Bancos de Dados Distribuídos
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- Bernadete Ventura Desconhecida
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1 Bancos de Dados Distribuídos
2 O que é Sistema Gerenciador de Banco de Dados? Um sistema gerenciador de banco de dados (SGBD) é usado como sendo um sistema que permite o gerenciamento dos sistemas de bancos de dados. Faz a distribuição dos dados de uma forma transparente para o usuário Exemplos: Oracle, SQL Server, MySQL, PostgreSQL, Firebird
3 O que é Sistema de Banco de Dados? BD + SGBD
4 O que são Bancos de Dados Distribuídos? Segundo (Ozsu e Valduriez 1999), um banco de dados distribuído (BDD) é formado por uma coleção de múltiplos bancos de dados logicamente interrelacionados sobre uma rede de computadores.
5 Exemplo de Bancos de Dados Distribuídos Aracaju São Paulo Funcionários de São Paulo Projetos de São Paulo Projetos de Florianópolis BD Funcionários de Aracaju Projetos de Aracaju Projetos de São Paulo BD Manaus BD Rede de comunicaçã o Funcionários de Florianópolis Funcionários de São Paulo Projetos de Florianópolis Funcionários de Manaus Funcionário de Aracaju Projetos de Manaus Florianópolis BD
6 Quais os objetivos? Prover independência de dados num ambiente distribuído Transparência para o usuário que verá um único banco de dados como se não estivesse distribuído fisicamente Disponibilidade
7 Vantagens Reflete a estrutura organizacional Autonomia local: departamento pode controlar seus dados Melhor performance: dados mais próximos do local de maior demanda Economia de infraestrutura: menor custo de hardware para muitos computadores de médio desempenho do que para um computador de alto desempenho Modularidade: sistemas podem ser modificados, adicionados ou removidos sem alterar os outros módulos
8 Desvantagens Maior custo para desenvolvimento de software Maior possibilidade de bugs Overhead (aumento de armazenamento e processamento) Complexidade: trabalho extra para manter sistemas múltiplos diferentes, ao invés de um único grande Segurança: locais remotos devem ser seguros (conexão segura entre os lugares remotos) Difícil de manter a integridade: pode ser muito caro reforçar a integridade ao longo de uma rede.
9 Como o usuário vê? Aracaju São Paulo Manaus Banco de Dados Distribuído Florianópolis
10 BDD Homogêneos ou Heterogêneos? Homogêneos Bancos de dados iguais em todos os nós Utilizados quando um projeto inicia seu desenvolvimento, a partir do ponto zero Abordagem top-down (de cima para baixo) Heterogêneos Bancos de dados diferentes nos nós Utilizados quando há alteração ou migração de um projeto já desenvolvido Abordagem bottom-up (de baixo para cima)
11 Homogêneos Como em um SGBDD homogêneo todos os SGBDs locais oferecem interfaces idênticas, estes últimos usam, então, o mesmo modelo de dados, a mesma DDL e as mesmas DMLs. Logo, uma vez fixadas as interfaces locais, é natural que o SGBD global também ofereça estas mesmas interfaces. Assim, qualquer usuário, local ou global, poderá acessar tanto dados locais quanto dados remotos através da mesma DML.
12 Heterogêneos Em sistemas heterogêneos, os SGBDs locais potencialmente usam modelos de dados e DMLs diferentes. Uma opção seria o SGBD global oferecer ao usuário global, residente em um dado nó, uma visão do banco de dados distribuído no mesmo modelo de dados que o banco local, e permitir que este usuário acesse dados definidos nesta visão através da própria DML local. Esta opção é interessante pois não é necessário ensinar uma nova DML aos usuários residentes em um determinado nó para que possam acessar dados remotos. Nesta opção, o SGBD global possui, na verdade, uma interface diferente para cada nó.
13 Distribuição dos Dados Replicação Existe uma cópia de cada um dos dados em cada nó da rede, tornando as bases de dados iguais Exemplo: tabela de produtos de uma grande loja Vantagem: disponibilidade Desvantagem: overhead (aumento de armazenamento e processamento) Fragmentação Os dados são divididos em todo o sistema, portanto, há uma base de dados diferente em cada nó, se observarmos de forma local, porém, de forma global, é apenas uma base de dados
14 Replicação Síncrona Cada transação é concluída quando todos os nós confirmam que a transação local foi bem sucedida Assíncrona O nó principal executa a transação enviando confirmação ao solicitante e então encaminha a transação aos demais nós
15 Vertical Fragmentação
16 Horizontal Fragmentação
17 Desenvolvendo projetos Levantamento de Informações Análise de viabilidade Análise de Requisitos Projeto Implementação (desenvolvimento) Testes Implantação Manutenção
18 Desenvolvendo projeto de banco de dados Relacionamento 1:1 Um produto tem estoque. Modelo conceitual: Modelo lógico:
19 Desenvolvendo projeto de banco de dados Relacionamento 1:N Um departamento tem nenhum ou vários funcionários, mas um funcionário pode pertencer a somente um departamento. Modelo conceitual: Modelo lógico:
20 Desenvolvendo projeto de banco de dados Relacionamento N:N Um aluno tem aulas de nenhuma ou várias disciplinas e uma disciplina é cursada por nenhum ou vários alunos. Modelo conceitual: Modelo lógico:
21 Abordagem top-down Análise de Requisitos Requisitos do sistema (objetivos) Projeto conceitual Esquema conceitual global Informação de acesso Projeto de distribuição Esquema conceitual local Projeto lógico Definição do esquema externo Participação do Usuário Projeto Físico Correção Esquema físico Monitoramento Correção
22 Compreendendo a abordagem top-down Análise de requisitos, projeto conceitual, projeto lógico e projeto físico são etapas tradicionais da abordagem top-down Projeto de distribuição é específico de banco de dados distribuído Observe que o projeto físico é implementado depois do projeto de distribuição
23 Análise de requisitos Coleta de informações sobre os dados, suas restrições e seus relacionamentos na organização Realizada por meio de reuniões com os usuários onde se observa o funcionamento da organização Ao final, é gerado um documento contendo os requisitos de especificação
24 Projeto Conceitual Modelagem de dados e de seus relacionamentos, independente da estrutura de representação do sistema de banco de dados distribuídos (modelagem conceitual). Realizado por meio da análise dos requisitos de especificação Ao final, é gerado um diagrama (esquema) conceitual com as devidas restrições de integridade dos dados
25 Projeto Lógico Conversão do esquema conceitual para o esquema de um Sistema de Banco de Dados Distribuídos (esquema lógico) Realizado por meio da aplicação de regras de conversão, tradução para modelo relacional do banco de dados distribuído Ao final, é gerado um esquema lógico com tabelas, stored procedures, views, autorizações de acesso, etc
26 Projeto de Distribuição Definição de como os dados e programas deverão ser alocados, fragmentados nos diversos pontos da rede de computadores Em alguns casos, a própria rede de computadores é projetada e construída para atender as necessidades do projeto do banco de dados distribuído Esta etapa é a mais crítica no projeto de um banco de dados distribuído
27 Projeto Físico Definição do esquema lógico em um SBDD adequado ao modelo de dados Realizado através de instruções SQL O resultado é um esquema físico local em concordância com o estabelecido no projeto de distribuição dos dados Ao concluir o projeto físico de cada ponto de rede, o banco de dados distribuído estará pronto para ser usado Inicia-se o processo de monitoramento para descoberta de possíveis erros, que serão enviados aos responsáveis pelo projeto do banco de dados distribuído.
28 Resumindo É muito importante avaliar o ambiente organizacional da empresa detentora dos dados antes da implementação É necessário conhecer a função de cada ponto da rede, para melhor distribuição dos dados e criação dos esquemas locais Os objetos (views, stored procedures, etc) são criados de acordo com cada esquema físico local
29 Como os usuários acessam BDD? Aplicações locais Não requerem dados de outros lugares Aplicações globais Requerem dados de outros lugares
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