Departamento de Treinamento
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- Márcia Back Beppler
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1 Departamento de Treinamento Manual de Interpretação de Cartas SID ERC STAR - VAC Departamento de Treinamento - IVAOBR 1
2 Sumário SID 4 APRESENTAÇÃO 4 BRIEFING 5 CABEÇALHO 6 FREQÜÊNCIAS 6 PROCEDIMENTO 7 OBSERVAÇÕES 9 MODIFICAÇÕES 10 OUTROS FATOS NÃO PREVISTOS NESTA CARTA 11 LIMITAÇÃO DE VELOCIDADE 11 ERC 13 APRESENTAÇÃO 13 BRIEFING 14 PROCEDIMENTO 15 LEGENDAS 21 DOWNLOADS COMPLEMENTARES 23 STAR 25 APRESENTAÇÃO 25 BRIEFING 26 CABEÇALHO 27 FREQÜÊNCIAS 27 LEGENDAS 27 PROCEDIMENTO 28 INSTRUÇÕES DE CHEGADA 30 MODIFICAÇÕES 30 OUTROS FATOS NÃO PREVISTOS NESTA CARTA 31 LIMITAÇÃO DE VELOCIDADE 31 POSSIBILIDADE DE AGUARDAR VETORES PARA A FINAL 31 VAC 33 APRESENTAÇÃO 33 BRIEFING 34 CABEÇALHO 34 FREQÜÊNCIAS 34 PROCEDIMENTO 35 CIRCUITO DE TRÁFEGO. 35 ENTRADA NO CIRCUITO DE TRÁFEGO VISUAL 36 OBSERVAÇÕES 37 REFERÊNCIA 39 Departamento de Treinamento - IVAOBR 2
3 Em Branco Departamento de Treinamento - IVAOBR 3
4 SID Apresentação Iremos analisar neste tutorial como efetuar um procedimento de saída de uma terminal. A Carta SID é assim denominada: SID Standart Instrument Departure: Rota de saída de uma Terminal. Este procedimento é utilizado para separa o fluxo de trafego indo para uma determinada região, condicionando a aeronave a seguir um caminho para sair da terminal. Isto é muito usado em face de alguns aeroportos terem diversas aeronaves chegando e saindo, então a SID serve para condicionar e facilitar a transição entre os procedimentos de decolagem e entrada na rota. Normalmente o fixo de transição em um procedimento de saída se encontra balizada no eixo de uma aerovia, entretanto isto não ocorre sempre, podendo a SID apenas condicionar o fluxo de aeronaves, não necessariamente levando a aeronave para o eixo da aerovia. Para uma melhor compreensão deste tutorial, faz-se necessário que você já tenha conhecimento de como voar por instrumentos (IFR). No departamento de treinamento existem diversos manuais sobre vôo por instrumento assim como seus procedimentos. 1 1 Dept. de Treinamento: Para maiores informações ou contato para treinamento não hesite em entrar em contato com [email protected] com cópia para [email protected] Departamento de Treinamento - IVAOBR 4
5 Briefing Será utilizada para este tutorial a carta SID LUZIÂNIA 1 LUZIÂNIA 2 de SBBR (Brasília). Para um melhor aproveitamento necessário que você já tenha estudado sobre vôo por instrumentos. Para poder baixar as cartas de vôo entre no site da aeronáutica. Departamento de Treinamento - IVAOBR 5
6 Cabeçalho SID SBBR: Indicação do Procedimento (SID) e indicador da localidade. (SBBR) Brasília / Pres. Juscelino Kubitscheck. Intl. DF-Brasil: Nome da cidade (Brasília), nome do aeródromo (Pres. Juscelino Kubitscheck. Intl), Unidade da Federação e País (DF Brasil) Luziânia 1 Luziânia 2: Nome do procedimento de saída. Freqüências ATIS: CLRD (Liberação de Tráfego): GNDC (Solo): TWR (Torre): ; ou APP (Controle): ; ou ACC (Centro): ; ou Departamento de Treinamento - IVAOBR 6
7 Procedimento Bom, agora vamos analisar os passos para poder interpretar bem uma SID. Suponhamos que vamos fazer um vôo entre SBBR e SBPA inicialmente na UW6. Vamos seguir o perfil LUZIANIA 1 ou 2 (dependendo da pista em uso), com transição em TERRA. Inicialmente o procedimento é diferente, entretanto, após o bloqueio do VOR de Luziânia (LUZ), o perfil segue da mesma forma para ambas as pistas. Decolando da pista 11 R/L ATC nos passou a SID LUZIANIA 2/TERRA. Após decolagem iniciaremos curva a direita para interceptar a curso 212 do VOR de LUZ (freq ). Note que a curva somente deverá ser efetuada após cruzar 4000 pés. Em direção ao VOR de LUZ no curso 212, estaremos limitados ao FL080 até 10 milhas para LUZ, ou seja, em direção a LUZ, somente quando estivermos a 10nm para o bloqueio do auxilio estaremos autorizados a subir acima do FL080. Note que podemos mensurar até quando devemos nos manter limitado ao FL080, qual seja: até cruzar a radial 179 do VOR BRS (Brasília Freq ). Decolando da pista 29 R/L ATC nos passou a SID LUZIANIA 1/TERRA. Após decolagem iniciaremos curva a esquerda para interceptar a radial 192 do VOR de Brasília BRS (freq ). Note que a curva somente deverá ser efetuada após cruzar 4000 pés. Em direção ao VOR de LUZ na radial 192 de BRS, estaremos limitado ao FL080 até 14 milhas do VOR de Brasília, ou seja, em direção a LUZ, somente quando estivermos a 9nm para o bloqueio do auxilio estaremos autorizados a subir acima do FL080. Departamento de Treinamento - IVAOBR 7
8 Bloqueando o VOR de LUZ, iniciaremos o afastamento na radial 212 de LUZ. Note que entre o VOR de LUZ e o fixo TERRA são 17nm, ou seja, após se afastar 17nm, na radial 212 de LUZ, estaremos obrigatoriamente sobre o fixo TERRA. Continuando o afastamento pela radial 212 de LUZ estaremos no eixo da aerovia UW6 indo ao fixo PAGUE. Vale ressaltar que após o bloqueio do VOR de LUZ é que de fato, o procedimento muda, ou seja: SID LUZIANIA 1 ou 2 Trans GOIA = se afastar na radial 273 do VOR LUZ. SID LUZIANIA 1 ou 2 Trans ROXA = se afastar na radial 267 do VOR LUZ. SID LUZIANIA 1 ou 2 Trans EROS = se afastar na radial 232 do VOR LUZ. SID LUZIANIA 1 ou 2 Trans TERRA = se afastar na radial 212 do VOR LUZ. SID LUZIANIA 1 ou 2 Trans MIKEL = se afastar na radial 207 do VOR LUZ. Departamento de Treinamento - IVAOBR 8
9 Observações - Por final, analisaremos os RMK da carta. 1. Gradiente MNM de subida 2 : é o ângulo mínimo de subida que se deve empregar a fim de evitar obstáculos. Seu cálculo pode ser realizado da seguinte forma: GRADIENTE DE SUBIDA x VELOCIDADE 3 DA AERONAVE (kt) = RAZÃO DE SUBIDA (ft/min) - Aplicando ao caso: Decolando da pista 11R ou 11L, o GRADIENTE DE SUBIDA é de 5% até 6000 pés e após 3,3%. Vamos empregar na subida 250 kts. Então temos que: GRADIENTE DE SUBIDA x VELOCIDADE DA AERONAVE = RAZÃO DE SUBIDA 5% x 250 = 1250 ft/min Nota: sempre arredondar para o múltiplo de 50 superior. - Então a razão mínima de subida que devemos empregar após decolar da pista 11L/R, até 6000 pés é de no mínimo 1300 pés por minuto. - Após 6000 pés devemos aplicar o gradiente mínimo de 3,3%. Então temos que: 3,3% x 250 = 825 ft/min - Depois de cruzar 6000 pés, o mínimo de razão de subida que devemos empregar é de 900 ft/min. 2 Gradiente MÍNIMO de subida, ou seja, é a menor razão de subida que pode ser empregada. 3 Velocidade Indicada. Departamento de Treinamento - IVAOBR 9
10 2. TA 6000: A TA é a altitude exata ou abaixo cujo os pilotos tem que utilizar o ajuste QNH (ou configuração local de altímetro). Isto significa que os pilotos estão voando em ALTITUDES 4. Em subida, ao passar por esta altitude deve-se ajustar o altímetro para padrão QNE - (1013). Vale ressaltar que o TA não muda e sempre vem impresso nas cartas. Com base nele o ATC faz o ajuste do TL 5 (Nível de Transição.) 3. Procedimento de atenuação de ruído: Para aviões a reação. Válido para o dia inteiro. Deverá ser executado procedimento de atenuação específico da aeronave do equipamento ou manter entre V2 + 10kt e V2 + 20kt, com a maior razão de subida possível até cruzar 5000 pés. 4. Restrições de altitude: Observe as restrições: a. Caso a decolagem seja feita pela pista 29R/L a restrição de altitude é no FL080 até 14nm fora do VOR BRS. Caso a decolagem seja feita pela pista 11 R/L, será aplicado o procedimento que vimos acima, a restrição de altitude é no FL080 até 10nm para o VOR LUZ cruzando na radial 179 do VOR BRS. b. Na saída LUZIÂNIA 1 ou 2 com transição GOIA a restrição de altitude é no FL110 até quando 22nm fora do VOR LUZ, não excluindo as restrições anteriores. c. Na saída LUZIÂNIA 1 ou 2 com transição em ROXA a restrição de altitude é até o fixo ROXA, onde deve ser mantido o FL110. Modificações 25 OCT 07 = Data na qual está atualização da carta foi publicada. Modificações: Demonstra o que foi atualizado em relação à última carta publicada. No caso a freqüência do APP. 4 Ipack L5 traduzido: 5 O TL, ou nível de transição, é um nível de vôo cujo os pilotos têm que utilizar a configuração com base no ajuste QNH padrão (1013,25 hpa ou 29,92 inhg). Isto significa que os pilotos estão voando em NÍVEIS DE VÔO. IPACK L5 Traduzido: Final.pdf Departamento de Treinamento - IVAOBR 10
11 Outros fatos não previstos nesta carta Limitação de Velocidade Durante seu estudo pelas cartas de saída, você pode se deparar com algumas situações não previstas nesta carta. Vejamos o exemplo da SID CONGONHAS 1. Ela é utilizada no aeroporto de Guarulhos, quando decolamos da pista 09 R/L. Perceba que devemos, após decolagem, iniciar curva a direita a 3 milhas do VOR BCO (Bonsucesso) para depois interceptar a radial 072 do VOR CGO (Congonhas). No ponto 5 do campo Observações é informado o seguinte texto. IAS Max 190 kt até interceptar RDL 072 CGO Ou seja, velocidade indicada máxima de 190 kt até interceptar a radial 072 do VOR CGO. A razão desta limitação é que caso a velocidade seja superior, a curva será muito aberta e ficará difícil de interceptar a referida radial. Departamento de Treinamento - IVAOBR 11
12 Em Branco Departamento de Treinamento - IVAOBR 12
13 ERC Apresentação Neste capítulo do manual iremos estudar como interpretar as cartas em rota. (ERC). Este tipo de carta tem função essencial para a navegação por instrumentos, sendo que, no Brasil divide-se em 8 cartas ERC: 4 de alta e 4 de baixa. Para nosso vôo SBBR SBPA iremos usar a ERC H1 6. ERC - En Route Chart: Carta contendo as aerovias de uma região. Para uma melhor compreensão deste tutorial, faz-se necessário que você já tenha conhecimento de como voar por instrumentos (IFR). No departamento de treinamento existem diversos manuais sobre vôo por instrumento assim como seus procedimentos Dept. de Treinamento: Para maiores informações ou contato para treinamento não hesite em entrar em contato com [email protected] com cópia para [email protected] Departamento de Treinamento - IVAOBR 13
14 Briefing Conforme vimos no Manual de Interpretação de Cartas anterior (SID), decolamos de SBBR com destino a SBPA via inicialmente UW6 e depois em CTB, mudaremos de aerovia para a UW24, direto agora para Palegre. Após ser autorizado pelo controle em Brasília, iniciamos a saída conforme Luziânia 2 / Terra para ingresso na UW6. (STAR). Prepare sua carta ERC H1 com a rota UW6 CTB UW24. Iremos analisar a rota agora até o inicio do procedimento de chegada em SBPA Irá ser nosso balizador inicial o VOR LUZ. Departamento de Treinamento - IVAOBR 14
15 Procedimento Afastando-nos na radial 212 do VOR de LUZ estaremos no eixo da aerovia UW6. Indo em direção ao fixo PAGUE, percebemos uma restrição de altitude, visto a aerovia mencionada ser de mão-dupla, ou seja, ela admite tanto aeronaves vindo quando aeronaves voltado. Observe sobre a radial 212 a restrição de no mínimo o FL260 indo em direção a PAGUE, observe ainda, em sentido contrário, se aproximando de LUZ no curso 052, a restrição é de FL250. Lembrando que esta restrição não implica necessariamente em não se poder voar em outro nível de vôo que não seja este, neste caso o nível mínimo é o FL250 e o FL260 dependendo de sua posição. Nesses casos para que haja uma separação, utiliza-se o método Par Ímpar, ou método PI 8. Como vimos na SID LUZIANIA 1/TERRA, a distancia entre o fixo TERRA e PAGUE é de 104nm e a distancia entre o VOR de LUZ e o fixo TERRA é de 17nm. 8 Entre as proas 000º 179º - o Nível de vôo deve ser Ímpar. Entre as proas 180º - 359º - o Nível de vôo deve ser Par. Departamento de Treinamento - IVAOBR 15
16 Com uma soma simples percebemos que a distancia entre o VOR de LUZ e o fixo PAGUE é de 121nm, ou seja, na radial 212 de LUZ, quando estivermos a uma distancia de 121nm do auxílio, estaremos passando sobre o fixo PAGUE. Após o fixo PAGUE temos o fixo BEANO. A distancia entre os dois é de 30nm, ou seja, a distancia entre BEANO de LUZ é então de 151nm. Entretanto, não afastaremos mais na radial 212 de LUZ, perceba que após PAGUE, a radial de afastamento mudou para 208 e o auxílio também. Então, para passar sobre a posição BEANO, devemos interceptar a radial 208 do VOR BRS. Manteremos esta navegação prosseguindo pela UW6. Você perceberá que logo irá perder sinal do VOR de BRS, entretanto analisaremos outra forma para mantermos no eixo da aerovia. Até o próximo auxílio NDB de Bauru (BRU), teremos diversos fixos na aerovia UW6. São eles: FRAIL: Radial 293, 89nm de ARX. PASTE: Radial 265, 103nm de ARX. ASTOB: Radial 256, 115nm de ARX. HARDY: Radial 239, 159nm de ARX ou radial 299, 93nm de PSN ENACT: Radial 288, 94nm de PSN Para sabermos se estaremos no eixo da aerovia UW6, vamos utilizar os auxílios VOR de Araxá (ARX, freq ) e o VOR de Piraçununga (RPR, freq ). Departamento de Treinamento - IVAOBR 16
17 Desta forma temos o primeiro fixo após BEANO. Observe a carta e veja que ele fica na radial 293, a 89nm do VOR ARX. Quando passar por estas marcações estará obrigatoriamente sobre o fixo FRAIL. Após FRAIL temos PASTE. Seguindo a mesma análise, quando estivermos na radial 265, afastado 103.2nm de Araxá, estaremos sobre o fixo PASTE. Após PASTE, siga o mesmo procedimento para os demais fixos citados acima. Assim que receber sinal do NDB de Bauru, voe em direção a ele no QDM207. Já sobre o fixo HARDY você já deve estar recebendo sinal do NDB de BRU (freq. 380). Se aproxime no QDM 207 de BRU. Departamento de Treinamento - IVAOBR 17
18 Logo após o bloqueio do NDB de Bauru, se afaste do auxílio no QDR 199 de BRU. Em instantes você estará recebendo a freqüência do VOR CTB (Curitiba) freq Assim que tiver com sinal do VOR CTB, aproxime-se deste auxílio pelo curso 199. O VOR de Curitiba é o momento onde iremos trocar de aerovia, deixando a UW6 para trás e entrando na UW24. Departamento de Treinamento - IVAOBR 18
19 Bloqueando o VOR de CTB, iremos agora nos afastar do auxílio para interceptar o eixo da UW24. Já com as referencias meteorológicas de Palegre, recebemos do Centro Curitiba que a pista em uso é a 11 e a chegada prevista é a GUAÍBA 1. Após um breve estudo sobre a carta, nós percebemos que o fixo de transição da carta de chegada é OCASO, ou seja, sobre este fixo deixaremos de voar em nossa rota e iniciaremos o procedimento de aproximação 9. Para interceptar o eixo da UW24, devemos iniciar o afastamento na radial 216 de CTB. Os fixos existentes entre CTB e OCASO são: NAFIL e NADAR. Note que desta vez não existe previsão na UW24 de sentido contrário. Ou seja, esta é uma aerovia de mão única, com sentido direto entre Curitiba e Porto Alegre. Uma pergunta que pode surgir é a de porque não foi prosseguido após CTB direto para CXS(Caxias) pela UW6 e após POR (Porto Alegre). Fácil a resposta, observe que após CTB a aerovia UW6 somente possui a previsão de mão única entre o trecho POR CXS CTB. Por esta razão caso 9 O procedimento de aproximação (STAR) será estudado no próximo manual de interpretação de cartas. Departamento de Treinamento - IVAOBR 19
20 ingressássemos na UW6 após Curitiba colocaríamos em risco todo o vôo, por estar voando em uma aerovia de mão única em sentido contrário ao nosso. Você irá notar que perdeu sinal do VOR de CTB antes de chegar a OCASO, entretanto, analisando a carta, percebe-se que OCASO está na radial 044 de POR. Podese fazer esta medida analisando o carta, ou observando na carta STAR GUAÍBA 1 de SBPA, no campo Procedimento de Chegada. Em OCASO inicia nosso procedimento de chegada, não sendo mais necessária a carta ERC. Departamento de Treinamento - IVAOBR 20
21 Legendas - Área de abrangência das cartas ERC H1 e H2 - Freqüências das Cartas ERC H1 e H2 Departamento de Treinamento - IVAOBR 21
22 - UTA 10 Curitiba. - Setor 1 do ACC Curitiba - Tabela dos fixos da Região H1 10 Espaço Aéreo de Área de Trafego Superior, destinada para navegação em altitudes superiores (médio e longo alcance) incluído as aerovias de alta. Departamento de Treinamento - IVAOBR 22
23 Downloads Complementares Cartas ERC H1 - H2 - H3 - H4 - L1 - L2 - L3 - L4 - ENR 3 (Rotas ATS) - BRASIL/enr3.pdf Departamento de Treinamento - IVAOBR 23
24 Em Branco Departamento de Treinamento - IVAOBR 24
25 STAR Apresentação Neste terceiro manual de interpretação de cartas iremos iniciar a descida em nosso vôo com destino a SBPA. STAR - Standard (Terminal) Arrival Route: Procedimento de chegada em uma TMA. Usa-se a fim de condicionar o fluxo de aeronaves chegando de diversas localidades, evitando-se assim o conflito e gerenciando de forma correta as separações entre aeronaves chegando e aeronaves saindo. Utiliza um fixo de transição que pode ou não iniciar na TMA. Após este fixo de transição acontece a troca em o vôo em rota para a aproximação. Ao final deste procedimento será utilizado um outro tipo de carta que será estudado no próximo Manual de Interpretação de Cartas. Para uma melhor compreensão deste tutorial, faz-se necessário que você já tenha conhecimento de como voar por instrumentos (IFR). No departamento de treinamento existem diversos manuais sobre vôo por instrumento assim como seus procedimentos Dept. de Treinamento: Para maiores informações ou contato para treinamento não hesite em entrar em contato com [email protected] com cópia para [email protected] Departamento de Treinamento - IVAOBR 25
26 Briefing Estabilizados na UW24 em direção a SBPA, o Centro Curitiba nos informa que a pista em uso em Palegre é a 11 e o procedimento de chegada será Guaíba 1. Analisamos a carta e já começamos a estudar o procedimento. Departamento de Treinamento - IVAOBR 26
27 Cabeçalho STAR SBPA: Designador do procedimento (STAR), e designador da localidade. (SBPA) Porto Alegre / Salgado Filho Intl: Nome da cidade e nome do aeroporto. RS Brasil: Unidade da Federação(RS) e País. GUAÍBA 1: Nome do procedimento de chegada (STAR) Freqüências Centro Curitiba (ACC): , ou ATIS: Controle Palegre (APP): , , ou Legendas Nível máximo permitido FL350. Nível máximo permitido FL260. Nível mínimo permitido FL060. Radial 073 de CXS freq Altitude mínima permitida pés Previsão de órbita sobre o fixo CAKE. Com limite de altitude. Perceba que a órbita é não-padrão Para saber mais sobre órbitas, consulte o manual do Dept. de Treinamento da IVAOBR em Departamento de Treinamento - IVAOBR 27
28 Procedimento Vindo pela UW24, o fixo de transição para deixar a rota e entrar no procedimento de chegada é o fixo OCASO. Perceba que já existe nele uma restrição quando a altitude, qual seja, devemos passar sobre o mesmo abaixo do FL350. Departamento de Treinamento - IVAOBR 28
29 Para a aproximação usaremos como balizamento os seguintes auxílios. CXS (freq ) 13 POR (freq ) 14 KRI (freq. 265) 15 IP (freq. 345) 16 OCASO está balizado pela radial 073 de CXS. Iremos agora até o fixo CAKE, balizado também pela radial 096 de CXS. Note que em CAKE a restrição de altitude é de no mínimo FL060 e no máximo FL260. Após cruzar a radial 096 de CAKE iremos curvar a direita para interceptar o QDM 253 de KRI até o fixo GLUE. O fixo GLUE é balizado pela radial 208 de CXS, ou seja, se aproximando no QDM 253 de KRI, quando estiver passando a radial 208 de CXS, necessariamente vai estar sobre o fixo GLUE. Note mais uma vez a restrição de altitude sobre este fixo onde o mínimo é o FL050 e o máximo é o FL130. Iniciaremos curva a esquerda quando interceptar a radial 208 de CXS, nos afastando na mesma até o fixo TINA. Este fixo encontra-se balizado pelo VOR de CXS e pelo VOR de POR, ou seja, se afastando na radial 208, quando cruzarmos a radial 341 de POR, estaremos sobre o fixo TINA. Sobre este fixo a restrição de altitude é de no mínimo FL050, não podendo cruzar por ele abaixo disto. Seguiremos o afastamento pela radial 208 de CXS até o fixo ABOC agora. Para localização é a mesma idéia do fixo TINA, ou seja, no afastamento pela radial 208 de CXS, quando cruzarmos pela radial 304 de POR, estaremos sobre o fixo ABOC. Em ABOC a restrição diminui para no mínimo 2000 pés. Por final iremos iniciar curva a esquerda para interceptar o QDM 105 de IP, para executar o procedimento de aproximação e pouso na pista 11 de SBPA. IP é também o Marcador Externo (OM) da pista 11 em SBPA, e devemos passar sobre ele no mínimo a 1700 pés. 13 VOR de Caxias. 14 VOR de Porto Alegre 15 NDB de Quari 16 NDB de Guaíba Departamento de Treinamento - IVAOBR 29
30 Instruções de chegada As instruções das cartas aéreas brasileiras sempre vêem em dois idiomas, português e inglês. Para os fins didáticos deste manual veremos apenas a parte em português, lembrando que em nada muda quando ao procedimento. I Instrução da chegada. É o passo à passo que fizemos no capítulo Procedimento. II Instrução final do procedimento, parte final do Capítulo Procedimento. Após ABOC curvar a esquerda para interceptar o QDM 105 de IP e executar a IAC para pouso. III Tópico sobre a falha de comunicação. (7600) Havendo problema em comunicação com o órgão ATC durante a aproximação, deve-se colocar o transponder em 7600 e seguir este procedimento. IV Altitude de transição. Abaixo dela estaremos voando em Altitudes. Valor fixo serve também de parâmetro para o calculo do TL (Nível de transição). Modificações 30 AUG 07: Data na qual está atualização da carta foi publicada. (30 de agosto de 2007). Modificações: Freq. ACC: Demonstra o que foi atualizado em relação à última carta. Neste caso a freqüência do ACC (Centro). Departamento de Treinamento - IVAOBR 30
31 Outros fatos não previstos nesta carta Limitação de velocidade Durante seu estudo pelas cartas de saída, você pode se deparar com algumas situações não previstas nesta carta. Vejamos o exemplo da carta LUKA 1, de SBBR. Note que sobre o fixo LUKA, a limitação de altitude é de no máximo FL090 e no mínimo o FL080. Existe ainda a previsão de órbita. E para nosso estudo por agora a limitação de velocidade em 190 kt máximo de indicada. Isto quer dizer que você não poderá passar sobre o fixo LUKA, em aproximação, com velocidade indicada superior a 190KT. Possibilidade de aguardar vetores para a final Na própria carta LUKA 1, podemos ver uma oportunidade distinta das aprendidas neste manual, qual seja: após um determinado fixo precisamos que aguardar vetores para final. Departamento de Treinamento - IVAOBR 31
32 Em Branco Departamento de Treinamento - IVAOBR 32
33 VAC Apresentação Vamos analisar uma carta VAC Visual Approach Chart. Esta carta possui as informações do circuito de tráfego e das aproximações visuais de um aeródromo. Neste caso vamos utilizar de uma carta VAC para um circuito de tráfego em SBBR Brasília. É necessário que você já tenha conhecimento sobre vôo visual e tudo sobre circuito de tráfego. Departamento de Treinamento - IVAOBR 33
34 Briefing Iremos usar para o estudo neste manual, dois procedimentos. O primeiro será um circuito de tráfego padrão decolando da pista 11L. O outro caso será uma entrada no circuito visual vindo da parte sul do aeródromo, mais especificadamente, um vôo visual entre SWUZ SBBR. Cabeçalho VAC SBBR: Carta de circuito e aproximações visuais de Brasília. Brasília / Pres. Juscelino Kubischek. Intl.: Localidade (Brasília) e nome do aeródromo. DF Brasil: Unidade da Federação e País. RWY 11L/29R 11R/29L: Isto informa para quais pistas está carta vale. No caso, todas as pistas em SBBR. ELEV 3479 : Elevação do aeródromo em pés. (feet) pés. Freqüências APP (Controle): ; ; TWR (Torre): ; ; GNDC (Solo): CLRD (Del): ATIS: Departamento de Treinamento - IVAOBR 34
35 Procedimento Circuito de tráfego. Decolando da pista 11L, efetuaremos circuito de tráfego para toque e arremetida. Neste caso o circuito é padrão, ou seja, com curvas para a esquerda. Após decolagem, iniciaremos curva para a esquerda para ingressar na perna do vento da pista 11L. Note que existe uma restrição de altitude, qual seja, no mínimo 1500 pés. Esta altura é em relação ao solo. Perceba que existem referencias do solo expressos na carta. O desenho do lago Paranoá. Algumas rodovias que cortam Brasília. É possível notar inclusive o desenho de uma avião, moldura esta que deixou a cidade tão conhecida. Departamento de Treinamento - IVAOBR 35
36 Outras também das elevações no solo, ou obstáculos a serem evitados, com sua respectiva altitude. Note esta elevação de 4398 pés. Este caso se trata da torre de TV de Brasília. Localizada no eixo monumental. Entrada no circuito de tráfego visual Neste caso faremos um vôo visual entre Luziânia e Brasília (SWUZ SBBR). Luziânia está no sul do aeródromo de Brasília. Após decolagem curvaremos em direção a Brasília para pouso na 11L. Perceba que para podermos pousar na 11L teremos de cruzar o aeródromo, veremos mais adiante como isso se dará, entretanto adianto que devemos pedir autorização da Torre Brasília para efetuar tal manobra. Se a pista para pouso fosse a 11R, faríamos a entrada pelo setor sul do aeródromo ingressando diretamente na perna do vento para pouso. Como iremos para a 11L, logo depois de cruzar o aeródromo, ingressaremos na perna do vento pelo ponto médio. Observe: Departamento de Treinamento - IVAOBR 36
37 Observações As observações são de certa forma auto-explicativas. Merece atenção apenas em relação ao ponto observado acima. Pista 11L/29R - As aeronaves procedentes dos setores Oeste (W), Noroeste (NW), Nordeste (NE) e Leste (E), devem entrar no circuito de tráfego pelo setor Norte (N) do aeródromo. - As aeronaves procedentes dos setores Sudeste (SE), Sul (S) e Sudoeste (SW), devem solicitar autorização da torre para cruzamento do aeródromo e ingresso no circuito de trafego. pés. - A curva para ingresso no circuito deve ser efetuada após cruzar 4000 Pista 11R/29L - As aeronaves procedentes dos setores Oeste (W), Sudoeste (SW), Sudeste (SE), Sul (S) e Leste (E) devem entrar no circuito de tráfego pelo setor S (Sul) do aeródromo. - As aeronaves procedentes dos setores Noroeste (NW), Norte (N) Nordeste (NE) e Leste (E), devem solicitar autorização da torre para cruzamento do aeródromo. pés. - A curva para ingresso no circuito deve ser efetuada após cruzar 4000 Departamento de Treinamento - IVAOBR 37
38 6000 pés. Procedimento de atenuação de ruído. - Efetuar procedimento do equipamento e manter V2 + 10kt até cruzar Departamento de Treinamento - IVAOBR 38
39 Referência Fórum da IVAOBR IPACK L5 Traduzido: Demais tutoriais no Departamento de Treinamento IVAOBR - Departamento de Treinamento - IVAOBR 39
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