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Transcrição:

PROVA DE FÍSICA UESTÃO 5 A figura ao lado representa uma partícula de massa m, inicialmente em repouso, que cai de uma altura h, medida a partir de um referencial com origem no solo, num local onde o módulo do campo gravitacional é g, e a pressão atmosférica é p0. Após percorrer, no tempo t, uma distância igual à metade da altura, a partícula mergulha num recipiente aberto, com área da base A, cheio óleo densidade d. Submetida a uma desaceleração a, a partícula atinge a velocidade v, depois de percorrer a distância x no interior do recipiente. Desprezando-se a resistência do ar, é correto afirmar: h A partícula atinge a superfície do óleo no instante t = g. (0) Ao atingir a superfície do óleo, a energia cinética da partícula é igual a sua energia mecânica no início da queda. (04) gh g a x. (08) (16) Após percorrer a distância x, a velocidade da partícula é igual a ( ) Antes do impacto da partícula, a força exercida pelo óleo no fundo do recipiente é dgha uando a partícula pára, a pressão sobre ela, no fundo do recipiente, é p = p0 + dgh F, tq = H g = h / h tq = g g (0) F, O referencial adotado como origem é o solo e não a superfície do óleo. (04) F, A velocidade da partícula ao penetrar no óleo é: V = V0 + a s V = g h V = gh No óleo, a partícula descreve movimento retardado. V = V 0 + a s V = ( gh) + (- a) x V = gh ax V = gh ax (08) V, A força exercida pelo óleo representa o seu peso. P óleo = M o.g = d.v.g P óleo = d.a. h.g = dgh. A (16) V, A pressão total (absoluta) exercida na partícula é: p = patm + póleo p = po + d. g. h TOTAL: 08 + 16 = 4 1

UESTÃO 6 Conforme representado na figura ao lado, um homem de massa mh encontra-se sobre a balança de mola B, de massa mb, no interior de um elevador de massa me; esse elevador está suspenso por um cabo ideal que passa por uma roldana também ideal, e seu deslocamento é controlado pelo motor M. A mola tem constante elástica K e está no seu regime elástico. Considera-se desprezível a resistência do ar; g é o módulo de aceleração gravitacional local. Física 1 a. Fase UFBA 1999 Assim sendo, pode-se concluir: Com o elevador parado, a força de reação ao peso do homem é aplicada na superfície da balança sobre a qual o homem se encontra. (0) uando o elevador está subindo com aceleração de módulo igual a g, o peso do homem indicado pela balança é igual a zero. (04) uando o elevador está subindo com velocidade constante igual a v, a potência desenvolvida pelo motor é igual a (m E + m B + m H ) vg. (08) uando o elevador está subindo com velocidade constante, a deformação da mola é m igual a H g K (16) uando o elevador está descendo com aceleração de módulo igual a g, o peso do homem indicado na balança é igual a mhg. F, Com o elevador parado, N = P H fr = 0. Essas forças se equilibram, mas não são forças de ação e reação. (0) F, O valor que acusa a balança representa o peso aparente do homem (normal). Subindo com aceleração (g): Fr = mh.a N P H = m H.g N = m H.g + m H.g = m H.g (04) V, Subindo com velocidade constante, a força do motor transmitida pelo cabo, equivale ao peso do conjunto, logo Pot = Fmotora.V Pot = (me + mb + mh). g.v (08) V, Com velocidade constante. fel = P H Kx = mh.g X = m H. g K (16) F, uando o elevador está descendo com aceleração (g) o peso aparente que é a normal tem valor nulo aparentemente o homem não tem peso. (N = O). Este fenômeno é chamado de imponderabilidade, pois todos os corpos caem com aceleração (g). TOTAL: 04 + 08 = 1 UESTÃO 7 Considerem-se dois corpos A e B, massas iguais temperaturas iniciais θ A e θ B, sendo θ A > θ B, e calores específicos C a e C B diferentes entre si e constantes no intervalo temperatura considerado. Colocados em um calorímetro ideal, A e B, após certo tempo, atingem o equilíbrio térmico. Nessas condições, é correto afirmar: A energia cedida por A é igual à energia recebida por B. (0) No corpo de maior capacidade térmica, ocorre a maior variação de temperatura. (04) O aumento da temperatura de B é numericamente igual ao decréscimo da temperatura de A. (08) A temperatura de equilíbrio é igual a C AθA + C BθB CA + CB (16) Em relação ao centro de massa, a energia cinética média das moléculas de B é maior do que a de A.

V, Pelo princípio da conservação da energia CEDIDO (0) F, = m.c. θ = b. θ = RECEBIDO b = θ, quanto maior é a capacidade térmica do corpo menor é a sua variação de temperatura. (04) F, As capacidades térmicas são diferentes. (08) V, a + B = 0 m/ A. C a. (X - θ A ) + m/ B. C B (X - θ B ) = 0 XC a - C A θ A + XC B C B - C B θ B = 0 X = C AθA + C B. θb CA + CB (16) F, As moléculas de A vibram com maior intensidade que as moléculas de B, pois inicialmente. θ A > θ B UESTÃO 8 A figura ao lado representa um raio de luz monocromática que se propaga no ar e incide no ponto I da superfície de um bloco de cristal transparente. TOTAL: 01 + 08 = 0 9 Considerem-se os seguintes dados: índice de refração do ar: 1 velocidade da luz no vácuo: 3 x 10 8 m/s sen 40º = 0,64 sen 4º = 0,67 sen 75º = 0,96 cos 40º = 0,77 cos 4º = 0,74 cos 75º = 0,5 Nessa situação, é verdade: Predominam os fenômenos de reflexão e refração. (0) O ângulo de reflexão do raio de luz que incide no ponto I é igual a 15º. (04) Ao passar do ar para o cristal, o raio de luz se afasta da normal. (08) A velocidade de propagação da luz no cristal é igual a x 10 8 m/s. (16) Ao atingir o ponto J, a luz sofre reflexão total. V 3

(0) F, Pela lei da reflexão i = r = 75º (04) F, A luz ao passar do ar para o cristal se aproxima da normal, pois o cristal tem maior índice de refração (08) V, M AR. sen 75º = M C. sen 40º 1 x 0,96 = M C. 0,64 MC = 1,5 (16) Logo: VC MAR = VAR MC V C = 1 x 3 x 10 8 = x 10 8 m/s 15, = 1 15, = 0,666 V, sen L = M AR MC O ângulo limite de incidência (L = 4º) logo i > L ocorre reflexão total. TOTAL: 01 + 08 + 16 = 5 UESTÃO 9 Três esferas metálicas idênticas, 1, e 3, de raios R, encontram-se isoladas umas das outras no vácuo (constante eletrostática K 0 ). As esferas 1 e estão neutras, e a 3, eletrizada com carga. Nessas condições, é correto afirmar. Colocando-se a esfera 1 em contato a 3, afastando-a e, em seguida, colocando-a em contato a, a carga elétrica da esfera 1, após os contatos, será igual a 3. (0) O módulo do vetor campo elétrico, no interior da esfera 3, é igual a zero. (04) Colocando-se a esfera 3 em contato com a 1, afastando-as e, em seguida, colocando a 3 em contato com a, o potencial elétrico no interior da esfera 3 será constante e diferente de zero. (08) As três esferas apresentam a mesma capacidade eletrostática. (16) Reduzindo-se o raio da esfera 3 à metade, sua capacidade eletrostática duplicará. (3) Ligando-se as esferas 1 e 3 por um fio de capacitância desprezível, o potencial de equilíbrio entre elas será igual a, sendo C 1 e C 3 as capacidades eletrostáticas das esferas 1 e 3. C1 + C3 F, As esferas são idênticas, logo tem capacitâncias iguais. Após o contato ficam com cargas iguais. 1 3 1 3 0 1 1 0 4 4 (0) V, Na parte interna de um condutor isolado e em equilíbrio eletrostático não há movimento ordenado de carga elétrica. (E = 0) (04) V, Todos os pontos do condutor isolado e em equilíbrio eletrostático têm o mesmo potencial elétrico, formando uma superfície equipotencial. (08) V, As esferas têm dimensões iguais, logo apresentam a mesma capacitância. (16) F, C = R, logo reduzindo à metade o raio da esfera, a sua capacitância reduz-se a metade. K 4

(3) V, A soma das cargas permanece constante. 1 + 3 = 1 + 3 0 + = C1.V + C3V V = C1 + C3 UESTÃO 30 O circuito esquematizado abaixo, percorrido pela corrente i, compõe-se de uma fonte de tensão U, uma chave disjuntora CH, um voltímetro V, três amperímetros, A1, A e A3, e quatro lâmpadas iguais, L1, L, L3 e L4, cada uma delas com resistência elétrica ôhmica igual a R. Admite-se que a resistência elétrica dos fios de ligação é desprezível e que os medidores são ideais. TOTAL: 0 + 04 + 08 + 3 = 4 6 Sendo assim, conclui-se; A queda de tensão provocada pelo conjunto das quatro lâmpadas equivale à provocada por uma única lâmpada de resistência elétrica igual a 5 R Ω. 3 (0) A leitura de A 1 é igual à soma das leituras de A e A 3. (04) A resistência interna do voltímetro é infinitamente pequena. (08) A leitura de A é a mesma de A 3. (16) A potência dissipada pela lâmpada L 1 é igual a Ri. (3) Abrindo-se a chave CH, a intensidade luminosa de L 3 diminui. V, A resistência equivalente da associação entre B e C: RAB = R R R R = = R + R 3R 3 Entre A e C Ref = R + R 5R = Ω 3 3 (0) V, i = i + i 3 (04) F, O voltímetro ideal tem resistência interna infinitamente alta (08) F, No circuito, verificamos que no trecho do amperímetro A, a resistência é duas vezes maior que no trecho do amperímetro A 3, logo: i = i 3 (16) V, Na lâmpada L1, a corrente elétrica é (i), logo: P = Ri (3) F, Abrindo-se a chave CH, o brilho da lâmpada L 3, aumenta, pois maior será a corrente em L 3 5

TOTAL: 01 + 0 + 16 = 1 9 UESTÃO 31 Instrução: Efetue os cálculos necessários e marque o resultado na Folha de Respostas. A figura ao lado representa um homem que puxa uma corda através de uma roldana, com um força constante, arrastando, com deslocamento de 6,0 m e velocidade constante, uma caixa de 6,0 x 10 N de peso ao longo do plano inclinado que forma 30º com a horizontal. Considera-se que as forças de atrito e a resistência do ar são desprezíveis, que a corda e a roldana são ideais e que sen 30º = 1 e cos 30º = 3. Determine, em 10 J, o trabalho da força exercida pelo homem. (18) A força do homem (F), transmitida ao corpo através da corda equivale a componente do peso (Px) F = Px = P. sen 30º = 6 x 10 x 1 F = 3 x 10 N T = F. d = 3 x 10 x 6 = 18 x 10 J TOTAL: 18 = 1 8 6