL

A REFORMA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS TERRITORIAIS E O SEU IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO LOCAL A REFORMA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS TERRITORIAIS E O SEU IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO LOCAL PRINCIPAIS NOVIDADES DO REGIME JURÍDICO DOS INSTRUMENTOS DE GESTÃO TERRITORIAL José António Lameiras 13 de Julho de

Leia mais

ADEQUAÇÃO DOS PRODUTOS TURÍSTICOS

ADEQUAÇÃO DOS PRODUTOS TURÍSTICOS ADEQUAÇÃO DOS PRODUTOS TURÍSTICOS ADEQUAÇÃO DOS PRODUTOS TURÍSTICOS Objectivos fundamentais Produtos a desenvolver ADEQUAÇÃO DOS PRODUTOS TURÍSTICOS Objectivos fundamentais Determinam o elenco e o standard

Leia mais

Apresentação Pública das Oportunidades de Investimentos nas Ilhas de Boa Vista e Maio INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

Apresentação Pública das Oportunidades de Investimentos nas Ilhas de Boa Vista e Maio INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Apresentação Pública das Oportunidades de Investimentos nas Ilhas de Boa Vista e Maio Boa Vista, Outubro de 2009 INCENTIVOS AO INVESTIMENTO AGENCIA CABO VERDIANA DE PROMOÇÃO DE INVESTIMENTOS 1 AGÊNCIA

Leia mais

DECRETO-LEI N.º 165/86 de 26 de Junho

DECRETO-LEI N.º 165/86 de 26 de Junho DECRETO-LEI N.º 165/86 de 26 de Junho A especial situação geográfica da Madeira e as características bem específicas da sua economia levaram o Governo a autorizar, nos termos do Decreto-Lei n.º 500/80,

Leia mais

PROXIMIDADE AEROPORTUÁRIA: CONTRIBUTOS PARA UMA LEITURA SÓCIO-ECOLÓGICA

PROXIMIDADE AEROPORTUÁRIA: CONTRIBUTOS PARA UMA LEITURA SÓCIO-ECOLÓGICA PROXIMIDADE AEROPORTUÁRIA: CONTRIBUTOS PARA UMA LEITURA SÓCIO-ECOLÓGICA João Craveiro, Margarida Rebelo, Marluci Menezes, Paulo Machado Laboratório Nacional de Engenharia Civil Departamento de Edifícios

Leia mais

Entidade Visada: ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações; PT Comunicações, S.A.; EDP Distribuição de Energia, S.A.

Entidade Visada: ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações; PT Comunicações, S.A.; EDP Distribuição de Energia, S.A. Processo: R-36/04 Entidade Visada: ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações; PT Comunicações, S.A.; EDP Distribuição de Energia, S.A. Assunto: Ordenamento do território servidões administrativas propriedade

Leia mais

Sumário. Princípio da autonomia financeira. Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local

Sumário. Princípio da autonomia financeira. Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local Sumário Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local Regime financeiro das A.L. Autonomia financeira Principio Conceito Receitas municipais principais fontes Taxas municipais

Leia mais

INICIATIVA JESSICA. Fundo de Desenvolvimento Urbano Turismo. Faro, 22 de maio de 2013

INICIATIVA JESSICA. Fundo de Desenvolvimento Urbano Turismo. Faro, 22 de maio de 2013 INICIATIVA JESSICA Fundo de Desenvolvimento Urbano Turismo Faro, 22 de maio de 2013 O Turismo na economia Peso no PIB Peso no Emprego Peso nas Exportações Peso dos Mercados O Turismo e a Regeneração Urbana

Leia mais

DESTAQUES LEGISLATIVOS DEZEMBRO 2013

DESTAQUES LEGISLATIVOS DEZEMBRO 2013 ANGOLA JANEIRO 2014 VISÃO GLOBAL, EXPERIÊNCIA LOCAL DESTAQUES LEGISLATIVOS DEZEMBRO 2013 AMBIENTE DESPACHO N.º 2746/13, MINISTÉRIO DO AMBIENTE DIÁRIO DA REPÚBLICA Iª SÉRIE N.º 235, DE 6 DE DEZEMBRO DE

Leia mais

Província de Cabinda

Província de Cabinda Província de Cabinda Conselho de Ministros Decreto-Lei n.º 1/07 De 2 de Janeiro Considerando a necessidade da aprovação do Estatuto Especial para a Província de Cabinda estabelecido nos termos do Memorando

Leia mais

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto AEIPS - CASAS PRIMEIRO

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto AEIPS - CASAS PRIMEIRO Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto AEIPS - CASAS PRIMEIRO 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto(s) Casas Primeiro Promotor(es) : Sigla AEIPS - Associação para o Estudo e Integração Psicossocial

Leia mais

A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12

A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12 A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12 AGENDA 2 I. CONSIDERAÇÕES GERAIS II. PRINCIPAIS INSTRUMENTOS LEGAIS E CONTRATUAIS III. REGULAÇÃO DO SECTOR PETROLÍFERO

Leia mais

Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor Programa de Execução e Plano de Financiamento Janeiro 2014

Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor Programa de Execução e Plano de Financiamento Janeiro 2014 PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO DO PLANO PORMENOR DA MARGEM DIREITA DA FOZ DO RIO JAMOR - OEIRAS Câmara Municipal de Oeiras ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 2 OBJECTIVOS DO PP... 2 2.1 Objectivos

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Cabo Verde Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Cabo Verde Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Cabo Verde Condições Legais de Acesso ao Mercado Maio 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 5 3. Quadro Legal 7 2 1. Regime

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio ao Cooperativismo

Regulamento Municipal de Apoio ao Cooperativismo Regulamento Municipal de Apoio ao Cooperativismo Considerando a necessidade de apoiar a criação e a consolidação de cooperativas residentes no concelho. Considerando a necessidade de incentivar a expansão

Leia mais

LINHAS DE CRÉDITO AO INVESTIMENTO NO TURISMO

LINHAS DE CRÉDITO AO INVESTIMENTO NO TURISMO LINHAS DE CRÉDITO AO INVESTIMENTO NO TURISMO LINHAS DE CRÉDITO PME INVESTE PROTOCOLO BANCÁRIO TP NATUREZA Conjuntural Estrutural OBJECTIVO Facilitar o acesso das empresas do sector ao crédito Promover

Leia mais

QUINTA DA OMBRIA - FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO RELATÓRIO DE GESTÃO RELATIVO AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011

QUINTA DA OMBRIA - FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO RELATÓRIO DE GESTÃO RELATIVO AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 QUINTA DA OMBRIA - FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO RELATÓRIO DE GESTÃO RELATIVO AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 INTRODUÇÃO o presente relatório é elaborado visando dar cumprimento

Leia mais

NOVO REGIME DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SECTOR PETROLÍFERO

NOVO REGIME DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SECTOR PETROLÍFERO NOVO REGIME DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SECTOR PETROLÍFERO A Lei n.º 28/11, de 01.09., estabelece as bases gerais de organização e funcionamento aplicáveis às seguintes atividades: (i) refinação

Leia mais

PROCONVERGENCIA ORIENTAÇÃO N.º 1/2011 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

PROCONVERGENCIA ORIENTAÇÃO N.º 1/2011 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES PROCONVERGENCIA PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA ORIENTAÇÃO N.º 1/2011 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO FEDER Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional Abril de 2011 PROCONVERGENCIA

Leia mais

- PERFIL DO GRUPO - O Portfólio de negócios, obedece a um critério de maturidade e geração de valor, no qual o Grupo, concilia:

- PERFIL DO GRUPO - O Portfólio de negócios, obedece a um critério de maturidade e geração de valor, no qual o Grupo, concilia: GRUPO FERREIRA A GFH, é um Grupo sólido e inovador, detendo um curriculum de projectos de qualidade reconhecida, com um portfólio de negócios diversificado, e que aposta no processo de internacionalização,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS EMPRESÁRIOS ANJE

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS EMPRESÁRIOS ANJE ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS EMPRESÁRIOS ANJE Bruno Nunes brunonunes@anje.pt www.anje.pt 14 de Dezembro Gouveia 1ª Encontro de Jovem Produtor de Queijo da Serra da Estrela ANJE Introdução O que é: Associação

Leia mais

Preâmbulo. 3. Todos os restantes apoios e subsídios serão concedidos sob a forma de protocolo. 1/7

Preâmbulo. 3. Todos os restantes apoios e subsídios serão concedidos sob a forma de protocolo. 1/7 Preâmbulo Recentemente, um estudo efectuado pela União Europeia demonstra de uma forma clara que Portugal, é o país dos "Quinze" que tem uma menor percentagem de população a praticar desporto. Urge criar

Leia mais

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Dezembro 2007 Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º Âmbito e objecto 1. O presente regulamento visa definir as normas e

Leia mais

Redes de Acesso Unificado: Oportunidade ou Necessidade

Redes de Acesso Unificado: Oportunidade ou Necessidade Cisco Innovation Day 20 maio 2014 Porto Estádio do Dragão O que é a APDL? APDL Administração dos Portos do Douro e Leixões, SA - Sociedade Anónima de capitais exclusivamente públicos Tem como função a

Leia mais

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL Nº 42/2006 CRIA O PROGRAMA JOVENS AO CENTRO

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL Nº 42/2006 CRIA O PROGRAMA JOVENS AO CENTRO DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL Nº 42/2006 CRIA O PROGRAMA JOVENS AO CENTRO Considerando que hoje os jovens sentem grandes dificuldades para se autonomizarem das suas famílias; Considerando que uma sociedade

Leia mais

MAPA DE PESSOAL - 2012 (art.º 5.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro e art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 209/2009, de 03 de Setembro)

MAPA DE PESSOAL - 2012 (art.º 5.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro e art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 209/2009, de 03 de Setembro) MAPA DE PESSOAL - 202 (art.º 5.º da Lei n.º 2-A/2008, de 27 de Fevereiro e art.º.º do Decreto-Lei n.º 209/2009, de 0 de Setembro) GERAL, FINANÇAS E MODERNIZAÇÃO Decreto-Lei n.º 05/09, de 2/0. DEPARTAMENTO

Leia mais

Acordo e declaração internacional dos Institutos e Associações de Urbanistas profissionais dos países da Comunidade Económica Europeia

Acordo e declaração internacional dos Institutos e Associações de Urbanistas profissionais dos países da Comunidade Económica Europeia Acordo e declaração internacional dos Institutos e Associações de Urbanistas profissionais dos países da Comunidade Económica Europeia Considerando que: 1-A qualidade da organização física, social e económica

Leia mais

Distribuição das habitações económicas e sociais das dezanove mil habitações públicas

Distribuição das habitações económicas e sociais das dezanove mil habitações públicas Distribuição das habitações económicas e sociais das dezanove mil habitações públicas 4 de Junho de 2012 Nota de imprensa (Instituto de Habitação, Gabinete para o Desenvolvimento de Infraestruturas, Direcção

Leia mais

PROJECTO NAZARÉ XXI. - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião

PROJECTO NAZARÉ XXI. - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião PROJECTO NAZARÉ XXI - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião Nazaré XXI é um projecto turístico de impacto regional, inserido na política de desenvolvimento económico que a Câmara Municipal

Leia mais

MEDIDAS DE INOVAÇÃO FINANCEIRA AO TURISMO. PROGRAMA FINCRESCE PME Líder

MEDIDAS DE INOVAÇÃO FINANCEIRA AO TURISMO. PROGRAMA FINCRESCE PME Líder O Turismo de Portugal, através de um Memorando de Entendimento celebrado entre o IAPMEI e as 5 principais Instituições de Crédito aderiu, em Julho de 2007, ao Programa FINCRESCE de modo a que Estatuto

Leia mais

Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro. Estabelece o quadro de transferência de atribuições e competências para as autarquias locais CAPÍTULO I

Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro. Estabelece o quadro de transferência de atribuições e competências para as autarquias locais CAPÍTULO I Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro Estabelece o quadro de transferência de atribuições e competências para as autarquias locais A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º

Leia mais

Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013

Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013 Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013 APR Associação Portuguesa de Resorts A Associação Portuguesa de Resorts (APR) tem por missão promover a imagem, empresas e

Leia mais

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico, Turismo de Portugal, I.P. Rua Ivone Silva, Lote 6, 1050-124 Lisboa Tel. 211 140 200 Fax. 211 140 830 apoioaoempresario@turismodeportugal.pt

Leia mais

Investir em Moçambique Aspectos jurídicos do Investimento Imobiliário. Manuel Camarate de Campos

Investir em Moçambique Aspectos jurídicos do Investimento Imobiliário. Manuel Camarate de Campos Manuel Camarate de Campos logo_rsalp Investir em Moçambique Coimbra, 3 de Novembro de 2014 Investimento imobiliário? Habitação (condomínios, moradias, habitação social) Centros comerciais/retail Parks

Leia mais

Powered by. Desenvolvimento

Powered by. Desenvolvimento Desenvolvimento de Sistemas Sustentáveis 1 Urbancraft Energia, S.A. FDO INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES, SGPS, S.A. ALEXANDRE BARBOSA BORGES, SGPS, S.A. 50% 50% A URBANCRAFT ENERGIA, S.A é uma sociedade

Leia mais

CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO

CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO (RECAPE) SUMÁRIO EXECUTIVO JULHO DE 2008 Inovação e Projectos em Ambiente 1 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...

Leia mais

NOVO REGIME DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS

NOVO REGIME DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS NOVO REGIME DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS No passado dia 7 de Março foi publicado o Decreto-Lei nº 39/2008, que entrará em vigor no próximo dia 6 de Abril de 2008 e que veio

Leia mais

O Programa de Acção Territorial do Escarpão

O Programa de Acção Territorial do Escarpão O Programa de Acção Territorial do Escarpão João Telha CEDRU - Centro de Estudos e Desenvolvimento Regional e Urbano, Lda Seminário Indústria Extractiva Ordenamento Territorial e Licenciamento de Pedreiras

Leia mais

FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO

FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO Projecto PIGEM FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO LUBANGO 28 DE ABRIL DE 2015 ELABORADO POR: MARIANA SOMA /PRELECTORA 1 GÉNERO E DESENVOLVIMENTO CONCEITO É uma abordagem que se concentra nas relações

Leia mais

CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE

CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE CENÁRIO: GESTÃO COLABORATIVA DE PESCAS Este caso de estudo é largamente fictício e foi baseado em Horrill, J.C., n.d. Collaborative Fisheries Management

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES 1783 MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Decreto n.º 7/2008 de 27 de Março A rede ferroviária de alta velocidade constitui um empreendimento público de excepcional interesse nacional

Leia mais

Atribuições e competências dos vários níveis de administração pública Competências e financiamento das Autarquias locais

Atribuições e competências dos vários níveis de administração pública Competências e financiamento das Autarquias locais Sumário Atribuições e competências dos vários níveis de Competências e financiamento das Autarquias locais Níveis de administração Administração Central/Nível Nacional Administração Local/Nível Municipal

Leia mais

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA)

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Definições O Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades irá conter um programa das intenções necessárias para assegurar a acessibilidade física

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM ECONOMIA Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através do Departamento

Leia mais

A NECESSIDADE DA COMUNICAÇÃO EM SITUAÇÃO DE PLENA MANIFESTAÇÃO DE RISCOS

A NECESSIDADE DA COMUNICAÇÃO EM SITUAÇÃO DE PLENA MANIFESTAÇÃO DE RISCOS A NECESSIDADE DA COMUNICAÇÃO EM SITUAÇÃO DE PLENA MANIFESTAÇÃO DE RISCOS. A COORDENAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE SOCORRO NA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA E A IMPORTÂNCIA VITAL DAS COMUNICAÇÕES Sumário Caracterização

Leia mais

I CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO EM DIREITO DO URBANISMO E DA CONSTRUÇÃO

I CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO EM DIREITO DO URBANISMO E DA CONSTRUÇÃO I CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO EM DIREITO DO URBANISMO E DA CONSTRUÇÃO Coordenação Científica: Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, Prof. Doutora Carla Amado Gomes, Prof. Doutor João Miranda

Leia mais

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO Sofia Vale Agosto de 2015 Foi publicada recentemente a nova Lei do Investimento Privado 1 (doravante A Nova LIP ), que contém

Leia mais

A APECATE - Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, constituída por escritura pública em 17 de Janeiro de

A APECATE - Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, constituída por escritura pública em 17 de Janeiro de Turismo de Natureza e Sustentabilidade QUEM SOMOS A APECATE - Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, constituída por escritura pública em 17 de Janeiro de 2007,

Leia mais

ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE TÍTULO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS

ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE TÍTULO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE TÍTULO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS I. IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE Nome/Denominação social, identificação fiscal n.º, com residência/sede em, código

Leia mais

ANEXO TURISMO SUSTENTÁVEL BASES PARA A DEFINIÇÃO DE UM PROGRAMA DE VER PLANTA CASAS E MONTES AGRÍCOLAS ESTRATÉGIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL -

ANEXO TURISMO SUSTENTÁVEL BASES PARA A DEFINIÇÃO DE UM PROGRAMA DE VER PLANTA CASAS E MONTES AGRÍCOLAS ESTRATÉGIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL - ANEXO BASES PARA A DEFINIÇÃO DE UM PROGRAMA DE TURISMO SUSTENTÁVEL VER PLANTA CASAS E MONTES AGRÍCOLAS ESTRATÉGIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL - ANEXO AO RELATÓRIO 3 ANEXO AO RELATÓRIO 3_ PROGRAMA DE EXECUÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Considerando que os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento, de acordo com o disposto na alínea n) do n.º 1 do

Leia mais

Considerações gerais Diplomas revogados - Artigo 27.º

Considerações gerais Diplomas revogados - Artigo 27.º Seminário 5 de Fevereiro de 2009 Novas Regras do Licenciamento Comercial Decreto-Lei n.º 21/2009, de 19 de Janeiro Raul Mota Cerveira Advogado Miranda Correia Amendoeira & Associados Considerações gerais

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A "VILA GALÉ- SOCIEDADE DE EMPREENDIMENTOS TURíSTICOS, S.A. 1. Preâmbulo

PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A VILA GALÉ- SOCIEDADE DE EMPREENDIMENTOS TURíSTICOS, S.A. 1. Preâmbulo G~ Vila Galé HOTÉIS PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A "VILA GALÉ- SOCIEDADE DE EMPREENDIMENTOS TURíSTICOS, S.A." 1. Preâmbulo A celebração do presente protocolo tem como objectivo assegurar aos

Leia mais

Um Novo Modelo de Financiamento dos Transportes Públicos em Portugal

Um Novo Modelo de Financiamento dos Transportes Públicos em Portugal 1 Um Novo Modelo de Financiamento dos Transportes Públicos em Portugal 2 Situação Actual (diagnóstico) 3 Situação Actual (diagnóstico) o actual modelo de financiamento dos transportes Públicos em Portugal

Leia mais

CONFERÊNCIA PLANO DE ACÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TURISMO EM PORTUGAL

CONFERÊNCIA PLANO DE ACÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TURISMO EM PORTUGAL Parceiros Estratégicos: Hospital Particular do Algarve CONFERÊNCIA TURISMO 2020 PLANO DE ACÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TURISMO EM PORTUGAL Turismo e Fundos Comunitários. Que futuro? O caso do Algarve

Leia mais

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL Identificação Designação do Projecto: Tipologia de Projecto: Localização: Proponente: Entidade licenciadora: Autoridade de AIA: Hotel de Apartamentos da Praia dos Moinhos

Leia mais

DOS SISTEMAS MUNICIPAIS PARA A CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA INTERMUNICIPAL DE ÁGUA E SANEAMENTO NA ILHA DE SANTIAGO

DOS SISTEMAS MUNICIPAIS PARA A CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA INTERMUNICIPAL DE ÁGUA E SANEAMENTO NA ILHA DE SANTIAGO CÂMARA MUNICIPAL DA PRAIA DOS SISTEMAS MUNICIPAIS PARA A CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA INTERMUNICIPAL DE ÁGUA E SANEAMENTO NA ILHA DE SANTIAGO - A reforma em curso e as necessidades em investimentos imediatos

Leia mais

Classificação DOS EMPREENDIMENTOS DE TURISMO NO ESPAÇO RURAL:

Classificação DOS EMPREENDIMENTOS DE TURISMO NO ESPAÇO RURAL: O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: 55202 TURISMO NO ESPAÇO RURAL NOÇÃO:

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS PROCESSOS DE CANDIDATURA A FINANCIAMENTO DO BANCO DE DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

Leia mais

REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO

REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO Regulamentos REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO A prestação de serviços ao exterior por docentes com contrato em funções públicas, em regime de dedicação exclusiva,

Leia mais

Capítulo I Denominação, sede e objecto. Artigo 1º. (Firma e sede) Artigo 2º. (Agências, filiais, delegações e outras formas de representação)

Capítulo I Denominação, sede e objecto. Artigo 1º. (Firma e sede) Artigo 2º. (Agências, filiais, delegações e outras formas de representação) Capítulo I Denominação, sede e objecto Artigo 1º (Firma e sede) 1 - A sociedade adopta a firma de APOR - Agência para a Modernização do Porto, S.A. e tem a sua sede na Rua Justino Teixeira, nº 861, 4300-281

Leia mais

HOTELS & RESORTS refresh yourself

HOTELS & RESORTS refresh yourself A- o HOTELS & RESORTS refresh yourself PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A ô HOTELS & RESORTS. 1. Preâmbulo A celebração do presente protocolo tem como objectivo assegurar aos militares e aos trabalhadores

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E O "SKIPARQUE/SERRA DA ESTRELA". 1. Preâmbulo

PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E O SKIPARQUE/SERRA DA ESTRELA. 1. Preâmbulo PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E O "SKIPARQUE/SERRA DA ESTRELA". 1. Preâmbulo A celebração do presente protocolo tem como objectivo assegurar aos militares e aos trabalhadores do mapa de pessoal

Leia mais

Execução Anual das Grandes Opções do Plano

Execução Anual das Grandes Opções do Plano das Grandes Opções do Plano 01 EDUCAÇÃO 01 01 EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E ENSINO BÁSICO 01 01 /1 Infraestruturas de Ano Anos seguintes Anos Anteriores Ano 01 01 /1 1 Centro Escolar de Caria 0102 07010305 E

Leia mais

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge Objetivos Contribuir para o incremento de uma nova cultura empresarial, baseada no conhecimento e na inovação, introduzindo uma cultura de risco e vontade empreendedora, através do estímulo ao aparecimento

Leia mais

ENTENDIMENTO DA EXPONENTE

ENTENDIMENTO DA EXPONENTE FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: CIVA Artigo: 2º Assunto: Poderes de autoridade - Sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos A200 2005045 despacho do SDG dos Impostos, em substituição do Director-

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

Serviços Autárquicos e Empresas Municipais Um Caso: Águas de Gaia, EM

Serviços Autárquicos e Empresas Municipais Um Caso: Águas de Gaia, EM Serviços Autárquicos e Empresas Municipais Um Caso: Águas de Gaia, EM José Miranda de Sousa Maciel Presidente do Conselho de Administração de Águas de Gaia, EM Nos últimos anos, os principais regimes jurídicos

Leia mais

Chama-se a atenção que a contagem do prazo a que se refere o n.º 1 do artigo 23.º do Decreto-Lei n.º 73/2009 de 31 de Março, só se inicia a partir da

Chama-se a atenção que a contagem do prazo a que se refere o n.º 1 do artigo 23.º do Decreto-Lei n.º 73/2009 de 31 de Março, só se inicia a partir da a) OBRAS COM FINALIDADE AGRÍCOLA, QUANDO INTEGRADAS NA GESTÃO DAS EXPLORAÇÕES LIGADAS À ATIVIDADE AGRÍCOLA, NOMEADAMENTE, OBRAS DE EDIFICAÇÃO, OBRAS HIDRÁULICAS, VIAS DE ACESSO, ATERROS E ESCAVAÇÕES, E

Leia mais

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A.

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1.º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima de capitais

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Juntos podemos fazer da solidariedade um compromisso Índice 1. O que é o Voluntariado? 3 2. Que organizações podem ser promotoras do Voluntariado? 3 3. O que é ser

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n 5/02 de 16 de Abril

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n 5/02 de 16 de Abril ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n 5/02 de 16 de Abril o amplo debate político e académico desenvolvido a partir de meados da década de 80 do século XX, no âmbito da implementação do Programa de Saneamento Económico

Leia mais

A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES. Opções da União Europeia e posição de Portugal

A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES. Opções da União Europeia e posição de Portugal A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES Opções da União Europeia e posição de Portugal 1 I Parte - O Plano de Acção da EU Plano de Acção para a Mobilidade Urbana Publicado pela Comissão Europeia

Leia mais

MONTIJO, CIDADE SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL DA CICLOVIA A UMA REDE PEDONAL E CICLÁVEL

MONTIJO, CIDADE SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL DA CICLOVIA A UMA REDE PEDONAL E CICLÁVEL MONTIJO, CIDADE SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL DA CICLOVIA A UMA REDE PEDONAL E CICLÁVEL Identificação do ponto de partida: O Município de Montijo: - Integra a Rede Portuguesa das Cidades Saudáveis, com quatro

Leia mais

PRODER Sub-Programa 3 Dinamização das Zonas Rurais ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO PARA O INTERIOR DO ALGARVE CENTRAL

PRODER Sub-Programa 3 Dinamização das Zonas Rurais ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO PARA O INTERIOR DO ALGARVE CENTRAL PRODER Sub-Programa 3 Dinamização das Zonas Rurais ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO PARA O INTERIOR DO ALGARVE CENTRAL Medida 3.1 - Diversificação da economia e criação de emprego Objectivos : - Promover

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 88/2013 de 29 de Julho de 2013

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 88/2013 de 29 de Julho de 2013 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 88/2013 de 29 de Julho de 2013 O Governo dos Açores pretende implementar uma nova estratégia de desenvolvimento, tendo em vista a dinamização

Leia mais

ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS

ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS Tribunal de Contas LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS I COM IMPLICAÇÕES NA RECEITA ESTADUAL A) No âmbito dos impostos directos sobre o

Leia mais

Eng.º José Pinto Leite

Eng.º José Pinto Leite Dia 27 de Maio Investimento e sustentabilidade Eng.º José Pinto Leite Programa Polis Congresso LIDER A 09 Sustentabilidade e o POLIS José Manuel Pinto Leite IST 27/05/2009 1 Sustentabilidade e o POLIS

Leia mais

www.juristep.com Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto

www.juristep.com Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto CÓDIGO DE INVESTIMENTOS Este texto tem carácter meramente informativo e não dispensa a consulta dos diplomas originais, conforme publicados no Diário da República. Quando

Leia mais

6408 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 235 10 de Outubro de 2001 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

6408 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 235 10 de Outubro de 2001 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 6408 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 235 10 de Outubro de 2001 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Resolução do Conselho de Ministros n. o 150/2001 A Assembleia Municipal de Santarém aprovou em 20

Leia mais

DOCUMENTO ORIENTADOR 1ª REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE MEALHADA

DOCUMENTO ORIENTADOR 1ª REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE MEALHADA DOCUMENTO ORIENTADOR 1ª REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE MEALHADA [APROVADA EM ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 10 DE ABRIL DE 2015 E PUBLICADA EM DIÁRIO DA REPÚBLICA ATRAVÉS DO AVISO N.º 4234/2015, DE 20

Leia mais

PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS RENOVÁVEIS

PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS RENOVÁVEIS Enquadramento Protocolo de Quioto Cimeira de Joanesburgo Directiva Renováveis Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável Programa E4 Nova Resolução do Conselho de Ministros INTERREG Programas Regionais

Leia mais