ROTAER 2-1 CAPÍTULO II EXTRATO NORMATIVO



Documentos relacionados
CAPÍTULO II EXTRATO NORMATIVO

Plano Diretor e Geral do Aeroporto e Requisitos para Aprovação do Projeto

Aeroportos e sistemas aeroportuários: introdução

SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA DE HELIPONTOS. Visão geral sobre a operação de helicópteros no espaço aéreo brasileiro

P R E P A R A Ç Ã O P A R A B A N C A D A A N A C P I L O T O D E L I N H A A É R E A R E G U L A M E N T O S D E T R Á F E G O A É R E O

CLASSIFICAÇÃO PAESP

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013

MINISTÉRIO DA AERONÁÚTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO TÉCNICO SÍMBOLO DATA CATEGORIA DISTRIBUIÇÃO EFETIVAÇÃO

Manual de Voo VFR. Virtual Varig Brasil

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL. RESOLUÇÃO No- 316, DE 9 DE MAIO DE 2014

13/JUN/2006 NI (OPA)

OBJETIVO IDENTIFICAR OS CONCEITOS DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO PUBLICADOS NO AIP-BRASIL

Anderson Ribeiro Correia. Superintendente de Infraestrutura Aeroportuária

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 105 EMENDA nº 00

Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária. Coordenação de Meio Ambiente MERJ TERMO DE REFERÊNCIA

NORMA DA INFRAERO PINTURA DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL NAS ÁREAS DE MOVIMENTO DE AERONAVES PARA CONDIÇÕES NORMAIS DE OPERAÇÃO

Regras de voo visual nocturno (VFR Nocturno)

TEL: (5521) AFTN: SBRJYGYC FAX: (21) VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA

ESTUDO DE CASO 3 AEROPORT AEROPOR O DE T GUARULHOS

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013

MAIORES INFORMAÇÕES NOS SITES:

ROTAS ESPECIAIS DE AERONAVES EM VOO VISUAL NA ÁREA TERMINAL DE SÃO LUÍS

Gestão de operações aeroportuárias: Controle do espaço aéreo e auxílios à navegação

MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA

Classe de espaço aéreo

RESOLUÇÃO Nº 236, DE 5 DE JUNHO DE 2012.

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00

AEROPORTO DE SALVADOR. Caracterização do Empreendimento da 2ª 2 Pista de Pouso e Decolagem

Tarifas Aeroportuárias e ATAERO. Uma proposta de destinação de parte destes recursos financeiros ao fomento do potencial turístico nacional

MÓDULO 6 - CAPACIDADE DO LADO AÉREO Cláudio Jorge Pinto Alves (versão: 14/05/2014)

REGULAMENTO DO CURSO PRÁTICO DE PILOTO PRIVADO - AVIÃO.

Manual de Fraseologia - Gold Virtual Airlines. Tutorial. Manual de Fraseologia

AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO/GUARULHOS

PORTARIA Nº 1.141/GM5, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1987

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO RESOLUÇÃO Nº 210 DE 13 DE NOVEMBRO DE 2006

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL

Instruções para Operação de Helicópteros para Construção e Utilização de Helipontos ou Heliportos

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO Nº 113, DE 22 DE SETEMBRO DE 2009.

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO

Fretamento. Índice. TAM Aviação Executiva: Você sem limite de tempo ou espaço

MANUAL DE COLETA DE DADOS PARA PROJETO PILOTO DE INDICADORES DE DESEMPENHO DA SEGURANÇA OPERACIONAL

MÓDULO 15 - TRÁFEGO AÉREO Alexandre L. D. Bastos e Derick M. Baum

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

TRÁFEGO AÉREO ICA REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

Aeroportos Copa do Mundo Dezembro 2009

CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA n PORTUGAL

FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL

AEROPORTO INTERNACIONAL SALGADO FILHO Jorge Herdina Superintendente. INFRAESTRUTURA E OPERAÇÕES PROJETOS ESTRATÉGICOS e PLANEJAMENTO DE INVESTIMENTO

Medida Provisória 652: Novo cenário para a Aviação Regional. Ana Cândida de Mello Carvalho amcarvalho@tozzinifreire.com.br

RESOLUÇÃO N 495, DE 5 DE JUNHO DE 2014

NPT 031 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA HELIPONTO E HELIPORTO

GOIÂNIA, / / ALUNO(a): LISTA DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA 4BI L1

Departamento de Treinamento

ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS

6. ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ORIENTAÇÃO DE DESTINO

Infraestrutura Aeroportuária Copa do Mundo 2014

RESOLUÇÃO Nº 302, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2014.

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA REGRAS E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS DE TRÁFEGO AÉREO PARA HELICÓPTEROS

MÓDULO 12 HELIPORTOS Cláudio Jorge Pinto Alves (versão: 16/05/2014)

DECISÃO Nº 119, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2011.

9) (UFMG/Adap.) Nesta figura, está representado um bloco de peso 20 N sendo pressionado contra a parede por uma força F.

Clube de parapente do vale (CPV) Regimento interno

RESOLUÇÃO Nº 169, de 17 de MARÇO de 2005.

SEPARAÇÃO E DRENAGEM NA AMPLIAÇÃO DO AEROPORTO SANTOS DUMONT (RIO DE JANEIRO RJ)

DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE OPERACIONAL RIOGALEÃO

RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2012.

ESPECIFICAÇÕES PARA IMPLANTAÇÃO E APOIO TOPOGRÁFICO

COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL

Guia de relatórios de pernas dos tours da IVAO-BR

Plano de Investimentos para os Eventos Internacionais Esportivos no Brasil

TIPOS DE REFLEXÃO Regular Difusa

Plano de Logística Encontro da Frente Nacional de Prefeitos Pré-projeto Estrutura do documento 1. Introdução 2. Características do evento

Índice. Classificação. Mais leve do que o ar. Curso n 4 Aeronaves

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO EXTERIOR - MDIC

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 33/2013-CONSUNIV Altera a Resolução nº. 019/2011, que institui o Sistema de

RESOLUÇÃO Nº 350, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2014.

MC-AN64-L MÓDULO DE CONTROLE MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO LEIA ESTE MANUAL ANTES DE INSTALAR O SISTEMA DE LUZES.

Promover a segurança e a excelência do sistema de aviação civil, de forma a contribuir para o desenvolvimento do País e o bem-estar da sociedade

PROGRAMA DE INSTRUÇÃO PRÁTICA

QUADRO PADRONIZADO PARA APRESENTAÇÃO DE SUGESTÕES E COMENTÁRIOS

CIRCULAR SUSEP N o 265, de 16 de agosto de 2004.

Programa de Retomada de Conteúdo - 3º Bimestre

IS Nº Revisão B

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos.

10-7 INFORMAÇÕES GERAIS

Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano Disciplina: Física - Óptica

CRITÉRIOS DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS TRAVESSIA DE OCUPAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO

Ministério dos Transportes

Transcrição:

ROTAER 2-1 2-1 Utilização de Aeródromos CAPÍTULO II EXTRATO NORMATIVO a. Nesta publicação encontram-se relacionados somente aeródromos brasileiros abertos ao tráfego aéreo, de acordo com a IMA 58-10, de 16 JULHO 90. b.transcrição do Capítulo V, DA UTILIZAÇÃO, previsto na IMA 58-10, de 16 JULHO 90. Art. 50 - Nenhum aeródromo civil poderá ser utilizado por aeronaves civis, se não estiver devidamente registrado ou homologado. Art. 51 - Os aeródromos públicos poderão ser utilizados por aeronaves em geral, em caráter comercial ou não, desde que observadas as características físicas e operacionais do aeródromo. Art. 52 - Os aeródromos privados e os aeródromos públicos restritos só poderão ser utilizados com permissão de seu proprietário, ressalvados os casos de aeronaves que apresentarem defeitos em vôo ou encontrarem condições meteorológicas adversas na rota. Parágrafo 1 Os aeródromos privados abertos ao tráfego público poderão ser explorados comercialmente, obedecidas os prescrições desta instrução. Parágrafo 2 As aeronaves militares poderão utilizar aeródromos privados, independentemente de permissão do seu proprietário, quando o interesse da Segurança Nacional ou a necessidade de fiscalização assim o exigirem. Art. 53 - As características físicas e operacionais dos aeródromos serão divulgadas pela DECEA, por meio das Publicações de Informações Aeronáuticas. Parágrafo 1 Consideram-se características físicas aquelas referentes à orientação, resistência, dimensões e tipos de piso, declividade, elevação e coordenadas geográficas da pista, os quais constarão dos respectivos atos de registro ou homologação. Parágrafo 2 Consideram-se características operacionais as referentes às condições meteorológicas de operacionalidade do aeródromo, as quais constarão das instruções específicas, divulgados pela DECEA. Art. 54 - A operação de aeronaves em aeródromos privados e aeródromos públicos restritos também estão sujeitas às normas de tráfego aéreo. 2-2 Pousos e Decolagens em Pista-de-Táxi De acordo com a portaria n 215/DGAC, de 16 de novembro de 1981, publicada no Diário oficial n 225 de 27 de novembro de 1981, pistas-de-táxi poderão ser utilizadas, eventualmente, para pousos e decolagens de aeronaves. Segue o texto da Portaria. I As pistas de táxi dos aeroportos abaixo relacionados estão homologadas para operações eventuais de pouso e decolagem em caráter definitivo, respeitadas as seguintes limitações: 1 Será autorizada a operação nessas pistas somente quando a suspensão das operações aéreas, causadas por problemas nas pista de pouso, esteja estimada para uma duração superior a 30 minutos. 2 Somente poderão ser realizadas operações VFR e IFR no período diurno. COMAER AMDT 14 09 FEB 12

2-2 ROTAER 3 O pouso com uso dos auxílios existentes deverá estar enquadrado na categoria de pouso convencional, não precisão (MDA). 4 Dependendo da posição da pista, a aeronave fará uso dos auxílios que venham atender a necessidade específica de pouso, sendo que a altura de decisão será função do equipamento envolvido. 5 O pouso de aeronave, cujo vôo esteja sendo conduzido VFR, obedecerá às normas de tráfego aéreo estabelecidas para o aeroporto envolvido. 6 Somente serão autorizadas a utilizar essas pistas as aeronaves que se enquadrem nas seguintes condições : 6.1 Aeronaves turboélices, cuja distância máxima do eixo dos motores mais externos entre uma e outra asa seja igual ou inferior a 15m; 6.2 Aeronaves turbojato até 3 motores, cuja distância máxima do eixo dos motores mais afastadas seja igual ou inferior a 14m; 6.3 Aeronaves cuja bitola do trem de pouso principal tenha no máximo 9m. 7 A pintura do número das cabeceiras das pistas e das áreas de toque somente ocorrerá quando a interdição da pista de pouso tiver duração superior a trinta dias. II Relação dos aeródromos com pistas de táxi homologadas BRASÍLIA / Pres. Juscelino Kubitschek, DF CAMPINAS / Viracopos, SP CAMPO GRANDE / Campo Grande, MS GOIÂNIA / Santa Genoveva, GO PORTO ALEGRE / Salgado Filho, RS RIO DE JANEIRO / Galeão Antônio Carlos Jobim, RJ São indicados a seguir as características, mínimos meteorológicos operacionais para pouso (teto e visibilidade), pesos máximos operacionais, observações cabíveis (se houver), aeronaves autorizadas e proibidas de operar nas pistas ora homologadas. 09 FEB 12 AMDT 14 COMAER

ROTAER 2-3 A - BRASÍLIA / Pres. Juscelino Kubitschek, DF 1. Dados da pista de táxi hotel 1-1. Designação da pista... 11R/29L 1-2. Dimensões da pista... 2486m 23m 1-3. Natureza do piso... asfalto 1-4. Resistência do piso... PCN 76/F/B/X/T 1-5. Zona de parada da pista 29L... 830m 23m 2. Mínimos meteorológicos operacionais 2-1. VFR diurno : Pista 11R/29L 2-2. IFR diurno :Pista 11R... 150m 1500m (VOR-NDB) Pista 29L... 200m 2000m 3. Observações 3-1. Os 830m da Zona de Parada da pista 29L podem ser utilizados para decolagem na pista 11R. 3-2. Obstáculos a. Torre do anemômetro, com 8m de altura, situada a 570m aquém da cabeceira 11R e afastada 58,5m à esquerda do eixo da pista; b. Torre do pára-raio, com 8m de altura, situada a 495m aquém da cabeceira 11R e afastada 90m à esquerda do eixo da pista; c. Poste com refletores, com 21 m de altura, situado a 330m aquém da cabeceira 11R e afastada 230m à direita do eixo da pista. 3-3. Quando da operação da pista 11R/29L, fica interditado parte do pátio militar, correspondente a 105,4m do setor mais próximo da pista 11R/29L, ou seja, até 178m do seu eixo. 4. Aeronaves autorizadas 4-1. Monomotores, bimotores e jatos executivos, pesando até 6,8t; EMB-120; HS-125; DC-3; FH-27; AVRO; C-115; B.737; B.727-100 e B.727-200. B - CAMPINAS / Viracopos, SP 1. Dados da pista de táxi charlie 1-1. Designação da pista... 15R/33L 1-2. Dimensões da pista... 3240m 23m 1-3. Natureza do piso... asfalto 1-4. Resistência do piso... PCN 56/F/B/X/T 2. Mínimos meteorológicos operacionais 2-1. VFR diurno: Pistas 15R/33L 2-2. IFR diurno : Pista 15R... 120m 2400m (NDB-VOR) Pista 33L... 120m 2000m (NDB-VOR) 3. Aeronaves autorizadas 3-1. Monomotores, bimotores e jatos executivos, pesando até 6,8t; EMB-120; HS-125; DC-3; FH-27; AVRO; C-115; B-737; B.727-100 e B.727-200. COMAER AMDT 07 01 JUL 10

2-4 ROTAER C - CAMPO GRANDE / Internacional, MS 1. Dados da pista de táxi charlie 1-1. Designação da pista... 06L/24R 1-2. Dimensões da pista... 2500m 23m 1-3. Natureza do piso... asfalto 1-4. Resistência do piso... PCN 48/F/B/X/T 2. Mínimos meteorológicos operacionais 2-1. VFR diurno: Pistas 06L/24R 2-2. IFR diurno: Pistas 06L/24R...Conforme estabelecido nos procedimentos em vigor. 3. Aeronaves autorizadas 3-1. Monomotores, bimotores e jatos executivos, pesando até 6,8t; EMB-120; HS-125, DC-3; FH-27; AVRO; C-115; B-737; B.727-100 e B.727-200. D - GOIÂNIA / Santa Genoveva, GO 1. Dados da pista de táxi alfa 1-1. Designação da pista...14r/32l 1-2. Dimensões da pista... 1750m x 23m 1-3. Natureza do piso... asfalto 1-4. Resistência do piso... PCN 34/F/B/X/T 2. Mínimos meteorológicos operacionais 2-1. VFR diurno : Pista 14R/32L 3. Observações 3-1. A utilização da pista de táxi 14R/32L, para pouso e decolagem está condicionada a não haver aeronaves estacionadas no pátio I, defronte ao terminal de passageiros, exceto nas posições laterais números 1e 6 bem como nas posições localizadas próximas ao hangar posicionado a sudeste do terminal de passageiros. 3-2. Obstáculos a. Hangar da AEROTEC com 9m de altura, situado a 160m da cabeceira 14R e afastado 90m à direita do eixo da pista; b. Poste de iluminação do pátio, com 22m de altura, situado próximo ao terminal de passageiros a cerca de 93,50m do eixo da pista. c. Hangar da EMSA com 10m de altura, situado a 380m da THR 32L e afastado 115m à esquerda do eixo da pista; d. Hangar para estacionamento de aeronaves (INFRAERO), com 9M altura, situado a 280M da THR 14R e afastado 88m à direita do eixo da pista. 4. Aeronaves autorizadas 4-1. Estão autorizados os pousos de aeronaves à reação até o porte do B-727-100, desde que o ACN das mesmas seja menor ou igual a 34. 01 JUL 10 AMDT 07 COMAER

ROTAER 2-5 E - PORTO ALEGRE / Salgado Filho, RS 1. Dados da pista de táxi delta 1-1. Designação da pista...11l/29r 1-2. Dimensões da pista...1235m x 23m 1-3. Natureza do piso... asfalto 1-4. Resistência do piso... PCN 18/F/C/X/T 2. Mínimos meteorológicos operacionais 2-1. VFR diurno: Pista 11L/29R... 450m 5000m 3. Observações 3-1. Quando da operação da pista 11L/29R, fica interditado parte do pátio civil; visto que as aeronaves deverão utilizar-se somente das áreas próximas ao terminal de carga e casa de força, a fim de livrar a rampa de transição. 3-2. Os seguintes Obstáculos devem ser observados: A edificação do serviço contra-incêndio, distante cerca de 90m do eixo da pista, fere a rampa de transição. 3-3. A cabeceira 11L foi afastada de 365m a fim de livrar obstáculos que feriam o plano da zona de proteção. 4. Aeronaves autorizadas 4-1. Monomotores, bimotores e jatos executivos, pesando até 6,8t; EMB-120; HS-125; DC-3; FH-27; AVRO; C-115. COMAER AMDT 07 28 JUL 11

2-6 ROTAER F - RIO DE JANEIRO / Galeão Antônio Carlos Jobim, RJ 1. Dados da pista de táxi bravo 1-1. Designação da pista... 15L/33R 1-2. Dimensões da pista... 2487m x 22m 1-3. Natureza do piso... concreto 1-4. Resistência do piso... PCN 46/R/A/W/T 1-5. Zonas de parada... 60m x 62m 2. Pista de táxi november 2-1. Designação da pista... 10R/28L 2-2. Dimensões da pista... 3583m x 22m 2-3. Natureza do piso... concreto 2-4. Resistência do piso... PCN 46/R/A/W/T 2-5. Zonas de parada... 60m x 62m 3. Mínimos meteorológicos operacionais 3-1. VFR diurno: Pistas 10R/28L e 15L/33R 3-2. IFR : inexistente 28 JUL 11 AMDT 07 COMAER

ROTAER 2-7 2-3 Procedimentos de Entrada em Espera A entrada para a espera padrão (órbita) será feita conforme o rumo em relação aos três setores de entrada mostrados nas figuras abaixo, admitindo-se uma zona de flexibilidade de 5º em ambos os lados dos limites dos setores. a. Procedimento para o setor um (1) - (entrada paralela) (1). Ao atingir o fixo de espera, girar para afastar-se num rumo paralelo à perna de aproximação durante o período de tempo adequado. (2). Girar à esquerda para interceptar o rumo da perna de aproximação ou para retornar ao fixo. (3). Ao atingir pela segunda vez o fixo de espera, girar à direita e entrar na órbita. b. Procedimento para o setor dois (2) - (entrada deslocada) (1) Ao atingir o fixo de espera, seguir um rumo que forme um ângulo de 30º graus ou menos, com a trajetória da perna de aproximação. (2) Continuar durante o período de tempo adequado. (3) Girar à direita para interceptar o rumo da perna de aproximação e entrar na órbita. c. Procedimento para o setor três (3) - (entrada direta) Ao atingir o fixo de espera girar à direita e entrar na órbita. CURVA DE APROXIMAÇÃO COMAER AMDT 07 28 JUL 11

2-8 ROTAER 2-4 NÍVEIS DE CRUZEIRO Os níveis de cruzeiros utilizáveis para voar em rota ATS ou fora delas, constam nas tabelas abaixo, em função do rumo magnético a ser voado, exceto: a) Quando autorizado em contrário pelo respectivo ACC; b) Para possibilitar a continuidade de níveis ao longo de alguns trechos de rota previstos nas Cartas de Rota (ENRC), que apresentam os níveis mínimos invertidos em relação aos da tabela. Nestes casos, deverão ser selecionados níveis contidos no mesmo semicírculo de rumos magnéticos do nível mínimo estabelecido para a rota no sentido de vôo desejado. c) Nas rotas ATS que, por necessidades operacionais, apresentam sentidos predeterminados nas ENRC, terão todos os níveis, que poderão ser utilizados nas mesmas. d) Nas aerovias de mão única, todos os níveis estão disponíveis, independente do quadrante a ser voado. a : Para vôos IFR Altímetro : 1013.2 HPA 29.92 POL 760 MM RUMOS MAGNÉTICOS FL PÉS FL PÉS 359 180 20 2000 40 4000 60 6000 80 8000 100 10000 120 12000 140 14000 160 16000 180 18000 200 20000 220 22000 240 24000 260 26000 280 28000 300 30000 320 32000 340 34000 360 36000 380 38000 400 40000 430 43000 470 47000 510 51000 ETC 359 180 000 179 30 3000 50 5000 70 7000 90 9000 110 11000 130 13000 150 15000 170 17000 190 19000 210 21000 230 23000 250 25000 270 27000 290 29000 310 31000 330 33000 350 35000 370 37000 390 39000 410 41000 450 45000 490 49000 530 53000 ETC 000 179 28 JUL 11 AMDT 07 COMAER

ROTAER 2-9 b : Para vôos VFR Altímetro : 1013.2 HPA 29.92 POL 760 MM RUMOS MAGNÉTICOS 2-5 Estações Radiogoniométricas - VDF As estações Radiogoniométricas em radiotelefonia empregarão como indicativo de chamada a palavra RECALADA, seguida do nome da localidade onde se encontram. As estações VDF somente poderão fornecer proa para a estação e bloqueio da mesma. Os locais que dispõem de VDF constam na parte GEN 3.4 da AIP-BRASIL. COMAER AMDT 07 28 JUL 11

2-10 ROTAER INTENCIONALMENTE EM BRANCO 28 JUL 11 AMDT 07 COMAER