CONCURSO PÚBLICO N.º 1900115 AQUISIÇÃO DE LOGÍSTICA PARA REALIZAÇÃO DO EVENTO DIA EUROPEU DA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS - EODD CADERNO DE ENCARGOS



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Transcrição:

INSTITUTO PORTUGUÊS DO SANGUE E DA TRANSPLANTAÇÃO, IP CONCURSO PÚBLICO N.º 1900115 AQUISIÇÃO DE LOGÍSTICA PARA REALIZAÇÃO DO EVENTO DIA EUROPEU DA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS - EODD PELO INSTITUTO PORTUGUÊS DO SANGUE E DA TRANSPLANTAÇÃO, IP CADERNO DE ENCARGOS Avenida Miguel Bombarda nº 6 1000-208 Lisboa T (+351) 210063010 F (+351) 210063071 www.ipst.pt

TITULO I CLAUSULAS GERAIS CAPITULO I. Disposições Legais Clausula 1ª Objeto contratual 1. O contrato a celebrar na sequência do presente procedimento, doravante designado apenas por Contrato, tem por objeto principal a aquisição pelo INSTITUTO PORTUGUÊS DO SANGUE E DA TRANSPLANTAÇÃO, IP (doravante designado por IPST, IP) de AQUISIÇÃO DE LOGÍSTICA PARA A REALIZAÇÃO DO EVENTO DIA EUROPEU DA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS PELO IPST, IP, nos termos deste Caderno de Encargos, da proposta adjudicada e da legislação aplicável. 2. Preço Base do procedimento: 100.000,00 (Cem mil euros). Clausula 2ª Locais do objeto contratual 1. Os bens/serviços objeto do contrato deverão ser fornecidos nos locais previstos nas cláusulas técnicas do presente Caderno de Encargos. 2. Todas as despesas e custos com o transporte dos bens objeto do Contrato e respetivos documentos para os locais de entrega são da responsabilidade do cocontratante. Clausula 3ª Contrato 1. O Contrato é composto pelo respetivo clausulado contratual e os seus anexos. 2. O Contrato a celebrar integra ainda os seguintes elementos: 2.1. Os suprimentos dos erros e das omissões do Caderno de Encargos identificados pelos concorrentes, desde que esses erros e omissões tenham sido expressamente aceites pelo órgão competente para a decisão de contratar; 2.2. Os esclarecimentos e as retificações relativos ao Caderno de Encargos; 2.3. O presente Caderno de Encargos; 2.4. A proposta adjudicada; 2.5. Os esclarecimentos sobre a proposta adjudicada prestados pelo adjudicatário. 3. Em caso de divergência entre os documentos referidos no n.º 2, a respetiva prevalência é determinada pela ordem pela qual são indicados nesse número. 4. Em caso de divergência entre os documentos referidos no n.º 2 e o clausulado do Contrato e seus anexos, prevalecem os primeiros, salvo quanto aos ajustamentos propostos de acordo com o disposto no artigo 99.º do Código dos Contratos Públicos (doravante designado por CCP) e aceites pelo adjudicatário nos termos do disposto no artigo 101.º desse mesmo Código. 5. O Contrato rege-se pelo disposto nos elementos a que se refere o n.º 1 e, subsidiariamente ou na medida em que para ele remeta expressamente o presente Caderno de Encargos, pelo disposto no CCP, salvo quanto às disposições cuja aplicação contrarie a natureza privada do Contrato. Página 2 de 13

Clausula 4ª Vigência do contrato 1. O Contrato extingue-se com a conclusão do fornecimento dos bens/serviços a executar no dia 10 de Outubro de 2015, sem prejuízo das obrigações acessórias que devam perdurar para além da cessação do Contrato. 2. Considera-se o contrato concluído, estando executados o fornecimento dos bens/serviços de acordo com o seguinte: 2.1. Preparação dos espaços para a realização do evento; 2.2. Fornecimento dos bens/serviços durante o evento; 2.3. Remoção de toda a estrutura colocada no espaço destinado ao evento e limpeza do espaço. CAPITULO II Obrigações contratuais Secção Il Obrigações do cocontratante Subsecção Il Disposições gerais Clausula 5ª Obrigações principais do cocontratante 1. Sem prejuízo de outras obrigações previstas na legislação aplicável, no Caderno de Encargos ou nas cláusulas contratuais, da celebração do Contrato decorrem para o cocontratante as seguintes obrigações principais: 1.1. Obrigação da execução integral ao objeto do contrato; 1.2. Obrigação de cumprimento de toda a legislação em vigor no que concerne ao objeto do contrato. 2. A título acessório, o cocontratante fica ainda obrigado, designadamente, a recorrer a todos os meios humanos, materiais que sejam necessários e adequados à prestação do serviço, bem como ao estabelecimento do sistema de organização necessário à perfeita e completa execução das tarefas a seu cargo. Clausula 6ª Fases e formas do objeto do contrato De acordo com as cláusulas técnicas fixadas no presente Caderno de Encargos. Clausula 7ª Conformidade e operacionalidade dos bens/serviços 1. O cocontratante obriga-se a entregar ao IPST, IP os bens/serviços objeto do Contrato com as características, especificações e requisitos técnicos previstos nas cláusulas técnicas ao presente Caderno de Encargos. 2. Os bens/serviços objeto do Contrato devem ser entregues em perfeitas condições de serem utilizados para os fins a que se destinam e dotados de todo o material de apoio necessário à sua entrada em funcionamento. Página 3 de 13

3. É aplicável, com as necessárias adaptações, ao Contrato o disposto na lei que disciplina os aspetos relativos à venda de bens de consumo e das garantias a ela relativas, no que respeita à conformidade dos bens. 4. O cocontratante é responsável perante o IPST, IP por qualquer defeito ou discrepância dos bens/serviços objeto do Contrato que existam no momento em que lhe são entregues. Clausula 8ª Modificações técnicas supervenientes 1. O cocontratante deve incorporar nos bens/serviços objeto do Contrato, as modificações que as autoridades competentes venham a considerar essenciais para garantir a segurança da respetiva utilização ou funcionamento ou que resultem de alteração legal ou regulamentar superveniente à celebração do Contrato. 2. Para os efeitos do número anterior, o cocontratante deve apresentar ao IPST,IP uma proposta completa, com identificação do objeto da modificação, prazo de conclusão e preço respetivo. 3. Na sequência da proposta a que alude o número anterior, o IPST, IP deve, no prazo de quinze dias e nos limites permitidos pela legislação aplicável, aceitar ou recusar a realização da modificação. 4. Quando a modificação a introduzir se destine a evitar riscos derivados da utilização ou funcionamento dos bens/serviços que o cocontratante conhecesse ou devesse conhecer à data da celebração do Contrato e de que não tenha informado devidamente o IPST, IP, os custos dessa modificação são suportados exclusivamente pelo cocontratante, sem prejuízo da responsabilidade pelos danos causados, nos termos da lei. Clausula 9ª Modificações técnicas supervenientes 1. É da responsabilidade do cocontratante o pagamento de quaisquer impostos, taxas, direitos de qualquer natureza ou outros encargos exigidos pelas autoridades competentes e relativos à execução do Contrato nos territórios do país ou países do cocontratante, dos seus subcontratados ou de passagem em transporte. 2. O disposto no número anterior aplica-se ainda à obtenção de quaisquer autorizações e ao pagamento de quaisquer emolumentos exigidos pelas autoridades competentes relativamente ao cumprimento das obrigações que impendem sobre o cocontratante no âmbito do Contrato, incluindo licenças de exportação e de importação. 3. São da responsabilidade do cocontratante quaisquer despesas resultantes da prestação das cauções e dos seguros previstos no Convite do presente procedimento e no presente Caderno de Encargos. 4. Todas as despesas derivadas da obtenção de visto do Tribunal de Contas são da responsabilidade do adjudicatário. Subsecção II Dever de sigilo Clausula 10ªl Objeto do dever de sigilo 1. O cocontratante deve guardar sigilo sobre toda a informação e documentação, técnica e não técnica, relativa à atividade do IPST, IP de que possa ter conhecimento ao abrigo ou em relação com a execução do Contrato. Página 4 de 13

2. A informação e documentação coberta pelo dever de sigilo não pode ser transmitida a terceiros, nem objeto de qualquer uso ou modo de aproveitamento que o destinado direta e exclusivamente à execução do contrato. 3. O cocontratante é responsável pelo cumprimento do dever de sigilo por parte dos seus colaboradores, qualquer que seja a natureza jurídica do vínculo que sirva de base a essa colaboração, inclusivamente após a cessação desta, independentemente da causa da cessação. 4. O cocontratante é ainda responsável perante o IPST, IP em caso de violação do dever de sigilo pelos terceiros por si subcontratados, bem como por quaisquer colaboradores desses terceiros. 5. Exclui-se do dever de sigilo previsto a informação e a documentação que fossem comprovadamente do domínio público à data da respectiva obtenção pelo cocontratante ou que este seja legalmente obrigado a revelar, por força da lei, de processo judicial ou a pedido de autoridades reguladoras ou outras entidades administrativas competentes. Clausula 11ª Prazo do dever de sigilo O dever de sigilo mantém-se em vigor até ao termo do prazo de 5 (cinco) anos a contar do cumprimento ou cessação, por qualquer causa, do Contrato, sem prejuízo da sujeição subsequente a quaisquer deveres legais relativos, designadamente, à proteção de segredos comerciais ou da credibilidade, do prestígio ou da confiança devidos às pessoas coletivas. Secção IIl Obrigações do IPST, IP Clausula 12ª Preço contratual 1. Pelo fornecimento dos bens/serviços objeto do Contrato, bem como pelo cumprimento das demais obrigações constantes do presente Caderno de Encargos, o IPST, IP deve pagar ao cocontratante o preço constante da proposta adjudicada, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, se este for legalmente devido. 2. O preço referido no número anterior inclui todos os custos, encargos e despesas cuja responsabilidade não esteja expressamente atribuída ao IPST, IP, nomeadamente os relativos ao transporte dos bens objeto do Contrato para o respectivo local de entrega, bem como pelo cumprimento das demais obrigações constantes do Contrato. Clausula 13ª Condições de pagamento 1. As quantias devidas pelo IPST,IP, nos termos da cláusula anterior, devem ser pagas no prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data de receção das faturas, as quais só podem ser emitidas após o vencimento da obrigação respetiva. 2. Para efeitos de pagamento, as faturas deverão ser apresentadas com uma antecedência de 60 (sessenta) dias, em relação à data do seu vencimento. 3. Para o efeito dos números anteriores, considera-se vencida a obrigação com a entrega dos bens/serviços objeto do Contrato. 4. Os pagamentos só serão devidos para as quantidades e preços constantes da nota de encomenda. 5. O IPST,IP não assumirá a responsabilidade do pagamento de faturas de fornecimentos que não correspondam ou excedam os valores constantes na nota de encomenda. Página 5 de 13

6. Em caso de discordância, por parte do IPST,IP, quanto aos valores indicados nas faturas, deverá este comunicar ao cocontratante, por escrito, os respetivos fundamentos, devendo este prestar os esclarecimentos necessários ou proceder à emissão de nova fatura corrigida. 7. Desde que devidamente emitidas e observado o disposto no n.º 1, as faturas são pagas por transferência bancária para instituição de crédito indicada pelo cocontratante. 8. Nas condições de pagamento apresentadas, o cocontratante não pode propor adiantamentos por conta dos bens/serviços a fornecer. Clausula 14ª Atrasos nos pagamentos 1. Qualquer atraso no pagamento das faturas referidas na cláusula anterior não autoriza o cocontratante a invocar a exceção de não cumprimento de qualquer das obrigações que lhe incumbem por força do Contrato, salvo nos casos previstos no CCP. 2. O atraso em um ou mais pagamentos não determina o vencimento das restantes obrigações de pagamento. CAPITULO III Seguros Clausula 15ª Seguros 1. Acidentes pessoais, de quaisquer riscos de acidentes de viação sofridos pelo seu pessoal ou por pessoal dos seus subcontratados, ou ainda por terceiros, ou ainda pelo pessoal e equipamento do IPST,IP, até conclusão do fornecimento objeto do contrato ou após esta, desde que no contexto de ações no âmbito do Contrato. 2. O IPST,IP pode, sempre que entender conveniente, exigir prova documental da celebração dos contratos de seguro referidos nos números anteriores, devendo o cocontratante fornecê-la no prazo de 7 (sete) dias. CAPITULO IV Incumprimento, penalidades contratuais e resolução Secção Il Incumprimento Clausula 16ª Responsabilidade das partes Cada uma das Partes deve cumprir pontualmente as obrigações emergentes do Contrato e responde perante a outra por quaisquer danos que resultem do incumprimento ou do cumprimento defeituoso dessas obrigações, nos termos deste Caderno de Encargos e da lei, sem prejuízo do disposto na cláusula seguinte. Clausula 17ª Força maior 1. Não podem ser impostas penalidades ao cocontratante, nem é havida como incumprimento, a não realização pontual das prestações contratuais a cargo de qualquer das partes que resulte de caso de força maior, entendendo-se como tal as circunstâncias que impossibilitem a respetiva realização, alheias à vontade da parte afetada, que ela não pudesse conhecer ou prever à data da celebração do contrato e cujos efeitos não lhe fosse razoavelmente exigível contornar ou evitar. Página 6 de 13

2. Podem constituir força maior, se se verificarem os requisitos do número anterior, designadamente, epidemias, greves, tremores de terra, inundações, incêndios, sabotagem, actos de guerra ou terrorismo, motins, embargos ou bloqueios internacionais e determinações governamentais ou administrativas injuntivas. 3. Não constituem casos de força maior, designadamente: 3.1. Circunstâncias que não constituam força maior para os subcontratados do cocontratante, na parte em que intervenham; 3.2. Greves ou conflitos laborais limitados às sociedades do cocontratante ou a grupos de sociedades em que se integrem, bem como a sociedades ou grupo de sociedades dos seus subcontratados; 3.3. Determinações governamentais, administrativas ou judiciais de natureza sancionatória ou de outra forma resultantes do incumprimento pelo cocontratante de deveres ou ónus que sobre eles recaiam; 3.4. Manifestações populares devidas ao incumprimento pelo cocontratante de normas legais; 3.5. Incêndios ou inundações com origem nas instalações do cocontratante ou cuja causa, propagação ou proporções se deva a culpa ou negligência sua ou ao incumprimento de normas de segurança; 3.6. Avarias nos sistemas informáticos ou mecânicos do cocontratante que não sejam devidas a sabotagem; 3.7. Eventos que estejam ou devam estar cobertos por seguros. 4. A ocorrência de circunstâncias que possam consubstanciar casos de força maior deve ser imediatamente comunicada à outra parte. 5. A força maior determina a prorrogação dos prazos de cumprimento das obrigações contratuais afetadas pelo período de tempo comprovadamente correspondente ao impedimento resultante da força maior. Secção IIl Penalidades contratuais Clausula 18ª Penalidades contratuais 1. Pelo incumprimento de obrigações emergentes do Contrato, o IPST,IP pode exigir ao cocontratante, o pagamento de uma pena pecuniária, de montante a fixar em função da gravidade do incumprimento, nos termos em que pelo incumprimento das datas e prazos de execução da prestação da serviços objeto do Contrato, até 1% do valor contratual, por cada prestação de serviço; 2. Em caso de resolução do Contrato por incumprimento do cocontratante, o IPST,IP pode aplicar uma pena pecuniária de até 15% do preço contratual. 3. Ao valor da pena pecuniária prevista no número anterior são deduzidas as importâncias pagas pelo cocontratante ao abrigo da do n.º 1, relativamente aos serviços objeto do Contrato cujo atraso na entrega tenha determinado a respetiva resolução. 4. Na determinação da gravidade do incumprimento, o IPST,IP tem em conta, nomeadamente, a duração da infração, a sua eventual reiteração, o grau de culpa do cocontratante e as consequências do incumprimento. 5. O IPST,IP pode compensar os pagamentos devidos ao abrigo do Contrato com as penas pecuniárias devidas nos termos da presente cláusula. Página 7 de 13

6. As penas pecuniárias previstas na presente cláusula não obstam a que o IPST,IP exija indemnização pelo dano excedente. 7. Não obstante a aplicação das penalidades, o IPST,IP, em caso de manifesta necessidade, poderá adquirir a outros prestadores os serviços em falta, ficando a diferença de preços, se a houver, a cargo do cocontratante faltoso. 8. As penas pecuniárias previstas na presente cláusula não obstam a que o IPST,IP exija uma indemnização pelo dano excedente. Secção IIIl Resolução Clausula 19ª Resolução por parte do IPST, IP 1. Sem prejuízo de outros fundamentos de resolução previstos na lei, o IPST,IP pode resolver o Contrato a título sancionatório no caso em que o atraso, total ou parcial, na execução ao objeto do Contrato exceder 3 (três) dias ou o cocontratante declarar por escrito que o atraso em determinada execução excederá esse prazo; 2. O direito de resolução referido no número anterior exerce-se mediante declaração enviada ao cocontratante e produz efeitos cinco dias após a receção dessa declaração, não sendo afastado se o cocontratante cumprir as obrigações em falta nesse prazo e proceder ao pagamento das penas pecuniárias correspondentes. 3. A resolução do Contrato nos termos dos números anteriores não determina a repetição das prestações já realizadas pelo cocontratante, cessando porém, todas as obrigações deste ao abrigo do contrato. CAPITULO V Subcontratação e Cessão da posição contratual Secção Il Subcontratação Clausula 20ª Subcontratação 1. No caso de se revelar necessário proceder à subcontratação de terceiros não previstos no Contrato, ou no caso de se verificar a alteração de um terceiro subcontratado constante do Contrato, o cocontratante deve apresentar ao IPST,IP, com pelo menos 15 (quinze) dias de antecedência, uma proposta fundamentada e instruída com todos os documentos comprovativos da verificação dos requisitos que seriam exigíveis para autorização da subcontratação no próprio Contrato, nos termos do CCP. 2. No prazo previsto no número anterior, o IPST,IP pode, fundamentadamente, opor-se à subcontratação projetada pelo cocontratante, desde que: 2.1. A proposta de subcontratação não se encontre regularmente instruída ou o terceiro subcontratado não cumpra os requisitos que seriam exigíveis para a subcontratação autorizada no próprio Contrato, nos termos do Convite do presente procedimento, ou, 2.2. Haja fundado receio de que a subcontratação envolva um aumento de risco de cumprimento defeituoso ou incumprimento das obrigações emergentes do Contrato. 3. Os subcontratados do cocontratante não podem, por sua vez, subcontratar as prestações objeto do Contrato. Página 8 de 13

Clausula 21ª Responsabilidade do cocontratante 1. Nos casos de subcontratação, o cocontratante permanece integralmente responsável perante o IPST,IP pelo exato e pontual cumprimento de todas as obrigações contratuais. 2. Sem prejuízo do disposto no número anterior, o cocontratante deve dar imediato conhecimento ao IPST, IP da ocorrência de qualquer diferendo ou litígio com os terceiros subcontratados em relação com a execução do Contrato e prestar-lhe toda a informação relativa à evolução dos mesmos. Secção IIl Cessão da Posição Contratual Clausula 22ª Cessão da Posição Contratual pelo cocontratante 1. A cessão da posição contratual pelo cocontratante carece sempre de autorização do IPST,IP. 2. Atendendo que o presente contrato foi desenvolvido ao abrigo nº 1 do artº 5º do CCP, a cessão da posição contratual só poderá ser proposta, desde que o potencial cessionário reúna as condições iniciais que possibilitaram a abertura do presente procedimento; 3. A autorização da cessão da posição contratual prevista nos números anteriores depende: 3.1. Da prévia apresentação dos documentos que possibilitem a manutenção do contrato desenvolvido ao abrigo do nº 1 do artº 5º do CCP; 3.2. Da prévia apresentação dos documentos de habilitação relativos ao potencial cessionário exigidos ao cocontratante, nos termos do convite do presente procedimento; 3.3. Do preenchimento, por parte do potencial cessionário, dos requisitos mínimos de capacidade técnica e de capacidade financeira exigidos ao cocontratante, nos termos do convite do presente procedimento. 4. Para efeitos da autorização do IPST, IP, o cocontratante deve apresentar uma proposta fundamentada e instruída com todos os documentos comprovativos da verificação das condições previstas no número anterior. 5. O IPST, IP deve pronunciar-se sobre a proposta do cocontratante no prazo de 15 (quinze dias) a contar da respetiva apresentação, desde que regularmente instruída. CAPITULO VI Foro competente Clausula 23ª Foro competente Para todas as questões emergentes do contrato será competente o Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa. Página 9 de 13

CAPITULO VII Disposições finais Clausula 24ª Comunicações e notificações 1. Sem prejuízo de poderem ser acordadas outras regras quanto às notificações e comunicações entre as partes do Contrato, estas devem ser dirigidas, nos termos do Código dos Contratos Públicos, para o domicílio ou sede contratual de cada uma, identificados no Contrato. 2. Qualquer alteração das informações de contacto constantes do Contrato deve ser comunicado à outra parte. Clausula 25ª Contagem dos prazos Os prazos previstos no Contrato são contínuos, correndo em sábados, domingos e dias feriados. Clausula 26ª Legislação aplicável O Contrato é regulado pela legislação portuguesa. Página 10 de 13

TITULO II CLAUSULAS TÉCNICAS Clausula 27ª Preambulo 1. A transplantação de órgãos é um dos maiores sucessos médicos do século XX e poderá ser o único tratamento eficaz para a falência terminal de órgãos. Em 2013, só na União Europeia (EU), cerca de 62.800 pessoas aguardavam por um rim, fígado, coração, pulmão, pâncreas ou intestino para transplante. Períodos longos em lista de espera podem resultar na deterioração do estado dos doentes ou na sua morte antes da cirurgia; em média, morrem por dia 11 pessoas à espera de um transplante na EU. 2. Vários estudos demonstram que a maioria da população Europeia apoia a ideia da doação de órgãos. No entanto, existe uma lacuna enorme entre a ideia e a participação pública, uma vez que o número de dadores está, em geral, a diminuir. 3. Praticamente todos os países Europeus enfrentam o mesmo desafio de como aumentar a participação pública. 4. Uma das políticas de saúde da Comissão Europeia para fazer face a esta problemática está nos desafios previstos no Plano de Ação (2009-2015), que para a Doação e Transplantação de órgãos enumera uma série de prioridades, incluindo aumentar a sensibilização da população. A celebração do Dia Europeu da Doação de Órgãos (European Organ Donation Day EODD) é visto como um importante evento anual na concretização deste objetivo do Plano de Ação. 5. O papel do Conselho da Europa na área da transplantação de órgãos, tecidos e células, teve início em 1987, contribuindo ativamente na implementação de elevados standards para a proteção da saúde pública e para a promoção dos direitos humanos e dignidade. Em 2007, o Secretariado, com responsabilidade nas atividades de transplantação de órgãos, tecidos e células, foi transferido para o European Directorate for the Quality of Medicines and HealthCare (EDQM) do Conselho da Europa, cujos princípios guia para o trabalho desenvolvido nesta área são assegurar a dignidade humana, manutenção e realização dos direitos e liberdades humanas fundamentais, não comercialização de produtos de origem humana e proteção dos dadores e recetores de órgãos, tecidos e células. 6. O EDQM. O comité responsável pela transplantação de órgãos, tecidos e células, é o European Committee on Organ Transplantation (CD-P-TO), no qual esta representado o Instituto Português do Sangue e da Transplantação, IP (IPST, IP). 7. Para 2015, a celebração do 17º Dia Europeu da Doação de Órgãos e Tecidos, será nos dias 9 (à noite) e 10 (o dia todo) de outubro de 2015, em Lisboa-Portugal, sendo a organização do evento a cargo do IPST, IP, contando com a colaboração da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT); 8. Tendo em consideração a Arte da Transplantação e o seu impacto internacional, pretende o IPST, IP realizar o evento cujo tema base será o Manifesto das 7 Artes, envolvendo diversas entidades públicas com participação ativa na doação e transplantação, instituições públicas de solidariedade social (IPSS), embaixadores (figuras publicas que tenham relação com a doação ou transplantação), Sociedades Científicas, Associações de doentes e principalmente a Sociedade Civil, através da participação de escolas e empresas privadas, que se constituirão como parceiros desta comemoração. Página 11 de 13

Clausula 28ª Objetivos atingir Pretende-se uma proposta criativa visando atingir os seguintes objetivos principais: 1. Sensibilizar o público para a doação e transplantação de órgãos, tecidos e células, visando o aumento do número de dadores; 2. Reconhecer todas as pessoas envolvidas no processo da transplantação (doentes transplantados e suas famílias, famílias dos dadores de órgãos, profissionais de saúde e instituições publicas com participação ativa no processo de doação, p.e. INEM, Força Aérea, GNR, Bombeiros); 3. Estabelecer confiança entre a população para um sistema de transplantação responsável, ético, não comercial e profissional; 4. Partilhar e discutir desafios e inovações da medicina do transplante entre profissionais de saúde no contexto da União Europeia; Clausula 29ª Data da execução objeto do contrato O objeto do contrato deverá ser executado de acordo com o Programa Base. 1. DIA 01 DE JUNHO A 10 DE OUTUBRO: Clausula 30ª Caraterização base 1.1. Conceção e produção de materiais de divulgação de acordo com a imagem já criada para o mesmo e disponibilizada no Anexo II com a inclusão de todos os logos previstos no Anexo I, fazendo ambos parte integrante do presente Caderno de Encargos (flyers, programa do evento, mensagens da organização; 1.2. Criação e manutenção por 6 meses de microsite próprio com possibilidade de ligações ao outros sites institucionais; 1.3. Divulgação nas redes sociais (p.e. Facebook, Twitter, Youtube, Instagram); 1.4. Criação de 3 itens de material de merchandising para o evento (Quantidade 6000); 1.5. Plano de Meios para Divulgação do evento nas línguas portuguesa e inglesa para a semana compreendida entre 3 e 10 de Outubro (televisão, rádio e publicidade exterior, incluído a produção dos materiais da publicidade exterior); 2. DIA 09 OUTUBRO (Concerto de Inauguração do EODD): 2.1. Local: Reitoria da Universidade de Lisboa; 2.2. Número de participantes: 100 pessoas; 2.3. Apresentação de proposta de ementas para Buffet, que deverá ser composto por: Entradas Buffet de saladas Sandwich e salgados Sobremesa composta por frutas e doce Café Bebidas, incluindo vinho branco e tinto 2.4. Emissão de bilhetes para concerto; Página 12 de 13

2.5. Decoração dos Espaços do Concerto e Buffet 3. DIA 10 OUTUBRO (Sessão Solene e Cientifica para 400 participantes), a decorrer na Associação Comercial de Lisboa 3.1. Decoração dos espaços do evento, incluindo átrio, receção, púlpito e mesa de honra; 3.2. Material de Identificação de participantes; 3.3. Serviço de Hospedeiras 3.4. Suporte audiovisual para as sessões solene e científica, incluindo a filmagem do evento; 3.5. Tradução simultânea Português/Inglês, sem cabine, com transmissão para 80 auriculares, com duração de 2h30, incluindo o fornecimento de equipamento de transmissão e escuta. 4. DIA 10 DE OUTUBRO (EODD Atividades de Rua para 400 participantes), a realizar da Praça D. Pedro IV (Rossio): 4.1. Apresentação de proposta(s) para as seguintes atividades: Flashmob com coordenação sujeito ao tema Transplantação e solidariedade ; i. Duração: 10 minutos ii. Número de participantes: até 150 pessoas Pedipapper sujeito ao tema da Transplantação e o Manifesto das 7 artes i. Duração: 2h (duas horas) ii. Número de pessoas envolvidas: até 200 pessoas Organização de feira de rua com colocação de stands para entidades oficiais, envolvidas na atividade de doação de órgãos, tecidos e células: Número aproximado de stands: 12 com dimensões de 2m x 3m. Contratação de seguro de responsabilidade civil, para proteção de riscos relacionados com as atividades de rua (flashmob, pedipapper e stands). Clausula 31ª Locais do evento Os locais do evento, serão contratualizados diretamente pelo IPST, não devendo o seu valor ser incluído na proposta. Os candidatos poderão visitar os locais em causa e realizar neles os reconhecimentos possíveis que entenderem indispensáveis à formalização das suas propostas. Para o efeito, deverão solicitar junto do Secretariado do IPST, IP, as informações necessárias para o acesso aquelas instalações, bem como indicações do dia e hora em que o poderão fazer. A solicitação poderá ser realizada por telefone para o nº 210063055/64/63, ou para o endereço eletrónico transplantacao@ipst.min-saude.pt / diripst@ipst.min-saude.pt; Página 13 de 13