Requisitos de Software
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- Luís Salgado Estrela
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1 Engenharia de requisitos Requisitos de Software Estabelece os serviços que o cliente requer de um sistema e as restrições sob as quais tal sistema operará e será desenvolvido. Tais serviços e restrições são chamados de requisitos Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 1 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 2 O que é um requisito? Pode ser uma descrição abstrata de alto nível de um serviço, uma restrição de sistema ou até uma especificação matemática, entre outras coisas O problema cujo desenvolvimento do sistema deve resolver O sistema tem que ser construído de modo a satisfazer todos os seus requisitos ( Davis ) Abstração de requisitos Se uma empresa deseja estabelecer um contrato para um projeto de desenvolvimento de software de grande porte, deve definir suas necessidades de forma suficientemente abstrata, para que uma solução não esteja pré-definida. Os requisitos devem ser escritos de tal forma que vários fornecedores possam apresentar propostas para o contrato, oferecendo, talvez, diferentes formas de atender às necessidades organizacionais do cliente. Uma vez que o contrato for aprovado, o fornecedor deve escrever uma definição de sistema para o cliente, em mais detalhes, tal que o cliente compreenda e possa validar o que o software irá fazer. Ambos os documentos podem ser chamados de documento de requisitos do sistema. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 3 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 4 Tipos de requisitos Definições e especificações Requisitos de usuário Declarações de alto nível escritas em linguagem natural Escritos para os clientes. Requisitos de sistema Um documento estruturado estabelecendo descrições detalhadas das funções, serviços e restrições operacionais do sistema. Define o que deve ser implementado e pode até ser parte de um contrato entre o cliente e o desenvolvedor. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 5 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 6 1
2 Requisitos funcionais e não-funcionais Requisitos funcionais Serviços que o sistema deve fornecer Como o sistema deve reagir a entradas específicas Como o sistema deve se comportar em determinadas situações. Requisitos não-funcionais ou de qualidade Restrições sobre serviços ou funções oferecidos pelo sistema tais como restrições de timing, restrições sobre o processo de desenvolvimento, padrões, etc. O sistema LIBSYS Um sistema de biblioteca que fornece uma interface única para uma série de banco de dados de artigos em bibliotecas diferentes. Os usuários podem pesquisar, baixar e imprimir estes artigos para estudo pessoal. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 7 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 8 Exemplos de requisitos funcionais O usuário deve ser capaz de pesquisar em todo o conjunto inicial de banco de dados ou selecionar um subconjunto a partir dele. Para todo pedido deve ser alocado um identificador único (ORDER_ID) que o usuário possa copiar para a área de armazenamento permanente da sua conta. O sistema deve fornecer telas apropriadas para o usuário ler os documentos no repositório de documentos. Imprecisão de requisitos Problemas surgem quando os requisitos não são precisamente definidos. Requisitos ambíguos podem ser interpretados de maneiras diferentes pelos desenvolvedores e usuários. Considere o termo telas apropriadas Intenção do usuário tela de propósito especial para cada tipo diferente de documento; Interpretação do desenvolvedor fornece uma tela de texto que mostra o conteúdo do documento. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 9 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 10 Requisitos completos e consistentes Requisitos não-funcionais Em princípio, requisitos devem ser completos e consistentes. Completude Eles devem incluir descrições de todos os recursos requeridos. Consistência Não deve haver conflitos ou contradições nas descrições dos recursos de sistema. Na prática, é impossível produzir um documento de requisitos completo e consistente. Definem propriedades e restrições de sistema Exemplos incluem confiabilidade, tempo de resposta e requisitos de armazenamento. Restrições são capacidade de dispositivos de E/S, representações de sistema, etc. Requisitos de processo podem também ser especificados, impondo uma linguagem de programação, IDE ou método de desenvolvimento particular Requisitos não-funcionais podem ser mais críticos do que os requisitos funcionais. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 11 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 12 2
3 Tipos de requisitos não-funcionais Exemplos de requisitos não- funcionais Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 13 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 14 Metas e requisitos Exemplo Requisitos não-funcionais podem ser difíceis de definir precisamente Requisitos imprecisos podem ser difíceis de verificar. Meta Uma intenção geral do usuário, tal como facilidade de uso. Requisito não-funcional verificável Uma declaração usando alguma medida que pode ser objetivamente testada. Metas são úteis para desenvolvedores quando exprimem as intenções dos usuários do sistema. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 15 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 16 Medidas de requisitos Interação de requisitos Conflitos entre os diferentes requisitos não-funcionais são comuns em sistemas complexos. Sistema de aeronave Para minimizar o peso, o número de chips separados no sistema deve ser minimizado. Para minimizar o consumo de energia, chips de baixa potência devem ser usados. E o desempenho pode ser impactado! Contudo, o uso de chips de baixa potência pode significar que mais chips devem ser usados. Qual é o requisito mais crítico? Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 17 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 18 3
4 Requisitos de usuário Requisito de grade de editor Requisitos funcionais e não-funcionais descritos de modo a ser compreensíveis por usuários que não têm conhecimento técnico detalhado. São definidos usando uma linguagem simples, tabelas e diagramas quando estes podem ser compreendidos por todos os usuários. Histórias de usuários são similares a requisitos de usuários Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 19 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 20 Diretrizes para escrever requisitos Usar um formato padrão para todos os requisitos. Usar a linguagem de uma forma consistente. deve para requisitos obrigatórios, e deveria para requisitos desejáveis. Realçar o texto para identificar as partes principais do requisito. Evitar o uso de jargões de computação. Requisitos de sistema Especificações mais detalhadas das funções do sistema, dos serviços e das restrições Visam forneer ser uma base para o desenvolvimento do sistema Em XP: histórias de usuário + tarefas de desenv Nosso caso: casos de uso (estilo casual) + especificação detalhada Eles podem ser incorporados no contrato de sistema. Requisitos de sistema podem ser definidos ou ilustrados usando notações gráficas Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 21 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 22 Requisitos e Projeto Requisitos devem definir o que o sistema deve fazer e o projeto deve descrever como ele faz isto. Requisitos => problema Projeto => solução Na prática, requisitos e projeto são inseparáveis Uma arquitetura de sistema pode ser projetada para estruturar os requisitos; O sistema pode ter que interoperar com outros sistemas que geram novos requisitos; O uso de uma solução de projeto específica pode ser um requisito de domínio. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 23 Problemas com linguagem natural Falta de clareza É difícil atingir uma precisão sem tornar o documento difícil de ler e ambíguo Confusão de requisitos Requisitos funcionais e não-funcionais tendem a estar misturados. Fusão de requisitos Vários requisitos diferentes podem ser expressos juntos Dificuldade de estruturar a especificação Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 24 4
5 Alternativas à especificação em linguagem natural Especificações em linguagem estruturada A liberdade do elaborador de requisitos é limitada por um template pré-definido para requisitos. Todos os requisitos são escritos de maneira padronizada. A terminologia usada na descrição pode ser limitada. A vantagem é que a maior parte da expressividade da linguagem natural é mantida Mas o grau de uniformidade é imposto na especificação. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 25 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 26 Apresentação estruturada Especificação baseada em formulário Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 27 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 28 Especificação tabular Especificação tabular Usada para suplementar a linguagem natural. Particularmente útil quando você tem de definir uma série de possíveis cursos alternativos de ação. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 29 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 30 5
6 O documento de requisitos Usuários de um documento de requisitos O documento de requisitos é a declaração oficial do que é requisitado pelos desenvolvedores do sistema. Em XP é um pouco diferente Deve incluir ambos, uma definição dos requisitos de usuário e uma especificação dos requisitos de sistema. NÃO É um documento de projeto. Logo que possível, será preciso definir como o sistema deve fazer, ao invés de o que deve ser feito. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 31 Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 32 6
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