Planeamento do parque de máquinas

Documentos relacionados
Classificação das máquinas agrícolas

TxJuros(%)- 4.0 ID Equipamentos - Designação

Agricultura e Máquinas Agrícolas I Aula prática 11 Máquinas de dentes

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA CT /10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA CT /10

Gestão Integrada da Rega

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO

DELEGACIA REGIONAL TRIBUTÁRIA DE

MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA. Planejamento das Operações com Máquinas Agrícolas. Dimensionamento de Máquinas Agrícolas

Escolha dos equipamentos agrícolas

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-46/12

GDOC INTERESSADO CPF/CNPJ PLACA

CUSTO DA UNIDADE FORRAGEIRA (U.F.) DA SILAGEM DE MILHO. (Revisto em 2019)

Seleção de Máquinas Agrícolas. Prof. Eng. Agr. Luiz Paulo Montenegro de Miranda

Principais aspectos da avaliação de rega por sulcos. José Manuel Gonçalves Escola Superior Agrária de Coimbra Tel.

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12

Experimento Correção de P (safra 2010/11 a 2015/16)

SISTEMA CULTURAL EM MODO DE PRODUÇÃO BIOLÓGICA

Nome do Sítio Experimental: Cruz Alta. Localização e Mapas do Sítio Experimental: Latitude: Longitude: Altitude: 432 m

MOBILIZAÇÃO DE CONSERVAÇÃO DO SOLO 1

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016

Evapotranspiração cultural. Coeficiente cultural

Alturas mensais de precipitação (mm)

Variações sazonais no crescimento de plantas forrageiras. Fatores que afetam o crescimento estacional de plantas forrageiras

Amendoeira nas regiões de clima mediterrânico

MANEJO DE IRRIGAÇÃO REGINA CÉLIA DE MATOS PIRES FLÁVIO B. ARRUDA. Instituto Agronômico (IAC) Bebedouro 2003

OPTIMIZAÇÃO DA GESTÃO DO PARQUE DE MÁQUINAS DA SOCIEDADE AGRÍCOLA DO RABAÇO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO DE MESTRADO EM AGRÍCULTURA SUSTENTÁVEL

ARBORICULTURA II. Manutenção do Solo 1ªParte

QUALIDADE DA FENOSSILAGEM Obtenção; Avaliação; Impacto Económico

Projeto de Experimentação / Demonstração

HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO

Exigências edafoclimáticas de fruteiras

Figura 1 Distribuição espacial do índice de seca meteorológica em 31de Agosto e em 15 de Setembro de 2012.

Problemas e Soluções nas áreas de Mecanização e Agricultura Precisão. Inserção da Mecanização na era DIGITAL

Plano de uma exploração agrícola

Figura 1 Distribuição espacial do índice de seca meteorológica em 30 de novembro e em 15 de dezembro de 2012.

A MECANIZAÇÃO DE UMA EXPLORAÇÃO AGRÍCOLA UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

Documentos, 221. Informações Meteorológicas para Pesquisa e Planejamento Agrícola, Referentes ao Município de Santo Antonio de Goiás, GO, 2007

Descompactação do Solo, Preparação da Cama da Semente e Enterramento de Resíduos

IRRIGAÇÃO EM VINHEDOS NO OESTE PAULISTA. Marco Antônio F. Conceição Embrapa Uva e Vinho Estação Experimental de Viticultura Tropical

Figura 1 Distribuição espacial do índice de seca meteorológica em 30 de junho e em 15 de julho de 2012.

O manejo da matéria orgânica esta adequado visando a sustentabilidade dos sistemas de produção? Julio Franchini Henrique Debiasi

Documentos. ISSN Agosto, Boletim Agrometeorológico 2013

Plantio Espaçamento Alternado Grupo Cosan

Balanço Hídrico - Conceito

Evaporação e Evapotranspiração

ÍNDICE NACIONAL DE CUSTOS DO TRANSPORTE CARGA LOTAÇÃO

Documentos. ISSN Agosto, Boletim Agrometeorológico 2014

Determinação do BH Climatológico. Método de Thornthwaite & Mather (1955)

BPUFs para milho em Mato Grosso do Sul informações locais. Eng. Agr. M.Sc. Douglas de Castilho Gitti

INFORMAÇÕES METEOROLÓGICAS PARA PESQUISA E PLANEJAMENTO AGRÍCOLA

Vênus Em Aquário 25 Dez Vênus Em Peixes 18 Jan Vênus Em Áries 12 Fev Vênus Em Touro 8 Mar Vênus Em Gêmeos 4 Abr 1940

Problemas operacionais e custos dos cafezais de montanha.

DRENAGEM AULA 02 ESTUDOS HIDROLÓGICOS

APOSTILA DE EXERCÍCIOS PARTE I

IV. EVAPOTRANSPIRAÇÃO Susana Prada

Cultivo de Variedades de Arroz em Modo de Produção Biológico

NECESSIDADES EM ÁGUA DAS CULTURAS REGIÃO DO ALENTEJO

LSPA. Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Dezembro de Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil

Curso de Educação e Formação Operador de Jardinagem Planificação Anual de Manutenção de Jardins e Relvados (MJR) 1º ano

BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO 1996

RECALL SMITHS LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE

A Gestão do solo: Base da Sustentabilidade da Agricultura

Água no Solo. V. Infiltração e água no solo Susana Prada. Representação esquemática das diferentes fases de um solo

MODELAÇÃO MATEMÁTICA DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS DA REGIÃO DE MOURA

Desafios para aumento da produtividade da soja

SISTEMATIZAÇÃO SUSTENTÁVEL NA CULTURA DA CANA-DE- AÇÚCAR NO CENÁRIO DE PLANTIO E COLHEITA MECANIZADOS. Prof. Dr. Jairo Antonio Mazza ESALQ / USP

Cultivo de oleaginosas em Unidade de Observação no município de Resende-RJ

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR - PROG.NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR Data Pgto OB Valor Programa Banco Agência C/C

EVAPORAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO. Prof. Dr. Doalcey Antunes Ramos

Prof. Felipe Gustavo Pilau

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA

REMDA Rede para a Monitorização e Divulgação das Melhores Práticas Agro-Ambientais para o Olival

CALAGEM, GESSAGEM E MANEJO DA ADUBAÇÃO EM MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis

Agroclimatologia : Prof.Dr. José Alves Júnior EVAPOTRANSPIRAÇÃO

Transcrição:

Planeamento do parque de máquinas. Classificação dos trabalhos agrícolas 2. Condições para a realização dos trabalhos 3. Itinerário técnico e calendários de operações 4. Largura de trabalho. Tempos de trabalho 6. CTT, CET, Eficiência de campo 7. Tempo disponível 8. Tempo necessário 9. Número de alfaias Trabalhos agrícolas Diferíveis Não Diferíveis Em campo aberto Sob coberto Associado a fases fenológicas Não associado a fases fenológicas Page

Variação da coesão e adesão com o teor de humidade do solo Domínio sólido Domínio plástico Domínio líquido TENACIDADE FRIABILIDADE Coesão PLASTICIDADE/ ADESIVIDADE Ponto de adesividade FLUIDEZ Adesão Domínio sólido (estado coerente) caracterizado por uma resistênciaelevada à rotura, por uma fraca aderência entre os elementos que separam facilmente, mesmo quando pressionados um contra o outro, e não aderem nem às alfaias nem às mãos. Domínio plástico é possível deformar a terra de modo permanente sem roturas, devido ao aumento de humidade. Limite inferior de plasticidade LIP Limite de liquidez LL % Humidade Domínio líquido a terra escorre quase como dum líquido se tratasse, pois a coesão entre partículas é mínima, com o acréscimo da humidade Período de sazão Variação das forças de coesão e adesão com o teor de humidade do solo e sua textura Solo argiloso Solo limoso 2 3 Humidade 2 3 Humidade Solo arenoso Zona de ruptura fabrico de terra fina (utilização do cultivador, grade de discos e fresa) 2 Zona de lavoura moldada 3 Zona de amassamento (o uso da charrua e da fresa é desaconselhável) 2 3 Humidade Ponto de adesividade Coesão Adesão Page 2

Precipitação e interdição do trabalho agrícola Classificação de diferentes operações culturais de acordo com a sua sensibilidade aos valores da precipitação diária Sensibilidade Fraca Média Elevada Lavoura Subsolagem Arranque de sachadas Transportes vários Poda e empa Gradagem Fresagem Rolagem Sachas Sementeiras Colheita Corte de forragens Enfardação monda química Adubação de cobertura Precipitação diária (mm/dia) que interdita a realização de algumas operações culturais Trabalhos Kreher (9) CNEEMA (9) Reboul et al. (979) Lopes (979) Regato e Mendes (979) Lavoura Gradagem Escarificação Rolagem Sacha Sementeira Adubação de fundo Colheita de cereais Corte de forragens Fenação ranque de sachadas 0 34 34 34 34 34 2 0, 0 0 4 4 4 0 3 0 0 0 0 3 3 Page 3

Trabalho com Fraca sensibilidade Produção Elevada sensibilidade Tempo Itinerário técnico e calendários de operações. Chisel 2. Gradagem 3. Adubação 4. Sementeira. Rolo 6. Adubação 7. Tratamento 8. Colheita Page 4

Classificação dos Tempos de Trabalho segundo a OCDE (97). Tempo Principal ou Efectivo (T.E.) Definição e decomposição do tempo de trabalho TT (OCDE (97), descrita por Lourenço e Alves (968)). 2 Tempo Subsidiário ou Acessório(T.A.) 2. Tempo Acessório de Viragem (T.A.V.) 2.2 Tempo Acessório de Abastecimento (T.A.S.) 2.3 Tempo Acessório de Manutenção (T.A.C.) 2.4 Tempo Acessório de Repouso (T.A.R.) 3 Tempo de Preparação (T.P.) 3. Tempo de Preparação no Assento de Lavoura (T.P.H.) 3.2 Tempo de Preparação no Local de Trabalho (T.P.L.) 4 Tempo de Deslocação (T.I.) Tempo Morto (T.M.). Tempo Morto Inevitável (T.M.I.).. Tempo morto devido a avarias (T.M.F.)..2 Tempo morto devido a descanso ou necessidades fisiológicas do operador (T.M.A.)..3 Tempo morto devido ao material (T.M.M.).2 Tempo Morto Evitável (T.M.E.).2. Tempos morto devido a ócio (T.M.T.).2.2 Tempo morto devido a erros (T.M.D.) Eficiência de campo Capacidade Teórica de Trabalho (ha/h) CTT = área trabalhada / TE = vel trabalho (km/h) *Largura de trabalho (m)/0 Capacidade efectiva de Trabalho (ha/h) CET = área trabalhada / TT= Eficiência de Campo * CTT Eficiência de campo = CET/CTT Page

Planeamento e organização do trabalho é função, basicamente, de: Clima => Dias disponíveis para a realização das diferentes operações Equipamento => capacidade e eficiência de trabalho das máquinas Restrições particulares da exploração (estrutura fundiária e escala) => tempo necessário para a realização do trabalho Dias disponíveis Precipitação diária Teor de humidade do solo 2 Possibilidade e capacidade de trabalho 3 Dia Disponível 4 Precipitação anterior Coberto vegetal Evapotranspiração Características do solo: textura estrutura espessura nível do lençol freático Tipo de maquinaria e operação Page 6

A precipitação é o factor climático com maior influência (mais limitante) nas operações de mobilização do solo Valores médios, medianas e percentis 20 e 80 das precipitações Análise de risco para a realização das operações culturais OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET TOTAL Média 86,4 08,6 9, 2,0 23,7 63, 77,,8 39, 6,8 6,7 4,0 87 Percentil 20 27,, 32,0 0,0 38,0 6,3 2,3 8,9,7 0,0 0,0 6,7 27 Mediana 8,2 9,6 9,3 3,6 7,4 60,4 6,6 4, 3,0 2,4,2 32,9 7 Percentil 80 6, 74,6 43,6 2, 82,4 00,2 96,7 86,2 68,3 9,4, 62,8 204 Estação climática de Tancos/Base Aérea (Lat. 39º29 Long.8º26 Alt. 26m Período: 9988) Estimativa do número de dias com precipitação superior a 0., e 0 mm Percentil OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET 0 80 90 Tempo Disponível R> 0.mm 2 3 6 6 2 9 0 6 6 R> mm 9 0 4 3 0 9 8 6 R> 0mm 3 4 4 6 3 2 3 2 0 0 R> 0.mm 9 6 9 9 2 7 4 9 3 3 0 R> mm 4 7 8 8 4 4 3 8 3 3 7 R> 0mm 7 0 9 0 6 8 7 3 3 R> 0.mm 20 20 20 23 22 8 7 4 9 4 4 R> mm 8 8 8 20 20 7 6 4 9 4 9 R> 0mm 0 2 3 3 2 9 0 0 4 4 Tempo Disponível Calendário e Dias disponíveis para a realização de algumas operações culturais (CNEEMA, 9) OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET Dias úteis 24 23 22 23 22 23 24 22 2 2 23 24 Dias com R> 0.mm 20 20 20 23 22 8 7 4 9 4 4 Dias com R> mm 8 8 8 20 20 7 6 4 9 4 9 Dias com R> 0mm 0 2 3 3 2 9 0 0 4 4 Dias disponíveis para a realização da lavoura Dias disponíveis para a preparação final do solo, sementeira e plantações Dias disponíveis para a colheita de cereais Dias disponíveis para a colheita de forragens 4 9 0 0 4 4 2 7 24 22 20 9 7 6 9 0 9 4 22 9 7 0 8 7 6 6 0 0 4 22 20 7 6 4 3 2 6 8 8 2 2 8 Estação climática de Tancos/Base Aérea (Lat. 39º29 Long.8º26 Alt. 26m Período: 9988) Tempo disponível para a realização de uma operação TD (h) = Dias Disponíveis x Nº horas de trabalho por dia DD = Dmês Dnão úteis Dnão disponíveis Page 7

Tempo Disponível Beja Tempo Disponível Mertola Page 8

Tempo Disponível Elvas Tempo Disponível Evora Page 9

Eficiência de Campo de Velocidade de Trabalho Eficiências de campo e velocidades de trabalho típicas para algumas operações OPERAÇÃO EQUIPAMENTO Ef. Campo (%) Velocidade (km/h) Mob. do solo (trabalhos preparatórios) Charrua de aivecas Grades de discos Escarificador pesado Chísel 74 88 77 90 6 83 7 90 9 6 0 6 2 6 9 Sacha mecânica Escarificador Fresa 68 90 80 88 3 9 9 20 Sementeira Semedor fertilizador de linhas Semedor fertil. de pequenos grãos Distribuidor centrífugo Plantador de batatas 78 6 80 6 70 80 7 0 0 7 0 9 2 Colheita Colhedorcondicionador de forragens Viradorjuntador de feno Enfardadeira de fardos paralelipipédicos Enfardadeira de fardos cilindricos Colhedor de forragens com gadanheira rotativa Ceifeira debulhadora Colhedor de milho Colhedor de batatas 80 9 62 89 6 80 40 0 0 76 63 90 70 6 90 9 6 9 0 9 6 0 3 8 3 6 3 Pulverização Pulverizador 80 7 0 Destroçamento Destroçador de restolho 6 8 6 0 Adaptado de Hunt (983) Tempo necessário e número de alfaias Tempo necessário TN (h) = Area (ha)/cet (ha/h) Tempo necessário TN (dias) = TN(h)/(7h/dia ou 0h/dia) Nº de alfaias = TN /TD Page 0

Factores de variação da Eficiência de campo Variação dos tempos de tarefa com a variação da superfície da parcela 6 2 Tempo de tarefa (h/ha) 8 4 0 0. 0.2 0.4 0.8.6 3.2 6.4 2.8 2.6.2 02.4 Superfície da parcela (ha) Coeficientes de agravamento dos tempos de viragem segundo a forma da parcela Forma Coeficiente.00.4...66.4.66 Evolução do tempo de tarefa para duas parcelas de comprimentos diferentes em função da área (Coelho, 993). 9 Tempo de tarefa (horas/ha) 8 7 6 0.2 ha.0 ha 0 200 400 600 800 000 200 Comprimento da parcela (m) Page

Evolução do tempo de tarefa com a variação da distância ao assento de lavoura (Coelho, 993) ) Tempo de Tarefa (horas/ha) 60 0 40 30 20 0 0 0. ha.3 ha 0 0 20 30 40 0 60 Distância ao assento de lav oura (km) Evolução do tempo de tarefa para três parcelas rectangulares com a área de 2000 m2 e diferentes comprimentos (Coelho, 993). 2 20m 2m 0.3m 00m 000 m 74.3 m 8.06 horas/ha 6.34 horas/ha 6.3 horas/ha Page 2

Exemplo: Sementeira Elvas 2Q Outubro 0ha )Precipitação que interdita: mm 2)Dias indisponíveis P80: 3 dias 2 3)Nº h / dia: 8h 4)Dias disponíveis: 0 dias 3 dias = 7 dias )Tempo disponível TD: 7 * 8h = 6 h 6)Vel. Trabalho: 8km/h 7)Larg. Trabalho: m 8)CTT ha/h: 8*/0 = 4,0 ha/h 9)EC: 67% 0)CET: 4,0*0,67 = 2,68 ha/h )Tempo necessário TN = 0 ha / 2,68 = 8,66 h 2)Nº Alfaias = 8,66 / 6 = 0,33 Page 3