1º SEMESTRE DE 2014
SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 NOSSA LOCALIZAÇÃO... 5 3 NOSSA HISTÓRIA... 6 4 DOCUMENTOS LEGAIS E NORMATIVOS... 7 5 CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA... 8 5.1 Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações... 8 5.1.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Sistemas de Telecomunicações... 8 5.1.2 Estrutura curricular (Currículos em extinção progressiva)... 10 5.1.3 Estrutura Curricular do Curso (currículo novo ingresso a partir de 2013/1). 12 5.2 Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial... 14 5.2.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Automação Industrial... 14 5.2.2 Estrutura curricular (Currículos em Extinção Progressiva)... 15 5.2.3 Estrutura Curricular do Curso (currículo novo ingresso a partir de 2013/1). 16 5.3 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas... 17 5.3.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas... 17 5.3.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2)... 18 5.4 Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores... 19 5.4.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Redes de Computadores... 19 5.4.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2)... 20 5.5 Curso Superior de Tecnologia em Sistemas Embarcados... 22 5.5.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Sistemas Embarcados... 22 5.5.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2)... 23 5.6 Atividades Complementares... 24 5.7 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)... 24 5.8 Sistema de avaliação do processo de ensino-aprendizagem... 24 6 ACELERAÇÃO DE ESTUDOS... 26 6.1 Aproveitamento Formal de Estudos... 27 6.2 Aproveitamento de Experiências Anteriores... 27 7 FREQUÊNCIA... 27 7.1 Legislação... 27 7.2 Abono de Faltas... 27
7.3 Exercícios Domiciliares... 28 8 MATRÍCULA, TRANCAMENTO E CANCELAMENTO... 29 8.1 Matrícula... 29 8.2 Trancamento de Matrícula... 30 8.3 Cancelamento de Matrícula... 30 9 TRANSFERÊNCIAS, REOPÇÃO DE CURSO E DE TURNO... 311 9.1 Transferência de Outras Instituições... 311 9.2 Reopção de Curso/Turno... 311 10 AVALIAÇÃO INSTITUICIONAL... 322 11 ENADE... 322 12 REDE ACADÊMICA... 322 13 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM... 322 14 BIBLIOTECA... 333 14.1 Empréstimos... 333 15 ATENDIMENTO AO ALUNO... 333 15.1 Atendimento da Coordenação de Curso... 343 15.2 Núcleo de Apoio psicopedagógico (NAP)... 333 15.3 Nivelamento... 344 15.3.1 Nivelamento de Português... 344 15.3.2 Nivelamento de Matemática... 344 15.3.3 Reforço em Matemática do Ensino Superior... 344 15.3.4 Curso de inglês... 344 15.4 Monitoria... 355 15.5 Sala de Estudos... 355 16 NORMAS E PROCEDIMENTOS ACADÊMICOS E ADMINISTRATIVOS... 355 17 ORGANOGRAMA DA FACULDADE... 388 18 DIREITOS E DEVERES DO ALUNO... 399 19 DISPOSIÇÕES GERAIS... 399
1 APRESENTAÇÃO É com satisfação que recebemos você, nosso aluno. Parabéns! Vamos compartilhar os próximos anos e trabalhar para oferecer uma formação com a excelência construída em mais de 70 anos de tradição no ensino profissionalizante e tecnológico. Você sairá daqui preparado para enfrentar os desafios profissionais e atuar com competência na transformação da sociedade. Nossa equipe está sempre buscando maneiras de aprimorar ainda mais a qualidade da Faculdade e o diálogo com a comunidade escolar, pois o reconhecimento de nossos alunos é a expressão de nossa capacidade de enfrentar os desafios que se apresentam. Trabalhamos por meio do diálogo e do respeito como prática educativa. Agora você é parte da Faculdade de Tecnologia Senai Porto Alegre e verá como é rica e dinâmica nossa vida acadêmica. Agradecemos a confiança em nosso trabalho de prepará-lo para o futuro. Esteja certo de que a retribuiremos nos próximos anos. Você contará com as seguintes pessoas e departamentos na Faculdade: Mantenedora Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI/RS Av. Assis Brasil, 8787 Porto Alegre Site: www.senairs.org.br Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre Av. Assis Brasil, 8450 - Porto Alegre - RS Site: www.senairs.org.br/faculdade E-mail: faculdadesenai@senairs.org.br Fone: (51) 3347-8400 Diretora Dra. Adriana Rivoire Menelli de Oliveira Fone: (51) 3347-8400 E-mail: adriana.menelli@senairs.org.br Supervisão de Educação e Tecnologia Fone: (51) 3347-8400 Administração Juneia Kingeski Fone: (51) 3347-8400 E-mail: juneia.kingeski@fiergs.org.br Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Me. Valderi Reis Quietinho Leithardt Fone: (51) 3347-8400 E-mail: valderi.leithardt@senairs.org.br Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial e do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas Embarcados Me. Alexandre Gaspary Haupt Fone: (51) 3347-8400 E-mail: alexandre.haupt@senairs.org.br 3
Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações e do Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Me. Leandro José Cassol Fone: (51) 3347-8400 E-mail: leandro.cassol@senairs.org.br Secretária Acadêmica e Pesquisadora Institucional Sandra Regina Lopes Vieira Fone: (51) 3347-8400 E-mail: sandra.vieira@senairs.org.br Bibliotecária Esp. Gilmara Freitas Gomes Fone: (51) 3347-8428 E-mail: bibliotecalfv@senairs.org.br NAP Núcleo de Apoio Psicopedagógico Esp. Marília Gluck Loureiro Marques Fone: (51) 3347-8400 E-mail: marilia.marques@senairs.org.br CPA Comissão Própria de Avaliação Coordenadora: Audrey Castilhos de Oliveira Local: sala 260 Fone: (51) 3347-8400 e-mail: cpa.faculdadesenai@senairs.org.br Ouvidoria Ouvidora: Audrey Castilhos de Oliveira Local: sala 260 Fone: 08006476471 e-mail: ouvidoria.faculdadesenai@senairs.org.br Este Guia foi elaborado para ajudá-lo em sua integração à vida acadêmica e permitir que você usufrua das muitas oportunidades que a Faculdade de Tecnologia Senai Porto Alegre oferece. Havendo necessidade de esclarecimentos adicionais, procure o Coordenador de Curso e os responsáveis pelos setores para dirimir dúvidas, para o atendimento a uma questão pontual, ou quem sabe, encaminhando alguma sugestão para a próxima edição deste guia. Sejam muito bem vindos Calouros e Veteranos! 4
2 NOSSA LOCALIZAÇÃO Para você localizar salas atente para o código de numeração das salas conforme descrito abaixo: 1-220 Bloco Andar Número Sala 5
3 NOSSA HISTÓRIA O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI foi criado em 22 de janeiro de 1942, pelo Decreto Lei nº. 4048 com a finalidade de formar recursos humanos e dar aporte tecnológico à indústria brasileira que também sofria as consequências da desorganização no mundo, provocada pela II Guerra Mundial. Na ocasião a escassez da oferta de mão de obra qualificada do imigrante europeu, levou os empresários da área da indústria à organização de uma entidade que oferecesse cursos destinados a formar e capacitar profissionais indispensáveis às fábricas, que aos poucos se instalavam, e que atendesse às necessidades do mercado de trabalho. Com uma experiência de sete décadas de atividades, o SENAI, instituição de direito privado mantido através de contribuição compulsória das indústrias, atua em Educação Profissional, na prestação de serviços de consultoria, em apoio tecnológico, na pesquisa aplicada, na captação e transferência de tecnologias, em serviços laboratoriais e disseminação de informação tecnológica gerando soluções que garantem a inovação, a competitividade e a excelência na formação de profissionais para as empresas industriais. A rede SENAI-RS compreende o Departamento Regional e Unidades Operacionais, fixas (Faculdade, Centros Tecnológicos, Escolas de Educação Profissional, Centros de Educação Profissional e Agências de Educação Profissional), móveis, outras extensões e unidades semipermanentes. Atua intensamente na educação profissional, em todos os níveis (formação inicial e continuada, nível técnico, graduação tecnológica e pós-graduação). A Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre foi credenciada pelo MEC, em 2006. Sua trajetória é recente, pois iniciou as primeiras turmas dos cursos superiores no primeiro semestre de 2007, porém já está gradativamente ampliando sua atuação na educação profissional e em serviços, com vistas à inovação e aperfeiçoamento contínuo e ao atendimento às demandas da região metropolitana da grande Porto Alegre. Na proposta de atuação estão os cursos de pós-graduação lato sensu, direcionados à determinada área profissional e de mercado, tendo caráter de educação continuada. O instrumento norteador de suas ações é o PDI - Projeto Pedagógico Institucional, elaborado em consonância com a Missão Institucional, a Política da Qualidade, os Valores, os Projetos Pedagógicos dos Cursos, a legislação educacional e a sua realidade. A partir desse compromisso, a instituição define sua política de trabalho em consonância com as necessidades e expectativas gerais da sociedade local e em interface permanente com o mercado de trabalho global e com o sistema educacional. Nossa Missão é: Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da Indústria Brasileira. Pretendemos até 2017: Apoiar as ações do SENAI para a sua consolidação como o líder nacional em educação profissional e tecnológica e ser reconhecido como indutor da inovação e da transferência de tecnologias para a Indústria Brasileira, atuando com padrão internacional de excelência. 6
Sustentamos nossas ações nos seguintes Princípios e Valores: Livre Iniciativa Ética Transparência Satisfação dos Clientes Alta Performance Valorização das Pessoas 4 DOCUMENTOS LEGAIS E NORMATIVOS CREDENCIAMENTO DA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE - Portaria MEC nº 1.787 de 03/11/2006 - D.O.U. 06/11/2006 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS - Autorizado pela Portaria MEC nº 180, D.O.U. 08/05/2013. CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL - Autorizado pela Portaria MEC nº 173, D.O.U. 24/11/2006 e reconhecido com conceito 4 pela Portaria MEC nº 490 de 20/12/2011 - D.O.U 23/12/2011 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES - Autorizado pela Portaria MEC nº 179, D.O.U. 08/05/2013. CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES - Autorizado pela Portaria MEC nº 173, D.O.U. 24/11/2006 e reconhecido com conceito 4 pela Portaria MEC nº 446 de 1/11/2011 - D.O.U. 3/11/2011. CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS EMBARCADOS - Autorizado pela Lei nº 12.816 de 05.06.2013, D.O.U. 06/06/2013. CREDENCIAMENTO JUNTO AO MINISTÉRIO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - Resolução nº 37, Publicada no D.O. U em 26/10/2007 - Pelo CATI Comitê da Área de Tecnologia da Informação Regimento Interno PDI - Plano de Desenvolvimento Institucional PPC - Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas PPC - Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial PPC - Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores PPC - Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações PPC - Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas Embarcados Resoluções e Regulamentos Internos Estes documentos encontram-se no Moodle e na Secretaria Acadêmica. 7
5 CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA O curso de tecnólogo é uma modalidade de curso superior, que se concentra em uma área específica do conhecimento e é voltada para o mercado de trabalho. Embora tenha a sua origem no setor de tecnologia, hoje atua em diversas áreas, tais como: gestão, comércio, turismo e comunicação. Os cursos de tecnologia possuem um tempo de formação menor, possibilitando ao aluno ingressar mais rapidamente no mercado. A Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre oferece cinco cursos: 5.1 Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações 5.1.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Sistemas de Telecomunicações O Tecnólogo em Sistemas de Telecomunicações é o profissional capaz de desenvolver e implantar soluções de redes e sistemas de telecomunicações, e gerenciar a operação e manutenção, de acordo com metodologias e padrões de desenvolvimento, adotando normas técnicas, de qualidade, de saúde e segurança do trabalho e preservação ambiental. São competências desenvolvidas no Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações: Estabelecer a logística do projeto interpretando a topologia, a infraestrutura do sistema e atendendo aos processos administrativos, de recursos humanos, da legislação específica. Implementar o projeto elaborando plano de ação, interpretando diagramas elétricos e lógicos, estabelecendo cronograma, normas e processos de execução e definindo contingências de execução. Desenvolver e coordenar equipes de trabalho, identificando necessidades, planejando as atividades com os integrantes da equipe. Orientar e integrar equipes de trabalho, supervisionando a execução das atividades, desenvolvendo planos de treinamento e avaliando o desempenho individual e coletivo da equipe. Monitorar o desempenho do sistema estabelecendo critérios de indicadores, utilizando os instrumentos de medição, aplicativos em computadores e aplicando os parâmetros de desempenho definidos. Avaliar o desempenho do sistema identificando e aplicando os métodos de avaliação analisando os resultados e implementando melhorias. Planejar e executar a manutenção preventiva otimizando o desempenho do sistema, revisando e atualizando periodicamente os planos. Executar a manutenção corretiva identificando as anormalidades nos planos de manutenção preventiva dos equipamentos e softwares dos sistemas de comunicações, identificando oportunidades de melhoria e implementando as correções definidas no desempenho do sistema. Conceber a solução otimizada definindo custos, tecnologia, equipamentos e instrumentos a serem utilizados e atendendo Normas e Legislação vigentes. Executar o projeto, elaborando plano de ação, cronograma e definindo contingências de execução. 8
Certificar os sistemas de telecomunicações, verificando e aceitando a execução, validando e emitindo a documentação definitiva; emitindo laudo de pendência, definindo e mensurando parâmetros de desempenho dos sistemas, emitindo laudo de pendência e elaborando manual de operação dos sistemas. Orientar a equipe de trabalho para a utilização racional dos recursos disponíveis e na aplicação dos procedimentos de gestão e garantia da qualidade. Participar do desenvolvimento de pesquisas da área técnica da empresa com a finalidade de analisar melhorias nos sistemas e serviços. Responsabilizar-se tecnicamente perante os órgãos competentes. Propor, implementar e apoiar ideias inovadoras considerando a evolução e o desenvolvimento tecnológico. Elaborar propostas de racionalização de energia, redução dos custos e melhorias na produção/serviço. Adaptar-se as mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e sócio-culturais que incidem nas suas atividades profissionais no mercado. Desenvolver a liderança da equipe com ética, dinamismo, iniciativa, criatividade e responsabilidade. Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, legislação específica de saúde, segurança e meio ambiente. Desenvolver e manter relações interpessoais, através da comunicação, interação e cooperação respeitando os valores éticos e raciais. Negociar com os interlocutores implicados para a introdução de melhorias que otimizem os produtos ou serviços. 9
5.1.2 Estrutura curricular (Currículos em extinção progressiva) Aprovada pela Resolução do Conselho Superior nº 13 de 05/07/2010 Módulo I UC11 - Instalação Elétrica para Telecomunicações - 240h UC12 - Expressões Gráficas - 160h Certificações Parciais Módulo II UC21 Sistemas de Telecomunicações - 240h UC22 Processos da Qualidade - 80h UC23 Redes de Comunicação de Dados - 80h Libras Unidade Curricular Optativa 80h (*) Módulo III UC31 - Eletrônica - 160h UC32 Sistemas de Comunicação Analógicos - 160h UC33 - Roteamento em Redes - 80h Instalador de Sistemas de Telecomunicações Módulo IV UC41 Administração de Redes - 80h UC42 Sistemas de Transmissão e Recepção Digital -240h UC43 Comutação de Redes Locais - 80h Módulo V UC52 Aplicações e Gerenciamento de Redes - 160h UC51 Segurança em Redes -160h UC53 Tecnologias de Redes Geograficamente Distribuídas - 80h Mantenedor de Sistemas de Telecomunicações Módulo VI UC61 - Sistemas Móveis de Rede - 160h UC62 Projeto de Integração - 240h Módulo VII TCC - Trabalho de conclusão de Curso 200h Integrador de Sistemas de Telecomunicações Estrutura curricular válida a partir de 2010/2 (*) Pode ser cursada em qualquer módulo a partir do Módulo 2 Certificações Intermediárias O currículo do curso possibilita certificações que oportunizam a inserção e valorização do aluno no mercado de trabalho durante o período de formação. Ao longo do curso o aluno irá obter 3 (três) certificações de qualificação profissional de nível tecnológico que expressam as grandes unidades de competências do curso (Instalar, Manter e Integrar) e 4 (quatro) certificações do programa Cisco CCNA Exploration, que está integrado ao currículo do curso de Sistemas de Telecomunicações. A integração do programa Cisco CCNA Exploration ao currículo do curso visa fornecer aos alunos um diferencial em termos de capacitação para o mercado de trabalho, uma vez que o 10
programa é mundialmente conhecido na preparação de estudantes para novas oportunidades de carreira profissional na área de redes de comunicação de dados sendo considerado como prérequisito para ingresso em muitas empresas que atuam nesta área. São previstas as seguintes certificações intermediárias, ao aluno. Conclusão de UC ou Módulo UC23 Certificado Intermediário Recebido CCNA Exploration: Fundamentos de Rede UC33 CCNA Exploration: Conceitos e Protocolos de Roteamento UC43 CCNA Exploration: Switching LAN e Redes sem-fio UC53 Módulo II Módulo IV Módulo VI CCNA Exploration: Acessando à WAN Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Instalador de Sistemas de Telecomunicações; Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Mantenedor de Sistemas de Telecomunicações Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Integrador de Sistemas de Telecomunicações 11
5.1.3 Estrutura Curricular do Curso (currículo novo ingresso a partir de 2013/1) SEMESTRE CÓDIGO NOME DA UNIDADE CURRICULAR CRED C.H. 1 2 3 4 5 6 7 S011 Comunicação e Metodologia de Pesquisa 4 70 S066 Redes de Comunicação de Dados 4 70 S016 Desenho Técnico 4 70 S051 Princípios de Telecomunicações 4 70 S007 Cálculo Básico 4 70 S070 Roteamento em Redes 4 70 S002 Análise de Circuitos 4 70 S053 Programação Básica 4 70 S008 Cálculo Diferencial e Integral 4 70 S037 Infraestrutura de Redes de Comunicação de Dados 4 70 S013 Comutação de Redes Locais 4 70 S088 Sistemas Operacionais de Código Aberto 4 70 S019 Eletrônica Analógica 4 70 S047 Matemática Aplicada 4 70 S027 Estatística Aplicada à Engenharia 4 70 S093 Tecnologias de Redes de Longas Distâncias 4 70 S074 Serviços com Sistemas Operacionais de Código Aberto 4 70 S021 Eletrônica Digital 4 70 S076 Sistemas de Comunicação Analógicos 4 70 S065 Redes de Acesso 4 70 S010 Comunicação Digital 4 70 S071 Segurança de Redes 4 70 Optativa 1 4 70 S035 Gerenciamento de Redes 4 70 S033 Gerência de Projeto 4 70 S003 Antenas e Propagação 4 70 S092 Tecnologia de Redes de Banda Larga 4 70 S048 Metodologia para Elaboração do TCC 4 70 S095 Tópicos Especiais 4 70 Optativa 2 4 70 S068 Redes sem Fio 4 70 S062 Projeto Prático de Redes e Telecom 4 70 S012 Comunicações Multimídia 4 70 S025 Engenharia Econômica 4 70 S023 Empreendedorismo 4 70 S096 Trabalho de Conclusão de Curso 4 70 Atividades Complementares 70 TOTAL DO CURSO (SEM TCC) 140 2.520 TOTAL DO CURSO (COM TCC) 144 2.590 UNIDADES CURRICULARES OPTATIVAS CÓDIDO NOME DA UNIDADE CURRICULAR CRED. C.H. [horas] S029 Ética e Legislação 4 70 S043 Libras 4 70 S044 Liderança e Gestão Organizacional 4 70 S057 Programação WEB 4 70 S049 Modelagem de Banco de Dados 4 70 S085 Sistemas Distribuídos 4 70 12
Certificações Intermediárias O currículo do curso possibilita certificações que oportunizam a inserção e valorização do aluno no mercado de trabalho durante o período de formação. Ao longo do curso o aluno irá obter 4 (quatro) certificações do programa Cisco CCNA Exploration, que está integrado ao currículo do curso de Sistemas de Telecomunicações. A integração do programa Cisco CCNA Exploration ao currículo do curso visa fornecer aos alunos um diferencial em termos de capacitação para o mercado de trabalho, uma vez que o programa é mundialmente conhecido na preparação de estudantes para novas oportunidades de carreira profissional na área de redes de comunicação de dados sendo considerado como prérequisito para ingresso em muitas empresas que atuam nesta área. São previstas as seguintes certificações intermediárias, ao aluno. UC Concluída S066 Redes de Comunicação de Dados S070 Roteamento em Redes S013 Comutação de Redes Locais S093 Tecnologias de Redes de Longas Distâncias Certificado Intermediário Recebido CCNA Exploration: Fundamentos de Rede CCNA Exploration: Conceitos e Protocolos de Roteamento CCNA Exploration: Switching LAN e Redes sem-fio CCNA Exploration: Acessando à WAN 13
5.2 Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial 5.2.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Automação Industrial O Tecnólogo em Automação Industrial é um profissional a serviço da modernização das técnicas de produção utilizadas no setor industrial, atuando no planejamento, instalação e supervisão de sistemas de integração e automação. Esse profissional atua na automatização dos chamados processos contínuos que envolvem a transformação ininterrupta de materiais, por meio de operações bio-físico-químicas. Na sua atividade de execução de projetos, instalação e supervisão de sistemas de automação são bastante empregadas, tecnologias como controladores lógicos, sensores, transdutores, redes industriais, controles de temperatura, pressão, vazão, atuadores eletropneumáticos, sistemas supervisórios, entre outras. Serão competências desenvolvidas no CST em Automação Industrial: Agir com empreendedorismo no desenvolvimento das atividades. Coordenar equipes para a instalação, demonstrando atitude de liderança, cooperação e interação. Definir soluções, equipamentos e materiais, verificando as alternativas de automação do processo, selecionando a mais viável, considerando os aspectos técnicos e econômicos. Desenvolver ações coerentes com a política referente a qualidade total e ao sistema de garantia de qualidade implementados pela empresa. Desenvolver e manter relações interpessoais e a coordenação de equipes, através da comunicação, liderança, interação, cooperação e aplicando os princípios da ética. Documentar tecnicamente o projeto, emitindo memorial descritivo e elaborando manual. Efetuar posta-em-marcha startup para validação do sistema. Especificar equipamentos, interpretando catálogos e manuais de fabricantes e interagindo com fornecedores. Executar a manutenção corretiva, diagnosticando e solucionando o problema. Identificar possíveis problemas durante o processo de planejamento do produto ou serviço e resolver os problemas que se apresentam durante sua realização. Implementar possíveis mudanças orientadas para a evolução e o desenvolvimento tecnológico. Instalar Sistemas automatizados, interpretando o projeto, planejando a instalação. Manter a performance do processo produtivo através da parametrização e ajuste de equipamentos, acompanhando o funcionamento do sistema, efetuando ajustes e aplicando melhoria continua. Manter os registros as alterações técnicas do projeto, atualizando a documentação técnica do sistema automatizado. Negociar com os interlocutores implicados para a introdução de melhorias que otimizem os produtos ou serviços. Orientar usuários e clientes através de comunicação verbal e escrita. Planejar e executar a manutenção preditiva e preventiva de sistemas automatizados. Programar, parametrizar e ajustar equipamentos do sistema, interpretando o projeto e efetuando os testes. Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos. Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, legislação específica de saúde, segurança e meio ambiente. Utilizar as ferramentas e procedimentos de gestão da qualidade implantados pela empresa. 14
5.2.2 Estrutura curricular (Currículos em Extinção Progressiva) Aprovada pela resolução do Conselho Superior nº 19 de 17/12/2010 Módulo I Certificações Parciais UC11 Instalação Elétrica para Automação 240h UC12 Desenho Técnico 80h UC13 Redação Técnica 80h Módulo II UC21 Eletricidade Industrial 80h UC22 Processos da Qualidade 80h UC23 Sistemas Eletropneumáticos 80h UC24 Cálculo Diferencial e Integral - 80h UC25 Introdução à Automação Industrial 80h Libras Unidade Curricular Optativa 80h (*) Módulo III UC31 Sistemas de Automação Industrial 160h UC32 Eletrônica 160h UC33 Manutenção Mecânica Preventiva 80h Instalador de Sistemas de Automação Industrial Módulo IV UC41 Manutenção de Sistemas Automatizados 160h UC42 Manutenção Eletrônica 80h UC43 Manutenção Mecânica 160h Módulo V UC51 Integração Eletrônica 160h UC52 Controle 160h UC53 Processos de Automação na Manufatura 80h Mantenedor de Sistemas de Automação Industrial Módulo VI UC61 Controle Distribuído de Processos 80h UC62 Projetos de Integração 240h UC63 Instrumentação 80h Módulo VII TCC - Trabalho de conclusão de Curso 200h Estrutura curricular válida a partir de 2011/2 Integrador de Sistemas de Automação Industrial *Pode ser cursada em qualquer módulo a partir do Módulo 2 15
Certificações Intermediárias O curso possibilita certificações que oportunizam a inserção e valorização do aluno no mercado de trabalho durante o período de formação. Ao longo do curso o aluno irá obter 3 (três) certificações de qualificação profissional de nível tecnológico que expressam as grandes unidades de competências do curso (Instalar, Manter e Integrar). São previstas as seguintes certificações intermediárias, ao aluno. Conclusão de UC ou Módulo Módulo II Módulo IV Módulo VI Certificado Intermediário Recebido Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Instalador de Sistemas de Automação Industrial; Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Mantenedor de Sistemas de Automação Industrial Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Integrador de Sistemas de Automação Industrial 5.2.3 Estrutura Curricular do Curso (currículo novo ingresso a partir de 2013/1) SEMESTRE CÓDIGO NOME DA UNIDADE CURRICULAR CRED C.H. 1 2 3 4 5 6 S041 Introdução à Automação Industrial 4 70 S011 Comunicação e Metodologia de Pesquisa 4 70 S016 Desenho Técnico 4 70 S053 Programação Básica 4 70 S007 Cálculo Básico 4 70 S002 Análise de Circuitos 4 70 S014 Controladores Industriais 4 70 S022 Eletrotécnica 4 70 S030 Física Aplicada à Engenharia 4 70 S008 Cálculo Diferencial e Integral 4 70 S019 Eletrônica Analógica 4 70 S021 Eletrônica Digital 4 70 S050 Pneumática e Hidráulica 4 70 S046 Máquinas Elétricas 4 70 S026 Equações Diferenciais e Transformadas 4 70 S067 Redes Industriais 4 70 S020 Eletrônica de Potência 4 70 S045 Manutenção Industrial 4 70 S086 Sistemas Microprocessados 4 70 S082 Sistemas de Manufatura 4 70 S015 Controle Distribuído de Processos 4 70 S023 Empreendedorismo 4 70 S077 Sistemas de Controle 4 70 S056 Programação Orientada a Objetos 4 70 S038 Instrumentação Industrial 4 70 S080 Sistemas de Controle Digital 4 70 S025 Engenharia Econômica 4 70 S079 Sistemas de Controle 2 4 70 16
SEMESTRE CÓDIGO NOME DA UNIDADE CURRICULAR CRED C.H. 7 S048 Metodologia para elaboração do TCC 4 70 S069 Robótica 4 70 S059 Projeto de Sistemas de Automação 4 70 S018 Eficiência de Sistemas Automatizados 4 70 Optativa 1 4 70 S006 Automação para Sistemas de Energia 4 70 Optativa 2 4 70 S096 Trabalho de Conclusão de Curso 4 70 Atividades Complementares 70 TOTAL DO CURSO (SEM TCC) 140 2.520 TOTAL DO CURSO (COM TCC) 144 2.590 UNIDADES CURRICULARES OPTATIVAS CÓDIDO NOME DA UNIDADE CURRICULAR CRED. C.H. [horas] S029 Ética e Legislação 4 70 S043 Libras 4 70 S044 Liderança e Gestão Organizacional 4 70 S052 Processamento Digital de Sinais 4 70 S089 Sistemas Operacionais de tempo real 4 70 S066 Redes de Comunicação de Dados 4 70 S009 Cálculo Numérico 4 70 5.3 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 5.3.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas O Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) é um curso superior que habilita o profissional para analisar, projetar, documentar, especificar, desenvolver, testar, implantar e realizar a manutenção de sistemas computacionais. Faz uso de raciocínio lógico, emprego de linguagens de programação e de metodologias de construção de projetos. Neste curso o aluno estará apto a gerenciar, especificar e desenvolver soluções de software e hardware de acordo com os requisitos de segurança e funcionalidades necessárias para as soluções tecnológicas inovadoras. Para tanto, a integralização das disciplinas e carga horária do curso conduzirá a diplomação de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Serão competências desenvolvidas no CST em Análise e Desenvolvimento de Sistemas: Agir com empreendedorismo no desenvolvimento das atividades. Analisar sistemas computacionais avaliando a viabilidade técnica, identificando e validando requisitos. Programar sistemas computacionais elaborando algoritmos; definindo a linguagem de programação; aplicando engenharia de software no desenvolvimento do sistema. Preparar versões executáveis de sistemas computacionais; realizando a instalação inicial e final do software no ambiente de produção. Testar sistemas computacionais especificando casos/roteiros; preparando o ambiente; elaborando o plano de teste; executando; documentando; validando e automatizando os testes. Manter sistemas computacionais realizando a manutenção corretiva, evolutiva e adaptativa de softwares. Gerenciar o processo de desenvolvimento de softwares acompanhando as métricas de planejamento e utilizando metodologias aplicadas. 17
5.3.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2) SEMESTRE CÓDIGO NOME DA UNIDADE CURRICULAR CRED. C.H. [horas] S001 Algoritmos e Programação Orientada a Objetos 8 140 1 S004 Arquitetura de Computadores 4 70 S032 Fundamentos de Sistemas de Informação 4 70 S031 Fundamentos de Matemática e Lógica Proposicional 4 70 S028 Estrutura de Dados 4 70 S011 Comunicação e Metodologia de Pesquisa 4 70 2 S049 Modelagem de Banco de Dados 4 70 S094 Teoria Geral de Sistemas 4 70 S087 Sistemas Operacionais 4 70 S058 Projeto de Interfaces 4 70 S075 Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados 4 70 3 S091 Técnicas de Programação 4 70 S066 Redes de Comunicação de Dados 4 70 S039 Inteligência Artificial 4 70 S072 Segurança em Desenvolvimento de SI 4 70 4 S024 Engenharia de Software 8 140 S017 Desenvolvimento e Gerência de Aplicações WEB 4 70 S085 Sistemas Distribuídos 4 70 S048 Metodologia para Elaboração do TCC 4 70 S064 Qualidade de Produto e Processo de Software 4 70 5 S060 Projeto Prático de ADS 4 70 S034 Gerência de Projetos de Software 4 70 Optativa 1 4 70 S036 Governança de Tecnologia da Informação 4 70 S081 Sistemas de Informação Integrados 4 70 6 Optativa 2 4 70 S023 Empreendedorismo 4 70 S096 Trabalho de Conclusão de Curso 4 70 Atividades Complementares 70 TOTAL DO CURSO (SEM TCC) 116 2.100 TOTAL DO CURSO (COM TCC) 120 2.170 UNIDADES CURRICULARES OPTATIVAS CÓDIGO NOME DA UNIDADE CURRICULAR CRED. C.H. [horas] S029 Ética e Legislação 4 70 S043 Libras 4 70 S044 Liderança e Gestão Organizacional 4 70 S070 Roteamento em Redes 4 70 S013 Comutação de Redes Locais 4 70 S025 Engenharia Econômica 4 70 18
5.4 Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores 5.4.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Redes de Computadores O tecnólogo em Redes de Computadores é o profissional que elabora, implanta, gerencia e mantém projetos lógicos e físicos de redes de computadores locais e de longa distância. Conectividade entre sistemas heterogêneos, diagnóstico e solução de problemas relacionados à comunicação de dados, segurança de redes, avaliação de desempenho, configuração de serviços de rede e de sistema de comunicação de dados são áreas de desempenho deste profissional. Conhecimentos de instalações elétricas, teste físico e lógico de redes, normas de instalações e utilização de instrumentos de medição e segurança são requisitos à atuação deste profissional. Serão competências desenvolvidas no CST em Redes de Computadores: Elaborar projetos lógicos e físicos de redes de comunicação de dados locais e de longa distância avaliando os requisitos de implantação da rede e os softwares e dispositivos de comunicação disponíveis; definindo os serviços de transporte de dados de longa distância, as soluções de conectividade de comunicação de dados, as topologias, arquiteturas e protocolos de comunicação de dados; especificando os softwares e os dispositivos de comunicação, aplicando metodologias de elaboração de projetos e documentando a solução proposta. Implementar soluções de conectividade e comunicação de dados locais e de longa distância estabelecendo estratégias de implementação e modificação com base em bibliotecas de gestão de infraestrutura; instalando a conectividade física da rede local, os softwares e os dispositivos da rede; aplicando os procedimentos de segurança no trabalho; configurando os softwares e os dispositivos da rede e os sistemas operacionais e dispositivos finais; testando a conectividade e a disponibilidade dos serviços de rede implantados e documentando a implementação do projeto. Gerenciar redes de comunicação de dados locais e de longa distância definindo as ferramentas de monitoramento da rede; monitorando o tráfego da rede; detectando problemas de funcionabilidade da rede; solucionando os problemas detectados no monitoramento da rede; gerindo indicadores de disponibilidade, usabilidade e tráfego da rede; realizando a administração dos serviços de rede; implementando as políticas de acesso e controle de usuários e controlando o uso dos recursos de rede. Administrar redes de comunicação de dados locais e de longa distância definindo políticas de acesso, controle de usuários e políticas de segurança de informação; estabelecendo as estratégias de segurança da informação com base na política da empresa e estabelecendo requisitos de funcionalidade de acordo com o nível de serviço e o planejamento estratégico da rede. Desenvolver e coordenar equipes de trabalho identificando necessidades e planejando as atividades com os integrantes da equipe. Orientar e integrar equipes de trabalho supervisionando a execução das atividades; desenvolvendo planos de treinamento e avaliando o desempenho individual e coletivo da equipe. Conceber a solução otimizada definindo custos, tecnologia, equipamentos e instrumentos a serem utilizados e atendendo Normas e Legislação vigentes. Executar o projeto elaborando plano de ação, cronograma e definindo contingências de execução. Certificar os sistemas de comunicações de dados verificando e aceitando a execução; validando e emitindo a documentação definitiva; emitindo laudo de pendência; definindo e mensurando parâmetros de desempenho dos sistemas e elaborando manual de operação dos sistemas. Orientar a equipe de trabalho para a utilização racional dos recursos disponíveis e na aplicação dos procedimentos de gestão e garantia da qualidade. Participar do desenvolvimento de pesquisas da área técnica da empresa com a finalidade de analisar melhorias nos sistemas e serviços. 19
Responsabilizar-se tecnicamente perante os órgãos competentes. Propor, implementar e apoiar ideias inovadoras considerando a evolução e o desenvolvimento tecnológico, ambiental e social. Elaborar propostas de racionalização de energia, redução dos custos e melhorias na produção/serviço. Adaptar-se às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e socioculturais que incidem em suas atividades profissionais no mercado de trabalho. Desenvolver e manter relações interpessoais através da comunicação, interação e cooperação respeitando os valores éticos e raciais. Negociar com os interlocutores implicados para a introdução de melhorias a otimização dos produtos ou serviços. Desenvolver a liderança da equipe com ética, dinamismo, iniciativa, criatividade e responsabilidade. Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, legislação específica de saúde, segurança e meio ambiente. 5.4.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2) SEMESTRE CÓDIGO NOME DA UNIDADE CURRICULAR CRED. C.H. [horas] S011 Comunicação e Metodologia de Pesquisa 4 70 S066 Redes de Comunicação de Dados 4 70 1 S004 Arquitetura de Computadores 4 70 S053 Programação Básica 4 70 S007 Cálculo Básico 4 70 S070 Roteamento em Redes 4 70 S090 Sistemas Operacionais Proprietários 4 70 2 S049 Modelagem de Banco de Dados 4 70 S037 Infraestrutura de Redes de Comunicação de Dados 4 70 S033 Gerência de Projeto 4 70 S013 Comutação de Redes Locais 4 70 S088 Sistemas Operacionais de Código Aberto 4 70 3 S057 Programação WEB 4 70 S065 Redes de Acesso 4 70 S023 Empreendedorismo 4 70 S093 Tecnologias de Redes de Longas Distâncias 4 70 S074 Serviços com Sistemas Operacionais de Código Aberto 4 70 4 S025 Engenharia Econômica 4 70 S071 Segurança de Redes 4 70 Optativa 1 4 70 S092 Tecnologia de Redes de Banda Larga 4 70 S035 Gerenciamento de Redes 4 70 5 S048 Metodologia para Elaboração do TCC 4 70 S095 Tópicos Especiais 4 70 Optativa 2 4 70 S061 Projeto Prático de Redes de Computadores 4 70 S012 Comunicações Multimídia 4 70 6 S068 Redes sem Fio 4 70 S081 Sistemas de Informação Integrados 4 70 S096 Trabalho de Conclusão de Curso 4 70 Atividades Complementares 70 TOTAL DO CURSO (SEM TCC) 116 2.100 TOTAL DO CURSO (COM TCC) 120 2.170 20
UNIDADES CURRICULARES OPTATIVAS CÓDIGO NOME DA UNIDADE CURRICULAR CRED. C.H. [horas] S029 Ética e Legislação 4 70 S043 Libras 4 70 S044 Liderança e Gestão Organizacional 4 70 S075 Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados 4 70 S085 Sistemas Distribuídos 4 70 S094 Teoria Geral de Sistemas 4 70 Certificações Intermediárias O currículo do curso possibilita certificações que oportunizam a inserção e valorização do aluno no mercado de trabalho durante o período de formação. Ao longo do curso o aluno irá obter 04 (quatro) certificações do programa Cisco CCNA Exploration. A integração do programa Cisco CCNA Exploration ao currículo do curso visa fornecer aos alunos um diferencial em termos de capacitação para o mercado de trabalho, uma vez que o programa é mundialmente conhecido na preparação de estudantes para novas oportunidades de carreira profissional na área de redes de comunicação de dados sendo considerado como prérequisito para ingresso em muitas empresas que atuam nesta área. São previstas as seguintes certificações intermediárias, ao aluno. UC Concluída S066 Redes de Comunicação de Dados S070 Roteamento em Redes S013 Comutação de Redes Locais S093 Tecnologias de Redes de Longas Distâncias Certificado Intermediário Recebido CCNA Exploration: Fundamentos de Rede CCNA Exploration: Conceitos e Protocolos de Roteamento CCNA Exploration: Switching LAN e Redes sem-fio CCNA Exploration: Acessando à WAN 21
5.5 Curso Superior de Tecnologia em Sistemas Embarcados 5.5.1 Que profissão é esta: Tecnólogo em Sistemas Embarcados O Tecnólogo em Sistemas Embarcados é o profissional capaz de programar microcontroladores e microprocessadores, programar dispositivos de lógica reconfigurável, aplicar engenharia de software no desenvolvimento de sistemas embarcados, estabelecer requisitos mínimos de hardware e software e gerenciar o processo de desenvolvimento. São áreas de desempenho deste profissional a programação de microcontroladores e microprocessadores, plataforma de desenvolvimento de software, processos de qualidade e testes de software, gerenciamento de soluções, engenharia de software e avaliação de desempenho. Conhecimentos de informática, eletrônica e ferramentas computacionais específicas para programação de microcontroladores, microprocessadores e dispositivos de lógica reconfigurável, processamento de sinais e gerenciamento de processo de desenvolvimento são requisitos à atuação deste profissional. Serão competências desenvolvidas no CST em Sistemas Embarcados: Desenvolver softwares para sistemas embarcados, respeitando os procedimentos e normas técnicas, ambientais, de qualidade, de saúde e de segurança. Configurar interfaces de acordo com as especificações do projeto. Aplicar lógicas em linguagem de programação que respeitem o comportamento lógico esperado. Utilizar linguagens de programação para integrar os periféricos. Sincronizar os recursos de hardware entre si, validando o programa desejado. Programar dispositivos de lógica reconfigurável, utilizando linguagens de descrição de hardware; sintetizando os circuitos lógicos, analisando os circuitos lógicos através de simulação, implementando o circuito no dispositivo de lógica reconfigurável e validando a implementação. Aplicar engenharia de software no desenvolvimento de sistemas embarcados, utilizando padrões de projeto de acordo com a descrição dos requisitos, modelando sistemas, analisando a qualidade de processo e produto, gerenciando configurações, seguindo modelos e metodologias de desenvolvimento de software bem como elaborando a arquitetura de softwares para sistemas embarcados e implementando sistemas embarcados com base em boas práticas; Estabelecer requisitos mínimos de hardware e software, seguindo os requisitos funcionais e não funcionais para desenvolvimento de sistemas embarcados, elucidando funcionalidade e necessidades do sistema embarcado, avaliando soluções de mercado para o atendimento dos requisitos técnicos do projeto, bem como desenvolvendo soluções para o atendimento dos requisitos. Gerenciar o processo de desenvolvimento de sistemas embarcados, acompanhando as métricas de planejamento, utilizando ferramentas de gerenciamento e aplicando metodologias de gerenciamento para garantia do atendimento dos requisitos acordados de atendimento as necessidades no desenvolvimento do sistema embarcado. 22
5.5.2 Estrutura Curricular do Curso (ingresso a partir de 2013/2) SEMESTRE CÓDIDO NOME DA UNIDADE CURRICULAR CRED. C.H. [horas] S053 Programação Básica 4 70 S042 Introdução ao Curso de Sistemas Embarcados 4 70 1 S021 Eletrônica Digital 4 70 S002 Análise de Circuitos 4 70 S007 Cálculo Básico 4 70 S056 Programação Orientada a Objetos 4 70 S086 Sistemas Microprocessados 4 70 2 S027 Estatística Aplicada à engenharia 4 70 S084 Sistemas Digitais 4 70 S008 Cálculo Diferencial e Integral 4 70 S054 Programação em Sistemas Embarcados 8 140 3 S083 Sistemas de Memória de Massa 4 70 S066 Redes de Comunicação de Dados 4 70 S026 Equações Diferenciais e Transformadas 4 70 S089 Sistemas Operacionais de Tempo Real 4 70 4 S005 Arquitetura de Software para Sistemas Embarcados 8 140 S040 Interfaces e Protocolos para Sistemas Embarcados 4 70 S009 Cálculo Numérico 4 70 S024 Engenharia de Software 8 140 5 S052 Processamento Digital de Sinais 4 70 S073 Sensores e Atuadores 4 70 S034 Gerência de Projetos de Software 4 70 S055 Programação em Sistemas Embarcados Linux 8 140 6 S063 Projeto Prático de Sistemas Embarcados 4 70 S048 Metodologia para Elaboração do TCC 4 70 Optativa 1 4 70 S023 Empreendedorismo 4 70 S025 Engenharia Econômica 4 70 7 S077 Sistemas de Controle 4 70 Optativa 2 4 70 S044 Liderança e Gestão Organizacional 4 70 S096 Trabalho de Conclusão de Curso 4 70 Atividades Complementares 70 TOTAL DO CURSO (SEM TCC) 140 2.520 TOTAL DO CURSO (COM TCC) 144 2.590 UNIDADES CURRICULARES OPTATIVAS CÓDIGO NOME DA UNIDADE CURRICULAR CRED. C.H. [horas] S029 Ética e Legislação 4 70 S043 Libras 4 70 S070 Roteamento em Redes 4 70 S080 Sistemas de Controle Digital 4 70 S049 Modelagem de Banco de Dados 4 70 S094 Teoria Geral de Sistemas 4 70 S058 Projeto de Interfaces 4 70 23
5.6 Atividades Complementares As atividades complementares, constantes nos currículos novos, válidos para alunos ingressantes a partir de 2013/1, devem contemplar a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, assegurando seu caráter interdisciplinar em relação às diversas áreas do conhecimento. Estas atividades permitem o desenvolvimento do currículo pessoal e profissional dos alunos e têm como objetivo estimular a participação do acadêmico em atividades teórico-práticas, flexibilizando seu currículo. Para conclusão do curso, o acadêmico deve realizar 70 horas dessas atividades, que serão contabilizadas de acordo com a tabela de atividades complementares. As atividades complementares são orientadas por regulamento disponível no Moodle. 5.7 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é atividade curricular obrigatória, de elaboração individual e tem por objetivos oportunizar ao aluno a familiarização com a metodologia de pesquisa e seus procedimentos e uma vivência didático-pedagógica, através da mobilização e sistematização de conhecimentos, habilidades e atitudes, adquiridos ao longo do curso. Para os currículos em extinção progressiva as horas estimadas para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso é acrescido a carga horária estabelecida para o desenvolvimento das unidades curriculares, correspondendo a 200 (duzentas) horas e para os currículos novos, válidos para alunos ingressantes a partir de 2013/1, as horas estimadas para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso é acrescido a carga horária estabelecida para o desenvolvimento das unidades curriculares, correspondendo a 70 (setenta) horas. O tema a ser desenvolvido deve estar relacionado à área do curso. A escolha do tema é de responsabilidade do acadêmico, devendo este respeitar a coerência do tema proposto com as competências do perfil profissional de conclusão do curso. A escolha do tema antecede a matrícula no TCC. A proposta para elaboração do TCC é obrigatória e deve ser entregue na secretaria da Faculdade, em formulário padronizado - Proposta para Elaboração do TCC, respeitando as datas estabelecidas no calendário acadêmico. O aluno matriculado no TCC deverá ter, no mínimo, 5 encontros presenciais com o orientador registrados em formulário próprio, explicitando data e assuntos tratados em cada encontro. Os encontros são agendados diretamente com o orientador de acordo com a disponibilidade orientador/orientando. O trabalho deverá ser apresentado sob a forma de monografia, artigo científico ou projeto. A avaliação do TCC é realizada pelo docente orientador e pelo docente avaliador. Na avaliação do TCC são observados, no mínimo, aspectos como forma do texto e pesquisa apresentada. Orientações e formulários para elaboração do TCC estão a disposição do aluno no site da Faculdade. As orientações para o desenvolvimento do TCC constam no documento: Orientações para o Desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso. Os documentos orientadores para elaboração do TCC estão disponíveis no Moodle. 5.8 Sistema de avaliação do processo de ensino-aprendizagem Amparo legal Regimento Interno da Faculdade de Tecnologia SENAI Projeto Pedagógico do Curso - PPC Resolução 09 do Conselho Superior de 16/06/2009 amparada pelo Art. 56 3º da Portaria Normativa 40, do Ministério da Educação. 24
A avaliação de competências é um processo de coleta de evidências que tem como ponto de partida o perfil profissional requerido e consiste em processo de: verificação do domínio cognitivo (base tecnológica); verificação do desenvolvimento de habilidades dos alunos; acompanhamento no desenvolvimento de qualidades pessoais; acompanhamento do aluno, conscientizando-o de seus avanços e dificuldades; e, verificação das competências desenvolvidas. Para os Currículos em Extinção Progressiva Durante o módulo, o desempenho do aluno é avaliado através de instrumentos de avaliação coletivos e individuais, conforme critérios estabelecidos no Plano de Ensino. A avaliação tem caráter integrador, uma vez que existe um crescimento gradativo na mobilização dos conhecimentos, habilidades e atitudes desenvolvidos durante o módulo. O padrão de desempenho associado aos critérios de avaliação é entendido como um referencial de comparação que provê condições para a efetiva avaliação de desempenho do aluno. Os instrumentos de avaliação avaliam os Padrões de Desempenho expressos no Projeto Pedagógico do Curso PPC. A cada padrão de desempenho é atribuído o conceito: D (Demonstrou) N (Não Demonstrou) Recuperação de Conteúdos: É parte integrante do processo de desenvolvimento das competências, sendo realizada de forma simultânea e integrada, através de atividades de apoio, retomada de conteúdos e atendimentos individuais. Recuperação de Conceitos: Para cada Padrão de Desempenho com conceito N (Não demonstrou), é oferecida uma oportunidade de recuperação em período estabelecido no calendário acadêmico. O conceito obtido substitui o conceito anterior. Ao final do módulo o aluno recebe o conceito A, B ou C para cada Unidade Curricular, de acordo com os seguintes critérios: Conceito Critério Situação Final A 100% a 90% dos Padrões de Desempenho DEMONSTRADOS Apto B 89% a 70% dos Padrões de Desempenho DEMONSTRADOS Apto C 69% a 0% dos Padrões de Desempenho DEMONSTRADOS Não Apto Avaliação Final: É a avaliação realizada entre períodos letivos, na data estabelecida no calendário acadêmico. Tem direito a esta avaliação o aluno que obteve conceito C em apenas uma unidade curricular no módulo. Nesta avaliação são reavaliados todos os conhecimentos, habilidades e atitudes da UC. O acadêmico não apto na unidade curricular tem também as seguintes opções: Matricular-se somente na unidade curricular em que obteve o conceito não apto; Matricular-se na unidade curricular em que obteve o conceito não apto (em turno inverso, se houver turma e vaga) e também no módulo subsequente, desde que este seja o módulo II, IV ou VI. 25
Para os Currículos novos a partir de 2013/1 Durante o desenvolvimento da unidade curricular, o desempenho do aluno é avaliado através de instrumentos de avaliação coletivos e individuais, conforme critérios estabelecidos no Plano de Ensino. A avaliação tem caráter integrador, uma vez que existe um crescimento gradativo na mobilização dos conhecimentos, habilidades e atitudes desenvolvidos. O resultado é expresso sob a forma de nota que varia de 0 (zero) a 10 (dez), com intervalos de 0,1 (um décimo). É exigido, no mínimo, a média 7,0 (sete) para fins de aprovação na unidade curricular. O resultado final do aproveitamento é expresso através da média aritmética dos graus G1 e G2, com substituição do grau menor, quando necessário. Somente será permitida a substituição de um dos graus quando a média for inferior a 7,0. Nos casos em que a nota do G1 e do G2 for igual, o grau a ser substituído é definido pelo aluno e informado para a secretaria de controle e registro acadêmico mediante preenchimento de requerimento, no prazo estabelecido no calendário acadêmico. A substituição de grau deve contemplar especificamente os conteúdos avaliados no grau que será substituído e deve ser realizada na data estabelecida no Calendário Acadêmico. O aluno pode recorrer do resultado da avaliação até quarenta e oito horas após a publicação do resultado mediante preenchimento de requerimento na secretaria. A revisão é realizada por docente designado pelo Coordenador do Curso que emite parecer validando o resultado final. A recuperação de conteúdos é parte integrante do processo de desenvolvimento das competências, sendo realizada de forma simultânea e integrada ao processo de ensino e de aprendizagem, através de atividades de apoio, retomada de conteúdos e atendimentos individuais. A frequência mínima exigida para a aprovação é de 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas de cada unidade curricular em que o aluno estiver matriculado. Ao aluno que não comparecer às avaliações de aprendizagem, é concedido outra oportunidade para realizá-las, desde que venha a requerê-la no prazo estabelecido e comprove impedimento legal, conforme estabelecido no regulamento nº. 01, de 16 de junho de 2008, do Conselho do Curso. 6 ACELERAÇÃO DE ESTUDOS A possibilidade de aceleração de estudos ocorre pelo aproveitamento de conhecimentos adquiridos em cursos de nível superior ou de experiências adquiridas no ambiente de trabalho e está normatizada pela PORTARIA Nº 004 de 16 de dezembro de 2013. Nos currículos em extinção, o aproveitamento de conhecimentos adquiridos, formal ou informalmente, deve corresponder integralmente a Unidade Curricular e não pode exceder a 25% (vinte e cinco por cento) da carga horária total do curso. Nos currículos novos, implantados a partir de 2013/1, o aproveitamento de conhecimentos adquiridos, formal ou informalmente, deve corresponder integralmente a Unidade Curricular e não pode exceder a 60% (sessenta por cento) da carga horária total do curso. O aproveitamento de estudos deve respeitar as seguintes condições: I. Equivalência do conteúdo programático. II. A carga horária aproveitada de outras IES deve ser no mínimo de 75% da carga horária da Unidade Curricular ou disciplina equivalente na Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre. 26
III. IV. O total da carga horária das unidades curriculares / disciplinas aproveitadas de outras IES deve ser no mínimo igual ao somatório das unidades curriculares e disciplinas equivalentes na Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre. É permitido o aproveitamento de mais de uma unidade curricular / disciplina cursada para compor o conteúdo programático e a carga horária equivalente na Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre. V. Somente serão aproveitadas disciplinas/unidades curriculares cursadas em data anterior ao ingresso na Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre, respeitando o limite máximo de tempo em disciplinas cursadas nos últimos 07 (sete) anos. VI. O aproveitamento de estudos deve ser solicitado na Secretaria da Faculdade, respeitando os prazos estabelecidos no Calendário Acadêmico. 6.1 Aproveitamento Formal de Estudos As competências profissionais adquiridas em cursos superiores são reconhecidas mediante análise detalhada de documentação, tendo por referências as competências estabelecidas para cada Unidade Curricular, devidamente comprovadas através de histórico escolar e dos programas desenvolvidos e, se necessário, também mediante avaliação, conforme Portaria Nº 004 de 16 de dezembro de 2013. O aproveitamento de estudos tem custos para o aluno e deve ser solicitado na secretaria mediante apresentação do histórico escolar e ementa das disciplinas cursadas na outra instituição de ensino superior. 6.2 Aproveitamento de Experiências Anteriores As competências profissionais adquiridas informalmente, no trabalho ou em outros cursos serão reconhecidas através da avaliação individual do aluno. A avaliação teórica ou prática visa estabelecer uma relação entre os conhecimentos evidenciados pelo aluno, e as competências exigidas para a Unidade Curricular. A validação de competências ocorre por Unidade Curricular. O aproveitamento de experiências anteriores tem custos para o aluno e deve ser solicitado na secretaria. 7.1 Legislação 7 FREQUÊNCIA A frequência às aulas ou a qualquer outra atividade acadêmica oficial é obrigatória e permitida somente a alunos regularmente matriculados. A frequência mínima obrigatória é de 75% (setenta e cinco por cento), da carga horária do módulo excetuado os casos estabelecidos por lei. 7.2 Abono de Faltas O abono de faltas está normalizado pelos Conselhos de Curso da Faculdade, através do Regulamento nº 03/2008, transcrito abaixo. Art. 1ª. O acadêmico tem direito ao abono de faltas apenas nas situações que atendem: 27
a) Decreto-Lei nº 715, de 30/07/1969, " 4º - Todo convocado matriculado em Órgão de Formação de Reserva que seja obrigado a faltar a suas atividades civis, por força de exercício ou manobras, ou reservista que seja chamado, para fins de exercício de apresentação das reservas ou cerimônia cívica, do Dia do Reservista, terá suas faltas abonadas para todos os efeitos. b) Lei nº 10.861, de 14/04/2004, 5º - As instituições de educação superior deverão abonar as faltas do estudante que, em decorrência da designação de que trata o inciso IV do caput deste artigo, tenha participado de reuniões da CONAES em horário coincidente com as atividades acadêmicas. Art. 2º. É de responsabilidade do acadêmico solicitar o abono de faltas na secretaria da Faculdade, anexando ao requerimento, Documento Oficial que comprove a atividade realizada e o período na qual esta ocorreu. Art. 3º. O abono de falta deve se protocolado até sete (7) dias após o término do evento causador da(s) falta(s). Art. 4º. Quando a(s) falta(s) ocorre(em) no término do semestre letivo, o prazo para que o acadêmico solicite o abono de faltas fica restrito ao último dia de aula. Art. 5º. O acadêmico só tem direto ao abono de faltas referente aos dias declarado no Documento comprobatório. 7.3 Exercícios Domiciliares Os exercícios domiciliares estão normalizados pelos Conselhos de Curso da Faculdade através do Regulamento nº 02/2008, transcrito abaixo. Art. 1º. Tem direito a realização de exercícios domiciliares: De acordo com o Decreto-Lei nº 1044, de 21/10/1969, o acadêmico portador de afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismo ou outras condições mórbidas, caracterizada por incapacidade física relativa, incompatível com a freqüência aos trabalhos escolares, desde que tenha condições intelectuais, emocionais e motoras. De acordo com a Lei 6.202, de 17/04/1975, a acadêmica que se encontra em estado de gestação, a partir do 8º mês. Art. 2º. Os exercícios domiciliares são oferecidos como compensação da ausência às aulas e serão oferecidos ao acadêmico que tenha condições de saúde (emocionais, intelectuais e motoras) para realizá-los e a Faculdade tenha possibilidades de acompanhá-los. Art. 3º. São concedidos exercícios domiciliares ao acadêmico que necessite afastar-se das aulas por um período igual ou superior a quinze (15) dias consecutivos. Art. 4º. Os exercícios domiciliares devem ser realizados durante o período de afastamento do acadêmico, não sendo concedidos exercícios domiciliares retroativos. Art. 5º. É de responsabilidade do acadêmico providenciar que alguém indicado por ele, protocole o requerimento de solicitação de exercícios domiciliares na secretaria da Faculdade, anexando o Atestado Médico original que deve conter o Código Internacional de Doença CID e a informação de que o acadêmico tem condições de realizar exercícios domiciliares. Art. 6º. O acadêmico só tem direto a exercícios domiciliares referentes ao período compreendido entre a data do protocolo da solicitação na secretaria e a data de término do Atestado Médico. 28
Art. 7º. Não são oferecidos exercícios domiciliares para atividades curriculares práticas ou que exijam o acompanhamento e a orientação individual do professor ou a presença física do acadêmico. Art. 8º. O período máximo de realização dos exercícios domiciliares deve possibilitar a continuidade do processo pedagógico de aprendizagem e a realização de todas as avaliações referentes aquele período letivo em que o acadêmico está matriculado. 7.4 Realização de avaliação em data posterior A realização de avaliação em data posterior está normalizada pelos Conselhos de Curso da Faculdade através do Regulamento nº 01/2008, transcrito abaixo. Art. 1º. O acadêmico que estiver impedido de comparecer as aulas em data e horário em que ocorra avaliação pode requerer nova oportunidade para realização desta, desde que comprove mediante documento legal (atestado de saúde, ocorrência policial, convocação da justiça, declaração, etc) que não compareceu por motivo de força maior. 1º. É considerado motivo de força maior convocação para integrar o conselho de sentença em tribunal do júri, estar a serviço da justiça eleitoral, participar de manobra militar obrigatória e treinamentos de segurança, envolvimento em eventos imprevistos (intempéries, acidentes, assalto), viagem a estudo e participação em eventos na área do curso em que está matriculado. 2º. Não será considerado motivo de força maior a não realização da avaliação por assuntos de trabalho. Art. 2º. É responsabilidade do acadêmico protocolar na Secretaria da Faculdade a solicitação para realizar a avaliação, no prazo máximo de 2(dois) dias úteis após o término do período de afastamento, anexando à solicitação documentos comprobatório onde conste o motivo do não comparecimento à aula na data em que ocorreu a avaliação. Parágrafo único. O prazo para que o acadêmico protocole a solicitação fica restrito ao último dia de aula. Art. 3º. A Secretaria encaminha o processo ao Coordenador de Curso no prazo máximo de 1(um) dia útil após o recebimento do protocolo; Art. 4º. O Coordenador de Curso deve emitir o parecer de deferimento ou indeferimento da solicitação em um prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis. No 5º dia útil o Coordenador deve devolver o processo na Secretaria. Art. 5º. O Deferimento ou Indeferimento da solicitação estará à disposição do acadêmico no prazo máximo de 7(sete) dias úteis a contar da data do protocolo da solicitação na Secretaria. Art. 6º. O acadêmico deve realizar a avaliação na data e horário estabelecidos. 1º. A avaliação não será realizada concomitantemente ao horário de aula. 2º. A solicitação da avaliação não abona a(s) falta(s). Art. 7º. Os casos omissos serão avaliados pelo Diretor e pelo Coordenador do Curso. 8.1 Matrícula 8 MATRÍCULA, TRANCAMENTO E CANCELAMENTO A matrícula, ato formal de vinculação à Faculdade, é realizada na secretaria acadêmica para cada período letivo, nas datas previamente estabelecidas no calendário acadêmico. Se for comprovada, 29
em qualquer tempo, alguma irregularidade na documentação do aluno, a matrícula poderá ser cancelada por ato da Instituição. Perderá o direito à vaga o aluno que não comparecer na data, local e horário determinado para sua matrícula, ou não apresentar os documentos exigidos. Por ocasião da matrícula, a cada período letivo, é necessária a assinatura do Contrato de Prestação de Serviços Educacionais, que somente poderá ser assinado por maiores de 18 (dezoito) anos aluno ou responsável legal. O aluno que deixar de frequentar as aulas (desistência ou abandono do curso) e que não requerer o cancelamento de sua matrícula terá seu débito financeiro acumulado até o final do módulo. A faculdade dispõe de um programa de crédito educativo destinado ao financiamento dos valores referentes ao pagamento dos cursos de graduação para alunos que comprovem carência econômica. O reembolso das quantias financiadas deverá ser realizado ao SENAI-RS com prazo de carência de 6 meses a contar da data de conclusão do curso. A oferta do crédito é limitada e deverá ser solicitada sempre no início de cada período letivo na secretaria. O sistema de matricula para alunos dos currículos em extinção progressiva é modular. Neste sistema o aluno deve efetuar a matricula no módulo, cursando todas as unidades que o compõe. No caso de aluno reprovado, que tenha alguma unidade curricular aprovada ou para o aluno que obtive aproveitamento de unidade curricular, a matrícula ocorre no módulo com dispensa da unidade curricular cursada/aproveitada. Neste caso o pagamento é proporcional a carga horária matriculada. O sistema de matricula para alunos dos currículos reestruturados em 2013 é por crédito. Neste sistema o aluno do primeiro semestre deve efetuar a matricula em todas as unidades curriculares do semestre. A partir do segundo semestre, o aluno está condicionado a cursar no mínimo 12 créditos. 8.2 Trancamento de Matrícula O trancamento de matrícula consiste na suspensão temporária de estudos, permanecendo o aluno vinculado ao curso. O aluno só adquire o direito de trancamento de matrícula após concluir o 1º semestre do curso. Deve ser formalizado mediante requerimento específico na secretaria. O período de trancamento, somando ao período de realização do curso, não deve ultrapassar o tempo para integralização do curso (5 anos). O trancamento de matrícula obedece aos prazos estabelecidos no calendário acadêmico e as normas regimentais de acordo com a legislação vigente. 8.3 Cancelamento de Matrícula O cancelamento de matrícula consiste na interrupção dos estudos, com a perda total do vínculo com o curso. Deve ser formalizado mediante requerimento específico. A partir do deferimento do cancelamento, aplicam-se as cláusulas do contrato de prestação de serviços educacionais. A matrícula é cancelada nas seguintes situações: 1. solicitação por escrito do aluno; 2. não renovação da matrícula no prazo estabelecido; 3. impossibilidade de integralização do curso no prazo estabelecido; 4. o aluno receber, em processo disciplinar, parecer favorável ao cancelamento. 30
9 TRANSFERÊNCIAS, REOPÇÃO DE CURSO E DE TURNO 9.1 Transferência de Outras Instituições No limite das vagas existentes e mediante processo seletivo, a faculdade aceita transferências de alunos provenientes de cursos idênticos ou afins, ministrados por estabelecimento de ensino superior nacional ou estrangeiro, no período estabelecido no calendário acadêmico. Transferências oriundas de outras instituições de ensino são condicionadas à existência de vagas, análise curricular e, às adaptações necessárias, exceto as prevista em lei. O pedido de transferência deve ser protocolado na secretaria em formulário próprio e mediante entrega dos documentos comprobatórios. No caso transferência com aproveitamento de estudos, a análise documental é realizada pelo(a) coordenador(a) de curso. 9.2 Reopção de Curso/Turno A reopção de curso/turno é permitida ao aluno quando houver vagas e nos prazos estabelecidos no Calendário Acadêmico. 31
10 AVALIAÇÃO INSTITUICIONAL A avaliação Institucional na Faculdade é coordenada pela Comissão Própria de Avaliação CPA, que tem por objetivo implementar, sistematizar e consolidar o processo de avaliação institucional de acordo com as normas previstas no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES. A CPA é composta por dois docentes, dois técnicos-administrativo, dois alunos e dois integrantes da sociedade civil organizada. No mês de novembro de cada ano, os alunos, docentes e técnicos-administrativo são convidados a participar da avaliação institucional. O resultado da avaliação institucional da faculdade integra os indicadores da avaliação da educação superior do MEC. O relatório da avaliação institucional é divulgado à comunidade acadêmica no MOODLE e no site da Faculdade. 11 ENADE O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) é um dos procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O ENADE é realizado pelo INEP através de seleção dos alunos que serão avaliados. Participam do ENADE duas categorias de alunos: os ingressantes e os concluintes. Os cursos são avaliados a cada 3 anos e recebem nota de 1 a 5. O ENADE é componente curricular obrigatório nos cursos de graduação, sendo inscrita no histórico escolar do aluno somente a sua situação regular em relação a essa obrigação, atestada pela sua efetiva participação ou, quando for o caso, dispensa oficial pelo Ministério da Educação, na forma estabelecida em regulamento. Será aplicado periodicamente aos alunos concluintes de cada curso. 12 REDE ACADÊMICA A rede acadêmica conta com acesso a Internet, aplicativos específicos ligados às áreas dos cursos e a ferramenta de auxílio às aulas presenciais - MOODLE. O acesso à rede acadêmica dentro das dependências da faculdade é realizado mediante login e senha individuais fornecidos pelo setor de informática da faculdade. A ferramenta MOODLE permite a interação síncrona com a comunidade acadêmica através de chats e assíncrona através de fóruns e emails, garantindo a qualidade na troca de informações. 13 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM Para utilização dos ambientes de aprendizagem é necessário observar as normas internas da faculdade, disponíveis no site www.senairs.org.br/faculdade, no Moodle e nos murais dos laboratórios. Destacamos que: é vedado o consumo de qualquer tipo de alimento ou bebida, exceto água em garrafa plástica em todos os ambientes de aprendizagem; os equipamentos de informática devem ser utilizados exclusivamente para realização das atividades acadêmicas. 32
14 BIBLIOTECA A Biblioteca Luís Fernando Veríssimo possui variado acervo em diversas áreas do conhecimento e acervo técnico especializado nas áreas de: automação industrial, telecomunicações, eletrônica, redes de computadores, meio ambiente, gestão ambiental, eficiência energética, desenvolvimento sustentável. A Biblioteca oferece os seguintes serviços: catálogo on-line; consulta local; levantamento bibliográfico; catalogação na fonte; visita orientada; treinamento de usuários; normatização da produção intelectual; empréstimo domiciliar (serviço de reserva e renovação); empréstimo interbibliotecário (SENAI); sala de estudos; videoteca; acesso à internet e orientação à pesquisa. 14.1 Empréstimos Obras de referência, de consulta local e publicações institucionais identificadas por tarja vermelha, não podem ser retiradas da biblioteca. Demais itens do acervo seguem a seguinte regra de empréstimo: Prazo de empréstimo de livros e folhetos é de 7(sete) dias consecutivos, podendo ser renovado por igual período, desde que não haja reserva. Podem ser retirados 3 (três) livros/folhetos por usuário. Prazo de empréstimo dos periódicos é de 3 (três) dias consecutivos, podendo ser renovado por igual período, desde que não haja reserva. Podem ser retirados 3 (três) periódicos por usuário. O último exemplar de cada periódico disponível deve permanecer na Biblioteca para consulta local. O empréstimo e a renovação de itens do acervo serão feitos mediante senha pessoal. As renovações são realizadas pessoalmente ou via portal. Pode ser reservado item do acervo emprestado a outro usuário, este fica à disposição do solicitante por um dia. É cobrada multa por dia de atraso na devolução do material emprestado. Feriados e finais de semana não são computados no cálculo da multa. A suspensão do empréstimo ocorre enquanto o usuário estiver inadimplente. 15 ATENDIMENTO AO ALUNO O atendimento ao aluno ocorre através do atendimento da coordenação de curso, do apoio psicopedagógico, nivelamento de matemática, curso de inglês, reforço em matemática, monitoria e sala de estudos. 15.2 Núcleo de Apoio psicopedagógico (NAP) O Núcleo de Apoio Psicopedagógico atende alunos com dificuldades na definição de objetivos pessoais e profissionais, no relacionamento interpessoal e com comportamento acadêmico inadequado e desmotivação. Promove ações para a integração dos alunos e a inclusão de alunos portadores de necessidades especiais e realiza o encaminhamento para concessão de bolsa de estudos, avaliando a realidade sócio-econômica para definição de prioridades. O NAP está localizado na sala 410 e atende em horários previamente divulgados no site e nos murais. 33
15.3 Nivelamento A realidade educacional brasileira, principalmente do ensino médio, tem reflexo na formação universitária. Com o objetivo de minimizar a defasagem dos alunos que ingressam no ensino superior, reduzir a evasão e melhorar as condições de aprendizado, essenciais para o bom aproveitamento do curso, foram instituídos os programas de nivelamento, com ênfase aos alunos ingressantes. 15.3.1 Nivelamento de Português A Faculdade preocupada com o desenvolvimento acadêmico de seu discente entende a necessidade de ajudá-lo a aprimorar sua competência linguística, a fim de que ele possa exercê-la de maneira adequada em qualquer situação e que se apresente, sabendo discernir e decidir a respeito de que padrão linguístico utilizar em cada situação, além de dominar o padrão culto da língua valorizado socialmente e de grande importância no contexto acadêmico. Desta forma, a Faculdade oferece o Nivelamento de Português de forma sistemática, e são oferecidas aulas gratuitas em horário extra-classe abordando conteúdos selecionados por professores altamente qualificados. O calendário das aulas e os conteúdos trabalhados são divulgados à comunidade acadêmica no início de cada semestre. 15.1 Atendimento da Coordenação de Curso O atendimento da coordenação de curso é oferecido em horários previamente divulgados no site e nos murais, com o objetivo de esclarecer dúvidas relacionadas a vida acadêmica e encaminhamento de questões percebidas no atendimento. 15.3.2 Nivelamento de Matemática O programa Nivelamento de Matemática é sistemático, tendo sido implantado em 2008/1. São oferecidas aulas gratuitas em horário extra-classe abordando conteúdos selecionados por professores. O calendário das aulas e os conteúdos trabalhados são divulgados à comunidade acadêmica no início de cada semestre. 15.3.3 Reforço em Matemática do Ensino Superior São oferecidas, a cada semestre, aulas de reforço nos conteúdos de matemática trabalhados nos cursos de ensino superior da faculdade. Os horários das aulas são divulgados no início de cada semestre no site da faculdade, no Ambiente Virtual MOODLE e nos murais. O reforço é recomendado, prioritariamente, aos alunos do 2ª, 3ª e 4ª semestres. 15.3.4 Curso de inglês A aprendizagem da língua inglesa, considerada idioma de comunicação universal entre os povos é de grande valia para o exercício profissional na era da informação, em um mercado de trabalho competitivo e globalizado. Com o objetivo de oportunizar, gratuitamente, aos alunos o estudo da língua inglesa, potencializando sua inserção no mercado de trabalho, a faculdade oferta, desde outubro de 2008, o curso English Stairs. O curso é desenvolvido em 3 módulos, totalizando 180 horas. 34
15.4 Monitoria A monitoria tem por finalidade contribuir para despertar o interesse dos alunos na atividade docente, aproveitando o conteúdo obtido durante sua formação acadêmica. O trabalho de monitoria é exercido por alunos selecionados conforme os critérios estabelecidos no edital para seleção de monitores. O vínculo do aluno monitor com a faculdade ocorre através de termo de compromisso de estágio onde são disponibilizados horários para os monitores atenderem alunos com dúvidas em Unidades Curriculares específicas. O monitor é acompanhado pelo docente supervisor. 15.5 Sala de Estudos A faculdade oferece a seus alunos um ambiente exclusivo para estudos, contendo mesas para estudo em grupo e computadores com acesso a Internet. Este ambiente localiza-se na sala 340, bloco 1, estando disponível ao aluno nos três turnos de funcionamento da faculdade, das 8h às 22h. 16 NORMAS E PROCEDIMENTOS ACADÊMICOS E ADMINISTRATIVOS A Faculdade, concebida como espaço de produção e divulgação de conhecimento, está voltada à formação integral do indivíduo com ênfase nas especificidades do profissional. Visando a excelência, o conhecimento produzido está sempre pautado em princípios e compromisso social. A inserção oficial do aluno na vida acadêmica, desde o ato da matrícula até a expedição do diploma é orientada por normas que são estabelecidas pela Faculdade. Organizamos estas informações na forma de um glossário para facilitar a consulta e facilmente encontrar respostas para muitas questões que surgem no cotidiano. Recomendamos a permanente leitura deste Guia, de forma que ele possa se constituir em um instrumento para facilitar e melhorar a nossa vida acadêmica. Você tem acesso aos documentos que regem estas normas na Secretaria da Faculdade e pode também consultar o Coordenador de Curso que orientará o encaminhamento de possíveis dúvidas. ACHADOS E PERDIDOS ANO LETIVO CALENDÁRIO ACADÊMICO Ainda que não tenha nenhuma responsabilidade sobre objetos deixados no interior das salas, a Faculdade recomenda a busca de tais bens, no dia imediatamente seguinte a seu extravio, disponíveis na Secretaria da Faculdade, no período de 30 (trinta) dias. Após este período os pertences serão enviados para doação. O ano letivo, independentemente do ano civil, abrange no mínimo 200 (duzentos) dias, distribuídos em dois períodos letivos regulares, cada um com, no mínimo 100 (cem) dias de atividades escolares efetivas, excluído o tempo reservado a exames. O período letivo prolonga-se sempre que necessário para que se completem os dias letivos previstos, bem como para o integral cumprimento do conteúdo e carga horária estabelecidos nos programas das disciplinas nele ministradas. Entre os períodos letivos regulares são executados programas de ensino não curriculares e de pesquisa, objetivando a utilização dos recursos materiais e humanos disponíveis. O calendário acadêmico é publicado a cada início de período de letivo no site: www.senairs.org.br/faculdade e no ambiente virtual de apoio ao ensino - MOODLE. 35
COORDENADOR DE CURSO COLEGIADO DE CURSO ESTACIONA- MENTO ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO FIES COLAÇÃO DE GRAU O coordenador de curso é referência de contato com docentes e alunos do curso e o elo entre estes e a direção, assegurando que as ações pedagógicas sejam desenvolvidas em consonância com a missão, os princípios institucionais, a política da qualidade e os objetivos do curso. Esta articulação visa garantir a coerência do currículo e do projeto pedagógico com as diretrizes curriculares aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação, favorecendo a aplicação de metodologias de ensino adequadas à concepção do curso, incluindo abordagens de ensino, procedimentos e recursos didáticos apropriados e atualizados. As principais atividades estão relacionadas com a gestão didático-pedagógica, infraestrutura, gestão política e institucional do curso. A coordenação didática de cada curso está a cargo do Conselho do Curso que é composto pelo coordenador do curso, seu presidente, pelo supervisor de educação e tecnologia, supervisor administrativo, secretário e representantes do corpo docente e discente. A composição e o funcionamento do Conselho do Curso estão descritos na seção 3 do Regimento Interno da Faculdade e na resolução nº. 04 do Conselho Superior, que fixou normas complementares para seu funcionamento. A faculdade dispõe de estacionamento administrado por empresa terceirizada. O acesso é realizado mediante pagamento. A responsabilidade causada por consequências decorrentes de furto, roubo e danos aos veículos, serão de responsabilidade da empresa que administra o estacionamento. O estágio não-obrigatório está regulamentado na Lei nº. 11.788, de 25 de setembro de 2008 e que tem por objetivos propiciar experiência prática complementar, a preparação para o trabalho produtivo e favorecer a aprendizagem de competências próprias de atividades profissionais e o desenvolvimento para a vida cidadã. O estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, de livre escolha do educando podendo ser desenvolvido a partir do primeiro semestre, inclusive. O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é um programa do Ministério da Educação destinado a financiar a graduação na educação superior de estudantes matriculados em instituições não gratuitas. Podem recorrer ao financiamento os estudantes matriculados em cursos superiores que tenham avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação. Em 2010 o FIES passou a funcionar em um novo formato. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) passou a ser o Agente Operador do Programa e os juros caíram para 3,4% ao ano. Além disso, passou a ser permitido ao estudante solicitar o financiamento em qualquer período do ano. A Colação de Grau ou Formatura é o último compromisso acadêmico do aluno, é de caráter obrigatório, público e solene para o aluno concluinte de curso superior de tecnologia. Pode ser realizada em ato: I. Solene: em veste talar, e na presença do (a) diretor (a), do paraninfo, homenageado(s) e orador, em local previamente determinado. O protocolo formal da solenidade é de responsabilidade da Faculdade. II. Simples (Gabinete): não há veste talar, nem paraninfo, homenageado ou orador. A cerimônia é realizada em gabinete, em local determinado pela Faculdade. Fica restrita à formalidade de colação de grau, sob a responsabilidade do(a) diretor(a) ou de integrante da direção que dele receber delegação. A turma de formandos de cada curso deve constituir uma 36
comissão de formatura integrada por alunos, escolhidos, preferencialmente, por voto. A faculdade tem uma comissão permanente de formatura, que através do(a) seu (sua) interlocutor(a) faz a mediação da faculdade com a comissão de formatura dos alunos. É de responsabilidade do formando comparecer na secretaria acadêmica no prazo estipulado para retirar o documento de confirmação ou não da sua situação de formando. HORÁRIO ACADÊMICO Currículos em Extinção Progressiva Manhã: 8h 10h 10h15min 12h Noite 19h 20h45min 21h 23h Currículo Novo Ingresso a partir de 2013/1 Manhã: 8h30min 10h 10h15min 12h Noite 19h 20h45min 21h 22h30min OUVIDORIA REPRESENTAN- TE DE TURMA SEMANA ACADÊMICA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU A Ouvidoria é um canal de comunicação entre os alunos, professores, funcionários e a comunidade acadêmica. É o setor responsável pelo recebimento de consultas, sugestões, reclamações e elogios onde o cidadão pode manifestar democraticamente sua opinião sobre os serviços prestados pela Instituição. A Ouvidoria atua na mediação da relação entre a Faculdade e a comunidade, preservando o sigilo e a imparcialidade que a atividade requer. Cada turma deverá eleger um representante de turma. Consideram-se representantes de turmas os alunos matriculados e eleitos em processo eletivo realizado sob a coordenação do NAP. As etapas e processos da eleição serão divulgados em sala de aula. É um espaço para atualização tecnológica, integração, discussão e troca de informações entre alunos, professores e profissionais do setor de Telecomunicações e de Automação Industrial. Ocorre sempre no segundo semestre do ano e deve ser constituída uma comissão de alunos para a sua organização, com o apoio dos coordenadores de curso, docentes e NAP. A Extensão Universitária é o processo educativo, cultural, científico e social que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável, desenvolvendo ações direcionadas ao atendimento das demandas da comunidade. As ações de extensão são sob a forma de: Programas de Extensão Projetos de Extensão Cursos de Extensão Eventos Prestação de Serviços Produção e Publicação A Pós-Graduação Lato Sensu é um segmento da educação continuada na Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre, integrado ao ensino, destinado ao aprofundamento dos conhecimentos acadêmicos e técnicoprofissionais, em campos específicos do saber. Integra prioritariamente as áreas de conhecimento vinculadas ou aproximadas aos Cursos de Graduação da Faculdade. Contemplam como objetivos da Pós-graduação Lato Sensu: assegurar um 37
ensino de qualidade compromissado e compatível com as expectativas dos alunos e sociedade; integrar-se com a comunidade e, em especial, com a comunidade industrial a fim de ampliar e consolidar a sua ação educativa; incentivar a produção e inovação científico-tecnológica, e suas aplicações no mundo do trabalho; e, o fortalecimento do princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. INICIAÇÃO CIENTÍFICA O Programa Institucional de Iniciação Científica é um programa voltado para o desenvolvimento do pensamento científico e da iniciação à pesquisa de estudantes de graduação com os seguintes objetivos: - Contribuir para a formação científica dos alunos de graduação. - Contribuir para a formação de recursos humanos para a pesquisa. 17 ORGANOGRAMA DA FACULDADE 38
18 DIREITOS E DEVERES DO ALUNO São direitos do aluno: I. Receber ensino de qualidade; II. Ter assegurado o respeito à sua singularidade pessoal e cultural; III. Ter assegurado as condições adequadas de aprendizagem; IV. Receber orientação para a constante melhoria do seu rendimento escolar; V. Participar de discussões sobre os critérios de avaliação e a qualidade do ensino ministrado; VI. Ter liberdade de acesso às fontes de cultura e de criação e ou reprodução de valores culturais, VII. Artísticos e históricos próprios de seu contexto social; VIII. Ter acesso aos serviços administrativos e técnicos oferecidos pela Faculdade; IX. Recorrer das decisões que lhe disserem respeito e que se sinta prejudicado, junto aos colegiados da Faculdade. São deveres do aluno: I. Observar o regime acadêmico e disciplinar da Faculdade e comportar-se de acordo com princípios éticos condizentes; II. Respeitar as normas administrativas, pedagógicas, de segurança e de prevenção de acidentes, comportando-se de acordo com princípios éticos condizentes; III. Participar de todas as atividades escolares que concorram para o aprimoramento de sua formação profissional e desenvolvimento da cidadania; IV. Respeitar as diferenças individuais relacionadas à etnia, credos, opções políticas e culturais diferenciadas; V. Manter a Faculdade informada sobre os motivos de eventuais ausências e mudança de residência e/ou local de trabalho; VI. Zelar pelo patrimônio da Faculdade e pelo material que lhe for confiado, colaborando para sua conservação e manutenção, devendo, em caso de imprudência ou negligência, ressarcir o prejuízo causado; VII. Manter-se em dia com as obrigações financeiras assumidas; VIII. Frequentar obrigatoriamente as aulas nos termos da legislação vigente. 19 DISPOSIÇÕES GERAIS As informações completas sobre o funcionamento administrativo e acadêmico da faculdade constam do Regimento Interno que está à disposição para consulta na Secretaria de Controle e Registros Acadêmicos e na Biblioteca. 39