Introdução à Construção Sustentável
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- Bernardo Santarém Wagner
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1 Introdução à Construção Sustentável
2 Origem do conceito Desenvolvimento Sustentável O conceito de Desenvolvimento Sustentável teve origem em 1987 pela Comissão Mundial sobre Ambiente e Desenvolvimento em Brundtland, Nações Unidas. E define-se por ser aquele que procura satisfazer as necessidades das gerações actuais sem comprometer as gerações futuras de satisfazer as suas próprias necessidades
3 SOCIAL ECONÓMICO COMUNIDADES CONSOLIDADAS ECONOMIA AUTO-SUFICIENTE DS ENVOLVENTE EDIFICADA E NATURAL SUSTENTÁVEL DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO SUSTENTÁVEL RESPEITO PELA ENVOLVENTE NATURAL AMBIENTAL
4 Desenvolvimento Sustentável numa sociedade DS
5 Definição de Construção Sustentável O conceito de Construção Sustentável teve origem na primeira Conferência Internacional de Construção Sustentável em Tampa, Estados Unidos, por Charles Kibert em E define-se por ser a Criação e gestão responsável de um ambiente construído saudável, baseado na eficiência de recursos e princípios ecológicos
6 Ciclo de Vida do Edifício 1. Planeamento, Estudos, Projectos; 2. Implantação, Construção, Obra; 3. Utilização, Habitar, Viver o espaço; 4. Manutenção, Durabilidade; 5. Demolição, Desmantelamento.
7 Princípios básicos da Construção Sustentável 1. Reduzir o consumo de recursos; 2. Reutilizar os recursos; 3. Reciclar materiais em fim de vida do edifício e utilizar recursos recicláveis; 4. Proteger os sistemas naturais e a sua função em todas as actividades; 5. Eliminar materiais tóxicos; 6. Prolongar o Ciclo de Vida (sistema urbano, edifício, materiais).
8 Aspectos a ter em conta em fase de Planeamento 1. Localização / Aspectos locais a ter em conta; 2. Desenho do Projecto; 3. Mobilidade; 4. Materiais; 5. Resíduos; 6. Águas e Afluentes; 7. Energia; 8. Certificação Energética e/ou Ambiental. Bairro Bed Zed, Londres
9 1. Localização / Aspectos locais a ter em conta 1. Localização (Zona Norte, Sul, Interior, Litoral); 2. Orientações (Norte, Sul, Este, Oeste); 3. Clima (rigoroso ou brando); 4. Ventos dominantes; 5. Solo (arenoso, pedra); 6. Tipo de ocupação (habitação, escritório).
10 2. Desenho do Projecto 1. Orientação do Edifício; 2. Distribuição do Programa; 3. Luz natural; 4. Ventilação natural; 5. Massa térmica dos materiais; 6. Cor das superfícies.
11 3. Mobilidade 1. Zona servida por transportes públicos; 2. Distância a vias rápidas de ligação entre pontos centrais; 3. Estacionamento automóvel; 4. Ciclo vias; 5. Passeios para peões.
12 4. Materiais 1. Materiais da região e nacionais (terra, pedra); 2. Com reduzido impacto energético na sua transformação; 3. Materiais naturais (cortiça, fibra de coco, terra, madeira, cal); 4. Sem compostos voláteis (tintas ecológicas, vernizes, cera); 5. Com introdução de resíduos (pneus, vidros )
13 5. Resíduos 1. Reciclagem individual pontos de recolha na rua; 2. Reciclagem ao nível do edifício pontos de recolha no edifício; 3. Reciclagem ao nível do bairro recolha por vácuo; 4. Recolha dos ecopontos por camiões; 5. Compostagem; 6. Hortas Urbanas.
14 6. Águas e Afluentes 1. Torneiras temporizadoras; 2. Redutores de caudal; 3. Autoclismo com dupla descarga; 4. Materiais; 5. Aproveitamento de Águas Pluviais para autoclismos e rega; 6. Rega exterior do tipo gota à gota; 7. Fito etares (para pequenas instalações através de plantas que fazem a depuração macrofitas); 8. Bio-piscinas.
15 7. Energia 1. Energia solar passiva ; 2. Energias renováveis; 3. Produção de Energia descentralizada; 4. Equipamentos eficientes.
16 8. Certificação Energética e/ou Ambiental 1. RSECE Grandes Edifícios de Serviços; 2. RCCTE - Pequenos edifícios de Serviços e Residenciais; 3. Lider A (Portugal); 4. SB Tool (Portugal); 5. BREAM (Inglês); 6. LEED (EUA).
17 Tu deves ser a mudança que desejas ver no mundo Mahatma Gandhi obrigada
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