MONITORAMENTO DA QUALIDADE: CONTROLE DE QUALIDADE INTERNO E EXTERNO



Documentos relacionados
ENSAIO PROFICIÊNCIA: UMA FERRAMENTA PARA CONTROLE DA QUALIDADE ALINE MAGALHÃES DE MATOS

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar.

ANEXO II. 1 HEPATITE B VÍRUS DA HEPATITE B (Hepatitis B Vírus HBV)

Controle de Qualidade de Laboratório

Questionário - Proficiência Clínica

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia.

Introdução a Química Analítica. Professora Mirian Maya Sakuno

Vanderléia Bárbaro Valente Hemobrás 2.012

Módulo 2. Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS.

Desempenho da Fase Analítica. Fernando de Almeida Berlitz

A Secretária de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições, e considerando:

Etapa complementar para o diagnóstico da infecção pelo HIV princípios metodológicos

Papel do CQ na Validação da Técnica de Produção de Hemocomponentes

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS PROFESSORA: CYNTHIA BARBOSA FIRMINO PLANO DE ENSINO

Prof. Msc. Fernando Oliveira Boechat

Introdução à Análise Química QUI 094 ERRO E TRATAMENTO DE DADOS ANALÍTICOS

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP

PLANO DA QUALIDADE DA HEMATOLOGIA 1. OBJETIVO

ANTI D IgM +IgG Monoclonal (Humano)

Questionário - Proficiência Clínica

Um Estudo Comparativo de Sistemas Comerciais de Monitoramento da Limpeza com ATP

Saada Chequer Fernandez

TESTES RÁPIDOS: CONSIDERAÇÕES GERAIS PARA SEU USO COM ÊNFASE NA INDICAÇÃO DE TERAPIA ANTI-RETROVIRAL EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA

CONSIDERAÇÕES DE QC PARA TESTES POINT-OF-CARE Tradução literal *Sarah Kee

CADASTRO DE EXAME SEM SOLICITAÇÃO MÉDICA. Eu: RG: Órgão expedidor: UF: CPF: - Cidade: Estado: Telefone: ( ) -

Dispositivos Médicos: Requisitos para a esterilização por óxido de etileno

Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa. Reação Ag-Ac in vitro

Guia de Especificação de Caso de Uso Metodologia CELEPAR

Comparação de métodos rápidos

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia.

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

Calibração de Equipamentos

REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL

Uso de Materiais de Referência

Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos - Aula 9 Prof. Rafael Roesler

CURSO E COLÉGIO APOIO. Professor: Ronaldo Correa

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

ANTI-A ANTI-B ANTI-AB

Controle de. Fundamentos, Aplicação e Prática

Manutenção DSPTI II. Porque fazer Manutenção. Manutenção. Porque fazer Manutenção. Porque fazer Manutenção

22/08/2007 DEFINIÇÃO PORQUE VALIDAR? Gerson R. Luqueta. Gerson R. Luqueta

Anti HBc Ref Controle Negativo

PLANEJAMENTO DA MANUFATURA

INVESTIGAÇÕES EM TECNOVIGILÂNCIA

APPCC e a Indústria Alimentícia Prof. MSc. Alberto T. França Filho

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

1. Apresentação do Tele Alarme Tom e Pulso

GUIA PARA INSPEÇÃO EM SERVIÇOS DE HEMOTERAPIA MÓDULO V AGÊNCIA TRANSFUSIONAL, TERAPIA TRANSFUSIONAL E OUTROS PROCEDIMENTOS TERAPÊUTICOS

Todas as amostras para garantia externa da qualidade (proficiência) deverão ser analisadas para participantes de estudos ou amostras de pacientes.

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC Laboratório(s) avaliado(s): Nº

Fundamentos de Teste de Software

Manual de Operação Balança Eletrônica Mod: EB 2001

g) Realizar as leituras das amostras de fezes e lançar seus resultados nas respectivas folhas de trabalho;

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas

Testes de Software. Testes de Software. Teste de Validação. Teste de Defeito. Modelo de Entrada e Saída. Modelo de Entrada e Saída

4 passos para uma Gestão Financeira Eficiente

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira

Seleção Dimensionamento de Hidrômetros

)HUUDPHQWDV &RPSXWDFLRQDLV SDUD 6LPXODomR

OBJETIVO VISÃO GERAL SUAS ANOTAÇÕES

ATUALIZAÇA O DA TABELA DE CUSTAS DO SIPLANTN/SIPLANRC VIGE NCIA DE 13/03/2015

Sistema de Logística Reversa

As cartas de controle podem ser usadas para monitorar ou avaliar um processo. Existem basicamente dois tipos de cartas de controle:

ATIVIDADES EXTRA CLASSE

Aula ERROS E TRATAMENTOS DE DADOS

Vida Útil de Baterias Tracionárias

Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL. Prof. Roberto Almeida

Implantação e Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade no Processo de Produção de Materiais de Referência Certificados

Papel e importância dos sistemas LIMS na indústria moderna

PERFIL HEPATITE. Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico.

Avaliação de Desempenho de Sistemas

LIBERAÇÃO DE ATUALIZAÇÃO CORDILHEIRA VERSÃO 2

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

Testes de Software. Testes de Software. Teste de Validação. Teste de Defeito. Modelo de Entrada e Saída. Modelo de Entrada e Saída

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e

CAPÍTULO 4 - Gerenciamento de integração do projeto

INSTRUCOES DE USO SORO CONTROLE LIOFILIZADO

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva

Proposta de Trabalho para a Disciplina de Introdução à Engenharia de Computação PESQUISADOR DE ENERGIA

Instruções SPED Fiscal ECF

Procedimentos de Gestão da Qualidade. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 01/09/2010 DE ACORDO

Monitorização e Auditoria

CAPÍTULO 6 - ESTRUTURA DE SELEÇÃO

Garantir o acesso aos serviços de abastecimento de água e. buscando a universalização de modo sustentável, desenvolvimento do Estado.

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

Transcrição:

MONITORAMENTO DA QUALIDADE: CONTROLE DE QUALIDADE INTERNO E EXTERNO Dra. Patrícia Regina Araújo Laboratório de Sorologia Associação beneficente de Coleta de Sangue-COLSAN

Controle da Qualidade Toda ação sistemática necessária para dar confiança aos serviços de laboratório a fim de atender as necessidades do doador e receptor. CONTROLE INTERNO CONTROLE EXTERNO

CQI: PORQUE FAZER?????? Assegurar um funcionamento confiável e eficiente dos procedimentos laboratoriais Garantir a reprodutibilidade; Verificar o status de calibração dos sistemas analíticos. Avaliar quando o desempenho dos sistemas analíticos sai dos limites de tolerância.

CQI:PARA QUE SERVE?????? Fornecer informações sobre a exatidão e precisão de cada método; Ser sensível para detectar variações nas diversas fases do método; Ser simples de implementar, manter e interpretar;

CQI:PARA QUE SERVE?????? Revelar qualquer tipo de falha; Comparar a performance de métodos, técnicos e equipamentos.

CQI: COMO FUNCIONA????? Consiste na análise diária da amostra controle (POS/NEG) para avaliação da precisão de cada método analítico. SCI Positivos Devem apresentar índice DO/CO > 1 Faixa recomendada: 2,0 4,5 Métodos competitivos: (< 1) Faixa recomendada: 0,3 0,7 SCI Negativos Devem apresentar índice DO/CO < 1 Faixa recomendada: < 0,8 Métodos Competitivos: (> 2,0) Amadeo Sáez-Alquezar

CQI: COMO FAZER Gráficos controle Amostras controle Analisadas junto com as doações Resultados plotados em gráficos controle Comparação com os Limites Aceitáveis EX. ELISA: Todas as placas QUIMIO: a cada 100 amostras processadas

CQI: Fases envolvidas 1. Preparar amostras controles in house ou adquiri-las no comércio; 2. Analisar a amostra controle no mínimo 20 dias diferentes; 3. Calcular a média e o desvio padrão a partir dos resultados obtidos.

CQI: Fases envolvidas 4. Estabelecer os Limites Aceitáveis 5. Preparar para cada teste, um Gráfico de Controle de Levey-Jennings

Gráficos de Controle de Levey-Jennings

Gráficos de Controle de Levey-Jennings +3dp +2dp +1dp X -1dp -2dp 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Corridas analíticas -3dp

Avaliações Avaliação diária Colocar no gráfico os dados obtidos para a amostra controle +3dp +2dp +1dp Liberar resultado -1dp -2dp Não liberar resultado 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Corridas analíticas -3dp

CQI: NÃO FUNCIONOU...O QUE FAZER?????? DEPOIS DE HORAS NO PET SHOP

CQI: NÃO FUNCIONOU...O QUE FAZER??????

Avaliações Avaliação semanal Objetivo: avaliar se está ocorrendo tendência, desvio, perda da exatidão e perda da precisão. Tendência: 6 ou mais resultados com valores consecutivos aumentados ou diminuídos continuamente. Causas:padrão deteriorado, reagente deteriorado, aparelho com defeito.

Avaliações Tendência: 6 ou mais resultados com valores consecutivos aumentados ou diminuídos continuamente. Causas:padrão deteriorado, reagente deteriorado, aparelho com defeito.

Avaliações Desvio: 6 ou mais resultados de um só lado da média e guardando entre si pequenas variações. Causas: variação na concentração do padrão e mudança na sensibilidade de um ou mais reagentes. Perda de exatidão: desvio em que os pontos estão próximos de um dos lados. Causas: concentração do controle diferente da anterior, sensibilidade de reagente diferente da anterior, temperatura diferente da recomendada, tempo diferente do indicado para repouso ou incubação, comprimento de onda diferente do recomendado.

Avaliações Desvio: 6 ou mais resultados de um só lado da média e guardando entre si pequenas variações. Causas: variação na concentração do padrão e mudança na sensibilidade de um ou mais reagentes.

Avaliações Perda de exatidão: desvio em que os pontos estão próximos de um dos lados. Causas: concentração do controle diferente da anterior, sensibilidade de reagente diferente da anterior, temperatura diferente da recomendada, tempo diferente do indicado para repouso ou incubação, comprimento de onda diferente do recomendado, pipetagem inexata, falta de homogeneização, aparelhos operando incorretamente, material sujo, pequena sensibilidade do método analítico, temperatura incorreta.

Avaliações Avaliação mensal Calcular nova média, desvio padrão e coeficiente de variação e compará-los com os do período anterior.

ADVINHA QUEM É?????? JAMES-WESTGARD REGRAS DE WESTGARD

Regras de Westgard 1:2s Uma observação exceder a média 2s Rejeitar os resultados e procurar o erro. Repetir a placa ou amostra individual.

Regras de Westgard 1:3s Uma observação exceder a média 3s Rejeitar os resultados e procurar o erro. Diagnosticar, resolver o problema e repetir as análises dos testes e dos controles.

Regras de Westgard 2:2s Duas observações consecutivas do controle excedem a média + 2s ou -2s. Rejeitar os resultados e procurar tendência, desvio ou perda de exatidão.

Regras de Westgard R:4s Observação repetitiva do controle excede a média+2/- 2s Rejeitar os resultados e procurar tendência, desvio ou perda de exatidão.

Regras de Westgard 4:1s Quatro observações consecutivas do controle excedem a média +1s/-1s. Rejeitar os resultados e procurar tendência, desvio ou perda de exatidão.

Regras de Westgard 10Xm:dez observações consecutivas do controle estão do mesmo lado da média. Rejeitar os resultados e procurar tendência, desvio ou perda de exatidão.

Esquema para interpretação das Regras de Westgard Dados dos controles 1:2s NÃO Resultados sob controle - liberar SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO 1:3s 2:2s R:4s 4:1s 10 Xm SIM SIM SIM SIM SIM Resultados fora de controle - rejeitar

Modelo de avaliação mensal + Gráficos de todos os parâmetros CQI POS e CQI NEG

ROTINA SOROLÓGICA E CQI 3 ROTINAS DIÁRIAS 6 APARELHOS 7 KITS SOROLÓGICOS 1 ROTINAS DIÁRIAS 1 APARELHOS KITS SOROLÓGICOS 1 ROTINAS DIÁRIAS 2 APARELHOS KITS SOROLÓGICOS

ROTINA SOROLÓGICA E CQI MESMO CQI PARA TODA A ROTINA??? NÃO CQI ATRELADO A QUANTIDADE DE ROTINA CQI ATRELADO FORNECEDOR/KIT 3 ROTINAS DIÁRIAS 6 APARELHOS 7 KITS SOROLÓGICOS CQI ATRELADO AO MÉTODO VAMOS PENSAR EM OTIMIZAR NOSSA ROTINA?

ROTINA SOROLÓGICA E CQI MESMO CQI PARA TODA A ROTINA??? SIM CQI ATRELADO A QUANTIDADE DE AMOSTRA (A CADA 100 AMOSTRAS-CQI) 1 ROTINAS DIÁRIAS 1 APARELHOS KITS SOROLÓGICOS CQI ATRELADO FORNECEDOR/KIT CQI ATRELADO AO MÉTODO

ROTINA SOROLÓGICA E CQI MESMO CQI PARA TODA A ROTINA??? NÃO CQI ATRELADO MÉTODO 1 ROTINAS DIÁRIAS 2 APARELHOS KITS SOROLÓGICOS CQI ATRELADO A QUANTIDADE DE AMOSTRA (A CADA 100 AMOSTRAS-CQI) CQI ATRELADO FORNECEDOR/KIT

PRODUÇÃO DO CQI BOLSA DE PLASMA POS FORTE OU NEG DILUIÇÃO DA BOLSA: 1/10; 1/100; 1/1000; 1/10.000 E 1/100.000 (16 alíquotas de cada) TESTAGEM NA ROTINA RELAÇÃO DENSIDADE ÓPTICA E CUT-OFF (DO/CO): Range sugerido para POS:1,5 á 3,5 (ELISA); QUIMIO=até 4,5

PRODUÇÃO DO CQI TESTAGEM NA ROTINA

PRODUÇÃO DO CQI FRACIONAMENTO E ARMAZENAGEM

PRODUÇÃO DO CQI REGISTROS

PRODUÇÃO DO CQI REGISTROS

Controle externo da qualidade É o controle interlaboratorial: A exatidão é comparada com a média de consenso, obtida a partir dos laboratórios participantes que utilizam a mesma metodologia.

CQE: PARA QUE FAZER???? Visa padronizar os resultados de diferentes laboratórios através da comparação interlaboratorial de análises de alíquotas do mesmo material. É a melhor maneira de ajustar a exatidão dos métodos quantitativos.

CQE: PARA QUE FAZER???? Assegura que os resultados dos laboratórios situem-se o mais próximo possível do valor real dos analitos analisados.

CQE: COMO É ANALISADO???? Amostra controle Resultado não conhecido LAB 1 LAB 2 LAB 3 LAB 4 LAB 5 ANÁLISES LABORATORIAIS Positivo/negativo; reagente/não reagente; presença/ausência Comparação com o resultado encontrado pelo Laboratório Referência

CQE: COMO É ANALISADO???? Amostra controle Resultado não conhecido LAB 1 LAB 2 LAB 3 LAB 4 LAB 5 ANÁLISES LABORATORIAIS MÉDIA E DESVIOS PADRÃO BOM (X 1SD) ACEITÁVEL (X 2SD) INACEITÁVEL (>X 2SD)

CQE: PONTOS IMPORTANTES Verificação das amostras (temperatura, volume, identificação,ausência de danos físicos) Deve ser tratado como amostra normal, ou seja, deve ser realizado uma vez e se POS ou IND repetido duas vezes.

CQE: PONTOS IMPORTANTES Não realizar testes adicionais que rotineiramente não seriam realizados. Não trocar informações com outros laboratórios participantes E principalmente...

CQE: PONTOS IMPORTANTES Errar faz parte...o importante é o que você faz quando erra... Só não erra...quem não trabalha

CQE: PONTOS IMPORTANTES O que devemos fazer quando erramos???? Abertura de RNC, investigação da causa, ação corretiva e abertura de ação preventiva.

Modelo de avaliação mensal + Avaliação completa

COLSAN- Associação Beneficente de Coleta de sangue www.colsan.org.br Muito Obrigado Perguntas... rba.patricia@gmail.com

INTERATIVIDADE 1. Como avaliar o CQI na rotina sorológica? A- Inserir CQI POS e CQI NEG em todas as placas de ELISA e avaliar diariamente as regras mandatórias e semanalmente as regras de alerta B- Inserir o CQI POS a cada rotina e avaliar mensalmente, observando a presença de tendência, desvio e perda de exatidão C- Reutilizar o CQI NEG, permanecendo o mesmo em bancada a temperatura ambiente por 24 horas. D- No final do mês colocar todos os valores encontrados do CQI POS e CQI NEG e avaliar E- Somente a alternativa A esta correta

INTERATIVIDADE 2. O que fazer quando o CQI não atende os limites de aceitação? A- Repetir a amostra em questão ou a placa B- Se for placa de ELISA, investigar as fases pré-analítica, analítica e pósanalítica, repetir a placa e se caso CQI de acordo validar a placa C- Invalidar a rotina sorológica inteira e investigar, no caso de CQI inválido em 1 única placa de ELISA D- Se os controles do fabricante passarem a rotina pode ser validada E- Somente a alternativa B esta correta

INTERATIVIDADE 3. O que fazer quando recebemos o CQE? A- Repetir várias vezes até achar uma concordância de resultados B- Realizar testes adicionais confirmatórios para ter certeza do resultado da triagem sorológica C- Trocar informação com colega de outro laboratório que também esta realizando o CQE D- Não verificar a integridade das amostras do CQE no momento do recebimento E- Todas as anteriores estão incorretas

INTERATIVIDADE 4. O que fazer quando recebo a avaliaçao do CQE e a avaliação não foi 100%? A- Se for falso-positivo não é necessário avaliar porque o banco de sangue apresenta grande porcentagem de falso-positivo B- Se for falso-negativo devo alegar que a amostra perdeu a reatividade por isso não foi detectado C- Abertura de RNC, investigação, ação corretiva e ação preventiva D- Abrir uma investigação do erro da fase analítica E- Erros no CQE não requerem ação preventiva somente corretiva

INTERATIVIDADE 5. Pela regra de westgard qual é a regra mandatória para a NÃO aprovação da rotina sorológica A- 10 valores consecutivos do mesmo lado do gráfico B- 1:2s C- 2:3s D- 1:3s E- Nenhuma regra de westgard pode invalidar a rotina