TERMO DE REFERÊNCIA OBJETO



Documentos relacionados
CONCESSÃO DE USO DE ÁREA DESTINADA A BANCO - EQUIPAMENTO ELETRÔNICO/24 HORAS TERMO DE REFERÊNCIA

CONCESSÃO DE USO DE ÁREA DESTINADA A EXPLORAÇÃO COMERCIAL DE ROUPAS MASCULINA, FEMININA E INFANTIL.

CONCESSÃO DE USO DE ÁREA DESTINADA À LOCADORA DE VEÍCULOS NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE FLORIANÓPOLIS/HERCÍLIO LUZ, EM FLORIANÓPOLIS/SC.

EXPLORAÇÃO COMERCIAL DE ATIVIDADE DE GUARDA VOLUMES

TERMO DE REFERÊNCIA. outubro/2012

TERMO DE REFERÊNCIA 08/2015

SÃO PAULO - SP SETEMBRO/2015

Termo de Referência ao TC nº

ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 05/2015 CREMEB

TERMO DE REFERÊNCIA (HANGAR TÁXI AÉREO)

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO Nº 113, DE 22 DE SETEMBRO DE 2009.

TERMO DE REFERÊNCIA INSTALAÇÃO DE REDE DE GÁS NATURAL À NOVA USINA DE ASFALTO

ANEXO 3 CONDIÇÕES DE COMPARTILHAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA PARA INTERCONEXÃO

ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS Nº 003/LCIC-2/ /05/2014 CONCORRÊNCIA Nº 004/DALC/SBCT/2014

PROJETO BÁSICO TGD/005/2006

RESOLUÇÃO Nº 302, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2014.

TERMO DE REFERÊNCIA SEGURO DE VIDA

ANEXO 01 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ARMÁRIOS PARA CRMS

1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015

[REQUISITOS AMBIENTAIS COMPLEMENTARES]

CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE TERCEIRIZAÇÃO PARA PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO ÂMBITO DO MERCOSUL

EMPRESA BRASILEIRA DE INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA SUPERINTENDÊNCIA DE NEGÓCIOS COMERCIAIS GERÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO MERCADOLÓGICO

RESOLUÇÃO - RDC Nº. 176, DE 21 DE SETEMBRO DE 2006.

CONTRATAÇÃO DE TERCEIRIZAÇÃO PARA PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL, COSMÉTICOS E PERFUMES

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 581, DE 29 DE OUTUBRO DE 2002

NORMA DE PROCEDIMENTOS. Locação de imóveis

Tania Pich Gerente Geral de Saneantes - ANVISA

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012

ANEXO XV DIRETRIZES PARA CONTRATAÇÃO DE SEGUROS DE RESPONSABILIDADE DA CONCESSIONÁRIA

ESTE DOCUMENTO É UMA TRADUÇÃO LIVRE. EM CASO DE DIVERGÊNCIA, PREVELECE A INFORMAÇÃO ESPECÍFICA CONTIDA NO EDITAL ORIGINAL EM INGLÊS.

CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - 3ª Região (SP, MS)

EDITAL DO LEILÃO 02/2014 LEILÃO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA

1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO, CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015.

ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL SEADES DIRETORIA DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL DSAN

CONDIÇÕES GERAIS PU 12 meses 1 sorteio, pagamento variável Modalidade: Incentivo Processo SUSEP: /

FORMULÁRIO-MODELO PARA APRESENTAÇÃO DE CONTRIBUIÇÕES

1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO.

APÊNDICE XI SERVIÇOS GERAIS DE APOIO À ADMINISTRAÇÃO

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA

Projeto n 14593/ Escritório Nacional do CATAFORTE - Negócios Sustentáveis em Redes Solidárias COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇOS Nº 06/2015

Seção II Das Definições

MANUAL DE SERVIÇOS AUXILIARES

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MOBILIZAÇÃO, CONSTRUÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DO CANTEIRO

1. A SPECTOS GERAIS 1.1 APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS

REGULAMENTO GERAL DE CREDENCIAMENTO E EXPLORAÇÃO DE PÁTIOS REGULADORES DE CAMINHÕES

2. Conforme exigido no Anexo II, item 1.4 do edital os produtos devem atender às Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e emprego.

CONVITE FACULDADE CATÓLICA DE UBERLÂNDIA

RESOLUÇÃO Nº 355, DE 17 DE MARÇO DE 2015.

MINUTA DE ESPECIFICAÇÕES E CONDIÇÕES Fornecimento de Volantes e Bobinas térmicas AUDIÊNCIA PÚBLICA DE 30/11/2004

PERMISSÃO DE USO PARA IDENTIFICAÇÃO, INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE ESPAÇOS PUBLICITÁRIOS NOS TERRENOS E PRÉDIOS DA TRENSURB

RESOLUÇÃO RDC ANVISA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE (D.O.U. de 19/12/02)

ANEXO II MODELOS DA LICITAÇÃO MODELO N.º 3 DECLARAÇÃO DE PLENO ATENDIMENTO AOS REQUISITOS DE HABILITAÇÃO

TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS

INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR A PRODUTOS ALIMENTARES GOURMET

TERMO DE REFERÊNCIA FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE 1 (UMA) PONTE ROLANTE

RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010

TERMO DE REFERÊNCIA CONTROLE DE REVISÕES APROVAÇÃO: MATRÍCULA: RUBRICA: JOSÉ CASSIANO FERREIRA FILHO

PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR

RESOLVEM: CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO

Implantação do Serviço de Limpeza

GUARAPUAVA ESPORTE CLUBE

PORTARIA SMS Nº 028, de 9 de outubro de 2014.

MUNICÍPIO DE GUARANIAÇU Estado do Paraná CNPJ /

COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO CPL/IPA ANEXO I PROJETO BÁSICO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NORMA TÉCNICA 2/07

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS

DIRETORIA DE GESTÃO DG DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO - DGA TERMO DE REFERÊNCIA OBJETO

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

INSTRUÇÃO NORMATIVA STR SISTEMA DE TRANSPORTES Nº. 002/2015. Unidade Responsável: Secretaria Municipal do Interior e Transportes CAPÍTULO I

OBJETO: Contrato de instalação e manutenção sistema de monitoramento de imagens á distância, em prédios do município.

TERMO DE REFERÊNCIA ADNR-4. Paulo Afonso Monteiro dos Santos. ELABORADOR: Duílio Rangel Lopes de Andrade RUBRICA: MATRÍCULA: 12.

Manual de Instruções Bebedouro Stilo Eletrônico. Imagem meramente ilustrativa.

EDITAL Nº 02/2014, PROGEP/CDP/NUGCAP.

ANEXO VIII. Ref. Pregão Presencial nº. 012/2014 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA

DEPARTAMENTO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS Coordenadoria de Apoio Logístico Departamento de Apoio Operacional TERMO DE REFERÊNCIA

SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO xxxxxxxxxxx AEROPORTO INTERNACIONAL xxxxxxxxxxx ANEXO I

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP ECO 2.1 MODALIDADE DADE INCENTIVO PAGAMENTO ÚNICO CONDIÇÕES GERAIS

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS

Universidade Federal de Itajubá - Unifei Campus de Itabira

Parte A - DISPOSIÇÕES GERAIS.

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS E VIAÇÃO DIVISÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA ANEXO XII - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

REGULAMENTO GERAL DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DO DEPARTAMENTO DE QUÍMICA

REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES

a) sempre que se produza uma mudança nas condições de trabalho, que possa alterar a exposição aos agentes biológicos;

NORMA DE PRÉ-QUALIFICAÇÃO DE OPERADOR PORTUÁRIO

PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR

PORTARIA SERLA N 591, de 14 de agosto de 2007

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS

Manual de Assistência 24 horas. Assistência 24 Horas AUTOCONTROLE

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS CAMPOS DE FUTEBOL DO SESC VENDA NOVA

Transcrição:

TERMO DE REFERÊNCIA OBJETO: CONCESSÃO DE USO DE ÁREAS DESTINADAS À EXPLORAÇÃO COMERCIAL DE ALIMENTOS E BEBIDAS POR MEIO DE MÁQUINAS DE VENDA VENDING MACHINE, NOS TERMINAIS DE PASSAGEIROS 1 E 2 DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE PORTO ALEGRE - SALGADO FILHO, EM PORTO ALEGRE RS. 07/2014 1

Termo de Referência CONTROLE DE REVISÕES: REV.01.2013 ELABORADO: GABRIEL TEIXEIRA ESPINDOLA MATRÍCULA: 13.745-28 RUBRICA: VALIDADO: ELLEN SABRINA SIMÕES FERREIRA MATRÍCULA: 15.834-19 RUBRICA: APROVADO: SANDRA APARECIDA DE OLIVEIRA MATRÍCULA: 94.294-81 RUBRICA: REV. DESCRIÇÃO DATA RESPONSÁVEL MATRÍCULA RUBRICA 2

SUMÁRIO 1. DAS DEFINIÇÕES... 4 2. DA FINALIDADE... 4 3. DO OBJETO, DA SITUAÇÃO FÍSICA DA ÁREA, DA UTILIZAÇÃO DA ÁREA... 4 3.2 SITUAÇÃO FÍSICA DA ÁREA:... 4 3.3 UTILIZAÇÃO DA ÁREA:... 5 4 DO PRAZO CONTRATUAL... 7 5 DO PREÇO... 7 6 DAS OBRIGAÇÕES DO CONCESSIONÁRIO... 8 7 DAS ADEQUAÇÕES DA ÁREA... 9 8 DAS DISPOSIÇÕES FINAIS... 10 9 DOS ANEXOS... 10 3

1. DAS DEFINIÇÕES 1.1 ADJUDICATÁRIO: licitante vencedor do certame licitatório; 1.2 CONCEDENTE: INFRAERO, titular da área, signatária do instrumento contratual; 1.3 CONCESSIONÁRIO: pessoa jurídica signatária de contrato com a INFRAERO; 1.4 CONTRATO DE CONCESSÃO DE USO DE ÁREA: contrato comercial pelo qual a INFRAERO concede à pessoa jurídica de direito público ou privada o uso de uma área, de facilidades e/ou de equipamentos, para que explore segundo sua destinação específica; 1.5 INFRAERO: Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária; 1.6 LICITANTE: pessoa jurídica habilitada para participar do processo licitatório; 1.7 SBPA: sigla para Aeroporto Internacional de Porto Alegre Salgado Filho; 1.8 TPS: Terminal de Passageiros. 2. DA FINALIDADE 2.1 Este Termo de Referência destina-se à descrição de requisitos mínimos para a concessão de uso de área, objeto da licitação em pauta, não cabendo ao LICITANTE/CONCESSIONÁRIO alegar desconhecimento sobre este documento sob nenhuma hipótese; 2.2 Este Termo de Referência é anexo e parte inseparável do respectivo edital de licitação e do Termo de Contrato, independentemente de transcrição total ou parcial de seu conteúdo, devendo suas disposições serem observadas e cumpridas pelo CONCESSIONÁRIO, durante toda a vigência contratual. 3. DO OBJETO, DA SITUAÇÃO FÍSICA DA ÁREA, DA UTILIZAÇÃO DA ÁREA 3.1 O objeto da presente licitação é a CONCESSÃO DE USO DE ÁREAS DESTINADAS A EXPLORAÇÃO COMERCIAL DE ALIMENTOS E BEBIDAS POR MEIO DE MÁQUINAS DE VENDA VENDING MACHINE, NOS TERMINAIS DE PASSAGEIROS 1 E 2, localizada no Aeroporto Internacional de Porto Alegre Salgado Filho, conforme descrito abaixo; 3.2 SITUAÇÃO FÍSICA DA ÁREA: 3.2.1 As áreas objeto desta licitação totalizam 37,10m² (trinta e sete vírgula dez metros quadrados) e estão identificadas como áreas nºs. 32, 41, 53, localizadas no Terminal de Passageiros 1 e áreas nºs. 30 e 04 (depósito), localizadas no Terminal de Passageiros 2, do Aeroporto Internacional de Porto Alegre - Salgado Filho, em Porto Alegre RS, conforme segue: Lote Item Ponto / Mix Comercial Metragem Localização 1.1 41 3,50 m² Primeiro pavimento do TPS 1 saguão de desembarque 1.2 32 3,50 m² Segundo Pavimento do TPS 1 saguão de embarque 1 1.3 53 3,50 m² Terceiro Pavimento do TPS 1 Saguão 1.4 30 3,50 m² Térreo do TSP 2 Sala de Embarque 1.5 04 23,10 m² Terraço do TPS 2 (Depósito) 4

3.2.2 As atuais instalações existentes nas áreas apresentam as condições descritas na Situação Física da Área anexa. 3.2.3 As áreas nºs. 41, 32, 53 e 30 encontram-se ocupadas e serão entregues ao LICITANTE ADJUDICATÁRIO após sua efetiva desocupação. 3.2.4 A área nº. 04 encontra-se desocupada. 3.3 UTILIZAÇÃO DA ÁREA: 3.3.1 A Concessionária utilizará as áreas licitadas exclusivamente para exploração da atividade citada no subitem 3.1 deste Termo de Referência. Sendo assim, para atendimento ao objeto deverão ser instaladas em cada ponto, com exceção do ponto nº. 04, o qual é destinado para depósito, 03 (três) máquinas, conforme segue: 3.3.1.1 01 (uma) máquina de refrigerantes, água, sucos, chás gelados, achocolatados, iogurtes e energéticos, sendo 60 % (sessenta por cento) dos produtos de água e refrigerantes; 3.3.1.2 01 (uma) máquina de café expresso, curto e longo, café com leite, cappuccino, chá, chocolate, chocolate com leite, mais açúcar, sem açúcar, e 3.3.1.3 01 (uma) máquina para snacks, batatinhas, amendoins, biscoitos, doces e salgados, balas, bolos, chocolate e barra de cereais. 3.3.2 Dentre a comercialização dos itens acima autorizados, o CONCESSIONÁRIO deverá atender os itens da tabela de produtos básicos de comercialização, não exclusivos, com vinculação de preços, consoante Tabela de Produtos Básicos com Preços Vinculados, anexo deste Edital. 3.3.2.1 Será vedada a cobrança de preços superiores aos fixados na Tabela de Produtos Básicos com Preços Vinculados. 3.3.3 Será vedada a venda de bebidas alcoólicas; 3.3.4 A área nº. 04 será destinada a depósito e deverá ser utilizada estritamente para guarda de materiais e produtos para suprimento, manutenção das máquinas e higienização das latas/garrafas conforme segue: 3.3.4.1 A área deverá contemplar 03 (três) cubas de higienização, exclusivamente, para a lavagem das latas e garrafas, de acordo com as exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA; 3.3.4.2 Para o processo de higienização deverá ser realizado consulta prévia a ANVISA para orientações em relação às etapas de lavagem e produto específico a ser utilizado neste procedimento; 3.3.4.3 A área de depósito deverá segregar os produtos secos (café, achocolatados, e outros do gênero) armazenados separadamente (com 5

instalação de divisória), de modo a evitar contato com umidade, haja vista a área contemplar lavagem de produtos; 3.3.4.4 É indispensável à utilização de estrado para armazenagem das latas, mantendo-as afastadas do piso; 3.3.4.5 Os produtos de limpeza e outros que se fizerem necessários (panos, vassouras e baldes) devem ser guardados em balcão/armário específico, sem que haja contato com os produtos alimentícios. Em complemento as cubas não poderão ser utilizadas para lavagem de panos e outros, devendo ser utilizado para esta finalidade, área especifica de expurgo; 3.3.4.6 A área em concessão não deverá em nenhuma hipótese ser utilizada para escritório ou atividades afins, sendo a permanência de pessoas neste local, exclusivamente para higienização das embalagens e latas, bem como para controle e abastecimento do estoque; 3.3.5 É de responsabilidade da empresa a elaboração de POP Procedimento de Operação Padrão a ser assinado por profissional específico (Nutricionista) com a descrição de todo o processo, desde o armazenamento, higienização, abastecimento de ambos os terminais e processo de transporte de um terminal para o outro, dentro das exigências e normas da vigilância sanitária. 3.3.5.1 O procedimento acima descrito deverá ser encaminhado a INFRAERO junto aos projetos, devendo ser considerado para a entrega do documento o mesmo prazo previsto em edital para apresentados dos projetos; 3.3.5.2 O procedimento será encaminhado para a análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA, devendo suas adequações serem atendidas de acordo com as orientações da vigilância sanitária, antes do início da atividade, se for o caso. 3.3.6 Para abastecimento das máquinas e transporte entre terminais deverá ser utilizado veículo específico ao transporte de alimentos (com compartimento separado), de acordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA; 3.3.7 Para o acondicionamento dos produtos durante o transporte deverá ser utilizado caixas plásticas com tampa, mantendo os produtos devidamente protegidos para que não haja exposição das latas/garrafas após a higienização e até o ponto de abastecimento; 3.3.8 O abastecimento da área deverá ser disciplinado pelo CONCESSIONÁRIO de acordo com a necessidade e demanda existente, sendo de sua inteira responsabilidade a reposição dos produtos, higienização das máquinas e dos pontos, manutenção técnica, preventiva e corretiva, logística, supervisão dos trabalhos e atendimento as orientações da vigilância sanitária; 6

3.3.9 A instalação e a exploração da atividade deverão restringir-se ao interior da área licitada, não sendo admitida a utilização pelo CONCESSIONARIO, espaço excedente ao estabelecido no Contrato. 3.3.10 A guarda e segurança da área concedida são de responsabilidade do CONCESSIONÁRIO, não cabendo à INFRAERO, qualquer ressarcimento por furtos, roubos ou danos. 3.3.11 A critério exclusivo da INFRAERO poderá o CONCESSIONÁRIO ser remanejado da área ocupada para outro local por ela estabelecido, por questões de readequação do Terminal de Passageiros, devendo a mudança das instalações ser feita a expensas do CONCESSIONÁRIO, atendendo o disposto no item 8 das condições gerais do instrumento contratual. 3.3.12 Não serão permitidas redes WiFi em ambientes do sítio aeroportuário, em virtude de que estas podem causar interferências, perda de desempenho ou até mesmo inviabilizar o funcionamento de rede WiFi da INFRAERO. 3.3.13 A INFRAERO disciplinará, durante todo o período de vigência do prazo contratual, as atividades exercidas na área sob Concessão, visando assegurar o cumprimento do objeto contratual, dos aspectos mercadológicos estabelecidos no Contrato e a eficácia dos serviços prestados aos usuários podendo: 3.3.13.1 Autorizar a inclusão de produtos e/ou serviços, que no seu entender ou por força legal sejam compatíveis com a destinação da área concedida. 3.3.13.2 Determinar a exclusão de produtos e/ou serviços que, no seu entender ou por força legal, não se enquadrem na destinação da área concedida. 4 DO PRAZO CONTRATUAL O prazo de vigência contratual será de 60 (sessenta) meses, contados a partir da data do início da vigência do contrato. 5 DO PREÇO Os valores estimados para o objeto deste Termo de Referência correspondem a: 5.1 Preço Fixo Mensal - R$ 14.750,00 (quatorze mil setecentos e cinquenta reais); 5.2 Preço Global: R$ 885.000,00 (oitocentos e oitenta e cinco mil reais) para o período de 60 (sessenta) meses; 5.3 Percentual a ser aplicado sobre o faturamento bruto mensal auferido na exploração comercial: 15% (quinze por cento). 5.4 A licitante deverá prever na sua elaboração da proposta de preço os valores adicionais referentes a qualquer infraestrutura da área dada em concessão, como, por exemplo, a instalação de medidores de energia, registro de água, conforme o caso. 7

5.5 Somente após o intercurso de 12 (doze) meses, a partir da apresentação da proposta, os produtos constantes da Tabela de Produtos Básicos com Preços Vinculados, anexa, poderão sofrer atualização, mediante solicitação formal devidamente fundamentada e com a apresentação de pesquisa de mercado local, após a aprovação da INFRAERO. 6 DAS OBRIGAÇÕES DO CONCESSIONÁRIO Além dos encargos previstos no Edital, nas Condições Gerais do Contrato e nas normas a ele aplicáveis, constituem-se, ainda, obrigações do CONCESSIONÁRIO: 6.1 Providenciar a facilitação de trocos; 6.2 Observar com rigor as disposições do Código de Defesa do Consumidor, submetendo-se à orientação dos órgãos competentes, devendo, inclusive, manter disponível 01 (um) exemplar deste Código no estabelecimento, conforme Lei 12.291 de 20 de julho de 2010, para consulta dos clientes; 6.3 Manter uma tabela de preços e/ou produtos precificados em Reais (R$) visível ao público, identificando os valores dos produtos/serviços; 6.4 Dispor de todos os instrumentos de autorização obrigatórios para o exercício de suas atividades, expedidos pelas Autoridades Públicas Competentes, mantendo-os atualizados durante a vigência contratual; 6.5 Obedecer à legislação vigente sobre prevenção de acidentes, segurança e higiene do trabalho, mantendo todos os seus empregados devidamente treinados; 6.6 Expor em local visível ao público serviços de ouvidoria (SAC 0800), full time (24 horas), para registro de sugestões, críticas, serviços de manutenção e informações aos clientes; 6.7 Manter quadro funcional em número e qualificação adequados ao eficiente desempenho de suas atividades e no mínimo um funcionário com nível de decisão gerencial, o qual deverá estar formalmente credenciado perante a INFRAERO, exercendo fiscalização sobre os empregados e/ou prepostos do CONCESSIONÁRIO no que diz respeito a sua atuação junto ao público usuário do Aeroporto; 6.8 Além do quadro funcional constante do subitem 5.7 o CONCESSIONÁRIO deverá manter no mínimo um funcionário por Terminal de Passageiros em horário compatível com o funcionamento do Aeroporto, fins de atendimento ao passageiro e/ou usuário do Aeroporto, em caso de dificuldades e/ou falha do equipamento durante manuseio; 6.9 Manter toda a equipe de atendentes devidamente uniformizada e identificada por meio de Credenciamento Aeroportuário emitido pela INFRAERO, em conformidade com o disposto no item 25.20 das Condições Gerais do Contrato; 6.10 Manter controle de qualidade e boas práticas dos serviços e produtos, devendo: 6.10.1 Atender o padrão de referência para a qualidade dos gêneros alimentícios prescrito na Portaria nº 326, de 30/07/1997, da Secretaria de Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde; 8

6.10.2 Utilizar e comercializar apenas produtos alimentícios que contenham nas embalagens registro do órgão competente do Ministério da Saúde, Ministério da Agricultura, Secretaria de Saúde ou da Agricultura; 6.10.3 Utilizar e comercializar apenas produtos alimentícios que apresentem características próprias adequadas e estejam dentro do prazo de validade; 6.11 Seguir a legislação sanitária em vigor, respondendo com exclusividade por todas e quaisquer multas ou interpelações das autoridades competentes, bem como por problemas causados aos usuários relativos aos alimentos fornecidos, configurando-se falta grave a interdição da Atividade por qualquer motivo; 6.12 Responsabilizar-se pela conservação e limpeza da área física para exploração comercial; 6.13 Atender todas as legislações pertinentes ao objeto, emitidos pela ANVISA, a saber: RDC 216/04, RDC 275/02 e RDC 02/03; Portaria nº 326/SVS/MS de 30 de julho de 1997, Portaria nº 1428/MS de novembro de 1993 e 21 de outubro de 2002, ou outras correlatas que vigorem durante o período contratual. 7 DAS ADEQUAÇÕES DA ÁREA 7.1 A área objeto da presente licitação será entregue ao CONCESSIONÁRIO nas condições que se encontra e conforme Situação Física da Área, anexa. As adequações necessárias à exploração do ramo de atividade objeto desta licitação, deverão ser submetidas à aprovação da INFRAERO, mediante projeto em três vias, acompanhado dos respectivos arquivos magnéticos, correndo as despesas decorrentes, por conta do CONCESSIONÁRIO; 7.2 O CONCESSIONÁRIO deverá seguir os prazos contemplados para: Apresentação dos projetos, Adequações do projeto, Execução das instalações e Entrega do As Built, previstos nos itens 1.3.4, 1.3.5.1, 1.3.6 e 1.3.7 do Edital; 7.3 As adequações a serem realizadas na área dada em concessão, serão consideradas de interesse único e exclusivo do CONCESSIONÁRIO, razão pela qual não caberá amortização e os dispêndios a serem realizados para adequação, instalação de infraestrutura não devem presumir redução do preço mensal e nem gerar expectativa de possibilidade de quaisquer medidas compensatórias futuras; 7.4 O CONCESSIONÁRIO poderá contratar empresa especializada para a confecção do projeto e execução da obra, porém permanecendo perante a INFRAERO como único responsável pelas ações de seus prepostos, assumindo plena e total responsabilidade legal, administrativa e técnica pela perfeita execução do projeto e ou serviços, comprometendo-se a não promover modificações nas especificações sem a prévia e expressa aprovação da INFRAERO; 7.5 Caso seja necessária a realização de obras civis, o CONCESSIONÁRIO deverá providenciar o transporte e a correta destinação dos resíduos de construção civil gerados no local, não sendo permitido depósito destes resíduos dentro da área patrimonial do Aeroporto. 9

7.6 O CONCESSIONÁRIO deverá prever o uso de energia elétrica estabilizada através de no-break se for o caso, para os sistemas críticos, inclusive iluminação de emergência, sendo os custos envolvidos as suas expensas. 7.7 É imprescindível o atendimento da Lei n. 6.496/1977 em concordância com a Lei n 12.378, de 31/12/2010 sobre a apresentação das ART/RRT e da Resolução 218 do CONFEA para início dos serviços neste Aeroporto. Ressalta-se que a ART/RRT de execução dos serviços deverá ser necessariamente do CREA/RS ou CAU/RS. 8 DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 8.1 Os prazos e condições estabelecidos no Edital desta licitação, bem como a proposta de preço do licitante adjudicatário referente ao mesmo Edital, são partes integrantes das condições do Contrato independentemente de transcrição. 8.2 Os casos omissos referentes a este Termo de Referência serão resolvidos pela área Comercial da INFRAERO, ouvidas as áreas técnicas de interface e as razões do CONCESSIONÁRIO. 9 DOS ANEXOS 9.1 Croqui de localização das áreas; 9.2 Situação física das áreas. RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO RESPONSÁVEL PELA VALIDAÇÃO Gabriel Teixeira Espindola MATRÍCULA: 13.745-28 APROVAÇÃO Ellen Sabrina Simões MATRÍCULA: 15.834-19 Considerando-se o disposto na letra n do item 11.1.1 da NI 6.01/E (LCT), de 01/09/2011, aprovo o Termo de Referência que tem como objeto: Concessão do uso de área, destinada à exploração comercial de alimentos e bebidas por meio de máquinas de venda vending machine, no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre RS, conforme especificações detalhadas pela INFRAERO. Porto Alegre, 28 de julho de 2014. Sandra Aparecida de Oliveira Superintendente em Exercício do Aeroporto Internacional Salgado Filho MATRÍCULA: 94.294-81 10