Abrangência: Esse programa abrange:



Documentos relacionados
PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA

Paulo Eduardo Armiliato. NOVO REFIS Lei , de 2014

MINISTÉRIO DA FAZENDA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

Na mesma data, também foi publicada a Instrução Normativa RFB nº 1.576/2015, que alterou a Instrução Normativa nº 1.491/2014.

Dívidas não parceladas anteriormente

REFIS DA COPA. Lei n /14. Ricardo Bonfá. Julho de 2014

PARCELAMENTO DE DÉBITOS PREVIDENCIÁRIOS DA LEI Nº / Considerações sobre a Reabertura de Prazo

Lei / Regulamentação

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão:

Passo a passo de consolidação da modalidade Pagamento à Vista com utilização de Prejuízo Fiscal ou de Base de Cálculo Negativa da CSLL

ESTADO DE SERGIPE PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACAJU Secretaria Municipal de Governo LEI COMPLEMENTAR N.º 64/2003 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2003

Lei reabre Refis da crise e institui novos programas /ROTEIRO E CONDIÇÕES PARA ADESÃO

Lei nº n /2009 Portaria Conjunta PGFN/RFB nº n 02/2011

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

LEI Nº , DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651 ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2, de 3 de fevereiro de 2011

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

PRESTAÇÃO DE INFORMAÇÕES PARA A NEGOCIAÇÃO DE CONSOLIDAÇÃO DOS DÉBITOS NO PARCELAMENTO E PAGAMENTO À VISTA COM UTILIZAÇÃO DE PF/BCN DE CSLL

PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS FEDERAIS

MINISTÉRIO DA FAZENDA Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PORTARIA PGFN N 643, DE 1º DE ABRIL DE 2009

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO

Redução Juros sobre Multa Punitiva. Redução Multa Punitiva. Parcela Única 60% 60% 75% 75% - N/A

OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS MUNICÍPIOS E LEI

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011

5º REVOGADO. 6º REVOGADO. 7º REVOGADO. 8º REVOGADO. 9º REVOGADO.

MUNICÍPIO DE CAUCAIA

DECRETO N , DE 05 DE JUNHO DE 2006

PROGRAMA REGULARIZE. Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado

Procuradoria da Dívida Ativa - PG-05

O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, ESTADO DO PIAUÍ

REFIS OPORTUNIDADE PARA AS EMPRESAS

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA SUBSECRETARIA DA RECEITA MANUAL REFAZ II

PROGRAMA REGULARIZE. Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº 38/2015. Capítulo I Disposições Gerais

DECRETO Nº , DE 6 DE DEZEMBRO DE 2013.

Gestão do Malha Fina GMF - Procedimentos Gerais

Portaria PGFN nº 164, de DOU de

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA

DECRETO Nº 2.525, DE 4 DE SETEMBRO DE Institui o Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Estadual REFAZ e dá outras providências.

RESOLUÇÃO Nº 924, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2009

PARCELAMENTO ORDINÁRIO PORTO ALEGRE

Atualizado em Maio/2014 Página 1 de 10

MINISTÉRIO DA FAZENDA. Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PORTARIA PGFN Nº 79, DE 03 FEVEREIRO DE 2014

PREFEITURAMUNICIPALDE MONTEALEGREDE MINAS


DECRETO Nº , DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014.

CONTRATO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL. Empresa: Matrícula: Telefone: ( ) Renegociação? ( ) NÃO ( ) SIM Novo Contrato:

Pagamentos Antecipados no Parcelamento da Lei n /2009

Prefeitura Municipal de São José dos Campos - Estado de São Paulo - PUBLICADO (A) NO JORNAL

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

1.3. Em quais casos é possível solicitar o parcelamento? 1.4. Como saberei se minha empresa possui débitos junto à Anvisa?

Programa Especial de Parcelamento - PEP

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

DECRETO Nº DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 (D.O. RIO DE 18/02/2013) O Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições legais,

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL. Débitos Previdenciários Municípios Parcelamento Normatização

Regulamento do Plano de Empréstimo. Aprovado em 01 de Janeiro de 2015

PRESTAÇÃO DE INFORMAÇÕES PARA A NEGOCIAÇÃO DE CONSOLIDAÇÃO DOS DÉBITOS NO PARCELAMENTO E PAGAMENTO À VISTA COM UTILIZAÇÃO DE PF/BCN DE CSLL

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL GERDAU PREVIDÊNCIA

Resolução Conjunta SF/PGE - 5, de : Disciplina os procedimentos administrativos necessários ao recolhimento de débitos fiscais do Imposto

NOTA TÉCNICA Lei nº de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTE DO PLANO DE BENEFICIO CEBPREV.

O consórcio é uma forma de aquisição de um bem, onde cada participante de um grupo segue um sistema de autofinanciamento.

Instrução Normativa SRF nº 599, de 28 de dezembro de 2005

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA LEI N , DE 11 DE SETEMBRO DE PUBLICADO NO DOE Nº 2297, DE

I CASOS PRÁTICOS DACON Segue abaixo orientações quanto ao preenchimento prático de informações a serem prestadas em Dacon através de exemplos

LEI Nº , DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

PARCELAMENTO TRIBUTÁRIO

COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS INTEGRANTES DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

CIRCULAR Nº Art. 2º Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

PROGRAMA DE PARCELAMENTO DE DÉBITOS DO ESTADO DE SÃO PAULO

MANUAL DA COMPENSAÇÃO

Consolidação do Refis da Crise Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2/2011

MANUAL DO PGMEI. 1 Introdução. 1.1 Apresentação do Programa

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2ª TURMA RECURSAL JUÍZO C

CIRCULAR Medida Provisória 252/05

RESOLUÇÃO Nº 4.292, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2013

A nova Consolidação das Regras para Compensação de Tributos Federais: In nº 1.300/12

LEI Nº , DE 25 DE SETEMBRO DE 2007

ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO NACIONAL PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO

Instrução Normativa SRF nº 298, de 12 de fevereiro de 2003

O Governador do Estado do Rio de Janeiro Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Regulamento da Carteira de Empréstimo - Antecipação do Abono Anual

Regulamento de Empréstimo

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ DECRETO N

MINUTA LEI ANISTIA / LEI Nº

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP POPULAR 510 MODALIDADE POPULAR PAGAMENTO ÚNICO CONDIÇÕES GERAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A.

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR

Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L

Termo Aditivo ao Contrato de Abertura, Movimentação e Manutenção de Conta de Depósito à Vista Adesão a Serviços de Liquidação Cetip

Estado do Acre DECRETO Nº DE 20 DE DEZEMBRO DE 2012

Lei nº , de (DOU )

Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo)

enviado em 09/09/2015 pedindo a presidente Dilma Rousseff pedindo mudanças no REDOM

Incidência do PIS e da Cofins sobre água, refrigerante e cerveja

Transcrição:

Condições a serem observadas para adesão ao programa de recuperação fiscal que concede condições especiais para o pagamento à vista e o parcelamento de débitos de qualquer natureza (Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 13/2014) Em vigor desde sua publicação, a Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 13 dispõe sobre as condições a serem observadas para adesão ao programa de recuperação fiscal que concede condições especiais para o pagamento à vista e o parcelamento de débitos de qualquer natureza, administrados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, de que tratam o art. 2º da Lei nº 12.996/2014 e arts. 34 e 40 da MP nº 651/2014. Os débitos de qualquer natureza, de pessoas físicas ou jurídicas, vencidos até o dia 31/12/2013, poderão ser pagos à vista ou parcelados, até o dia 25 de agosto de 2014, nas condições estabelecidas pela portaria conjunta em tela. Abrangência: Esse programa abrange: Débitos administrados pela PGFN e RFB (dentre os quais destacam-se o INSS dos empregados e empregadores, das contribuições substitutivas e de terceiros); Demais débitos administrados pela PGFN e RFB Condições: FORMA MULTAS MULTAS JUROS ENCARGOS MORA / OFÍCIO ISOLADAS À VISTA 100% 40% 45% 100% ATÉ 30 90% 30% 35% 100% ATÉ 60 80% 30% 35% 100% ATÉ 120 70% 25% 30% 100% ATÉ 180 60% 20% 25% 100% 1

Antecipação: A opção pelo parcelamento nos moldes propostos pela Lei nº 12.996/2014 e MP 651/2014, implica na antecipação de valor da dívida consolidada, nos seguintes patamares: antecipação de 5% do montante da dívida objeto do parcelamento, após aplicadas as reduções, na hipótese de o valor total da dívida ser menor ou igual a RS 1.000.000,00; antecipação de 10% do montante da dívida objeto do parcelamento, após aplicadas as reduções, na hipótese de o valor total da dívida ser maior que RS 1.000.000,00 e menor ou igual a RS 10.000.000,00; antecipação de 15% do montante da dívida objeto do parcelamento, após aplicadas as reduções, na hipótese de o valor total da dívida ser maior que RS 10.000.000,00 e menor ou igual a RS 20.000.000,00; antecipação de 20% do montante da dívida objeto do parcelamento, após aplicadas as reduções, na hipótese de o valor total da dívida ser maior que RS 20.000.000,00. As antecipações poderão ser pagas em até 5 parcelas iguais e sucessivas, a partir do mês do pedido de parcelamento e representará a 1ª prestação do parcelamento. Para fins de enquadramento nos percentuais acima mencionados, considera-se o valor total da dívida na data do pedido, sem as reduções autorizadas pela lei. Todavia, para o pagamento da antecipação, sobre a dívida, aplicam-se as reduções de multas, juros e encargos. A partir da 2ª parcela da antecipação, incidirão juros SELIC e 1% para o mês de pagamento. Somente após o pagamento da última parcela a título de antecipação, o contribuinte passará a efetuar o recolhimento mensal do parcelamento propriamente dito. Para tanto, deverá calcular o maior valor entre: O montante dos débitos objeto do parcelamento, descontada a antecipação, dividido pelo número de prestações pretendidas; e R$ 50,00, no caso de pessoa física; e R$ 100,00, no caso de pessoa jurídica. 2

Da migração de parcelamentos anteriormente concedidos: Na hipótese de pagamento à vista ou parcelamento de saldos remanescentes de outros parcelamentos em curso, a migração para o atual parcelamento deverá ser realizada até o dia 25/08/2014, por meio dos sites www.pgfn.fazenda.gov.br ou www.receita.fazenda.gov.br. Atenção: A desistência dos parcelamentos anteriormente concedidos deverá ser efetuada isoladamente em relação a cada modalidade de parcelamento da qual o sujeito passivo pretenda desistir e abrangerá, obrigatoriamente, todos os débitos consolidados na respectiva modalidade de parcelamento. Na hipótese de pedidos de adesão cancelados ou sem efeitos, os parcelamentos para os quais houver desistência não serão restabelecidos, o que demonstra a necessidade de cuidado no momento de utilizar essa opção. Da utilização dos créditos de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL: A adesão aos parcelamentos ou o pagamento à vista com utilização de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL deverão ser protocolados nos sites da PGFN ou da RFB, o dia 1º ao dia 25 de agosto, na forma do art. 19 da Portaria Conjunta em questão, que autoriza a utilização desses créditos para liquidação de multas de mora, ofício e isoladas e juros moratórios. Os débitos a serem pagos ou parcelados deverão ser indicados pelo contribuinte, no momento da consolidação. O requerimento de adesão por pessoa jurídica deverá ser realizado em nome do estabelecimento matriz, pelo responsável perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica. O acesso ao endereço eletrônico dar-se-á por meio de código de acesso, a ser obtido nos sites da PGFN ou da RFB, mediante certificado digital válido. Débitos em discussão judicial ou administrativa: Para adesão às condições especiais para pagamento a vista ou parcelamento, na forma da Lei nº 12.996 e MP 651, ambos de 2014, o contribuinte deverá desistir de impugnação, recurso administrativo, ações judiciais ou de qualquer defesa em sede de execução fiscal. 3

Trata-se de exigência obrigatória, cuja inobservância poderá invalidar todo o procedimento para adesão ao parcelamento ou mesmo o pagamento à vista com as reduções autorizadas pela legislação. Para tanto, o contribuinte deverá protocolar petição de desistência do procedimento, renunciando a qualquer alegação de direito sobre a qual se funda a ação ou defesa, nos termos do inciso V do art. 269 do Código de Processo Civil, até o último dia útil do mês subsequente: (1) à ciência da consolidação da modalidade de parcelamento; (2) à conclusão da consolidação; ou (3) término do prazo para pagamento à vista. Caso exista depósito judicial vinculado à ação judicial, o contribuinte deverá requerer a sua conversão em renda ou a sua conversão em pagamento definitivo. Consolidação: A consolidação dos débitos terá como base o mês do pagamento à vista ou da opção do parcelamento, e resultará da soma do principal, multas, juros de mora e encargos. Após a formalização do requerimento de adesão ao parcelamento, será divulgado o prazo que o contribuinte deverá observar para apresentar as informações necessárias à consolidação, tais como indicação dos débitos a serem parcelados, número de parcelas escolhido e valores de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL a serem utilizados para liquidação de valores relativos à multas e juros de mora. Rescisão do parcelamento: Tal como já era previsto no REFIS da Crise, parcelamento disciplinado pela Lei nº 11.941/2009, ocorrerá a rescisão do parcelamento no caso de falta de pagamento de 3 (três) parcelas, consecutivas ou não, desde que vencidas em um prazo superior a 30 (trinta) dias e no caso de falta de pagamento de 1 (uma) parcela, estando vencidas todas as demais. A rescisão implicará: (i) exigibilidade imediata do saldo não quitado; (ii) cancelamento dos benefícios; e (iii) automática execução da garantia prestada, quando existente. É igualmente facultada a apresentação de recurso administrativo no prazo de 10 dias, contado da ciência da exclusão do parcelamento. O recurso terá efeito suspensivo. 4

Da liquidação de multas e juros com créditos de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL: Os créditos de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL poderão ser utilizados para liquidação de valores de multa de mora, de ofício e juros moratórios às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente, desde que próprios, passíveis de compensação, relativos a períodos de apuração encerrados até a publicação da Lei nº 12.996/2014 (D.O.U. 20/06/2014). Nesta hipótese não se aplica o limite de 30% do lucro líquido ajustado. Os valores dos saldos de prejuízo fiscal e base negativa e os débitos a serem liquidados deverão ser informados no ato da consolidação. Códigos para parcelamento e pagamento: Deverão ser utilizados os seguintes códigos de receita, no preenchimento do DARF, específicos para cada modalidade de pagamento à vista; pagamento das parcelas da antecipação e das prestações dos parcelamentos; o pagamento à vista com utilização de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL para liquidação de multas e juros, conforme segue: I 4720, para pagamento do parcelamento de débitos previdenciários administrados pela PGFN, de que trata o inciso I do 1º do art. 1º; II 4737, para pagamento do parcelamento dos demais débitos administrados pela PGFN, de que trata o inciso II do 1º do art. 1º; III 4743, para pagamento do parcelamento de débitos previdenciários administrados pela RFB, de que trata o inciso III do 1º do art. 1º; IV 4750, para pagamento do parcelamento dos demais débitos administrados pela RFB, de que trata o inciso IV do 1º do art. 1º; V 4766, para pagamento à vista com utilização de Prejuízo Fiscal e Base de Cálculo Negativa da CSLL, de débitos previdenciários administrados pela PGFN; VI 4772, para pagamento à vista com utilização de Prejuízo Fiscal e Base de Cálculo Negativa da CSLL, dos demais débitos administrados pela PGFN; VII 4789, para pagamento à vista com utilização de Prejuízo Fiscal e Base de Cálculo Negativa da CSLL, de débitos previdenciários administrados pela RFB; VIII - 4795, para pagamento à vista com utilização de Prejuízo Fiscal e Base de Cálculo Negativa da CSLL, dos demais débitos administrados pela RFB. 5

Vale frisar que os parcelamentos aqui tratados não dependem de apresentação de garantia, devendo ser mantidas as já existentes (inclusive as relativas a débitos advindos de outros parcelamentos), razão pela qual não implicam liberação de bens ou direitos arrolados. Não serão devidos honorários advocatícios, bem como qualquer sucumbência, em todas as ações judiciais que, direta ou indiretamente, vierem a ser extintas em decorrência de pagamento à vista ou adesão aos parcelamentos, desde que os pedidos de desistência e renúncia (i) tenham sido protocolados a partir de 9 de julho de 2014 (publicação da MP 651) ou; (ii) já tenham sido protocolados, mas cujos valores não tenham sido pagos até 9 de julho de 2014. 6