Processo de Engenharia de Requisitos
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- Betty Garrau Dreer
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1 Processo de Engenharia de Requisitos Centro de Informática - Universidade Federal de Pernambuco Kiev Gama [email protected] Slides originais elaborados por Ian Sommerville e adaptado pelos professores Márcio Cornélio, Vinicius Garcia e Kiev Gama O autor permite o uso e a modificação dos slides para fins didáticos
2 Processos de Engenharia de Requisitos Os requisitos e as formas de obtê-los e documentá-los variam drasticamente de um projeto para o outro Contudo, existe uma série de atividades genéricas comuns a todos os processos Elicitação de requisitos; Análise de requisitos; Validação de requisitos; Gerenciamento de requisitos. 2
3 Engenharia de requisitos Ian Sommerville, Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 7 3
4 Elicitação e análise Envolve pessoal técnico trabalhando com os clientes para descobrir sobre o domínio da aplicação, os serviços que o sistema deve fornecer e sobre as restrições operacionais. Pode envolver Usuários finais Gerentes Engenheiros envolvidos na manutenção Especialistas de domínio Representantes de sindicato, etc. Estes são chamandos stakeholders (partes interessadas) 4
5 Problemas de análise de requisitos Stakeholders não sabem o que eles realmente querem. Stakeholders expressam requisitos em seus próprios termos. Diferentes stakeholders podem ter requisitos conflitantes. Fatores organizacionais e políticos podem influenciar os requisitos de sistema. Mudanças de requisitos durante o processo de análise 5
6 A espiral de requisitos Ian Sommerville, Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 7 6
7 Atividades de processo Identificação (ou Elicitação) de requisitos Interação com os stakeholders para coletar seus requisitos. Os requisitos de domínio são também descobertos neste estágio. Análise e Negociação de requisitos Agrupa requisitos relacionados e organiza-os em conjuntos coerentes. Priorização de requisitos e resolução de conflitos de requisitos. Documentação de requisitos Os requisitos são documentados e colocados na próxima volta da espiral. 7
8 Identificação de requisitos Processo de reunir informações sobre os sistemas propostos e existentes Obter requisitos de usuário e de sistema a partir dessas informações. As fontes de informação incluem documentação, stakeholders e as especificações de sistemas similares. Protótipos também podem ser usados tanto para descobrir quanto para validar requisitos Diferentes formas de fazer levantamento e análise de requisitos. Ex: Orientado a pontos de vista Cenários Etnografia 8
9 Stakeholders de caixa eletrônico Clientes do banco Representantes de outros bancos Gerentes de bancos Caixas do banco Administradores de banco de dados Gerentes de proteção (segurança das informações) Departamento de marketing Engenheiros de manutenção de hardware e de software Reguladores de banco 9
10 Pontos de vista Maneira de estruturar os requisitos para representar as perspectivas de stakeholders diferentes. Stakeholders podem ser classificados em diferentes pontos de vista. Essa análise de múltiplas perspectivas é importante, pois não há uma maneira única de analisar os requisitos 10
11 Tipos de pontos de vista Pontos de vista de interação são pessoas ou sistemas que interagem diretamente com o sistema. Clientes e o banco de dados de contas são pontos de vista de interação. Pontos de vista indiretos são os stakeholders que não usam o sistema diretamente, mas afetam os requisitos. Gerência, caixas do banco e pessoal de proteção são pontos de vista indiretos. Pontos de vista de domínio são as características e restrições de domínio que influenciam os requisitos. Padrões para comunicações entre bancos representam pontos de vista de domínio 11
12 Identificação de pontos de vista Identificar pontos de vista usando: Fornecedores e receptores de serviços do sistema; Sistemas que devem interfacear diretamente com o sistema que está sendo especificado; Regulamentos e padrões; Fontes de requisitos de negócio e de requisitos não funcionais; Engenheiros que têm de desenvolver e manter o sistema; Marketing e outros pontos de vista de negócio. 12
13 Hierarquia de pontos de vista do LIBSYS Ian Sommerville, Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 7 13
14 Entrevistas Em entrevista formal ou informal, a equipe de ER formula questões para os stakeholders sobre os sistemas que eles usam e o sistema a ser desenvolvido. Existem dois tipos de entrevistas Entrevistas fechadas, onde um conjunto de questões predefinidas são respondidas. Entrevistas abertas, onde não há um roteiro predefinido e onde uma variedade de assuntos são explorados com os stakeholders. 14
15 Entrevistas na prática Normalmente, uma mistura de entrevistas fechadas e abertas Entrevistas são boas para obtenção de um entendimento geral do que os stakeholders fazem e como eles podem interagir com o sistema. Entrevistas não são ideais para a compreensão de requisitos de domínio Os engenheiros de requisitos podem não entender a terminologia específica de domínio; Alguns conhecimentos de domínio são tão específicos que as pessoas acham difícil explicar ou pensam que não vale a pena mencioná-los 15
16 Cenários Cenários são simulações de como um sistema poderá ser usado Eles devem incluir Uma descrição da situação inicial; Uma descrição do fluxo normal de eventos; Uma descrição do que pode dar errado; Informação sobre outras atividades concorrentes; Uma descrição do estado quando o cenário termina. Para sistemas interativos, cenários funcionam bem em combinação com protótipos da GUI 16
17 Ian Sommerville, Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 7 17
18 Casos de uso Os casos de uso constituem uma técnica baseada em cenários que identificam os agentes em uma interação e descrevem a interação em si. Apoiados pela UML Diagramas de casos de uso são usados para definir o escopo Especificações de casos de uso são cenários como o descrito anteriormente Um conjunto de casos de uso deve descrever todas as possíveis interações com o sistema. 18
19 Alguns casos de uso do LIBSYS Ian Sommerville, Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 7 19
20 User stories Utilizado em metodologias ágeis (XP, Scrum) como definição de requisitos em alto nível Na prática, detalha um item de backlog São lembretes de conversas com stakeholders Formato simples, pequeno e objetivo Como um <tipo/papel de usuário>, eu quero <objetivo> para <razão/benefício>. 20
21 Épicos Épicos: User stories grandes Ex: Como usuário quero fazer o backup do meu disco Devem ser quebradas em várias estórias Como usuário avançado, quero especificar arquivos e pastas para backup, de acordo com tamanho, data de criação e data de modificação Como usuário, quero identificar pastas que não serão salvas para evitar que meu disco de backup fique cheio com coisas que não precisam ser salvas 21
22 Formato de User Stories Cartão ou post-it grande Frente Texto da estória ID Prioridade Esforço (em pontos) Verso Testes de aceitação 22
23 User stories e planejamento do projeto Cronograma O cronograma é uma lista de itens de trabalho Itens de trabalho incluem estórias de usuário Stakeholders podem incluir novas estórias ou (re)priorizá-las com a equipe Estimativa Desenvolvedores estimam esforço para cada estória Atribuição de pontuação para cada estória Abordagem poker Valores de uma escala não linear (Fibonnaci) 23
24 User stories no ciclo de vida do projeto Iniciação: Criação de estórias para identificar escopo do sistema Construção: Novas estórias serão identificadas, outras particionadas, (re)priorizadas ou mesmo removidas Transição: Possivelmente novas estórias podem ser identificadas nesta fase 24
25 Detalhamento de user stories Estórias são incompletas, pois há poucas informações descritas em uma estória de usuário Em diferentes momentos é necessário desdobrála: Conversas com stakeholders Documentos auxiliares (esboços de protótipos, de telas, etc) Planejamento da iteração Quebrar em diferentes tarefas necessárias para implementar a estória Durante a implementação da estória Se necessário, criar esboços menos informais (diagrama de fluxo de dados, diagrama de sequência UML, etc) 25
26 Fatores sociais e organizacionais Sistemas de software são usados em um contexto social e organizacional. Isso pode influenciar, ou mesmo dominar os requisitos de sistema. Fatores sociais e organizacionais não são um ponto de vista único, mas são influências sobre todos os pontos de vista. É muito difícil saber se uma análise de fatores sociais e organizacionais está correta! 26
27 Etnografia Um analista despende um tempo considerável observando e analisando como as pessoas realmente trabalham. As pessoas não têm de explicar seu trabalho. Fatores sociais e organizacionais de importância podem ser observados. Estudos de etnografia têm mostrado que o trabalho é, geralmente, mais rico e mais complexo do que o sugerido pelos modelos simples de sistema. 27
28 Escopo da etnografia São requisitos originados a partir do modo como as pessoas realmente trabalham Independem de como definições de processo sugerem que elas devam trabalhar. São requisitos originados a partir da cooperação e da conscientização das atividades de outras pessoas. 28
29 Mais Etnografia Etnografia funciona bem quando combinada com prototipação O estudo etnográfico fornece feedback rápido sobre a aceitação e possíveis melhorias para um protótipo O desenvolvimento de protótipo resulta em questões não respondidas que tornam a análise etnográfica mais focada O problema com a etnografia é que ela estuda práticas existentes que podem ter alguma base histórica que não é mais relevante. Não tão eficiente para descobrir requisitos novos 29
30 Validação de requisitos Dedica-se a mostrar que os requisitos definem o sistema que o cliente realmente deseja. Custos de erros de requisitos são altos e, desse modo, a validação é muito importante O custo da reparação de um erro de requisitos depois da entrega é muito maior que o custo de reparação de um erro de implementação 30
31 Verificação de requisitos Verificação de validade. O sistema fornece as funções que melhor apóiam as necessidades do cliente? Verificação de consistência. Existe algum tipo de conflito de requisitos? Para um mesmo requisito não pode haver contradição Verificação de completude. Todas as funções requisitadas pelo cliente foram incluídas? Verificação de exequibilidade. Os requisitos podem ser implementados com o orçamento e a tecnologia disponíveis? Facilidade de verificação. Os requisitos podem ser verificados? Usar conjunto de testes para demonstrar que a funcionalidade entregue atende o requisito 31
32 Técnicas de validação de requisitos Revisões de requisitos Análise manual sistemática dos requisitos. Potencialmente acompanhada por stakeholders Prototipação Uso de um modelo executável do sistema para verificar requisitos Geração de casos de teste. Desenvolvimento de testes para requisitos a fim de verificar a testabilidade Testes de aceitação 32
33 Revisões de requisitos Revisões regulares devem ser feitas enquanto a definição de requisitos está sendo formulada. Ambos, cliente e fornecedor, devem ser envolvidos nas revisões. Revisões podem ser formais (com documentos completos) ou informais. Uma boa comunicação entre desenvolvedores, clientes e usuários pode resolver problemas nos estágios iniciais. 33
34 Revisão de requisitos Facilidade de verificação. O requisito é realisticamente testável? Facilidade de compreensão. O requisito é adequademente compreendido? Rastreabilidade. A origem do requisito é claramente estabelecida? Adaptabilidade. O requisito pode ser mudado sem um grande impacto em outros requisitos? 34
35 Gerenciamento de requisitos Gerenciamento de requisitos é um processo para compreender e controlar as mudanças de requisitos Requisitos são, inevitavelmente, incompletos e inconsistentes Novos requisitos surgem durante o processo inteiro Os diferentes pontos de vista têm requisitos diferentes e estes são freqüentemente contraditórios. 35
36 Mudanças de requisitos Diferentes stakeholders atribuem diferentes prioridades para os mesmos requisitos Os clientes do sistema podem especificar os requisitos a partir de uma perspectiva de negócio que conflita com os requisitos do usuário final. Os ambientes técnico e de negócio do sistema mudam durante seu desenvolvimento E frequentemente têm requisitos diferentes 36
37 Requisitos permanentes e voláteis Requisitos permanentes. São requisitos estáveis, derivados da atividade central da organização do cliente. Por exemplo, um hospital terá sempre médicos, enfermeiros, etc. Podem ser derivados dos modelos de domínio. Requisitos voláteis. São requisitos que mudam durante o desenvolvimento, ou quando o sistema estiver em operação. Um exemplo seria, em um hospital, os requisitos derivados da política de saúde. 37
38 Classificação de requisitos voláteis Ian Sommerville, Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 7 38
39 Rastreabilidade A rastreabilidade tem a ver com relacionamentos entre os requisitos, suas fontes e o projeto do sistema É necessário manter essa informação registrada nos locais apropriados Rastreabilidade da fonte Ligam requisitos aos stakeholders que os propuseram ou aos elementos externos que o criaram; Rastreabilidade de requisitos É a ligação dos requisitos dependentes; Rastreabilidade de projeto Ligações entre os requisitos e os módulos de projeto. 39
40 Gerenciamento de mudanças de requisitos Deve ser aplicado a todas as mudanças propostas aos requisitos Especialmente importante para sistemas já prontos ou em estágios avançados de desenvolvimento Estágios principais Análise de problema: discutir problemas e mudanças de requisitos; Análise de mudança e estimativa de custo: avaliar os efeitos das mudanças sobre outros requisitos; Implementação de mudança: Modificar vários artefatos para refletir as mudanças. O impacto da mudança tem que ser avaliado para TODO O SISTEMA! 40
41 41
42 Leituras recomendadas SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 9ª. Ed. São Paulo: Pearson Education, 2011 Capítulo 7 AMBLER, S. Agile Modeling. 43
4/14/11. Processos de Engenharia de Requisitos. Engenharia de requisitos. Elicitação e análise. A espiral de requisitos
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