Projeto de Arquitetura

Documentos relacionados
Estilos Arquiteturais

Capítulo 6. Projeto de arquitetura Pearson Pren0ce Hall. Todos os direitos reservados. 1. slide 1

Agenda da Aula. Arquitetura de Software e Padrões Arquiteturais. Elementos de um Padrão. Arquitetura de Software. Arquitetura de Software

Engenharia de Software. Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura

Princípios de Engenharia de Software. Aula 6 Projeto de Software

Padrões. Arquitetura de Software Thaís Batista

Exemplos de Estilos Arquiteturais. Estilos Arquiteturais. Estilos Arquiteturais. Estilo: Pipe e Filtros

Manutenção Leitura: Sommerville; Pressman

Processos de Software by Pearson Education Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 4 Slide 1

Leitura: Cap : Sommerville; cap20: Pressman

4/14/11. Processos de Engenharia de Requisitos. Engenharia de requisitos. Elicitação e análise. A espiral de requisitos

Reúso de Software. Adaptado de. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 18 Slide by Pearson Education

Instituto Federal da Bahia Análise e Desenvolvimento de Sistemas INF022 Tópicos Avançados. Evolução de Software

Requisitos de Software

Engenharia de Software

15/04/2013. Pensar Orientado a Objetos. Projeto Orientado a Objetos. Características de Objetos. Classe de Objetos. Comunicação entre Objetos

Características de Sistemas Distribuídos

Processos de software

Desenvolvimento de Software. Testes de Software. Tópicos da Aula. Onde estamos... Verificação x Validação. Testes de Software

PROJETO DE BANCO DE DADOS

Características de Sistemas Distribuídos

Sistemas Embarcados (embutidos) Paulo C. Masiero

Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima

Reutilização de Software

ENGENHARIA DE SOFTWARE. Aula 03 Processos de Software

Visões Arquiteturais. Visões Arquiteturais

Verificação e Validação. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 22 Slide 1

Aula 2 POO 1 Introdução. Profa. Elaine Faria UFU

Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto

Sistemas Operacionais Estrutura do Sistema Operacional. Arquiteturas do Kernel

RUP RATIONAL UNIFIED PROCESS

ENGENHARIA DE SOFTWARE. Aula 17 Reuso de software

O que é um sistema distribuído?

Capítulo 5 Modelação do Sistema 1

Banco de Dados e Aplicações em Negócios: Introdução.

Engenharia de Software

Introdução à Análise e Projeto de Sistemas

ara entender os Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados é importante conhecer

Quando Distribuir é bom

Aula 3 - Modelos de Processo - cascata, iterativo e incremental e ágil

Especificação de Sistemas de Software e a UML

Arquitetura de Computadores. Processamento Paralelo

Modelagem de Dados MODELAGEM DE DADOS. Sistemas de Banco de Dados. Profa. Rosemary Melo

AULA 06: PROGRAMAÇÃO EM MÁQUINAS PARALELAS

Sistemas de arquivos distribuídos. ECO036 - Sistemas Paralelos e Distribuídos

Bancos de Dados Distribuídos. Bancos de Dados Distribuídos. Conteúdo. Motivação. Motivação. Introdução aos BDs Distribuídos.

Reuso de Software Aula Maio 2012

UML (Unified Modelling Language)

Bancos de Dados Distribuídos

Aula 2: Tipos de Sistemas Operacionais. Instituto Federal da Bahia Campus Salvador INF009 - Sistemas Operacionais Profª Flávia Maristela

Engenharia de Software e Gerência de Projetos Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Projeto de Arquitetura

Processos de Software

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPI JOÃO CÂMARA RATIONAL UNIFIED PROCESS - RUP

Análise de sistemas. Engenharia de Requisitos

Introdução. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos

Matéria Introdutória. Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri

Parte SISTEMAS DE GERÊNCIA DE BANCO DE DADOS 2.1 CARACTERÍSTICAS DE UM BANCO DE DADOS

MODELAGEM DE SISTEMAS. Introdução a Computação e Engenharia de Software. Profa. Cynthia Pinheiro

CONCEITOS BÁSICOS E MODELO DE PROJETO

Arquiteturas. Capítulo 2

ENGENHARIA DE SOFTWARE

Componente de aplicação. Figura 1 - Elementos funcionais de uma aplicação sendo executados de forma distribuída

Introdução a UML (Unified Modeling Language)

Banco de Dados. SGBD - Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados Parte 1. Prof. Leonardo Vasconcelos

Engenharia de Requisitos

Paradigmas de Software

Engenharia de Software.

Engenharia de Requisitos

Verificação e Validação

Sistema Operacional. Prof. Leonardo Barreto Campos. 1/30

Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos

Transcrição:

Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1

Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto de arquitetura que têm de ser feitas Apresentar três estilos complementares de arquitetura que abrangem a organização, decomposição e controle Discutir como as arquiteturas de referência são usadas para comunicar e comparar arquiteturas Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 2

Tópicos abordados Decisões de projeto de arquitetura Organização de sistema Estilos de decomposição modular Modelos de controle Arquiteturas de referência Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 3

Arquitetura de software O processo de projeto para identificar os subsistemas que constituem um sistema e o framework para controle e comunicação de subsistema é denominado projeto de arquitetura. A saída desse processo de projeto é uma descrição da arquitetura de software. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 4

Projeto de arquitetura É o primeiro estágio do processo de projeto de sistema. Representa a ligação entre os processos de especificação e de projeto. É freqüentemente conduzido em paralelo com algumas atividades de especificação. Envolve a identificação dos componentes principais do sistema e suas comunicações. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 5

Vantagens da arquitetura explícita Comunicação de stakeholder A arquitetura pode ser usada como um foco de discussão pelos stakeholders do sistema. Análise de sistema Se há possibilidade de o sistema atender a seus requisitos não funcionais. Reuso em larga escala A arquitetura pode ser reusável em uma variedade de sistemas. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 6

Características de arquitetura e de sistema Desempenho Localizar operações críticas e minimizar comunicações. Usar componentes de alta ao invés de baixa granularidade. Proteção Usar uma arquitetura em camadas com itens críticos nas camadas mais internas. Segurança Localizar características críticas de segurança em um pequeno número de subsistemas. Disponibilidade Incluir componentes redundantes e mecanismos para tolerância à falhas. Facilidade de manutenção Usar componentes substituíveis e de baixa granulariade. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 7

Conflitos de arquitetura O uso de componentes de alta granularidade aprimora o desempenho mas diminui a facilidade de manutenção. A introdução de dados redundantes aprimora a disponibilidade, mas torna a proteção mais difícil. Ao localizar características relacionadas à segurança, geralmente significa maior comunicação e, por essa razão, o desempenho é degradado. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 8

Estruturação de sistema Está relacionado à decomposição do sistema em subsistemas que interagem. O projeto de arquitetura é normalmente expresso como um diagrama de blocos que apresentam uma visão geral da estrutura do sistema. Modelos mais específicos que mostram como os subsistemas compartilham dados, como são distribuídos e como interfaceiam uns com os outros, também podem ser desenvolvidos. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 9

Sistema de controle robotizado de empacotamento Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 10

Diagramas caixa e linha Muito abstrato não mostram a natureza dos relacionamento de componentes, nem as propriedades externamente visíveis dos subsistemas. Contudo, são úteis para comunicação com os stakeholders e para planejamento de projeto. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 11

Decisões de projeto de arquitetura Projeto de arquitetura é um processo criativo cujas atividades diferem radicalmente dependendo do tipo de sistema que está sendo desenvolvido. Contudo, uma série de decisões comuns afetam todos os processos de projeto. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 12

Decisões de projeto de arquitetura Existe uma arquitetura genérica de aplicação que possa ser usada? Como o sistema será distribuído? Quais estilos de arquitetura são apropriados? Qual será a abordagem fundamental usada para estruturar o sistema? Como o sistema será decomposto em módulos? Qual estratégia deve ser usada? Como o projeto de arquitetura será avaliado? Como a arquitetura do sistema deve ser documentada? Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 13

Reuso de arquitetura Sistemas do mesmo domínio freqüentemente têm arquiteturas similares que refletem os conceitos de domínio. As linhas do produto de aplicação são construídas em torno de um núcleo de arquitetura com variantes que satisfazem requisitos específicos de clientes. As arquiteturas de aplicação são abordadas no Capítulo 13, e linhas de produto no Capítulo 18. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 14

Estilos de arquitetura O modelo de arquitetura de um sistema pode estar de acordo com um modelo ou com um estilo genérico de arquitetura. A consciência desses estilos pode simplificar o problema de definição de arquiteturas de sistema. Contudo, a maioria dos sistemas de grande porte são heterogêneos e não seguem um único estilo de arquitetura. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 15

Modelos de arquitetura São usados para documentar um projeto de arquitetura. odelos estáticos de estrutura que mostram os principais componentes do sistema. Um modelo dinâmico de processo que mostra a estrutura de processo do sistema. Um modelo de interface que define as interfaces de subsistemas. Modelos de relacionamentos, tal como um modelo de fluxo de dados, que mostra os relacionamentos dos subsistemas. Um modelo de distribuição que mostra como subsistemas são distribuídos pelos computadores. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 16

Organização de sistema Reflete a estratégia básica que é usada para estruturar um sistema. Três estilos de organizações são amplamente usados: O estilo de repositório de dados compartilhados; Estilo de serviços e servidores compartilhados; Estilo de máquina abstrata ou em camadas. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 17

Modelo de repositório Os subsistemas devem trocar dados. Isso pode ser feito de duas maneiras: Os dados compartilhados são mantidos em um banco de dados central ou repositório e podem ser acessados por todos os subsistemas; Cada subsistema mantém seu próprio banco de dados e passa dados explicitamente para outros subsistemas. Quando grandes quantidades de dados são compartilhadas, o modelo de repositório de compartilhamento é o mais usado. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 18

Arquitetura de conjunto de ferramentas CASE Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 19

Características de modelo de repositório Vantagens É uma maneira eficiente de compartilhar grandes quantidades de dados; Os subsistemas não necessitam saber como os dados são produzidos pelo gerenciamento centralizado, por exemplo, backup, proteção, etc. Um modelo de compartilhamento é publicado como o esquema de repositório. Desvantagens Os subsistemas devem estar de acordo com um modelo de dados do repositório. É, inevitavelmente, um compromisso; A evolução de dados é difícil e dispendiosa; Não há escopo para políticas específicas de gerenciamento; Dificuldade para distribuirde forma eficiente. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 20

Modelo cliente-servidor É um modelo distribuído de sistema que mostra como dado e processamento são distribuídos por uma variedade de componentes. Estabelece servidores independentes que fornecem serviços específicos, tais como impressão, gerenciamento de dados, etc. Estabelece clientes que acessam esses serviços. É uma rede que permite aos clientes acessar os servidores. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 21

Biblioteca de filmes e fotografias Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 22

Características de cliente-servidor Vantagens A distribuição de dados é direta; Faz uso efetivo dos sistemas em rede. Pode solicitar hardware mais barato; É fácil adicionar novos servidores ou atualizar servidores existentes. Desvantagens Nenhum modelo de dados compartilhado e, dessa forma, os subsistemas usam diferentes organizações de dados; por isso, a troca de dados pode ser ineficiente. Gerenciamento redundante em cada servidor; Nenhum registro central de nomes e serviços pode ser difícil descobrir quais servidores e serviços estão disponíveis. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 23

Modelo de máquina abstrata (em camadas) Usado para modelar o interfaceamento dos subsistemas. Organiza o sistema em um conjunto de camadas (ou máquinas abstratas), cada uma dss quais fornecenso um conjunto de serviços. Apóia o desenvolvimento incremental dos subsistemas em camadas diferentes. Quando uma camada de interface muda, somente a camada adjacente é afetada. Contudo, é freqüentemente artificial estruturar sistemas dessa maneira. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 24

Sistema de gerenciamento de versões Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 25

Estilos de decomposição modular Estilos de decomposição de subsistemas em módulos. Não há distinção rígida entre organização de sistema e decomposição modular. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 26

Subsistemas e módulos Um subsistema é um sistema em si cuja operação não depende dos serviços fornecidos por outros subsistemas. Um módulo é um componente de sistema que fornece serviços para outros módulos; não é normalmente considerado um sistema separado. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 27

Decomposição modular É um outro nível de estrutura onde os subsistemas são decompostos em módulos. Dois modelos de decomposição modular podem ser usados Um modelo de objeto onde o sistema é decomposto em objetos que se comunicam; Um modelo de pipeline ou fluxo de dados onde o sistema é decomposto em módulos funcionais que transformam entradas em saídas. Se possível, decisões sobre concorrência devem ser postergadas até que os módulos estejam implementados. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 28

Modelos de objetos Estruturar o sistema em um conjunto de objetos fracamente acoplados com interfaces bem definidas. A decomposição orientada a objetos está relacionada à identificação de classes de objetos, aos seus atributos e às suas operações. Quando implementados, os objetos são criados a partir dessas classes e um tipo de controle é usado para coordenar as operações de objetos. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 29

Sistema de processamento de faturas Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 30

Vantagens do modelo de objetos Objetos não são firmemente acoplados e, desse modo, sua implementação pode ser modificada sem afetar outros objetos. Os objetos podem refletir entidades do mundo real. Linguagens de implementação orientada a objeto são amplamente usadas. Contudo, mudanças de interface de objeto podem causar problemas e entidades complexas podem ser difíceis de representar como objetos. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 31

Pipelining orientado a funções Transformações funcionais processam suas entradas para produzir saídas. Pode ser chamado de estilo de duto (pipe) e filtro (como no shell UNIX) Variações dessa abordagem são muito comuns. Quando as transformações são seqüenciais, isso é um modelo seqüencil em lotes, que é extensivamente usado em sistemas de processamento de dados. Não é realmente adequado para sistemas interativos. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 32

Sistema de processamento de faturas Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 33

Vantagens do modelo de pipeline Apóia reuso de transformações. Organização intuitiva para comunicação com stakeholders. É fácil adicionar novas transformações. É relativamente simples implementar como sistema concorrente ou seqüencial. Contudo, requer um formato comum para a transferência de dados ao longo do pipeline e o apoio a interações baseadas em eventos é difícil. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 34

Modelos de controle Diferente do modelo de decomposição de sistema, os modelos de controle estão relacionados ao fluxo de controle entre subsistemas Controle centralizado Um subsistema tem responsabilidade global pelo controle, e inicia e pára outros sistemas. Controle baseado em eventos Cada subsistema pode responder a eventos gerados externamente a partir de outros subsistemas ou do ambiente do sistema. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 35

Controle centralizado Um subsistema de controle é responsável pelo gerenciamento da execução de outros subsistemas. Modelo chamada-retorno É o modelo de subrotina top-down onde o controle inicia no topo de uma hierarquia de subrotina, e se move para baixo da hierarquia. É aplicável a sistemas seqüenciais. Modelo de gerenciador É aplicável a sistemas concorrentes. Um componente de sistema controla a parada, o início e a coordenação de outros processos de sistema. Pode ser implementado em sistemas seqüenciais como uma declaração Case. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 36

Modelo chamada-retorno Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 37

Controle de sistema tempo real Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 38

Sistemas orientados a eventos Dirigidos por eventos gerados externamente onde o timing dos eventos está fora do controle dos subsistemas que processam o evento. Dois modelos dirigidos a eventos principais Modelos de broadcast. Um evento é transmitido a todos os subsistemas. Qualquer subsistema programado para manipular esse evento pode responder a ele. Modelos orientados a interrupções. Usado em sistemas de tempo real onde as interrupções são detectadas por um tratador de interrupções e passadas por algum outro componente para processamento. Outros modelos dirigidos a eventos incluem sistemas de planilhas e de produção. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 39

Modelo de broadcast É efetivo na integração de subsistemas em computadores diferentes em uma rede. Subsistemas registram um interesse em eventos específicos. Quando estes ocorrem, o controle é transferido para o subsistema que pode tratar o evento. A política de controle não é embutida no tratador de eventos e mensagens. Os subsistemas decidem sobre os eventos de seu interesse. Contudo, os subsistemas não sabem se um evento será tratado e nem quando será. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 40

Broadcasting seletivo Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 41

Sistemas dirigidos a interrupções É usado em sistemas de tempo real onde a resposta rápida para um evento é essencial. Existem tipos de interrupções conhecidos com um tratador definido para cada tipo. Cada tipo é associado à uma localização da memória, e uma chave de hardware causa a transferência de controle para seu tratador. Permite respostas rápidas, mas é complexo para programar e difícil de validar. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 42

Controle dirigido a interrupções Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 43

Arquiteturas de referência Os modelos de arquitetura podem ser específicos para algum domínio de aplicação. Existe dois tipos de modelos de domínio específico Modelos genéricos que são abstrações de uma série de sistemas reais que englobam as caracterísiticas principais desses sistemas. Abordados no Capítulo 13. Modelos de referência são mais abstratos, é um modelo idealizado. Fornece um meio de informação sobre essa classe de sistema e sobre comparação de arquiteturas diferentes. Os modelos genéricos são geralmente modelos bottom-up. Os modelos de referência são modelos top-down. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 44

Arquiteturas de referência Os modelos de referência são derivados de um estudo de domínio de aplicação ao invés de sistemas existentes. Pode ser usado como base para a implementação de sistemas, ou comparar sistemas diferentes. Atua como um padrão contra o qual os sistemas podem ser avaliados. O modelo OSI é um modelo de camadas para sistemas de comunicação. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 45

Modelo de referência OSI Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 46

Modelo CASE de referência Serviços de repositório de dados Armazenamento e gerenciamento de itens de dados. Serviços de integração de dados Gerenciamento de grupos de entidades. Serviços de gerenciamento de tarefas Definição e aprovação de modelos de processo. Serviços de mensagens Comunicação ferramenta-ferramenta e ferramentaambiente. Serviços de interface de usuário Desenvolvimento de interface de usuário. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 47

O modelo de referência ECMA Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 48

Pontos-chave A arquitetura de software é o framework fundamental para a estruturação de sistema. Decisões de projeto de arquitetura incluem decisões sobre o tipo de aplicação, a distribuição e os estilos de arquitetura a serem usados. Modelos diferentes de arquitetura, tais como um modelo de estrutura, um modelo de controle e um modelo de decomposição podem ser desenvolvidos. Modelos organizacionais de um sistema incluem modelos de repositório, modelos cliente-servidor e modelos de máquina abstrata. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 49

Pontos-chave Modelos de decomposição modular incluem modelos de objetos e modelos de pipelining. Modelos de controle incluem modelos de controle centralizado e dirigidos a eventos. Arquiteturas de referência podem ser usadas para comunicar arquiteturas de domínio específico, avaliar e comparar projetos de arquitetura. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 50

Modelos de arquitetura Modelos diferentes de arquitetura podem ser produzidos durante o processo de projeto. Cada modelo apresenta perspectivas diferentes sobre a arquitetura. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 51

Atributos de arquitetura Desempenho Localizar operações críticas e minimizar comunicações. Proteção Usar uma arquitetura em camadas com itens críticos nas camadas mais internas. Segurança Isolar componentes críticos de segurança Disponibilidade Incluir componentes redundantes na arquitetura. Facilidade de manutenção Usar componentes substituíveis e de baixa granulariade. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 52