ARQUITETANDO O FUTURO Arq. Emílio Ambasz T J D F T ASSESSORIA DA SECRETARIA GERAL DA PRESIDÊNCIA
Objetivos do TJDFT Cumprir o mandamento constitucional de defesa e preservação do meio ambiente para as presentes e futuras gerações art. 225, CF/88; Promover a educação ambiental e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente; Cumprir sua função socioambiental; Criar novos parâmetros paras as construções futuras do TJDF e modernização das existentes - retrofit; Promover ambientes mais saudáveis e seguros para os servidores e usuários. TJDFT ASSESSORIA DA SECRETARIA GERAL DA PRESIDÊNCIA 2
CONSTRUÇÕES VERDES Sede do New York Times Arq. Renzo Piano 3
PROCESSOS DE CERTIFICAÇÃO Atestam a conformidade das soluções a critérios previamente estabelecidos como eficientes ou minimizadores de impacto: LEED (Leadership in Energy and Enviromental Design) desenvolvido pelo USGBC (Green Building Council of US) é o selo mais disseminado no mundo e está sendo amplamente usado no Brasil. ACQUA (Alta Qualidade Ambiental) versão nacional das normas desenvolvidas na França pela HQE (Haute Qualité Enviromentale) e adaptada para o Brasil pela Fundação Vanzolini em parceria com a USP. PROCEL EDIFICA proposta de etiquetagem energética para construções comerciais e residenciais criada pelo Ministério das Minas e Energia em conjunto com a Eletrobrás. 4
ESTRATÉGIAS DE PROJETO Princípios Bioclimáticos projetando para o lugar e o clima: controle da radiação solar; aproveitamento da luz do dia; aproveitamento da ventilação natural; sombreamento; uso da água. Tecnologias Ambientais uso de diretrizes para planejamento, execução e operação do empreendimento: elaboração de plano de gerenciamento de resíduos, segurança contra incêndios; Tecnologias sustentáveis sistemas construtivos e equipamentos ou sistemas para aproveitamento dos recursos naturais: aquecimento solar; reuso efluentes; captação e uso da água da chuva; geração de energia alternativa; Dispositivos eco-eficientes dispositivos para redução do consumo ou melhoraria da performance do edifício: bacias à vácuo; de duplo fluxo; luminárias econômicas; torneiras com temporizador; Eco-produtos materiais elaborados a partir de matérias primas renováveis e/ou recicláveis: madeira certificada; tintas e colas; carpete ecológico Atenção aos aspectos culturais e regionais partido e especificação. 5
FÓRUM DO MEIO AMBIENTE E DA FAZENDA PÚBLICA DO DF Arq. Sandra Henriques 6
FÓRUM DO MEIO AMBIENTE E DA FAZENDA PÚBLICA DO DF Imagem do terreno Arq. Sandra Henriques 7
FÓRUM DO MEIO AMBIENTE E DA FAZENDA PÚBLICA DO DF Teto verde; Captação e uso de águas pluviais; Tratamento e reuso de águas cinzas; Bandejas de luz; Aproveitamento da ventilação natural; Possibilidade de uso de energias alternativas; Arq. Sandra Henriques Resfriamento evaporativo; Parede verde; Sombreamento; Áreas de descompressão; Dispositivos eco-eficientes; Materiais de baixo impacto; Planejamento e gestão da obra. 8
PORQUE INVESTIR EM SUSTENTABILIDADE 1. Economia de recursos naturais e diminuição do efeito estufa; 1. Ganhos em desempenho e durabilidade do edifício ao longo dos anos, o que é tanto maior quanto mais cedo é iniciado o processo daí a importância do planejamento/projeto integrado; 3. Melhoria no nível de saúde em função da qualidade do ambiente: conforto térmico, qualidade do ar, conforto higrotérmico (umidade), conforto luminoso, acústico, visual, ergonomia e acessibilidade; 4. Redução dos custos operacionais e de manutenção; 5. Valorização da imagem do empreendimento/instituição em função da sua associação a um compromisso com a vida; 6. Benefícios diretos para a comunidade. 9
Arq. Sandra Henriques Assessora da Secretaria Geral da Presidência do TJDFT email: sandra.henriques@tjdft.jus.br tel: 3343-6506/7252 10