TREINAMENTO: NR 11 ITEM 11.1.5: Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber um treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função.
Índice de Acidentes do Trabalho no Brasil ANO Contribuintes Total de % Acidentes / Total de % Óbitos/ com o INSS Acidentes Contribuintes Óbitos Acidentes 1975 12.996.796 1.916.187 14,75 4.001 0,2 1980 18.686.355 1.464.211 7,85 4.824 0,3 1985 20.106.390 1.007.861 5,02 4.384 0,4 1990 22.755.875 693.572 3,05 5.355 0,7 1995 23.614.200 424.137 1,8 3.967 0,9 1996 21.672.336 395.455 1,8 4.488 1,1 1997 22.252.694 421.343 1,9 3.469 0,8 1998 24.258.801 414.341 1,7 4.144 1,0 1999 25.253.977 378.365 1,5 3.923 1,03 2000 27.265.342 343.996 1,26 3.094 0,89 * Do total de Acidentes, 10% são Acidentes de Trajeto * O Brasil gasta por ano aproximadamente 20 bilhões de reais em Acidentes do Trabalho
A segurança do trabalhador brasileiro
A segurança do trabalhador brasileiro
INCIDENTE: Pode ser definido como sendo um acontecimento não desejado ou não programado que venha a deteriorar ou diminuir a eficiência operacional da empresa. ACIDENTE: É o evento não desejado que tem por resultado uma lesão ou enfermidade a um trabalhador ou um dano a propriedade.
ATO INSEGURO: É toda decisão mental em fazer ou não algo, por parte do trabalhador, que contraria normas e procedimentos que visam a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. CONDIÇÃO INSEGURA: São circunstâncias externas, no próprio ambiente de trabalho, de que dependem os trabalhadores para executarem suas atividades e que sejam contrárias às normas e procedimentos de segurança.
TEORIA DE FRANK BIRD (1969) 1 10 30 600 lesão grave lesões leves danos materiais incidentes
RISCOS AMBIENTAIS Considera-se riscos ambientais os agentes químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.
MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS Técnica Médica EP C EPI Administrativa Educativa
MEDIDAS DE CONTROLE COLETIVA ELIMINAÇÃO DO RISCO; NEUTRALIZAÇÃO DO RISCO; SINALIZAÇÃO DE RISCO.
MEDIDAS DE CONTROLE EPC EPI AMBIENTE HOMEM elimina/neutraliza/sinaliza O RISCO evita ou diminui A LESÃO
Empilhadeira A Empilhadeira é um veículo automotor utilizado para transporte e movimentação de materiais.
TRANSPALETEIRA Possui três rodas (duas rodas de carga e uma ou duas de apoio); Acionamento elétrico por bateria; Capacidade: 1600 Kg; Centro de carga: 400 a 600mm.
A Empilhadeira é utilizada para transportar, empilhar e descarregar cargas, possuindo a capacidade de se autocarregar, de acordo com as especificações dos fabricantes. Os custos com a manutenção de uma Empilhadeira são elevados.
Classificação das Empilhadeiras Quanto ao abastecimento: Gasolina - é a empilhadeira que mais polui o ambiente. Diesel - apresenta menor poluição que a de gasolina. Álcool - polui menos que a de diesel. Gás - por ser mais perfeita a queima, polui menos que outros combustíveis. Eletricidade - mais usada nas empresas alimentícias e farmacêuticas.
Classificação das Empilhadeiras Quanto a transmissão: (as empilhadeiras com motor de combustão interna). Mecânica normal - possui câmbio com conversor de torque, com até quatro velocidades a frente e a ré. Mecânica normal com acoplamento fluido - facilita as operações e diminui a quantidade de mudanças de marcha ao sair e ao parar. Automática - a mudança de marcha e sentido de direção é feito automaticamente através de controle de alavanca e/ou pedal, cuja força e velocidade é desenvolvida de acordo com a necessidade.
Classificação das Empilhadeiras Quanto a transmissão: (as empilhadeiras com motor de combustão interna). Mecânica normal - possui câmbio com conversor de torque, com até quatro velocidades a frente e a ré. Mecânica normal com acoplamento fluido - facilita as operações e diminui a quantidade de mudanças de marcha ao sair e ao parar. Automática - a mudança de marcha e sentido de direção é feito automaticamente através de controle de alavanca e/ou pedal, cuja força e velocidade é desenvolvida de acordo com a necessidade.
EQUILÍBRIO DA EMPILHADEIRA O funcionamento de uma Empilhadeira/Transpaleteira tem o mesmo princípio de uma gangorra, teremos ponto de equilíbrio ou centro de apoio com pesos iguais. Se deslocarmos o ponto de apoio, com um mesmo contrapeso, iremos levantar um peso maior; Assim sendo, é muito importante saber qual a distância do centro das rodas até onde a carga é colocada.
EQUILÍBRIO DA EMPILHADEIRA Toda empilhadeira tem sua capacidade de carga especificada a um determinado centro de carga, isto em virtude de transportar sus carga fora da base dos seus eixos, ao contrário do que acontece com uma carga transportada por um caminhão.
EQUILÍBRIO DA EMPILHADEIRA Dois fatores influenciam no equilíbrio de uma gangorra: os pesos utilizados em seus extremos e as distâncias desses pesos em relação ao centro de apoio ou ponto de equilíbrio. Na empilhadeira não podemos ter estas variações, por isso temos que escolher adequadamente o peso a ser levantado em função do peso da empilhadeira.
EQUILÍBRIO DA EMPILHADEIRA A distância entre a face de encosto dos garfos ao centro de gravidade da carga e o seu peso correspondente é especificada através de uma tabela chamada de PLACA DE IDENTIFICAÇÃO.
EQUILÍBRIO DA EMPILHADEIRA Se o operador tentar pegar a mercadoria, com centro de carga maior que o especificado, sem obedecer à diminuição de peso relativa, pode comprometer a estabilidade frontal da empilhadeira.
RELAÇÃO CARGA X DISTÂNCIA
O equilíbrio da empilhadeira: Se o operador tentar pegar a mercadoria, com centro de carga maior que o especificado, sem obedecer à diminuição de peso relativa, pode comprometer a estabilidade frontal da empilhadeira.