White Paper O Modelo DX sumário executivo INTRODUÇÃO 2 O MODELO BROADCAST 3 MODELO TRADICIONAL DE BROADCAST 3 O MODELO DX 4 NOVOS MODELOS DE RECEITA 5 O MODELO DX PARA TELAS COLETIVAS 6 1 www.dx.tv.br
Introdução Este documento descreve a arquitetura básica do DX em comparação às arquiteturas de broadcast tradicionais. O Modelo DX combina os melhores atributos da televisão com os da internet. O Modelo DX oferece uma experiência de consumo agradável associada com a rápida troca de conteúdos como esperado quando assistindo televisão. O Modelo DX pode ser acrescentado a qualquer negócio de ou Agregação de sem modificar ou abandonar o modelo tradicional de broadcast, oferecendo uma receita adicional ao ser capaz de se oferecer em telas secundárias, através de dispositivos móveis conectados ou computadores. O Modelo DX pode disponibilizar rapidamente diversos formatos de geração de receita para uma oferta de conteúdo. O Modelo DX pode estender o alcance de todos os geradores de para o mundo inteiro com um modelo de distribuição baseado em custos variáveis que automaticamente escalam para atender qualquer demanda. O Modelo DX usa a mais moderna e robusta arquitetura de Nuvem para a internet. 2 www.dx.tv.br
O Modelo Broadcast A tecnologia patenteada do DX provoca uma mudança fundamental no modelo broadcast como mostram os diagramas abaixo. Esta mudança adiciona inúmeras novas capacidades ao sistema de distribuição e consumo de televisão, eliminando alguns riscos. Modelo tradicional de broadcast Agregador Operadora de cabo Cabos Dispositivo Set Top Box Aparelho de TV Figura 1 Modelo convencional de broadcast por cabo A figura 1 mostra o modelo convencional de broadcast para a indústria de TV paga, em que diversos provedores de conteúdo entregam, cada um independentemente, para agregadores (operadores de cabo ou satélite), um ou mais sinais de vídeo contendo material ao vivo ou pré-gravado. No modelo simplificado o agregador coleta todos os sinais independentemente, juntaos e alinha cada um para um canal, que são então entregues em paralelo pela estrutura de cabo (ou satélite) para um dispositivo do tipo Set Top Box (STB). No STB o consumidor seleciona um dos canais para ser entregue para o aparelho de TV. A mudança rápida de canais é possível porque todos os sinais de cada canal estão sendo entregues a todo momento para o dispositivo Set Top Box. Infelizmente quase toda a banda do cabo (e do satélite) fica sendo usada para entrega de conteúdo que não está sendo visto. 3 www.dx.tv.br
O Modelo DX 7/12/14 2:22 PM Servidor Internet Navegador DX Dispositivo com tela ou aparelho de TV Figure 2 O Modelo DX Para o Modelo DX existem diversas diferenças importantes: A seleção de qual conteúdo deve ser entregue é gerenciada pelo Servidor ao invés da Set Top Box. O meio Internet só entrega um canal por vez, reduzindo a banda alocada para cada destino. Na verdade, o Servidor entrega ao Navegador DX um fluxo de dados audiovisuais contínuos em HD alta definição (ou menor, dependendo do dispositivo), independente do conteúdo. Um conceito patenteado, o Navegador DX (plugin ou aplicativo) é o primeiro navegador (browser) de vídeo. Ter o Servidor escolhendo e/ou renderizando o conteúdo para a entrega implica novas e interessantes capacidades: Não existe limite para o número de canais de conteúdo que podem ser oferecidos. Desta lista infinita o usuário pode, ao direcionar a interação, montar sua própria lista de favoritos para assistir depois, ou dividir com outros. Vídeos podem ser montados (ou renderizados) no Servidor. Por exemplo, vários sinais de vídeo podem ser combinados e renderizados para formar um único sinal, fazendo o efeito de PIP ou de mosaico vivo. Ou no caso de fazer sua home page, ou playlist inicial, o usuário pode compor diferentes conteúdos ou sinais de vídeo de fontes externas em uma única tela, ou lista. Canais Customizados podem ser programados para uso temporário ou único. Por exemplo, em um torneio de golfe um usuário pode assistir um canal que acompanha um único jogador (como Tiger Woods), enquanto outro assiste o canal editado da PGA. Em alguns casos a experiência de consumo pode migrar de telas. Como exemplo as telas coletivas de digital signage podem oferecer migrar para consumo individual no dispositivo móvel do espectador. 4 www.dx.tv.br
Novos Modelos de Receita Atualmente existem dois modelos de receita tradicionais para entrega de conteúdo televisivo: assinatura e publicidade. Assinaturas (aluguéis) podem ser por tempo de duração ou por visualização. A arquitetura DX permite avanços importantes nestes modelos de receita da televisão a cabo: Ter um número ilimitado de canais oferece mais opções de consumo para o consumidor. Por exemplo, um consumidor fora de casa pode optar por assistir em pay-per-view (ou assinatura) um evento de esportes, um show, ou seu canal preferido. Como a entrega de sinais é totalmente digital existe a opção de adicionar publicidade ao conteúdo que chega fazendo um time-shift para inserção, ou acrescentá-la na troca de conteúdos. A publicidade pode ser medida de forma individual, coisa muito diferente da medida hoje pela Nielsen, para análise de dados de comportamento, fazendo assim mais efetiva com o tempo a publicidade. A publicidade pode ser entregue individualmente ao invés de para grupos. O Modelo DX traz o modelo de publicidade click-through para a televisão, possibilitando calls to action sem perda de conteúdo, pois os sinais podem ficar em pausa para serem continuados depois. Provedores de conteúdo podem criar playlists e canais dedicados para nichos de mercado interessantes para os anunciantes, e seguindo modelo tradicional de broadcast de canais lineares, só que personalizados. 5 www.dx.tv.br
O Modelo DX para Telas Coletivas Mobile Por conta da arquitetura, o Modelo DX permite para os parceiros novos modelos de receita e vantagens aos modelos convencionais para telas coletivas: 1) Telas coletivas e móveis em locais diferentes podem ter conteúdos diferentes dependendo do ambiente em que se encontram; do momento do evento e do fluxo das pessoas. 2) O consumo dos conteúdos pode ser migrado para telas individuais através dos dispositivos móveis das pessoas (com áudio), usando técnicas de multicast dentro dos locais dos eventos e unicast em outras localidades. 3) A publicidade e outros modelos de receita podem ser estendidos para outras experiências de consumo - individuais ou coletivas dentro ou fora do local, antes, durante e depois do evento. 4) Parceiros de conteúdo ou clientes publicitários podem ser monetizados de formas novas, diferentes e mais efetivas. 5) As telas coletivas ou individuais podem oferecer conteúdos contextualizados como dados do destino desejado, de serviços locais, de empresas e de ofertas. 6) A atualização de conteúdo pode ser feita a qualquer momento, seja material capturado ao vivo de câmeras, editado na hora ou pré-gravado, pode ser automática e pode ser feita pelo operador do conteúdo ou inserida por oportunidade pré-agendada. 7) Análise dos dados de exibição e consumo podem gerar eficiências adicionais e benefícios tangíveis para todos no sistema, além de tornar viável a qualificação dos usuários individuais para campanhas e sistemas de banco de dados. 8) Oferta de serviços e informação pode se dar entre telas (coletivas ou individuais), ajudando em casos de alerta ou necessidade de informar. 9) A possibilidade de casar esta oferta com outros serviços como Wi-fi gratuito podem potencializar a distribuição, aumentando o alcance da oferta. Dentro da arquitetura do DX a oferta cruzada de conteúdos no formato DX com banda local disponível gera também economias de escala, já que os conteúdos locais podem estar cacheados ou retransmitidos apenas localmente, poupando o custo de acesso à internet em massa aos parceiros detentores de vários pontos de TVs Coletivas no mesmo local. 6 www.dx.tv.br