SOLENIDADE COM BANDEIRAS



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Transcrição:

SOLENIDADE COM BANDEIRAS O Hasteamento A patrulha ou matilha de serviço fixa previamente a bandeira no mastro, pronta para ser içada. Os lobinhos, escoteiros, seniores e pioneiros formam em ferradura. Quando a Alcatéia estiver sozinha ela forma em círculo de parada. Quando o Chefe, ou quem este designar, der a ordem de proceder, dois elementos da patrulha ou matilha encarregada do hasteamento avançam até o mastro. A três passos de distância param e tiram a cobertura e o colocam no chão, avançando até o mastro. O escoteiro ou Lobinho que irá puxar a adriça fica paralelo ao mastro, de costas para o mesmo e o que está com a bandeira põe-se em posição de maneira que a adriça forme um triângulo retângulo. Quando a bandeira estiver pronta, o jovem que vai puxar a adriça diz em voz alta: "Bandeira Nacional pronta". O Chefe ordena: "Grupo (ou tropa ou alcatéia) alerta!", "a bandeira em saudação!", "Iça". Todos fazem a saudação e a bandeira sobe rapidamente. Ao atingir o tope, a ordem é "Grupo, alerta!". Neste momento todos estão firmes. Os rapazes amarram a adriça no mastro, recuam, colocam a cobertura, saúdam a bandeira, dão meia volta e regressam a seu lugar na formação. Nesta altura é dada a ordem de "Grupo, descansar". ARRIAMENTO A formação é a mesma do hasteamento. A Patrulha ou matilha encarregada do arriamento designa os elementos necessários, os quais avançam até três passos do mastro, saúdam a bandeira, colocam a cobertura no chão e desamarram a adriça. Após terem formado com a adriça o triângulo, o rapaz que for puxar a adriça diz em voz alta: "Bandeira Nacional pronta". O Chefe, ou quem este designar, ordena: "Grupo, alerta!", "Arriar"; todos fazem a saudação e a bandeira desce lentamente. Quando a bandeira descer totalmente, ordena-se: "Grupo, alerta!", os rapazes retiram os nós, dobram a bandeira, colocam a cobertura e entregam a bandeira ao Chefe, voltando aos seus lugares, quando se dirá: "Grupo, descansar!" Nos acampamentos o arriamento pode ficar a cargo da patrulha de serviço, a qual, corretamente uniformizada, adota o mesmo procedimento, formada em

linha e sob as ordens do monitor ou de um chefe. Quando a bandeira estiver pronta para ser hasteada ou arriada, o responsável dará quatro toques com o apito. Todos os demais acampantes abandonarão o que estiverem fazendo e olhando em direção ao mastro ficarão em posição de "alerta", fazendo a saudação. Quando a bandeira descer totalmente, serão dados novos 4 toques, findos o quais todos voltarão às suas ocupações enquanto a patrulha de serviço termina a cerimônia. Observações: Se houver mais de uma bandeira, a nacional deverá ser içada acima das demais, exceto de outros países, que serão içadas na mesma altura, em mastro separado. No içamento da bandeira, a bandeira nacional atinja o topo antes que as demais, enquanto que no arriamento será a última a descer. A experiência demonstrou que nas alcatéias convém que um dos escotistas ajude aos lobinhos no hasteamento e no arriamento. Especial cuidado deve ser tomado para que as bandeiras, não toquem no solo. Em acampamentos maiores poderão ser adotadas outras formações para a cerimônia da bandeira, de acordo com o número de participantes e as condições do terreno. Durante o hasteamento e arriamento todos os participantes deverão olhar para a bandeira. Em recintos fechados, quando todos estiverem de uniforme, descobertos, farão a saudação na testa. CONDUÇÃO DE BANDEIRAS Bandeira em marcha => Bandeira ao ombro, inclinada sobre o ombro direito, bandeira recolhida na mão direita, braço esquerdo em movimento natural de marcha. Bandeira perfilada => bandeira em frente ao corpo, em posição vertical, braço direito segurando a bandeira e o braço esquerdo ao longo do corpo. A bandeira está recolhida. Bandeira em posição de alerta => Mesma posição anterior, mas com a bandeira solta. Observação: A bandeira ao ombro é o método normal de conduzir a bandeira: A bandeira perfilada é a saudação no momento de passar o ponto de saudação, iniciando

três passos antes e terminando três passos após. Deve ser usada com moderação, pois é muito cansativa. Bandeira parada Þ Bandeira em posição de descanso. A bandeira deve ser mantida em posição vertical ao lado direito, mastro apoiado no chão e a bandeira recolhida. O USO DA BANDEIRA NACIONAL DE ACORDO COM A LEI: Quanto à Bandeira Nacional, vale destacar que ela deve ser hasteada de sol a sol, sendo permitido o seu uso à noite, desde que se ache convenientemente iluminada. Normalmente, o hasteamento será feito às 8 horas e o arriamento às 18 horas. A propósito, a lei determina que: 1) Quando hasteada em janela, porta, sacada ou balcão, ficará: ao centro, se isolada; à direita, se houver bandeira de outra nação; ao centro, se figurarem diversas bandeiras, perfazendo número ímpar; em posição que mais se aproxime do centro e à direita deste, se figurando diversas bandeiras, a soma delas for número par; 2) Quando em préstito ou procissão, não será conduzida em posição horizontal e irá ao centro da testa da coluna, se isolada; à direita da testa da coluna, se houver outra bandeira; à frente e ao centro da testa da coluna, dois metros adiante da linha pelas demais formadas, se concorrem três ou mais bandeiras; 3) Quando aparecer em sala ao salão, por motivo de reuniões, conferências ou solenidades, ficará estendida ao longo da parede, por detrás da cadeira da presidência ou do local da tribuna, sempre acima da cabeça do respectivo ocupante; 4) Quando em florão, sobre escudo ou outra qualquer peça, que agrupe diversas bandeiras, ocupará o centro, não podendo ser menor que as outras, nem colocada abaixo delas; 5) Quando em funeral: para o hasteamento será levada a tope, antes de baixar a meio mastro; subirá de novo ao tope, antes do arriamento; sempre que for conduzida em marcha será o luto indicado por um lenço de crepe preto, atado junto à lança;

6) Quando distendida sobre o ataúde, no enterro de cidadão que tenha direito a esta homenagem, ficará a tralha do lado da cabeça do morto e a estrela isolada à direita, devendo ser retirada por ocasião do sepultamento; 7) Somente por determinação do Presidente da República será a bandeira nacional hasteada em funeral, não o podendo, contudo, nos feriados. O hasteamento poderá ser feito a meio mastro, de acordo com as disposições relativas a honras fúnebres dos cerimoniais das forças armadas ou conforme o uso internacional; 8) Em ocasião em que deva ser efetuado outro hasteamento, o da Bandeira Nacional será feito em primeiro lugar; o seu arriamento, neste caso, será feito por último; 9) Para homenagem a nações estrangeiras e a autoridades nacionais ou estrangeiras, assim como na ornamentação de praças, jardins ou via públicas, é facultado o uso da Bandeira Nacional, juntamente com a s outras nações, podendo ser colocadas em mastros ou postes, escudos ornamentais ai redor dos quais se disponham as bandeiras, dando-se sempre à Bandeira Nacional a situação descrita no número 1 e a mesma altura das estrangeiras. Fonte: G.E. Vitória 11 - MA.

Nós Nó Direito Para emendar ataduras e emendar cabos com o mesmo diâmetro. Nó de Azelha É usado para suspender prumo, formar uma alça ou asa, ou destinado a pendurar um cabo. É dado na ponta de um cabo; não poderá receber esforço; pois será difícil de desfazer. Outras vezes é feito em ponto poído do cabo para substituir o catau. Balso Pelo Seio Cadeira de Bombeiro É o nó dado em cabos dobrados, de modo que fiquem duas alças firmes, usado em casos de salvamento, ficando as pontas do cabo livres para o trabalho de descer e guiar o paciente. É o nó feito com duas alças amplas, uma para atuar sob os braços e a outra por trás dos joelhos, ficando as pontas do cabo livres para os casos de salvamento, sobretudo de certa altura, em casos de incêndio. O nó é reforçado por dois cotes laterais, para firmá-lo bem.

Catau Para encurtar ou esticar um cabo frouxo. Nó Direito Alceado É o nó que quando precisa ser solto, e é feito deixando-se uma alça em um dos chicotes bastando, então puxar uma das extremidades para que ele se desfaça. Enfardador Nó utilizado para esticar um cabo. Prende um cabo a um estai (Ribeira) e em seguida, no outro estai, faz-se um S na corda colocando a ponta do S virado para o lado onde foi feito a Ribeira, fazendo-o um cote, do outro lado, ficará com um alça. Pegue a ponta da corda e dê uma volta sobre a árvore, esticando-a e volte pela árvore dando no cabo vários cotes.

Escota Para emendar cabos de diâmetros igual ou desigual, ou para prender o cabo numa argola. Nó de Fateixa É o nó que se faz para firmar um cabo em uma barra, num arganéu, para amarrações firmes, ou para prender a fateixa, que é âncora pequena como argola. O nó consiste em uma volta redonda com cotes, passando o primeiro por uma volta, para não apertar. Volta da Fiel Para amarrar o cabo à vara de madeira nos trabalhos de Pioneiria.

Volta da Fiel Duplo É usada em lugar da simples volta de fiel e para amarrar cabos de retenção e espias. Forca Arme a laçada conforme o esquema, deixando a ponta de trabalho com tamanho suficiente para executar as voltas. Realize finalmente e, ao fazer a última volta, introduza a ponta de trabalho na laçada superior do nó. Em seguida puxe a laçada inferior pelo lado correspondente à ponta de trabalho para apertá-la e conservar as voltas seguras. O laço é regulado movimentando-se o lado da corda correspondente à sua parte fixa.

Nó de Frade Nó utilizado para criar um tensor na corda, servindo para parar uma roldana, ou como escada ou até mesmo em transmissão de morse. Lais de Guia Formar uma laçada que não corre. É usado para salvamento. Nó Moringa Nó especial para amarrar nos gargalos de garrafas ou jarros, de grande utilidade. É seguro e resistente.

Nó Oito Este nó é mais volumoso que o nó superior comum e muito mais fácil de ser desfeito, quando não for apertado demasiadamente. É usado comumente sempre que queira criar uma protuberância numa corda, servindo perfeitamente quando se fizer necessária a fixação de uma corda em seu encaixe. Neste caso, o nó poderá ser empregado se não houver uma estaca ou outro local onde se amarra a corda. Nó de Pescador Para emendar duas linhas molhadas ou escorregadias. Volta da Ribeira Para amarrar o chicote de um cabo a uma vara de madeira ou a um tronco. Volta do Salteador Nó utilizado para descer de um tronco com um dos cabos e desamarrar o nó com a outra ponta do cabo.

Volta Redonda com dois Cotes Este nó é bem útil. Serve para amarrar um cabo a um mastro ou verga e também a uma argola ou arganéu apertando-o. O importante é fazer o cabo dar duas voltas em torno do mastro para segurar bem apertado. Amarra quadrada Amarra Diagonal É usada para unir dois troncos ou varas mais ou menos em ângulo reto. O cabo deve medir aproximadamente setenta vezes o diâmetro da peça mais grossa. Começa-se com uma Volta de Fiel bem firme. A ponta que sobre desse nó, deve ser torcida com o cabo para maior segurança. As toras ou varas são rodeadas por três voltas completas redondas entre as peças (toras) concluindo-se com a Volta do Fiel na vara oposta ao que se deu o nó de início. Observe o desenho. Serve para aproximar e unir duas varas que se encontram formando um ângulo agudo. É menos usada que a Amarra Quadrada, mas é muito utilizada na construção de cavaletes de ponte, pórticos etc. Para começar usa-se a Volta da Ribeira apertando fortemente as duas peças. Em seguida dão-se três voltas redondas em torno das varas no sentido dos ângulos, arrematando-se com um anel de duas ou três voltas entre as peças e uma Volta de Fiel para encerrar.

Amarra Paralela Serve para unir duas varas colocadas paralelamente. Pode ser usada para apoiar ou até sustentar o outro bambu.