Circulação Extracorpórea Paulo do Nascimento Junior Departamento de Anestesiologia da Faculdade de Medicina de Botucatu
Histórico 6/maio/1953 Dr. John Gibbon Jr Jefferson Medical College Hospital, Filadélfia paciente: 18 anos, CIA CEC: 26 minutos 1ª perfusionista Mary Gibbon
Histórico 1956 Dr. Hugo Felipozzi Instituto de Cardiologia Sabbado D Ângelo, SP paciente: 18 anos, CIA 1958 Dr. Zerbini Hospital das Clínicas de São Paulo
Princípios básicos desvio do sangue venoso do coração (+) O 2 (-) CO 2 retorno do sangue para uma artéria
Princípios básicos cessação do fluxo cardíaco e pulmonar perfusão e oxigenação artificial PAM fluxo não pulsátil hipotermia
filtro reservatório filtro oxigenador permutador de calor filtro cata bolhas
Circuito drenagem: cânula atrial, veia cava I e S drenagem: gravidade, aspiradores reservatório permutador oxigenador retorno: aorta, A. femoral, A. axilar
Aspiradores campo cirúrgico seio Co, vasos tebesianos, colaterais, broncopulmonares VE, raiz da aorta, AE, V pulmonar D, A. pulmonar distenção VE, isquemia do miocárdio reaquecimento ar
Oxigenador oxigenação sangue venoso e remoção CO 2 bolha ou borbulhamento interface líquido/gás, solubilidade membrana capilares, microporos
Bomba rolete ( padrão ) fluxo contínuo fluxo não pulsátil (padrão) disfunção renal, má perfusão tecidual, inotrópicos, suporte mecânico 50 a 60 ml.kg -1.min -1 (2 a 2,5 L.min -1.m -2 ) centrífuga trauma componentes sangüíneos fluxo pulsátil melhor perfusão tecidual (?), EO 2 (?)
Fluxo e Pressão arterial PAM = DC x RVS PAM = fluxo X RVS inicial PAM hemodiluição ( viscosidade do sangue, RVS) hipotermia: viscosidade sangue
Permutador de calor proteção miocárdica e cerebral taxa metabólica, liberação de neurotransmissores CEC: 27 32ºC VO 2 : 5 7% para cada 1ºC Cardioplegia: 12 15ºC temperatura: solubilidade
Consumo de Oxigênio pelo Miocárdio Consumo de Oxigênio Situação (37ºC) ml.min -1.100 g -1 de tecido batendo, cheio, perfundido batendo, vazio, perfundido FV, cheio cardioplegia (K + ), vazio, AoX 8 a 10 5,5 6 1
Consumo de Oxigênio pelo Miocárdio Fluxo Sangüíneo (ml.min -1.100 g -1 tecido) 37ºC 32ºC 28ºC 22ºC batendo, vazio 5 5 4 3 FV, vazio 6 3,8 3 2 cardioplegia (K + ) 1 0,8 0,6 0,3
Prime solução cristalóide balanceada albumina manitol componentes do sangue Ca ++, corticóides, heparina... volume: variável (1.500 2.500 ml)
Anticoagulação paraa CEC heparina mucopolissacarídeo [ ] no fígado, grânulos de mastócitos e basófilos extração: pulmão bovino, ntestino de porcos metabolismo hepático, T 1/2 = ~4 horas (dose e T) 1 mg = 100 UI
Anticoagulação paraa CEC heparina estimula a produção de AT- -III ( 2 -globulina) potencializa atividade da AT-III ( ~1.000 vezes) complexo AT-III trombina (IIa) inativação da trombina (IIa) e depuração plasmática complexo AT-III Xa, IXa, XIa e XIIa (ação 10-100 vezes )
Ativação Fator Tecidual FT Heparina II IIa Fibrinogênio Xa Va Fibrina VII VIIa FT VIIa IX IXa X Xa IXa VIIIa Propagação X Xa IX IXa V FT VIIa Xa Va FT VIIa Xa Va XI XIa IIa vw VIII IIa Amplificação IXa VIIIa Va II IIa IIa
heparina: dose ideal para CEC 600-500 - D TCA (segundos) 400-300 - 200 - B C 100 - A 0-0 100 200 300 400 500 dose de heparina (U/kg)
700 - TCA inicial heparina (2 estágios) 600-500 - 400 - o o o o o oo o oo ooo o oo ooo oo o ooo dose de heparina em 2 estágios objetivo: TCA = 400 segundos 300-200 - 100 - ooo oo ooooooo ooo ooooo ooooo
Heparina: monitorizaçãoo da coagulação 5 - heparina (mg/kg) 4-3 - 2-1 - TTPa (s) TCA (s) TC (min) sangue total 0 40 80 0 100 200 0 10 20 120 160 300 400 500 30 40 50
TCA: ativador dióxido de silício (sílica) = SiO 2 argila = Al 2 [(OH) 2 Si2O5]
Heparina: reversão protamina antagonista específico derivado de esperma de salmão 1 mg neutraliza 100 U heparinaa (+ 0,3 mg/100 U heparina: rebote ) 1,3 mg protamina para cada 1 mg (100 U) heparina
Protamina: efeitos colaterais protamina hipotensão arterial (administração em bolus, histamina-dependente) hipertensão pulmonar, vasoconstrição (tromboxano A 2, complemento) reações alérgica (IgE) e anafilactóides (IgG) plaquetopenia (seqüestro pulmonar)
Patobiologia da CECC CECC SIRS stress