METODOLOGIA DA PESQUISA
Este curso foi pensado por uma equipe de professores conteudistas, desenhistas e tutores para atendê-los em todas as expectativas referentes à elaboração de seu trabalho de conclusão de curso (monografia). O modelo didático de seu curso baseia-se no ideal da aprendizagem colaborativa (todos se auxiliam na construção compartilhada do saber) e nas metodologias ativas (aprender fazendo mediante o desenvolvimento de sua autonomia intelectual). O método é bem diferente do aprendizado tradicional (baseado na recepção passiva de conhecimentos) e tem se mostrado altamente eficaz na busca de um aprendizado permanente, consistente, prático e para a vida toda. Nesta disciplina, desenvolveremos os conhecimentos básicos relativos à pesquisa e redação do texto acadêmico, com o objetivo de despertar em você as habilidade de pensar e agir cientificamente.
Fique atento aos prazos, regras e conteúdos em seu guia do aluno. A área de estudos de metodologia da pesquisa é extensa, razão pela qual selecionamos conteúdos essenciais para que você possa elaborar, no nível de graduação, um trabalho relevante que contribua para o avanço dos estudos em sua área. O conteúdo é bem simples, mas permite alto nível de aprofundamento. Para isso, você deve ler todos os artigos e livros indicados no material (basta clicar diretamente nos links em seu material para ter acesso às obras sugeridas). Os vídeos também devem ser vistos, pois complementarão o aprendizado com palestras, animações e aulas sobre o tema. As avaliações semanais devem ser postadas no prazo constante em seu cronograma e serão realizadas de acordo com as etapas para o desenvolvimento de sua monografia. O trabalho final será um esboço de seu projeto e você deve, desde as aulas iniciais, pensar em um tema que desperte seu interesse, seja problemático, atual e relevante. A disciplina possui carga horária de 36 horas, divididas em 10 aulas. Entre em contato com seu tutor ou com a coordenação sempre que achar necessário (pela plataforma ou pelos ramais 902, 947 e 961).
Objetivo: Desenvolver as habilidades do pensamento Científico. Nesta aula: O que é uma Universidade Por que aprender Metodologia A pesquisa na Pós-graduação Modos de conhecer o mundo
O QUE É UMA UNIVERSIDADE? A universidade deve ser um recanto privilegiado onde se cultiva a reflexão crítica sobre a realidade e se criam conhecimentos com base científica. (LUCKESI, et al. 1986). Assista: Educar pela Pesquisa (CLIQUE) http://www.youtube.com/watch?v=ts5posddf2a Metodologia do Conhecimento Científico http://www.youtube.com/watch?v=dabqiyls1bq Na universidade ideal, para pesquisar, o aluno deve conhecer o passado (por meio do ensino), mas o ensino não é estático: baseia-se nas pesquisas que aperfeiçoam os saberes por meio da crítica e da inovação. A UNIVERSIDADE SUSTENTA-SE NO TRIPÉ A extensão também difunde e aplica os conhecimentos provenientes da pesquisa e do ensino e, enquanto vivência prática, revela novos problemas para enriquecer o ensino e alimentar novas pesquisas. Ensino Pesquisa Extensão
A UNIVERSIDADE QUE QUEREMOS É provocativa, reflexiva, questionadora, criativa. Indaga, debate, discerni, propõe. Pesquisa Ensino Extensão Desse modo, a pesquisa alimenta o ensino e o ensino prepara o aluno para ser um pesquisador! Esse diálogo é essencial para o progresso do ensino e da ciência.
EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA PESQUISA A extensão universitária é uma atividade de intervenção social e difusão de conhecimentos que, aliada à pesquisa, parte das demandas da realidade. A extensão também difunde e aplica os conhecimentos provenientes da pesquisa e do ensino e, enquanto vivência prática, revela novos problemas para enriquecer o ensino e alimentar novas pesquisas. A metodologia da pesquisa é a atividade fundamental nesse contexto. O conhecimento, nessa universidade ideal, não pode ser absoluto. A função da universidade é desenvolver a racionalidade crítica (que enxerga os problemas) e criadora (que encontra caminhos para a solução). O fim da universidade é a evolução da sociedade (aspecto ético da pesquisa, da extensão e do ensino). O conhecimento como processo Pedro Demo (1994) afirma que o processo de evolução da humanidade está diretamente vinculado à qualidade do conhecimento adquirido.
Mas, para manter a qualidade é necessário que o conhecimento se elabore e reelabore no âmbito educativo. PARA QUE SERVE UMA UNIVERSIDADE? Irradiar conhecimento (o aluno aprende a reproduzir e aplicar) = Transmissão. Criar conhecimento (o aluno aprende a produzir) = Evolução. Desse modo, os três pilares da universidade (pesquisa, ensino e extensão) estão vinculados, são interdependentes e se alimentam reciprocamente! Em uma relação de aprendizagem ideal: Não há ensino sem pesquisa e extensão. Não há extensão sem ensino e pesquisa. Não há pesquisa sem ensino e extensão. Para viabilizar a criação metódica de conhecimentos, surge a necessidade da pesquisa na graduação (iniciação científica) e na pós- graduação! POR QUE DEVO APRENDER METODOLOGIA? Nesse contexto, os conhecimentos em metodologia da pesquisa são essenciais, pois essa disciplina possibilitará a você: Pensar cientificamente; Ler doutrinas, teorias, artigos e teses com competência, poder de análise e criticidade;
Resumir e resenhar obras de interesse, formando um banco de dados pessoal; Produzir e executar projetos de pesquisa; Problematizar a realidade e propor alternativas e soluções úteis; Raciocinar com método e lógica; Escrever textos compatíveis com os rigores acadêmicos e de acordo com as normas da ABNT; Ingressar nas carreiras acadêmicas, conquistando o mestrado e o doutorado. A PESQUISA NA GRADUAÇÃO Na graduação, o aluno pode pesquisar participando de projetos de iniciação científica, produzindo artigos, trabalhos de conclusão de curso, monografias e participando de congressos de iniciação científica. Iniciação Científica A Iniciação Científica introduz os estudantes de graduação, interessados e potencialmente mais promissores, na pesquisa científica. Possibilita colocar o aluno, desde as séries iniciais, em contato direto com a atividade científica, despertando neles o gosto pela pesquisa.
A iniciação científica é, assim, um instrumento de formação que se caracteriza como apoio teórico e metodológico à realização de um projeto de pesquisa e constitui um canal adequado de auxílio para a formação de uma nova mentalidade no aluno. Para fazer iniciação, os interessados devem procurar a coordenação e identificar professores orientadores da pesquisa. Os resultados dos trabalhos podem gerar artigos científicos, livros, resenhas entre outros e estes poderão ser apresentados em congressos ou publicados em revistas especializadas, o que conta muitos pontos na valorização do currículo. UNIC - Evento de Iniciação Científica promovido pela Unifev Como exemplo de congresso de iniciação podemos citar o UNIC Congresso de Iniciação Científica, com o objetivo de identificar talentos e estimular a produção de conteúdos científicos com potencial para a transformação da realidade, por meio do exercício da criatividade e do conhecimento adquirido. O Congresso apoia o desenvolvimento intelectual contínuo dos alunos do Ensino Superior, incentivando a pesquisa, a arte e a cultura e facilitando o contato com o que há de novo no mercado, ao mesmo tempo em que promove visibilidade e valor aos trabalhos apresentados. Para os professores-pesquisadores e para as próprias Instituições de Ensino Superior, o Congresso é um estímulo ao engajamento dos estudantes de graduação no processo de investigação científica, contribuindo para a formação de profissionais altamente qualificados. Além disso, entende-se que a contribuição científica agrega para a Instituição de Ensino Superior (IES) um inestimável valor social e institucional. O UNIC - Unifev traduz, na prática, a iniciação científica oferecida pela IES, como forma de contribuição capaz de propiciar o desenvolvimento científico e tecnológico necessário para a completa formação acadêmica do aluno.
A iniciação científica coloca alunos da graduação em contato com grupos/linhas de pesquisa. Orientado por pesquisador experiente, permite a aprendizagem de técnicas e métodos científicos. Estimula o pensar científico e a criatividade, diante do confronto direto com os problemas de pesquisa. Nesta etapa da prática universitária, o estudante-pesquisador exerce os primeiros momentos da pesquisa acadêmica, como a escrita acadêmica, a apresentação de resultados em eventos, a sistematização de ideias, a sistematização de referenciais teóricos, a síntese de observações ou experiências, a elaboração de relatórios e demais atividades envolvendo o ofício de pesquisador. Fomento As principais agências financiadoras de projetos de iniciação científica no Brasil (através do oferecimento de bolsas anuais de incentivo à pesquisa) são o CNPq (em nível federal, através de seu Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, o Pibic) e as agências estaduais de fomento à pesquisa, como a FAPESP, a FA- PERJ ou a FAPEMIG. Estas bolsas normalmente giram em torno de um valor abaixo do salário mínimo fixado pela instituição ou agência de fomento.
Pesquisa na pós-graduação Sua função é: Nesse nível acadêmico, a preocupação com a formação de pesquisadores é ainda maior do que na graduação. A pesquisa na especialização prepara o cientista para os níveis seguintes: mestrado e doutorado. Para que serve um cientista? A imagem do cientista, para a maioria das pessoas é de alguém maluco, que vive em seu mundo, alienado da realidade! Estão sempre sujos, descabelados e explodindo coisas em um mundo distante da vida cotidiana. Mas, na verdade, essa visão é totalmente equivocada! O cientista é, dentre todos os membros da sociedade, quem mais deve ter os olhos postos na realidade. DESALIENAR, trazendo sua visão crítica para solução de problemas reais que afetam diretamente a vida das pessoas. Somente uma universidade criativa, que produza conhecimentos (e não apenas os reproduza) permitirá... O SURGIMENTO DO NOVO!!! Assista: http://prezi.com/rrukvfa5tvko/ copy-of-metodologia-cientificalakatos-e-marconi/ OPCIONAL - Use o navegador Google Chrome!
A PESQUISA NA PÓS-GRADUAÇÃO Cursos lato sensu (especialização) Também conhecidos como "cursos de especialização" e "Master of Business Administration - MBA"). Os alunos devem, além de ser bem-sucedidos nas avaliações das disciplinas, produzir uma monografia ou trabalho de conclusão. A atividade de pesquisa que produz essas monografias tem sentido amplo, ou lato sensu, por consistir na aplicação de ferramentais teóricas aprendidas durante o curso para a solução de problemas específicos da área de estudo. Os cursos lato sensu, por meio de suas pesquisas, geralmente aplicam teorias existentes a problemas novos. A pós-graduação é o primeiro degrau na escalada da vida acadêmica e visa aperfeiçoar a capacidade de pesquisar, já iniciada na graduação. Permite o afunilamento dos estudos, já que se volta para um campo específico do saber. Assim, é possível o maior aprofundamento. Cursos stricto sensu (mestrado e doutorado) Nos cursos de pós-graduação stricto sensu, após a formação específica (disciplinas teóricas), um período é dedicado à formulação de um problema inédito que contenha em si a semente de um novo conhecimento. Uma pesquisa stricto sensu é estrita porque trata de uma singularidade no tecido teórico da área de pesquisa. A pós stricto sensu objetiva a produção de dissertações e teses que formulem e comprovem teorias novas para o entendimento de fatos e superação de questões importantes. Para fazer mestrado é preciso conhecer uma língua, além da portuguesa. Para fazer doutorado, é preciso conhecer duas. Cursos stricto sensu estimulam o desenvolvimento da crítica, exigindo um aluno capaz de analisar o conhecimento existente, identificando falhas, lacunas e incoerências relevantes.
doutorado mestrado especialização Graduação Carreira acadêmica
Nos exemplos abaixo, veja a preocupação do cientista em contribuir com a solução de uma questão ou problema em sua área de estudo! Obs.: o problema que o pesquisador se propôs solucionar está em negrito. DINIZ, Luiz Antonio Garcia. Cibercultura e literatura: hipertexto e as novas arquiteturas textuais. Alea [online]. 2005, vol.7, n.2, pp. 209-222. ISSN 1517-106X. http://dx.doi.org/10.1590/s1517-106x2005000200003. Análise das implicações provocadas pelas novas tecnologias nas formas perceptivas (leitor) e nas técnicas de produção de textos (autor). A cibercultura, resultante da banalização dos computadores pessoais e das novas relações criadas pelas comunidades virtuais em um ambiente marcado pela interatividade, vem se impor como um novo paradigma, cujo foco são as relações estabelecidas entre a literatura, a cibercultura e a cibercidade com as novas formas textuais emergentes. Qual o papel do livro no ciberespaço e em ambientes imersivos? Como a temporalidade se define no texto contemporâneo, caracterizado por uma fractalidade crescente? Se o hipertexto se caracteriza como algo que se opõe ao texto linear, como se pode defini-lo em relação ao texto impresso, produto que se caracteriza pela noção de autor e de individualidade? BENDASSOLLI, Pedro F.; BORGES-ANDRADE, Jairo Eduardo and MALVEZZI, Sigmar. Paradigmas, eixos temáticos e tensões na PTO no Brasil. Estud. psicol. (Natal) [online]. 2010, vol.15, n.3, pp. 281-289. ISSN 1413-294X. http://dx.doi.org/10.1590/s1413-294x2010000300008. O panorama de abordagens da psicologia do trabalho e das organizações (PTO) no Brasil mostra grande diversidade teórica e metodológica que reflete a presença de distintos paradigmas científicos na delimitação e organização desse campo. O objetivo deste artigo é analisar esses paradigmas e relacioná-los com três eixos temáticos da PTO no Brasil: o do comportamento, o da subjetividade e o clínico. Investiga-se os fundamentos epistemológicos e metodológicos, alguns trabalhos e autores de cada um desses eixos, discutindo sua contribuição para o campo da PTO no Brasil. O artigo desenvolve uma discussão sobre as tensões existentes entre esses eixos, derivadas da pressão de corresponderem, ao mesmo tempo, a critérios de rigor acadêmico e relevância organizacional. O artigo, por fim, mostra a diversificação do campo da PTO no Brasil e os desafios disso decorrentes. Para ver mais artigos, vá em: http://www.scielo.br/ Peça para traduzir a página e faça sua busca por temas.
MODOS DE CONHECER O MUNDO Conhecimento Mítico O conhecimento mítico é um modo lúdico, ingênuo, fantasioso, anterior a toda reflexão, e não-crítico de buscar explicações para fatos desconhecidos pelo homem. Nasce da ideia de um vínculo humano com um plano transcendente divino. A religião é uma forma de conhecimento mítico e se expressa por meio de doutrinas, filosofias, preceitos de ordem ética. Pode incorporar ou não rituais sagrados. O conhecimento mítico se expressa por meio de linguagem simbólica e imaginária". Não requer provas intelectuais e manifesta-se nas explicações religiosas, de líderes espirituais, benzedores, profetas sobre os eventos. Exemplo de ideias baseadas em conhecimento mítico: A Aids é castigo de DEUS. Os tsunamis são um castigo divino. 2012 será o fim do mundo. Assim, ainda que o conhecimento mítico crie representações para atribuir um sentido às coisas, ele ainda se baseia na crença de que seres fantásticos e suas histórias e não na comprovação. A crença em trabalhos espirituais é um exemplo. Poseidon Criação de Adão Simpatia de banana da terra Simpatia para atrair amor http://www.youtube.com/watch?v=rtvx6ms4dxm
Conhecimento Filosófico A origem do vocábulo filosofia está na Grécia: philosphia, que significa amor à sabedoria. O conhecimento filosófico pode ser definido como uma fonte de pensar, uma postura de reflexão diante do mundo. Ele não se apresenta como um conjunto de conhecimentos prontos, um sistema de pensamentos acabados ou fechados em A filosofia caminha, assim, no mundo das ideias. Não pode ser demonstrado por meio de experiências, mas sim por meio de reflexões lógicas. Os eruditos são aqueles que leram coisas nos livros, mas os pensadores, os gênios, os fachos de luz e promotores da espécie humana são aqueles que as leram diretamente no livro do mundo. (Arthur Schopenhauer - Filósofo Alemão) si próprio. Filosofar significa refletir criticamente sobre alguma coisa. O objeto do conhecimento filosófico é a realidade não perceptível pelos nossos sentidos (a filosofia atua no nível racional e A função da oração não é influenciar Deus mas especialmente mudar a natureza daquele que ora. (Soren Kierkegaard) não no sensível). Assim, por ser um conhecimento de ordem suprassensível, ele ultrapassa a experiência. O que é feito por amor está além do bem e do mal (Friedrich Nietzsche)
Conhecimento Vulgar O conhecimento do senso comum caracteriza-se pela: Podemos chamar de conhecimento vulgar, conhecimento espontâneo ou senso comum a todo aquele saber que resulta de experiências levadas a efeito pelo homem ao se defrontar com os problemas decorrentes de sua existência. Não estamos sozinhos em nossa convivência social, cultural e intelectual. Trocamos informações com nossos contemporâneos e antepassados. Captamos, assimilamos e adaptamos a nossa realidade saberes difusos, ou seja, o nosso senso comum, aquele conjunto de noções gerais que temos no mundo. Linguagem vaga, inespecífica: ex.: quente, frio, grande, pequeno, um punhado etc.. O senso comum tem baixo poder de discriminação (a ciência usa números: como 37 graus, 45 cm). Grande estabilidade (não muda muito) por ser acrítico. Aceitação da crença e da opinião (não exige comprovação). Subjetividade - apego à percepção do ser. Conhecimento subordinado a envolvimentos afetivos, emocionais relações vagas. Por exemplo: chá de alho para curar infecção, fiapo de linha na cabeça para acabar com o soluço, soluções caseiras para curar verrugas, proibição da ingestão de manga com leite etc.. Solução infalível para a acabar com verrugas Bacon: Com um pequeno pedaço de bacon no local e esfregue-o. Em seguida, encontre um formigueiro, e deixe o pedaço de bacon lá. Saia sem olhar para trás.
Assista: Paradigma e paradoxo http://www.youtube.com/watch?v=a1fb389yqzq http://www.youtube.com/watch?v=lxsbvo-agse Há uma perpétua troca de serviços entre a ciência e o empirismo. Muitas vezes a função da primeira consiste em formalizar o que a segunda descobriu. Multatuli
Observe o seguinte exemplo: Elixir de água do joelho A crença popular é algo que não se controla. O exemplo é a urinoterapia, prática que aconselha ao paciente tomar a própria urina. O líquido, garantem os seguidores, seria o melhor remédio contra alergias, micoses e distúrbios gastrointestinais e A verdade em ciência nunca é absoluta ou final, pode sempre ser modificada ou substituída. Um conhecimento é válido apenas até que novas observações ou experimentações o contradigam. renais. "É a água da vida", define o padre Joseph Dillon, 53 anos, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo.... "A urina serve para reequilibrar o sistema hormonal e fortalecer as defesas do organismo", garante o padre. A convicção do religioso é rebatida pela ciência. A urina serve para expelir substâncias tóxicas. Tanto que se um indivíduo ficar sem urinar ele morre", afirma o urologista Miguel Srougi. Isto É, 28 de maio de 1997. Pense bem... Em sua opinião, como esse tipo de conhecimento poderia ser O SENSO COMUM PODE SER O PONTO DE PARTI- DA PARA O CONHECIMENTO CIENTÍFICO (OS CHÁS MEDICINAIS SÃO UM EXEMPLO DISSO: APÓS PESQUISAS, DESCOBREM-SE AS PROPRIEDADES TE- RAPEUTICAS DAS ERVAS E, ENTÃO, ELAS SE TOR- NAM ÚTEIS NA PRODUÇÃO DE REMÉDIOS). considerado?
Leia: Senso comum e a ciência Texto de Rubem Alves https://docs.google.com/file/ d/0b_bul5ltmxxlvks2oxa3u3bvrek/edit?pli=1
Simpatia para acabar com as espinhas Para fazer essa simpatia, você irá precisar de: moedas um envelope um lenço de papel Como fazer O paradoxo do gato com pão e manteiga é um paradoxo anedótico que se constituiu como uma lenda urbana. É formado mediante a combinação de duas crenças da cultura popular: Os gatos caem sempre em pé. Uma fatia de pão com manteiga cai sempre virada com o lado amanteigado para baixo. É bem simples, passe o lenço de papel no rosto, em todos os lugares onde tenha as erupções. Conte quantas são, e então pegue o mesmo número de moedas. Guarde tudo no mesmo envelope, o lenço e as moedas, e coloque em baixo do seu travesseiro. Deixe lá durante sete noites de sono. Depois de passar o período da simpatia, dê as moedas a alguém que precise, e jogue fora o lenço e o envelope. Faça a simpatia em um domingo. O paradoxo surge quando se considera o que poderia ocorrer se fosse atada uma fatia de pão às costas de um gato, com a parte barrada de manteiga para cima, e se deixasse cair o gato de uma altura considerável.
Obviamente que, se ambas as proposições fossem verdadeiras, o gato cairia de pé, e o pão cairia com o lado amanteigado virado para baixo; como isso não é possível, uma das proposições tem que ser falsa. Mas, com sentido de humor, algumas pessoas argumentam que, hipoteticamente, se ambas as proposições forem verdadeiras, tal experiência produziria um efeito de antigravidade. A velocidade da queda do "sistema gato e pão" diminuiria; ao mesmo tempo, o "sistema" começaria a rodar em alta velocidade, pois tanto os pés do gato como o lado amanteigado do pão tentariam tocar o chão. Conheça as normas da ABNT e vá se familiarizando com elas... http://pt.scribd.com/doc/120627277/manual-teses-dissertacoes www.leffa.pro.br/textos/abnt.htm Consulte também as normas da ABNT pelo site da Unifev: https://www.unifev.edu.br/site/normas_abnt.php? p=normas%20abnt Afinal, o sistema atingiria um estado estacionário, flutuando a pouca distância do chão e sempre girando a grande velocidade. Criar-se-ia, assim, um moto contínuo no qual o "sistema gato e pão" ficaria rodando indefinidamente.
REFERÊNCIAS E LEITURAS RECOMENDADAS: APPOLINÁRIO, Fabio. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2004. BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 73 BLAY, Michel. Dictionnaire des concepts philosophiques. França: Larousse, 2005. BUNGE, Mario. Epistemologia: curso de atualização. São Paulo: T. A. Queiroz, Editor e EDUSP,1987. BUNGE, Mario. La ciencia, su método y su filosofía. Buenos Aires: Sigloveinte, 1974. DEMO, Pedro. Pesquisa e construção do conhecimento: metodologia científica no caminho de Habermas. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1994. D ONOFRIO, Salvatore. Da Odisséia ao Ulisses: evolução do gênero narrativo. São Paulo: Duas Cidades, 1981. D ONOFRIO, Salvatore. Metodologia do trabalho intelectual. São Paulo: Atlas, 1999. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. HIRONAKA, Giselda Maria Fernandes Novaes. O ensino jurídico e a produção de teses e dissertações. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. LIPMAN, Matthew. A filosofia vai à escola. São Paulo: Summus Editorial, 1990.. A filosofia na sala de aula. São Paulo: Nova Alexandria, 1994.. O pensar na educação. Petrópolis: Vozes, 1995. LORIERI, Marcos Antônio. Filosofia no ensino fundamental. São Paulo: Cortez, 2002. LUCKEZI, Carlos et al. Fazer universidade: uma proposta metodológica. São Paulo: Cortez, 1986. MATTAR, Fauze. Pesquisa de marketing. São Paulo: Atlas, 2001. MEZZAROBA, Orides. Manual de metodologia da pesquisa no direito. São Paulo: Saraiva, 2004 REY, Luís. Planejar e redigir trabalhos científicos. São Paulo: Edgard Blucher, 1993. ROCHA, Ailton Schramm. Metodologia da pesquisa em direito e filosofia. São Paulo: Saraiva, 2011.
RODRIGUES, Zuleide Blanco. Desenvolvendo habilidades básicas de pensamento: possibilidades de reflexão e pensar correto. Disponível em: <http://www.pedagobrasil.com.br/pedagogia/ desenvolvendohabilidades.htm>. Acesso em 14 mar. 2006. SAVIANI, Dermeval. Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Cortez, 1980. SUCHODOLSKI, Bogdan. A pedagogia e as grandes correntes filosóficas. Lisboa: Livros Horizonte, s/d. WIKIPEDIA. Paradoxo do gato e do pão com manteiga. Disponível em:<http://pt.wikipedia.org/wiki/paradoxo_do_gato_e_p%c3% A3o_com_manteiga> Acesso em 10 abr. 2014.